Souvenir mostra versalidade de Isabelle Huppert
A distribuidora Pandora Filmes fez bem em antecipar a estreia de “Souvenir” para este início de março, poucos dias após o Oscar 2017 e a tour de reconhecimento da atriz Isabelle Huppert na temporada de premiação por sua interpretação em “Elle”. Quem não estava familiarizado com a carreira da francesa, testemunhará a sua versatilidade em um papel totalmente oposto ao de sua memorável Michèle Leblanc. Já seus fãs de longa data poderão desfrutar em “Souvenir” de outra faceta de seu talento: o canto. Aqui, Huppert vive Liliane Cheverny, uma mulher que trabalha silenciosamente em uma fábrica de bolos, sendo responsável por dar o toque final na sobremesa adicionando três ingredientes decorativos. Trata-se de uma rotina padronizada e de desencantos que o cineasta belga Bavo Defurne (“North Sea Texas”) capta com uma câmera rígida em sua exposição dos vazios que rondam Liliane. Os seus dias passam a ganhar tons mais coloridos com a chegada de Jean Leloup (Kévin Azaïs, de “Amor à Primeira Briga”), um novo empregado que de imediato associa Liliane à Laura, uma celebrada candidata do Festival Eurovisão da Canção, que caiu no anonimato após perder uma final para o grupo ABBA – nenhum paralelo com a realidade, pois o grupo sueco, vencedor da edição de 1974, bateu a célebre italiana Gigliola Cinquetti. Pois as suspeitas logo se confirmam e o jovem começa a incentivá-la a voltar a cantar. O que vem a seguir é um relacionamento encenado de modo maduro entre duas pessoas com idades bem distintas, mas Defurne fica devendo no desenvolvimento dos demais aspectos da trama, a exemplo da inconstância dos personagens. Liliane/Laura e especialmente Jean alternam da doçura para a fúria sem muito embasamento dramático, bem como a mãe de Jean, Martine (Anne Brionne), que passa a se comportar de modo nada cordial ao descobrir que há algo sério entre os dois. De qualquer modo, “Souvenir” resulta simpático quando consegue superar as suas disparidades, valendo especialmente pela presença sempre forte de Isabelle Huppert, que entrega uma performance vibrante de “Joli Garçon”, canção de Pink Martini que será a responsável por seu renascimento. Sair da sessão cantarolando será inevitável.
Trailer apresenta segunda metade da série de hip-hop The Get Down
A Netflix divulgou o trailer da segunda metade de “The Get Down”, série musical do cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) sobre as origens do hip-hop em plena época da disco music. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa como um grande musical de Hollywood, quando muitos esperavam um relato mais factual, mas o acabamento cinematográfico justificou o custo elevado – US$ 120 milhões em sua 1ª temporada. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o Baz Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. No elenco, que destaca uma nova geração de atores negros e latinos, há alguns rostos bem conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.
Novo trailer legendado de Velozes e Furiosos 8 é tão exagerado que faz até chover carros
A franquia “Velozes & Furiosos” extrapolou os limites da insanidade em seu novo trailer, em que chovem carros sobre as ruas, tornando o asfalto flamejante. A cena é espetacular e a explicação é que a vilão vivida por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) hackeou os sistemas eletrônicos dos carros de Detroit, causando acidentes por toda a cidade. Podia parar por aí, mas ainda há uma sequência em que Dwayne Johnson desvia a rota de um míssil com as mãos. E para quê pular sobre um tubarão se o carro de Vin Diesel pode saltar sobre um submarino inteiro? “Jump the shark”, para quem não sabe, é uma gíria americana originada de um episódio da série clássica “Happy Days”, que mostrou Fonzie fazendo ski aquático sobre um tubarão. Significa apelar demais, passar do ponto, chegar no limite do exagero, que, de tão absurdo, sinaliza o início da decadência de uma produção. Será que “Velozes & Furiosos 8” é o capítulo do pulo do tubarão de Vin Diesel e cia.? Primeiro filme rodado após a morte de Paul Walker, quinto escrito por Chris Morgan e estreia do diretor F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”) na franquia, “Velozes & Furiosos 8” parte de uma traição do protagonista. Dominic (Diesel) é coagido a atacar a própria “família” e os mocinhos são reforçados pelo vilão do capítulo anterior, vivido por Jason Statham, para tentar prender seu antigo líder. A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, e também ganhou dois pôsteres que podem ser conferidos abaixo.
Riverdale é renovada para a 2ª temporada
A rede americana CW anunciou a renovação da série “Riverdale” para sua 2ª temporada. A série está atualmente na metade de sua 1ª temporada e, embora não tenha atingido o sucesso das outras adaptações de quadrinhos do canal, o número de 1,1 milhão de telespectadores semanalmente sintonizados cresce 78% com a medição Live+7 (que contabiliza todas as plataformas durante uma semana, a partir da disponibilização dos capítulos). Além disso, “Riverdale” agradou a crítica, com 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A atração é baseada nos quadrinhos de Archie e sua turma, também conhecidos pelo sucesso de uma série animada dos anos 1960, que reprisa até hoje. As versões de carne e osso de Archie Andrews (o neozelandês K.J. Apa, de “Quatro Vidas de um Cachorro”), Betty (Lili Reinhart, de “Os Reis do Verão”), Veronica (a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros), Reggie (Ross Butler, da série “Agente KC”) e Moleza (Cole Sprouse, da série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) convivem na trama com personagens famosas de outros quadrinhos/série animada, Josie e as Gatinhas. Criada pelo diretor criativo da Archie Comics, Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista de “Carrie, a Estranha”), “Riverdale” tem um tom mais sombrio que os desenhos clássicos, girando em torno de um assassinato numa cidade interiorana, ao estilo de “Twin Peaks”. Ele já tinha dado a entender que, caso a série fosse renovada, pretendia introduzir Sabrina, a aprendiz de feiticeira, na 2ª temporada.
Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos
“A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.
Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama
Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.
La La Land vai dar origem a um espetáculo de música sinfônica e jazz
O estúdio Lionsgate anunciou o evento “La La Land in Concert”, um concerto de orquestra com a trilha sonora do filme “La La Land”, que vai acontecer no Hollywood Bowl, em Los Angeles, nos dias 26 e 27 de maio. O concerto deve sair em turnê e passar também pelo Reino Unido, Canadá, México, Itália, Turquia, Suíça e diversas cidades dos Estados Unidos. A apresentação no Hollywood Bowl terá Justin Hurwitz, compositor da trilha e vencedor do Oscar 2017, como regente, tanto de uma orquestra sinfônica quanto de um conjunto de jazz. Ao todo, “La La Land” venceu seis estatuetas na última cerimônia do Oscar, incluindo os troféus de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.
Clipe coloca Ariana Grande e John Legend no castelo de A Bela e a Fera
A Disney divulgou o clipe da nova versão da música tema de “A Bela e a Fera”, que coloca os intérpretes Ariana Grande e John Legend no castelo da fábula encantada. Dirigido por Dave Meyers (responsável pelo clipe “Firework”, de Katy Perry, entre outros, além do remake de “A Morte Perde Carona”), o vídeo inicia com Ariana Grande com um vestidão vermelho, no balcão do castelo, e traz John Legend como um Príncipe ao piano, no meio do salão. A produção tem direito a uma coreografia própria, em que dançarinos entram em cena para se transformar em pétalas de rosas vermelhas. Mas até Emma Watson aparece, com seu vestido amarelo de Bela, para dançar com a Fera – criada digitalmente como no filme. A forma como o clipe integra os cantores à cena clássica do baile a dois é bastante criativa, reforçando o cuidado visual dispensado à cenografia e aos efeitos da produção. A trilha será lançada na sexta (10/3), e também inclui uma gravação inédita de Céline Dion, intérprete da versão original do tema “Beauty and the Beast” na animação de 1991. Sua nova música, “How Does A Moment Last Forever”, acompanha os créditos finais do filme. Já a estreia de “A Bela e a Fera” acontece na próxima semana, no dia 16 de março no Brasil.
Rússia avalia banir A Bela e a Fera devido à “propaganda gay”
A Rússia está considerando vetar a exibição do novo filme da Disney, “A Bela e a Fera”, no país. Segundo a rede inglesa BBC, o próprio ministro russo da Cultura, Vladimir Medinsky, disse estar avaliando se a obra infringe a lei que proíbe qualquer “propaganda gay” a menores de idade. A avaliação será feita sob o embalo de manifestações como a do deputado russo Vitali Milonov, que afirmou no sábado (4/3) que o filme faz uma “desavergonhada propaganda do pecado”. A polêmica ecoa uma entrevista de Bill Condon, diretor do filme, na qual ele revelou que “A Bela e a Fera” mostrará “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, apesar de alguns críticos já terem anunciado que a afetação do personagem LeFou, vivido pelo ator Josh Gad, está longe de ser escandalosa. O deputado Milonov pediu ao ministro da Cultura que organize uma projeção especial antes da estreia, a fim de “tomar medidas para vetar totalmente sua exibição, se forem encontrados elementos de propaganda homossexual”. O deputado é um dos principais entusiastas da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. Curiosamente, os ex-comunistas encontram respaldo em suas preocupações num gerente de cinema do interior do Alabama, nos EUA, que também vetou a exibição de “A Bela e a Fera” em nome de Deus e dos bons costumes. “A Bela e a Fera” tem estreia marcada para 16 de março no Brasil.
Velozes e Furiosos 8 ganha primeiro clipe musical em ritmo de rap e demolição
A Universal divulgou o primeiro clipe derivado do filme “Velozes e Furiosos 8”. O vídeo reúne os rappers Lil Uzi Vert, Quavo e Travis Scott interagindo com elementos dos cenários, como carros, correntes e bolas de demolição, em encenações de momentos-chave da trama, mescladas às cenas da produção. Intitulado “Go Off”, o rap também é o primeiro single da trilha sonora, que renderá em breve novos vídeos musicais. Por sinal, “Hey Ma”, que junta Pitbull, J. Balvin e Camila Cabello já ganhou um teaser. Dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), “Velozes e Furiosos 8” chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de abril, um dia antes do lançamento nos EUA.
Elza Soares ganha clipe dirigido por cineasta vencedora do Festival de Brasília
Apesar da longa carreira, Elza Soares tem pouquíssimos clipes. O que é um motivo a mais para se festejar o lançamento do vídeo da faixa-título de “A Mulher do Fim do Mundo”, disco de 2015 que teve grande repercussão internacional, com prêmio no Grammy Latino 2016. As imagens criam ainda mais tensão para os acordes dissonantes e atordoantes, que conflitam como pós-rock e pós-samba, num clima de estranhamento carregado de iluminação “radioativa”. A música apocalíptica, por sinal, faz parte da trilha da série sci-fi brasileira “3%”, da Netflix. O vídeo foi dirigido e montado pela cineasta Paula Gaitán, que venceu o prêmio Candango de Melhor Filme no Festival de Brasília 2013 com “Exilados do Vulcão”. A produção executiva é de outro cineasta, Eryk Rocha, cuja obra mais recente, o documentário “Cinema Novo”, levou o troféu Olho de Ouro no Festival de Cannes 2016.
A Bela e a Fera mostrará primeiro personagem gay a sair do armário num filme da Disney
Depois do primeiro beijo gay num desenho animado do Disney Channel, a Disney vai apresentar seu primeiro personagem gay no cinema. A novidade vai acontecer na versão com atores de “A Bela e a Fera”. Em entrevista à Attitude, voltada à comunidade LGBTQ, o diretor Bill Condon afirmou que o filme vai tirar LeFou (Josh Gad) do armário. A trama abordará a homossexualidade do capanga do vilão Gaston (Luke Evans). Segundo Condon, “Le Fou é alguém que em um dia quer ser Gaston e no outro quer beijar Gaston”. “Ele está confuso sobre o que quer”, continua o diretor. “É alguém que está começando a descobrir que tem esses sentimentos. E Josh faz algo realmente sutil e delicioso, que rende uma recompensa no final, que eu não vou contar. Mas é um momento singelo e exclusivamente gay em um filme da Disney”, confirma. Estrelado por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Legion”) como Fera, o filme estreia no Brasil no dia 16 de março.
Animação Trolls ganhará continuação com mais músicas de Justin Timberlake
A DreamWorks Animation confirmou a produção da continuação de “Trolls”. O novo desenho animado ganhou data de estreia em 10 de abril de 2020. “Trolls” é baseado nos brinquedos de cabelos arrepiados criados em 1959 pelo pescador e lenhador dinamarquês Thomas Dam, como presente para sua filha. Os bichos feios viraram febre nos anos 1960, voltando à moda há 20 anos com lançamento de uma nova linha de produtos. O filme, claro, ajudou a recolocá-los nas lojas, em versões ainda mais coloridas. O longa original, dublado, cantado e produzido por Justin Timberlake, faturou US$ 339 milhões em todo o mundo e teve sua canção “Can´t Stop the Feeling” indicada ao Oscar 2017. Além de Timberlake, que fará novas músicas para a continuação, a atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) também está confirmada no próximo filme. Os dois protagonizaram o primeiro longa como o mau-humorado Tronco (Branch, em inglês) e a insanamente feliz Poppy, líder dos trolls, que precisam superar suas diferenças e se unir para derrotar salvar o resto dos trolls de um inimigo perigoso.











