Anne Heche está em coma: “Estado extremamente crítico”
A atriz Anne Heche está em coma desde que sofreu um acidente de carro na sexta-feira passada (5/8) em Los Angeles. Em comunicado, um representante da atriz deu mais detalhes, afirmando que seu estado de saúde é “extremamente crítico”. “Neste momento, Anne está em estado extremamente crítico. Ela tem uma lesão pulmonar significativa com necessidade de ventilação mecânica e queimaduras que requerem intervenção cirúrgica. Ela está em coma e não recuperou a consciência desde o acidente”, diz o texto. O mesmo representante disse no sábado que a família pedia pensamentos positivos e orações pela atriz. Heche foi hospitalizada na sexta-feira depois de avançar com seu carro sobre uma casa, destruindo a parede e entrando na sala da residência. Seu carro pegou fogo na colisão. O site TMZ apurou que Heche estava em alta velocidade após se envolver em outro acidente, na garagem de um prédio, pouco antes de colidir com a casa. Tudo teria começado quando ela bateu em uma garagem e, quando pessoas se aproximaram, a atriz acelerou e fugiu do local. A atriz de 53 anos tem uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Ela estrelou filmes como “Donnie Brasco” (1997), “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997), o remake de “Psicose” (1998) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), no qual foi par romântico de Harrison Ford. Mas a partir daí sua carreira cinematográfica foi afetada, de forma preconceituosa, quando ela assumiu seu namoro com Ellen DeGeneres. Anos depois, ela se revelou bissexual, ao se envolver com um assistente de câmera e, mais tarde, James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve um filho. A série de 2006, por sinal, foi seu maior sucesso e antecipou um modelo de trama reprisado até hoje com sucesso, veja-se “Virgin River” na Netflix. Na TV, ela também fez “Ally McBeal”, “Hung”, “Dig”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações.
Ashton Kutcher revela ter ficado sem ver, ouvir e andar por causa de doença rara
O ator Ashton Kutcher conhecido por atuações nas séries “That ’70s Show” (1998-2006) e “Dois Homens e Meio” (2011-2015), contou pela primeira vez detalhes de uma doença autoimune rara, que recentemente o fez ficar acamado, sem conseguir enxergar, ouvir e andar. “Há dois anos, tive essa forma estranha e super rara de vasculite, que derrubou minha visão, minha audição e meu equilíbrio”, disse o ator no programa “Celebridades à Prova de Tudo: O Desafio” (Running Wild with Bear Grylls: The Challenge), exibido na noite de segunda (8/8) pelo canal National Geographic nos EUA. “Você realmente não aprecia isso [ver, ouvir, andar], até que se vai”, afirmou Kutcher a Bear Grylls sobre os sintomas da vasculite, caracterizada por uma inflamação da parede dos vasos sanguíneos de órgãos como rins, articulações, sistema nervoso central e vias respiratórias. “Você até [pensa]: ‘Não sei se vou ser capaz de ver novamente, não sei se eu nunca mais vou poder ouvir de novo, se vou conseguir andar de novo”, compartilhou com o aventureiro e apresentador. “Sorte de estar vivo”, concluiu Kutcher. “Sorte de estar vivo”, repetiu Grylls. No novo episódio de “Celebridades à Prova de Tudo: O Desafio”, os dois encararam uma aventura nas selvas da Costa Rica, em que precisam atravessar um barranco com cordas, além de outros desafios ao ar livre. Além de Ashton Kutcher, a temporada inclui episódios com três astros da Marvel: Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), Forence Pugh (“Viúva Negra”) e Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), além de Anthony Anderson (“Black-Ish”) e Rob Riggle (“Em Guerra com o Vovô”). Veja o trailer e a cena da confissão de Kutcher logo abaixo.
Paramount anuncia data de “Sonic 3: O Filme”
A Paramount anunciou uma data natalina para a estreia do novo filme da franquia “Sonic”. “Sonic 3: O Filme” será lançado em 20 de dezembro de 2024 nos EUA. A data estava originalmente reservada para um musical animado dos Smurfs, que o estúdio adiou para 14 de fevereiro de 2025. Quem ainda continua com estreia marcada para 20 de dezembro de 2024 é “Avatar 3”, de James Cameron. A Paramount pode estar apostando no fato de que este filme já trocou de data várias vezes. “Sonic 3” deverá ser dirigido pelo mesmo diretor dos filmes anteriores, Jeff Fowler, e trazer de volta James Marsden, Jim Carrey e Ben Schwartz. Além do terceiro filme, a Paramount também está desenvolvendo uma série de streaming focada em Knuckles, personagem introduzido em “Sonic 2”. O ator Idris Elba, que dublou Knuckles no cinema, voltará a dar voz ao personagem na atração da Paramount+.
Dueto de Britney Spears e Elton John é oficializado
A primeira música de Britney Spears após seis anos sem gravar foi oficializada nesta segunda-feira (8/8). Duas semanas após relatos da imprensa, a gravadora Interscope Records, do grupo Universal Music, anunciou a gravação de “Hold Me Closer”, um dueto com Elton John que recria “Tiny Dancer”, hit de 1971 do músico britânico. Elton John repercutiu a confirmação em seu Instagram, postando o título da música e dois emojis: um foguete (que o representa) e uma rosa (representando Britney). Mas não há outros detalhes oficiais confirmados. De acordo com o Page Six, que deu o furo há duas semanas, a gravação foi produzida pelo vencedor do Grammy Andrew Watt, que já trabalhou com artistas tão diferentes quanto Miley Cyrus, Justin Bieber, Pearl Jam e Ozzy Osbourne. Ao que tudo indica, Elton John decidiu repetir o sucesso de “Cold, Cold Heart”, um mashup dos hits “Rocket Man” e “Sacrifice”, que ele regravou num dueto com Dua Lipa no ano passado. Esta nova versão virou uma das mais tocadas das pistas de dança nos últimos meses. “Tiny Dancer” fazia parte do álbum “Madman Across the Water” (1971) e seu lançamento como single em 1972 alcançou a posição 41 na parada Billboard Hot 100. A música cresceu em estatura ao longo dos anos e hoje é considerada um dos principais clássicos do cantor. A colaboração é o primeiro indício de que Spears pretende retornar à música sem a tutela do pai, que foi encerrada em novembro de 2021. Desde sua recém-conquistada liberdade, os fãs têm se perguntado se Britney retomaria a carreira, já que ela deu depoimentos indicando que pretendia ficar longe da música, após se sentir uma escrava, obrigada pelo pai a gravar e fazer shows. Até esta gravação seu maior maior ato após o fim da tutela tinha sido se casar com o namorado Sam Asghari, com quem expressa o desejo de ter filhos. Ainda não há data de lançamento prevista para “Hold Me Closer”.
Ezra Miller é acusado de roubo pela polícia dos EUA
Ezra Miller está de volta ao noticiário policial. O intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” voltou a cometer um crime na vida real. Ele foi acusado de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. Ele foi “finalmente localizado” às 23h23 de domingo (7/8) e recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência de acusação em 26 de setembro. Não está claro se Miller conhece os moradores da casa que foi assaltada. O B.O. cita um local de residência de Miller na mesma região – Stamford, Vermont. O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. A Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. “Estamos muito animados com eles. Nós os vimos”, disse o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, em referência a “The Flash”, “Adão Negro” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. “Achamos que eles são incríveis e achamos que podemos torná-los ainda melhores”, afirmou, durante uma teleconferência com representantes do mercado na quinta passada (4/8). A declaração mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
Joe Keery vai estrelar 5ª temporada de “Fargo”
O ator Joe Keery vai trocar provisoriamente Hawkins, Indiana, por Fargo, na Dakota do Norte. O intérprete de Steve em “Stranger Things” foi confirmado no elenco da 5ª temporada da série “Fargo”, do canal pago FX. Ele interpretará um personagem chamado Gator Tillman, mas as informações são escassas no momento. Com um formato de antologia, “Fargo” traz uma nova história criminal e um elenco diferente a cada temporada. E a principal pista sobre os novos episódios foi revelado em fevereiro passado, quando a produção foi confirmada com uma descrição em forma de perguntas: “Quando é que um rapto não é um rapto, e se a sua mulher não fosse a sua mulher?”. Keery se junta a um elenco grandioso, que já tinha confirmado as participações de Jon Hamm (“Mad Men”), Juno Temple (“Ted Lasso”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), e agora anunciou também Lamorne Morris (“New Girl”) e Richa Moorjani (“Eu Nunca…”). As gravações devem começar em poucas semanas e ainda não há previsão de estreia dos novos episódios.
Lembre os 12 maiores hits de Olivia Newton-John
A cantora e atriz Olivia Newton-John, falecida nesta segunda-feira (8/8), marcou a música pop com vários sucessos desde seus dias de folk, em que cantava cover de Bob Dylan, e do estouro de “Grease”, quando gravou duetos com John Travolta. Ela também foi um das maiores estrelas da geração MTV original. O clipe de “Physical”, que tinha uma historinha engraçada com homens fora de forma numa academia de ginástica, foi um dos primeiros hits do canal em 1981 e chegou a vencer o Grammy de Vídeo do Ano. Além de popularizar a moda/visual das academia e exibir uma representação pioneira da cultura LGBTQIAP+, “Physical” relançou a carreira da cantora ao liderar as paradas por mais tempo que qualquer outra canção durante a década de 1980. A junção de música e vídeo representou uma reinvenção completa da identidade da artista, ao abandonar as baladas adocicadas pelas quais Olivia era mais conhecidas e mostrá-la com cabelos curtos, atitude roqueira e banda new wave com sintetizadores (ao estilo de Pat Benatar e Sheena Easton). A fase rendeu hit atrás de hit, mas durou pouco, só até seus cabelos loiros voltarem a crescer. Extraído de outro filme (“Embalos a Dois”) que coestrelou com John Travolta, “Twist of Fate” foi o último fenômeno musical. Lançada em 1983, a música foi a mais eletrônica de sua carreira e voltou à tona recentemente nos episódios da 4ª temporada de “Stranger Things”. Confira abaixo os hits mais marcantes da carreira da cantora, em 10 gravações solo e dois duetos famosos. | IF NOT FOR YOU | 1971 | SUMMER NIGHTS | 1978 | YOU’RE THE ONE THAT I WANT | 1978 | HOPELESSLY DEVOTED TO YOU | 1978 | DEEPER THAN NIGHT | 1978 | XANADU | 1980 | MAGIC | 1981 | A LITTLE MORE LOVE | 1981 | MAKE A MOVE ON ME | 1981 | PHYSICAL | 1981 | HEART ATTACK | 1982 | TWISTED OF FATE | 1983
Olivia Newton-John, estrela de “Grease”, morre aos 73 anos
A atriz e cantora Olivia Newton-John, que marcou gerações em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), morreu na manhã desta segunda-feira (8/8) em seu rancho no sul da Califórnia, aos 73 anos, após uma longa luta contra o câncer de mama. Ela foi diagnosticada pela primeira vez em 1992 e anunciou em maio de 2017 que, após 25 anos em remissão, a doença havia voltado e se espalhado para a região lombar. Em agosto de 2018, ela cancelou uma turnê devido à progressão dos sintomas. Nascida na Inglaterra e criada em Melbourne, na Austrália, Olivia Newton-John foi um talento precoce. Ela começou a cantar aos 15 anos, quando integrou um grupo só de garotas, Sol Four, que venceu um concurso de talentos na TV. O prêmio foi uma viagem a Londres, mas a exposição também lhe rendeu sua estreia nos cinemas, cantando uma música natalina no filme infantil “Funny Things Happen Down Under” (1965). Depois de aproveitar seu prêmio para encaixar alguns shows na Inglaterra, ela assinou seu primeiro contrato com a gravadora Decca Records, fazendo sua primeira gravação internacional aos 17 anos: um cover de “Till You Say You’ll Be Mine” de Jackie DeShannon. No final da década, o produtor Don Krishner, responsável pela supervisão musical das séries dos Monkees e da Turma do Archie, a contratou para ser a única integrante feminina de uma nova banda de bubblegum (pop chiclete) chamada Toomorrow. A ideia era lançar os Monkees britânicos, com direito a um filme sci-fi, “Toomorrow” (1970), escrito e dirigido por Val Guest (“Cassino Royale”). Mas o fenômeno americano não se repetiu no Reino Unido. A experiência serviu para Olivia Newton-John decidir se focar em sua carreira solo. Ela abriu uma turnê de Cliff Richard e apareceu em seu programa de TV britânico, antes de gravar seu primeiro álbum, “If Not for You”, em 1971. A faixa-título foi o hit mais surpreendente da carreira da artista, por ser um cover de Bob Dylan. Em 1973, ela recebeu o primeiro de seus quatro prêmios Grammy, como – acreditem – Melhor Cantora Country por seu álbum de estreia nos Estados Unidos, “Let Me Be There”. Em seguida, vieram seus primeiros hits no topo da parada de sucessos: “I Honestly Love You” em 1974 e “Have You Never Been Mellow” em 1975. Ela já era uma cantora popular, mas sua fama foi para outro patamar após assinar com a Paramount Pictures e estrelar em 1978 a adaptação do musical “Grease”, sucesso da Broadway, numa versão de cinema ao lado de John Travolta, o ator mais quente do momento após estourar com “Embalos de Sábado à Noite” um ano antes. Hoje é difícil imaginar outra atriz como Sandy Olsson, a boa moça da Rydell High School que se envolve com Danny Zuko, o rebelde sem causa de topete engomado, que é seu oposto em tudo. Mas Olivia Newton-John não foi a primeira opção dos produtores, que consideraram Carrie Fisher (de “Star Wars”), Susan Dey (da série musical “Família Dó-Ré-Mi”) e Marie Osmond (do programa musical “Donny and Marie”) antes de optarem por ela. Um dos motivos: Olivia já estava com 29 anos e interpretaria uma adolescente. A estrela também estava receosa, devido ao fracasso de “Toomorrow” (1970). “Eu estava muito nervosa, porque minha carreira musical estava indo bem e eu não queria estragar tudo fazendo outro filme que não fosse bom”, disse Newton-John à Vanity Fair em 2016. Para convencê-la a assumir o papel, o produtor Allan Carr prometeu transformar Sandy em australiana e o próprio Travolta buscou tranquilizá-la. “Ela tinha uma voz brilhante, e eu não achava que poderia haver uma pessoa mais correta para Sandy no universo”, disse o astro. Projetando uma inocência e vulnerabilidade juvenil que renderam comparações a Debbie Reynolds, Doris Day e Sandra Dee (que é citada nominalmente numa das canções do filme), Olivia Newton-John ajudou “Grease” a virar o musical americano de maior bilheteria do século 20. Feito por apenas US$ 6 milhões, o longa dirigido pelo estreante Randal Kleiser arrecadou US$ 395 milhões nas bilheterias, que corrigidos pela inflação dariam US$ 1,7 bilhão nos dias de hoje. A trilha sonora também foi um fenômeno de vendas. E suas músicas mais populares foram “Hopelessly Devoted to You”, gravação solo de Newton-John, e dois duetos da cantora com Travolta, “You’re the One That I Want” e “Summer Nights”. “Hopelessly Devoted to You” e “You’re the One That I Want” eram, inclusive, composições de John Farrar, parceiro musical de longa data da cantora. Viraram clássicos instantâneos. Newton-John deu sequência à carreira com outro musical, “Xanadu” (1980), criado no embalo das discotecas, que a colocou para dançar com o ícone Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em seu último filme. A produção fracassou nas bilheterias, mas a trilha foi um enorme sucesso, que incluiu, além da faixa-título, o hit “Magic”, campeão de vendas e por quatro semanas líder das paradas de sucesso dos EUA. Em 1981, ela lançou seu maior sucesso musical, inspirada na febre das academias de exercícios aeróbicos que viraram obsessão nos anos 1980. “Physical” passou 10 semanas consecutivas em 1º lugar – até o início de 1982 – e nenhuma outra música durou tanto tempo no topo durante o década inteira. O título virou gíria, inspirou filmes e permanece na cultura pop até hoje, referenciado na nova série homônima da Apple TV+ e numa música recente de Dua Lipa (“Let’s Get Physical”). A artista voltou a trabalhar com Travolta na comédia de fantasia “Embalos a Dois” (1983) e isso gerou “Twist of Fate”, outro hit para ela. A cantora se manteve nas paradas por boa parte dos anos 1980, com gravações como “Let Me Be There”, “If You Love Me (Let Me Know)”, “Make a Move on Me” e “Heart Attack”, entre muitas outras. Ao todo, vendeu mais de 100 milhões de álbuns e teve quase 40 gravações incluídas nas paradas da Billboard durante suas cinco décadas na música. Em 1992, sua gravadora planejou o lançamento de uma coletânea para dar novo fôlego à sua carreira, mas a tour promocional foi cancelada quando ela foi diagnosticada com câncer. Ao se recuperar, sua prioridade passou a ser o ativismo para a pesquisa e tratamento do câncer. Olivia usou sua remissão para se tornar uma inspiração para as pessoas afetadas pela doença, lançando o Olivia Newton-John Cancer and Wellness Center em Melbourne e dedicando-se a atividades beneficentes. Ela também apoiou muitas outras instituições de caridade e ONGs ambientais. Por conta disso, só foi ressurgir nas telas na comédia “A Última Festa” (1996), num reencontro com o diretor de “Grease”, Randal Kleiser, e fez papéis cada vez menores desde então. Por sinal, os últimos filmes de sua carreira foram marcados por hiatos longos. A comédia “Uma Família e Tanto” chegou em 2000, mesmo ano em que cantou na abertura dos Jogos Olímpicos de Sydney, e só foi seguida dez anos depois por “Score: A Hockey Musical” (2010) e “Depois dos 30” (2011). Ela deixou passar mais sete anos para atuar em “Sharknado 5: Voracidade Global” (2018). E se despediu das telas em 2020 com “The Very Excellent Mr. Dundee”. Paralelamente, a estrela brilhou em “Sordid Lives: The Series” (2008), série inspirada em “Uma Família e Tanto”, e ainda interpretou a si mesma em dois episódios de “Glee”, chegando a cantar “Physical” com Jane Lynch em 2010. Várias estrelas da música e do cinema se manifestaram nas redes sociais com mensagens emocionadas pela perda de seu talento. Entre eles, seu parceiro favorito. “Minha querida Olivia, você fez todas as nossas vidas muito melhores. Seu impacto foi incrível. Eu te amo muito. Nos veremos na estrada e estaremos todos juntos novamente. Seu desde o primeiro momento em que te vi e para sempre! Seu Danny, seu John!”, escreveu Travolta.
Zazie Beetz sugere volta de Domino em “Deadpool 3”
A atriz Zazie Beetz, atualmente em cartaz no filme “Trem Bala”, foi questionada pelo site The Hollywood Reporter sobre sua participação nas sequências de duas franquias da qual faz parte: “Coringa” e “Deadpool”. E ela foi bastante sugestiva sobre “Deadpool 3”. “Bem, obviamente não posso dizer nada, mas me sinto com sorte. Eu simplesmente não posso divulgar ou dizer nada, então vamos ver, eu suponho”, disse Beetz com uma risada. Vale lembrar que ela interpretou Domino em “Deadpool 2”, uma mutante que tem a mais curiosa das habilidades: sorte. Muita sorte. Se algo tem uma chance em mil de acontecer, acontece para ela. Como Beetz voltar em “Deadpool 3”. Na mesma entrevista, ela elogiou a decisão de Todd Phillips e da Warner de transformar a sequência de “Coringa”, filme em que viveu o suposto interesse amoroso de Arthur Fleck (Joaquin Phoenix), em um musical. “Todd sempre teve uma abordagem criativa em relação ao personagem. Amo musicais e os vejo como se os personagens estivessem sentindo e vivendo tantas coisas que só conseguem se expressar com música e dança… Consigo imaginar Arthur, que passa por tantas coisas, cantando e sobre sua vida. Ele é o Coringa. Faz sentido”, comentou. Zazie Beetz estará de volta às telas em poucas semanas, na 4ª e última temporada de “Atlanta”, que estreia em 15 de setembro. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Giancarlo Esposito revela reunião com a Marvel
O ator Giancarlo Esposito (de “Better Call Saul” e “The Boys”) revelou no fim de semana, numa Comic Con do Texas, que esteve conversando com executivos do Marvel Studios. Esposito não disse se fechou acordo para qualquer projeto do estúdio, mas citou alguns personagens que os fãs têm mencionado em relação a ele. “Ainda não trabalhei para a Marvel. Me reuni e conversei com eles”, disse Esposito, destacando o encontro de forma oficial. “Tem se falado sobre Magneto, Senhor Frio [da DC], Victor von Doom [o Dr. Destino] e também o Professor X”. Após a revelação, o público do evento pediu para o ator escolher um desses personagens e ele disse que preferia algo “um pouquinho diferente, o Professor X”. A única certeza, além da reunião revelada, é que o ator já trabalha com a Disney em “The Mandalorian”, o que facilitaria sua inclusão nas fases 5 ou 6 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mas vale lembrar que a citação de Esposito a um personagem dos X-Men acontece logo após Taron Egerton também confirmar reunião com a Marvel. O astro de “Rocketman” foi ainda mais explícito no teor dessas conversas, revelando que seria para assumir o papel de Wolverine.
Kaley Cuoco vai estrelar série de comédia sobre “true crime”
A atriz Kaley Cuoco já tem uma nova série de comédia engatilhada. Após 12 temporadas de “The Big Bang Theory” e duas de “The Flight Attendant”, a atriz vai estrelar a série “Based on a True Story”, produzida pelo ator Jason Bateman (“Ozark”). A atração vai narrar uma história real em que as vidas de uma corretora de imóveis (possível papel de Cuoco), um encanador e uma ex-estrela do tênis se colidem inesperadamente, expondo a obsessão dos EUA por crimes reais e assassinatos. Criada por Craig Rosenberg (roteirista de “The Boys”), “Based On a True Story” está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming Peacock. Segundo o site Deadline, Cuoco já fechou contrato para estrelar duas temporadas da nova atração. Kaley Cuoco recebeu recentemente sua primeira indicação ao Emmy de Melhor Atriz pela 2ª temporada de “The Flight Attendant”. Ainda não há confirmação se a série da HBO Max terá uma nova temporada. Entretanto, o contrato de Cuoco permite que ela retorne a “The Flight Attendant”, caso seja necessário. Os projetos futuros da atriz também incluem a comédia “Meet Cute”, com viagem no tempo, e o suspense “Role Play”, sobre segredos num casamento, ambos sem previsão de lançamento.
Lars von Trier é diagnosticado com Mal de Parkinson
O polêmico cineasta dinamarquês Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) foi diagnosticado com Mal de Parkinson. A informação foi divulgada pela empresa de von Trier, a Zentropa, por meio de um comunicado oficial. O Mal de Parkinson é uma doença crônica que causa a diminuição de dopamina no corpo, o que compromete o sistema nervoso central. Entre os sintomas mais comuns da doença estão tremedeiras nos braços, diminuição na velocidade dos reflexos, dores musculares e confusão mental. Apesar do diagnóstico, o cineasta deve continuar trabalhando na pós-produção do revival da série “O Reino”, iniciada na década de 1990. Entretanto, suas aparições públicas devem diminuir. A première da nova temporada de “O Reino”, intitulada “The Kingdom Exodus”, vai acontecer durante o Festival de Veneza. Mas não se sabe se von Trier vai comparecer ao evento. Lars von Trier já ficou afastados de eventos públicos, mas por outro motivo. Em 2011, ele causou polêmica no Festival de Cannes ao fazer declarações ambíguas sobre o nazismo – disse que era capaz de entender Hitler. Isso o levou a ser banido do festival até o ano de 2018, quando foi convidado de volta para o lançamento de “A Casa que Jack Construiu”. Ele também foi acusado de abuso sexual pela cantora Björk, que teria acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro” (2001), e investigado pela polícia dinamarquesa em 2017, após denúncias de ambiente tóxico na Zentropa.
Diretor de “1917” e criador de “Veep” farão sátira de filmes de super-heróis
O cineasta Sam Mendes, vencedor do Oscar por “Beleza Americana” (2000) e indicado por “1917” (2020), vai dirigir o piloto de uma nova série de comédia de Armando Iannucci, o criador de “Veep”. Intitulada de “The Franchise” e desenvolvida para o canal pago HBO, a atração pretende satirizar a Hollywood atual, acompanhando uma equipe que trabalha na produção de um filme de super-herói. Iannucci e Mendes vão produzir o projeto, que está sendo escrito pelos roteiristas Jon Brown (“Dead Pixels”) e Keith Akushie (“Siblings”). Embora seja mais conhecido por seus filmes, Sam Mendes tem uma longa carreira como produtor televisivo, tendo trabalhado em séries como “Penny Dreadful”, “Informer” e “Britannia”. Mas essa será a primeira vez que ele vai dirigir um episódio de série. Atualmente, o cineasta trabalha na pós-produção do seu mais novo filme, intitulado “Empire of Light”, uma declaração de amor aos cinemas de outrora, que tem previsão de lançamento para dezembro.












