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Música

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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Lindsay Lohan volta às comédias românticas no trailer de “Uma Quedinha de Natal”

    7 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer do retorno de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. No filme “Uma Quedinha de Natal” (Falling for Christmas), ela forma par romântico com outro sumido, Chord Overstreet, da série “Glee”. A trama traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um queda de esqui numa montanha durante as férias natalinas e fica com amnésia total. Sem ter para onde ir, ela aceita passar sua recuperação na pousada do homem que a resgatou, um proprietário galã (Overstreet) que vive com sua filha precoce. Os dois se conectam quase que instantaneamente, embora ela demonstre claramente ter um passado de luxo, mas quando as coisas começam a esquentar, a memória também começa a voltar, e com ela seu antigo pretendente. Tudo isso está no trailer, menos o que ela vai decidir. Mas nem é preciso ver o filme para saber, é claro. A premissa, por sinal, lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark. A estreia está marcada para 10 de novembro.

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  • Série

    Trailer apresenta final da série “His Dark Materials”

    7 de outubro de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 3ª e última temporada de “His Dark Materials”, que conclui a adaptação completa da trilogia literária do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A 3ª temporada é baseada na história de “A Luneta Âmbar” (2000), último livro da saga, que conduz a menina Lyra Belacqua por universos paralelos, numa guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começou a se entrelaçar com o de Lyra na 2ª temporada. Os próximos episódios também trazem de volta James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), que teve sua participação cortada devido à pandemia de coronavírus, após uma 2ª temporada menor que o previsto, e até Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), cujo personagem morreu em um tiroteio no segundo ano da série. A estreia da 3ª temporada vai acontecer em 5 de dezembro.

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  • Série

    Comédia passada na última loja Blockbuster ganha trailer

    7 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passa na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. Não deixa de haver muito simbolismo – e ironia – na produção, dada a complicada história da Netflix com a Blockbuster. Para quem não lembra, a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, que foi quase esmagada pela então dominante Blockbuster. Os co-fundadores da Netflix, Marc Randolph e Reed Hastings, até tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000, mas foram rejeitados. A dupla então prometeu superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade e foi o tema de um documentário de 2020. A série “Blockbuster” foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usarão toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. A 1ª temporada com 10 episódios estreia em 3 de novembro, e seu elenco também inclui Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”).

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  • Filme

    Adam Driver surge irreconhecível nas primeiras fotos de “Ferrari”

    7 de outubro de 2022 /

    A STX Entertainment divulgou as primeiras fotos de Adam Driver (“Casa Gucci”) como Enzo Ferrari na cinebiografia do fundador da fábrica de carros que leva seu nome. As imagens de “Ferrari” revelam uma grande transformação do ator, que aparece irreconhecível com cabelo grisalho e óculos escuros. O elenco da produção também inclui Penélope Cruz (“Mães Paralelas”) como sua esposa Laura Ferrari e Shailene Woodley (“Big Little Lies”) como Lina Lardi, a amante do empresário, além do brasileiro Gabriel Leone (“Dom”) em sua primeira produção americana, no papel do piloto de corrida Alfonso de Portago. O filme é dirigido pelo veterano cineasta Michael Mann (“Fogo contra Fogo”) e se passa no ano de 1957, o período mais tumultuado da vida de Enzo Ferrari. Mann estava tentando tirar este projeto do papel há vários anos, antes de fechar um acordo milionário com o estúdio STX. Para dar noção do quanto esse projeto é antigo, seu roteirista original, Troy Kennedy Martin (“Uma Saída de Mestre”), faleceu em 2009, Christian Bale desistiu do papel principal em 2016 e Hugh Jackman ficou “negociando” substitui-lo por quatro anos, até supostamente dizer sim em 2020, só que não. Neste meio tempo, Mann produziu um filme com conexões a esse projeto, “Ford vs Ferrari”, que venceu dois Oscars em 2020. Ainda não há previsão de estreia para “Ferrari”, que irá enfrentar a concorrência de uma minissérie com o mesmo título e passada no mesmo período, recém-anunciada pela Apple TV+.

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  • Série

    Mila Kunis tinha 14 anos e mentiu idade pra fazer “That ’70s Show”

    7 de outubro de 2022 /

    A atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) mentiu a respeito da sua idade para conseguir o papel de Jackie Burkhart na série “That ’70s Show”, que foi ao ar entre 1998 e 2006. Após diversos boatos sobre o assunto, a própria atriz contou a verdade em entrevista ao site Variety. “Há um boato circulando de que eu posso ou não ter mentido sobre minha idade”, disse Kunis. “Gostaria de deixar bem claro agora que eu menti. Eu fiz isso”. Quando fez seu teste de elenco para a série, Kunis disse que tinha 18 anos. Entretanto, ela tinha apenas 14 anos na ocasião. Mas a mentira não demorou a ser desmascarada. “No momento em que fui para o que era então um teste com um produtor da emissora, você tem que assinar um contrato antes de conseguir o emprego e no meu contrato eu tive que colocar um asterisco dizendo que precisava de ‘professor de estúdio’”, continuou ela. “Eles falaram: ‘O que você quer dizer com isso?’ E eu falei: ‘P.S., eu tenho 14 anos’. Mas nesse altura, quando desabafei com os criadores, eles ficaram tipo, ‘Nós amávamos você naquele teste, então quem se importa?’” Ainda que fosse mais velha do que seus colegas de elenco, Kunis tinha a idade da sua personagem na série. “Eu nunca fui tratada como menor naquela época”, contou ela. “A razão pela qual eu não uso drogas é porque ninguém no set usava. E eu os admirei aos 14 anos. A trajetória da minha carreira poderia ter ido para qualquer lugar, mas o set foi legal.” Ela também acabou conhecendo seu futuro marido na série. Os dois viveram namorados na atração, mas só se apaixonaram seis anos após o fim da série, em 2012, quando iniciariam um relacionamento que virou um casamento com dois filhos. O casal, por sinal, vai reprisar os papéis de Jackie e Kelso na série “That ’90s Show”, que será distribuída pela Netflix. Além disso, Kunis pode ser vista em “Uma Garota de Muita Sorte”, que estreou nessa sexta (7/10) também na Netflix. Veja abaixo a entrevista da atriz.

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  • Filme

    Diretor de “Lobisomem na Noite” revela como convenceu Marvel a lançar filme preto e branco

    7 de outubro de 2022 /

    O especial de Halloween da Marvel “Lobisomem na Noite” (Werewolf By Night) pegou muita gente de surpresa por ter sido disponibilizado nesta sexta (7/10) em preto e branco. Não se trata de um erro de exibição. Ao contrário, foi resultado de muita luta do diretor Michael Giacchino (compositor de “Batman”) em sua estreia na função. “Na minha cabeça, desde o início, precisava ser em preto e branco”, disse ele em entrevista à revista Variety, explicando que enfrentou grande ceticismo dos executivos da Marvel. Por conta da dúvidas sobre o resultado, “Lobisomem na Noite” foi, na verdade, inteiramente filmado em cores. Mas Giacchino conseguiu um compromisso de que o filme poderia ser convertido ao preto e branco caso ele provasse a superioridade dessa abordagem. Assim, ele incluiu no equipamento do set “um monitor especial que me permitia ver como seria” caso o plano monocromático fosse finalmente aprovado. “Senti que se fôssemos fazer algo novo no Universo Marvel, deveríamos fazer algo realmente diferente e ousado”, seguiu o diretor. Ele preparou diferentes montagens, com cor e sem cor, e a decisão só foi tomada na terceira versão, com o aval de Kevin Feige, o chefão do estúdio. O fato de apresentar a história em preto e branco era importante para Giacchino para se adequar melhor ao estilo que imaginou, como homenagem aos filmes de terror dos anos 1930 e 1940. “Filmes de monstros para mim não passam de alegorias para pessoas com problemas”, afirmou o diretor, em referência aos clássicos. “Toda vez que eu assistia ‘King Kong’ ou ‘O Lobisomem’, e todos os perseguiam com tochas, tentando matá-los, eu sempre me sentia mal por eles. Eu pensava: ‘gente, ele não quer fazer isso! Ele não quer ser violento! Ele tem um problema e precisa de ajuda.’” Por isso ele era fã dos quadrinhos de terror da Marvel e, quando Feige lhe perguntou se havia algum projeto que gostaria de fazer, não teve dúvidas em escolher o Lobisomem da editora, surpreendendo o próprio executivo. O Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. “Eu o conheci quando era criança”, disse o diretor. “Ainda tenho meus quadrinhos”. Sua adaptação, porém, não tem o compromisso de integrar o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Não quis me preocupar para onde a história está indo ou como vai se conectar a outra coisa. Decidi adotar a abordagem de Rod Serling [criador de ‘Além da Imaginação’] e contar uma única história isolada, uma noite na vida de Jack (Gael Garcia Bernal) e Elsa (Laura Donnelly). Isso é realmente o que eu queria fazer.” Por isso, o filme também não foi concebido como um piloto para uma possível série futura da Marvel – embora ele também conceda que “tudo pode acontecer. Veremos.” Mais conhecido pelo seu trabalho como compositor de trilhas sonoras de sucesso, como as de “Up: Altas Aventuras” (2009), “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015) e “Batman” (2022), Giacchino pretende se dedicar mais à direção no futuro, mas sem abandonar a trilha sonora. Por sinal, além de dirigir, ele também compôs a trilha de “Lobisomem na Noite”. O filme de 52 minutos está disponível no serviço de streaming Disney+. Confira o trailer abaixo.

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  • Filme

    Michaela Coel viverá lésbica em “Pantera Negra 2”: “Papel importante”

    7 de outubro de 2022 /

    A personagem Aneka, interpretada pela atriz Michaela Coel (“I May Destroy You”) no filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, será lésbica. A informação foi divulgada pela própria atriz em entrevista à revista Vogue. A escolha de mostrar a personagem como lésbica reforça o esforço da Marvel de ampliar a representatividade dos seus personagens. Além dela, recentemente foi mostrado que o personagem Phastos (Brian Tyree Henry), em “Os Eternos” (2021), é gay. Segundo Coel, foi justamente a sexualidade da sua personagem – que estará apaixonada pela guerreira Ayo (Florence Kasumba) no filme – que lhe fez aceitar o convite. “Isso me vendeu no papel, o fato de que minha personagem ser queer”, disse Coel. “Pensei: gosto disso, quero mostrar isso para Gana.” Coel é natural de Londres, mas seus pais nasceram em Gana. Atualmente, o parlamento de Gana está avaliando um novo projeto de lei que, caso seja aprovado, vai colocar em vigor algumas das leis anti-LGBTQIAP+ mais opressivas da história do pais. “As pessoas dizem: ‘Ah, tudo bem, é apenas política’, mas não acho que seja apenas política quando afeta como as pessoas vivem suas vidas diárias”, disse Coel. “É por isso que me pareceu importante intervir e fazer esse papel, porque sei que apenas por ser ganense, os ganenses verão.” Durante a sua entrevista, a atriz também falou sobre o sentimento de luto no set, por causa da morte do protagonista Chadwick Boseman. “Parecia que todo o elenco estava processando o luto”, contou Coel. “Havia uma sensação de que tínhamos que realizar isso em nome de Chadwick. Pensei comigo mesma, estou arregaçando as mangas e entrando. Não preciso estar na frente e no centro, estou aqui para apoiar”. Coel estrela o filme ao lado de atores veteranos do primeiro “Pantera Negra”, como Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Winston Duke, Martin Freeman e Angela Bassett, além de Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) como Namor, o Príncipe Submarino, e Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Novamente dirigido por Ryan Coogler, o filme estreia em 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista ao trailer.

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  • Série

    “O Clube da Meia-Noite” quebra recorde mundial de sustos em um único episódio

    7 de outubro de 2022 /

    A série “O Clube da Meia-Noite”, nova atração desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”, entrou para o Livro Guinness dos Recordes Mundiais como a série com mais sustos em um único episódio. O reconhecimento foi entregue pela organização do Guinness ao cineasta durante o painel da série na Comic Con de Nova York na noite de quinta (6/10). Ao todo, o episódio inicial da série, dirigido pelo próprio Flanagan, apresentou um total de 21 sustos (jump scares). “Isso é particularmente importante para mim porque eu odeio sustos fáceis e acho que eles são terríveis. Durante toda a minha carreira, as pessoas falaram coisas do tipo: ‘coloque mais sustos e faça-os mais rápido!’”, disse Flanagan durante a coletiva de imprensa. “E eu os odeio porque sinto que é muito fácil andar atrás de alguém e quebrar coisas.” Apesar de odiar os sustos, Flanagan tentou usá-los da maneira correta em “O Clube da Meia-Noite”. Segundo ele, quando chegaram as sugestões dos produtores pedindo mais sustos, ele pensou em já fazer tudo de uma única vez, para se livrar da necessidade de entregar sustos e poder seguir em frente com a história. O plano, porém, não deu certo. “Eles ficaram tipo, ‘Ótimo! Faça mais!””, contou o diretor. “Agora eu tenho meu nome no Livro Guinness dos Recordes Mundiais por sustos, o que significa que da próxima vez que eu receber a nota eu posso dizer: ‘Como o atual recordista mundial em sustos, eu posso te dizer que acho que não precisamos de mais um aqui’. E essa é toda a minha estratégia.” A trama de “O Clube da Meia-Noite” gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Mas assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adapta o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) como um médico e uma enfermeira do hospital. A série estreou nesta sexta (7/10) na Netflix. Assista ao trailer.

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  • Série

    Série da Velma não vai ter Scooby-Doo

    7 de outubro de 2022 /

    A vindoura série animada da Velma, produzida por Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), não vai contar com a participação do famoso cachorro Scooby-Doo. A informação foi divulgada pelos próprios produtores da série, durante a Comic Con de Nova York. “Não conseguimos encontrar uma forma de fazer isso [incluir Scooby]. Como fazer isso de uma maneira divertida e moderna?”, disse o showrunner Charlie Grandy. “O que tornou a série original uma série infantil foi o Scooby-Doo. Isso coincidiu com a Warner nos dizendo que não poderíamos usar o cachorro. Portanto, vamos aludir aos cães do mundo e deixar por isso mesmo.” A ausência do Scooby-Doo se deve tanto ao fato da série ser adulta quanto à época em que transcorre, mostrando a juventude dos personagens. “É uma série passada no ensino médio, com eventos e bailes, além de ser um mistério de assassinato”, explicou Kaling. “Obviamente, Daphne e Fred são populares enquanto Velma é uma estranha. Vê-los juntos será a diversão da série.” Recentemente, o filme animado “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” (Trick or Treat Scooby-Doo!) revelou que Velma é lésbica. Kaling não falou especificamente se a série vai tratar do tema da sexualidade da personagem, mas disse que “esta é uma jornada de autodescoberta para ela, o que nos atraiu para esse personagem.” Além de produzir a série, Kaling também vai dublar a personagem-título. “Quando estava crescendo, eu me identificava com Velma”, continuou Kaling. “Ela era tão fofa, mas não tradicionalmente gostosa. Com um corte de cabelo questionável. Eu me sinto tão honrada por poder fazer a sua voz. Ela é uma contadora da verdade, atravessando as besteiras da vida. E representa que quando você é inteligente, é subestimada. Espero que as pessoas apreciem isso.” Mas a personagem também é retratada na série como tendo descendência indiana, o que virou polêmica entre fãs do desenho original que não aceita mudanças. “Eu acho que os personagens são icônicos, mas de forma alguma eles são definidos por sua branquitude”, disse Kaling. “A maioria das mulheres indianas-americanas, quando veem personagens céticos e trabalhadores subestimados, se identificam. A grande maioria está pronta para isso. Essa série é para elas.” Além dela, o elenco ainda conta com Constance Wu (“Podres de Ricos”), responsável por dar voz a Daphne, Sam Richardson (“Ted Lasso”), como o dublador do Salsicha, e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny In Philadelphia”) dando voz a Fred. Apenas Howerton é branco. O time de dubladores ainda contará com Jane Lynch (“Glee”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”), Russell Peters (“Supercon: O Contra-Ataque Nerd”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), Stephen Root (“Barry”), Gary Cole (“The Good Fight”), Ken Leung (“Tempo”), Cherry Jones (“Cinco Dias no Hospital Memorial”), Fortune Feimster (“Kenan”), Yvonne Orji (“Insecure”), Sarayu Blue (“I Feel Bad”) e “Weird Al” Yankovic em papeis não divulgados. Produzida para a HBO Max, a série da Velma ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Maíra Cardi é condenada em processo de difamação

    7 de outubro de 2022 /

    O fim de seu casamento não foi a única má notícia da semana para Maíra Cardi. A influenciadora foi condenada na quinta (6/10) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por difamação em uma ação movida pelo nutrólogo Bruno Cosme. A sentença da juíza Fernanda Augusta Jacó Monteiro, publicada no Diário da Justiça de São Paulo, foi de 9 meses de detenção e 30 dias-multa, convertida em pagamento de R$ 24.240 em favor de Cosme. Com o pagamento, Maíra cumprirá a pena em liberdade. O processo foi consequência de ofensas recebidos por Cosme em abril do ano passado, quando ele fez críticas à influenciadora por divulgar um jejum de sete dias, chamando a publicação de “irresponsabilidade” e “desserviço”. Maíra rebateu as críticas usando as expressões “Bruno de merda”, “doutor de merda”, “jovem de merda” e “senhor rato”, além de sugerir que o profissional “não estuda cacete nenhum”. Na noite de ontem, Bruno Cosme celebrou a vitória em seus Stories. “Acabo de receber a notícia de que ganhamos o processo contra a senhora Maíra Cardi. Ela foi condenada na esfera penal pelo crime de difamação contra mim, tendo sido imputada uma pena de 9 meses de detenção”, escreveu. Questionada pelo colunista Lucas Pasin, Maíra criticou a decisão da juíza, afirmando que não xingou Bruno nas redes sociais porque não o conhecia antes do processo. E foi além, dizendo que pessoas querem se aproveitar para atingi-la devido ao anúncio de sua separação de Arthur Aguiar. “Infelizmente, quando se está na mídia as pessoas querem aparecer às nossas custas de qualquer forma, o que é bem triste! Na época, algumas pessoas concordaram, outras discordaram com meu jejum, o que está tudo bem. […] No caso desse profissional, além de falar mal de um trabalho tão sério como o jejum, que é estudado por muitos profissionais incríveis, ele também disse que eu estava fazendo algo sem supervisão o que é uma inverdade, tecendo ofensas a minha honra em suas redes sociais”, disse a influenciadora. “O mesmo resolveu me processar dizendo que eu o xinguei nas minhas redes sociais, o que não é verdade, pois eu não sabia quem ele era até chegar o processo até mim! […] É de se estranhar que ele resolveu divulgar essa decisão de forma incompleta bem no dia da minha separação”, completou. O processo ainda não transitou em julgado e ainda cabe recurso, o que a advogada de Maíra afirmou que pretende fazer.

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  • Reality,  TV

    Arthur Aguiar e Maíra Cardi confirmam separação: “Visões diferentes”

    7 de outubro de 2022 /

    O campeão do “BBB 22” Arthur Aguiar usou as redes sociais nesta sexta-feira (7/10) para confirmar o fim de seu casamento com Maíra Cardi, do “BBB 9”. Junto de cliques ao lado da ex-esposa e da filha dos dois, a pequena Sophia, ele escreveu: “Independente de estarmos juntos ou não no momento, seremos pra sempre uma família. Como eu disse ontem, a última palavra vem de Deus!!”, escreveu Arthur Aguiar ao legendar a postagem. Maíra pegou os seguidores de surpresa ao anunciar o fim do seu casamento na quinta-feira (6/10) e muitos seguidores acharam que era jogada de marketing para chamar atenção. Mas ela diz que não quer essa atenção. A coach postou vídeos no Stories em que lamenta os boatos de que o fim do casamento aconteceu após novas traições do ator – teriam sido quatro, segundo relatos. Sem citar os rumores, ela ressaltou que apenas o casal sabe o que realmente aconteceu para chegarem à decisão do divórcio. “É óbvio, a gente, quando se casa, casa para sempre. A gente nunca acha que vai se separar. E quando você vai tomar essa decisão, somente os dois sabem o real motivo pelo qual se separaram. E com visões totalmente diferentes, são duas visões da mesma historia”, começou ela. Ela continuou: “Como se já não fosse complexo o suficiente, milhões de pessoas começam a criar teses e histórias além das que já existem e já são complexas o bastante por si só. E como se não fosse desrespeitoso o suficiente com esse momento de luto e de dor, as pessoas começam a te perturbar, te bombardear de mensagem, de curiosidade, de teses e motivos”. “Sabe quando tem uma pessoa jogada no chão e você não sabe se tá morta, se tá ferida, e você começa a passar devagarinho com o carro, mas você não quer ajudar? Como um abutre, você só quer se alimentar da dor daquela pessoa. Você nem percebe, é inconsciente, é de nós, seres humanos, é mais forte que a gente. A gente vê uma desgraça e passa devagarzinho”, disse Maíra. “Para para refletir se você não tá fazendo o papel da pessoa que está passando devagarinho por aquele acidente e tá olhando aquele morto atirado no chão, atirando mais pedras sem perceber”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arthur Aguiar (@arthuraguiar)

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  • Série

    Estreias: Terror da Netflix e novas séries pra maratonar

    7 de outubro de 2022 /

    O mês do Halloween já começou em clima de terror com o lançamento de “O Clube da Meia-Noite”, nova incursão no gênero do diretor de “A Maldição da Residência Hill”, que já se estabelece como uma das melhores produções sobrenaturais em 2022. Há também a volta dos zumbis de “The Walking Dead” e da antologia “Creepshow”. A programação também inclui a nova temporada de “Grey’s Anatomy” e outros dramas tensos, mas também comédias leves, com direito até a humor político brasileiro, além de uma atração inspirada nos quadrinhos da DC Comics e uma série documental sobre o canibal Jeffrey Dahmer para quem quiser conhecer o verdadeiro serial killer da minissérie recém-lançada pela Netflix. Confira abaixo as melhores novidades para colocar na fila do fim de semana.   | O CLUBE DA MEIA-NOITE | NETFLIX   A nova série de terror desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”, começa como um drama juvenil de doença, antes de sofrer uma reviravolta tensa e sobrenatural e se tornar uma das melhores do diretor – usando o horror como forma de ilustrar as piores coisas que podem se manifestar contra alguém. A trama gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. Essas histórias ganham vida nos episódios, mas há um fio narrativo que se sobrepõe. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Pois assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adapta o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) como um médico e uma enfermeira do hospital.   | THE WALKING DEAD | STAR+   A reta final da série começa com intrigas políticas e o avanço de uma horda de zumbis em direção à Commonwealth (Império na tradução dos quadrinhos nacionais). A expectativa para esta Parte 3 da 11ª e última temporada é de um desfecho para os sobreviventes de Alexandria, que devem travar uma guerra contra as tropas da Governadora Pamela Milton pelo controle da Commonwealth e enfrentar a invasão dos mortos-vivos na comunidade até então protegida. Mas os episódios semanais, que se encerram em 20 de novembro, não representarão o fim do universo da série, que continuará em “Fear the Walking Dead” e em vários spin-offs novos, centrados em Maggie, Negan, Daryl e até em Rick e Michonne.   | CREEPSHOW 3 | STAR+   Baseado no filme de George A. Romero de 1982 com o mesmo nome, “Creepshow” é uma antologia de terror, que conta histórias diferentes a cada episódio. A série tem produção de um dos mais conhecidos discípulos de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. Cada episódio reúne duas histórias e Nicotero dirige três delas na 3ª temporada, que também conta com capítulos assinados pelos diretores Joe Lynch (“Um Dia de Caos”), John Harrison (do clássico “Contos da Escuridão”), Axelle Carolyn (“A Mansão”), Rusty Cundieff (“Contos Macabros”) e até um segmento animado de Jeffrey F. January (também de “The Walking Dead”).   | TRÊS IRMÃS | NETFLIX   Esta adaptação muito – mas muito – livre de “Adoráveis Mulheres”, clássico literário de Louisa May Alcott levado às telas por Greta Gerwig em 2019, é um drama contemporâneo e capitalista envolvente sobre a luta das três irmãs do título para sair da pobreza, que surpreende com reviravoltas inesperadas graças ao talento da premiada roteirista Jeong Seo-kyeong, parceira do diretor Park Chan-wook em cinco filmes, incluindo “Lady Vingança”, “A Criada” e o recente “Decision to Leave”. Vivendo uma vida sem luxos e enfrentando os desperdícios da mãe perdulária, as duas irmãs mais velhas da família Oh se esforçam para dar à mais nova e de inclinação artística um futuro melhor. Mas enquanto uma perde o emprego e se entrega ao álcool, a outra se envolve num perigoso esquema de peculato depois que um suicídio inesperado a deixa com 2 bilhões de won (em torno de R$ 7,3 milhões), conduzindo as irmãs a um enfrentamento com a família mais rica do país. As três irmãs são vividas por Kim Go-eun (“O Rei Eterno”), Nam Ji-Hyun (“O Túnel”) e Park Ji-hu (“All of Us Are Dead”).   | A INUNDAÇÃO DO MILÊNIO | NETFLIX   Baseada numa inundação real de 1997, a série polonesa de catástrofe acompanha os esforços para impedir que a capital da Baixa Silésia seja sepultada pelo avanço das águas. Mas quando os políticos tomam a decisão de salvar a cidade, as vilas e campos ao redor são entregues à própria sorte. Os criadores Kasper Bajon (de “A Saída”, também disponível na Netflix) e Kinga Krzemińska apresentam em detalhes as histórias das pessoas envolvidas na tragédia, encarregados da emergência e vítimas, criando um retrato convincente e imensamente envolvente da comunidade durante seis episódios.   | DERRY GIRLS 3 | NETFLIX   Uma das melhores séries britânicas recentes chega ao fim. As duas primeiras temporadas tem “apenas” 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, destacando a irreverência das atrizes Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan e Jamie-Lee O’Donnell, além do “Derry Boy” Jamie-Lee O’Donnell, como adolescentes do começo dos anos 1990 na Irlanda do Norte. A trama acompanha seus cotidianos na escola, casa e ruas da cidade que batiza a produção. Como a comédia é uma história de amadurecimento, a história termina com os cinco adolescentes virando lentamente adultos… muito lentamente, enquanto a própria Irlanda do Norte amadurece, encerrando um período de confrontos entre católicos e protestantes, para entrar em uma fase mais esperançosa.   | ELEITA | AMAZON PRIME VIDEO   A nova série de comédia nacional estreia em clima de eleições. Na trama, Clarice Falcão (“Shippados”) interpreta Fefê, uma influenciadora digital que decide se candidatar a governadora do Rio de Janeiro “na zoeira” e acaba vencendo a eleição. Isto acontece porque a política virou um circo e o resultado desse cenário caótico é a eleição de uma executiva mais sem noção que a Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) de “Veep”. O elenco de “Eleita” conta também com Bella Camero (“Marighella”), Diogo Vilela (“Detetives do Prédio Azul 2”), Luciana Paes (“3%”), Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Luis Lobianco (“Vai que Cola”), entre outros. Além de estrelar, Clarice Falcão ajudou a escrever os episódios, ao lado de Célio Porto (“Desculpe o Transtorno”), Matheus Torreão (“Mister Brau”) e Rafael Spinola (“A Divisão”). A direção geral é da cineasta Carolina Jabor (“Aos Teus Olhos”).   | PENNYWORTH 3 | HBO MAX   A série que acompanha a juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) avança no tempo na 3ª temporada para mostrar o futuro mordomo de Batman numa trama psicodélica do final dos anos 1960, enfrentando uma droga capaz de controlar mentes, além de supervilões. Desenvolvida por Bruno Heller, criador de “Gotham”, a produção iniciou sua trama na Inglaterra do começo dos anos 1960, mas terá um salto de cinco anos nos novos episódios, que assumem maior influência de 007 – ou melhor, das paródias de 007 da época. Até as invenções do jovem Lucius Fox (Simon Manyonda) ganham equivalência aos gadgets de Q.   | GREY’S ANATOMY 18 & STATION 19 5 | STAR+   Os novos episódios de “Grey’s Anatomy” e “Station 19” chegam juntos ao streaming, e de forma apropriada, porque as duas séries compartilham um crossover tenso, que envolve um acidente e o destino do Dr. Owen Hunt (Kevin McKidd) em jogo. Os episódios que se juntam são os de número 9 – a história do capítulo anterior de “GA” deixa um gancho que segue em “S19” antes de voltar para “GA”. A 18ª temporada “Grey’s Anatomy” também marcou a exibição do 400º episódio da duradoura atração médica. Entre os destaques da trama, incluem-se um reencontro espiritual entre Meredith (Ellen Pompeo) e sua mãe, Ellis Grey (Kate Burton), que morreu na 3ª temporada, e a despedida de três atores do elenco fixo: Richard Flood, intérprete do Dr. Cormac Hayes, Greg Germann, intérprete do Dr. Tom Koracick, e Jesse Williams, que viveu o cirurgião Jackson Avery por 12 temporadas. Sem esquecer do retorno da Dra. Addison Montgomer (Kate Walsh), que no passado estrelou seu próprio spin-off, “Private Practice”.   | CONVERSANDO COM UM SERIAL KILLER: O CANIBAL DE MILWAUKEE | NETFLIX   Aproveitando o sucesso de “Dahmer: Um Canibal Americano”, a Netflix está disponibilizando uma nova minissérie da franquia “Conversando com um Serial Killer”. Depois de Ted Bundy e do “Palhaço Assassino” John Wayne Gacy, o terceiro volume é centrado no “Canibal de Milwakee”, ninguém menos que Jeffrey Dahmer, e traz o próprio confessando seus crimes hediondos em entrevistas que revelam sua mente doentia. Dirigida pelo veterano de documentários Joe Berlinger, mentor da coleção documental sobre os serial killers, a série apresenta trechos de cerca de 30 horas de entrevistas em áudio “nunca antes ouvidas” entre Dahmer e sua equipe de defesa, respondendo perguntas sobre sua motivação, impunidade e a responsabilidade da polícia em seus crimes. A produção ecoa a história da série de ficção produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), que se tornou um fenômeno do streaming.

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    Estreias: Terror da Marvel e novos filmes pra ver em casa

    7 de outubro de 2022 /

    A primeira produção de terror do Marvel Studios abre a lista de estreias digitais da semana, que também destaca outros lançamentos exclusivos em streaming e títulos de grandes bilheterias nas locadoras digitais. Confira abaixo 10 filmes novos para conferir nas plataformas de assinatura e serviços de VOD (video on demand).   | LOBISOMEM NA NOITE | DISNEY+   O primeiro filme de terror da Marvel é uma produção estilizada como uma obra expressionista em preto e branco, com direito a vários elementos do gênero, como sombras sinistras e gritos estridentes. Um tom completamente diferente do que já foi visto no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Concebido como um especial de Halloween de 52 minutos para o streaming, a trama transcorre acelerada, com a reunião de vários caçadores de monstros num castelo para uma missão sobrenatural, e a anfitriã (Harriet Sansom Harris, de “A Família Addams 2”) avisa para todos que um deles não é quem aparenta ser, escondendo um segredo monstruoso sob a aparência humana. Para quem não lembra, Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. Mas o detalhe é que a editora tem dois lobisomens importantes em suas publicações. O principal é Jack Russell, criado em 1972 por Roy Thomas, Gerry Conway e Mike Ploog, que originou a revista em quadrinhos “Werewolf by Night” – lançada no Brasil pela Bloch como “Lobisomem”. O segundo, batizado de Jake Gomez, surgiu há dois anos e é um jovem descendente de uma tribo nativa americana que sofre a maldição do lobo há várias gerações. Uma curiosidade é que este personagem foi criado por Taboo, cantor da banda The Black Eyed Peas, em parceria com Benjamin Jackendoff e Scot Eaton – e Taboo, por coincidência, também é o nome de um dos principais inimigos de Jack Russell nos quadrinhos originais. Agora a situação complica (e provavelmente é spoiler!): a lista de personagens do filme traz os dois: Jack Russell, vivido por Gael Garcia Bernal (“Tempo”), e Jake Gomez, interpretado por Jaycob Maya (“Six Degrees of Separation”). E tem mais: o Homem-Coisa, monstro empático criado por Stan Lee, Roy Thomas e Gerry Conway em 1971, é a ameaça que eles devem caçar. E entre os que se alistam nessa empreitada encontra-se Elsa Bloodstone, personagem vivida por Laura Donnelly (“Outlander”, “The Nevers”), que é uma caçadora de monstros originalmente introduzida nos quadrinhos em 2001, numa minissérie de Dan Abnett e Andy Lanning. A direção está a cargo do compositor Michael Giacchino, autor da trilha do filme “Batman” e vencedor do Oscar por “Up – Altas Aventuras” (2009), que faz uma estreia muito impressionante como diretor de longa-metragem. Mantendo a praxe das produções da Marvel, a crítica adorou: 93% de aprovação no Rotten Tomatoes   | NÃO! NÃO OLHE! | VOD*   O terceiro filme de Jordan Peele (após “Corra!” e “Nós”) é um filme de disco voador diferente do habitual, em que os personagens, em vez de temer o OVNI, pensam em como lucrar com ele. Os protagonistas são dois irmãos que treinam cavalos para filmes de Hollywood, que após a morte repentina do pai deparam-se com a visão de algo estranho nos céus. Mas seus planos de gravar o fenômeno acabam virando caos. O elenco destaca Daniel Kaluuya (vencedor do Oscar por “Judas e o Messias Negro”), que repete a parceria de “Corra!” com Peele, Keke Palmer (“Scream Queens”), Steven Yeun (indicado ao Oscar por “Minari”), Brandon Perea (“The OA”), Michael Wincott (“Westworld”) e Barbie Ferreira (“Euphoria”). Sucesso de público e crítica nos EUA, alcançou 82% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.   | TREM-BALA | VOD*   O novo filme de Brad Pitt é um besteirol de ação, que apresenta uma luta atrás da outra, do começo ao fim da exibição. Ele vive um assassino de aluguel azarado, que embarca em um trem-bala no Japão com uma missão simples. Mas logo descobre que não é o único assassino com o mesmo objetivo, o que leva a um conflito generalizado durante a viagem, em que o vencedor do Oscar por “Era uma Vez em… Hollywood” troca socos, pontapés, facadas e tiros com oponentes variados pela posse de uma maleta misteriosa. O elenco estrelado reúne Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Karen Fukuhara (“The Boys”) e o cantor Bad Bunny (“Narcos: Mexico”), além de Sandra Bullock (“Gravidade”) em participação especial. Cartunesco a ponto de parecer um desenho animado violento, o thriller é baseado num best-seller de Kôtarô Isaka (“Um Pierrô”), que foi adaptado pelo roteirista Zak Olkewicz (“Rua do Medo: 1978”) e contou com um especialista em pancadaria na direção, David Leitch (“John Wick”, “Deadpool 2” e “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”).   | O TELEFONE DO SR. HARRIGAN | NETFLIX   Jaeden Martell, principal ator mirim de “It: A Coisa”, volta a estrelar um terror baseado em obra de Stephen King, mas desta vez quase sem levar sustos. Ele vive um adolescente de cidade pequena, que faz amizade com um bilionário idoso e recluso chamado Sr. Harrigan – vivido pelo veterano Donald Sutherland (“Jogos Mortais”). Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Isto acontece depois dele deixar uma mensagem no celular no caixão, desejando que o velho amigo estivesse vivo para aconselhá-lo a como lidar com um garoto mais velho, após sofrer uma agressão. A ligação dá início a uma série de mortes, aparentemente acidentais, de inimigos do garoto. A adaptação tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que claramente não é especialista no gênero. Mais fraco filme desta seleção, teve apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que, de todo modo, é mais que o suspense da Netflix “Uma Garota de Sorte”, com Mila Kunis, que não teve espaço na lista.   | CATARINA, A MENINA CHAMADA PASSARINHA | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia medieval escrita e dirigida por Lena Dunham (criadora de “Girls”) gira em torno da personagem-título, vivida por Bella Ramsey (a corajosa Lyanna Mormont de “Game of Thrones”). Catherine é uma jovem aristocrata que recusa a aceitar as convenções de sua época, entre elas se casar com um homem mais velho escolhido pelo pai e se comportar como uma donzela. A trama se passa em 1290, quando a família Rollo deposita todas suas esperanças na jovem, conhecida como Birdy. Falido e sem esperança para o futuro, Sir Rollo acredita ter como saída o dote de sua filha mais nova, num casamento com um pretendente abastado. Só que ele quer muito mais da vida e isso resulta em muitos problemas para todos. Andrew Scott (o padre de “Fleabag”) vive Sir Rollo e o elenco também destaca Billie Piper (“Doctor Who”), Joe Alwyn (“A Última Carta de Amor”), Dean-Charles Chapman (também de “Game of Thrones”) e Ralph Ineson (“A Bruxa”).   | MENTIRAS SECRETAS | VOD*   Benoît Poelvoorde (“Românticos Anônimos”) vive um escritor famoso no suspense de Fabrice du Welz (“King: Uma História de Vingança”). Em busca de inspiração para escrever um novo romance, ele se muda para sua casa de campo com a esposa. Mas o retiro do casal vira um pesadelo quando uma jovem misteriosa e fascinada pelos livros do protagonista chega à casa, iniciando um triângulo com sedução e traição. Aplaudido pela crítica internacional, chegou a 73% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | LUTA PELA LIBERDADE | VOD*   O primeiro filme de espionagem do mestre Zhang Yimou (“Herói”) se passa na década de 1930 e segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Mas ao embarcarem em sua primeira missão, são traídos e se veem cercados por perigos de todos os lados. A fotografia é deslumbrante – praxe nos filmes de Yimou – e foi reconhecida com muitos dos 19 troféus conquistados pelo filme em festivais e premiações da indústria cinematográfica chinesa.   | BOA SORTE, LEO GRANDE | VOD*   A atriz inglesa Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”) vive uma viúva que resolve contratar o Leo Grande do título, um garoto de programa vivido por Daryl McCormack (“A Roda do Tempo”) que, além de lhe proporcionar seu primeiro orgasmo, também vira seu confidente. A narrativa praticamente teatral (um ambiente, dois atores, muitos diálogos) tem direção da australiana Sophie Hyde (“Animals”). Elogiadíssimo, tem a maior aprovação no Rotten Tomatoes entre os filmes da semana: 93%.   | 45 DO SEGUNDO TEMPO | VOD*   Três amigos de colégio se reencontram após 40 anos para recriar uma foto tirada no dia da inauguração do metrô de São Paulo. A reunião é, na realidade, o pretexto de um deles, dono de um restaurante com problemas financeiros, para avisar aos demais que pretende se matar. Mas não sem antes ver o Palmeiras ser campeão. A comédia sombria de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) é estrelada por Tony Ramos (“Se Eu Fosse Você”), Cassio Gabus Mendes (“Justiça”) e Ary França (“Samantha!”) e usa o expediente do reencontro para confrontar a nostalgia de um passado irreal, embelezado por lembranças distantes, e um presente de desencanto com os rumos das vidas. Os três viraram pessoas completamente diferentes de quem eram. E embora um deles tenha tomado a decisão de encerrar sua história assim, os outros dois passam a ponderar a opção da ressignificação. O resultado é um belo filme que, como o título indica, reforça a fé na esperança até o apito final.   | O PALESTRANTE | VOD*   Fábio Porchat vive um contador sem perspectivas, recém demitido e abandonado pela noiva, que num impulso assume outra identidade ao ver uma placa com um nome aleatório no aeroporto do Rio. Só que ele acaba, sem saber, tomando o lugar de um palestrante motivacional contratado para animar os empregados de uma empresa. Agora tem que colocar todos pra cima no momento em que se encontra mais pra baixo. A comédia foi escrita pelo próprio Porchat em parceria com Cláudia Jouvin (“L.O.C.A.”), tem direção de Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3”) e traz Dani Calabresa como a funcionária que recepciona o falso palestrante e logo se torna o interesse romântico e incentivo motivacional para o personagem insistir na farsa.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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