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Música

MC Daniel se manifesta após shows cancelados, nega traição e rebate acusações de Lorena Maria

Funkeiro diz que mensagens vazadas são anteriores ao namoro, garante pagamento de pensão e afirma que polêmica afetou sua carreira

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23 de dezembro de 2025
Etc

Campanha da Havaianas com Fernanda Torres vira alvo de boicote bolsonarista

Propaganda que sugere não começar o ano com o "pé direito" é vista como provocação política e gera reações de políticos de direita

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23 de dezembro de 2025
Etc

Morre Ieda Maria Vargas, primeira brasileira a vencer o Miss Universo

Gaúcha estava internada há duas semanas em Gramado e faleceu devido a problemas cardíacos, dias antes de completar 81 anos

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23 de dezembro de 2025
Filme

“A Odisseia”: Matt Damon enfrenta fúria dos mares no trailer do novo filme de Christopher Nolan

Adaptação do épico de Homero inclui Tom Holland e Anne Hathaway em elenco estelar com estreia em julho de 2026

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22 de dezembro de 2025
Reality, TV

Campeão de “A Fazenda 17”, Dudu Camargo é contratado pelo Jornalismo da Record

Vencedor do reality show terá quadro no "Balanço Geral" e participará do "Domingo Espetacular", contrariando pedidos para migrar para o Entretenimento

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22 de dezembro de 2025
  • Série

    “Station 19” vai acabar na 7ª temporada

    9 de dezembro de 2023 /

    A rede americana ABC anunciou que a 7ª temporada de “Station 19” será a última. A decisão foi tomada no início da produção da temporada para permitir aos produtores criar um desfecho adequado para a série, que surgiu como um spin-off de “Grey’s Anatomy”, centrado em bombeiros e primeiro-socorristas, e frequentemente tem crossovers com a atração médica. Por outro lado, temporada será menor, com 10 episódios e apenas um crossover planejado. Durante sua exibição, “Station 19” foi elogiada por abordar tópicos importantes e difíceis, recebendo recentemente um Prêmio Sentinel da Hollywood, Health & Society por sua representação do racismo sistêmico na 6ª temporada. Desde então, “Station 19” passou por mudanças significativas, com os novos showrunners Zoanne Clack e Peter Paige, que sucederam Krista Vernoff, e serão responsáveis pela produção do capítulo de número 100 e o episódio final. “Por sete temporadas, ‘Station 19’ foi um destaque na programação da ABC, graças à incrível visão de Shonda [Rhumes] e Betsy [Beers], personagens amados e narrativa envolvente”, disse o presidente do Disney Television Group, Craig Erwich, ao anunciar o final da produção. “Com Zoanne [Clack] e Peter [Paige] no comando da temporada de despedida, temos muito o que esperar, especialmente a celebração do marco do 100º episódio do programa.” Além de Zoanne Clack e Peter Paige, os produtores da série incluem a criadora Stacy McKee, a criadora de “Grey’s Anatomy” Shonda Rhimes, Betsy Beers e Paris Barclay, numa parceria entre a produtora ABC Signature, parte dos Disney TV Studios, e Shondaland. O elenco, por sua vez, inclui Jaina Lee Ortiz, Jason George, Grey Damon, Barrett Doss, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre, Miguel Sandoval, Boris Kodjoe, Stefania Spampinato, Carlos Miranda, Josh Randall, Merle Dandridge e Pat Healy. No Brasil, “Station 19” é exibido pelo canal pago Sony e disponibilizado em streaming pela plataforma Star+.

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  • Filme

    Sean Gunn será nova versão do vilão de Pedro Pascal nos filmes da DC

    9 de dezembro de 2023 /

    O ator Sean Gunn, conhecido por sua atuação na trilogia “Guardiões da Galáxia”, vai seguir o irmão James Gunn, diretor dos filmes dos “Guardiões”, rumo a DC. Segundo o site Deadline, ele vai interpretar o vilão empresarial Maxwell Lord no renovado Universo DC, sob a supervisão de James Gunn e Peter Safran. O personagem foi anteriormente interpretado por Pedro Pascal no filme “Mulher-Maravilha 1984”, lançado em 2020. Ainda não está confirmado se Sean Gunn fará uma aparição como Maxwell Lord no vindouro “Superman: Legacy”, escrito e dirigido por James Gunn, que entrará em produção no próximo ano. Há rumores de que o personagem será mencionado em “Legacy”, mas sua participação efetiva está prevista para projetos futuros da DC. Este é um padrão que se repetirá com outros personagens na primeira fase do novo Universo DC, intitulada “Gods and Monsters: Chapter One”.   Quem é Maxwell Lord Maxwell Lord surgiu pela primeira vez na estreia da fase mais divertida da Liga da Justiça, lançada em 1987 por Keith Giffen, J. M. DeMatteis e Kevin Maguire. Inicialmente apresentado como um aliado e peça-chave na formação da Liga da Justiça Internacional, ele acabou se revelando um adversário da organização e da Mulher-Maravilha. Além de ser um empresário bilionário, Lord adquiriu superpoderes durante o crossover “Invasão”, quando uma bomba detonada por invasores alienígenas ativou seus metagenes latentes, concedendo-lhe a capacidade de controlar a mente de outras pessoas.   Trajetória de Sean Gunn Sean Gunn trabalhou em diversos projetos com o irmão, incluindo a trilogia “Guardiões da Galáxia”, onde interpretou Kraglin. Ele também atuou em “Esquadrão Suicida” como Weasel, e no filme “Super”, dirigidos pelo irmão, bem como em “Tromeo & Juliet” e “Dia De Trabalho Mortal”, escritos por James Gunn. Entre seus créditos televisivos estão “The Good Doctor”, “A Terminal List”, “The Rookie”, “Robot Chicken” e “Gilmore Girls”.

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  • Filme,  Série

    Estreias | Indiana Jones, Trolls, Scorsese e as novidades de streaming da semana

    8 de dezembro de 2023 /

    A lista de estreias de streaming da semana reúne sete filmes e três séries novas. A relação destaca longas que estiveram recentemente nos cinemas, de blockbusters como “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” e “Trolls 3: Juntos Novamente” ao conceituado “Assassinos da Lua das Flores”. Mas também há produções inéditas, como “O Mundo Depois de Nós”, além de três obras brasileiras de cinema e TV. Confira abaixo o Top 10 das dicas.   FILMES   ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES | VOD*   O novo épico de Martin Scorsese (“O Irlandês”) desvenda a história real dos assassinatos da Nação Osage no início do século 20, quando várias mortes ocorreram após descobertas de grandes depósitos de petróleo nas terras indígenas em Oklahoma. A narrativa segue Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), que se muda para Fairfax, Oklahoma, na década de 1920, para viver com seu tio, William Hale (Robert De Niro), conhecido como King Bill Hale, um influente pecuarista local. Sob a manipulação de seu tio, Ernest se envolve com Mollie (Lily Gladstone), uma mulher Osage, com o objetivo sombrio de herdar os direitos lucrativos de petróleo de sua família, caso os membros de sua família morram. O drama se intensifica à medida que membros da família de Mollie são assassinados um a um, destacando uma trama maior de ganância e exploração. A complexa rede de mentiras e corrupção é revelada gradualmente, com o envolvimento de vários membros da comunidade que, silenciosamente, consentem ou contribuem para os crimes. A interpretação de Gladstone como Mollie, que enfrenta a dor insuportável da perda enquanto descobre a verdade sobre seu marido e a conspiração em andamento, tem sido apontada como garantida no Oscar 2023. A colaboração entre Scorsese e seus dois atores favoritos, DiCaprio e De Niro, juntos pela primeira vez num filme do cineasta – após estrelarem separadamente suas obras mais famosas – é um atrativo à parte. E suas cenas são a base da história envolvente, roteirizada por Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) e baseado no livro homônimo de David Grann, que mistura crime verdadeiro com elementos de faroeste e consegue prender a atenção do espectador ao longo de suas quase 3 horas e meia de duração. Tão surpreendente quanto a extensão do filme só a vitalidade do diretor de 80 anos, que descobriu um novo terreno visual e dramático para se expressar, mergulhando pela primeira vez nos vastos espaços abertos e na atmosfera dos bangue-bangues clássicos para criar seu primeiro western, com indígenas, pistoleiros, fazendeiros corruptos e homens da lei. A decisão de filmar em locais autênticos em Oklahoma, proporcionando um pano de fundo realista e engajando comunidades locais no processo, aumenta a autenticidade e a riqueza visual e cultural da produção, que merecidamente arrancou elogios em sua première no Festival de Cannes e atingiu 96% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes.   INDIANA JONES E A RELÍQUIA DO DESTINO | DISNEY+   A despedida de Harrison Ford do papel de Indiana Jones decepcionou nas bilheterias – como quase tudo que a Disney lançou em 2023 – , mas é uma aventura empolgante, que entrega o que os fãs esperam da franquia. A trama começa com uma impressionante sequência de flashback, ambientada em 1944, que apresenta um Indy mais jovem, graças à tecnologia de rejuvenescimento digital, enfrentando nazistas para se apossar de um artefato crucial, a Antikythera de Arquimedes – um dispositivo de cálculo celestial que no filme tem poderes extraordinários. A história então avança para 1969, onde o agora idoso Dr. Jones, perto de se aposentar e vivendo em um apartamento decadente em Nova York, se vê envolvido em uma última aventura ao lado de Helena (Phoebe Waller-Bridge), a filha de seu falecido parceiro Basil (Toby Jones), e numa corrida com o cientista nazista Jürgen Voller (Mads Mikkelsen) pela tal relíquia. Dirigido por James Mangold (“Logan”), o filme leva Indy e seus aliados a uma série de locais exóticos, incluindo as estreitas ruas de Tânger e a tumba de Arquimedes na Sicília, cheia de quebra-cabeças à la “Código Da Vinci” e um segredo que desafia a física. O elenco de apoio inclui o retorno de algumas figuras queridas da franquia e a adição de novas, como a personagem de Waller-Bridge, Helena, que desempenha um papel significativo na trama. A história também encontra uma maneira de amarrar as pontas soltas de personagens antigos que haviam desaparecido sem explicação. Mesmo que não seja um clássico como os primeiros longas, sua combinação de nostalgia e ação vibrante proporciona uma despedida digna ao herói – além de superar o capítulo anterior, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, de 2008.   TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE | VOD*   Em sua volta às telas, Poppy e Tronco, os personagens dublados em inglês por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Justin Timberlake (“O Preço do Amanhã”), são oficialmente um casal, apelidado de Troppy. Mas conforme ficam mais íntimos, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto: ele já fez parte da boyband favorita dela, BroZone, com seus quatro irmãos Floyd, John Dory, Spruce e Clay. Eles se separaram quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não vê seus irmãos desde então. Mas quando Floyd, é sequestrado, Tronco e Poppy embarcam em uma jornada emocionante para reunir os outros irmãos e resgatá-lo de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop. O detalhe é que essa historia é embalada por uma música do ‘N Sync, a boyband nada secreta do passado de Justin Timberlake, que voltou a gravar junta, 20 anos após sua separação, especialmente para a trilha sonora do filme. A animação também conta com a volta do diretor Walt Dohrn e com um elenco de dubladores que combina cantores e atores, como Camila Cabello (“Cinderella”), Eric André (“The Righteous Gemstones”), Amy Schumer (“Descompensada”), Andrew Rannells (“Um Pequeno Favor”), Troye Sivan (“The Idol”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Zooey Deschanel (“New Girl”), Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) e Anderson Paak (“Grown-ish”).   MEU NOME É GAL | VOD*   A cinebiografia aborda a vida da icônica cantora Gal Costa, focando os anos de 1966 a 1971, que marcam a transformação da tímida Gracinha, que se muda de Salvador para o Rio de Janeiro, na renomada tropicalista. Dirigido por Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), a produção abre com uma cena do show “Fa-Tal” em 12 de outubro de 1971 e, a partir daí, retrocede para mostrar a chegada de Gal ao Rio de Janeiro e seu reencontro com figuras importantes como Caetano Veloso (Rodrigo Lelis), Gilberto Gil (Dan Ferreira) e o empresário Guilherme Araújo (Luis Lobianco). Dando um show verdadeiro no papel principal, Sophie Charlotte não apenas atua, mas também canta as canções no longa. Para fãs de Gal e da geração da Tropicália, a obra oferece cenas antológicas, que recriam a fase mais rebelde da cantora. Entretanto, a apresentação desconexa de eventos prejudica a narrativa, contexto e até a compreensão da história para quem não é iniciado. A relação de Gal com sua mãe, interpretada por Chica Carelli, e com outros personagens importantes, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, é pouquíssimo desenvolvida. Além disso, a participação de Maria Bethânia, interpretada pela codiretora Dandara Ferreira, é tão breve que nada acrescenta à trama. Na comparação com outras cinebiografias musicais brasileiras, o longa se destaca por evitar os clichês mais comuns, focando-se em um período específico e crucial na carreira de artista, em vez de passar correndo por toda a sua vida. Embora nem assim consiga aprofundar questões importantes, a luta por autonomia da cantora ganha destaque, explorando suas relações e desafios em um período turbulento da história brasileira. Além disso, o filme confirma Sophie Charlotte como uma das melhores atrizes brasileiras da atualidade. Podem esperá-la nas premiações de melhores do ano.   O MUNDO DEPOIS DE NÓS | NETFLIX   O thriller psicológico, que mergulha nas profundezas de um apocalipse iminente, é uma viagem tensa e sombria pelos medos contemporâneos, desde a dependência da tecnologia até a desintegração social. A narrativa segue Amanda (Julia Roberts) e Clay (Ethan Hawke), um casal do Brooklyn que busca uma pausa da rotina agitada, levando seus filhos para uma casa de campo em Long Island. A tranquilidade é interrompida pela chegada inesperada do proprietário da casa (Mahershala Ali) e sua filha, que buscam refúgio após um apagão em Nova York. O que começa como uma comédia de costumes, rapidamente se transforma em um cenário maior e mais ameaçador, onde a falta de comunicação e estranhos fenômenos naturais sugerem um desastre global. Baseada no best-seller de Rumaan Alam, a filmagem de Sam Esmail, conhecido como criador de “Mr. Robot”, utiliza técnicas visuais complexas para contar a história, oferecendo respostas concretas às ambiguidades do livro. A adaptação se aprofunda nas tensões raciais e nas divisões de classe, mas estes temas são relevados conforme as famílias enfrentam ameaças desconhecidas. Marcada por uma crescente sensação de desastre, alimentada pela incapacidade de comunicação, o filme oscila entre o suspense e uma observação aguda da malaise contemporânea, destacando-se pelas atuações de Roberts e Ali, que entregam monólogos longos e perturbadores.   O PRIMEIRO NATAL DO MUNDO | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia brasileira gira em torno da família Pinheiro Lima, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando um dos filhos deseja que o Natal desapareça. Esse pedido inusitado é atendido, gerando uma série de confusões para todos. O elenco é liderado por Lázaro Ramos (“Ó Pai Ó 2”) como Pepê, um professor de história viúvo e pai de duas filhas, e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) como Tina, sua esposa, uma chef de cozinha divorciada e mãe de dois filhos. Juntos, eles embarcam em uma jornada para restaurar a data, suas tradições e o verdadeiro significado do Natal. A produção se diferencia ao focar no Natal no Brasil, um aspecto raramente explorado em produções de streaming do gênero – uma das raras exceções é “Tudo Bem no Natal que Vem”, com Leandro Hassum. Por isso, a comédia busca não só entreter, mas também colocar em destaque símbolos e valores culturais do Brasil na trama. Com direção de Susana Garcia (“Minha Mãe É uma Peça 3”) e Gigi Soares (“Novela”), o longa também destaca no elenco Fabiana Karla, Igor Jansen, Theo Matos, Valen Gaspar, Yasmin Londuik, Stella Miranda, Cézar Maracujá, Wilson Rabelo e uma participação especial de Rafael Infante.   THE ARCHIES | NETFLIX   Esse projeto curioso é uma versão indiana de “Riverdale”, que se passa nos anos 1960, é embalada pela música da época e vem com diversas coreografias sincronizadas para confirmar sua procedência de Bollywood. De forma surpreendente, os quadrinhos da Archie Comics são bastante populares na Índia. E, pelo visto, os desenhos animados também, já que a década escolhida para a ambientação do filme é a mesma da época em que a versão animada dos personagens estourou nas paradas de sucesso, com a gravação de “Sugar Sugar”. O teaser traz algumas referências dos quadrinhos clássicos, que também podem ser vistas em “Riverdale”, como o icônico restaurante Pop Tate’s. Outra curiosidade é que os personagens mantém os mesmos nomes americanos com que se tornaram conhecidos. O longa tem direção de Zoya Akhtar (“Gully Boy”) e foi escrito por Kagti, Akhtar e Ayesha DeVitre (“Kapoor & Sons”). E, com a exceção de Mihir Ahuja (“Candy”), intérprete de Jughead Jones, o elenco central é composto por atores iniciantes.   SÉRIES   AMERICAN HORROR STORIES 3 | STAR+   Criada pelos mesmos idealizadores de “American Horror Story”, Ryan Murphy e Brad Falchuck, a série derivada se diferencia da anterior por apresentar uma história de terror diferente a cada episódio – em vez de uma trama única por temporada como a atração que a originou. Na 3ª temporada são apenas quatro episódios. Em “Tapeworm”, uma modelo em ascensão não mede esforços em sua busca por sucesso, num enredo que aborda a temática da autoimagem e dos sacrifícios...

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  • Etc

    Dado Dolabella tem CNH e passaporte retidos por dívida

    8 de dezembro de 2023 /

    O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a retenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do passaporte do ator Dado Dolabella. A decisão, que visa garantir a quitação de uma dívida de aluguel estimada em R$ 450 mil, foi tomada pelo juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, da 4ª Vara Empresarial, do Rio, no último dia 5 de dezembro. Dolabella morou em uma cobertura de 320 metros quadrados até 2013, quando foi despejado por inadimplência. A cobrança se refere ao período em que o ator habitou o imóvel e deixou de efetuar os pagamentos dos aluguéis. Mesmo após a penhora de uma Dodge Ram avaliada em R$ 80 mil, pertencente a Dolabella, a quantia não foi suficiente para saldar o débito. Segundo o advogado do proprietário do imóvel, além da dívida, Dolabella teria causado danos à propriedade. Declarações e defesas Em resposta à situação, Fernanda Tripode, advogada de Dado Dolabella, criticou a decisão judicial, argumentando que não se pode utilizar meios de coação ou constrangimento moral para cobrança de dívidas. Por outro lado, o advogado do proprietário do imóvel expressou a possibilidade de declarar a falência do ator, caso a dívida não seja paga. Dado Dolabella não se pronunciou sobre o caso.

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  • Filme

    Ryan O’Neal, astro de “Love Story”, morre aos 82 anos

    8 de dezembro de 2023 /

    O ator Ryan O’Neal, que ficou marcado pela atuação em “Love Story” e se tornou uma dos maiores ídolos de Hollywood da década de 1970, morreu nesta sexta-feira (8/12) em sua casa em Los Angeles, Califórnia. Ele tinha 82 anos e lutava contra uma leucemia crônica diagnosticada em 2001 e um câncer de próstata identificado em 2012.   Início de carreira Nascido em Los Angeles em 20 de abril de 1941, Ryan O’Neal começou sua carreira em 1960, com participações em episódios de séries clássicas como “Os Intocáveis”, “Laramie” e “Leave it to Beaver”. Seu primeiro papel de destaque foi como Rodney Harrington na série “Caldeira do Diabo” (Peyton Place), que teve mais de 500 episódios exibidos de 1964 a 1969. Baseada no filme de mesmo nome, a série era um melodrama novelesco e alçou O’Neal ao estrelato, ao capturar o coração dos espectadores com sua aparência jovial e carisma. Assim que a série acabou, ele fez sua transição para o cinema com o filme “Cartada para o Inferno”, de 1969, uma adaptação de uma obra de Elmore Leonard. Este filme, co-estrelado por sua então esposa Leigh Taylor-Young, marcou o início de uma carreira cinematográfica notável, que foi explodir no lançamento seguinte.   Estouro de “Love Story” O maior sucesso de O’Neal veio em 1970 com “Love Story: Uma História de Amor”, que ele estrelou ao lado de Ali MacGraw. A obra foi um fenômeno cultural, gerando frases decoradas por fãs (como “Amar significa nunca ter de pedir desculpas”), que sobrevivem até hoje em memes de quem nem conhece o contexto. Considerado um dos romances de maior repercussão em todos os tempos, o filme dirigido por Arthur Hiller e baseado no best-seller de Erich Segal contava a história de Oliver Barrett IV, um estudante de Harvard que se apaixona por Jenny Cavilleri, personagem de Ali MacGraw, uma jovem de origem mais humilde. Mas não bastassem os desafios sociais, o casal também precisa enfrentar uma doença terminal que acomete Jenny. Além de uma bilheteria histórica, o longa se destacou na temporada de prêmios, sendo indicado a sete Oscars, inclusive Melhor Ator para Ryan O’Neal.   Consagração nos anos 1970 Após o drama lacrimoso de “Love Story”, O’Neal variou o repertório com o western “Os Dois Indomáveis” (1971) e comédias leves – duas com Barbra Streisand, “Essa Pequena é uma Parada” (1972) e “Meu Lutador Favorito” (1979), e uma com Jacqueline Bisset, “O Ladrão que Veio Jantar” (1973). Mas sua parceira mais importante dessa fase foi sua própria filha, Tatum O’Neal, na comédia “Lua de Papel” (1973), de Peter Bogdanovich. Ryan e Tatum brilharam juntos no filme ambientado na era da Grande Depressão, que seguia as aventuras de um vigarista e sua filha em viagem pelo Kansas e Missouri. A performance de Tatum lhe rendeu um Oscar histórico, tornando-a a mais jovem vencedora na história da Academia de Artes e Ciência Cinematográficas com apenas 10 anos de idade. O filme seguinte do ator foi em “Barry Lyndon” (1975), dirigido por Stanley Kubrick, onde interpretou o personagem-título, um aventureiro irlandês que sobe na hierarquia social na Europa do século XVIII. A produção também marcou época por suas inovações e excelência técnica, ao utilizar pela primeira vez no cinema uma iluminação totalmente natural, obtida com o uso de velas em suas cenas. Kubrick e o diretor de fotografia John Alcott utilizaram lentes especiais desenvolvidas pela NASA, capazes de capturar imagens com pouquíssima luz. Essas lentes, com uma abertura extremamente ampla, permitiram que as cenas internas dispensassem iluminação artificial adicional – o que conferiu ao filme uma qualidade visual única e revolucionária, replicando a maneira como os interiores eram iluminados no século XVIII. Além disso, a obra foi composta por planos que se assemelhavam à pinturas do século XVIII, com enquadramentos cuidadosamente construídos em takes longos. O feito foi reconhecido com o Oscar de Melhor Fotografia e outros três troféus técnicos. Após esses trabalhos marcantes, Ryan voltou a trabalhar com Peter Bogdanovich em “No Mundo do Cinema” (1976), integrou o elenco gigantesco da superprodução de guerra “Uma Ponte Longe Demais” (1977), de Richard Attenborough – outro grande sucesso comercial – , e estrelou “Caçador de Morte” (The Driver, 1978), um suspensão dirigido por Walter Hill. Entretanto, o sinal de alerta foi aceso quando o ator apareceu na sequência de seu maior sucesso, “A História de Oliver”, em 1978. A ideia de continuar a trama de “Love Story” como uma história de luto provou-se um fiasco, surpreendo as expectativas do estúdio.   Uma Love Story da vida real Durante seu auge profissional, Ryan O’Neal experimentou sua própria Love Story, ao conhecer e se apaixonar pela atriz Farrah Fawcett, estrela da série “As Panteras” (Charlie’s Angels) e uma dos maiores sex symbols dos anos 1970. Os dois iniciaram um relacionamento em 1979 que durou, entre idas e vindas, quase três décadas. Apesar disso, nunca se casaram, embora tivessem um filho juntos, Redmond O’Neal. O relacionamento teve seus altos e baixos, com episódios de separações e reconciliações. E após um período separado, o casal se reuniu novamente quando O’Neal foi diagnosticado com leucemia. Eles permaneceram juntos até a morte de Fawcett em 2009, devido a um câncer – como no filme famoso.   Implosão nos anos 1980 Enquanto celebrava o amor, o ator teve dificuldades em replicar o sucesso que teve no começo da carreira. Nos anos 1980, ele se especializou em comédias e apareceu em diversos fracassos de bilheteria. Em “Amor na Medida Certa” (1981), interpretou um professor universitário que se envolvia no negócio de moda da família. Em “Dois Tiras Meio Suspeitos” (1982), explorou o gênero da comédia policial, interpretando um detetive heterossexual que se disfarçava como gay. Em “Diferenças Irreconciliáveis” (1984), lutou com Shelley Long pela custódia da pequena Drew Barrymore. Até que “A Marca do Passado” (1987) empurrou o que restava de sua fama ladeira abaixo. Dirigido pelo renomado escritor Norman Mailer, “A Marca do Passado” foi uma tentativa de mesclar film noir com elementos de comédia e drama, mas acabou se destacando pelo tom confuso e pela aparente falta de convicção do astro ao interpretar seu personagem, um ex-traficante de drogas metido em uma série de eventos misteriosos e violentos. Uma das falas ditas pelo ator na produção se tornou uma das mais ridicularizadas da história do cinema. A frase em questão é “Oh man! Oh God! Oh man! Oh God! Oh man! Oh God! Oh man! Oh God!”, dita repetidamente por Ryan O’Neal em uma cena dramática.   Reinvenção na TV Com a repercussão negativa de “A Marca do Passado”, o astro se viu sem muitas outras opções no cinema, decidindo ir fazer TV. E para tornar a transição uma espécie de “queda para cima”, resolveu estrelar uma minissérie junto com a namorada/esposa Farrah Fawcett. A iniciativa, batizada de “O Sacrificio Final” (1989), deu resultado e, além de boa audiência e críticas positivas, rendeu três indicações ao Emmy – incluindo Melhor Atriz para Farrah. Depois disso, o casal dobrou a aposta e quis estrelar sua própria série de comédia. Entretanto, “Good Sports” (1991), onde interpretaram âncoras em uma rede esportiva, foi cancelada após 15 episódios. Ryan seguiu carreira na TV, estrelando telefilmes e fazendo aparições em séries, como “Desperate Housewives”, “Barrados no Baile” (90210) e principal “Bones”, onde interpretou o pai da personagem principal (vivida por Emily Deschanel), aparecendo em vários episódios ao longo da série.   Últimos papéis Antes de se aposentar com o fim de “Bones” em 2017, ele ainda fez uma última aparição no cinema, no filme “Knight of Cups” (2015), dirigido por Terrence Malick, e emocionou os fãs ao se reencontrar com Ally MacGraw, sua parceira de “Love Story”, numa encenação de 2016 da peça “Love Letters” de A.R. Gurney. A montagem teve uma recepção calorosa e serviu como um olhar retrospectivo sobre a carreira de ambos os atores.

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  • Música

    Claudia Leitte é acusada de plágio de Bea Duarte, que reage: “Existem, sim, semelhanças”

    8 de dezembro de 2023 /

    A recente participação de Claudia Leitte no “The Voice Brasil”, exibido na quinta (7/12) na Globo, gerou controvérsia nas redes sociais. Após o programa, onde apresentou a música nova “Liquitiqui”, a artista enfrentou acusações de plágio. Fãs de Bea Duarte, cantora independente e ex-jurada do “Canta Comigo Teen”, apontaram semelhanças entre “Liquitiqui” e a faixa “Lilith”, de Bea. A própria Bea gravou um vídeo no Instagram, dizendo que acordou nesta sexta (8/12) com um monte de gente marcando seu nome e falando da canção de Claudia. Ela então comparou as duas músicas, mostrando a forte semelhança entre elas. Mesmo se dizendo com receio de se posicionar sobre o assunto, a artista chegou a dar datas de lançamento para reforçar que acredita sim que “Liquitiqui” é parecida demais com “Lilith”. “Acalmem-se, fãs da Milk. Também não precisam me atacar só porque existem, sim, semelhanças. Eu nem sei ainda como absorver essas informações e eu só estou me pronunciando porque o assunto virou um campo de guerra”, comentou. Bea então lembrou que a música era remix de um outro artista e que já tinha gente dizendo que, na verdade, foi ela quem plagiou a faixa original. Por isso, ela explicou que a sua canção é de 2021 enquanto a gravação original de “Liki Tiki”, da banda Kes (de Trinidad e Tobago), é de 2022 – acrescentando que a banda “claramente conhece o Brasil, já que está fazendo um remix com a Claudia Leitte”. “Não sei o que pensar sobre isso ainda e estou em pane mental”, comentou. “Eu estou com medo de me posicionar e falar qualquer palavra nessa altura do campeonato”, completou, encerrando o vídeo com um “remix” caseiro juntando as duas faixas.   Posicionamento de Claudia Leitte A equipe de Claudia Leitte também reagiu às polêmica. As acusações foram abordadas num comunicado emitido para a imprensa. Segundo a assessoria, “Liquitiqui” possui “construção melódica e composição absolutamente diferentes”, descartando as alegações de semelhança com a música de Bea Duarte. “A assessoria da cantora informa que a canção ‘Liquitiqui’ possui construção melódica e composição absolutamente diferentes, o que não justifica a acusação infundada de plágio”, diz a nota sucinta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bea Duarte (@beadarte)

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  • Música

    Daddy Yankee, do hit “Despacito”, anuncia aposentadoria para se dedicar a Jesus Cristo

    8 de dezembro de 2023 /

    O cantor porto-riqueno Daddy Yankee, famoso pelo hit “Despacito”, anunciou sua aposentadoria do reggaeton durante o último show da turnê La Meta, no estádio do Coliseu, em Porto Rico. Na ocasião, ele surpreendeu os fãs ao dizer que aquela seria sua última apresentação e que, a partir de agora, devotaria sua vida a Jesus Cristo. Após a surpreendente revelação, Yankee ainda convidou os fãs a seguirem seu passos: “Uma vida de sucesso não substitui uma vida sem propósitos. É por isso que, esta noite, percebi que Jesus vive por mim. E eu viverei por ele. Todas as ferramentas que tenho em meu poder, como a música, as redes sociais, minhas plataformas, meu microfone… tudo o que Deus me deu agora servirá a ele”. Ele também postou um vídeo do discurso no Instagram, acrescentando: “Este dia para mim é o mais importante da minha vida… esta noite reconheço e não tenho vergonha de dizer ao mundo inteiro que Cristo vive em mim e que viverei por ele. Este é o fim de um capítulo e o início de um completamente novo”. Na sequência, ainda citou São Mateus. O porto-riquenho de 46 anos ainda estava no auge de seu sucesso, com seu último hit, “Legendaddy”, batendo 200 milhões de plays no Spotify. Considerado o Rei do Reggaeton, Daddy Yankee começou a sua carreira nos anos 1990, influenciado pelo hip-hop latino. Suas músicas mais conhecidas no Brasil são “Gasolina” e o fenômeno “Despacito”, que bateu recordes mundiais de execução. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daddy Yankee (@daddyyankee)

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  • Reality

    A Fazenda | Próxima Roça será dupla e formada com cinco peões

    8 de dezembro de 2023 /

    O diretor-produtor-chefão dos realities da Record TV, Rodrigo Carelli, anunciou nas redes sociais novidades para a segunda fase de “A Fazenda 15”. Agora que os confinados se resumiram a um Top 10, as eliminações começarão a acontecer em dose dupla. E isso já está valendo para a próxima Roça. “Na próxima Roça, 5 peões sentarão nos banquinhos e o poder branco será crucial para isso! Teremos uma eliminação dupla!”, escreveu Carelli no X (antigo Twitter). “Muitas novidades pela frente na reta final”, acrescentou. Normalmente, as Roças são formadas às terças-feiras com quatro peões. Um deles se salva na Prova do Fazendeiro. Carelli indica que a próxima formação colocará cinco peões na berlinda, mas a votação deve se restringir a quatro nomes, já que ainda haverá disputa pelo chapéu do Fazendeiro. Então, na próxima semana, quatro peões disputarão a preferência do público, com dois deles sendo eliminados para chegar ao Top 8. O chefão de “A Fazenda” ainda deu a dica de que o poder branco “será crucial” na formação. Ou seja, o vencedor da Prova de Fogo, que será disputada no domingo (10/12) e exibida na Record na segunda (11/12), poderá determinar o resultado da formação. A próxima Roça segue marcada para terça (12/12). PessoalNa próxima Roça, 5 peões sentarão nos banquinhos e o poder branco será crucial para isso! Teremos uma eliminação dupla! Muitas novidades pela frente na reta final!#AFazenda — Rodrigo Carelli (@rocarelli) December 8, 2023

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  • Reality

    A Fazenda | Inconformismo de torcidas após Roça rende meme de pedido de voto impresso

    8 de dezembro de 2023 /

    A torcida de Jaquelline Grohalski não se conformou com o resultado da Roça da quinta (7/12) em “A Fazenda 15”, fazendo diversas acusações nas redes sociais. Inconsoláveis por terem salvado Cezar Black na tentativa de eliminar Nadja Pessoa, muitos acusaram a produção do reality de manipulação. A palavra chegou a ficar entre os tópicos mais comentados do X (antigo Twitter) na madrugada desta sexta (8/12). O perfil oficial de Jaque ignorou o pedido direto da peoa no confinamento, para que sua torcida eliminasse Cezar Black, e atuou de forma contrária, convocando os seguidores a votarem para salvar Black e Yuri Meirelles, com o objetivo de eliminar Nadja. O resultado foi a permanência de Black e Nadja no reality, dois desafetos declarados da fazendeira da semana. Sem acreditar no que tinham feito, os fãs de Jaque passaram a acusar o programa de proteger Nadja, chamando sua permanência de “carellada”, em referência ao diretor-produtor do reality, Rodrigo Carelli. Não faltaram teorias, postagens e vídeos indignados. A resposta dos fãs de Nadja veio em forma de memes pedindo voto impresso, acompanhado por um vídeo já famoso de Jaque dançando ao lado de Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral. 🚨URGENTE🚨 Após levantarem suspeitas de manipulação na roça de ontem, fãs de Jaquelline com 22L exigem votos impressos no R7! #AFazenda pic.twitter.com/N09kEm1sKx — Alff 💋🃏 (@AlffComenta) December 8, 2023

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  • Reality

    A Fazenda | Irmão de Jaque paga mico com champanhe para eliminação de Najda

    8 de dezembro de 2023 /

    Jojo Todynho lançou moda ao comemorar a eliminação de Alessandra Cariúcha de “A Fazenda 15” com um banho de champanhe. Mas nem todos se deram bem ao imitá-la. O maior mico da edição aconteceu na noite de quinta (8/12), quando o irmão de Jaquelline Grohalski fez uma live, preparando a comemoração com champanhe da eliminação de Nadja Pessoa. Só que quem saiu do reality foi Yuri Meirelles. Colocando a mão na cabeça diante do anúncio de Adriane Galisteu, Fernando Grohalski ficou totalmente sem graça. “Eu faço o que com meu champanhe?”, reclamou, dando um close na sua cara inconsolável. “Ah, não, Carelli! Ah, não, não tem condições!”, disse ainda, referindo-se ao diretor-produtor do reality, Rodrigo Carelli, antes de sair do ar. Horas antes, ele mostrou que estava votando sem parar em Yuri e Cezar Black para que ficassem na Sede, torcendo por uma eliminação de Nadja. Ele chegou a comemorar muito a permanência de Black, desafeto declarado de sua irmã no reality, mas manteve o champanhe fechado para festejar a queda de Nadja. Enquanto Galisteu discursava, antecipando o anúncio de quem seria salvo a seguir, ele deixou a champanhe preparada para ser estourada. E deu no que deu. Eu conto ou vcs contam ??? pic.twitter.com/wMtF2CId5O — Fer.spears (@SpearsFer94517) December 8, 2023

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  • TV

    Repórter da Globo sofre tentativa de assalto ao vivo na TV

    8 de dezembro de 2023 /

    A repórter Juliane Massaoka, da Globo, sofreu uma tentativa de assalto durante participação ao vivo no programa “Encontro”, na manhã desta sexta (8/12). Enquanto falava com Patricia Poeta, durante uma transmissão ao vivo da Avenida Paulista, um homem se aproximou de bicicleta e tentou arrancar com força o celular da mão da repórter. Ela se assustou, mas conseguiu segurar o aparelho, enquanto o criminoso fugiu pedalando. “O cara tá na bicicleta ali, e tem polícia aqui na avenida”, disse a jornalista, ainda desnorteada pela violência inesperada. Não por acaso, a pauta à cena cena era a onda de insegurança e violência que tem assolado diversas cidades brasileiras. Depois disso, Patricia Poeta chamou Juliane para uma reportagem especial sobre a Avenida Paulista, que está completando 132 anos de sua criação. Antes que pudesse falar qualquer coisa, a repórter foi surpreendida pela tentativa de furto. “Eu comecei o programa dizendo isso. A gente fica torcendo pra não ser a próxima vítima. Nem trabalhando o pessoal perdoa”, avaliou Patrícia Poeta. GENTEA Ju Massaoka quase foi assaltada entrando ao vivo no Encontro. pic.twitter.com/BtLXsIY9g0 — Dudu Guimarães (@Dudu) December 8, 2023

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  • Reality

    A Fazenda | Kally diz que público é machista por eliminá-la e salvar Cezar Black

    8 de dezembro de 2023 /

    Kally Fonseca não teve dúvida em rotular o público de “A Fazenda 15” de machista por eliminá-la, mas salvar Cezar Black. A dura análise foi disparada durante sua participação no podcast Selfie Service nesta sexta (8/12). Depois de dizer que foi injusto ela sair, mas Black ganhar uma segunda chance, já que ambos participaram juntos da discussão que acabou levando Lucas Souza a desistir do reality, o apresentador Lucas Selfie perguntou para Kally se ela não tinha achado que também foi machismo – uma teoria que foi disseminada no X (antigo Twitter) diante do resultado da Roça de quinta (7/12). “Eu acho”, disse, mostrando-se inconformada. “Eu achei que o Brasil me tirou na semana passada e era mais do que justo tirar ele [Cezar]. Não tô entendendo mais nada!”, avaliou.   Torcida contra Cezar Black Ao ser questionada pelo apresentador se queria que Black tivesse saído, ela responde: “Claro, amigo!” Ela também opinou sobre os motivos que levaram o ex-BBB a continuar no programa: “O pedido de desculpas, a questão de ter voltado a falar com a Jaquelline também. A atitude dele no jogo que mudou!”, respondeu ela. Lucas Selfie ainda pergunta se Kally acredita no arrependimento de Black. “Foi os dois, foi racional e coração”, ela avaliou.   Quem ela quer na final A maior surpresa da conversa ficou por conta da declaração de Kally sobre sua torcida. Após ter tempo para ver a edição completa no PlayPlus e recordes no X, ela assumiu que não torce mais por Cezar Black. Kally anunciou sua final preferida com Jaquelline Grohalski, André Gonçalves e Nadja Pessoa. Veja a íntegra do programa abaixo.

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  • Música

    Sepultura anuncia separação e turnê mundial de despedida

    8 de dezembro de 2023 /

    A banda Sepultura anunciou nesta sexta-feira (8/12) que vai acabar. O comunicado foi postado no Instagram oficial da banda. “O Sepultura vai parar. Vai morrer. Uma morte consciente e planejada. Nos próximos 18 meses, vamos celebrar 40 anos junto aos nossos fãs em uma tour de despedida que vai passar por todo o planeta. Será uma celebração do passado e do presente pela última vez”, declarou o grupo, que batizou sua turnê de despedida de “Celebrating Life Through Death”. O quarteto composto por Derrick Green, Paulo Jr., Eloy Casagrande e Andreas Kisser já antecipou que os shows de despedida começarão em 2024 e passarão por diversos países das Américas e Europa. Serão ao todo 40 shows. A turnê final será gravada e dará origem a um disco ao vivo, com 40 músicas registradas nas 40 apresentações da banda.   Fim do Sepultura O Sepultura foi criado pelos irmãos Max e Igor Cavalera, em Belo Horizonte (MG), em 1984, e na época já contava com o baixista Paulo Jr. A banda se tornou referência no heavy metal, principalmente por misturar o som pesado com elementos tribais, indígenas, africanos, entre outros. O reconhecimento internacional aconteceu em 1996, quando o grupo lançou o álbum “Roots”, que contou até com Carlinhos Brown como um dos colaboradores. O disco também marcou a despedida do vocalista Max Calavera, enquanto seu irmão (baterista) se desligou 10 anos depois. Da formação original, apenas o baixista Paulo Jr. se manteve presente durante todas as diferentes configurações. Depois dele, o guitarrista Andrea Kisser é o membro atual mais antigo, tendo se juntado à banda em 1987. Já o vocalista Derrick Green entrou em 1998, após a saída de Max. Pra completar, Eloy Casagrande só surgiu em 2011, como o segundo baterista a ocupar a vaga de Igor, após Jean Dolabella. O lançamento mais recente do grupo foi o álbum “SepulQuarta”, que foi gravado em lives com convidados durante a pandemia de Covid-19 e lançado em 2021. Na época, ndreas Kisser afirmou ao g1 que o grupo vivia “o melhor momento da carreira em todos os aspectos”. Confira abaixo as datas brasileiras da turnê de despedida da banda.   Belo Horizonte: 1 de março, no Arena Hall com ingressos entre R$ 75 a R$ 250   Juiz de Fora: 2 de março, no Estacionamento Cultural com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Brasília: 9 de março, na Arena Lounge com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Uberlândia: 15 de março, no Castelli com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Porto Alegre: 21 de março, no Araújo Vianna com ingressos entre R$ 62,50 a R$ 250   ,strong>Curitiba: 22 de março, no Live com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Florianópolis: 23 de março, na Arena Opus com ingressos entre R$ 100 a R$ 200   São Paulo: 6 de setembro, no Espaço Unimed com ingressos entre R$ 75 a R$ 350

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