Ana Paula Padrão é detonada por usar pronome neutro: “Críticas raivosas”
Ana Paula Padrão recebeu inúmeras críticas depois de usar pronome neutro na abertura do “MasterChef Brasil”, programa exibido na terça-feira (23/5). A apresentadora não deixou barato e se manifestou sobre “o elefante na sala” em seu Instagram. A confusão começou porque a apresentadora iniciou o episódio de maneira inclusiva: “Olá, agora sim de forma definitiva, sejam muito bem-vindas, bem-vindos e bem-vindes à cozinha do ‘MasterChef 10’”, disse ela. Essa não foi a primeira vez que a Ana Paula usou o pronome neutro na atração, mas os espectadores ainda não suportam a tentativa de neutralizar o gênero. Dentre os argumentos dos “incomodados”, eles dizem que pessoas surdas sofrerão com o uso da linguagem neutra. No entanto, a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) não emprega gêneros nas frases. Além disso, há usuários de leitores de tela que não se incomodam com o uso das letras “e” e “u” para neutralizar o gênero dos indivíduos. A adesão do pronome neutro não atrapalha a leitura. Na quarta-feira (24/5), Ana Paula Padrão se pronunciou sobre os ataques recebidos nas redes sociais. A famosa explicou ter usado a expressão por conta de Wilton, uma pessoa participante da edição que se define como não-binária. “Toda vez que eu uso palavras como ‘bem-vindes’ ou ‘todes’, eu recebo críticas raivosas, agressivas, muitas vezes desrespeitosas mesmo. Parece que o uso da linguagem neutra dói em muita gente. E por quê?”, refletiu a apresentadora. “O argumento dessas pessoas é que eu tô matando a gramática da língua portuguesa”, disse ela, que acrescentou ter sido acusada de ser um mau exemplo para os jovens. “A reação não é ao uso do idioma, é ao que esse uso representa. Gente, palavra tem muito poder.” Na sequência, Ana Paula reforçou a existência de indivíduos LGBTQIAPN+: “Quando eu uso a linguagem neutra porque eu sei que há ali ou pode haver ali na minha frente alguém que se identifica como não-binário, eu estou reconhecendo a existência dessa pessoa. E é isso que dói em quem não aceita essa existência”, pontuou. “Eu pretendo sim deixar o outro ter luz na sociedade, ainda que ele seja muito diferente de mim. Quando eu trato essa pessoa com os pronomes que ela escolheu pra se definir, eu dou visibilidade a ela, eu reconheço que ela tem o direito de existir, e não uma existência apartada da sociedade, ignorada, varrida pra debaixo do tapete. Eu vou continuar tratando essas pessoas assim, e os incomodados podem ir se mudando”, concluiu a famosa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Paula Padrão (@anapaulapadraooficial)
Isabelle Drummond encerra contrato com a TV Globo
Isabelle Drummond vai encerrar seu contrato com a TV Globo no mês que vem. Na emissora há mais de 20 anos, a atriz é lembrada por papéis icônicos como a boneca de pano Emília, do seriado infantil “Sítio do Picapau Amarelo” (2001). Fora do ar desde 2019, a artista de “Verão 90” era uma incógnita na emissora e considerada “privilegiada” por ainda ter um contrato fixo com a líder de audiência. Contudo, sua saída já estava oficializada nos bastidores. Apesar de não ter seu contrato renovado, Isabelle poderá retornar à empresa através de acordos por obra. No entanto, a atriz tem o objetivo de focar mais no cinema e se aprimorar como intérprete. Isabelle Drummond fez novelas como “Laços de Família” (2000), “Caras e Bocas” (2009), “Cordel Encantado” (2011), “Cheias de Charme” (2012), “Sangue Bom” (2013), “Sete Vidas” (2015) e “Novo Mundo” (2017). A artista ainda participou do programa “Linha Direta” (2000) e elencou os fracassos “Geração Brasil” (2014) e “A Lei do Amor” (2016). Ela chegou a ser cotada para o elenco das atuais novelas “Terra e Paixão” e “Amor Perfeito”, mas sua escalação foi descartada. Recentemente, Isabelle Drummond participou do longa-metragem de comédia “Minha Família Perfeita” (2022).
“A Pequena Sereia” é principal estreia da semana nos cinemas
Em fase de blockbusters, os cinemas brasileiros recebem “A Pequena Sereia” em 1,4 mil salas, uma semana após “Velozes e Furiosos 10” chegar em 1,7 mil – e com “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e “Super Mario Bros. – O Filme” ainda fazendo boas bilheterias em cartaz. Apesar da falta de espaço para tudo isso, o circuito ainda recebe mais filmes, incluindo duas comédias americanas detonadas pela crítica dos EUA. Confira abaixo todas as estreias desta quinta (25/5). | A PEQUENA SEREIA | A versão live-action do longa que iniciou o renascimento da animação da Disney em 1989 chega aos cinemas com uma grande expectativa para cumprir. Sob comando de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), o remake traz novas músicas, espicha a história e adiciona nada menos que 50 minutos ao filme original, expandindo não apenas a personagem de Ariel (interpretada por Halle Bailey, da série “Grown-ish”), mas também o Príncipe Eric (Jonah Hauer-King, da minissérie “Little Women”, da BBC). O problema é que as músicas novas são fracas, a fotografia muito escura (em contraste com o brilho do desenho), as mudanças superficiais e a única inovação realmente evidente é a escalação de Halle Bailey. A atriz brilha no papel, contracenando com um elenco de peso que inclui Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) como a maligna Ursula e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como o Rei Tritão. Criticada em alguns quadrantes das redes sociais por ser uma Ariel negra, ela incorpora a personagem-título de forma perfeita e sua habilidade de cantar belamente canções como “Part of Your World” são o que fazem o musical contentar os fãs nostálgicos, ao mesmo tempo em que permite aos realizadores acreditarem estar atualizando a trama para a modernidade. | MEU PAI É UM PERIGO | A comédia gira em torno dos problemas de relacionamento entre o protagonista (Sebastian Maniscalco, de “Green Book: O Guia”) e seu pai (Robert De Niro, de “O Irlandês”). A trama acompanha Sebastian, um sujeito que está prestes a visitar a família rica da sua namorada (Leslie Bibb, de “O Legado de Júpiter”). Sem ter onde deixar o seu pai, ele acaba o levando na viagem. Uma vez lá, Salvo parece fazer de tudo para envergonhar o filho – chegando a matar o pavão de estimação da família da nora, para servi-lo no jantar. Mas, aos poucos, os dois começam a criar uma conexão que não existia antes. Considerado sem graça pela maioria da crítica, o filme dirigido por Laura Terruso (“Dançarina Imperfeita”) ainda conta com Kim Cattrall (“How I Met Your Father”), Anders Holm (“Inventando Anna”), David Rasche (“Succession”) e Brett Dier (“Jane the Virgin”) no elenco. | CAMPEÕES | Quem lembra do clássico “Nós Somos os Campeões” (1992) sabe o que acontece nessa história. Woody Harrelson (“Triângulo da Tristeza”) vive um ex-treinador de basquete condenado a treinar uma equipe Paraolímpica como parte de um serviço comunitário. Ao longo do filme, Marcus aprende a valorizar seu time, composto por indivíduos intelectualmente deficientes, e se torna menos egoísta, enquanto também aproveita para desenvolver um relacionamento com Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), intérprete da irmã de um dos jogadores. A comédia é o primeiro filme solo de Bobby Farrelly (“Debi e Lóide”) sem a parceria com seu irmão Peter Farrelly (que ficou sério e venceu o Oscar por “Green Book”). | MEU VIZINHO ADOLF | A comédia sombria traz o veterano ator britânico David Hayman (“Macbeth: Ambição e Guerra”) interpretando Polsky, um imigrante europeu de 70 anos vivendo em um país sul-americano em 1960. Sua vida tranquila é perturbada pela chegada de um misterioso alemão, “Sr. Herzog” (Udo Kier, de “Bacurau”), que ele suspeita ser ninguém menos que o próprio Adolf Hitler. Grande parte do filme gira em torno das tentativas de Polsky de provar a identidade do vizinho de forma bastante farsesca, mantendo o público em suspense sobre a verdade até os momentos finais. Embora a narrativa se desdobre puramente da perspectiva de Polsky, Kier comanda a tela como o enigmático Herzog, oscilando entre um valentão de pavio curto e um homem envelhecido tentando escapar de seu passado turbulento. A direção é do russo Leon Prudovsky (“Five Hours from Paris”). | VISÕES DE RAMSÉS | Ramsés é um habilidoso e popular vidente do multicultural bairro parisiense La Goutte d’Or. Quando uma gangue de crianças começa a aterrorizar os moradores, o equilíbrio do bairro e dos seus negócios é abalado. Até que um dia, ele tem uma visão de verdade. A trama levanta questionamentos sobre sua autenticidade: seria ele um charlatão ou alguém com um verdadeiro dom? Embora a obra não ofereça respostas simples, o diretor Clément Cogitore, com uma rica experiência em curtas-metragens, traz um olhar fresco e desconstruído à direção, colocando a câmera frequentemente a seguir o ator Karim Leklou (“O Mundo É Seu”), o que sugere uma presença invisível, quase sobrenatural, assombrando Ramsés. Além disso, o filme também explora o conceito do xamã moderno, uma ocupação que se tornou lucrativa e difundida na França, contextualizando a trama dentro de uma realidade socioeconômica específica. | DESTINO DAS SOMBRAS | Realizado há cinco anos, o terror capixaba só agora encontra espaço no circuito comercial cinematográfico. O filme de Klaus’Berg explora o tema do desaparecimento de crianças. A trama se desenrola quando dois amigos decidem passar um fim de semana em um sítio rural em Colatina para fugir de problemas familiares. No entanto, eles logo descobrem que o local possui um passado tenebroso. Enfrentando ameaças reais e questionando relatos sobrenaturais contados pelos moradores locais, os amigos acabam presos em uma história em que passado e presente se entrelaçam, revelando um destino sombrio. O elenco inclui Raphael Teixeira (“De Perto Ela Não é Normal”), Othoniel Cibien (“Os Incontestáveis”), Suely Bispo (“Velho Chico”), Thelma Lopes (“O Cemitério das Almas Perdidas”) e Markus Konká (“Mata Negra”). | SWORD ART ONLINE – PROGRESSIVE – SCHERZO DO CREPÚSCULO SOMBRIO | A sequência de “Ária de uma Noite sem Estrelas” (2021) acompanha a protagonista Asuna Yuuki em sua jornada mortal dentro de Sword Art Online. Na trama baseada na obra de Reki Kawahara, o primeiro VRMMORPG do mundo – versão de realidade virtual de um jogo que suporta uma quantidade infinita de jogadores online simultâneos, num ambiente de interação permanente – tornou-se um jogo da morte. Dez mil usuários encontram-se presos dentro do universo do game há dois meses. Asuna, que conseguiu vencer o primeiro nível do castelo flutuante de Aincrad, une-se a Kirito em sua jornada rumo ao último andar. Com a ajuda de Argo, a negociante de informações, vencer os níveis parecia ser tarefa fácil, mas… Então, começa um conflito entre duas das maiores equipes que deveriam estar unidas: o Esquadrão de Liberação de Aincrad (ALS) e a Brigada dos Cavaleiros Dragões (DKB). Nesta batalha mortal, uma ameaça que desafia qualquer estratégia se aproxima de Asuna e Kirito. | ROGER WATERS: THIS IS NOT A DRILL – LIVE PRAGUE | Transmissão ao vivo de um show da turnê de despedida de um dos fundadores da banda Pink Floyd, diretamente da O2 Arena em Praga, na República Tcheca. | TOMORROW X TOGETHER WORLD TOUR ACT – SWEET MIRAGE IN LA: LIVE VIEWING | Transmissão ao vivo do show da banda de K-pop Tomorrow x Together, diretamente de Los Angeles, EUA.
Nick Gehlfuss deixa “Chigago Med” após 8 temporadas
O ator Nick Gehlfuss, que interpreta o Dr. Will Halstead em “Chicago Med”, confirmou sua despedida da série, após aparecer pela última vez no episódio exibido noite de quarta-feira (24/5) nos EUA – que marcou o final da 8ª temporada. Ele havia avisado sobre seu pedido de demissão um mês antes da gravação de seu último episódio. Conforme o ator, oito anos é tempo demais para dar vida a um mesmo personagem. “São como duas graduações universitárias! Estou brincando ao dizer que basicamente obtive um doutorado em televisão”, comentou. Ele ainda conta que a primeira pessoa para quem ligou foi o criador do programa, Dick Wolf (“Law and Order”). “Para mim, era de extrema importância que ele ouvisse isso diretamente de mim. E a partir desse ponto, suponho que tenha ocorrido um efeito cascata”, explicou à revista Variety. Na série, ao deixar o hospital, seu personagem reencontrou-se com sua ex-noiva, Natalie, interpretada por Torrey DeVitto (“Evidências”). A atriz havia saído no final da 6ª temporada e voltou especialmente para a despedida de Gehlfuss. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ela afirmou que o final foi “realmente breve, doce e belo – exatamente como precisava ser”. Sua aparição havia sido mantida em segredo absoluto. “Ele fez a escolha de vir estar com ela em Seattle, onde ela está morando agora, e eles meio que caminham rumo ao pôr do sol e você pode presumir que eles vivem felizes para sempre”, contou a atriz. Embora o reencontro de Natalie e Will “pareça apropriado”, a retomada do casal nem sempre foi o plano. Assim que Gehlfuss informou à equipe criativa sobre sua saída, as discussões sobre um possível desfecho tiveram muitas opções diferentes. Mas ele ficou feliz com o desfecho realizado. “Foi um momento lindo, e espero que traga algum encerramento para os fãs. Porque esse relacionamento deu uma volta completa para Will e Natalie. Acho que Will estava buscando elementos de Natalie em todos os relacionamentos que se seguiram ao rompimento. Ele nunca realmente a superou”. Gehlfuss afirma que levará as lições de seu personagem consigo. “Nunca vou esquecer de me lembrar da lição que aprendi e que talvez Will Halstead não tenha aprendido, que é deixar suas questões pessoais fora do trabalho!”, prosseguiu. Ele ainda homenageou os fãs da série médica. “Não é segredo que, sem vocês, não teríamos empregos. Uma das coisas mais importantes que podemos oferecer uns aos outros é o nosso tempo. Portanto, agradeço a todos por seu tempo e seu apoio”, disse. Agora, ele pretende investir em novos personagens e mencionou o desejo de interpretar um cowboy. Mesmo assim, as portas continuam abertas para participações em “Chicago Med”. No último ano, o universo de One Chicago, composto também pelas séries “Chicago Fire” (2012) e “Chicago PD” (2014), passou por muitas mudanças no elenco, sendo que “Chicago Med” foi o que teve mais renovações. Brian Tee (“Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”), Guy Lockard (“Gotham”), Sarah Rafferty (“Suits”) e Asjha Cooper (“Negra como a Noite”) também deixaram seus papeis recentemente. “Chicago Med” é exibida no Brasil pelo canal pago Universal e está disponível nos serviços de streaming Globoplay e Prime Video.
Dubladora da Ariel original elogia “A Pequena Sereia” com Halle Bailey
A atriz e dubladora Jodi Benson, que deu voz à sereia Ariel em “A Pequena Sereia” (1989), elogiou a releitura em live-action da animação, que tem Halle Bailey (“Uma Dobra no Tempo”) como protagonista. Em entrevista à revista People nesta quarta-feira (24/5), Benson deu sua opinião sobre a modernização da obra original, que, segundo ela, reflete a sociedade atual. A dubladora comentou sobre o contexto da época em que o longa original foi criado. “Quando observamos nosso filme, começamos no estúdio em 1986 e fomos lançados em 1989. Os tempos mudam, as pessoas mudam, as culturas mudam”, argumentou Benson. “O que importa e o que é importante se transformam. E, como estúdio, precisamos fazer esses ajustes e levar em consideração o que está acontecendo ao nosso redor. Precisamos estar conscientes”, acrescentou. Benson atribuiu à adaptação em live-action o mérito de explorar mais profundamente os personagens e afirma que ela expande a história de formas que o original não permitia. O filme apresenta um elenco inclusivo, uma nova aparência para o personagem Linguado, mudanças nas letras e a exclusão da música “Filhas de Tritão”. “Eu realmente acredito que todas as nuances e sutis alterações aqui e ali são muito importantes”, afirmou ela. “É muito importante abordar o que está acontecendo neste momento em nosso mundo e torná-lo adequado para o nosso período de tempo, no qual nos encontramos atualmente nesta geração”, acrescentou. Apesar da distância de mais de 30 anos desde o lançamento da animação, Benson observou que o diretor Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”) ainda conseguiu prestar “homenagem à integridade” do filme de 1989, que, segundo ela, “simplesmente brilha de forma bela” e é “deslumbrante”. A dubladora destacou ainda que, mesmo sendo apegada à personagem original, ela sentiu-se encantada com o resultado da nova abordagem. Jodi tem apenas elogios para atuação de Bailey. “Eu adorei tudo o que ela fez com o filme”, disse. “Amo a atuação, amo o canto e o espírito puro. Seu amor pela personagem transparece. É uma performance simplesmente linda, belíssima”, aclamou. Halle Bailey tem sofrido ataques racistas desde que sua participação como protagonista foi divulgada. Nas críticas, supostos fãs da animação reclamam da mudança da etnia da sereia, alegando preferirem que o live-action retratasse a obra exatamente como era. O filme é escrito por David Magee (colega de Marshall em “O Retorno de Mary Poppins”), ao lado de John Musker (“Moana: Um Mar de Aventuras”), e o elenco ainda conta com Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Daveed Diggs (“Hamilton”) e Awkwafina (“A Despedida”). A nova versão de “A Pequena Sereia” estreia nesta quinta-feira (25/5) nos cinemas brasileiros.
Trailer de “Star Trek: Strange New Worlds” inclui versão live-action de “Lower Decks”
A Paramount+ divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Strange New Worlds”, que destaca cenas de ação, aventuras espaciais e curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks”. A prévia mostra as versões live-action dos personagens da animação a bordo da Enterprise, interpretadas por seus dubladores originais, Tawny Newsome (“Space Force”) e Jack Quaid (“The Boys”). Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção acompanha as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. Esta é a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). A estreia dos novos episódio está marcada para 15 de junho.
Roda do Tempo: 2ª temporada ganha imagens e data de estreia
A Amazon Prime Video divulgou as primeiras imagens e a data de lançamento da 2ª temporada de “Roda do Tempo”, série de fantasia estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). A 1ª temporada, com oito episódios, estreou em 2021 com muitas batalhas, monstros e diversos efeitos visuais. Adaptação de uma saga best-seller de Robert Jordan, “A Roda do Tempo” segue a feiticeira Moiraine (Pike), integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai, que parte numa aventura com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidad, incluindo um humilde fazendeiro, Rand al’Thor (Josha Stradowski, de “Instinto”), que descobre que é o Dragão Renascido – uma figura perigosa da história destinada a salvar o mundo… ou destrui-lo. O elenco também conta com Álvaro Morte (“La Casa de Papel”), Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. A 2ª temporada estreia em 1 de setembro. #TheWheelOfTime Season 2 arrives September 1. pic.twitter.com/ENs6ef6SQC — Prime Video (@PrimeVideo) May 24, 2023
Amazon encomenda adaptação de quadrinhos com astro de “Havaí Cinco-0”
A Amazon Prime Video encomendou a produção da série “Butterfly”, adaptação dos quadrinhos de mesmo nome criados por Arash Amel, que será estrelada por Daniel Dae Kim (“Lost”, “Havaí Cinco-0”). O thriller de seis episódios é um suspense que explora as dinâmicas familiares no mundo da espionagem. O enredo gira em torno de David Jung, um ex-agente da inteligência dos Estados Unidos que mora na Coreia do Sul e vê sua vida virar de cabeça para baixo quando as consequências de uma decisão de seu passado voltam para assombrá-lo, e ele se vê perseguido por uma jovem agente sociopata e letal designada para matá-lo. O produtor-roteirista Ken Woodruff (“O Mentalista”, “Gotham”) será o showrunner e é creditado como co-criador da série junto com o novato Steph Cha. “Butterfly” contará ainda com produção executiva de Daniel Dae Kim e do autor dos quadrinhos, Arash Amel, que tem carreira em Hollywood como roteirista de filmes como “Grace de Mônano” (2014) e “Uma Guerra Pessoal” (2018), e como produtor de “Zona de Combate” (2021) na Netflix. O projeto de “Butterfly”, começou a ser desenvolvido em fevereiro na Amazon, através de um acordo de prioridade com o serviço de streaming. A rápida encomenda ocorreu em meio a supostas pressões para Nick Pepper, diretor do setor de séries da Amazon nos Estados Unidos, entregar resultados em meio a um período oneroso de expansão. O executivo também tem acelerado o processo de produção do projeto de Nic Pizzolatto (“True Detective”), que inicialmente era uma ideia original, mas foi transformado em uma reinvenção televisiva do clássico cinematográfico “Sete Homens e um Destino” (2016). A imprensa americana ainda afirma que a Amazon também está formalizando pedidos de série para outros projetos, que devem ser anunciados nas próximas semanas.
Paramount+ renova “A Família Stallone” para 2ª temporada
“A Família Stallone” foi renovada para a 2ª temporada pela Paramount+. O reality mostra os bastidores do convívio entre o astro Sylvester Stallone (o Rocky) e seus familiares, mostrando sua rotina como um simples pai de família. A renovação foi anunciada apenas uma semana após a estreia da série, no dia 17 de maio, quando bateu recordes de audiência no streaming, tornando-se a estreia mais bem-sucedida de um reality na Paramount+ – de acordo com a própria plataforma. Apesar disso, a empresa não informou números. O programa segue a linha de outros realities que mostram a rotina de celebridades no ambiente familiar. Com oito episódios, a série mostra o cotidiano de Stallone, sua esposa Jennifer Flavin Stallone e suas filhas, Sophia, Sistine e Scarlet. A 1ª temporada abordou o quase divórcio de Sylvester e Jennifer, que são casados desde 1997, e mostrou as filhas lidando com os dramas de seus respectivos relacionamentos amorosos. A produção apresenta Jennifer Flavin Stallone como uma “empreendedora astuta e co-proprietária da marca de bem-estar Serious Skin Care”. Já a primogênita Sophia declara que não tem interesse em seguir os passos de seu pai, embora coapresente um podcast, intitulado “Unwaxed”, ao lado de Sistine. Sistine Stallone é uma atriz e modelo e está atualmente em fase de desenvolvimento de seu primeiro longa-metragem. E a filha mais jovem, Scarlet, está se mudando para seu próprio apartamento na faculdade. Desde criança, ela tem se dedicado a trilhar os mesmos passos de seu pai e se tornar uma atriz, e agora está atuando ao lado de Stallone em “Tulsa King”. “A Família Stallone” é produzida pelos estúdios de entretenimento da MTV, com Benjamin Hurvitz (“The Little Couple”) e Nadim Amiry (“Brew Dogs”) como produtores executivos. Os episódios são disponibilizados todas as quartas na Paramount+ e ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada.
Bill Lee, pai e compositor dos filmes de Spike Lee, morre aos 94 anos
O compositor e baixista de jazz Bill Lee, pai de Spike Lee, faleceu nesta quarta (24/5) em Nova York, aos 94 anos. Bill compôs as trilhas sonoras dos filmes do diretor antes de uma briga entre eles encerrar a parceria profissional. O vencedor do Oscar confirmou a informação em seu Instagram, compartilhando um link para o obituário dele no jornal americano New York Times. Bill Lee gravou participações em mais de 250 álbuns e trabalhou com astros como Bob Dylan, Aretha Franklin, Duke Ellington, Simon & Garfunkel e Harry Belafonte. Entre as trilhas que ele fez para o filho, incluem-se “Ela Quer Tudo” (1986) e o sucesso “Faça a Coisa Certa” (1989). Mas logo após “Mais e Melhores Blues” (1990), o desentendimento entre pai e filho interrompeu a relação profissional. Em 1992, Spike Lee revelou à revista Esquire que eles “não podiam mais colaborar juntos” e mencionou ter dificuldades em se entender com a segunda esposa do pai, Maria. A primeira esposa, Jacquelyn (a mãe de Spike), faleceu em 1976. Meses antes, Bill foi preso por posse de heroína e solicitou um empréstimo ao filho, mas Spike recusou. Por conta disso, Bill afirmou que não possuía mais nenhum vínculo com seu filho. “Não nos falamos há dois anos”, disse. O músico ainda comentou que se sentia grato por ter sido preso. “Isso me despertou. Entorpecentes não faziam parte da minha vida até que eu completasse 40 anos”, revelou. “As pessoas lembram de você pelo trabalho que você realiza”, acrescentou. Segundo Spike Lee, seu filme “Uma Família de Pernas pro Ar” (1994) era “muito, muito, muito vagamente baseado” em sua infância ao lado de seu pai. Seus irmãos Cinqué e Joie, que trabalharam juntos na série “Ela quer Tudo” (2017) contribuíram com o roteiro daquele filme, estrelado por Alfre Woodard (“Annabelle”) e Delroy Lindo (“O Núcleo: Missão ao Centro da Terra”) como pais de cinco filhos no Brooklyn, Nova York, em 1973. Quando o pai perde seu emprego, suas vidas se tornam complicadas. Em 2009, Spike e Bill se encontraram publicamente em uma exibição comemorativa de 20 anos do filme “Faça a Coisa Certa” no New York City’s Directors Guild of America Theater, na cidade de Nova York, onde chegaram a posar juntos no tapete vermelho. Eles se reuniram novamente para um evento de comemoração do 25º aniversário do filme, realizado no Teatro Harvey da Academia de Música do Brooklyn em 2014. Spike Lee publicou uma homenagem ao pai no Instagram, ao lado de uma foto dos anos 1960, em que ele aparece ao lado de Bob Dylan. “Meu pai, Bill Lee, tocou baixo na música clássica de Bob Dylan, ‘It’s All Over Now, Baby Blue’, em seu álbum ‘Bringing It All Home’. Esta manhã, 24 de maio, meu pai fez sua transição. Hoje também é a data de nascimento de Bob Dylan. Hoje também é a data de nascimento de Jackson Lewis Lee, que é meu filho e de Tonya Lewis Lee, irmão de Satchel Lee e neto do papai. Também devo dar amor à nossa irmã Tina Turner, que nos deixou hoje em 24 de maio de 2023. Meu Deus. Que dia. A família Lee agradece a todos por suas sinceras condolências”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee)
Kristen Stewart e Elle Fanning vão estrelar novo filme de Karim Aïnouz
Kristen Stewart (“Spencer”), Elle Fanning (“The Great”) e Josh O’Connor (“The Crown”) foram anunciados como protagonistas de “Rosebushpruning”, o próximo longa do diretor brasileiro Karim Aïnouz (“A Vida Invisível”). A trama será uma releitura do drama psicológico clássico “De Punhos Cerrados” (1965), do diretor italiano Marco Bellochio. A nova versão será escrita pelo roteirista grego Efthimis Filippou (“Piedade”). Aïnouz anunciou o longa durante o Festival de Cannes, explicando a importância do filme original. Ele apontou que a obra de Bellochio teve um grande impacto no cinema italiano e na narrativa da época. “Estou animado por colaborar com Efthimis Filippou para revisitar este trabalho icônico para criar uma parábola contemporânea sobre a morte da família patriarcal tradicional – que espero que seja tocante e provocativa em medidas iguais”, declarou. “Rosebushpruning” é descrito como uma sátira sombria que aborda valores familiares e sociais. A trama gira em torno de um jovem que sofre de epilepsia e planeja os assassinatos de sua família disfuncional. Combinando elementos psicológicos e crítica social, o filme será a segunda obra em inglês do cineasta brasileiro. Ainouz está em Cannes para acompanhar a première de “Firebrand”, seu primeiro filme falado em inglês e com um elenco internacional, encabeçado por Alicia Vikander (“Tomb Raider: A Origem”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”). Em 2019, o diretor brasileiro foi vencedor da mostra Um Certo Olhar, em Cannes, pelo filme “A Vida Invisível”. As filmagens de “Rosebushpruning” estão programadas para o próximo ano. Até o momento, Stewart, Fanning e O’Connor são os únicos nomes confirmados no elenco.
Margot Robbie encerra sigilo e revela história de “Barbie”
O aguardado filme live-action de “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), tem gerado altas expetativas entre o público. Embora esteja perto de chegar aos cinemas, sua história vinha sendo mantida em sigilo para aumentar ainda mais a curiosidade dos espectadores. Até que a interprete da boneca, Margot Robbie, decidiu contar tudo numa entrevista para a revista Vogue, publicada nesta quarta (24/5). Segundo a atriz, a trajetória da personagem no filme é sobre entender sua própria moralidade, o que a faz fugir para a realidade do mundo humano. “Você sabe como você tem uma voz em sua cabeça o tempo todo?” diz Robbie, mencionando o superego, também chamado de consciência. “Essa mulher, ela não tem aquela voz na cabeça”. Na entrevista, Robbie contou que Barbie deixa sua bela vila porque começa a se perguntar sobre sua própria mortalidade. Depois de apresentar suas dúvidas e preocupações para as amigas, ela começa a se comportar menos como boneca, o que faz com que todos ao seu redor a olhem como se ela não fosse normal. Então, ela decide se aventurar fora do mundo Barbie, presumivelmente para obter respostas. Mas Ken (Ryan Gosling) entra furtivamente em seu carro para acompanhá-la. Durante suas aventuras no mundo humano, Barbie terá que aprender como as pessoas realmente morrem, e como o estilo de vida a que ela estava acostumada em sua casa habitada por bonecas não é nada parecido com as coisas pelas quais as pessoas comuns passam todos os dias. Ela ainda cruza com um alto executivo de uma empresa de brinquedos, interpretado por Will Ferrell. Atuando também como produtora do longa, Robbie explicou o processo de criar camadas para a personagem, incluindo sua sexualidade. “Ela é uma boneca de plástico. Ela não tem órgãos. Se ela não tem órgãos, ela não tem órgãos reprodutivos. Se ela não tivesse órgãos reprodutivos, ela sentiria desejo sexual? Não, acho que ela não conseguiria”, refletiu. “Ela é sexualizada. Mas ela nunca deve ser sexy. As pessoas podem projetar sexo nela”, explica a atriz. “Sim, ela pode usar saia curta, mas porque é divertido e rosa. Não porque ela queria que você veja a bunda dela”. O longa deve se aprofundar nesses e outros debates sobre a personagem. E Robbie diz que, por mais que quisesse honrar o legado da boneca da Mattel, foi preciso reconhecer que há muitas pessoas que criticam o estereótipo que ela carrega. “Eles odeiam ativamente a Barbie. E tem um problema sério com a Barbie. Precisávamos encontrar uma maneira de reconhecer isso”, revelou. Em outra entrevista recente, a atriz confessou ter duvidado que o filme realmente saísse do papel. “A primeira vez que li o roteiro de ‘Barbie’, minha reação foi dizer: ‘nossa, isso é tão bom, pena que nunca vai acontecer, porque os produtores de Hollywood nunca vão nos deixar fazer um filme assim, mas eles deixaram!”. O grandioso elenco do filme também inclui Ryan Gosling (“Blade Runner 2049”), Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), Helen Mirren (“A Rainha”), Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”), Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Emma Mackey (“Sex Education”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Hari Nef (“País da Violência”), Nicola Coughlan (“Bridgerton”), Emerald Fennell (“The Crown”), Issa Rae (“Insecure”), Ncuti Gatwa (“Sex Education”), Ritu Arya (“The Umbrella Academy”) e até a cantora Dua Lipa. A estreia está marcada para 20 de julho nos cinemas brasileiros, um dia antes de seu lançamento nos EUA. Confira abaixo o trailer da atração.
Heartstopper: Netflix revela primeiras imagens da 2ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Heartstopper”, baseada nas graphic novels homônimas de Alice Oseman. A 2ª temporada será baseada no terceiro livro e foca no amadurecimento do relacionamento entre Nick e Charlie, interpretados respectivamente por Kit Connor e Joe Locke. Na trama, os estudantes da série estão próximos da formatura, viajam para Paris e percebem que têm muito a conciliar nessa nova fase da vida, do amor e da amizade. O enredo também se aprofundará o transtorno alimentar de Charlie e mostrará como ele lida com o bullying e a homofobia. Além disso, outros personagens vão ter destaque. Entre eles, Imogen, interpretada por Rhea Norwood (“Consent”), que passará a cuidar mais de si mesma e a impor-se mais diante dos meninos. Elle, vivida por Yasmin Finney (“Mars”), se mostrará mais confiante, rodeando-se de pessoas que a colocam para cima. David Nelson (Jack Barton, de “Chronic”), o irmão homofóbico de Nick, também aparecerá nesta temporada. A temporada apresenta ainda novos personagens, como a Sahar e o Professor Farouk, que serão interpretados, respectivamente, pela estreante Leila Khan e por Nima Taleghani (“Femme”), sem esquecer um aluno novo chamado James McEwan, vivido pelo estreante Bradley Riches. “Prosseguir com a narrativa de Nick, Charlie e o restante da turma de ‘Heartstopper’ na 2ª temporada tem sido um privilégio absoluto”, afirmou o produtor executivo Patrick Walkers (“A Serpente de Essex”). “Alice Oseman e eu tivemos a oportunidade de testemunhar a evolução das performances dos atores em todos os aspectos, e esta temporada é tão emocionante devido ao trabalho incrível deles. Prepare-se!”, concluiu. Escrita e criada por Oseman, com direção de Euros Lynn (“Armadilha Mortal”), a série retorna no dia 3 de agosto e sua 3ª temporada já está confirmada. CONTANDO OS DIAS PRA PARIS!!!!! A 2ª temporada de Heartstopper estreia dia 3 de agosto. 🍂 pic.twitter.com/XKoONlUqAX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 24, 2023












