BBB 23: Larissa avisa Bruna sobre polêmica do “urubu de luto”
Larissa Santos aproveitou ter ficado sozinha com Bruna Griphao, enquanto se maquiavam para a festa desta sexta no “BBB 23”, para avisá-la que a fala sobre “urubu de luto”, dirigida a Fred Nicácio, repercutiu fora do reality. Sem entrar em muitos detalhes para não preocupar a amiga, ela disse: “Melhor evitar essas coisas” Bruna Griphao reagiu sendo Bruna: “Chamam a gente de piranha, cachorra e a gente falar urubu de luto, que quer se aproveitar da dor dos outros. Ou urubu de briga, que quis se meter em uma briga confusão… Urubu é uma pessoa que fica ali rondando pra tentar alguma coisa. Eu falei no Jogo da Discórdia…” Larissa reforçou: “É bom evitar. Fora do reality, o uso da expressão fez uma tempestade canceladora trovejar no Twitter. Muitos questionaram se Bruna usaria o termo se Fred Nicácio fosse branco. E os cariocas lembraram que a expressão usada antigamente no Rio era “mais preto que urubu de luto”, uma fala extremamente racista. Bruna chegou a ser alvo de uma queixa crime por racismo movida por um advogado no Rio de Janeiro. O inquérito aberto na 42ª Vara Criminal analisou a fala num contexto racista, já que foi dirigida a Fred Nicácio. Mas a ação foi arquivada, após o Ministério Público do Rio não achar evidências de racismo na expressão.
Ricardo se abala com informação trazida por Larissa no “BBB 23”
Ricardo Camargo ficou chocado ao receber a informação de que Paula Freitas o espera fora do “BBB 23”. A novidade foi trazida por Larissa Santos e abalou o coração do biomédico, que não imaginava que a sister ainda tinha interesse em se relacionar com ele, ainda mais depois de começar um romance com Sarah Aline no reality. “Mano, peraí, eu falei que lá fora a gente iria se encontrar, eu não prometi: ‘Vou namorar com você’, nada”, disse, ao procurar conselhos de Bruna Griphao sobre o assunto. “Se ela estivesse aqui e tivesse ficado com outra pessoa, eu acho que eu também entenderia, tá ligado? Fica parecendo que a pessoa sumiu da sua vida e nunca mais você vai ter contato, entende? Por tudo o que aconteceu”, explicou o brother. Bruna, então, repetiu o que Larissa disse: “Que ela está te esperando e falou que te ama, ela falou”. Isso balançou ainda mais Ricardo. “Eu preciso resolver isso dentro de mim, real. Eu preciso conversar isso direito com Fredão [Fred Nicácio], com a Lari, para eu me entender”, completou o biomédico.
Top 10 de lançamentos digitais tem filme do Oscar e sucessos de cinema
Sucessos de cinema, filme do Oscar e lançamentos exclusivos do streaming preenchem o Top 10 das melhores estreias digitais da semana. Confira abaixo os destaques das plataformas de assinatura e locadores digitais. | OS BANSHEES DE INISHERIN | STAR+ Um dos filmes mais premiados do ano, a dramédia reúne os atores Colin Farrell e Brendan Gleeson com o diretor Martin McDonagh, que trabalharam juntos no ótimo “Na Mira do Chefe” (2008). Com diálogos rápidos e desnorteantes, o longa se passa em 1923, quando um sujeito mais velho (Gleeson) subitamente para de conversar com o seu antigo amigo (Farrell) na ilha irlandesa fictícia de Inisherin, sem lhe oferecer uma explicação para isso. A decisão acaba gerando irritação e consequências para ambos. O que começa com uma pequena desavença vai crescendo e se transforma praticamente em uma guerra, num retrato da polarização do mundo atual. Aplaudida por 14 minutos no Festival de Veneza, a produção conquistou os troféus de Melhor Roteiro (para McDonagh) e Melhor Ator (para Farrell) no evento cinematográfico italiano, os primeiros prêmios de um total que não para de crescer – já superou 130 vitórias. Indicado em nove categorias do Oscar 2023, o longa tem média de 97% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. | BATEM À PORTA | VOD* O novo terror do diretor M. Night Shyamalan (“Tempo”) acompanha um casal gay e sua filhinha adotiva durante um fim de semana juntos no campo. Quando menos esperam, eles se veem cercados por pessoas violentas que invadem sua cabana e os aterrorizam com comportamento de seita. Amarrados pelo fortão do grupo, interpretado por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), o casal é obrigado a fazer uma escolha: um deles deve se sacrificar para que o mundo não acabe. Submetidos à tortura psicológica, aos poucos os reféns começam a ponderar a possibilidade de tudo ser verdade. A maior reviravolta da trama é o fato não ter reviravolta, algo raro nos filmes do diretor, que desta vez entrega um suspense claustrofóbico e pouco sangrento, que conduz a um desfecho incontornável. A produção adapta um romance de Paul G. Tremblay e, além de Bautista, destaca em seu elenco Jonathan Groff (“Mindhunter”) e Ben Aldridge (“Pennyworth”) como o casal, além de Rupert Grint (“Servant”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”) e Abby Quinn (“Louco por Você/Mad About You”) como os demais cavaleiros do apocalipse. | ALERTA MÁXIMO | VOD* O thriller de ação traz Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) como um piloto de voo comercial, que se vê forçado a aterrissar seu avião lotado numa zona de guerra por causa de uma terrível tempestade. Mas escapar do desastre é só o começo da história. Em pouco tempo, ele precisa se juntar a um criminoso algemado (Mike Colter, o “Luke Cage”) para salvar seus passageiros, que são aprisionados por guerrilheiros. De forma curiosa, essa história lembra um pouco a premissa de “Eclipse Mortal” (2000), só que sem os elementos de ficção científica. Mas a crítica americana entrou a bordo, considerando o longa melhor que as produções genéricas de ação estreladas pelo ator escocês nos últimos anos – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os méritos pertencem ao diretor francês Jean-François Richet, que vem causando boas impressões desde seu clássico “Inimigo Público nº 1” (2008). O sucesso de bilheteria garantiu a produção de uma continuação. | FÚRIAS FEMININAS | NETFLIX Ação selvagem e visceral, o filme escrito, dirigido e estrelado por Veronica Ngo segue a estética gun-fu, de armas de fogo e artes marciais, que experimenta enorme sucesso nos cinemas com “John Wick”. A produção vietnamita se passa nos anos 1990 e funciona como prólogo de “Fúria Feminina” (2019), também disponível na Netflix. A trama acompanha três mulheres com um passado marcado por abusos sexuais que se unem para se vingar de um sindicato do crime em Saigon. Este é apenas o segundo longa dirigido por Veronica Ngo, que é bem mais conhecida como atriz de filmes de ação. Após estrear em Hollywood em “O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino” (2016), ela foi vista até em “Star Wars: Os Últimos Jedi” como a personagem Rose Pico. Também apareceu em “The Old Guard” (2020) e “A Princesa” (2022), além do primeiro “Fúria Feminina”, e usa toda sua experiência em artes marciais para fazer uma obra à altura do longa original e do cultuado “The Raid – Operação Invasão” (2011). Com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e repleto de cenas fortes, traz coreografias de lutas femininas mais brutais que as de muitos protagonistas masculinos. | OPERAÇÃO HUNT | VOD* Estrelado e dirigido por Lee Jung-jae, ator principal do fenômeno “Round 6”, o thriller de ação intensa acompanha dois agentes da Agência Central de Inteligência Sul-Coreana, que desconfiam um do outro. Os dois precisam desmascarar a identidade de um traidor infiltrado no alto escalão da agência, como parte de um plano para assassinar o presidente sul-coreano, mas ambos se acusam de ser o espião. Estreia de Jung-jae atrás das câmeras, o filme venceu cinco prêmios internacionais e também traz em seu elenco Jung Woo-sung (“Illang: A Brigada Lobo”) e Go Yoon-Jung (“A Alquimia das Almas”). | EMILY, A CRIMINOSA | TELECINE O suspense criminal estrelado por Aubrey Plaza (“The White Lotus”) venceu o troféu de Melhor Roteiro de Estreia na edição de 2023 do Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA. O primeiro longa do diretor-roteirista John Patton Ford acompanha a endividada Emily (Plaza) que, sem alternativa financeira, é recrutada por uma gangue de golpistas de cartão de crédito para realizar compras em nome de vítimas insuspeitas. Entusiasmada com o dinheiro fácil, ela vai cada vez mais fundo no submundo dos pequenos crimes de Los Angeles, até começar a querer fazer seu próprio esquema ilegal. Ao mesmo tempo que leva tensão crescente à tela, o filme também retrata a falta de perspectivas de uma geração que sai da faculdade com dívidas volumosas de crédito escolar apenas para encontrar um mercado saturado e a fila do desemprego. Sombrio, tenso e envolvente, tem impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes com mais de 170 críticas positivas. | TERRIFIER 2 | VOD* Depois de causar desmaios e vômitos nos cinemas, o terror do Palhaço Art (interpretado por David Howard Thornton) traz sua chacina para o streaming. Nem a morte é capaz de detê-lo. Morto no primeiro filme (disponível na Amazon Prime Video e em VOD), ele ressuscita para voltar a desmembrar jovens durante a noite de Halloween. A reação extrema do público se deve ao conteúdo violento do filme, que inclui cenas de mutilações, esfaqueamentos, escalpelamento e tortura. Esse cardápio levou diversas pessoas a saíram dos cinemas durante a exibição nos EUA, não aguentando assistir ao filme todo. É fortíssimo, mas os efeitos gore (sanguinolentos) são o melhor do filme, uma vez que o diretor-roteirista Damien Leone não deu tanta atenção ao roteiro, arrastado, cheio de furos e praticamente nonsense em suas exageradas 2h18o de bilhe. Enquanto o primeiro era uma história de serial killer, o novo é um filme de fantasmas, com assombrações, pesadelos e milagres do além (para não dizer do nada), com referências a famosos terrores slashers dos anos 1980, de “Pague para Entrar, Reze para Sair” (1981) até “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987). | BEM-VINDOS A BORDO | MUBI O drama francês acompanha o cotidiano de uma comissária de bordo vivida por Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). Levando sua rotina de trabalho no modo automático, um dia é dispensada pela empresa de aviação e se vê obrigada a lidar com o que a vida lhe reservou em seu retorno para casa. Vencedor do Festival de Gijón e premiado em Cannes, o filme é o primeiro longa do casal Julie Lecoustre e Emmanuel Marre, que chamou atenção ao conquistar o troféu de Melhor Curta no Festival de Locarno de 2018 (com “D’un château l’autre”). Adèle Exarchopoulos também disputa o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz pelo papel principal. | MORTE A PINOCHET | VOD* O primeiro longa de ficção de Juan Ignacio Sabatini dramatiza a Operação Século 20 da Frente Patriótica Manuel Rodríguez, grupo terrorista de esquerda que tentou matar o ditador do Chile Augusto Pinochet em 1986 – após 15 anos da ditadura mais brutal da América Latina. Usando sua experiência como documentarista, o diretor incluiu um prólogo composto por imagens de arquivo (em formato 4:3) que contextualizam o filme num cenário de opressão política e social, com violência nas ruas, e um epílogo com o testemunho de um protagonista real que sobreviveu ao ataque fracassado. Basicamente um grupo de jovens idealistas, a FPMR acreditava que poderia mudar o destino do país com um ato ousado que muitos consideravam impossível: matar o tirano. O professor de educação física Ramiro, a psicóloga Tamara, e Sasha, nascida na favela, marcam o ataque armado para uma tarde de domingo. E o resultado nas telas, entre a moldura documental, é um thriller de ação, ainda que com narração poética da protagonista Tamara, interpretada por Daniela Ramírez (“Isabel: La Historia Íntima de la Escritora Isabel Allende”). | A FARSA | VOD* O suspense francês traz Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”) como um gigolô e Marine Vacth (“O Amante Duplo”) como um vigarista que tramam um esquema com milionários sob o sol ardente da Riviera Francesa. Em busca de uma vida de luxo, os dois amantes seduzem uma ex-estrela de cinema e um corretor de imóveis, com o objetivo de fazerem uma limpa em suas fortunas. Isabelle Adjani (“O Que as Mulheres Querem”) e François Cluzet (“Estaremos Sempre Juntos”) vivem os alvos numa trama cheia de reviravoltas e referências a clássicos de Hollywood, escrita e dirigida por Nicolas Bedos (“Belle Epoque”). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Top 10 de séries da semana destaca novas temporadas de “Yellowjackets” e “Succession”
A programação da semana destaca a volta de séries favoritas da crítica, incluindo a 2ª temporada de “Yellowjackets” e os finais de “Succession” e “Atlanta”, além de vícios novos para manter o público virado em maratonas. Confira abaixo as 10 melhores novidades das plataformas de streaming. | YELLOWJACKETS 2 | PARAMOUNT+ Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série chama atenção por ter como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. A 2ª temporada finalmente exibe as situações extremas sugeridas no começo da série, além de apresentar muitas novidades, a começar pela estreia de Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) na trama, como um detetive amador, que se alia a Misty (Christina Ricci). Além disso, também debutam as versões adultas de duas personagens: Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) como a Lottie adulta e Lauren Ambrose (“Servent”) como a Van adulta. As demais intérpretes das protagonistas nos dias atuais são Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”). | SUCCESSION 4 | HBO MAX A temporada final, que começa neste domingo (26/3), atingiu 100% de aprovação da crítica, recebendo elogios rasgados da crítica, conforme define a sucessão prevista no título. Criada por Jesse Armstrong (“Fresh Meat”) e com produção do cineasta Adam McKay (“Não Olhe para Cima”), a série acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria diante da ganância dos filhos, que são vividos por Jeremy Strong (“Detroit em Rebelião”), Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (do clássico “Curtindo a Vida Adoidado”). Os novos episódios mostram a união da “aliança rebelde” da “nova geração de Roys” contra o próprio pai, em meio à venda do conglomerado de mídia para o visionário da tecnologia Lukkas Matsson (Alexander Skarsgård, de “O Homem do Norte”). A perspectiva dessa venda provoca angústia existencial e divisão entre os Roys, fazendo a luta pelo poder voltar a ganhar força. “Succession” tem sido um fenômeno desde sua estreia, quando impressionou o público, a crítica e ganhou o Emmy de Melhor Roteiro (vencido por Armstrong). Ao todo, a série conquistou 13 Emmys (e um total de 102 prêmios diversos), incluindo dois troféus de Melhor Série de Drama por suas 2ª e 3ª temporadas. Por conta disso, foi considerado um sucessor legítimo dos programas de prestígio da HBO, após a conclusão dos multipremiados “Game of Thrones” e “Veep”. Com seu fim, também acaba uma era no canal pago americano. | CIDADE INVISÍVEL 2 | NETFLIX A 1ª temporada, lançada em 2021, contou a história de um policial que se envolvia num mistério protagonizado por entidades do folclore brasileiro como Curupira, Cuca, Boto, Iara e Saci. Na nova temporada, o detetive Eric (Marco Pigossi) volta à cena, mas agora acompanhado por novos personagens místicos. A trama agora se passa em Belém, com Luna (Manu Dieguez), a filha de Eric, já adolescente e procurando pelo pai na Floresta Amazônica. Sua companheira na procura pelo patriarca é a própria Cuca (Alessandra Negrini), que agora assume um papel mais “maternal” em relação à menina. Entre as novidades da temporada, destaca-se a Matinta Perê, ou Matinta Pereira, interpretada por Leticia Spiller, que aparece com um visual bem diferente do habitual da atriz: dentes podres, cabelo sujo, roupas rasgadas e uma aparência muito sombria e sinistra. Outro nome de peso, Simone Spoladore vive a Mula Sem Cabeça em uma versão moderna e empoderada, em cenas repletas de efeitos especiais. | O AGENTE NOTURNO | NETFLIX Depois de várias tentativas, a Netflix finalmente achou uma série de espionagem acima da média, adaptação do livro homônimo de Matthew Quirk, que acompanha Peter Sutherland (Gabriel Basso), um agente do FBI marcado por um acontecimento de seu passado e agora relegado aos porões da Casa Branca. Sua missão tediosa é sentar numa mesa ao lado de um telefone que nunca toca. Até o dia que o aparelho toca, e o pedido de ajuda que ele recebe o joga novamente no centro da ação. Adaptada por Shawn Ryan, criador de “The Shield” e da nova versão de “SWAT”, a série é estrelada por Gabriel Basso, que despontou adolescente em “Super 8” (2011), e também destaca Luciane Buchanan (“Filthy Rich”), Fola Evans-Akingbola (“Siren”), D.B. Woodside (“Lucifer”) e Sarah Desjardins (“Yellowjackets”) | ORIGEM | GLOBOPLAY A série de terror explora um tema recorrente no gênero: a cidadezinha da qual, uma vez que se entra, não se consegue mais sair. Alguns exemples deste nicho incluem “Under the Dome”, adaptação de Stephen King, e “Wayward Pines”, produzida por M. Night Shyamalan. Criada por John Griffin, que antes disso só tinha escrito um episódio da nova versão de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), a trama acompanha uma família de férias que, ao optar por um atalho na estrada, vê-se presa num looping que a leva sempre à mesma cidadezinha em ruínas. Logo, fica claro que todos os moradores do local encontram-se presos naquele local. Enquanto os residentes mais antigos, liderados pelo xerife vivido por Harold Perrineau (“Lost”), lutam para manter o senso de normalidade e buscar uma saída, eles também devem enfrentar ameaças que vem da floresta circundante à noite. A direção é do premiado Jack Bender (também de “Lost”), a produção inclui os irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”) e o elenco ainda destaca Catalina Sandino Moreno (“The Affair”), Eion Bailey (“Band of Brothers”) e Hannah Cheramy (“Van Helsing”). A série já se encontra renovada para seu segundo ano. | ATLANTA 3 | NETFLIX A série premiada de Donald Glover acompanha um rapper em ascensão (Brian Tyree Henry) e seus amigos, Earn (Glover), Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz). Enquanto navegam pelo mundo da música, eles se deparam com questões sociais e econômicas, como paternidade e pobreza. Chegando em sua temporada final, a trama encontra os protagonistas para a cidade do título, encontrando velhos problemas após sua turnê maluca pela Europa. A decisão de encerrar a série não é uma surpresa, já que Daniel Glover encerrou seu acordo geral com a FX no ano passado, firmando um novo contrato milionário com a Amazon. Além disso, seus colegas de elenco estouraram com participação em vários blockbusters de Hollywood: Brian Tyree Henry em “Brinquedo Assassino” e “Corra!”, Zazie Beetz em “Deadpool 2” e “Coringa”, e Lakeith Stanfield, que até foi indicado ao Oscar 2021 por “Judas e o Messias Negro”. | TURMA DE 2007 | AMAZON PRIME VIDEO A comédia de desastre australiana se passa durante a reunião de 10 anos de uma turma de escola de garotas. De repente, a festa é atingida por uma maré apocalíptica e o grupo de mulheres precisa encontrar uma maneira de sobreviver no pico da ilha de seu reencontro do ensino médio. Em contraste com o tom sombrio das muitas séries recentes do subgênero de “garotas do ensino médio perdidas que tentam sobreviver”, a criação de Kacie Anning (diretora-roteirista de “The Other Guy”) se destaca por fazer piadas muito divertidas com a situação. O elenco destaca Emily Browning (“Deuses Americanos”), Megan Smart (“The Unusual Suspects”), Caitlin Stasey (“Sorria”), Sana’a Shaik (“Clube de Mergulho”), Rose Flanagan (“Glitch”) e Steph Tisdell (“Total Control”). | SEM RESQUÍCIOS | AMAZON PRIME VIDEO Duas mulheres socialmente marginalizadas acabam como suspeitas de um assassinato cuja cena do crime acabaram de limpar como faxineiras. Em fuga após encontrar um cadáver embaixo da cama, elas se tornam perseguidas pela polícia e a máfia russa, envolvendo-se num complô de família milionária e em muitas trapalhadas. O thriller cômico espanhol tem entre seus criadores Sara Antuña e Carlos de Pando (autores do divertido “García!”) e destaca as atrizes Carolina Yuste (“Até o Céu”) e Silvia Alonso (“Amor ao Primeiro Beijo”) nos papéis principais. | AMOR NAS ALTURAS | STAR+ A série musical se passa no final dos anos 1990 na cidade de Nova York e acompanha a história de Lindsay (Mae Whitman, de “As Vantagens de Ser Invisível”) e Miguel (Carlos Valdes, de “The Flash”), mostrando como eles se conhecem, se apaixonam e tentam superar o maior obstáculo no caminho de seu relacionamento: suas próprias inseguranças, medos, dúvidas e traumas que fazem muito barulho dentro de suas cabeças. O detalhe é que as inseguranças se manifestam fisicamente, como pessoas que só eles veem. Além desse aspecto lúdico e fantasioso, a trama também é repleta de cantorias e danças, e conta com uma afinada recriação de época, que funciona como uma homenagem às comédias românticas dos anos 1990. A criação é de Steven Levenson, roteirista de “Tick, Tick… Boom!” (2021) e de Tommy Kail, diretor de “Hamilton” (2020), e o elenco também conta com Katie Finneran (“A Idade Dourada”), Andréa Burns (“Amor, Sublime Amor”), Sophia Hammons (“O Dilema das Redes”), Scott Porter (“Ginny e Georgia”), Ayumi Patterson (“Gossip Girl”) e Brian Stokes Mitchell (“Mr.Robot”). | SUPERMAN & LOIS 3 | HBO MAX Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção acompanha a rotina de Superman (Tyler Hoechlin) dividido entre crises mundiais e problemas domésticos, que envolvem sua esposa Lois Lane, interpretada por Elizabeth Tulloch, e os filhos adolescentes. Os novos episódios marcam a troca do intérprete de Jonathan Kent. O novo intérprete de Jonathan é Michael Bishop (da série australiana “Grace Beside Me”), que entra na série em substituição a Jordan Elsass – que não retornou ao trabalho no prazo dado ao elenco para começar as gravações dos novos episódios em Vancouver, no Canadá, por “problemas pessoais”. O elenco também conta com Alexander Garfin no papel do jovem Jordan Kent. Mas o destaque da temporada é a história de Lois, dividida entre a expectativa de uma nova gravidez e a descoberta de câncer.
Patricia Ramos pede desculpas por áudio vazado sobre Key Alves: “Inapropriado”
Após a repercussão do áudio vazado em que chama Key Alves e sua torcida de escrotos, Patrícia Ramos, a apresentadora do “BBB Tá On”, se manifestou nas redes sociais. Na noite desta sexta-feira (24/3), ela publicou um pedido de desculpas nos Stories do Instagram. “Galera, hoje mais cedo, depois de participar do ‘BBB Tá On’, por uma falha técnica na operação, vazou um comentário inapropriado feito por mim em relação a uma das participantes do programa, a Key Alves”, começou ela no texto. Em seguida, ela pediu desculpas a ex-BBB e também a todas as pessoas que se sentiram ofendidas com seu comentário. “Peço desculpas a todo mundo que se sentiu ofendido, a Key e seus fãs. Obrigada”, completou ela. No áudio vazado, Patrícia diz que está sendo atacada pelos fãs de Key Alves e, em seguida, fala mal da jogadora de vôlei. “O fã-clube da Key tá me macetando. Ela é escrota, eles tem que aceitar. As pessoas que são fãs dela também são escrotas e tem que aceitar”, diz ela na gravação. O empresário de Kay exigiu um pedido de desculpas e uma ação da Globo, além de ameaçar processar Patrícia. Já os fãs de Key foram além, planejando encontrá-la na saída da emissora. “Amo que já vai ter Guskey indo esperar a dona Patrícia na Globo, vamos ver se ela fala na cara”, ameaçou uma internauta.
Nova série “Pokémon” ganha primeiro trailer com personagens diferentes
A Nintendo revelou o trailer da nova série Pokémon, após a despedida de Ash Ketchum como protagonista da franquia. Intitulada “Pokémon Horizontes” (Pokémon Horizons), a atração vai acompanhar novos personagens, incluindo um Pikachu, conforme revelado pela prévia. Os principais treinadores do novo show, Liko e Roy, aparecem viajando num dirigível, que é pilotado por um Pikachu com um chapéu de capitão. Liko, por sinal, será a primeira protagonista feminina dos desenhos de “Pokémon”. A série também vai mostrar os pokémons Sprigatito, Fuecoco e Quaxly, vistos nos games “Pokémon Scarlet” e “Pokémon Violet”. A saída de Ash coincide com a sua recente conquista, após ele ter vencido o campeonato mundial e ter se tornado um mestre Pokémon. Diante disso, os realizadores resolveram explorar novos personagens que também desejam realizar suas próprias conquistas. A nova série ainda não tem data definida de estreia.
Jeremy Renner mostra foto do veículo que o atropelou: “Voltando para casa”
O veículo de remover neve que atropelou o ator Jeremy Renner, intérprete do Gavião Arqueiro dos filmes e séries da Marvel, foi devolvido para ele. O próprio Renner compartilhou a novidade nos Stories do seu Instagram. Renner postou uma foto da máquina com a legenda: “Ela está finalmente indo para a casa”. Em seguida, ele postou um vídeo da máquina andando pela estrada. Na legenda, Renner escreveu: “A gata tem uma escolta policial. Parece ‘À Espera de um Milagre'”. Jeremy Renner quebrou 30 ossos após ser atropelado pelo veículo na região de Mt. Rose Highway, em Nevada. Ele teve que ser levado de helicóptero para um hospital e foi submetido a uma cirurgia para trauma torácico contuso e lesões ortopédicas. Alguns dias após o incidente, o Departamento do Xerife do Condado de Washoe atualizou o caso, afirmando que o próprio Renner estava dirigindo o veículo, mas que saiu dele para ajudar o seu sobrinho que estava preso na neve. Ao tentar voltar para a máquina, Renner foi jogado para baixo dela.
“The L Word: Geração Q” é cancelada após três temporadas
O canal pago americano Showtime cancelou “The L Word: Geração Q”, após três temporadas. Continuação da pioneira série lésbica “The L Word” (2004-2009), “Generation Q” foi desenvolvida pela criadora da atração original, Ilene Chaiken, em parceria com a nova showrunner Marja-Lewis Ryan. A produção voltava a reunir Jennifer Beals, Kate Moennig e Leisha Hailey com uma nova geração de atrizes jovens e encerrou sua 3ª temporada em janeiro passado nos EUA. A letra Q do novo subtítulo se referia à “queer”, uma das palavras da sigla LGBTQIAP+, que reflete a fluidez sexual da atual geração. Apesar do fim da série, fontes do site The Wrap indicam que a franquia não acabou. O canal estaria desenvolvendo um reboot da série original, com o título provisório de “The L-Word: New York.” O cancelamento se dá em meio a uma grande mudança no Showtime, que após demitir 25% de sua força de trabalho passou a se chamar Paramount+ with Showtime. O canal também cancelou recentemente “American Gigolo”, “Deixa Ela Entrar” (Let the Right One In”) e a inédita “Three Women”. “The L Word: Geração Q” chegou ao Brasil pela plataforma Amazon Prime Video. Veja abaixo o trailer da 1ª temporada.
“Você” vai acabar na 5ª temporada
O longo e terrível reinado de terror de Joe Goldberg está finalmente chegando ao fim. Menos de um mês após o fim da 4ª temporada, “Você” (You) foi renovada pela Netflix para sua 5ª e última temporada. Mas o final do thriller estrelado por Penn Badgley será concluído por um novo showrunner. A criadora Sera Gamble, que atuou como showrunner nas 4 temporadas já exibidas do programa, vai sair da produção para trabalhar em outros projetos. Em seu lugar, os roteiristas-podutores da série, Michael Foley e Justin W. Lo, atuarão como co-showrunners. “Somos incrivelmente gratos à Netflix e Sera e a todos que fizeram parte desse programa desde o início. Sera é a escritora e parceira mais brilhante e continuará sendo uma parte fundamental da família ‘Você’ como produtora executiva”, disseram o cocriador Greg Berlanti e sua sócia Sarah Schechter, em um comunicado. “Pretendemos trazer a ela todas as ideias que pudermos de nossa empresa nos próximos anos. Desde que nossos amigos da Alloy compartilharam o fantástico livro de Caroline Kepnes, sempre o concebemos como uma jornada de cinco temporadas. Estamos empolgados para continuar nosso relacionamento com Mike e Justin enquanto eles assumem as rédeas como co-showrunners e se preparam para trazer Joe Goldberg para casa”. “Fazer o show ao lado de nossos roteiristas, produtores, diretores, elenco e equipe foi uma honra e ridiculamente divertido”, disse Gamble em seu comunicado. “E me sinto sortudo por ter trabalhado com um artista tão talentoso e atencioso quanto Penn Badgley. Estou orgulhosa do que todos nós realizamos e me sinto privilegiada por passar a tocha. Estou animada para assistir e apoiar a equipe enquanto eles levam a jornada de Joe Goldberg a uma conclusão deliciosamente distorcida.” Baseado na série de livros de Caroline Kepnes, “Você” acompanha Joe (Badgley), um gerente de livraria aparentemente normal com uma visão distorcida do romance enquanto desenvolve obsessões intensas e possessivas por várias mulheres. Badgley é o único membro constante do elenco da série, já que Joe muda constantemente de local a cada temporada para escapar de seus vários crimes. Na 4ª temporada, a trama se passou em Londres e mostrou Joe (Penn Badgley) como alvo do interesse de outro serial killer (Ed Speleers, de “Outlander”).
Dani Calabresa e testemunhas descrevem abusos de Marcius Melhem na Globo
A comediante Dani Calabresa voltou a acusar o roteirista e ator Marcius Melhem de assédio. Em uma entrevista ao portal Metrópolis, Calabresa e outras 10 pessoas, incluindo vítimas e testemunhas, revelaram o ambiente tóxico em que trabalhavam. Além de Calabresa, também participaram da entrevista as atrizes Renata Ricci, Georgiana Góes, Veronica Debom e Maria Clara Gueiros, as roteiristas Luciana Fregolente e Carolina Warchavsky, os diretores Cininha de Paula e Mauro Farias, e os atores Marcelo Adnet e Eduardo Sterblicht. Durante a conversa, eles apontaram os diversos tipos de abusos que aconteciam nos bastidores do núcleo de humor da rede Globo, como tentativas de assédios, avanços indesejados, exibicionismo, entre muitos outros. “Estava insustentável trabalhar em um ambiente em que eu comecei a perceber que eu era barrada dos convites; que eu não era liberada para as coisas; que eu estava trabalhando com tremedeira; que ele se aproveita das brincadeiras para brincar [com o pênis] ereto; que ele pega de verdade; ele tenta enfiar a língua de verdade. Não é selinho, não é piada, não é brincadeira”, resumiu Dani Calabresa. “Para mim, o ambiente do Núcleo de Humor da Globo era muito divertido, mas tinham momentos de constrangimento, que eu demorei para entender que não eram normais e tinham o nome de assédio”, disse a atriz Georgiana Góes. Ao comentar sobre esses constrangimentos, a atriz Veronica Debom explicou que “ele detonava nossa autoestima para manter todo mundo sob controle, por isso ele tinha tantos gênios debaixo da asa dele”. Além disso, supostamente houveram ocasiões em que Melhem se exibia para a equipe. A roteirista Luciana Fregolente lembrou de uma vez que ele abriu a porta vestindo apenas uma cueca. “Eu paralisei quando vi aquilo, ao mesmo tempo era o emprego dos meus sonhos, sabe? Eu tava chegando ali, trabalhar com o humor na maior emissora do Brasil, e eu tava super feliz e de repente o chefe abre a porta de cueca”, disse ela. Debom disse que, no caso dela, Melhem foi ainda mais longe. Após ela atuar em um esquete de humor, ele teria feito uma insinuação sexual. “O Marcius olhou para mim e falou assim: ‘Você fez bem essa cena, você é talentosa. E pensar que você estava escondida em outra emissora, né? Você me deve um b*quete!’”, revelou ela. As mulheres também afirmam que Melhem “colocava a língua” durante as cenas de beijo, e sempre arranjava uma desculpa para repetir a cena. E o ator Marcelo Adnet disse ainda que Melhem sempre escalava a si mesmo para as “cenas mais quentes”. A conversa recupera a acusação original de 2019, quando a história chegou pela primeira vez na imprensa. “Quando saiu na imprensa a notícia sobre o assédio sofrido pela Dani, eu entendi todos os comportamentos típicos de assédio que estavam acontecendo, tudo o que eu tinha ouvido falar quando comecei na TV Globo. Eu entendi que era verdade, que eu tentei bloquear um tempo como se não fosse”, contou a roteirista Carolina Warchavsky. Calabresa também disse que Melhem refutou suas acusações de assédio afirmando que, na verdade, era ela quem dava abertura para suas investidas. “Tem esse lugar de tentar confundir a opinião das pessoas expondo a gente num tom: ‘Mas ela ria’. Mas tenta se colocar no meu lugar… Eu amava trabalhar nesse ambiente e, para não criar uma briga com o meu chefe, eu fingia que achava engraçado. Eu corto pessoalmente e compenso na mensagem”, disse ela. “É um discurso para tentar convencer a nossa sociedade, que é machista, que nós somos loucas, vingativas, piranhas, vagabundas. E isso não é verdade! Isso era um ambiente de trabalho. Ele é um chefe. Essa insistência é assédio. Para a gente é um aprendizado usar a palavra ‘assédio’. A gente fala: ‘Ele tá chato. Que tarado! Ele também fica passando a mão em você?’. É difícil a gente usar a palavra ‘assediador’. É difícil a gente chegar nesse estágio, mas acho que quanto mais a gente vai falando, as pessoas vão se identificando”, completou. O Metrópolis também realizou uma entrevista separada com Marcius Melhem, em que ele apresentou a sua versão dos fatos e se defendeu das acusações. Na entrevista, o ex-diretor da Globo admitiu que “eu fiz brincadeiras na época, que eu como chefe não deveria ter feito”. Porém, ele negou outras acusações, como as de que ele encostava seu pênis nas mulheres ou tentava beijá-las à força. “Eu nunca encostei pênis ereto em nenhuma mulher. Nunca forcei beijo. Eu tinha uma brincadeira com um redator de brincar, de chegar, só com os meninos e não todos, só com quem tinha mais intimidade. Que era chegar e encostar o pênis no homem. Não tinha nada de erótico nisso”, afirmou ele. Em relação ao relato de que ele abriu a porta para Luciana Fregolente apenas de cueca, Melhem disse que “ela amava essa brincadeira. Era uma brincadeira lá do passado, de trote. Você recebia a pessoa no primeiro dia de cueca. Homens e mulheres. Tomavam aquele susto, brincadeira babaca”. Ele também acusou a roteirista de tentar dar um golpe depois que viu que estava perdendo espaço na Globo. “Ela queria o crédito que ela não teve, ela saiu do ‘Zorra’ porque estava sem ambiente”. “A TV Globo me chamou pra ser chefe e eu topei”, disse ele. “O que eu acho que hoje já existe, eu deveria ter tido um treinamento. Olha, agora você não é mais colega, agora você é chefe. Isso você não pode mais fazer, ‘nos 50 anos da TV Globo já aconteceu isso, isso e isso’”, disse ele. Por fim, o humorista disse que muitas das pessoas que o estão acusando agora foram convencidas que eram vítimas. “Eu acho que tem gente ai de bom coração. Tem gente que está ai com sentimento de causa, de pertencimento, que inclusive nem sabe que é vítima. Que foi convencido por essa tríade”, concluiu ele.
BBB 23: Equipe de Key Alves quer ação da Globo contra Patrícia Ramos após áudio vazado
A equipe de Key Alves se pronunciou em nota à imprensa sobre o vazamento de um áudio da apresentadora Patrícia Ramos, do “Bate-Papo BBB”, onde ela chama a atleta de escrota. De acordo com Betinho Alves, assessor de Key, a família e a atleta cobra uma medida da Globo e exigem um pedido de desculpas. “Estamos indignados com a falta de respeito e profissionalismo da Patrícia Ramos. Como pode uma pessoa contratada da Globo, uma emissora tão grande fazer isso com uma participante do ‘Big Brother’? Fora que além desse áudio ter vazado, a Key está passando por uma situação bastante delicada, ela não sabia que o avô dela tinha falecido, ela está totalmente de luto, está triste, está mal e agora aguentar ouvir um áudio desse da Patricia Ramos chamando ela de escrota e ainda xingando milhares e milhares de fã clubes da Key de escrotos, isso é um absurdo!”, declarou o assessor. “A gente vai entrar judicialmente contra essa Patrícia, isso é difamar em rede nacional novamente, isso não está certo. Ela vai ter que se manifestar com o pedido de desculpas, ou se não a gente vai através de processo”, continuou ele. “Vamos entrar em contato com a Globo agora para ver se tomam alguma providencia, porque isso está completamente errado, chamar todos os fã clubes, que são milhares, a Key está com milhares de fã clubes e chamar de escroto cada ser humano que está ali votando o dia todo, que está ali amando o seu ídolo, isso é um absurdo o que essa Patrícia Ramos está fazendo. É lamentável uma posição dessas, parcial, vindo de alguém da equipe do programa”, finalizou o assessor. Em um trecho do áudio que circula nas redes sociais, Patrícia Ramos diz: “Gente, o fã clube da Key tava me macetando! Gente, mas ela é escrota, tem que aceitar porra! E essas pessoas que são fãs dela são escrotas também. E é isso aí! Ela é muito escrota, cara”. Uma outra voz ao fundo diz que Key “teve a oportunidade de se redimir” e, novamente, a voz atribuída à Patrícia detona a atleta. “Caraca, não desce do salto! Mano, se ela chega pra mim falando de garota… Aí teve gente falando ‘é por causa da idade, ela é novinha’, eu tenho a mesma idade que ela pô! Isso é questão de ter noção, ela não tem noção! Pra mim ela é adolescente de 15 anos!”.
Produtor disse que astro de “Tudo Mundo Odeia o Chris” nunca conseguiria outro papel
Um produtor de “Todo Mundo Odeia o Chris” disse ao protagonista Tyler James Williams que ele provavelmente nunca ia conseguir outro trabalho em Hollywood após o fim da série. A revelação foi feita pelo próprio ator em entrevista à revista GQ. “Eu nunca vou te ver como outro personagem e você provavelmente nunca mais vai trabalhar”, lembrou Williams, sobre a fala do produtor. “Eu fiquei tipo, ‘Caramba, você realmente olhou para mim e disse isso?'”, continuou ele. O ator conta que talvez o produtor estivesse apenas brincando, mas que não parecia ser uma brincadeira. Após o fim da série, Williams tentou encontrar seu lugar em Hollywood. “Eu percebi aos 17 anos que não gostava do caminho em que estava”, disse ele. “Então eu decidi parar e mudar. Eu encontrei um coach de atuação muito bom e recusei muita coisa que me foi oferecida.” Depois de algum tempo, ele conseguiu um papel principal em “Cara Gente Branca” e também fez algumas aparições nas séries “The Walking Dead” e “Criminal Minds”, além dos filmes “Um Casamento a Mais” (2019) e “Estados Unidos vs. Billie Holiday” (2021). Porém, mesmo com essa mudança na sua carreira, ele diz que ainda sente a pressão pelo sucesso e da exposição que teve durante a infância. “Eu ainda sou acionado por coisas que fazem parte da infância de todo mundo”, contou ele. “Toda vez que alguém se aproxima de mim, independentemente de que eles me reconhecem, o que isso me diz no momento é que eu estou sendo visto. Eu tenho que estar ligado, imediatamente, porque alguém está assistindo”. Williams explicou que ele precisou fazer terapia para conseguir reconstruir os limites em sua vida. Atualmente, ele estrela a série de comédia “Abbott Elementary”, que já lhe rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Emmy. O papel também o ajudou a afastar de vez o sucesso infantil e a torná-lo um galã nas redes sociais. “Muito do trabalho que faço acontece no passado, porque pareço um homem negro de qualquer era”, explicou o ator. “Isso é atraente e eu vou morrer nesta colina. ‘Abbott’ nos deu a oportunidade de tornar isso atraente. Então não foi Quinta Brunson [criadora da série] que me tornou um galã. Foi dar às pessoas a oportunidade de ver o homem, que elas veem todos os dias, desta [outra] forma”.
Fred critica atitude mimada de Bruna: “Não faz nada!”
Mal voltou e Fred Nicácio já reparou na atitude mimada de Bruna Griphao, verificando que ninguém lhe chama atenção. Enquanto lavava a louça com Cezar Black no “BBB 23”, o médico apontou que a atriz não contribui com as tarefas domésticas. “Tem umas paradas que começam a incomodar, né? A gente estava aqui, cozinhando, e, cara, a Bruna não faz nada! Aí a Larissa ficava falando assim: ‘Vai, então pica a berinjela’. Ela [Bruna]: ‘Ai, eu não sei picar berinjela’. Gente, é só cortar! Aí ela começou a cortar, e tinha bichinho dentro. Ela: ‘Ai, tem larva! Aline, me ajuda?’. E lá vai a Aline fazer [por ela]”. Cezar aproveitou para generalizar para todas as mulheres do quarto Deserto: “Você viu a hora que mandaram a gente entrar? A gente entrou, trouxe as coisas para cá, elas se mandaram e só a gente ficou arrumando. Aí elas pegaram o celular e começaram a tirar ‘selfie'”. “Isso é assunto para poder ser discutido”, afirmou Fred. “Torna-se motivo para muita coisa. Isso é convivência. Gente, nojo de larva? Tudo bem, todo mundo tem nojo de alguma coisa. Mas não consegue vir aqui, raspar e tirar? E pelo menos se fosse tipo assim: ‘Tira pra mim, que eu vou voltar a cortar?’. Mas não. ‘Faz aqui’. A gente sabe que a pessoa não faz, não costuma fazer”.












