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Reality

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  • Etc

    Regina Duarte defende tática nazista contra eleitores de Lula

    13 de novembro de 2022 /

    Ex-integrante do governo Bolsonaro, Regina Duarte aderiu a uma tática infame utilizada pelos nazistas para atacar eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva. A atriz compartilhou uma publicação em seu perfil no Instagram com um “incentivo” para que petistas e pessoas que votaram em Lula coloquem uma estrela do PT na frente de seus estabelecimentos, para que sejam identificados. Paralelamente, grupos bolsonaristas fazem circular listas de estabelecimentos de simpatizantes de petistas para serem boicotados pelos patriotas e cidadãos de bem do Brasil. No início da década de 1930, nazistas passaram a identificar estabelecimentos judeus com o desenho de uma estrela, a Estrela de Davi, além de espalhar avisos na Alemanha para que patriotas e cidadãos de bem não comprassem ou utilizassem serviços dos estabelecimentos marcados. Com o tempo, essa atitude da Alemanha acima de tudo progrediu para a destruição desses estabelecimentos com violência e, posteriormente, prisão e assassinato em massa dos judeus em campos de concentração. Cerca de 5 milhões foram exterminados no genocídio nazista, que ficou conhecido como Holocausto nos livros de História. Deveria ser uma lição para nunca ser esquecida e repetida. Entretanto, a tática está sendo disseminada nas redes sociais bolsonaristas com o mesmo objetivo de discriminação. Regina Duarte foi secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro e se manteve fiel apoiadora dele durante a campanha eleitoral. Nas redes sociais, ela segue compartilhando notícias falsas, ignorando a marcação e bloqueios do Instagram, e dando seu apoio a manifestações antidemocráticas por um golpe de estado no país. As manifestações antidemocráticas tem chocado o Brasil ao reproduzir gestos nazistas, fotografados entre simpatizantes do candidato derrotado, apesar da recusa dos envolvidos em admitir essa intenção. O período do 2º turno das recentes eleições presidenciais também trouxe à tona vários fatos preocupantes, relacionados ao nazismo, envolvendo estudantes brasileiros. Em outubro passado, a polícia prendeu um grupo de jovens acusados de neonazismo, em Santa Catarina, com quem foram encontradas bandeiras nazistas e armas de fogo. Eles estavam envolvidos em disseminações de mensagens de ódio contra minorias e ataques a eleitores de Lula .

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  • Etc

    Andressa Urach é internada após querer sacrificar filho pequeno

    13 de novembro de 2022 /

    A ex-Fazenda Andressa Urach está internado há duas semanas numa clínica psiquiátrica após um surto, em que teria ameaçado sacrificar o próprio filho em oferenda religiosa. A revelação foi feita por seu marido, Thiago Lopes, num vídeo publicado nas redes sociais. “Há duas semanas a Andressa Urach foi internada. Ela está na ala psiquiátrica de um hospital, porque ela teve um delírio psicótico místico, foi o que a médica falou assim que a recebeu. Não é um diagnóstico. Ela ainda estava com certa desconexão com a realidade”, começou ele. Segundo Lopes, “eles estão administrando os medicamentos e não tem previsão de alta”. “Na noite da madrugada de sábado, a Andressa teve um surto psicótico aqui em casa, foi um episódio bem assustador”, ele explicou. “Chegou a colocar a vida do Leon em risco, a minha e da minha mãe. Durante o surto ela chegou a falar que o Leon seria o Isaac [da Bíblia], que eu oferecesse Leon como sacrifício. São coisas desconexas com a realidade. Foram várias coisas assustadoras que são tristes de falar”. Thiago Lopes também revelou que está se separando da ex-Fazenda, com quem era casado desde dezembro de 2020. De acordo com ele, não há como continuar junto com a esposa diante dos últimos acontecimentos, até para preservar a vida do filho Leon. “Eu não tive outra opção, precisei chamar o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar do Rio Grande do Sul para solucionar essa situação. Ela foi levada para o hospital pela ambulância. Os médicos constataram a necessidade de internação. Por isso ela está longe, não está mais ativa nas redes socais”, relatou. Em outubro do ano passado, Andressa Urach revelou que sofria de transtorno borderline, o que explicaria suas mudanças radicais de comportamento, de uma hora querer ser crente e num instante seguinte desejar se prostituir. A situação quase acabou com seu casamento durante a gravidez. Seu marido chegou a ir com a política tirá-la da boate Gruta Azul, conhecido prostíbulo de Porto Alegre, em julho passado, durante a gestação de Leon. “Além do borderline que Andressa foi diagnosticada, surgiram essas outras situações. Falta uma palavra final da equipe médica para saber do que se trata”, completou Lopes. Leon é o segundo filho de Andressa, mas o primeiro com o empresário Thiago Lopes e tem apenas oito meses de idade. A ex-dançarina do cantor Latino, que chegou a ser obreira da Igreja Universal, tem um filho mais velho de 17 anos, chamado Arthur, que ela renega. Athur conseguiu sua emancipação após acusar Andressa de negligência e de quase deixá-lo morrer para passar um dia inteiro na Igreja em vez de levá-lo ao hospital, quando ele era pequeno e reclamava de dores intensas na barriga. “Eu estava com a minha vida em risco. Basicamente, quase morri por conta da fé fanática dela, depois ela fala que eu era prioridade, mas preferiu ir a um evento da igreja do que cuidar de mim quando eu estava passando mal”, ele denunciou, numa gravação de vídeo divulgada em julho passado.

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    Cassia Kis se diz vítima de “assédio moral” por falas preconceituosas

    13 de novembro de 2022 /

    A atriz Cassia Kis, alvo de processo por declarações homofóbicas e de críticas por seu envolvimento com manifestações antidemocráticas, decidiu se defender num texto enviado ao jornal Folha de S. Paulo contra o que chama de “assédio moral”. Dizendo que não é homofóbica, ela acusa detratores de espalhar mentiras e reclama de estar sendo hostilizada por colegas de trabalho. “Nos últimos dias, muito se tem falado a meu respeito. Falado mal, diga-se. Inclusive entre colegas de ofício, a quem sempre respeitei como criaturas humanas e profissionais, a boataria tem sido grande”, reclamou a atriz no texto. “Embora eu não deseje o mal de ninguém, nem por isso aceito as pechas equivocadas que alguns têm lançado sobre mim. E por quê? Porque aprendi o valor de uma boa reputação, construída com trabalho e amor ao longo de muitos anos. E também porque aprendi que com a verdade não se brinca“”, prosseguiu a intérprete de Cidália em “Travessia”. “Dizem que, por assumir uma posição política conservadora, eu estaria ‘envergonhando’ a classe artística. Se fosse apenas isso, tudo bem. Mas o zum-zum-zum chegou além, pois me atribuem intenções que não tenho, palavras que não disse e crises que não criei. “A pressão sobre mim – verdadeiro assédio moral – ganhou contornos policiais, pois me chega a notícia de que estou sendo formalmente acusada de ‘homofobia’ por um grupo de ativistas do Rio de Janeiro”, continuou. “Não, meus caros, não sou nem nunca fui homofóbica; sou no máximo mentirofóbica e idiotofóbica”, defendeu-se. Cassia Kis está sendo processada pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, por meio de uma Ação Civil Pública, pelo crime de homofobia. O grupo também registrou uma queixa crime contra a atriz pelo mesmo motivo. O processo foi motivado por palavras que Cassia Kis disse factualmente numa live com jornalista Leda Nagle, quando acusou as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) de destruir as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. Em sua petição, o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT cita que as falas da atriz “claramente carregam teor discriminatório e preconceituoso aos casais homoafetivos e a comunidade LGBTQIAP+ ao questionar a validade da sua existência”. O movimento pede reparação coletiva pelos ataques feitos por Cássia da ordem de R$ 250 mil, “para fins de promoção de políticas e programas direcionados ao enfrentamento da discriminação e LGBTfobia no contexto artístico”. Há também um pedido de retratação pública e de investigação criminal. Além disso, um grupo de funcionários da Globo formalizou uma reclamação no Departamento de Compliance da emissora contra a atriz, denunciando que ela grita e destrata colegas, inclusive com comentários preconceituosos. Mais de 10 funcionários assinaram as denúncias. Em comunicado à imprensa, o canal afirmou que não comenta questões de compliance, mas apontou: “A Globo tem um Código de Ética, que deve ser seguido por todos os colaboradores e igualmente por todas as áreas da empresa – e em nenhuma delas é tolerada qualquer forma de discriminação. Da mesma forma, tem uma Ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação, que são apurados criteriosamente.” Em meio a essas polêmicas, a atriz de 64 anos ainda participou de manifestação em frente ao Comando Militar do Rio, onde foi aclamada, entre faixas pedindo um golpe militar. Um vídeo em que ela aparece rezando ajoelhada ganhou comparações nas redes sociais com cenas idênticas da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em apoio ao golpe militar de 1964. Alinhada ao extremismo de direita, a artista tem proferido discursos fundamentalistas e messiânicos, e antes das eleições chegou a profetizar que o Brasil ia “derramar sangue” se Lula vencesse.

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  • Etc

    Editora suspende vendas do livro polêmico de Aaron Carter

    13 de novembro de 2022 /

    A editora Ballast Book anunciou que suspendeu as vendas do livro “Aaron Carter: An Incomplete Story of an Incomplete Life”, em consideração ao desejo dos familiares, em respeito à morte recente do cantor. “Por respeito à família, meu cliente decidiu adiar o lançamento do livro neste momento. Carter não era apenas uma celebridade, mas um pai, irmão, filho e amigo para muitos, que ainda sofrem por ele”, anunciou Scott Atherton, advogado da editora Ballast e do autor Andy Symonds. Oficialmente, o livro de memórias do cantor, encontrado morto no sábado passado (5/11), chegaria às lojas físicas na terça-feira (15/11), mas desde quinta (10/11) já era vendido e entregue pela Amazon, onde atualmente ocupa o 1º lugar entre os best-sellers de não ficção com temática de drogas e vício. Por conta disso, várias passagens polêmicas vieram à tona e, com elas, reclamações sobre o verdadeiro desejo do cantor, que teria renegado a obra. No anúncio da suspensão do lançamento, o advogado negou que o artista era contra a publicação. Tanto que teria escolhido pessoalmente Andy Symonds para escrever sua história, por ser um “respeitável jornalista e autor”. “A atenção do público recentemente se concentrou em um pequeno número de interações durante os primeiros anos do Sr. Carter. A história mais importante é sobre a vida do Sr. Carter e o que as pessoas podem aprender com seu sucesso profissional, lutas pessoais e falecimento trágico”, acrescentou na declaração. Repleta de trechos polêmicos, a obra reflete realmente a luta do cantor contra as drogas, mas são passagens sobre Michael Jackson e Hilary Duff que têm dado mais o que falar. Na obra, o irmão de Nick Carter (do Backstreet Boys) alega que, após uma festa, despertou com o rei do pop parado em frente à sua cama apenas de “cueca apertada branca”. Aaron também afirma que a estrela da série teen “Lizzie McGuire” perdeu a virgindade com ele, quando ela tinha apenas 13 anos. O cantor tinha noção de como o conteúdo era polêmico e, segundo seu empresário Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management, tinha desistido da publicação. Heleson disse ao site Page Six: “Aaron, no meio [do trabalho com o livro], disse: ‘Eu não quero nada com isso’ e parou. Ele largou o projeto. Então, o fato de a editora estar dizendo que tem sinal verde para publicar, ela não tem. Isso é contra a vontade de Aaron”. Hilary Duff também se manifestou contra a tentativa de espetacularização promovida pela editora em torno da morte do artista de 34 anos. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar as devidas precauções. Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento”, reforçou. O empresário de Aaron Carter agradeceu o posicionamento da atriz e salientaram que a família deveria decidir os próximos passos contra a editora. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis ​​que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” Diante da polêmica, o escritor e editor do livro Andy Symonds, lembrou que a obra já tinha sido publicado e que toda a polêmica se dava porque algumas pessoas não gostariam que a verdade do cantor viessem à tona. “Sua vida estava longe de ser bonita. Aaron tinha o direito – como todos nós – de contar sua história. Além de ser catártico para ele, Aaron esperava que este livro ajudasse outras pessoas que lutam contra o vício e a doença mental. Espero e acredito que fará isso”, finalizou. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro.

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  • Filme

    Estreia de “Pantera Negra 2” bate recorde de bilheteria nos EUA

    13 de novembro de 2022 /

    A Marvel voltou a mostrar sua força nos cinemas com “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, que faturou nada menos que US$ 180 milhões em seus três primeiros dias de exibição nos EUA e Canadá. A quantia representa a maior arrecadação de um lançamento de novembro em todos os tempos na América do Norte. Até então, a maior estreia de novembro pertencia a “Jogos Vorazes: Em Chamas”, que arrecadou US$ 158 milhões em 2013. Entre as estreias de 2022, a abertura só foi menor que a de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (US$ 187,4 milhões), outra produção da Marvel. No mercado internacional, o longa de super-heróis somou mais US$ 150 milhões, atingindo um início global de US$ 330 milhões. Além dos EUA e Canadá, os países onde a continuação de “Pantera Negra” (2018) fez mais sucesso foram Reino Unido (US$ 15 milhões), França (US$ 13,7 milhões), México (US$ 12,8 milhões), Coreia do Sul (US$ 8,9 milhões) e Brasil (US$ 7,1 milhões). Sua estreia também registrou a maior abertura da História da Nigéria, onde o filme teve uma première mundial com a presença do elenco. Com isso, “Adão Negro”, que liderava as bilheterias há três semanas, caiu para o 2º lugar. E foi uma queda e tanto, com US$ 8,6 milhões entre sexta e domingo (13/11). Somando seus quatro fins de semanas em cartaz, o filme da DC chegou agora a US$ 151,1 milhões arrecadados na Amércia do Norte, menos que “Pantera Negra 2” fez em três dias. Em todo o mundo, está com US$ 352 milhões Em 3º lugar, ficou a comédia romântica “Ingresso para o Paraíso”, com George Clooney e Julia Roberts, que faturou US$ 6,1 milhões. Com isso, chegou a US$ 56,5 milhões domésticos e US$ 150 milhões mundiais. A comédia infantil “Lilo, Lilo, Crocodilo” reapareceu entre os filmes mais vistos com US$ 3,2 milhões, para uma contagem doméstica discreta de US$ 40,8 milhões e US$ 75,6 milhões em todo o mundo. Para completar o Top 5, o resistente terror “Sorria” fez mais US$ 2,3 milhões. Fenômeno de bilheteria, o filme já uperou os US$ 100 milhões domésticos e atingiu US$ 210 milhões em todo o mundo com um orçamento de apenas US$ 17 milhões. Vale apontar ainda que Steven Spielberg teve a primeira estreia limitada de sua carreira neste fim de semana, com o lançamento de “Fabelmans” em apenas quatro salas de Los Angeles e Nova York. O filme obteve uma das maiores vendas de ingresso por cinema do ano, US$ 40 mil por tela. “Fabelmans” também foi o primeiro filme que Spielberg submeteu a uma mostra competitiva de festival e igualmente seu primeiro trabalho premiado. Vencedor do Festival de Toronto, onde a votação é feita pelo público, o longa também virou favorito da crítica, com uma média de 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Infelizmente, só vai estrear no Brasil daqui a três meses, no dia 9 de fevereiro, após as indicações do Oscar. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá.   1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   2 | ADÃO NEGRO |   3 | INGRESSO PARA O PARAÍSO |   4 | LILO, LILO CROCODILO |   5 | SORRIA |

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  • Música

    Confira os 50 melhores clipes indies do mês

    12 de novembro de 2022 /

    Outubro foi um mês cheio de lançamentos da cena de pop/rock independente internacional, o que elevou a quantidade de clipes destacados na nossa seleção mensal. Somando alguns retardatários, a relação chegou a 50 vídeos – cinco vezes mais que a ideia original dessa seção. A lista inclui a nova gravação da australiana Hatchie, musa do revival indiepop dançante dos anos 1990, o cover de David Bowie gravado pela banda gótica canadense Actors em parceria com a eletrônica Leathers, a volta da banda eletrônica Ladytron, a estreia solo da americana Ruth Radelet, ex-Chromatics, que também surge em parceria com a dupla alemã Kraków Loves Adana, e diversos artistas novos dos mais diferentes gêneros. Os vídeos foram organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). Começa com som retrô inspirado em bandas dos anos 1960 e avança por diversos estilos, incluindo punk, gótico e música eletrônica, até desaguar em dreampop e folk acústico. Experimente ver/ouvir a videotecagem sem saltar as faixas e, de preferência, na versão Premium do YouTube, sem interrupções de anúncios. Basta dar play abaixo.    

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de “Gossip Girl” traz mais esquemas e escândalos

    12 de novembro de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Gossip Girl”. A prévia é repleta de olhares arregalados, empurrões, água na cara e até perseguição policial, prometendo mais esquemas ardilosos, triângulos e quadriláteros amorosos e, claro, muitos escândalos. Além disso, o vídeo encerra com o retorno da Georgina Sparks (Michelle Trachtenberg), a malvadinha da série original dos anos 2000. Continuação da série que foi sucesso entre 2007 e 2012 na TV americana, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e tem produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage, criadores da primeira atração. Para reforçar a ligação entre as duas gerações de personagens, a atração manteve a narração de Kristen Bell como a voz informal de Gossip Girl, mas se passa quase uma década depois que o blog da “garota fofoqueira” foi desativado. A trama revela uma nova Gossip Girl, desta vez concebida pelos professores da escola de elite da trama, que surge para controlar a atual geração de estudantes sem noção de limites. O elenco da versão 2.0 destaca Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Legacies”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”), o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”) e Elizabeth Lail (a vítima da 1ª temporada de “Você”). A 2ª temporada vai estrear em 1 de dezembro no streaming.

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  • Série

    Lauren Cohan diz que final de “The Walking Dead” terá mortes dolorosas

    12 de novembro de 2022 /

    Prestes a se despedir do público, a série “The Walking Dead” está a apenas dois episódios do tão esperado e temido final. E a atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie, resolveu avisar aos fãs para preparar os lenços. O fim da série, após 11 temporadas, terá mortes dolorosas de personagens importantes. “Há algumas coisas que acontecem que serão muito, muito emocionantes, mas uma parte deste mundo é a morte e um grande sentimento de perda”, ela disse, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Mas, para mim, a experiência de fazer essas partes foi sublimemente bela e só aumentou a conexão e o vínculo entre os sobreviventes da atração”, ressaltou. “Essa sempre foi o norte da série para mim: o quanto tudo isso que conseguimos superar juntos cimenta o senso de propósito e a força que todos nós precisamos encontrar dentro de nós mesmos? Porque mesmo que não saibamos como, há uma razão para seguir em frente”, acrescentou. Ela, obviamente, não contou quem enfrentará a morte, mas destacou que as perdas serão sentidas e valorizadas como incentivo para os sobreviventes. “É emocionante, porque abre a narrativa para onde as pessoas restantes estarão e para onde irão.” A atriz também aproveitou para elogiar a showrunner Angela Kang pela forma como entregou o final da série. “Acho que ela fez um trabalho muito bom diante da realidade de um final de série, permitindo que experimentássemos isso através de coisas que podem acontecer com certos personagens”, apontou. “E ainda mostrou o horizonte de onde podemos ir daqui pra frente, com as pessoas que amamos que ainda estão aqui”, concluiu. “The Walking Dead” exibe seu penúltimo episódio, intitulado “Family”, neste domingo (13/11), com transmissão exclusiva pela plataforma Star+ no Brasil. A série acaba no próximo domingo (20/11) com um capítulo chamado “Rest in Peace” (descanse em paz), que terá 65 minutos de duração – 20 minutos a mais que o habitual.

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  • Música

    Homenagem da Turma da Mônica à Gal Costa vira polêmica nas redes sociais

    12 de novembro de 2022 /

    Uma homenagem da Turma da Mônica à cantora Gal Costa, que morreu última quarta-feira (9/11) aos 77 anos, acabou errando muito o tom. O perfil oficial da Turma nas redes sociais incluiu uma ilustração de Gal sentada numa nuvem e tocando “Chuva de Prata” ao violão, enquanto Mônica, Milena, Cebolinha, Magali e Cascão aparecem felizes tomando um banho da chuva que cai. Só que “Chuva de Prata” tem duplo sentido. A música também alude a um contexto sexual, ejacular no parceiro. O público percebeu e entrou em pânico, pedindo para a ilustração ser apagada. “Gente, apaguem isso. A música tem duplo sentido quase explícito… E a imagem não colabora! Por favor!”, pediu uma internauta. “Apenas a título de curiosidade, essa arte passou por quantas pessoas antes de ser publicada?”, questionou outra. “Vcs sabem que essa música tem mensagem erótica implícita né?”, protestou mais um. Mas muitos defenderam a postagem, dizendo que não concordavam com essa interpretação e que “a malícia está nos olhos de quem vê”.

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  • Filme,  Música

    Cinebiografia de Whitney Houston ganha novo trailer

    12 de novembro de 2022 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer de “I Wanna Dance With Somebody”, cinebiografia da cantora Whitney Houston, que é interpretada nas telas por Naomi Ackie (a Jannah de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Apesar do título aludir a uma música popular da artista, ela passa a maior parte do vídeo cantando outra canção, bem mais conhecida: “I Will Always Love You”, da trilha do filme “O Guarda-Costas” (1992). A prévia prioriza o começo da carreira da estrela e sua relação turbulenta com seu pai, vivido por Clarke Peters (“The Man Who Fell to Earth”). O elenco também destaca Ashton Sanders como o cantor Bobby Brown, marido de Whitney, e Stanley Tucci (“Convenção das Bruxas”) quase irreconhecível no papel do empresário Clive Davis, responsável pelo estouro da artista. Apesar das imagens mostrarem um Whitney alegre em sua escalada para o sucesso, a carreira da estrela teve muitos altos e baixo, que entremearam vários sucessos musicais com um casamento tumultuado e um conhecido envolvimento com drogas. O roteiro é de Anthony McCarten, que dividiu opiniões ao tomar inúmeras liberdades com a vida de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”. Já a direção está a cargo de Stella Meghie (“A Fotografia”). “I Wanna Dance with Somebody” estreia em 21 de dezembro nos EUA, mas apenas em 2 de fevereiro no Brasil. Veja o trailer abaixo em duas versões: legendada e dublada em português.

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  • Etc

    Homem que inspirou filme “O Terminal” morre em aeroporto de Paris

    12 de novembro de 2022 /

    Mehran Karimi Nasseri, o refugiado iraniano que inspirou o filme “O Terminal” (2004), morreu neste sábado (12/11) aos 76 anos. Ele sofreu um ataque cardíaco fatal no aeroporto Charles de Gaulle em Paris, na França. Nasseri morou no terminal de desembarque do aeroporto francês de 1988 a 2006. E, de acordo com o tabloide britânico The Mirror, tinha voltado a morar no Charles de Gaulle nas últimas semanas. O motivo dele ficar “preso” no local foi a falta de documentos para desembarcar na França. Nasseri disse ter sido expulso do Irã em 1977 por protestar contra o xá e, por isso, recebeu o título de refugiado pela Bélgica. Mas não tinha documentos e as investigações nunca comprovaram sua expulsão do país. Em novembro de 1988, ele viajou para outros países da Europa na tentativa de encontrar sua mãe e acabou detido na França, com nenhum outro país aceitando recebê-lo por não possuir passaporte. Sem ter para onde enviá-lo, as autoridades francesas o liberaram no terminal de desembarque, fazendo com que ele dependesse de funcionários do aeroporto para conseguir comida e medicações. O caso foi parar na Justiça e em 1992 um tribunal francês decidiu que Nasseri não podia ser expulso do aeroporto, mas também não podia entrar no país. Diante do impasse, posteriormente França e Bélgica ofereceram residência para o iraniano, que para surpresa de todos recusou, seguindo no aeroporto até 2006. Apesar de não ser mencionado oficialmente como inspiração para o filme de Steven Spielberg, o diretor comprou os direitos de sua biografia para produzir “O Terminal”. Na ficção, o personagem interpretado por Tom Hanks era chamado de Viktor Navorski, um viajante natural do país fictício Krakozhia. Após um golpe de estado, Viktor não consegue entrar nos Estados Unidos nem voltar para seu país de origem, já que o governo americano não reconhece o novo governo do local. Por isso, é forçado a viver no terminal de desembarque do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York. Veja abaixo o trailer do filme.

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  • Série

    HBO Max prepara nova série documental sobre Flordelis. Veja o teaser

    12 de novembro de 2022 /

    A HBO Max também prepara uma série documental sobre Flordelis. O primeiro teaser foi divulgado na sexta-feira (11/11), enquanto a ex-deputada ocupava a mídia em seu julgamento pelo assassinato de seu ex-marido pastor. Intitulada “Flordelis: Em Nome da Mãe”, a produção foi realizada simultaneamente à “Flordelis: Questiona ou Adora”, lançada pela Globoplay em 4 de novembro, na véspera do julgamento. A nova atração tem lançamento previsto para dezembro, após o término do julgamento. E a diferença de tempo é justamente para incluir o veredito do caso. Dirigida por Suemay Oram (“Bandidos na TV”), a produção tem como tema central o assassinato do marido de Flordelis dos Santos de Souza, o pastor Anderson do Carmo, em 2019. A também pastora e ex-deputada pelo Rio de Janeiro foi acusada de ter orquestrado o crime, junto com seis de seus mais de 50 filhos e uma neta. Desde a acusação, dois de seus filhos foram considerados culpados e um foi considerado inocente. As outras três jovens indiciadas pelo assassinato de Anderson, assim como a neta, estão sendo julgadas ao lado de Flordelis no Rio de Janeiro. Flordelis ficou conhecida nacionalmente na década 1990 pela adoção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Ela ganhou a mídia após adotar 37 crianças que estavam fugindo de um ataque na Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro. A missionária pregava que a família era “seu bem maior”. Após o assassinato, a equipe de gravação do documentário acompanhou Flordelis por mais de um ano e teve acesso aos principais marcos do caso, como a cassação de seu mandato e sua prisão. A série também apresenta cenas da intimidade de Flordelis com sua família e seus amigos mais próximos, além de entrevistar investigadores da polícia, testemunhas-chave e equipes jurídicas de defesa e acusação. Por meio das reviravoltas do caso, a série propõe perguntas sobre ganância, fama, religião, o papel da mídia no sistema de justiça e o significado da família na sociedade atual. A diferença para a produção da Globoplay é que a obra continua a ser gravada, esperando a conclusão do julgamento para apresentar aos espectadores não apenas os temas centrais em torno do crime que chocou o País, mas também o desfecho da história para os envolvidos.

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  • Etc

    Livro de Aaron Carter tem passagens polêmicas sobre Michael Jackson e Hilary Duff

    12 de novembro de 2022 /

    O livro de memórias de Aaron Carter, “An Incomplete Story of an Incomplete Life”, teve seu lançamento antecipado pela editora Ballast Books após a morte do cantor. Com lançamento marcado para a próxima terça (15/11), o livro chegou cinco dias antes nas livrarias dos EUA, para evitar que a distribuição fosse impedida pelos empresários do artista. Repleta de trechos polêmicos, a obra reflete a luta do cantor contra as drogas, mas são passagens sobre Michael Jackson e Hilary Duff que têm dado mais o que falar. Na obra, o irmão de Nick Carter (do Backstreet Boys) alega que, após uma festa, despertou com o rei do pop parado em frente à sua cama apenas de “cueca apertada branca”. Aaron também afirma que a estrela da série teen “Lizzie McGuire” perdeu a virgindade com ele, quando ela tinha apenas 13 anos. O cantor tinha noção de como o conteúdo era polêmico e, antes de ser encontrado morto no sábado passado (5/11), voltou atrás e disse que não permitiria que ele fosse publicado. A afirmação é do empresário do artista, Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management, que disse ao site Page Six: “Aaron, no meio [do trabalho com o livro], disse: ‘Eu não quero nada com isso’ e parou. Ele largou o projeto. Então, o fato de a editora estar dizendo que tem sinal verde para publicar, ela não tem. Isso é contra a vontade de Aaron”. Hilary Duff também se manifestou contra a tentativa de espetacularização promovida pela editora em torno da morte do artista de 34 anos. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar as devidas precauções. Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento”, reforçou. O empresário de Aaron Carter agradeceu o posicionamento da atriz e salientaram que a família deveria decidir os próximos passos contra a editora. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis ​​que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” Também em entrevista ao Page Six, o editor do livro de memórias do artista, Andy Symonds, destacou que o livro já foi publicado e que toda a polêmica se dá porque algumas pessoas não gostariam que a verdade do cantor viessem à tona. “Sua vida estava longe de ser bonita. Aaron tinha o direito – como todos nós – de contar sua história. Além de ser catártico para ele, Aaron esperava que este livro ajudasse outras pessoas que lutam contra o vício e a doença mental. Espero e acredito que fará isso”, finalizou. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro.

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