Sandy não descarta música feita por inteligência artificial: “Alguma coisa do bem”
A cantora Sandy revelou que não descarta o uso de inteligência artificial em projetos futuros, embora tenha um “pé atrás” com a tecnologia. A declaração foi dada numa coletiva de imprensa para promover a gravação ao vivo do “Nós, Voz, Eles”. “Eu nunca entrei no ChatGPT. […] Eu tenho um cuidado, eu tenho um pé atrás, tenho bastante medo, porque a gente sabe que os riscos são enormes e até ainda difíceis de medir. É difícil para nossa mente humana entender o limite disso tudo”, afirmou a cantora. Sandy afirmou ter recebido propostas para se aventurar no recurso, porém ainda não sentiu vontade de desenvolver algum projeto inédito. A artista pretende avaliar as ofertas mais para frente. “Mas já tive uma consulta ou outra assim, tipo: ‘A gente gostaria que você fizesse uma música junto do ChatGPT. […] Eu ainda não quis mesmo, estou me segurando um pouco para depois ir sentindo o meu momento. Mas se for fazer alguma coisa, [será] alguma coisa do bem”, ela garantiu. Diversidade musical Ainda na coletiva, Sandy destacou a importância de trazer projetos diversos e ricos em inclusão. “Eu acho que isso tem que andar junto com tudo o que a gente faz na vida. Eu acho que não é opção. Isso é e acabou”, pontuou. “Inclusão, diversidade, representatividade, olhar para todas as pessoas do mesmo jeito, com o mesmo olhar, dando a mesma oportunidade. Isso é indiscutível. […] É muito bom poder ter um projeto que mostra isso, que mostra essa diversidade. Mas independente de qualquer coisa, são pessoas todas muito talentosas que estão ali.” A gravação ao vivo de “Nós, Voz, Eles” está disponível nas plataformas do YouTube e Spotify.
Sabrina Sato terá quadro no “Fantástico”
Sabrina Sato fará parte de um quadro histórico-cultural no “Fantástico”, ainda sem data de estreia. No Instagram, a apresentadora deu alguns spoilers da participação no programa dominical. Em vídeo, Sabrina aparece se preparando para viajar à Itália, enquanto arruma as malas e se despede da família para seguir em direção ao aeroporto internacional. “Uma… Duas… Três… Esse é o menor número de malas que eu já viajei. Isso é ‘Fantástico’!”, ela brincou. A apresentadora também celebra as pequenas conquistas do dia, como pegar o trânsito livre e as peças icônicas de seu guarda-roupa. Nas imagens, ela ainda arranha a pronuncia de algumas palavras em italiano. Oportunidade Fantástica Em entrevista para o G1, Sabrina Sato se mostrou emocionada com a oportunidade de estrear um quadro no dominical. “Nem em meus sonhos mais ousados pensei que um dia faria parte do time ‘Fantástico’! É um privilégio?”, aponto. “Um presente da TV Globo e do ‘Show da Vida’ poder participar de um programa que acompanha os brasileiros todos os domingos, há cinquenta anos! Estou muito feliz e honrada! Me sentindo Fantástica!” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sabrina Sato (@sabrinasato)
Documentário da Turma do Balão Mágico capricha nas polêmicas. Conheça as principais
A série documental “A Superfantástica História do Balão”, lançada nesta quarta-feira (12/7) na Star+, traz à tona histórias nunca antes contadas sobre a popular banda infantil Turma do Balão Mágico, que foi um fenômeno nos anos 1980. Quatro décadas após seu sucesso estrondoso, os membros originais do grupo, Simony, Tob, Mike e Jairzinho se reuniram em um reencontro que escancara suas diferenças e os efeitos colaterais da fama precoce. São três episódios, que trazem à tona memórias de momentos fofos e outros tantos desconfortáveis. Desabafos polêmicos Logo na abertura do primeiro episódio, Mike, conhecido por ser filho de Ronald Biggs, cúmplice de um famoso roubo na Inglaterra, traz declarações surpreendentes. “Sempre tem aquele que é o dedo do meio”, ele diz. E em seguida confessa que tinha inveja de Tob e Simony, os integrantes originais do grupo. “Sentia inveja da potência vocal. Queria ser um cantor tão bom quanto eles”, recorda ele. Tob, por sua vez, afirma que nunca percebeu tal inveja, pois sempre havia um ambiente descontraído durante suas apresentações. A série documental também revela conflitos internos e diferenças financeiras entre os integrantes da banda. Tob e Mike mencionam a contratação de parentes de Simony para a equipe técnica e a percepção de que a divisão do dinheiro não era equitativa. Tob chega a alegar que “não ganhavam o mesmo” que Simony. A cantora, no entanto, se mantém na defensiva, talvez na tentativa de preservar a “memória afetiva” da banda. Já sua mãe, Maricleuza Benelli, aparece desmentindo as acusações de que teria abocanhado a maior parte dos lucros do conjunto musical. Mas Mike rebate: “Rolou muita grana, roubou-se muito dinheiro na mão de muita gente, e foi-se criando um clima, a coisa tomou uma dimensão assustadora”. Traumas Entre os vários momentos de destaque na série, um dos mais dramáticos é a lembrança de Tob de um incidente com o personagem Fofão, interpretado por Orival Pessini. Durante uma gravação, após repetidas falhas de Tob, Pessini ficou irritado, arrancou a máscara de Fofão e saiu berrando do estúdio. O acontecimento causou um trauma profundo no jovem, que lamentou o episódio e desejou que Pessini, falecido em 2016, tivesse sido mais paciente. “Eu era só uma criança”. A série documental também traz à luz temas delicados como bullying, trabalho infantil e disputas internas. Simony, por exemplo, compartilha o desconforto das constantes mudanças de escola. Mike, por outro lado, se recorda de ser alvo constante de bullying. “Virei o viadinho do Balão”, diz ele, que também surpreende ao revelar que perdeu a virgindade e fumou “o legal e o ilegal” com 11 anos. No segundo episódio, os músicos discutem sobre as mudanças significativas na estrutura do Balão em 1985, com as alterações de formação e a ameaça do surgimento de Xuxa. Tob, demitido do grupo em 1985 por estar mais crescido que os demais, passou por uma despedida prolongada de seis meses durante os shows de fim de semana, uma fase difícil tanto para ele quanto para os outros membros. Seu substituto, Ricardinho, não recebeu a mesma aceitação do público e logo desapareceu dos holofotes. Sua apresentação no programa da TV Globo da época é brevemente mostrada no documentário, porém, com seu rosto ocultado. A produção acabou logo em seguida. A suposta rixa com Xuxa Além do ex-integrante, outras ausências são sentidas, como Roberto Carlos, que gravou “É Tão Lindo” com o Balão Mágico, e principalmente Xuxa, que ao chegar nas manhãs da Globo em 1986 com sua nave espacial tirou o Balão do ar. Por coincidência, ela também está ganhando uma série documental nesta semana. Em entrevista ao Extra, a diretora Tatiana Issa (também de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”) alegou que a rainha dos baixinhos só não participou da produção por conflito de agenda. “Ela tem muito carinho pela turma do Balão, e esse sentimento é recíproco. Muita gente acha que existiu briga, rixa, que nada! Eram apenas pessoas que estavam vivendo o auge de suas carreiras em momentos paralelos e, em certa altura, se cruzaram. Não existe nada de polêmico aí. O Balão já tinha cumprido seu ciclo na TV, continuou na música, e Xuxa veio da TV Manchete assinando com caneta de ouro a programação infantil daquela década”, afirmou Tatiana. O legado de Jairzinho Um dos momentos mais emocionantes ficou por conta da participação do ator Lázaro Ramos. Em um dos episódios, ele destaca o quão significativo foi o papel de Jairzinho na sua formação como artista. Desde jovem, Lázaro nutria um grande fascínio pela Turma do Balão Mágico e se identificava muito com Jairzinho, por se ver representado na televisão. O jovem Lázaro percebia que a presença de Jairzinho naquele contexto, além de ser uma alegria contagiante para todos, era um símbolo de representatividade negra na mídia infantil da época. “Existia uma identificação visual. Por ser um dos poucos negros no universo televisivo infantil, Jairzinho parecia mais próximo de mim”, disse o ator, que a partir daí foi capaz de sonhar mais alto, percebendo que o estrelato e o sucesso no mundo das artes não eram exclusivos a indivíduos de uma única cor. Também ao Extra, Jairzinho refletiu sobre essa representatividade. “Na época, eu não sentia essa responsabilidade. Meu pai, Jair Rodrigues, já era um sucesso, e eu tinha esse modelo de representatividade dentro de casa. Passei a ter noção da minha importância anos depois, quando adultos me relataram que em suas infâncias eu era o espelho deles. Uma moça preta, de periferia, chamada Viviane, me fez chorar ao mandar um relato pelo Facebook dizendo que venceu na vida porque me via na TV e passou a acreditar que também poderia ser notada”, conta o cantor, que hoje tem uma carreira musical solo consolidada. O declínio Além da saída de Toby não ser bem aceita pelos fãs, a mudança de empresário, feita pela mãe de Simony, transformou as crianças, segundo o documentário, em máquinas de caça-níqueis. E isto chamou atenção até na família de Jairzinho, com conhecimento na área musical. Se impressionaram com o excesso de trabalho imposto ao menino. “Hoje, como mãe e com consciência, penso como é cruel com essa criançada. É muito cruel!”, disse a cantora Luciana Mello, irmã de Jair. Acabou saturando. E, com os integrantes crescendo rapidamente, o grupo teve seu programa de TV substituído pelo “Xou da Xuxa” em 1986. “A Superfantástica História do Balão” escancara todos os bastidores do grupo infantil, expondo uma realidade menos alegre que a vista na época. Ao mesmo tempo, traz depoimentos de fãs famosos, que confirmam o impacto duradouro que o Balão Mágico teve na cultura pop brasileira.
Maíra Cardi consegue anular casamento com Arthur Aguiar
A ex-BBB e empresária Maíra Cardi conseguiu, na Justiça, anular o casamento com o ator e cantor Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”. O casamento oficializado em 2017 foi desconstituído após uma ação proposta pelo Ministério Público de São Paulo, pois na época Maíra ainda estava oficialmente casada com Egil Greto Guarize. O casamento de Maíra e Guarize ocorreu em 2014, nos Estados Unidos. Contudo, a empresária alegou desconhecimento de que o vínculo anterior teria validade em território brasileiro. Portanto, seu casamento com Arthur Aguiar foi realizado enquanto ainda estava legalmente casada com Guarize. Com isso, a Justiça paulista julgou procedente o pedido de desconstituição do casamento com Aguiar. Casamento foi surpresa pra Arthur O casamento de Maíra e Arthur aconteceu de forma inusitada. Em 2017, a ex-BBB chamou atenção nas redes sociais ao organizar um “casamento surpresa”, em que o noivo só descobriu que ia casar ao subir num altar improvisado em sua casa, no Rio de Janeiro. O relacionamento do casal foi marcado por idas e vindas, desentendimentos, traições e revelações, mas durou cerca de cinco anos e gerou a pequena Sophia. Em 2020, Maíra divulgou que Arthur havia cometido várias traições enquanto ela ainda amamentava a filha do casal. Eles chegaram a se reaproximar durante a passagem do ator pelo “BBB 22”. O término foi confirmado poucos meses após o fim do reality show, em outubro do ano passado. Novo casamento de Maíra Com o casamento anulado, Maíra Cardi prepara-se para oficializar a união com o youtuber Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico. O casal anunciou o noivado em abril deste ano, após confirmarem o namoro em março. A empresária revelou que a cerimônia está prevista para ocorrer em setembro e terá a duração de cinco dias.
Andréia Horta e Marcos Palmeira são confirmados na série de “Cidade de Deus”
A HBO Max oficializou os nomes de Andréia Horta (“Elis”) e Marcos Palmeira (“Pantanal”) na série derivada do filme “Cidade de Deus” (2002). Os dois retornam à HBO após mais de 15 anos, depois de protagonizarem as séries ‘Alice’, em 2008, e ‘Mandrake’, em 2005, respectivamente. Além de confirmar os atores, a plataforma também adiantou seus personagens e detalhes da série, que será produzida pelo diretor de “Cidade de Deus”, Fernando Meirelles, junto com Andrea Barata Ribeiro e a equipe da O2. Com direção de Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e Bruno Costa (“Mirador”), a série continuará a história dos personagens originais 20 anos depois. Tendo como ponto de partida as memórias de Buscapé (Alexandre Rodrigues), o enredo se passa no início dos anos 2000 e trará trechos do filme em flashbacks, para reconstrução de lembranças e memórias afetivas dos protagonistas. Ao longo de seis episódios, a série vai mostrar a comunidade assolada pela disputa entre traficantes, policiais e milicianos, com foco principal nas pessoas comuns e como os confrontos afetam diretamente suas vidas. Andréia Horta viverá Jerusa, uma advogada perigosa, manipuladora e destemida. “Estou felicíssima por estar em Cidade de Deus! É pra mim uma honra voltar à HBO com essa série! Tenho uma personagem que me desafia em um trabalho que nos convocará a refletir os rumos de nossa história”, ela comentou. Já Marcos Palmeira interpretará Genivaldo Curió, o líder carismático e generoso que controla o tráfico na Cidade de Deus. “Eu fiquei muito feliz com o convite, porque eu sou apaixonado pelo filme e pelo trabalho do Fernando! E fazer um personagem maravilhoso como o Curió para mim é bastante desafiador, porque é aquele cara temido e ao mesmo tempo amado, o que é bem complexo e interessante. Mas estou muito feliz de poder trabalhar com o Aly Muritiba, adoro os filmes dele. É um diretor intenso, que sabe o que quer”, disse o ator. O roteiro é de Sérgio Machado (“O Rio do Desejo”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”), Armando Praça (“Greta”), Estevão Ribeiro (“Dra. Darci”), Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmos”) e Aly Muritiba. A série ainda não tem previsão de estreia.
Emily Blunt anuncia pausa na carreira para se dedicar à família
A atriz Emily Blunt, estrela de filmes como “O Retorno de Mary Poppins” e “Um Lugar Silencioso”, revelou que entrou em um período sabático, interrompendo temporariamente sua carreira para passar mais tempo com suas filhas, Hazel, de 9 anos, e Violet, de 7. A declaração foi dada durante sua participação no podcast “Table for Two”’, em meio à divulgação de “Oppenheimer”, que ela estrela ao lado de Cillian Murphy. “Não estou trabalhando este ano. Eu trabalhei bastante no ano passado e a minha mais velha está com nove, então estamos no último ano de um dígito só”, disse a atriz. Blunt ressaltou a importância de sua presença na rotina das filhas, evidenciando momentos cotidianos: “Acho que tem alguns marcos em suas rotinas que são importantes com elas tão pequenas. Coisas do tipo, ‘você vai me acordar?’, ‘você vai me levar para a escola?’, ‘você vai me buscar?’, ‘você vai me colocar na cama?’. E eu preciso estar lá para elas. Sinto isso nos meus ossos”. Um novo membro na família Durante a mesma entrevista, Blunt compartilhou que a família cresceu com a adoção recente de um filhote de cachorro: “Nós resgatamos um filhotinho absolutamente lindo… Eu não queria um cachorro, mas as crianças insistiram e o John animou. Não me importo acordar cedo com o filhote, porque aí eu e o John podemos conversar pela manhã, botar o papo em dia antes das meninas acordarem e tudo mais”. As filhas de Blunt são fruto do casamento com o ator John Krasinski, conhecido por seu papel em “The Office”, e que a dirigiu nos dois filmes de “Um Lugar Silencioso”. Os dois recentemente celebraram 13 anos de matrimônio. Preocupação materna com Hollywood Contra filhas em Hollywood Blunt ainda compartilhou suas preocupações sobre a possibilidade de suas filhas seguirem a carreira de atriz, expressando nervosismo sobre as dificuldades do ofício. “Eu fico nervosa quando as pessoas me dizem, ‘minha filha quer ser atriz’. Minha vontade é dizer: ‘não deixe!’. Porque é uma indústria muito difícil e com muitas possíveis decepções. Muita gente diz para não levar as coisas para o lado pessoal, mas é completamente pessoal, principalmente quando você é julgada por sua aparência. Então você também precisa encarar esse tipo de coisa”. Enquanto a atriz aproveita para iniciar sua pausa após a divulgação de “Oppenheimer”, os fãs se preparam para o lançamento do filme, que estreia no Brasil no dia 20 de julho.
Pedro Pascal e Jenna Ortega fazem História no Emmy 2023
Os atores Pedro Pascal (“The Last Of Us”) e Jenna Ortega (“Wandinha”) alcançaram marcos históricos para os artistas latinos nas indicações ao Emmy 2023 divulgadas nesta quarta-feira (12/7). A premiação se destacou pelo aumento nas indicações de artistas não-brancos com 34 nomeados em comparação aos 31 indicados no ano passado. Indicada na categoria de Melhor Atriz Principal em Série de Comédia, Jenna Ortega se tornou a terceira latina a ser indicada na categoria, depois de Rita Moreno (“Velozes e Furiosos 10”) em 1983 por “9 to 5” e America Ferrera (“Barbie”) por “Ugly Betty” (2007). Além disso, a interprete de Wandinha tornou-se uma das atrizes mais jovens a ser indicada na categoria, aos 20 anos. Ela ficou atrás apenas de Patty Duke, nomeada aos 17 anos em 1964 por “The Patty Duke Show”. Vale mencionar que Ortega tem descendência mexicana e porto-riquenha. Já Pedro Pascal é o primeiro latino indicado como Melhor Ator de Drama em mais de 20 anos. A última nomeação na categoria foi de Jimmy Smits, descendente de porto-riquenhos, pela série “Nova York Contra o Crime”, em 1999. Nascido no Chile, Pascal chamou atenção nos últimos anos como um dos nomes mais aclamados de Hollywood. Neste ano, o ator conquistou mais duas indicações além do seu papel em “The Last Of Us”. Ele foi nomeado como Melhor Ator Convidado em uma Série de Comédia por apresentar o “Saturday Night Live” e como Melhor Narrador pelo programa da CNN “Patagônia Extraordinária”. Com isso, tornou-se ainda o artista com mais nomeações ao Emmy 2023. A lista de estrelas com descendência latina também destaca Aubrey Plaza, indicada pela primeira vez ao Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama por seu papel no fenômeno “The White Lotus”, da HBO. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, seu pai é de origem porto-riquenha. A presença desses artistas representa um recorde de representatividade para a comunidade latina nos EUA. E ainda podia ser maior. Dentre os artistas esnobados pela premiação incluem-se o mexicano Diego Luna, protagonista de “Andor” (produção indicada a Melhor Série Dramática), e Selena Gomez por “Only Murders in the Building” (indicada na categoria de Série de Comédia). Recorde de artistas negras Entre os artistas afro-americanos, a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante de Comédia bateu um recorde com quatro mulheres negras indicadas. Elas incluem Ayo Edebiri (“O Urso”), Jessica Williams (“Falando a Real”), Janelle James e Sheryl Lee Ralph (“Abbott Elementary”). Até então, nenhuma categoria da premiação teve tantas artistas negras indicadas em toda a sua história. Por sinal, a série “Abbott Elementary” chamou a atenção com nove indicações neste ano, incluindo Melhor Série de Comédia. Aclamada pela crítica, a série conta com um elenco majoritariamente negro formado por estrelas como Tyler James Williams, Janelle James e Sheryl Lee Ralph, todos indicados nas categorias de atuação. Aos 32 anos, Dominique Fishback se tornou a atriz negra mais jovem a ser indicada na categoria de Atriz Principal em uma Série Limitada por “Enxame”, produzida pela Amazon Prime Video. Apesar de nunca ter ganhado um Emmy, Nicole Byer ocupa o posto de mulher negra com mais indicações na categoria de apresentadora de reality, com quatro nomeações consecutivas pelo programa “Mandou Bem”, da Netflix. Ela já soma sete indicações ao longo da carreira. Outros apresentadores negros de reality shows também foram indicados neste ano, como RuPaul por “RuPaul’s Drag Race”, Maya Rudolph como co-apresentadora de “Baking It”, Padma Lakshmi por “Top Chef” e a dupla Tan France e Karamo Brown por “Queer Eye”. Segundo ator surdo indicado A representatividade se expandiu ainda mais com o ator mirim Kevionn Montreal Woodard, que aos 10 anos de idade se tornou o segundo ator surdo a ser indicado na premiação e o mais jovem de todos os tempos na categoria de Ator Convidado. Ele foi nomeado por seu papel em “The Last of Us”. Embora um artista surdo nunca ter ganhado um Emmy, a premiação já concedeu quatro indicações a Marlee Beth Matlin como Atriz Convidada. As primeiras foram pelas suas participações nas séries “Seinfeld” e “Picket Fences” em 1994, seguidas por “O Desafio” em 2000 e “Law & Order: Unidade de Vítimas Especiais” em 2004. Edição de 2021 continua com maior número Apesar dos avanços, as grandes categorias de Atriz Principal em Drama e Ator Principal em Comédia não tiveram nenhum indicado não-branco. O número de 34 não-brancos também está longe do recorde histórico da premiação, que em 2021 somou 49 artistas não-brancos nomeados. Na época, o musical “Hamilton”, produzido pela Disney+, e “Lovecraft Country”, série dramática da HBO, tinham elencos formados majoritariamente por artistas negros. Em contraste, no ano passado, a premiação só sustentou a diversidade graças ao fenômeno sul-coreano “Round 6”, que fez história como o primeiro programa em língua não inglesa a receber indicações nas principais categorias do Emmy. Ao todo, foram 14 nomeações incluindo Melhor Série Dramática.
Trailer reúne atores dos filmes e da série “High School Musical”
A Disney+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”, que marca um encontro entre o elenco da série e os atores da trilogia dos filmes originais. Sem a participação de Olivia Rodrigo, que se despediu oficialmente na temporada passada, os próximos episódios também serão os últimos. Na trama, os estudantes da East High School vão descobrir, em sua volta às aulas, que a escola será usada com cenário das filmagens do aguardado “High School Musical 4”, que voltará a juntar os atores da trilogia original. Mais que isso: os alunos vão interpretar figurantes na produção. Por conta disso, os capítulos contarão com os retornos de Monique Coleman (a Taylor), Lucas Grabeel (o Ryan) e Corbin Bleu (o Chad) – os dois últimos já tinham feito participações anteriores na série – , além de coadjuvantes adultos da trilogia. Para completar, o elenco da série estará preparando um musical final de formatura, que, por sua vez, será inspirado em “High School Musical 3: Ano da Formatura”. Mas este plano esbarra num problema: como a maioria dos alunos está envolvida com o novo filme, quase ninguém aparece para os ensaios. A 4ª temporada vai estrear em 9 de agosto.
Anthony Carrigan, vilão em “Gotham”, será herói em “Superman: Legacy”
O ator Anthony Carrigan foi escalado como o super-herói Metamorfo no aguardado “Superman: Legacy”, próximo filme do Homem de Aço nos cinemas. O anúncio chega logo após a indicação do ator ao prêmio Emmy pelo seu trabalho na série “Barry”, da HBO. Carrigan também já fez parte de produções da DC Comics, principalmente como o vilão Victor Zsasz em cinco temporadas de “Gotham”, mas também como o assassino Kyle Nimbus em dois episódios de “The Flash”. “Estou emocionado por fazer parte disso. É uma honra interpretar esse papel, e estou interpretando um herói. Então, além de tudo, é muito legal”, declarou em entrevista ao Deadline. Assumindo um manto de herói pela primeira vez, ele se junta ao elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião e Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível. Quem é Metamorfo Metamorfo apareceu nos quadrinhos pela primeira vez em 1965. Criado por Bob Haney e Ramona Fradon, o personagem é o alter-ego do arqueólogo Rex Mason, que após ser exposto à radiação de um meteoro usado num artefato do antigo Egito, ganha a habilidade de transformar seu corpo em qualquer elemento químico a nível molecular, podendo se transformar de gases venenosos a ligas metálicas indestrutíveis. Mas seu corpo é afetado e ele passa a se ver como uma aberração. “Eu acho que, pelo menos nos materiais originais, Metamorfo, quando estava transformado em seu estado de super-herói, era muito relutante em aceitar seus poderes, porque ele se sentia como um monstro e sentia que não era mais quem ele era”, refletiu o ator. “Certamente posso me identificar com isso, em termos de minha alopecia. Então, definitivamente, isso é algo que vou canalizar e estou animado para trazer para o personagem em si”. “Consegui encontrar coisas que simplesmente amo no personagem – ele é tão discreto e incrível que estou surpreso que mais pessoas não tenham ouvido falar dele”, ele continuou em outra conversa com a Variety. “Acho que ele é um dos personagens mais legais que existem, então trazê-lo à tona é algo muito especial e também muito, muito único”. Recomeço da DC nos cinemas Durante a entrevista com o Deadline, o ator ressaltou a importância de “Superman: Legacy” como responsável por reiniciar o universo da DC Comics no cinema, sob a liderança de James Gunn e Peter Safran. “Acho que é um novo capítulo tão empolgante e um novo capítulo empolgante para a DC. Acredito que esse filme tem o potencial de surpreender a todos, e com James Gunn no comando, acho que será muito divertido”, pontuou. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A história seria inspirada em “Superman: All Stars”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. A estreia está marcada para julho de 2025.
Estúdios de Hollywood tomam decisão drástica sobre greve de roteiristas: “Deixar sangrar”
A greve dos roteiristas dos EUA está longe de acabar. De acordo com um reportagem do Deadline, os estúdios não têm o menor interesse em negociar as exigências do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) no momento. O movimento teve início em maio e tem paralisado diversas produções, desde programas de televisão até produções do cinema. “Acho que estamos diante de uma greve longa, e eles vão deixar sangrar”, informou uma fonte ligada aos estúdios, enquanto outra definiu a atitude como um “mal necessário e cruel”. As informações apontam que os grandes estúdios – como Netflix, Warner Bros., Disney, HBO, etc – acreditam que o desespero dos roteiristas e a piora nas dificuldades financeiras vão resultar na desistência da greve. “O objetivo final é permitir que as coisas se arrastem até que os membros do sindicato comecem a perder seus apartamentos e casas”, revelou um executivo de estúdio, que não quis se identificar. Apesar da quantidade significativa de dinheiro perdida com o atraso das produções, os estúdios permanecem se recusando a atenderem as reivindicações dos escritores, por considerarem que pode sair mais caro a longo prazo. Possível greve dos atores Esta avaliação chega em meio ao começo de uma possível greve dos atores de Hollywood. Nas próximas semanas, o Sindicato dos Atores de Cinema e Televisão e Artistas de Rádio e Televisão dos Estados Unidos (SAG-AFTRA, na sigla em Inglês) vai decidir se deflagrará o movimento. Embora a greve dos roteiristas tenha interrompido o trabalho em inúmeras produções ao redor do mundo, as filmagens continuam em projetos com roteiros já finalizados. No entanto, se os atores decidirem entrar em greve, as produções terão que ser totalmente interrompidas, independentemente do status da escrita. Com a repercussão da situação, as premiações também correm o risco de sofrerem adiamentos. Apesar do anúncio dos indicados ao Emmy nesta quarta (12/7), o evento pode ser empurrado para novembro ou janeiro de 2024 pela Academia de Artes e Ciências Televisivas, que organiza a premiação ao lado da Fox, emissora que transmite a entrega do prêmio nos Estados Unidos. Exigências dos roteiristas Nos últimos anos, a indústria do entretenimento passou por diversas mudanças com a ascensão dos streamings. Como consequência, os pagamentos dos roteiristas não acompanharam os ajustes da inflação ou o novo ritmo estabelecido. Com a produção de séries com temporadas mais curtas, os salários se tornaram cada vez menores. Outro fator é a falta de pagamento por ganhos residuais – ou seja, a remuneração por reprises, que já ocorre na TV, não existe no streaming que disponibiliza séries por tempo ilimitado. Em produções da Netflix, por exemplo, os roteiristas ganham um valor fixo pelo seu trabalho e não tem direito a nada mais. Além disso, as exigências também englobam uma regulamentação do uso de Inteligência Artificial para a escrita de roteiros. Atualmente, o WGA pede uma lei que proíba o uso de IA para escrever ou adaptar um texto, evitando a substituição dos escritores pelas novas tecnologias.
Live-action de Chico Bento, da Turma da Mônica, ganha primeiras imagens
A Mauricio de Sousa Produções divulgou as primeiras imagens de “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”. As filmagens do novo live-action do universo de Turma da Mônica tiveram início neste mês de julho, no interior de São Paulo. O icônico caipira será interpretado pelo influenciador mineiro Isaac Amendoim, de 10 anos, no longa dirigido por Fernando Fraiha (“Bem-Vinda, Violeta!”). Os visuais destacam a turma de caipiras reunida com Anna Julia Dias como Rosinha, o interesse amoroso de Chico; Pedro Dantas como Zé Lelé, o primo e melhor amigo do personagem; Lorena de Oliveira como Tábata, a melhor amiga de Rosinha; e a dupla Davi Okabe e Guilherme Tavares como Hiro e Zé da Roça. O longa é ambientado na Vila da Abobrinha, cidade fictícia dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. O cenário será recriado nas cidades de Bragança Paulista e Itatiba. Na trama, a turma vai se unir para salvar a goiabeira maraviósa de Nhô Lau em uma história escrita por Elena Altheman (“Use Sua Voz”) e Raul Chequer (“Choque de Cultura”) ao lado do diretor. Primeira versão live-action de Chico Bento Nas telonas, a produtora revelou que o personagem ganharia seu próprio live-action por uma cena pós-créditos exibida em “Turma da Mônica: Lições” (2021). O anúncio do pequeno Isaac como o protagonista foi feito em março deste ano pelo próprio Mauricio de Sousa. “É uma grande emoção poder ver mais um personagem saindo das páginas dos quadrinhos e literalmente ganhando vida nas telas de cinema de todo o País!”, declarou. Estou ansioso pela chegada de Chico Bento ao live-action com este roteiro inédito, que traz a simplicidade do personagem, seu bom humor e o dialeto tão marcante, características que conquistaram mais de quatro gerações”. O personagem foi criado pelo desenhista em 1961, inspirado em um tio-avô. “É com muito carinho que convidamos a todos para conferir mais essa aventura na Vila Abobrinha. Tenho certeza de que vai divertir crianças, jovens e adultos, reforçando também a importante mensagem da preservação ambiental. Não vejo a hora de poder compartilhar essa novidade com os fãs da Turminha”. Diretor veterano na franquia Turma da Mônica Nos últimos anos, as histórias da Turma da Mônica ganharam ainda mais destaque pelas adaptações em live-action iniciadas em “Turma da Mônica: Laços” (2019). Desde então, o diretor Fernando Fraiha atuou como produtor na franquia. Além do primeiro filme, ele também produziu “Turma da Mônica: Lições” (2021) e “Turma da Mônica: A Série” (2022). Agora, ele fica responsável pelo retrato inédito do Chico Bento nos cinemas. “Mergulhamos no mundo do Mauricio de Sousa mais uma vez, agora para levar ao cinema o universo do Chico Bento. É um mundo fantástico e engraçado inspirado em milhares de HQs do Chico”, revelou. “Com uma equipe excepcionalmente talentosa e comprometida, vamos fazer um filme profundamente rural. Mal posso conter minha empolgação em compartilhar essa aventura com o público”, finalizou. “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa” ainda não tem previsão de estreia.
Grag Queen será apresentadora da versão brasileira de “RuPaul’s Drag Race”
A Paramount+ anunciou Grag Queen, vencedora do “Queen of the Universe”, como apresentadora do “Drag Race Brasil”, versão nacional de “RuPaul’s Drag Race”. O reality show conquistou um enorme sucesso ao redor do mundo com sua competição entre drag queens. Com a novidade vindo à público, a artista brasileira comemorou a conquista nas redes sociais. Nos stories do Instagram, ela se abriu sobre a importância do programa. “Meu programa favorito da minha vida, a franquia favorita da minha vida, que mudou a minha vida”, declarou. “Agora, uma grande plataforma para talentos dos quais admiro e sou muito fã, que são os talentos brasileiros de drags brasileiras”. “Que delícia, que honra estar no comando dessa jornada que vai mudar o mundo, eu tenho certeza. Porque agora eles vão conhecer a excelência do Brasil”, comemorou para seus 512 mil seguidores. “E amor, só vem com a gente! Aqui estão os seus motores e simbora”. Em um comunicado divulgado pela imprensa, ela revelou que assiste o reality original há anos. “Eu acompanho Drag Race e seus derivados há mais de 11 anos, então, além de ter o prazer de vivenciar nossa própria franquia, ainda tenho a emoção de ocupar a cadeira principal como apresentadora”, afirmou “É simplesmente indescritível as sensações e a mistura de sentimentos que experimento nesse momento”. Vencedora do Queen of the Universe Grag Queen é o nome artístico de Gregory Crescencio da Silva Mohd, de 28 anos. Nascida na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul, ela começou a carreira em 2008 e logo de cara participou do “Xuxa Especial de Natal”, lançado em 2009. Já em 2014, mudou-se para Nova York, onde passou a estudar artes em uma renomada faculdade conhecida por lançar talentos na Broadway. Foi em 2021 que ela ganhou notoriedade global após derrotar as participantes de todo o mundo e se consagrar como vencedora da 1ª temporada do reality americano “Queen of the Universe”. O programa era uma competição de canto dedicada a drag queens e produzida por RuPaul Charles. Diante do sucesso internacional, ela participou de programas como “Domingão com Huck” e “Faustão na Band”. Além disso, Grag Queen tem investido na sua carreira musical e lançou dois EPs, intitulados “Desperta” (2021) e “Gente Crazy” (2023). Reality show mundialmente famoso Anunciada em dezembro de 2022, a versão brasileira será lançada no streaming da Paramount+ e no canal da MTV Brasil. Ela trará ao país o reality que é um enorme sucesso e campeão de premiações nos Estados Unidos, tanto que já inspirou projetos similares no Brasil, como “Caravana das Drags” na Amazon e a competição musical “Queen Stars Brasil” na HBO Max. O “Drag Race Brasil” vai se juntar às edições internacionais do programa, que já existem no Reino Unido, Canadá, Países Baixos, Espanha, Itália, França, Suécia, Bélgica, México, Filipinas, Tailândia, Austrália e Nova Zelândia. A previsão de estreia é para setembro deste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paramount+ Brasil (@paramountplusbr)
Índia Potira, ex-dançarina do programa de Chacrinha, morre de câncer aos 76 anos
Índia Potira, uma das mais conhecidas dançarinas do programa de Chacrinha, faleceu na última terça-feira (11/7) aos 76 anos. A informação foi divulgada pelos familiares e amigos da ex-chacrete nas redes sociais. A dançarina enfrentava um câncer descoberto em 2010. O velório aconteceu nesta quarta-feira (12/7) no Cemitério do Caju, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. “Hoje, a noite perdeu o brilho, minha amiga Gloria Maria Aguiar da Silva, a eterna Índia Potira retornou para a fonte de luz eterna, a Aldeia Espiritual de seus Ancestrais”, escreveu uma amiga da dançarina nas redes sociais. Ela deixou suas duas filhas, netos e bisnetos. Na televisão, Maria da Glória Aguiar da Silva fez parte do “Cassino do Chacrinha” ao lado de nomes como Rita Cadillac, Estrela Dalva, Sarita Catatau, Fátima Boaviagem e Vera Furacão. Durante os anos 1980, elas estavam entre as mulheres mais desejadas do Brasil e estampava capas de revistas. Diante da popularidade entre o público, Potira fez participações especiais em novelas da rede Globo como “Beleza Pura” (2008) e “Amor à Vida” (2013), interpretando ela mesma. Apesar do sucesso, informações revelaram que ela estava enfrentando dificuldades financeiras e passou seus últimos anos vivendo na Comunidade da Babilônia, no bairro do Leme, Zona Sul carioca. Ao longo da vida, ela foi aberta com o público sobre suas polêmicas envolvendo drogas e prostituição. Quatro anos na prisão Índia Potira foi detida por quatro anos, ao ser associada a tráfico de drogas. A condenação aconteceu após ela ajudar na fuga de um traficante, por quem era apaixonada. Em 1990, ela saiu da cadeira e começou a trabalhar como auxiliar de serviços gerais. Anos mais tarde, a ex-dançarina revelou que precisou se envolver com a prostituição. “Na época de chacrete, saí com homens para ganhar dinheiro. Foi por necessidade. A gente tinha uma pessoa que ajudava, mantinha”, contou em 2014 durante entrevista ao programa Domingo Show, da Record. Ela também reconheceu sua luta causada pelo vício em drogas.












