“Adão Negro” estreia em 1º lugar nos EUA
“Adão Negro” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, com US$ 67 milhões em ingressos vendidos, uma das maiores aberturas da carreira do ator Dwayne “The Rock” Johnson – atrás apenas dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”. No exterior, “Adão Negro” rendeu US$ 73 milhões em 77 mercados para atingir um faturamento global de US$ 140 milhões. O Brasil foi um dos países onde o filme foi mais visto, com uma bilheteria estimada em US$ 4,9 milhões, abaixo apenas dos EUA/Canadá, Reino Unido (US$ 6,1 milhões) e México (US$ 5,3 milhões). Apesar disso, a arrecadação é considerada moderada para uma produção com orçamento na casa dos US$ 200 milhões. Como base de comparação, o pior desempenho comercial recente da Marvel foi o filme “Eternos”, que abriu com US$ 71,2 milhões na América do Norte durante a pandemia. Com lançamento simultâneo na Disney+, “Viúva Negra” começou com US$ 80 milhões domésticos. Em compensação, “Adão Negro” foi o primeiro filme a estrear acima de US$ 50 milhões desde julho, quando “Thor: Amor e Trovão” teve abertura de US$ 144 milhões. O problema é que, ao contrário dos filmes da Marvel, poucos filmes da DC contam com incentivo da crítica para avançar após seu lançamento e a nova produção não é exceção: foi considerara ruim (40% de aprovação) pela média dos críticos do Rotten Tomatoes e muito ruim pelos críticos top (imprensa), que deram apenas 29% de avaliações positivas. Em 2º lugar ficou a comédia romântica “Ingresso para o Paraiso”, estrelada por Julia Roberts e George Clooney, que fez US$ 16,3 milhões nas bilheterias norte-americanas. O filme estreou aos EUA neste fim de semana, mais de um mês após o lançamento internacional, onde teve um desempenho acima da média do gênero – US$ 80 milhões até este domingo (23/10). Mas a crítica norte-americana achou medíocre (55%) e, como custou US$ 60 milhões, também deve acabar no vermelho. Em 3º lugar, o terror “Sorria” arrecadou US$ 8,3 milhões em seu quarto fim de semana. O filme, que custou só US$ 17 milhões, já faturou US$ 84,3 milhões até o momento nos EUA, somando US$ 166,2 milhões em todo o mundo para a Paramount Pictures. Líder na semana passada, “Halloween Ends” desabou para o 4º lugar em seu segundo fim de semana, com US$ 8 milhões, uma queda chocante de 80% em relação à sua estreia de US$ 41 milhões. Trata-se de uma das piores quedas semanais da história recente para um filme que estreou em 1º lugar, refletindo as críticas negativas (39% no Rotten Tomatoes) que recebeu. Com isso, o suposto final da franquia “Halloween” chegou a US$ 54,1 milhões domésticos e US$ 82 milhões mundiais. O musical infantil “Lilo, Lilo Crocodilo” completa o Top 5 com US$ 4,2 milhões. Depois de três semanas, o filme em que Shawn Mendes interpreta um crocodilo somou US$ 28,7 milhões na América do Norte e US$ 37,1 milhões em todo o mundo, para um orçamento estimado em US$ 50 milhões. Um desastre comercial que deve dar enorme prejuízo para a Sony Pictures. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | ADÃO NEGRO | 2 | INGRESSO PARA O PARAÍSO | 3 | SORRIA | 4 | HALLOWEEN ENDS | 5 | LILO, LILO CROCODILO |
Cantor e ator Jr. Black, de “Bacurau”, morre aos 46 anos
O cantor, compositor e ator pernambucano Jr. Black morreu na noite de sábado (22/10), no Recife, após sofrer uma parada cardíaca aos 46 anos. O falecimento foi informado pelo cineasta Kleber Mendonça Filho, que dirigiu Jr. Black em “Bacurau”, onde o artista deu vida ao personagem DJ Urso, um locutor de carro de som. Ele estava hospitalizado desde a semana passada devido a um pico de glicose, quando foi diagnosticado com diabetes. Black não sabia que tinha diabetes até ser internado. A suspeita é de que a morte do músico tenha sido provocada por uma trombose. Jr. Black nasceu em 22 de janeiro de 1976 em Garanhuns (PE) e começou a carreira em 2001, como vocalista da banda Negroove. A carreira solo teve início em 2008 e rendeu parcerias musicais com artistas como China, Mombojó, DJ Dolores, Bruno Lins e Dado Villa-Lobos. Como ator, teve presença em várias produções do novo cinema pernambucano, incluindo no curta “Recife Frio”, que consagrou o diretor Kleber Mendonça Filho com vários prêmios em 2009. Ele também participou dos dois longas dirigidos por Hilton Lacerda, “Tatuagem” (2013) e “Fim de Festa” (2013). Seu último trabalho nas telas foi em “Carro Rei”, de Renata Pinheiro, que venceu o Festival de Gramado do ano passado. A Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura do Recife lamentou, por nota, a morte do “artista imenso em criatividade e gentileza, que sempre levantou sua voz forte e impecavelmente empostada a favor das melhores causas e causos”. As duas candidatas ao governo de Pernambuco também se manifestaram. Marília Arraes lembrou que Jr. Black integrou sua equipe de campanha e suspendeu as atividades para que os colegas pudessem se despedir do artista. “Lamento, em nome de toda a equipe, a perda do querido Jr Black, que emprestou sua voz e talento para a nossa campanha. Estamos suspendendo as atividades para que todos possam se despedir. Meus sentimentos ao seu filho Francisco, sua família e amigos. Que Deus conforte a todos”, declarou. Raquel Lyra também se pronunciou assim que soube da morte do artista. “Acabo de saber da partida de Jr. Black, grande artista, músico, ator, e muito querido por todos. Ficará para sempre nas nossas lembranças. Que Deus ilumine sua passagem e proteja sua família. Meus sentimentos mais sinceros”, publicou nas redes sociais. Ele deixa um filho de 13 anos chamado Francisco, fruto do relacionamento com a produtora cultural Célia Lima.
José Padilha critica uso ilegal de “Tropa de Elite 2” e diz que filme denuncia Bolsonaro
O cineasta José Padilha se revoltou contra o uso de “Tropa de Elite 2” pela campanha de Jair Bolsonaro. Em um vídeo publicado no Instagram, o diretor ressalta que o filme condena os crimes das milícias e políticos como Bolsonaro. “A campanha de Bolsonaro tem usado o filme ‘Tropa de Elite 2’ sistematicamente. Eles retiram do filme uma narração sobre o sistema e sobrepõem com imagens do Lula em sua campanha”, começou ele. Além do uso ser ilegal, já que ele e nem o produtor Marcos Prado autorizaram a campanha de Bolsonaro a utilizar qualquer parte do longa-metragem, invertem o sentido das frases, que são contra o que Bolsonaro representa. “Fazem isso de forma ilegal, posto que eu não autorizei e nem o Marcos Prado autorizou tal uso. Quero lembrar ao público que o ‘Tropa de Elite 2’ é um filme sobre milícias. Sobre político eleitos com o apoio de policiais corruptos e violentos que controlam comunidades no Rio de Janeiro de forma fascista”, disse. Em seguida, Padilha destacou que a trama do filme faz referência à trajetória política de Bolsonaro e não de Lula. “Se o filme ‘Tropa de Elite 2’ e o sistema ao qual me refiro no filme se aplicam a algum político nessa eleição presidencial, evidentemente esse político é o Bolsonaro, e não o Lula”. No vídeo, divulgado pela campanha de Bolsonaro no fim do mês passado, a fala de Wagner Moura, que interpreta o capitão Nascimento, serve como narração para cenas do encontro de Lula com Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB), Cristovam Buarque (Cidadania), Guilherme Boulos (PSOL), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcelo Freixo (@marcelofreixo)
Brasileira dirigiu episódio mais falado da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”
O episódio mais comentado da atual 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale” foi dirigido por uma brasileira. A paulista Natalia Leite assinou “No Man’s Land”, exibido na quarta passada (19/10) nos EUA, que mostrou June (Elizabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) numa situação desesperadora. “No Man’s Land” só vai ficar disponível em 30 de outubro na plataforma brasileira Paramount+. Além disso, o episódio seguinte, “Motherland”, também é dirigido por Leite. A brasileira se para Nova York em 2006, onde ela começou a escrever, dirigir e produzir seus próprios curtas-metragens de baixo orçamento, que foram exibidos em festivais internacionais. Depois, começou a dirigir dirigiu documentários para a Vice Media, incluindo o show “Every Woman”, onde ela viveu e trabalhou como stripper em uma parada de caminhões no Novo México, que ela descobriu, enquanto procurava locações para seu primeiro longa, “Bare”. Lançado em 2015, o drama “Bare” (2015) teve première no Festival de Tribecca, enquanto o segundo, o terror “M.F.A.” (2017), estrelato por Francesca (a filha de Clint) Eastwood, atingiu 80% de aprovação no Rotten Tomatoes ao ser exibido no Festival SXSW. Natalia Leite também foi co-criadora da websérie “Be Here Nowish” e dirigiu dois episódios das séries “Love, Victor”, “Love Life”, “Minx” e “No Escuro” (In the Dark). Atualmente, ela está dirigindo seu primeiro piloto de série: “Black Cake”, drama de Marissa Jo Cerar (roteirista de “The Handmaid’s Tale”) em desenvolvimento para a plataforma americana Hulu, ainda sem previsão de estreia.
Shay expõe produção de “A Fazenda”: “Ninguém fez nada”
Shayan Haghbin participou de uma live com Lucas Selfie neste sábado (22/10), em que expôs a falta de critério e favorecimento da produção de “A Fazenda 14” a Tiago Ramos. Os dois foram expulsos do programa na madrugada de sexta e Shay disse que isso poderia ter sido evitado se a equipe da Record TV tivesse cumprido as regras e agido antes. Segundo ele, Tiago deveria ter saído do programa várias semanas atrás. “Falei pra eles: ‘O Tiago me mordeu e ninguém fez nada'”, disse Shay. “Eles falaram que não tem vídeo. Pessoal da Record falou pra mim que não tem vídeo, que ele tava bêbado. Eu até questionei. Depois ele bateu o sino, saiu da casa e voltou. Pulou cerca. Saiu da cerca branca, linha vermelha que não podia, quebra de contrato, e voltou. Justificativa: ele tava bêbado, não tava sóbrio”, acusou o ex-peão. “Minha pergunta é pra vocês e pra edição: por que vocês não mostram isso? O grupo deles é melhor que o nosso?”, questionou. Sem graça, Lucas respondeu: “Eu não trabalho na edição, eu só tô aqui pra te fazer perguntas”. O aparente favorecimento ao grupo A, do qual participava Tiago, é um dos pontos mais comentados pelo público nas redes sociais. E Shay apontou como esse impunidade criou um clima insuportável no programa. “A gente vem, durante um mês, mais ou menos, nosso grupo, sendo oprimido, provocado. A gente não tem direito de comemoração. Toda vez a gente tem que se retirar pro quarto. Toda vez eles vão pra cima da gente e a gente tem que ficar calado, quieto. E já estava no limite, entendeu? Eles já passaram do limite com a gente. De xingamentos, ofensas, acusações, opressões, pressões. Então aquela casa não dá pra viver mais, era muito tóxico”, disse Shay. O ex-peão continuou: “Não dava pra respirar mais. Tanto que o nosso grupo tava decidindo todo mundo sair junto, no quarto. Falei: ‘Eu não quero sair, eu quero ir até o final, mas por vocês eu saio’. A Ruivinha foi humilhada na frente de todo mundo. Não uma vez, mas várias outras vezes, essa foi a gota d’água. A Kerline foi desrespeitada várias vezes como uma mulher. Ofenderam muito ela porque ela tinha um relacionamento comigo. A Tati Zaqui foi ofendida várias vezes. O Thomaz foi torturado”, contou Shay. “Se a Record tivesse tomado posições lá no começo, a gente não chegava nesse momento”, concluiu Shay. Além do iraniano, Tiago Ramos também foi entrevistado, separadamente, por Lucas Selfie. Mas ele não comentou a acusação de favorecimento, nem mencionou em que condições saiu e voltou do programa impunemente. Em vez disso, preferiu insistir na versão de que não tinha culpa por cuspir, xingar, provocar e agredir o colega de confinamento. Sua reclamação foi exclusivamente achar sua expulsão injusta. “Não aceito a expulsão”, disparou ele. “Não posso só julgar o Shay e colocar o erro nele. O erro estava em mim, porque eu provoquei. Mas eu estou muito triste pela minha expulsão, porque quem me agrediu foi ele”, disse o ex-padrasto de Neymar. Vídeos da cena, porém, mostram claramente Tiago dando um tapa na cara de Shay. “Eu estava com a garrafa, foi meu impulso ir para cima dele, mas não foi minha intenção [agredir]”, afirmou Tiago, que disse que perdia o controle por conta das provações. Ele acredita que havia um complô de Shay para desestabilizá-lo a ponto dele cometer uma agressão. “Fui muito explosivo em momentos errados, agredi as pessoas com palavras. Mas era mais forte do que eu, me senti muito desrespeitado”, desabafou. Vale lembrar que Tiago é um dos peões que pode enfrentar um processo por difamação de Shay. Antes de sair do programa, o peão falou que iria acertas contas com todos os que o difamaram na Justiça.
Ex-BBB Maria vai viver chefe do tráfico no filme “Bandida”
A ex-BBB Maria vai estrelar o filme “Bandida”, sobre a ex-traficante Raquel de Oliveira, que nos anos 1980 substituiu o namorado Naldo como chefe do tráfico da Rocinha. Dirigido por João Wainer (“Junho: O Mês que Abalou o Brasil”), o roteiro é inspirado na autobiografia de Raquel de Oliveira, “A Número Um”. Produzido pela Paris Entretenimento, o longa retrata o submundo da comunidade do ponto de vista de Raquel, que foi criada na Rocinha e vendida ainda criança pela avó para um bicheiro que mandava no morro. Ela acompanhou de perto a mudança do poder no tráfico até tornar-se a chefe da quadrilha. “Sempre tive vontade de fazer uma bandida, mas não queria só segurar um fuzil, queria contar uma história, mostrar como é a vida numa favela como a Rocinha”, disse Maria ao jornal O Globo. A ex-integrante do “BBB 22” é mais conhecida como cantora, mas já trabalhou como atriz na novela “Amor de Mãe”.
Echo 3: Série de ação do roteirista de “Guerra ao Terror” ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o trailer de “Echo 3”, série de ação estrelada por Luke Evans (“A Bela e a Fera”), Michiel Huisman (“Game of Thrones”) e Jessica Ann Collins (“A Hora Mais Escura”). Criada pelo roteirista vencedor do Oscar Mark Boal (“Guerra ao Terror”, “A Hora Mais Escura”, “Operação Fronteira”), a série envolve o sequestro de uma brilhante cientista americana (Collins) na fronteira entre Colômbia e Venezuela, e a determinação de seu marido (Huisman) e seu irmão (Evans), ambos integrantes das forças especiais, de realizar um resgate arriscado, travando uma guerra explosiva contra terroristas no interior da floresta amazônica. A trama é inspirado no romance homônimo de Amir Gutfreund (“Valley of Tears”), que já rendeu uma série israelense, “When Heroes Fly”. A direção dos primeiros episódios está a cargo do cineasta argentino Pablo Trapero (“O Clã”), com exibição marcada para começar em 23 de novembro.
Alfred Molina investiga assassinatos bizarros em trailer de série criminal
A plataforma Prime Video divulgou o trailer de “Three Pines”, nova série policial estrelada por Alfred Molina (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”). A trama de mistério, baseada nos livros da escritora canadense Louise Penny, traz Molina como o inspetor-chefe Armand Gamache, um detetive da polícia que se vê investigando dois casos de assassinato bizarros que ocorreram em uma cidade rural idílica e tediosa. “Three Pines” foi desenvolvida pela produtora-roteirista britânica Emilia di Girolamo (“The Tunnel”) e produzida pela Left Bank Pictures, empresa por trás da premiada série “The Crown”. A estreia vai acontecer em dezembro na plataforma de streaming da Amazon.
Marcos Palmeira vai viver delegado de “A Divisão” em nova série
Marcos Palmeira vai estrelar a Parte 2 de “O Jogo que Mudou a História”, nova série criminal da Globoplay, atualmente em produção. Na trama, ele voltará a interpretar o delegado Benício, de “A Divisão”, com gravações previstas apenas para outubro do ano que vem. O ator já estava cotado para a 1ª temporada, mas seu compromisso com a novela “Pantanal” impediu a participação. “O Jogo que Mudou a História” pode ser considerado um prólogo de “A Divisão”, já que se passa dez anos antes Além disso, há uma espécie de “crossover” de bastidores na produção, que é uma criação da equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia. “O Jogo que Mudou a História” retratará a guerra do narcotráfico no Rio. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989. Os episódios da leva inicial já foram gravados. No elenco, estão Raphael Logam, Jonathan Azevedo, Babu Santana, Vanessa Giácomo e Otávio Müller. Atualmente, Palmeira está envolvido com a série documental “A Era dos Humanos”, também do Globoplay. A produção, dirigida por Iara Cardoso, mostra como as ações do homem estão impactando o meio ambiente.
Matthew Perry revela que Jennifer Aniston o ajudou a enfrentar o vício
O ator Matthew Perry (o eterno Chandler, de “Friends”) revelou que contou com grande ajuda da colega de série Jennifer Aniston em sua longa luta contra o vício em álcool e opioides. Em entrevista à Diane Sawyer, da ABC News, para promover sua vindoura autobiografia, Perry disse que ela foi fundamental para que enfrentasse a dependência na época das gravações de “Friends”. “Imagine o quão assustador foi esse momento”, disse Perry, lembrando quando Aniston o confrontou e disse que sabia que ele estava bebendo. “Ela foi a que mais estendeu a mão, sabe. Sou muito grato a ela por isso”. O livro de Perry, “Friends, Lovers and the Big Terrible Thing”, entra em detalhes sobre o vício do ator e a convivência nos bastidores da famosa série. Numa entrevista anterior, feita para a revista People, ele contou que chegou a ter apenas 2% de chance de sobreviver durante uma overdose, passando duas semanas em coma. Primeiro livro de memórias de um ex-integrante de “Friends”, a publicação será lançada em 1º de novembro nos EUA.
Teaser revela mudança de data na série das “Bruxas de Mayfair”
O canal pago americano AMC divulgou um teaser de “Mayfair Witches”, que traz uma nova data de estreia para a série sobrenatural, baseada na trilogia literária das “Bruxas de Mayfair” (Lives of the Mayfair Witches), da escritora Anne Rice. Originalmente prevista para estrear em 5 de janeiro nos EUA, agora ela será exibida em 8 de janeiro. A série é estrelada por Alexandra Daddario (“The White Lotus”) no papel de Rowan, uma médica brilhante que, sem saber ou desejar, herda o legado de uma família de bruxas poderosas. Enquanto reluta em assumir seu papel de bruxa e tenta compreender seus poderes, ela é assombrada por uma presença sinistra que ronda sua família por gerações. O elenco ainda conta com Jack Huston (“Ben-Hur”), Beth Grant (“Dollface”), Harry Hamlin (“Veronica Mars”) e Tongayi Chirisa (“iZombie”). A 1ª temporada da série das bruxas terá oito episódios, escritos e produzidos pela dupla de “Masters of Sex”, Esta Spalding e Michelle Ashford. A atração fará parte de um universo de séries da escritora Anne Rice, falecida em dezembro passado, que também inclui a adaptação de “Entrevista com o Vampiro” (Interview with the Vampire), recém-lançada no mesmo canal. Vale observar que esse universo é realmente compartilhado. Rice escreveu três livros que misturam os personagens das duas sagas literárias.
Roteirista de “300” vai adaptar quadrinhos de “Capitão América nazista”
O roteiro de “Prophet”, filme baseado em quadrinhos de Rob Liefeld (criador de “Deadpool”), vai ser reescrito. A produção contratou Kurt Johnstad (de “300”) para melhorar a história do longa do herói Profeta, que será estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). A trama original tinha sido escrita por Marc Guggenheim (cocriador das séries de super-heróis “Arrow” e “Legends of Tomorrow”). Para quem não conhece, o Profeta pode ser descrito como a versão nazista do Capitão América. Apesar de publicada pela Image Comics (e não pela Marvel), a trama basicamente imagina o que teria acontecido se os nazistas desenvolvessem o soro de supersoldado que transformou Steve Rogers no Capitão América. Nos quadrinhos, John Prophet se voluntaria para participar de um programa nazista de experimentos científicos para alimentar sua família no final da 2ª Guerra. Após ganhar superforça e ser enviado para a linha de frente, ele é soterrado por uma explosão e, como o Capitão América nos quadrinhos da Marvel, só acorda nos anos 1960. Seu despertar, porém, é amargo. O mundo se esqueceu dele, suas filhas o culpam por ter se aliado aos nazistas e agentes da KGB estão no seu encalço para tentar coletar seu sangue e criar seus próprios supersoldados. O Studio 8 comprou os direitos de adaptação do Profeta em 2018 e o longa contará com direção de Sam Hargrave (de “Resgate”). Ainda não há data de estreia definida. Além deste projeto, Gyllenhaal também está envolvido na adaptação de outra HQ: “Oblivion Song”, baseado na publicação homônima de Robert Kirkman, o criador de “The Walking Dead” e “Invincible”.
Taylor Swift “quebra” Spotify com novo disco
O lançamento de “Midnights”, novo disco de Taylor Swift, causou instabilidade e quebrou o recorde de execuções no Spotify, menos de 24 horas após seu lançamento. A própria plataforma anunciou nesta sexta-feira (21/10) que o 10º disco de estúdio de Swift se tornou oficialmente o álbum mais ouvido em um único dia na história do aplicativo. A cantora celebrou a façanha em sua conta no Twitter, escrevendo junto do compartilhamento do anúncio: “Como eu tive essa sorte, tendo vocês aqui fazendo algo tão alucinante?! Tipo, o que foi que acabou de acontecer??!?!” Além do álbum oficial de 13 faixas, Swift lançou uma edição extra, intitulada “Midnights (3am Edition)”, poucas horas após o disco original chegar aos ouvintes, incluindo mais 7 gravações. Para acompanhar as músicas, a artista também disponibilizou o primeiro clipe do disco, para a faixa “Anti-Hero”, e pretende liberar um segundo vídeo já na terça-feira (25/10). Taylor gravou uma série de clipes para promover “Midnights”, que ela própria dirigiu. How did I get this lucky, having you guys out here doing something this mind blowing?! Like what even just happened??!?! https://t.co/7kDKDrBwiD — Taylor Swift (@taylorswift13) October 21, 2022












