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Felca volta às redes para revelar fobia social

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Hunter Schafer revela cirurgia de redesignação sexual: “Sou uma mulher”

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19 de outubro de 2026
  • Filme

    Margia Dean, atriz de “Terror Que Mata”, morre aos 101 anos

    6 de julho de 2023 /

    A atriz americana Margia Dean, conhecida pelo clássico cult de ficção científica “Terror Que Mata” (1955), faleceu no último dia 23 de junho aos 101 anos. Apesar disso, a notícia foi divulgada por sua sobrinha Denyse Barr ao The Hollywood Reporter somente nesta quinta-feira (6/7). Segundo as informações, a atriz morreu em seu apartamento no Rancho Cucamonga, na Califórnia. “Ela era uma mulher notável, brilhante e generosa, com um gosto requintado”, declarou sua sobrinha. A atriz viveu por seis décadas em uma casa nas colinas de Hollywood, entes de se mudar para Dana Point, também na Califórnia. Ao longo da carreira, ela apareceu em mais de 60 produções. Muitas delas, eram produzidas pelo produtor Robert L. Lippert, com quem afirmou ter tido um caso amoroso. A atriz se casou pela primeira vez em 1939 com o treinador de basquete Hal Fischer, mas a união durou cerca de seis anos. Em seguida, ela namorou o príncipe Aly Khan, que já foi casado com a atriz Rita Hayworth. Ela conheceu seu último marido Felipe Alvarez, um arquiteto, autor e cantor espanhol dez anos mais novo, em uma cafeteria de Los Angeles. Os dois se casaram em 1965, no México.   Estrelato e caso com Robert L. Lippert Nascida em 7 de abril de 1922 na cidade de Chicago, Marguerite Louise Skliris foi criada em San Francisco. Sua família tinha raízes na Grécia e seu pai trabalhava como advogado. Ainda criança, ela atuou em pequenas peças teatrais e se interessou pela área. Acabou se destacando por sua beleza, quando conquistou os títulos de Miss San Francisco e Miss Califórnia. Em 1939, ela competiu pelo prêmio Miss América, ficando em 2º lugar. Dedicada a aproveitar a fama para virar atriz, concluiu seus estudos na Galileo High School e ingressou no Biltmore Theatre, em Los Angeles. Mas sua estreia no cinema só aconteceu cinco anos depois, na comédia musical “Casanova in Burlesque” (1944), dirigido por Leslie Goodwins. Seu primeiro grande papel veio em “Shep Comes Home” (1948), primeiro de seus filmes financiado pela produtora de Robert L. Lippert. Esse foi o início da parceria entre os dois, que rendeu cerca de 20 filmes entre 1948 a 1956, dando a Dean o apelido de “A Rainha de Lippert”. Anos mais tarde, a atriz revelou que teve um relacionamento amoroso com o produtor, falecido em 1976. Durante uma entrevista para Mark Thomas McGee, autor de um livro biográfico de L. Lippert, ela detalhou a relação extraconjugal. “Eu sabia que o que estava fazendo era errado. Eu estava saindo com um homem casado”, lembrou em 2014. “Não acho que eu tenha realmente amado ele, mas ele era louco por mim. Ele me deu todos esses trabalhos, e era agradável estar com ele. Ele tornou tudo fácil para mim”.   Trabalhos notáveis no cinema Na época, ela chamou a atenção em longas de faroeste como “Red Desert” (1949) e “The Lonesome Trail” (1955). A atriz também apareceu no drama esportivo “Ringside” (1949) e no filme noir “F.B.I. Girl” (1951). Ao longo dos anos, trabalhou algumas vezes com o roteirista Sam Fuller e participou dos dois primeiros longas-metragens que ele dirigiu. Ambos foram dramas de faroeste, gênero que estava em alta na época. O primeiro foi “Eu Matei Jesse James” (1949), no qual ela interpretou uma cantora de saloon, enquanto o segundo foi “O Barão Aventureiro” (1950), onde deu vida à personagem Marquesa. Durante a década de 1950, a atriz trabalhou em grandes produções, incluindo o primeiro longa-metragem do Superman, “Superman and the Mole Men” (1951), estrelado por George Reeves, além de ter contracenado com Jane Russell no musical “A Descarada” (1956), Clint Eastwood em “Emboscada em Cimarron Pass” (1958) e Esther Williams no circo de “Diabos do Circo” (1961).   Sucesso no gênero de terror Foi no ano de 1955 que ela conquistou mais destaque ao estrelar o longa de ficção científica “Terror Que Mata” (The Quatermass Xperiment). Dirigido por Val Guest, o filme acompanhava um astronauta que voltava a Terra contaminado, transformando-se em um organismo alienígena que ameaça a humanidade. Na história, Dean interpretou a esposa do astronauta, que toma a decisão tola de ajudá-lo a escapar do hospital. O filme era baseada na série homônima produzida pelo canal britânico BBC em 1953 e foi muito bem recebido pela crítica, tornando-se um clássico do gênero.   Fim da carreira como atriz Ela começou sua própria produtora, a Margot Productions, que produziu filmes como “O Laço Ameaçador” e “A Casa dos Fantasmas”, lançados em 1964. Seus últimos trabalhos como atriz foram produções B em locações exóticas: “O Segredo dos Arrecifes” (1960), “7 Mulheres no Inferno” (1961) e “Moro Witch Doctor” (1964). Após estrelar cerca de 60 filmes em apenas duas décadas de carreira, ela decidiu deixar o audiovisual para trás, virando vice-presidente em uma empresa imobiliária e construtora, além de ter sido proprietária de uma loja de roupas na cidade de Brentwood, na Califórnia, e de uma cafeteria em Beverly Hills. Veja abaixo o trailer americano de “Terror que Mata” (lançado nos EUA com o título de “The Creeping Unknown”).

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  • Etc

    Marcelo Drummond faz relato emocionante do incêndio que matou Zé Celso

    6 de julho de 2023 /

    Marcelo Drummond, marido de Zé Celso Martinez Corrêa, veio a público comentar sobre a perda devastadora do amado. Em uma conversa emocionante com a GloboNews, ele compartilhou detalhes dos momentos terríveis do incêndio que culminou na morte de Zé Celso, um dos grandes ícones das artes cênicas no Brasil. “Eu caí, alguém me acordou porque eu cheguei a desmaiar, de certa forma, da fumaça. Alguém me acordou, a gente saiu. Fui para o corredor, para o hall de entrada do apartamento, um vizinho apareceu e trouxe o Zé junto com o Vitor e o Zé falava ‘abre a janela, abre a janela’. E eu falei: ‘já está aberta’. Eu segurei as duas mãos dele e ele botou a perna em cima de mim”, recorda Drummond, visivelmente emocionado. Conforme seu relato, Zé Celso foi prontamente atendido logo após ser resgatado do apartamento em chamas. “A gente puxou, o Zé deitou no chão. Eu mesmo não aguentei, deitei um pouco. Depois de saírem do apartamento, Zé recebeu os primeiros socorros. Aí chegaram os Bombeiros e foi o último momento que eu vi o Zé”, completou.   Hospitalização Drummond também relatou que Zé Celso precisou ser socorrido por ter problemas de mobilidade. Ele viu o momento em que Victor Rosa, um dos outros moradores do apartamento, o carregava para fora do quarto, onde o incêndio teria começado. Zé Celso foi levado ao Hospital das Clínicas de São Paulo, com queimaduras em 53% de seu corpo. Ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sedado e entubado, lutando pela vida. Infelizmente, o dramaturgo não resistiu e faleceu na manhã de quinta-feira.   Casamento Recente e União Duradoura Zé Celso e Marcelo Drummond, juntos há 37 anos, haviam oficializado a união recentemente, no início de junho, no Teatro Oficina. A celebração, descrita como “união amorosa, criativa e orgiástica”, aconteceu no local que por muitos anos serviu de palco para a expressão artística do casal. O velório de Zé Celso também será realizado no Teatro Oficina, local emblemático da sua trajetória e de seu relacionamento com Drummond.   Investigação sobre o Incêndio A suspeita inicial é de que o fogo tenha começado por um curto-circuito no aquecedor do apartamento, conforme relato de vizinhos. A Polícia Civil, por meio do 36º DP da Vila Mariana, está investigando as causas do incêndio. O Instituto de Criminalística da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo indicou que a provável causa tenha sido o contato do aquecedor com materiais de fácil combustão. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, decretou luto de três dias, destacando a “relevância e singularidade da trajetória do dramaturgo, diretor, ator, encenador e escritor brasileiro José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso, cuja atuação revolucionou as artes cênicas brasileiras”.

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  • Filme

    Bob Dylan está auxiliando filme sobre início de sua carreira

    6 de julho de 2023 /

    O cantor e compositor Bob Dylan, famoso por sua reclusão e discrição, tem colaborado ativamente na produção do filme que retrata o início de sua carreira musical. O projeto, intitulado “A Complete Unknown” (“Um completo desconhecido”, em tradução livre), tem Timothée Chalamet (“Duna”) no papel principal. O diretor James Mangold (“Indiana Jones e o Artefato do Destino”) contou que Dylan se reuniu diversas vezes com ele, fez anotações no roteiro e “tem colaborado muito” com o projeto. Em sua participação no podcast “Happy Sad Confused”, ele disse que o cantor é um grande cinéfilo e confessou ser fã de “Cop Land” (1997), seu segundo longa. “Passei vários dias maravilhosamente encantadores em sua companhia [Dylan], apenas nós dois, conversando. Tenho um roteiro que foi anotado pessoalmente por ele e apreciado por mim. Ele adora filmes. A primeira vez que me sentei com Bob, uma das primeiras coisas que ele me disse foi: ‘Adoro Cop Land'”, contou o cineasta. Segundo o diretor do filme, a obra não é exatamente uma cinebiografia tradicional de Dylan. “Não é bem uma cinebiografia de Bob Dylan. Se passa em uma época muito específica no início dos anos 1960, quando um garoto de 17 anos pega uma carona para Nova York com US$ 16,00 no bolso, para conhecer Woody Guthrie, que está no hospital morrendo de uma doença nervosa”, afirmou Mangold. “Ele canta para Woody uma canção que escreveu para ele e faz amizade com Pete Seeger, que é como um filho para Woody, e Pete o ajuda a conseguir shows em clubes locais e ali você encontra Joan Baez e todas estas outras pessoas que fazem parte deste mundo.” O jovem Dylan causa “um tumulto na comunidade folk e o que eles pensavam que era folk adequado e folk ilícito”, o que, diz diretor, “tem uma relevância imensa até hoje, porque todos nós somos muito tribalizados com regras sobre como nossa música deve ser, sobre quais são nossas regras, como falamos, como nos expressamos. E Bob, desde o início, sempre foi alguém que está sempre pressionando contra esses limites.” Para quem não sabe, “A Complete Unknown” é uma das frases do refrão de “Like a Rolling Stone”, música que melhor representa a transformação de Dylan, até então um cantor folk, em roqueiro. A transição não foi tranquila para o cantor, que chegou a enfrentar vaias de seus antigos fãs por trocar o vilão por guitarras e uma banda de rock. Com roteiro de Jay Cocks (“Gangues de Nova York”) e filmagens marcadas para agosto em Nova York, o filme produzido pela Searchlight Pictures vai destacar esse período em que o jovem Dylan abala o mundo da música em 1965, quando começa a se apresentar com uma guitarra elétrica pela primeira vez. O próprio Bob Dylan e seu empresário de longa data, Jeff Rosen, figuram entre os produtores. Além de Timothée Chalamet no papel de Dylan, o elenco de “A Complete Unknown” traz Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o cantor Pete Seeger e Elle Fanning (“The Great”) interpretando Sylvie Russo, namorada de Dylan na época da faculdade. A data de estreia ainda não foi anunciada.

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  • Etc

    José Dumont é condenado por armazenamento de pornografia infantil

    6 de julho de 2023 /

    O ator José Dumont, de 72 anos, foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro por armazenar pornografia infantil. A sentença, proferida no dia 3 de julho, estabelece uma pena de 1 ano de reclusão, mas para a fixação da pena, a juíza Gisele Guida de Faria, da 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), considerou que não houve agravantes no crime e levou em consideração a idade do ator, superior a 70 anos. Diante dessas condições, a legislação brasileira permite que o regime inicial de cumprimento da pena seja o aberto. Portanto, Dumont tem a possibilidade de recorrer em liberdade. A sentença também inclui o pagamento das custas processuais por parte do réu.   Outras acusações Além desse caso, também é réu por estupro de vulnerável. O ator foi preso em uma ação policial, porém foi liberado no dia 12 de outubro sob a medida cautelar de uso de tornozeleira eletrônica. A denúncia que resultou na prisão em flagrante partiu de vizinhos. De acordo com a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde Dumont reside registraram o ator cometendo abusos contra um adolescente de 12 anos. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do ator, a polícia encontrou vídeos e fotos contendo pornografia infantil em seu celular e computador pessoal, o que rendeu a segunda acusação, pela qual ele foi condenado nesta semana. Segundo as informações divulgadas pelo jornal O Globo, a posse e armazenamento de material pornográfico infantil por Dumont resultou na descoberta de 240 arquivos de crianças e adolescentes. Na época da prisão, o ator estava prestes a estrear na novela “Todas as Flores”. Ele afirmou em sua defesa que o material apreendido era estudo para seu personagem na trama – um abusador. Após o encarceramento, a emissora demitiu o artista. Além do caso no Rio, o Ministério Público da Paraíba também retomou investigações sobre possível estupro de vulnerável praticado por Dumont em 2009 na cidade de Cabedelo, a 15 km de João Pessoa. Para fazer frente às acusações, Dumont contratou o escritório do advogado Arthur Lavigne, um dos mais renomados e caros do Brasil, que ajudou a promotoria no caso do assassinato de Daniella Perez.   Carreira premiada O último trabalho do ator na TV foi como o Coronel Eudoro em “Nos Tempos do Imperador” (2021). Ele é visto em produções da Globo desde que teve o papel principal no telefilme “Morte e Vida Severina”, de 1981, e também participou da versão original de “Pantanal” na TV Manchete. Com uma longa carreira nas telas que vem desde o filme “Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia”, de 1977, Dumont também colecionou 21 prêmios nacionais e internacionais, incluindo três Candangos de Melhor Ator em Longa-Metragem no Festival de Brasília, dois Kikitos de Melhor Ator e um de Coadjuvante no Festival de Gramado, além de prêmios equivalentes nos festivais do Rio, Recife (Cine-PE), Miami (EUA), Havana (Cuba) e Huelva (Espanha).

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  • Etc

    Twitter ameaça processar Meta pelo “aplicativo imitador” Threads

    6 de julho de 2023 /

    A batalha entre os gigantes da tecnologia Elon Musk e Mark Zuckerberg ganhou mais um capítulo com o lançamento da nova rede social da Meta, a Threads. A empresa de Zuckerberg, dona do Facebook e Instagram, estreou a novidade na quarta-feira (5/7) para concorrer diretamente com o Twitter, comprado por Musk em 2022. No entanto, a disputa parece caminhar para um rumo legal. De acordo com jornal Semafor, a equipe do Twitter ameaçou processar a Meta por cópia e roubo de informações, além de uma contratação massiva de ex-funcionários da rede do passarinho. “O Twitter pretende fazer cumprir estritamente seus direitos de propriedade intelectual e exige que a Meta tome medidas imediatas para parar de usar quaisquer segredos comerciais do Twitter ou outras informações altamente confidenciais”, diz uma carta da empresa de Musk. “No ano passado, a Meta contratou dezenas de funcionários do Twitter”, continua. O recado ainda aponta que a empresa de Zuckerberg designou deliberadamente esses funcionários para desenvolverem, em questão de meses, o “aplicativo imitador ‘Threads'”. Segundo a empresa, esses ex-funcionários do Twitter podem ter usado segredos comerciais e outras propriedades intelectuais da rede social para acelerar o desenvolvimento do aplicativo concorrente. No âmbito judicial, isso viola leis estaduais e federais dos Estados Unidos. Apesar da tendência a iniciar um processo judicial, o objetivo da carta é apenas advertir a Meta por enquanto. “A Meta está expressamente proibida de se envolver em qualquer rastreamento ou extração de seguidores, ou dados de seguidores do Twitter”, alerta a carta. “A extração de quaisquer serviços do Twitter é expressamente proibida por qualquer motivo sem o consentimento prévio do Twitter”. A CEO do Twitter, Linda Yaccarino ainda aproveitou a situação para enaltecer o Twitter e reforçar a originalidade da plataforma de Musk. “Muitas vezes somos imitados, mas a comunidade do Twitter nunca pode ser duplicada”, ela tuitou em defesa da rede social.   Resposta da Meta Em resposta à ameaça, o porta-voz da Meta, Andy Stone, negou as acusações. “Ninguém na equipe de engenharia do Threads é um ex-funcionário do Twitter – isso simplesmente não existe”. Já ativo como usuário no Threads, Mark Zuckerberg também fez uma publicação na nova rede social comentando o objetivo da plataforma e alfinetando o Twitter. “Deveria haver um aplicativo de conversas públicas com mais de 1 bilhão de pessoas”, apontou. “O Twitter teve a oportunidade de fazer isso, mas não conseguiu”. Em menos de um dia, a plataforma da Meta alcançou mais de 30 milhões de usuários. “Este é um começo tão bom quanto poderíamos esperar!”, comemorou Zuckerberg em outra publicação no Threads. Vale mencionar que em apenas sete horas desde o lançamento, a rede social já havia marcado mais de 10 milhões de usuários.   O que é o Threads Seguindo um modelo extremamente parecido com o Twitter, o Threads foi desenvolvida para o compartilhamento de mensagens e atualizações em texto que gerem conversas entre os usuários. As postagens podem ter até 500 caracteres e ainda incluir links, fotos e vídeos de até 5 minutos. Entretanto, a rede ainda não inclui um recurso de mensagens diretas e não está disponível para uso em PCs. Como parte do conglomerado da Meta, a nova rede social pode ser acessada pelos perfis já existentes no Instagram. Dessa forma, os usuários só precisam baixar o aplicativo do Threads e fazer o login com o usuário do Instagram, migrando para a plataforma inédita sem precisar criar uma nova conta. Lançado simultaneamente em cerca de 100 países, a rede social ficou disponível na App Store e no Google Play às 20h no Brasil na última quarta-feira (5/7), embora a data de lançamento estivesse originalmente prevista para esta quinta-feira (6/7). On Twitter, everyone's voice matters. Whether you’re here to watch history unfold, discover REAL-TIME information all over the world, share your opinions, or learn about others — on Twitter YOU can be real. YOU built the Twitter community. 🙏👏 And that's irreplaceable. This… — Linda Yaccarino (@lindayacc) July 6, 2023

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  • Série

    Fundação: Trailer da 2ª temporada mostra guerra nas estrelas

    6 de julho de 2023 /

    A Apple TV+ divulgou novo trailer da 2ª temporada de “Fundação”, ambiciosa série sci-fi baseada na franquia literária de Isaac Asimov. Repleta de efeitos visuais, a prévia destaca a guerra entre o Império Galáctico e a Fundação do título. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) são considerados a mais importante trilogia literária da sci-fi. Inspirados pela queda do Império Romano, têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Na trama, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do Império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. A descoberta o transforma em inimigo do Império e também origina um grupo conhecido como A Fundação, criado para preservar o conhecimento humano do inevitável apocalipse. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (de “Avatar: O Caminho da Água”) e destaca Jared Harris (“Chernobyl”) como Hari Seldon, Lee Pace (“Capitã Marvel”) como o imperador Brother Day e Lou Llobell (“Voyagers”) no papel da pioneira da Fundação Gaal Dornick – além de Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). A trilogia literária teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e o póstumo “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015 com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento fez o canal desistir da tentativa. Aparentemente, o preço coube no bolso da Apple. O trailer aponta que os novos episódios vão manter a aparência de que custaram uma fortuna para serem produzidos. O lançamento da 2ª temporada vai acontecer em 14 de julho.

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  • Filme

    Trailer de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” celebra romance gay adolescente

    6 de julho de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou o trailer completo da adaptação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” (Red, White & Royal Blue), best-seller de Casey McQuiston. A comédia romântica traz Taylor Zakhar Perez (“A Barraca do Beijo 3”) como Alex Claremont-Diaz, filho da presidente dos Estados Unidos, e Nicholas Galitzine (“Cinderela”) na pele do príncipe britânico Henry. Os dois têm muito em comum: beleza estonteante, carisma inegável, popularidade internacional e um total desdém um pelo outro. Separados por um oceano, a rivalidade entre os dois nunca foi um problema, até que um desastroso – e muito público – confronto em um evento real se torna alimento para tabloides, potencialmente colocando em risco as relações entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha no pior momento possível. Para controlar os danos, suas famílias poderosas e respectivos manipuladores profissionais forçam os dois rivais a uma “trégua” encenada. Mas o que a princípio começa como uma amizade falsa e instagramável se transforma em algo mais significativo do que Alex ou Henry poderiam imaginar. Logo Alex se vê envolvido em um romance secreto com um Henry surpreendentemente desajeitado, o que pode complicar a campanha de reeleição de sua mãe e implodir de vez as relações entre as duas nações. Detalhes da Produção e Elenco A adaptação é assinada pelo dramaturgo Matthew López (“The Inheritance”), vencedor do Tony, que escreveu e vai dirigir a adaptação, em sua estreia em longas-metragens. A produção é de Greg Berlanti (o criador do “Arrowverso” e diretor de “Com Amor, Simon”) com sua sócia Sarah Schechter, da Berlanti/Schechter Films. Já o elenco coadjuvante destaca Uma Thurman (“Kill Bill”) como presidente dos EUA, além de Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Sarah Shahi (“Adão Negro”), Rachel Hilson (“Com Amor, Victor”), Stephen Fry (“Sandman”), Ellie Bamber (“Willow”) e Thomas Flynn (“Bridgerton”). A estreia está marcada para o dia 11 de agosto na plataforma Prime Video.

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  • Série

    “Elite” vai acabar na 8ª temporada e terá retorno de Nadia e Omar

    6 de julho de 2023 /

    A Netflix pode ter cancelado a série teen “Elite”. De acordo com o jornal espanhol El Diário, o streaming planeja que a 8ª temporada – já em produção – encerre a trama. Apesar da Netflix não ter feito nenhum anúncio oficial, o veículo aponta que a notícia deve ser oficializada após o lançamento da 7ª temporada. Contatada pelo jornal, a Netflix se recusou a comentar o assunto. Segundo as informações, as gravações da 8ª temporada devem começar nas próximas semanas. Embora os episódios já tenham sido escritos, algumas pequenas alterações serão feitas para garantir que sirvam como encerramento definitivo para a série. Lançada em 2018, a série conquistou o público com investigações criminais e cenas de sexo entre adolescentes. Recentemente, a 7ª temporada ganhou um teaser com a participação da cantora Anitta, que fará aparições na nova leva de episódios.   Nadia e Omar voltam para o final Segundo o El Diário, a possível temporada final ainda terá retornos surpreendentes para a alegria dos fãs. O veículo confirmou que a atriz Mina El Hammani vai voltar como Nadia para o encerramento da série. A personagem integrou o elenco principal até a 3ª temporada. Ao lado dela, o ator Omar Ayuso também retorna como seu irmão. O jornal ainda confirmou a participação de Valentina Zenere e André Lamoglia, que agora viraram dois dos membros mais antigos do elenco. Os atores Ander Puig, Carmen Arrufat, Pepe Ocio, Godeliv Van der Brandt e Luz Cipriota, que entraram na 6ª temporada, também continuarão fazendo parte da produção até seu final. Outras adições recentes no elenco, como Maribel Verdú, Alejandro Albarracín, Mirela Balic e Fernando Lindez, também estão confirmados para a 7ª temporada e continuarão na 8ª. Vale apontar que nenhuma série da Netflix foi tão longe como “Elite”. As mais duradouras, “Orange Is the New Black” e “Grace & Frankie”, foram encerradas após sete anos de produção. A 7ª temporada de “Elite” chega na Netflix no dia 20 de outubro e ainda não há previsão para o lançamento do 8º ano.

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  • TV

    “Betty, A Feia” vai ganhar continuação com elenco original na Amazon Prime Video

    6 de julho de 2023 /

    A Amazon vai reviver a famosa telenovela colombiana “Betty, A Feia”, trazendo de volta Ana María Orozco e Jorge Enrique Abello para mais uma temporada inédita da produção. Originalmente exibida entre 1999 e 2001, a atração voltará para contar o que aconteceu depois do “felizes para sempre” do casal, numa parceria entre Prime Video e a emissora colombiana RCN. Após 20 anos, a trama vai retomar a história de Betty após ela se tornar uma mulher bem-sucedida, esposa e mãe. Ainda casada com Armando (Enrique Abello) e lidando com um complexo relacionamento com a filha adolescente, ela enfrenta a crise econômica da empresa familiar e questiona se o caminho que escolheu na vida realmente a fez feliz. A temporada inédita é escrita por Marta Betoldi (“Ciega a Citas”), Juan Carlos Pérez (“Garzón”) e César Betancur (“Las Hermanitas Calle”) e contará com direção de Mauricio Cruz Fortuna (“O Perfume da Paixão”). Ainda não foram divulgados outros nomes no elenco e não se sabe quais outros personagens da atração original também retornam. “Embora Betty tenha sido tão progressista para sua época, há muitos elementos que são muito característicos de sua época, de nossa cultura, de nossa idiossincrasia, questões que agora, 20 anos depois, podemos abordar para ter um diálogo com um público moderno”, disse Orozco. Com isso, os novos capítulos da personagem devem abordar questões atuais enquanto revisitam o legado da atração. “Sinto que sua essência não mudou, mas precisamente por isso Betty certamente levanta muitas questões. Ela agora está mais madura, mas a vida para uma mulher em seus 40 anos nunca é um desafio fácil”.   Essência da série Considerada uma das maiores telenovelas de todos os tempos, a produção foi criada pelo já falecido Fernando Gaitan e ganhou popularidade graças à grande identificação do público com seus personagens. Na trama, a protagonista seguia o estereótipo do “patinho feio”, que foi se transformando em cisne no decorrer da trama. “Isso, eu acho, é uma homenagem ao trabalho de Fernando. Eu testemunhei como essa incrível sala de roteiristas pegou seu legado e tentamos, com imenso cuidado e respeito, estar à altura da tarefa. É um desafio enorme, mas acredito que estamos em boas mãos”, completou Orozco. “[A telenovela] tinha uma energia saudável, e a personagem teve um enorme impacto nos códigos convencionais de beleza, o que explica por que se tornou uma franquia global com a qual todas as mulheres podem se relacionar”, pontuou Francisco Morales, líder da equipe de estratégia e aquisições de conteúdo do Prime Video para a América Latina.   Remakes pelo mundo Devido ao sucesso, a produção se popularizou internacionalmente e ganhou 20 novas versões ao redor do mundo. Uma delas foi a série americana “Ugly Betty”, estrelada por America Ferrera (“Barbie”). Aclamada pela crítica, a atração conquistou um Globo de Ouro de Melhor Série e um prêmio Emmy de Melhor Atriz para Ferrera. No Brasil, a telenovela foi exibida pela RedeTV após uma longa batalha pelos direitos autorais com a Rede Globo e o SBT. Transmitida pela primeira vez entre 2002 a 2003, a atração foi uma das maiores audiências da emissora na época. Ao longo dos anos, ela ainda foi reprisada duas vezes pelo canal. Diante do sucesso, a atração ganhou uma versa brasileira intitulada “Bela, a Feia” pela Record TV, com a atriz Giselle Itié no papel da protagonista. A produção estreou em 2009 e foi encerrada em 2010, após 217 capítulos. Apesar de ter conquistado prêmios, o remake foi criticado pelas diferenças da original. Recentemente, um novo remake americano foi feito pela Telemundo Global, divisão da Universal Studios. Intitulada “Betty, a Feia em NY”, a telenovela trouxe Elyfer Torres no papel principal e teve apenas uma temporada, exibida originalmente em 2019. No Brasil, essa versão foi transmitida pelo SBT e também está disponível na Netflix. A nova temporada de “Betty, A Feia”, a original, tem previsão de estreia para 2024 na Amazon Prime Video.

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  • Série

    Atriz revela que foi demitida de “Pretty Little Liars” por problemas com drogas

    6 de julho de 2023 /

    A atriz Lindsey Shaw revelou que foi demitida da série “Pretty Little Liars” devido a problemas com vício em drogas e álcool. Criada por Marlene King, a atração foi produzida pelo canal pago americano Freeform e se tornou um enorme sucesso. Na trama, Lindsey interpretou Paige McCullers, um dos interesses amorosos de Emily Fields, personagem de Shay Mitchell (“You”). O motivo do seu afastamento da série foi revelado durante uma entrevista no podcast Ned’s Declassified Podcast Survival Guide, apresentado pelo ator Devon Werkheiser, que estrelou a série da Nickelodeon “Manual de Sobrevivência Escolar do Ned” ao lado de Lindsey até 2007. “Fui chamada para o escritório da Marlene King, e ela simplesmente disse: ‘Então, vamos dispensar você’ e ‘não é por causa de sua atuação'”, revela. A atriz explica que a produção notou que ela estava passando por um momento conturbado e abusando de substâncias químicas. Com isso, a equipe decidiu afastá-la para que ela pudesse se concentrar em uma recuperação. Segundo ela, a criadora da série foi muito cuidadosa e queria ajudar a atriz com a situação. Em um determinado momento, King perguntou se Lindsey tinha alguém para conversar sobre o que estava passando. Quando ela explicou que não tinha ninguém, King respondeu: “Vamos encontrar alguém”. “Eu acabei jogando fora tudo o que me importava”, revelou. “Eu não sei se já voltei ao ponto em minha carreira em que estava antes dessa conversa, daquela reunião ou de toda a temporada de uso. É uma merd*, cara. Se importar com o seu corpo pode fazer você ir por todos os lados, desde cirurgia plástica até drogas, retenção ou qualquer tipo de merda”.   Despedida emocionante de Shay Mitchell Na série, Paige foi apresentada já na 1ª temporada como rival de Emily na equipe de natação da escola. No decorrer da trama, a inimizade entre as duas acabou dando início a um romance que passou por altos e baixos. Devido ao afastamento de Lindsey na 5ª temporada, as personagens terminaram definitivamente. Por outro lado, a produção fez questão de criar uma cena de despedida apropriada para Paige. Segundo a atriz, ela e Shay Mitchell “nem conseguiam falar” entre as tomadas enquanto gravavam a despedida de Paige e Emily em um aeroporto. “Nós apenas nos abraçamos e deixamos ser o que era”, confessou. Com o encerramento da série em 2017, Lindsay ainda voltou para uma última aparição como Paige na 7ª temporada. Apesar dos momentos conturbados, a atriz declara que se sente muito grata a série e ao apoio da equipe. “Eu usei aquele programa como uma sessão de terapia toda vez que eu entrava. Eu chorei mais lá do que em todos aqueles seis anos sozinha. Tudo foi para Paige”, disse. “Foi uma jornada incrível, louca, assustadora, triste, maravilhosa e trágica”. No Brasil, todas as temporadas de “Pretty Little Liars” estão disponíveis na HBO Max.

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  • Série

    Atriz de “Maze Runner” entra na minissérie sobre Ayrton Senna

    6 de julho de 2023 /

    A atriz londrina Kaya Scodelario (de “Maze Runner” e “Predadores Assassinos”), que tem ascendência brasileira, entrou no elenco de “Senna”, minissérie sobre Ayrton Senna em desenvolvimento na Netflix. Em uma publicação em seu Instagram nesta quinta (6/7), ela se disse honrada de fazer parte da produção, que será rodada no Brasil e na Argentina. “Sendo meio brasileira sempre foi um sonho trabalhar em uma produção brasileira. É uma honra estar envolvida em um projeto que conta a história de Ayrton, um herói nacional que significa tanto para o povo brasileiro e para todo o mundo. É uma enorme responsabilidade e eu estou muito animada e feliz em começar essa jornada”, escreveu – em português e em inglês. Apesar do anúncio oficial, seu papel não foi revelado. O elenco de “Senna” ainda conta com Gabriel Leone (“Eduardo e Mônica”) no papel do protagonista, Alice Wegman (“Rensga Hits!”) como a primeira esposa do piloto, Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”) no papel de Viviane, irmã de Ayrton Senna, e Pâmela Tomé (“Sol Nascente”) como Xuxa Meneghel. O ator Marco Ricca (“Hebe”) também está confirmado. Segundo a sinopse oficial, a minissérie vai mostrar a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas do tricampeão de Fórmula 1, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais. O ponto de partida será o começo da carreira automobilística do Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino. Anunciada em 2020, a minissérie terá seis episódios com direção de Julia Rezende (“A Porta ao Lado”) e Vicente Amorim (“Santo”). “Senna” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kaya Scodelario (@kayascods)

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    Filme de Zendaya vai abrir o Festival de Veneza 2023

    6 de julho de 2023 /

    O filme “Rivais” (Challengers), dirigido pelo italiano Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), vai abrir o Festival de Veneza de 2023. A organização informou que a première mundial vai acontecer em 30 de agosto, inaugurando a 80ª edição do evento, mas a exibição acontecerá fora de competição. Estrelado por Zendaya (“Duna”), o longa acompanha a história de três jogadores de tênis que se envolvem em um triângulo amoroso enquanto enfrentam as tensões do mundo esportivo. O elenco ainda conta com Mike Faist (“West Side Story”) e Josh O’Conner (“The Crown”). Na trama, Zendaya interpreta Tashi Duncan, uma tenista prodígio que se tornou uma renomada treinadora, implacável dentro e fora das quadras. Ela é casada com o campeão Art (Mike Faist), que lida com uma série de derrotas nos últimos anos. Enquanto busca uma redenção para o marido no esporte, uma reviravolta surpreendente acontece quando ele é desafiado pelo fracassado Patrick (Josh O’Conner), ex-melhor amigo de Tashi e que também já foi seu namorado. A história complexa do trio é apresentada desde seus relacionamentos ainda jovens até o presente, onde todos precisam lidar com uma rivalidade histórica. É importante mencionar que o longa recebeu uma classificação indicativa para maiores (R-Rated) nos cinemas dos Estados Unidos.   Preparação intensa para viver a personagem Diante do desafio de interpretar uma atleta profissional do tênis, Zendaya teve um treinamento bastante intenso para a personagem. Em entrevista para a Variety, o diretor revelou que a atriz treinou o esporte por três meses com Brad Gilbert, ex-atleta e técnico de tênis profissional. “Editamos o filme e, na verdade, quase não usamos nenhuma de suas dublês. Ela é muito boa”, declarou Guadagnino. Além disso, o diretor e Zendaya atuam como produtores ao lado de Amy Pascal e Rachel O’Connor, de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021). O roteiro é assinado por Justin Kuritzkes (“Ticklish”), enquanto a trilha sonora do longa-metragem é composta por Trent Reznor e Atticus Ross, vencedores do Oscar pelas trilhas de “A Rede Social” (2010) e “Soul” (2020). “Rivais” tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 14 de setembro. Veja a seguir o trailer da produção.

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  • Série

    Justiça libera músicas do Secos & Molhados em série sobre o grupo musical

    6 de julho de 2023 /

    A Santa Rita Filmes venceu na Justiça o direito de usar músicas do grupo Secos & Molhados na série documental “Primavera nos Dentes”. O Tribunal de Justiça de São Paulo deu ganho de causa à empresa contra o integrante do grupo, João Ricardo, que vetou o uso. João Ricardo tem um histórico de tentar barrar obras sobre a história da banda. Há dez anos, ele proibiu que sua imagem aparecesse no livro de memórias de Gerson Conrad, integrante do trio, e recentemente também teria proibido a Globo de usar sua história numa minissérie sobre o Secos & Molhados – o que fez o projeto ser descartado. Ele é um dos autores de dois dos maiores hits do grupo, “Sangue Latino” e de “O Vira”, e se recusava a autorizar o uso de suas composições, embora Ney Matogrosso e Conrad estivessem de acordo. A decisão da Justiça cria uma importante jurisprudência no direito autoral brasileiro. Além dos dois sucessos, outras três canções foram liberadas para serem ouvidas na série: “Fala”, “El Rey” e “Mulher Barriguda”. Baseada no livro de Miguel de Almeida (que está sendo relançado pela Record neste mês), com direção dele próprio, a série em quatro capítulos pretende contar a história e a época do Secos & Molhados, grupo que vendeu mais de 1 milhão de discos na década de 1970 e revelou Ney Matogrosso, além de incomodar conservadores com sua imagem andrógina e letras de duplo sentido sobre sexualidade. A série tem estreia prevista para o segundo semestre, comemorando os 25 anos do Canal Brasil.

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