MC Cabelinho é processado por pular sobre crianças em evento
MC Cabelinho foi processado por pular sobre o público do evento “The Choice”, realizado em julho de 2022 na cidade do Rio de Janeiro. Na ocasião, o cantor desmaiou em cima da plateia juvenil e precisou ser resgatado pelos seguranças da atração. A produtora The Choice Teen Eventos Ltda. não aprovou a atitude do músico e alegou que a situação teria causado danos à imagem do evento, que possui um público adolescente, entre 12 e 17 anos. Na ação, a empresa pede uma indenização no valor de R$ 48,8 mil. Até o momento, MC Cabelinho não comentou sobre o processo judicial. Más decisões Após o incidente, MC Cabelinho reconheceu que o resultado não saiu como ele esperava: “Mano, vocês não sabem o que aconteceu. […] Eu inventei de pular no público, mas dessa vez deu ruim de verdade. Veio uma multidão de crianças em cima de mim.” “Quando eu menos esperei, já tinha criança debaixo de mim. Uma multidão ali, e eu não estava conseguindo subir de jeito nenhum. E tinha criança debaixo de mim pedindo socorro. Mano, foi cena de terror ali. Com todo respeito, fiquei com falta de ar, tá ligado? Desmaiei”, ele relatou no Instagram. Por fim, o músico se desculpou com os envolvidos e botou culpa na emoção: “Peço desculpa. […] O público estava lindo, a gente fica empolgado. Os seguranças vieram rápido para me ajudar ali. O bagulho é sério”
Ex-diretor da Sony faz novas acusações sobre viúva de Gal Costa
André Pacheco, ex-gerente de marketing da Sony, revolveu se pronunciar após a repercussão das graves acusações contra Wilma Petrillo. Segundo ele, a viúva de Gal Costa teria boicotado contratos e vetado clipes no período em que ela era contratada da gravadora. Em entrevista à revista Quem, Pacheco contou que os conflitos surgiram durante a divulgação do disco “Estratosférica” (2015), quando ele era responsável pela promoção do projeto e das vendas da turnê homônima. “Ninguém queria o projeto, mesmo que fosse maravilhoso, por causa dela [da viúva], mas conseguimos. Quando Gal chegou [na gravadora], começamos a ter vários problemas por causa de contrato, com Wilma, o que pode e o que não pode, mas a Gal sempre só sabia de metade da história”, ele detalhou. Pacheco contou que teria ameaçado desistir do projeto de Gal por conta da má convivência com a viúva. O empresário ainda destacou as tentativas de boicotar a presença de Wilma nas reuniões da gravadora. “Eu via ela fazendo muitas coisas horrorosas. Mas, pra preservar minha relação com a Gal, eu preservava a minha relação com a Wilma. E, nesse meio tempo, a gente combinou que a Wilma não iria frequentar as minhas reuniões. […] Quando a Wilma ia, eu não fazia a reunião”, afirmou o ex-empresário. “Porque tudo o que a gente combinava ou a Wilma não fazia ou não assinava o contrato. A Gal estava com uma empresária que não conseguia vender show, porque ninguém mais contratava ela por causa da Wilma. […] Só que era assim. Tudo que a gente decidia ‘agora’, daqui três horas, quando ela chegava em casa, Gal me falava: ‘Ai, Pacheco, não vai rolar’. […] Era sempre a Wilma por trás.” Mais acusações O ex-empresário ainda destacou que Wilma Petrillo não estava preocupada com os planos da carreira de Gal Costa: “Não existia diálogo. O presidente da época [da Sony] realmente não falava mais com a Wilma. […] A gente fazendo notas de show, contratos de turnê e ela fazendo a apática, vendendo um show paralelo de voz e violão, como está na matéria da Piauí.” A partir daí, a cantora teve sua parceria com a gravadora abalada por conta de acreditar que a empresa não estava empenhada nos negócios. “A gravadora se distanciou 90%. Só não foi 100%, porque eu era o conector. Eu era gerente de marketing e em especial isso nunca tinha acontecido. A gente resolveu investir no projeto. E neste investimento, eu terminei sendo o empresário dela via gravadora”, afirmou. André Pacheco disse ter sido responsável por dois clipes de Gal Costa, que foram vetados pela esposa da artista posteriormente. Um deles era de “Quando Você Olha Pra Ela”, de autoria da Mallu Magalhães, feito com orçamento de R$ 90 mil. “Tava tudo lindo, pronto, autorizado. Ficou só entre eu, Gal, Wilma e Marcus Preto [produtor]. A Gal pirou, adorou, achou que estava lindo. Mas quem assinava era a Wilma e e ela não autorizou a liberação. Quando viu, não foi bem assim que ela disse, mas disse: ‘Se tiver travestis, não entra’. Eu disse: ‘Mas Wilma, não tem travestis. É estética agênero’. Ela: ‘Travestis’.” “Esse primeiro eu não sei te falar precisamente se a propriedade dele chegou a ser da Sony por conta disso, dos contratos. (…) Aí gravamos outro clipe, no palco, de drone. Ficou maravilhoso, mas não foi lançado porque a Wilma disse que ‘a Gal não estava bonita’.” Gota d’água O empresário relembrou que, em meio a veto dos projetos, a situação com Wilma teve um estopim: “Tirei dois meses de licença. A empresa perguntou se eu teria condições de pelo menos cuidar da Gal, já que ninguém tinha condições de lidar com a Wilma.” “Neste meio tempo, vou falar de uma maneira bem suave, mas interprete como quiser. A gravadora demitiu a Gal por conta da Wilma, porque ela não assinava nenhum contrato, não cumpria nenhuma norma e a Gal era a vítima. A Gal sempre foi a vítima”, destacou Pacheco.
Nicolas Cage dá surra em bandidos no trailer de “The Retirement Plan”
A Falling Foward Films divulgou pôster e o primeiro trailer da comédia de ação “The Retirement Plan” (“O Plano de Aposentadoria”, em tradução livre), estrelada por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Na prévia, Cage volta às origens em cenas de ação e mostra suas habilidades de luta enfrentando bandidos sem dó. A trama apresenta Ashley (Ashley Greene, de “Crepúsculo”) e sua filha, que se envolvem em um empreendimento criminoso que coloca suas vidas em risco. Ela então decide recorrer à única pessoa que pode ajudá-las – seu pai distante (Nicolas Cage), um ex-surfista aparentemente debilitado. O reencontro que seria emocionante acaba sendo bastante breve, pois logo são perseguidos pelo chefe da quadrilha e seu tenente. Por outro lado, os bandidos acabam apanhando mais do que esperavam, já que Matt não é o personagem preguiçoso que aparenta ser. Cage de volta a ação “Sou extremamente grato a Nic e ao resto do elenco, e poder assistir a este filme nos cinemas é a realização de um sonho de infância”, declarou o diretor Tim Brown (“A Criatura Sombria”). . “Este filme está destinado a ser mais um clássico de ação e comédia de Nic Cage”, acrescentou Scott Kennedy, presidente da Falling Forward Films. “Somos grandes defensores da experiência cinematográfica e não há nada melhor do que o público poder vivenciar as risadas e as emoções de ‘The Retirement Plan’ na telona”. O elenco ainda conta com Thalia Campbell (“Cachorrinhos do Outro Mundo”), Jackie Earle Haley (“Alita: Anjo de Combate”), Ron Perlman (“Transformers: O Despertar das Feras”), Joel David Moore (“Avatar: O Caminho da Água”), Grace Byers (“Harlem”) e Ernie Hudson (“Ghostbusters – Mais Além”). “The Retirement Plan” chega aos cinemas dos Estados Unidos a partir de 25 de agosto, ainda sem estreia confirmada no Brasil.
Milan Kundera, autor de “A Insustentável Leveza do Ser”, morre aos 94 anos
O romancista tcheco Milan Kundera faleceu na última terça-feira (11/7) em Paris, na França, aos 94 anos. A notícia foi divulgada pela editora francesa Gallimard nesta quarta-feira (12/7). O veículo informou que a morte do autor veio em decorrência de uma doença prolongada, que não foi especificada. Ao longo da carreira, Kundera ficou conhecido pelas suas sátiras de regimes totalitários e ironias sombrias misturadas com reflexões filosóficas que exploraram a condição humana. Sua primeira obra, intitulada “A Brincadeira”, foi publicada no ano de 1967 em meio ao regime comunista da Tchecoslováquia. O livro criticava a política do país e foi banido diante da repressão. Ele encontrou na escrita uma forma de enfrentar as autoridades de sua terra natal com suas visões reformistas. Já no ano de 1979, ele teve sua cidadania tchecoslovaca revogada, e ela só foi recuperada em 2019 na atual República Tcheca. Com isso, o autor se exilou na França em 1975, onde permaneceu até sua morte. Seu maior sucesso editorial foi “A Insustentável Leveza do Ser”, publicado em 1984. A obra oi um sucesso global e ganhou traduções em diversos países. O livro contava a história de um cirurgião que tem sua vida afetada pela invasão soviética na Tchecoslováquia, durante a Primavera de Praga. Diante do prestígio, a história chegou a ganhar uma versão nos cinemas em 1988. Com mais de dez romances publicados, seu último lançamento foi feito em 2014, o livro “A Festa da Insignificância”. Outras obras de destaque do autor foram “A Valsa dos Adeus” (1976), “O Livro do Riso e do Esquecimento” (1978), “A Imortalidade” (1990), “A Lentidão” (1995), “A Identidade” (1997) e “A Ignorância” (2000). Exílio na França Nascido na cidade de Brno em 1929, Kundera despertou seu interesse pela literatura ainda no colégio, onde começou a escrever poemas. Após o fim da 2ª Guerra Mundial, ele ingressou na Charles University em Praga. Não demorou muito e também entrou para o Partido Comunista, mas foi expulso logo em seguida pela sua perspectiva reformista. Na década de 1960, ele lecionou em uma escola de cinema e lançou o polêmico “A Brincadeira” (1967). Com a repressão sobre o seu retrato contundente do regime comunista da Tchecoslováquia, o autor partiu para a França. Durante o exílio, manteve uma relação fria com sua nacionalidade, escrevendo suas novas obras em francês e até impedindo que alguns de seus romances fossem traduzidos para o tcheco. Em 1979, publicou seu primeiro romance como emigrado, intitulado “O Livro do Riso e do Esquecimento”. A obra é uma história escrita em sete partes que mostrava o poder dos regimes totalitários de apagar partes da história e criar um passado alternativo. A partir daí, ele começou a ganhar mais notoriedade internacional. Apesar disso, ele nunca cortou completamente o vínculo com sua herança tcheca, já que grande parte de suas histórias se passavam no país. Após o fim do regime comunista em 1989, ele entrou poucas vezes às escondidas no país para visitar amigos e familiares. Com poucos pronunciamentos ao longo da carreira, ele se manteve longe do olhar público e defendia que os escritores deveriam se expressar através de suas obras. Obras de destaque e adaptações no cinema Publicado pela primeira vez em 1984, o livro “A Insustentável Leveza do Ser” foi um sucesso global imediato e reimpresso em dezenas de idiomas. A trama acompanha Tomas, um cirurgião checo e mulherengo dividido entre sua esposa, que deseja um relacionamento monogâmico, e uma sedutora pintora com quem ele se encontra regularmente para sexo. Após a invasão soviética, o protagonista politicamente tagarela é proibido de trabalhar como médico e se torna um lavador de janelas. A obra ganhou uma versão cinematográfica em 1988, dirigida por Philip Kaufman e estrelada por Daniel Day-Lewis, Juliette Binoche e Lena Olin. O longa foi um grande sucesso e recebeu duas indicações ao Oscar, por roteiro adaptado e cinematografia. Dentre as vitórias, Kaufman ganhou um BAFTA pelo roteiro da adaptação. Antes disso, outras obras do autor também ganharam adaptações nos cinemas e na televisão tcheca. Dentre estas, “A Brincadeira” (1969), de Jaromil Jires, e que Kundera ajudou a adaptar. Ele também contribuiu com roteiros para os longas-metragens como “Nobody Will Laugh” (1965), dirigido por Hynek Bocan, e “Já, truchlivý buh” (1969), de Antonín Kachlík. Tudo isso antes de ser forçado a abandonar o país. Prêmios e reconhecimentos Aclamado pela crítica e pelo público, os contextos progressistas de suas obras foram reconhecidos em premiações da literatura ao longo dos anos. O grande destaque vai para as diversas indicações que recebeu ao prêmio Nobel de Literatura, embora nunca tenha conseguido ganhar. Por outro lado, conquistou o Prix Europa-Litterature pelo conjunto de sua obra. Em 1973, seu livro “Life Is Elsewhere” ganhou o cobiçado Prix Medicis da França de Melhor Romance Estrangeiro, enquanto “The Farewell Party”, uma farsa sexual moderna ambientada em um spa do leste europeu, ganhou o Premio Mondello da Itália em 1978.
“Succession” e “The Last of Us” lideram indicações do Emmy 2023
A lista de indicados ao Emmy Awards 2023 foi anunciada nesta quarta-feira (12/7) pela atriz Yvette Nicole Brown e pelo produtor Frank Scherma, diretor da Academia de Artes e Ciências Televisivas. O streaming HBO Max marcou presença de peso na edição deste ano com as produções de “The White Lotus” e “A Casa do Dragão”. A plataforma ainda fez história com a liderança de “Succession”, que recebeu – apenas – 27 indicações em diversas categorias. A série “The Last of Us” também entrou para a história após se tornar a primeira adaptação live-action de game a conquistar um grande número de nomeações numa premiação. A produção recebeu o total de 24 indicações, incluindo para os atores Pedro Pascal e Bella Ramsey. Logo atrás, veio a trama de “Ted Lasso” que recebeu um total de 21 indicações, entre elas Melhor Série, Melhor Roteiro e Melhor Direção de Série de Comédia. A produção exibida no Apple TV deve bater de frente com “Wandinha”, de Jenna Ortega, na competição. Uma das grandes novidades da premiação foi “O Urso”, que também foi lembrada na disputa de Melhor Série de Comédia e conseguiu mais três indicações para seu elenco, incluindo para o protagonista Jeremy Allen White. Entre as minisséries, “Daisy Jones & the Six”, “Treta”, “Dahmer: Um Canibal Americano” e “A Nova Vida de Toby” disputam o prêmio com “Obi-Wan Kenobi”, a série derivada de “Star Wars”. Ao contrário do que se esperava, a produção de “Mulher-Hulk” da Marvel não obteve nenhuma indicação na premiação deste ano. Entre os destaques, o ator Ray Liotta recebeu uma indicação póstuma como Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie por sua atuação em “Black Bird”, da Apple TV+. Data da cerimônia A premiação do Emmy 2023 está prevista para acontecer no dia 18 de setembro, em Los Angeles, porém a cerimônia poderá ser remarcada, devido a greve do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês), que pode ganhar reforço do Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA), numa paralisação ainda esta semana. A Academia de Artes e Ciências Televisivas, que organiza a premiação, estuda a possibilidade de adiar o evento para novembro de 2023. Já a emissora norte-americana Fox, responsável pela transmissão, prefere que a cerimônia ocorra apenas em janeiro de 2024. Até o momento, não foi definido se o suposto adiamento do Emmy 2023 terá impactos na janela de votação dos indicados. Veja a lista de indicados das principais categorias abaixo. MELHOR SÉRIE DE DRAMA “Andor” “Better Call Saul” “The Crown” “A Casa do Dragão” “The Last of Us” “Succession” “The White Lotus” “Yellowjackets” MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA “Abbott Elementary” “Barry” “The Bear” “Jury Duty” “A Maravilhosa Sra. Maisel” “Only Murders in the Building” “Ted Lasso” “Wandinha” MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLÓGICA “Treta” “Dahmer: Um Canibal Americano” “Daisy Jones & the Six” “A Nova Vida de Toby” “Obi-Wan Kenobi” MELHOR TELEFILME “Dolly Parton’s Mountain Magic Christmas” “Orgulho & Sedução” “Abracadabra 2” “O Predador: A Caçada” “Weird: The Al Yankovic Story” MELHOR PROGRAMA DE COMPETIÇÃO “The Amazing Race” “RuPaul’s Drag Race” “Survivor” “Top Chef” “The Voice” MELHOR TALK SHOW “The Late Show with Stephen Colbert “Late Night with Seth Meyers” “Jimmy Kimmel Live” “The Daily Show with Trevor Noah” “The Problem with Jon Stewart” MELHOR PROGRAMA DA VARIEDADES “A Black Lady Sketch Show” “Last Week Tonight With John Oliver” “Saturday Night Live” MELHOR SÉRIE ANIMADA “Bob’s Burgers” “Entergalactic” “Primal” “Rick & Morty” “Os Simpsons” MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness, por “Queer Eye” Nicole Byer, por “Mandou Bem” Padma Lakshmi, por “Top Chef” Amy Poehler, Maya Rudolph, por “Baking It” RuPaul Charles, por “RuPaul’s Drag Race” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA Jeff Bridges, por “The Old Man” Brian Cox, por “Succession” Kieran Culkin, por “Succession” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Pedro Pascal, por “The Last of Us” Jeremy Strong, por “Succession” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Jason Segel, por “Shrinking” Martin Short, por “Only Muders in the Building” Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Jeremy Allen White, por “The Bear” MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Taron Egerton, por “Black Bird” Kumail Nanjiani, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Evan Peters, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Daniel Radcliffe, por “Weird: The Al Yankovic Story” Michael Shannon, por “George & Tammy” Steven Yeun, por “Treta” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA Sharon Horgan, por “Bad Sisters” Melanie Lynskey, por “Yellowjackets” Elisabeth Moss, por “The Handmaid’s Tale” Bella Ramsey, por “The Last of Us” Keri Russell, por “A Diplomata” Sarah Snook, por “Succession” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA Christina Applegate, por “Disque Amiga Para Matar” Rachel Brosnahan, por “A Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, por “Abbott Elementary” Natasha Lyonne, por “Poker Face” Jenna Ortega, por “Wandinha” MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lizzy Caplan, por “A Nova Vida de Toby” Jessica Chastain, por “George & Tammy” Dominique Fishback, por “Swarm” Kathryn Hahn, por “Tiny Beautiful Things” Riley Keough, por “Daisy Jones and the Six” Ali Wong, por “Treta” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA F. Murray Abraham, por “The White Lotus” Nicholas Braun, por “Succession” Michael Imperioli, por “The White Lotus” Theo James, por “The White Lotus” Matthew Macfayden, por “Succession” Alan Ruck, por “Succession” Will Sharpe, por “The White Lotus” Alexander Skarsgard, por “Succession” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Anthony Carrigan, por “Barry” Phil Dunster, por “Ted Lasso” Brett Goldstein, por “Ted Lasso” Anazib Freevee, por “Jury Duty” Ebon Moss-Bachrach, por “O Urso” Tyler James Williams, por “Abbott Elementary” Henry Winkler, por “Barry” MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Murray Bartlett, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Paul Walter Hauser, por “Black Bird” Richard Jenkins, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Joseph Lee, por “Treta” Ray Liotta, por “Black Bird” Young Mazino, por “Treta” Jesse Plemons, por “Amor & Morte” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA Jennifer Coolidge, por “The White Lotus” Elizabeth Debicki, por “The Crown” Meghann Fahy, por “The White Lotus” Sabrina Impacciatore, por “The White Lotus” Aubrey Plaza, por “The White Lotus” Rhea Seehorn, por “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, por “Succession” Simona Tabasco, por “The White Lotus” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Sheryl Lee Ralph, por “Abbott Elementary” Hannah Waddingham, por “Ted Lasso” Ayo Edebiri, por “O Urso” Janelle James, por “Abbott Elementary” Alex Borstein”, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Juno Temple, por “Ted Lasso” Jessica Williams, por “Falando a Real” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Annaleigh Ashford, por “Bem-Vindos ao Clube da Sedução” Maria Bello, por “Treta” Claire Danes, por “A Nova Vida de Toby” Camila Morrone, por “Daisy Jones & the Six” Niecy Nash-Betts, por “Dahmer: Um Canibal Americano” Merritt Wever, por “Tiny Beautiful Things” MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE DRAMA Murray Bartlett, por “The Last of Us” James Cromwell, por “Succession” Lamar Johnson, por “The Last of Us” Arian Moayed, por “Succession” Nick Offerman, por “The Last of Us” Keivonn Montreal Woodard, por “The Last of Us” MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE COMÉDIA Jon Bernthal, por “O Urso” Nathan Lane, por “Only Murders in the Building” Oliver Platt, por “O Urso” Sam Richardson, por “Ted Lasso” Luke Kirby, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Pedro Pascal, por “Saturday Night Live” MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE DRAMA Hiam Abbass, por “Succession” Cherry Jones, por “Succession” Melanie Lynskey, por “The Last of Us” Storm Reid, por “The Last of Us” Anna Torv, por “The Last of Us” Harriet Walter, por “Succession” MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE COMÉDIA Becky Ann Baker, por “Ted Lasso” Quinta Brunson, por “Saturday Night Live” Taraji P. Henson, por “Abbott Elementary” Judith Light, por “Poker Face” Sarah Niles, por “Ted Lasso” Harriet Walter, por “Ted Lasso” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA Benjamin Caron, por “Andor” Dearbhla Walsh, por “Bad Sisters” Peter Hoar, por “The Last of Us” Andrij Parekh, por “Succession” Mark Mylod, por “Succession” Lorene Scafaria, por “Succession” Mike White, por “The White Lotus” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Christopher Storer, por “O Urso” Amy Sherman-Palladino, por “Maravilhosa Sra. Maisel” Mary Lou Belli, por “The Ms. Pat Show” Declan Lowney, por “Ted Lasso” Tim Burton, por “Wandinha” MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lee Sung Jin, por “Treta’ Jake Schreier, por “Treta’ Carl Franklin, por “Dahmer – Monstro: A História de Jeffrey Dahmer” Paris Barclay, por “Dahmer – Monstro: A História de Jeffrey Dahmer” Valerie Faris e Jonathan Dayton, por “Fleishman Is In Trouble” Dan Trachtenberg, por “Prey” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA Beau Willimon, por “Andor” Sharon Horgan, Dave Finkel e Brett Baer, por “Bad Sisters” Gordon Smith, por “Better Call Saul” Peter Gould, por “Better Call Saul” Craig Mazin, por “The Last of Us” Jesse Armstrong, por “Succession” Mike White, por “The White Lotus” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA Bill Hader, por “Barry” Christopher Storer, por “O Urso” Mekki Leeper, por “Jury Duty” John Hoffman, Matteo Borghese e Rob Turbovsky, por “Only Murder in the Building” Chris Kelly e Sarah Schneider, por “The Other Two” Brendan Hunt, Joe Kelly e Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE LIMITADA, ANTOLÓGICA OU TELEFILME Lee Sung Jin, por “Treta” Joel Kim Booster, por “Fire Island” Taffy Brodesser-Akner, por “Fleishman is in trouble” Patrick Aison e Dan Trachtenberg, por “Prey” Janine Naber e Donald Glover, por “Swarm” Al Yankivic e Eric Appel, por “Weird: The Al Yankovic Story”
Deborah Secco relata dieta intensa antes de atuar em filme: “Fui parar no hospital”
Deborah Secco contou na terça-feira (11/7) sobre a dieta intensa que ela fez antes de atuar no filme “Boa Sorte” (2014). O relato polêmico aconteceu em uma entrevista no “Que História É Essa, Porchat?”, programa exibido no GNT. A atriz revelou que a preparação não havia sido por acaso, já que sua personagem Judite era uma portadora do vírus HIV em fase terminal. A história se passava na década de 1980, quando a doença ainda não era tratável. “Era uma personagem terminal de HIV, na época em que HIV matava rapidamente. Quando comecei a fazer a leitura do filme, a gente chegou à conclusão de que eu precisava emagrecer. Porque era uma personagem morrendo, mas com muita vida”, explicou Deborah. “Eu, como atriz, queria ficar visivelmente à beira da morte, para que pudesse ter muita vida interna. Era uma personagem cheia de emoções”, acrescentou ela, que se jogou de cabeça no papel. Dieta absurda Deborah contou que havia pouco tempo para emagrecer e que, por isso, passou a ingerir somente suco verde e mamão. “Tinha planejado perder 15 quilos, acabei perdendo 16. Tinha três semanas pré-filme e mais três filmando. Perdi 10 quilos nas três primeiras e cinco até a última semana, quando foi a gravação da morte”, ela lembrou. “Por dia, era um suco verde, um quarto de mamão e só. Estava muito empenhada, ia para a academia, malhava. Ficava duas, três horas na esteira. Comecei a filmar e todo mundo estava muito preocupado. Surpreendentemente, eu tinha uma vitalidade.” Apesar da empreitada, Deborah Secco alertou que as pessoas não deveriam reproduzir a dieta pesada da qual ela se submeteu. “Só que fui começando a ter muita fome e vontade de comer. Comecei a comprar comida e eu cheirava”, relatou. “Segunda coisa que aprendi: mastigava a comida e cuspia. Quando entro na composição do personagem, entro na loucura de fazer o máximo que posso. Era um filme muito importante para mim.” Após as filmagens, Deborah teria aproveitado para retomar a rotina alimentar, mas acabou hospitalizada por perder o costume. A atriz acrescentou ter dificuldade para conseguir comer normalmente até hoje. “Na penúltima semana de gravação, comecei a fazer uma lista do que ia comer quando acabasse. E fiz um dia de orgia alimentar. Comi tudo de uma vez e fui parar no hospital. Foi difícil voltar a comer normal.”
Preta Gil se afasta das redes sociais após separação: “Doente emocionalmente”
Preta Gil anunciou nesta quarta-feira (12/7) que pretende se afastar das redes sociais para cuidar da saúde mental. A cantora, que enfrenta um câncer no intestino, ainda não aprendeu a lidar com a separação após ter sido traída por Rodrigo Godoy. No Instagram, a artista refletiu sobre como a Internet tem sido prejudicial neste período conturbado de sua vida pessoal. “Queria começar esse texto dizendo que estou doente e não me refiro ao câncer”, iniciou Preta. “Estou doente emocionalmente. Nesses últimos três meses tentei de todas as maneiras me manter sã dentro do possível, onde minha vida que já estava muito difícil, ficou bem pior”, seguiu a artista. Doente de corpo e mente Preta Gil também falou que a dor da decepção pode atrapalhar no processo de recuperação da doença. A cantora tem planos de se aprofundar na busca por uma cura emocional e espiritual durante o afastamento. “Eu me cuido, tenho psiquiatra, psicanalista, terapeuta, rede de apoio e mesmo assim, a dor e a decepção são tão, mas tão fortes, que eu adoeci. Eu decidi que preciso me afastar das redes sociais e mergulhar mais fundo na minha cura emocional e espiritual, pois sinto que essa dor está atrapalhando meu processo de cura do câncer.” Em seguida, a filha de Gilberto Gil garantiu que estará acompanha de pessoas próximas nesse período. “Tenho amigos fiéis que não me abandonaram, uma família que é meu alicerce, fãs lindos que me enchem de amor, a melhor equipe médica e mais um monte de gente que me ama e me apoia. Me sinto grata demais por isso”, disse ela. Por fim, Preta Gil assegurou que a pausa nas redes sociais será breve e que ela voltará assim que se sentir melhor emocionalmente. “Não se preocupem comigo, sei que vou superar, sei que vai passar. O tempo é rei. Sei também que ainda vai doer, mas vencerei e me curarei dessas doenças! Obrigada pelo carinho e amor, até breve!”, concluiu a artista.
Belo quita dívida milionária e encerra briga com Denilson
A assessoria de Belo informou nesta quarta-feira (12/7) que o cantor finalmente pagou a dívida milionária com Denilson. Há 22 anos, o artista vive uma novela por quebra contratual e teve seu débito estimado em mais de R$ 7 milhões. Recentemente, Denilson pediu o bloqueio dos prêmios adquiridos por Belo no quadro “Dança dos Famosos”, da TV Globo. A decisão era mais uma das tentativas do ex-jogador para garantir o pagamento da dívida. Segundo o jornalista Leo Dias, a Justiça acolheu a medida e penhorou a premiação de Belo, que também teve outros bloqueios para complementar o valor total. No entanto, o cantor teria surpreendido ao quitar o que devia a Denilson. Denilson ainda está cobrando Em pronunciamento oficial nas redes sociais, Denilson negou que a situação esteja resolvida. “Em relação as últimas notícias divulgadas sobre o caso com o cantor Belo, o que posso afirmar é que ambas as partes estão empenhadas em encontrar uma solução e tão logo o assunto esteja 100% resolvido, me manifestarei. Ainda não está”, escreveu Denílson. É que Belo teria parcelado o pagamento, entregando inclusive alguns bens. Relembre o caso Há mais de 20 anos, a dupla trava uma briga jurídica por quebra contratual. A confusão começou após Denilson ter comprado os direitos comerciais do grupo Soweto. Na época, Belo rompeu parceria com a banda para iniciar carreira solo. Belo foi condenado pela Justiça em 2004, quando teve que indenizar Denilson em cerca de R$ 385 mil. Com as devidas correções, a dívida atual ultrapassava R$ 7 milhões. Na semana passava, a Ticket360 revelou que Belo cobrava de maneira antecipada pelos shows nos quais se apresenta. A decisão evitava que o cachê fosse penhorado para o pagamento da dívida.
Filhos de Madonna querem fazer intervenção por ela agir como jovem
Os seis filhos de Madonna decidiram fazer uma intervenção após a cantora ser hospitalizada em estado grave com infecção bacteriana. Segundo o The Mirror, os jovens se preocupam com a artista estar agindo “como se tivesse 20 e poucos anos”. Os herdeiros acreditam que as decisões de Madonna são formas de “punição” e que ela exagera em seus planos, como em procedimentos estéticos e afins. Eles têm planos de “colocar um pouco de juízo” na cabeça da mãe, que está em fase de recuperação. Uma fonte ligada à família destacou que os filhos ficaram preocupados quando descobriram que a cantora de 64 anos teve “febre baixa por um mês” e se recusou a consultar um médico até ser internada com um quadro grave. A beira do colapso “Lourdes e Rocco vêm dizendo há tempos que Madonna está a um passo do desastre com a maneira como ela se pune, exagerando em procedimentos e geralmente tentando agir como se ainda tivesse 20 anos”, explicou à publicação. A fonte destacou que os filhos mais novos dizem que ela “precisa mudar as coisas”, mas ainda não está claro se a cantora está disposta. Apesar da decisão, os herdeiros incentivam Madonna a “andar sozinha”. “É uma intervenção séria e eles estão determinados a ir até o fim. Todas as crianças concordam que precisam colocar um pouco de bom senso na mãe e deixá-la ciente de que é um grande alerta”, completou. Madonna é mãe de Lourdes, de 26 anos, Rocco, de 22, David e Mercy, de 17, e das gêmeas Stella e Estere, de apenas 10 anos.
Pronto pra luta: Zuckerberg provoca Musk com foto ao lado de campões do UFC
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, parece estar levando a sério a bravata de Elon Musk, dono do Twitter, que no mês passado o desafiou para uma luta. Depois de dizer que topava, Zuckerberg posou nesta terça (11/7) para sua primeira imagem sem camisa no Instagram, ao lado dos campeões do UFC Israel Adesanya e Alexander Volkanovski. O dono do Instagram, Facebook, WhatsApp e do recém-lançado Threads ostenta um físico definido na publicação, feita por Adesanya, que ainda escreveu: “No fugazi with Mark. This is Serious Business” (“Sem lorota com o Mark. Esse é um negócio sério”, em tradução livre). A postagem pode ser interpretada como uma provocação a Musk, após a Meta lançar o Threads, um aplicativo que tem funções similares ao Twitter, o que acirrou a competitividade entre os dois. Treta séria Embora a proposta inicial de uma luta tenha aparentado ser uma piada, rumores indicam que os bilionários estão negociando com Dana White, dono do UFC, a possibilidade de realizar o confronto. Zuckerberg, de 39 anos, é conhecido por treinar jiu-jítsu e já ganhou medalhas em competições do esporte. Por sua vez, Musk, de 59 anos, disse que começaria a treinar caso o duelo fosse confirmado. A situação se intensificou quando o Ministério da Cultura da Itália ofereceu o histórico Coliseu, em Roma, como local para o evento, segundo o TMZ Sports. A proposta foi repassada a Dana White, e, desde então, a equipe do UFC tem mantido conversas com as autoridades italianas para verificar a viabilidade do confronto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Israel Adesanya (@stylebender)
Além do Guarda-Roupa: Trailer da nova série brasileira mistura fantasia e K-pop
A HBO Max divulgou o trailer completo de “Além do Guarda-Roupa”, primeiro k-drama brasileiro da plataforma. Passada no bairro do Bom Retiro, que concentra a comunidade coreana em São Paulo, a série é estrelada por Sharon Cho, filha de imigrantes coreanos, no papel da adolescente Carol. A prévia mostra o primeiro contato de Carol com o ACT, um novo grupo de K-pop apresentado por uma amiga da escola como uma revolução musical. Mas para surpresa dos alunos, a novidade é recebida com o desprezo da protagonista: “Desculpa, mas não gosto de K-pop”. Aspirante a bailarina, a personagem quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Entretanto, seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que o quarto de Carol seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça. K-Pop e K-Drama Além do estilo musical K-pop (Korean pop), que é fenômeno mundial, o K-drama (também conhecido como dorama) é outro tipo de produção marcante da Coreia do Sul. A denominação caracteriza minisséries marcadas por romance e melodrama, geralmente envolvendo personagens jovens e situações de fantasia. A versão brasileira dos K-dramas tem produção da Coração da Selva e direção geral de Marcelo Trotta (“Tudo Igual… SQN”). E um detalhe interessante é que também será estrelada por atores coreanos, como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que vieram à São Paulo para trabalhar na produção. Júlia Rabello (“La Situación”), Sabrina Nonata (“Samantha!”), Luiza Parente (“Amiga do Inimigo”), o cantor Lucas Deluti e a bailarina Ana Botafogo também estão no elenco. Com 10 episódios, a série tem estreia marcada para 20 de julho.
“Oppenheimer” é considerado “assustador” de bom pela crítica internacional
O aguardado “Oppenheimer”, dirigido por Christopher Nolan (“Tenet”), foi aclamado pela crítica após sua première nesta terça-feira (11/3) em Paris, na França. O evento reuniu o diretor e o elenco formado por estrelas como Cillian Murphy (“Um Lugar Silencioso: Parte II”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Robert Downey Jr (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). Após a exibição, o Twitter se encheu de elogios dos críticos convidados, sendo definido como uma “conquista espetacular” e “audacioso”. A trama é uma cinebiografia do pai da bomba atômica, com Cillian Murphy no papel-título, determinado a superar os nazistas na conquista do poder do átomo. Para isso, ele chega a erguer uma cidade da noite para o dia, no meio do deserto do Novo México, para acomodar os cientistas mais renomados dos EUA e suas famílias, reunidos para um esforço coletivo que resulta na primeira bomba atômica do mundo. O longa também é o primeiro filme de Nolan em 20 anos a receber uma classificação indicativa como “Rated-R”, restrito para maiores de 17 anos nos EUA. E, de acordo com Kenneth Turan, do Los Angeles Times, é “possivelmente o trabalho mais impressionante de Nolan até agora”. O crítico elogiou os visuais do filme e a profundidade dos personagens trabalhados na tela, um diferencial nos últimos lançamentos do cinema, segundo ele. Vai emocionar As primeiras reações revelam que o longa vai emocionar bastante o público. “Estou dividido entre ser todo tímido e misterioso sobre ‘Oppenheimer’ e apenas sair e dizer que é um nocaute total que dividiu meu cérebro como um núcleo de plutônio inquieto”, escreveu Robbie Collin, do The Daily Telegraph. “Me deixou chorando nos créditos finais como se eu não conseguisse lembrar qualquer coisa mais”. A opinião é compartilhada pelo jornalista e cineasta Bilge Ebiri. “‘Oppenheimer’ é… incrível. A palavra que sempre vem à mente é ‘assustadora'”, pontuou. “Um drama histórico intrincado, insanamente detalhado e de ritmo implacável que se desenvolve e se desenvolve até que Nolan bate o martelo da maneira mais surpreendente e devastadora”. Já Matt Maytum, da Total Film, confessou que o longa o deixou “atordoado”. “Um drama histórico épico, mas com uma sensibilidade distintamente Nolan: a tensão, estrutura, senso de escala, design de som surpreendente, visuais notáveis. Uau”, elogiou impressionado. O filme também conquistou o público que compareceu a première. “Um sinal de que o público francês adorou ‘Oppenheimer’ é que eles ficaram em frente ao teatro Grand Rex muito depois do fim do filme para debatê-lo”, revelou Elsa Keslassy, da Variety. Elenco aclamado “O ‘Oppenheimer’ de Christopher Nolan é realmente uma conquista espetacular, em sua adaptação concisa e verdadeira, narrativa inventiva e performances diferenciadas de Cillian Murphy, Emily Blunt, Robert Downey Jr., Matt Damon e muitos, muitos outros envolvidos – alguns apenas por um cena”, consagrou Lindsey Bahr, da The Associated Press. Em relação ao elenco, a interpretação de Cillian Murphy foi bastante elogiada, mas os demais atores não ficaram atrás. “Murphy é bom, mas o suporte é essencial: Damon, Downey Jr e Ehrenreich trazem até piadas”, escreveu Jonathan Dean, do The Sunday Times. “Um filme audacioso, inventivo e complexo para chocar seu público”. Ele ainda pontuou que o filme é “tenso em parte sobre a bomba” e “principalmente sobre como estamos condenados”. Durante entrevistas recentes, Nolan defendeu a importância histórica do filme, afirmando que Robert Oppenheimer “moldou o mundo em que vivemos, para melhor ou para pior”. Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. O elenco estelar da produção também inclui Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Florence Pugh (“Viúva Negra”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”), Matthew Modine (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”), Kenneth Branagh (“Tenet”), Michael Angarano (“This Is Us”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e David Krumholtz (“The Deuce”). #Oppenheimer left me stunned: a character study on the grandest scale, with a sublime central performance by Cillian Murphy. An epic historical drama but with a distinctly Nolan sensibility: the tension, structure, sense of scale, startling sound design, remarkable visuals. Wow — Matt Maytum (@mattmaytum) July 11, 2023 Christopher Nolan’s #Oppenheimer is truly a spectacular achievement, in its truthful, concise adaptation, inventive storytelling and nuanced performances from Cillian Murphy, Emily Blunt, Robert Downey Jr., Matt Damon and the many, many others involved —- some just for a scene. — Lindsey Bahr (@ldbahr) July 11, 2023 Totally absorbed in OPPENHEIMER, a dense, talkie, tense film partly about the bomb, mostly about how doomed we are. Happy summer! Murphy is good, but the support essential: Damon, Downey Jr & Ehrenreich even bring gags. An audacious, inventive, complex film to rattle its audience — Jonathan Dean (@JonathanDean_) July 11, 2023 Am torn between being all coy and mysterious about Oppenheimer and just coming out and saying it’s a total knockout that split my brain open like a twitchy plutonium nucleus and left me sobbing through the end credits like I can’t even remember what else. — Robbie Collin (@robbiereviews) July 11, 2023 OPPENHEIMER is…incredible. The word that keeps coming to mind is "fearsome." A relentlessly paced, insanely detailed, intricate historical drama that builds and builds and builds until Nolan brings the hammer down in the most astonishing, shattering way. — Bilge Ebiri (@BilgeEbiri) July 11, 2023 A sign that French audiences loved #Oppenheimer is that they stayed in front of the Grand Rex theater long after the film ended to debate about it! — Elsa Keslassy (@ElsaKeslassy) July 11, 2023
Cláudia Abreu tem desejo de matar em trailer de suspense
A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Tempos de Barbárie – Ato I: Terapia da Vingança”, um “Desejo de Matar” brasileiro estrelado por Cláudia Abreu (“Desalma”). Dirigido por Marcos Bernstein (“O Amor Dá Voltas”, o suspense nacional traz o personagem da atriz em busca por vingança após sua filha ser vítima de um assalto violento. Abreu vive uma advogada chamada Carla, cuja vida sofre uma reviravolta brutal quando sua filha é baleada em uma tentativa de assalto e fica em estado grave. Apesar de buscar apoio em grupos de ajuda, ela se encontra insatisfeita com a falta de resultados da investigação policial e decide fazer justiça com as próprias mãos. Elenco grandioso O elenco também conta com Júlia Lemmertz (“Novo Mundo”), Alexandre Borges (“Deus Salve o Rei”), César Melo (“Bom Dia, Verônica”), Kikito Junqueira (“A Força do Querer”), Pierre Santos (“Impuros”), Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) e Claudia Di Moura (“Segundo Sol”). Bernstein também é um dos roteiristas do filme, juntamente com Victor Atherino (“Faroeste Caboclo”) e Paulo Dimantas (“Todas as Melodias”). O filme marca o primeiro trabalho de Cláudia Abreu após sair da Globo, onde trabalhou durante 37 anos. A estreia está marcada para 17 de agosto.












