Taylor Swift é acusada de esnobar aparição rara de Céline Dion no Grammy
Taylor Swift virou alvo de polêmica no domingo (4/2) após conquistar um dos maiores prêmios da carreira no Grammy Awards. Acontece que a cantora foi acusada de esnobar Céline Dion ao receber seu prêmio de Álbum do Ano. Céline, que foi diagnosticada com síndrome da pessoa rígida, fez uma rara aparição no evento para entregar o prêmio à artista americana. Contudo, Taylor sequer cumprimentou a veterana, algo que fez com a cantora Lana Del Rey e o produtor Jack Antonoff, seus parceiros musicais. Na ocasião, Taylor vibrou com sua mais nova conquista ao lado dos colegas, pegou o prêmio das mão de Céline e, prontamente, iniciou seu discurso. O público ficou dividido ao notar que ela não agradeceu ou conversou com a interprete de “My Heart Will Go On”. Fãs defenderam a cantora, afirmando que ela estava eufórica com a premiação e não conseguiu raciocinar. Mas, no geral, a cantora foi acusada de “esnobar” Céline Dion. “Ela pouco ligou para receber o prêmio de Céline. Nem disse obrigada, mal olhou na cara da Diva”, avaliou um perfil do X (antigo Twitter). “Ela estava claramente alcoolizada e nervosa”, defendeu um dos swifties. “Ela foi bastante insensível”, apontou outra crítica. Ela pegando o prêmio da Celine Dion como se a mesma fosse uma qualquer. As vezes, precisamos acreditar nos nossos instintos, a Taylor realmente é desprezível.pic.twitter.com/wDYb3DuL8S — Lui 🦋 (@1catsanguinario) February 5, 2024
Rapper Killer Mike é preso após ganhar três prêmios no Grammy
O rapper Killer Mike foi algemado e escoltado pela polícia de Los Angeles, após ter ganhado três prêmios na cerimônia do Grammy Awards, que aconteceu na arena Crypto no último domingo (4/2). As informações são do site The Hollywood Reporter. O representante da delegacia afirmou que Mike foi detido por conduta violenta após se envolver numa briga no local, por volta das 16h. O rapper, que se chama Michael Render, foi solto sob fiança às 20h37 (horário local), mas deverá se apresentar no tribunal de Los Angeles em 29 de fevereiro. A assessoria de Killer Mike não se pronunciou sobre a confusão. Grammy Awards Killer Mike venceu as categorias de Melhor Música de Rap e Melhor Performance de Rap com “Scientists & Engineers”, single com participações de Andre 3000, Future e Eryn Allen Kane. Além disso, faturou uma estatueta na categoria de Melhor Álbum de Rap com o disco “Michael”. Ao receber seu terceiro prêmio, ele gritou “Sweep! Atlanta, it’s a sweep”, que pode ser traduzido como “levar de lavada”. “A única coisa que limita sua idade é não ser verdadeiro sobre ela ou sobre o que está fazendo”, celebrou Mike nos bastidores. “Aos 20 anos de idade, eu achava que era legal ser um traficante. Aos 40, eu comecei a viver com o arrependimento das coisas que fiz. Aos 45, eu comecei a fazer rap sobre isso. Aos 48, eu estou aqui de pé como um homem cheio de compaixão e empatia pelas coisas que fiz.” O rapper Killer Mike acaba de ser preso e sair do Grammy algemado após ganhar 3 Grammys na noite, incluindo o Melhor Álbum de Rap. Mano ??????????????????????pic.twitter.com/9eD6BFn8tQ — Rap World (@rapworldbr) February 5, 2024
Preta Gil diz estar pronta para viver um novo amor
Preta Gil afirmou que está disposta a viver um novo relacionamento após ter vivido um ano intenso em 2023. A cantora negou que esteja traumatizada com as traições durante seu tratamento contra um câncer no intestino, cometidas pelo ex-marido, Rodrigo Godoy, com quem foi casada por oito anos. Antes de desfilar no domingo (4/2) com o tradicional Bloco da Preta, a cantora comentou a letra de “Na Batucada”, um de seus lançamentos mais recentes em que fala livremente sobre um amor romântico. A canção foi feita em parceria com Thiago Pantaleão. “É uma música que é mais lenta, mais romântica, mas que também tem tudo a ver com o esse momento que eu estou vivendo, aberta para o amor, zero traumatizada, sabe?”, disse a cantora à revista Glamour. “Eu quero que o amor chegue para madrugada… Então, eu quis lançar essa música porque eu quero ainda falar de amor, eu não quero virar uma pessoa magoada ou amargurada. Não, nada disso. Eu tô pronta para a próxima, quero amar muito e ser amada ainda”, pontuou Preta.
Ex de Taylor Swift vira meme após anúncio de novo álbum
Joe Alwyn, um dos ex-namorados de Taylor Swift, entrou na mira dos fãs após a cantora anunciar a data de lançamento do novo álbum. A artista é conhecida por escrever canções inspiradas em seus relacionamentos. No domingo (4/2), Taylor atiçou seus seguidores após a premiação do Grammy Awards, quando ela entregou a capa de “The Tortured Poets Department”, álbum que está agendado para 19 de abril. A novidade deixou os fãs eufóricos: “Chegou sua hora”, dizia um meme se referindo a Alwyn. As brincadeiras ainda mostram o ator britânico supostamente desesperado com o próximo disco da loirinha, mas os fãs acabaram perdendo a mão e ele passou a ser ameaçado, e até sofreu ataques nas redes sociais. Os dois ficaram juntos de 2017 até abril de 2023, e foi o relacionamento mais longo de Taylor. Mas em setembro, a cantora confirmou que estava namorando o jogador de futebol americano Travis Kelce. Taylor Swift já se inspirou em John Mayer, Harry Styles, Jake Gyllenhaal, Joe Jonas, Taylor Lautner, John Mayer, Jake Gyllenhaal, Harry Styles, Tim McGraw, Cory Monteith, Tom Hiddleston, Conor Kennedy e Calvin Harris para suas aclamadas canções. CHEGOU SUA HORA JOE ALWYN pic.twitter.com/tvcdZbgF3J — Osvaldo Swiftie 🕰 (@osvaldoswiftie) February 5, 2024 Joe Alwyn que se esconda, dia 19 de abril VAI TER PEDRADA! pic.twitter.com/9fkFznF4DC — Renato Costa 🐍 (@renatocosta3) February 5, 2024 se segura joe alwyn oq eh seu já n tá mais tão guardado assim pic.twitter.com/BxPrDBV6ew — mayane (@fuckinlegacys) February 5, 2024 vazou o joe alwyn na casa dele agora: pic.twitter.com/2J1Uha6Yo7 — ˆּ๋᳝ٞׄ🤍𝓼𝓪𝓱 (@sa_brito22) February 5, 2024
Grammy | Jay-Z dá o que falar com discurso cobrando maior reconhecimento ao rap e Beyoncé
O rapper Jay-Z fez o discurso mais comentado da cerimônia do Grammy 2024. Ele utilizou seu momento de agradecimento ao receber um prêmio pela carreira para criticar a organização por nunca ter premiado Beyoncé, sua esposa, com o Álbum do Ano. “O maior número de prêmios Grammy vencidos e nunca levou a categoria de Álbum do Ano. Como isso funciona?” questionou Jay-Z, referindo-se aos 32 Grammys já ganhos por Beyoncé. Beyoncé nunca venceu a categoria principal do Grammy, mas foi indicada ao Álbum do Ano por “Renaissance” em 2023 (perdendo para Harry Styles), “Lemonade” em 2017 (perdendo para Adele), “Beyoncé” em 2015 (perdendo para Beck) e “I Am Sasha Fierce” em 2010 (perdendo para Taylor Swift) “Queremos que vocês acertem. Pelo menos cheguem perto do certo. E obviamente é subjetivo. Vocês não precisam aplaudir tudo [disse para a plateia]. Obviamente é subjetivo porque, sabe, é música e é baseado em opinião”, apontou o artista. “Mas, sabe, algumas coisas… Eu não quero envergonhar essa jovem senhora, mas ela tem mais Grammys que todos e nunca ganhou o Álbum do Ano. Então, mesmo pelos seus próprios critérios, isso não funciona. Pensem nisso. O maior número de prêmios Grammy vencidos e nunca levou a categoria de Álbum do Ano. Como isso funciona?”, continuou ele. “Vocês sabem, alguns de vocês vão para casa esta noite se sentindo como se tivessem sido roubados. Alguns de vocês podem ser roubados. Alguns de vocês não pertencem à categoria [em que concorrem]. Não, quando fico nervoso eu digo a verdade”, ele adicionou. Jay-Z também destacou a luta do hip hop por reconhecimento no Grammy, mencionando boicotes de artistas do gênero contra a premiação, desde Will Smith, quando o ator era o rapper Fresh Prince, até ele próprio no passado. O artista também refletiu sobre os critérios de votação das categorias, enfatizando a subjetividade e as inconsistências do processo de premiação, destacando a inclusão de artistas em categorias nas quais não se enquadram. O rapper encorajou os artistas a continuarem se apresentando e buscando reconhecimento, independentemente do Grammy, destacando a importância de persistir até receber os elogios merecidos. “Até que eles te chamem [para participar] e deem todo o reconhecimento que vocês sentem que merecem, até que te chamem de gênio e de melhor de todos os tempos, entenderam?”, concluiu, mostrando o seu Grammy especial para a plateia, que riu, aplaudiu e urrou durante o discurso, demonstrando aprovação. Após essa apresentação, Jay-Z foi visto usando o gramofone dourado como copo para beber champanhe, evidenciando seu descontentamento com a premiação. Blue Ivy joins Jay-Z on-stage to accept the Dr. Dre Global Impact Award at the 2024 #Grammys pic.twitter.com/H87XxdAoN8 — The Hollywood Reporter (@THR) February 5, 2024
Taylor Swift faz história no Grammy das mulheres
Taylor Swift alcançou um marco histórico no Grammy 2024, tornando-se a artista com o maior número de vitórias na categoria Álbum do Ano. Com o triunfo de “Midnights”, ela passou a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que detinham três vitórias cada. “Midnights” também rendeu a Swift o prêmio de Melhor Álbum Vocal Pop, durante o qual ela aproveitou para anunciar seu próximo projeto. Em seu discurso de aceitação, Swift revelou o título e a data de lançamento de seu 11º álbum de estúdio, “The Tortured Poets Department”, que chega em 19 de abril. A artista expressou sua gratidão, destacando o papel crucial dos fãs e parceiros musicais na conquista dos prêmios – que já somam 14 estatuetas do Grammy, ao todo. A conquista de Taylor Swift coroou um Grammy 2024 marcado pela predominância feminina, com diversas artistas levando troféus importantes para casa. Além da grande vencedora, os principais destaques foram Miley Cyrus, Billie Eilish, SZA, boygenius e Victoria Monét. A premiação feminina Miley conquistou o reconhecimento da Academia da Gravação com “Flowers” nas categorias de Melhor Performance Solo Pop e Gravação do Ano, considerada o segundo troféu principal da noite. Antes disso, apesar de ter recebido diversas indicações ao longo de sua carreira, ela nunca havia vencido um troféu do Grammy. Billie Eilish venceu outra categoria importante, Canção do Ano, além de Melhor Música em Obra Audiovisual, ambos conquistados por “What Was I Made For?”, da trilha sonora do filme “Barbie” – que ainda concorre ao Oscar 2024. SZA, que liderou as indicações do Grammy 2024 com nove nomeações, conquistou três prêmios: Melhor Canção de R&B com “Snooze”, Melhor Performance de Duo/Grupo Pop com “Ghost In The Machine” em colaboração com Phoebe Bridgers, e Melhor Álbum de R&B Progressivo com “SOS”. O trio feminino boygenius também recebeu seus primeiros prêmios Grammy, e três de uma vez: Melhor Performance de Rock e Melhor Música de Rock com “Not Strong Enough”, além de Melhor Álbum de Música Alternativa com seu disco “The Record” . Victoria Monét foi eleita Revelação do Ano e ainda venceu Melhor Álbum de R&B e Melhor Engenharia de Som pelo disco “Jaguar II”. Mulheres ainda se destacaram em categorias normalmente reservadas a homens. Karol G foi premiada com o Melhor Álbum de Música Urbana com “Mañana Será Bonito”, Kylie Minogue levou Melhor Gravação Pop de Dance, “Padam Padam”, Coco Jones faturou Melhor Performance de R&B por “ICU”, Meshell Ndegeocello ganhou Melhor Álbum de Jazz Alternativo por “The Omnichord Real Book”, Samara Joy venceu Melhor Performance de Jazz com “Tight”, Lainey Wilson com Melhor Álbum Country por “Bell Bottom Country”, Gabi Moreno com o Melhor Álbum de Pop Latino por “X Mí (Vol. 1)”, Laufey com o Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional por “Bewitched”, etc Para completar, o disco do filme “Barbie”, com faixas gravadas por mulheres, foi a Melhor Trilha Sonora, e a banda Paramore, liderada pela vocalista Hayley Williams, foi reconhecida com os troféus de Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Música Alternativa pelo disco “This is Why”. Entre os artistas masculinas, o maior destaque ficou com os Beatles, que levaram para casa seu primeiro Grammy em quase 30 anos: Melhor Clipe por “I’m Only Sleeping”. O grupo tinha vencido pela última vez na 39ª cerimônia de premiação em 1997, com outro lançamento feito após a morte de John Lennon. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Grammy 2024. ÁLBUM DO ANO “Midnights”, Taylor Swift GRAVAÇÃO DO ANO “Flowers”, Miley Cyrus CANÇÃO DO ANO “What Was I Made For?”, Billie Eilish REVELAÇÃO DO ANO Victoria Monét COMPOSITOR DO ANO Theron Thomas PRODUTOR DO ANO Jack Antonoff MELHOR PERFORMANCE POP SOLO “Flowers”, Miley Cyrus MELHOR PERFORMANCE POP EM DUPLA OU GRUPO “Ghost in the Machine”, SZA e Phoebe Bridgers MELHOR ÁLBUM POP VOCAL “Midnights”, Taylor Swift MELHOR ÁLBUM POP VOCAL TRADICIONAL “Bewitched”, Laufey MELHOR GRAVAÇÃO DE POP DANCE “Padam Padam”, Kylie Minogue MELHOR GRAVAÇÃO DANCE/ELETRÔNICA “Rumble”, Skrillex, Fred again.. e Flowdan MELHOR ÁLBUM DANCE/ELETRÔNICA “Actual Life 3 (January 1 – September 9 2022)”, Fred again.. MELHOR PERFORMANCE DE ROCK “Not Strong Enough”, boygenius MELHOR ÁLBUM DE ROCK “This is Why”, Paramore MELHOR MÚSICA DE ROCK “Not Strong Enough”, boygenius MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA ALTERNATIVA “This Is Why”, Paramore MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA “The Record”, boygenius MELHOR PERFORMANCE DE METAL “72 Seasons,” Metallica MELHOR PERFORMANCE DE R&B “ICU”, Coco Jones MELHOR PERFORMANCE DE R&B TRADICIONAL “Good Morning”, PJ Morton feat Susan Carol MELHOR MÚSICA DE R&B “Snooze”, SZA MELHOR ÁLBUM DE R&B PROGRESSIVO “SOS”, SZA MELHOR ÁLBUM DE R&B “Jaguar II”, Victoria Monét MELHOR PERFORMANCE DE RAP “Scientists & Engineers”, Killer Mike featuring André 3000, Future and Eryn Allen Kane MELHOR PERFORMANCE DE RAP MELÓDICO “All My Life”, Lil Durk e J. Cole MELHOR MÚSICA DE RAP “Scientists & Engineers,” Killer Mike feat André 3000, Future e Eryn Allen Kane MELHOR ÁLBUM DE RAP “Michael”, Killer Mike MELHOR ÁLBUM DE REGGAE “Colors of Royal”, Julian Marley and Antaeus MELHOR ÁLBUM DE POP LATINO “X Mí (Vol. 1)”, Gaby Moreno MELHOR ÁLBUM LATINO DE ROCK OU ALTERNATIVO “Vida Cotidiana”, Juanes “De Todas Las Flores”, Natalia Lafourcade MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA URBANA “Mañana Será Bonito”, Karol G MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA MEXICANA (INCLUINDO TEJANO) “Génesis”, Peso Pluma MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA TROPICAL LATINA “Siembra: 45º Aniversario (En Vivo en el Coliseo de Puerto Rico, 14 de Maio 2022)”, Rubén Blades Con Roberto Delgado & Orquesta MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA GLOBAL “Pashto”, Béla Fleck, Edgar Meyer & Zakir Hussain Featuring Rakesh Chaurasia MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA GLOBAL “This Moment”, Shakti MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA AFRICANA “Water”, Tyla MELHOR PERFORMANCE COUNTRY SOLO “White Horse”, Chris Stapleton MELHOR PERFORMANCE COUNTRY EM DUPLA OU GRUPO “I Remember Everything”, Zach Bryan feat Kacey Musgraves MELHOR MÚSICA DE COUNTRY “White Horse”, Chris Stapleton MELHOR ÁLBUM DE COUNTRY “Bell Bottom Country”, Lainey Wilson MELHOR ÁLBUM FOLK “Joni Mitchell at Newport (Live)”, Joni Mitchell MELHOR MÚSICA REGIONAL ROOTS “New Beginnings”, Buckwheat Zydeco Jr. & The Legendary Ils Sont Partis Band “Live: Orpheum Theater Nola”, Lost Bayou Ramblers & Louisiana Philharmonic Orchestra MELHOR PERFORMANCE DE AMERICANA “Eve Was Black”, Allison Russell MELHOR CANÇÃO DE AMERICAN ROOTS “Cast Iron Skillet”, Jason Isbell and the 400 Unit MELHOR ÁLBUM DE AMERICANA “Weathervanes”, Jason Isbell and the 400 Unit MELHOR ÁLBUM DE BLUEGRASS “City of Gold”, Molly Tuttle & Golden Highway MELHOR ÁLBUM DE BLUES “All My Love For You”, Bobby Rush MELHOR PERFORMANCE DE JAZZ “Tight”, Samara Joy MELHOR ÁLBUM DE JAZZ VOCAL “How Love Begins”, Nicole Zuraitis MELHOR ÁLBUM DE JAZZ INSTRUMENTAL “The Winds Of Change”, Billy Childs MELHOR ÁLBUM DE GRANDE ENSEMBLE DE JAZZ “Basie Swings The Blues”, The Count Basie Orchestra Directed By Scotty Barnhart MELHOR ÁLBUM DE JAZZ ALTERNATIVO “The Omnichord Real Book”, Meshell Ndegeocello MELHOR ÁLBUM DE JAZZ LATINO “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón e Luis Perdomo MELHOR PERFORMANCE DE JAZZ LATINO “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón & Luis Perdomo MELHOR ÁLBUM DE PALAVRA FALADA EM POESIA “The Light Inside”, J. Ivy MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEO “As We Speak”, Béla Fleck, Zakir Hussain, Edgar Meyer, Featuring Rakesh Chaurasia MELHOR ÁLBUM DE TEATRO MUSICAL “Some Like It Hot” MELHOR PERFORMANCE/CANÇÃO DE GOSPEL “All Things”, Kirk Franklin MELHOR PERFORMANCE/CANÇÃO DE MÚSICA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA “Your Power”, Lecrae & Tasha Cobbs Leonard MELHOR ÁLBUM DE GOSPEL “All Things New: Live In Orlando”, Tye Tribbett MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA “Church Clothes 4”, Lecrae MELHOR ÁLBUM DE GOSPEL ROOTS “Echoes Of The South”, Blind Boys Of Alabama MELHOR CLIPE “I’m Only Sleeping”, The Beatles MELHOR FILME MUSICAL “Moonage Daydream”, David Bowie MELHOR CANÇÃO PARA OBRA AUDIOVISUAL “What Was I Made For?”, Billie Eilish, da trilha de “Barbie” MELHOR TRILHA SONORA COMPILADA PARA MÍDIA VISUAL “Barbie: The Album” (Vários Artistas) MELHOR TRILHA SONORA PARA MÍDIA VISUAL (INCLUI FILME E TELEVISÃO) “Oppenheimer”, Ludwig Göransson MELHOR TRILHA SONORA PARA VIDEOGAMES E OUTRAS MÍDIAS INTERATIVAS “Star Wars Jedi: Survivor”, Stephen Barton & Gordy Haab, compositores MELHOR ÁLBUM DE COMÉDIA “What’s in a Name?”, Dave Chappelle MELHOR ÁLBUM DE ÁUDIOBOOK, NARRAÇÃO E GRAVAÇÃO DE STORYTELLING “The Light We Carry: Overcoming In Uncertain Times”, Michelle Obama MELHOR ÁLBUM HISTÓRICO “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHOR EMBALAGEM DE GRAVAÇÃO “Stumpwork”, Dry Cleaning MELHOR EMBALAGEM DE EDIÇÃO LIMITADA OU ESPECIAL “For The Birds: The Birdsong Project”, Vários Artistas MELHOR BOX OU LANÇAMENTO EM EMBALAGEM ESPECIAL “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHORES NOTAS EM ÁLBUM “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHOR ENGENHARIA DE SOM, ÁLBUM NÃO CLÁSSICO “JAGUAR II”, Victoria Monét MELHOR ENGENHARIA DE SOM, ÁLBUM CLÁSSICO “Contemporary American Composers”, Riccardo Muti & Chicago Symphony Orchestra PRODUTOR DO ANO, CLÁSSICO Elaine Martone MELHOR GRAVAÇÃO REMIXADA “Wagging Tongue (Wet Leg Remix)”, Depeche Mode MELHOR ÁLBUM DE ÁUDIO IMERSIVO “The Diary Of Alicia Keys”, Alicia Keys MELHOR COMPOSIÇÃO INSTRUMENTAL “Helena’s Theme”, John Williams MELHOR ARRANJO INSTRUMENTAL OU A CAPELLA “Folsom Prison Blues”, The String Revolution Featuring Tommy Emmanuel MELHOR ARRANJO, INSTRUMENTOS E VOCAIS In The Wee Small Hours Of The Morning”, säje Featuring Jacob Collier MELHOR PERFORMANCE ORQUESTRAL “Adès: Dante”, Los Angeles Philharmonic MELHOR GRAVAÇÃO DE ÓPERA “Blanchard: Champion”, The Metropolitan Opera Orchestra; The Metropolitan Opera Chorus MELHOR PERFORMANCE CORAL “Saariaho: Reconnaissance”, Uusinta Ensemble; Helsinki Chamber Choir MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA DE CÂMARA/PEQUENO ENSEMBLE “Rough Magic”, Roomful Of Teeth MELHOR SOLO INSTRUMENTAL CLÁSSICO “The American Project”, Yuja Wang; Teddy Abrams, regente (Louisville Orchestra) MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA CLÁSSICA COM SOLO VOCAL Walking In The Dark, Julia Bullock, solista; Christian Reif, regente (Philharmonia Orchestra) MELHOR COMPILAÇÃO DE MÚSICA CLÁSSICA “Passion For Bach and Coltrane” MELHOR COMPOSIÇÃO CLÁSSICA CONTEMPORÂNEA “Montgomery: Rounds” MELHOR ÁLBUM NEW AGE, AMBIENTAL OU DE CANTO “So She Howls”, Carla Patullo com Tonality e The Scorchio Quartet MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA INFANTIL “We Grow Together Preschool Songs”, 123 Andrés
O que esperar do Grammy 2024 neste domingo
A premiação do Grammy 2024 vai acontecer na noite deste domingo (4/2) com transmissão ao vivo desde o tapete vermelho a partir das 21h30 no canal pago TNT e na plataforma HBO Max. A cerimônia deste ano se destaca não apenas pela celebração dos feitos musicais de 2023, mas também pelo potencial de marcar a História, especialmente para as artistas femininas, com SZA à frente. Com nove indicações, SZA se posiciona como a artista de maior destaque, refletindo o sucesso extraordinário de seu álbum “SOS”. As nomeações de SZA abrangem categorias de prestígio como Álbum do Ano, Gravação do Ano e Música do Ano para “Kill Bill”, além de categorias como pop, rap melódico, R&B progressivo e tradicional, ilustrando sua versatilidade e impacto no cenário musical atual. Caso SZA vença a categoria de Álbum do Ano, será a primeira vez que uma artista negra receberá esse troféu no século 21. A última vez que uma cantora negra levou o Grammy de Álbum do Ano foi com Lauryn Hill, em 1999. A controvérsia em torno do Grammy e a representatividade racial é tão grande que a vitória de Harry Styles sobre Beyoncé no ano passado gerou discussões acaloradas nas redes sociais sobre as escolhas da Academia de Gravação e o reconhecimento de artistas negros. Taylor Swift também pode fazer história se vencer a categoria Álbum do Ano. Com um triunfo do disco “Midnights”, ela passaria a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que possuem três vitórias cada. Grammy das mulheres Outros artistas que se destacam entre as nomeações incluem a cantora-compositora indie rock Phoebe Bridgers, o engenheiro de som Serban Ghenea e a cantora R&B Victoria Monét, que disputam sete categorias cada. Eles são seguidos por uma multidão: o produtor e músico Jack Antonoff (da banda Bleachers, que concorre principalmente por seu trabalho com Taylor Swift), o músico e cantor de jazz Jon Batiste, o grupo de indie rock boygenius, a cantora country Brandy Clark e as cantoras pop Miley Cyrus, Billie Eilish, Olivia Rodrigo e Taylor Swift, todos com seis indicações. A lista deixa claro como a presença feminina é notavelmente forte. Este ano, mulheres ou indivíduos de gênero fluido compõem sete dos oito indicados nas categorias de Álbum e Gravação do Ano, dominada por estrelas como Taylor Swift, SZA e Olivia Rodrigo. Esta mudança representa um avanço na forma como as artistas femininas são vistas pela Academia, com maior destaque para seu talento do que em sua aparência. Para dar a dimensão do domínio feminino, Jon Batiste foi o único homem que conseguiu indicações dupla nas categorias principais, de Álbum e Gravação do Ano. A mudança é significativa em relação aos anos anteriores. De 2012 a 2022, apenas 13,9% dos indicados nas principais categorias eram mulheres. O sucesso das mulheres no pop, tanto nas paradas musicais quanto em performances em estádios e cinemas, contribuiu para essa mudança radical no Grammy. A turnê “The Eras Tour” de Taylor Swift, por exemplo, quebrou recordes de vendas de ingressos, e o filme “Barbie”, como uma trilha de pop feminino, tornou-se um fenômeno, evidenciando o impacto das mulheres na cultura pop. Fora isso, ainda houve uma transição demográfica na própria Academia, com um aumento de membros femininos para 30% desde 2019 – ainda longe do ideal, que seria a igualdade dos gêneros. O predomínio masculino entre os votantes ainda mantém áreas, como rock, dance e hip-hop, como feudos masculinos, em contraste com as premiações principais. Artistas brasileiros também concorrem à premiação, destacando-se na categoria de melhor álbum de jazz latino, disputada por Ivan Lins com a Tblisi Symphony Orchestra, a pianista Eliane Elias e a cantora Luciana Souza & Trio Corrente. Shows ao vivo Para o público, porém, a entrega de prêmios não será a principal atração da cerimônia, que também terá shows ao vivo. Entre os destaques esperados, Stevie Wonder, Fantasia Barrino, Annie Lennox e Jon Batiste farão tributos In Memoriam, homenageando artistas que morreram no último ano. A lista de artistas confirmados inclui também nomes como Burna Boy, Billy Joel, Dua Lipa, Luke Combs, Olivia Rodrigo, Travis Scott e Miley Cyrus, além de Joni Mitchell, lenda da música folk que se apresentará pela primeira vez no Grammy.
Darius Rucker, cantor do Hootie & The Blowfish, é preso por porte de drogas
O músico Darius Rucker, cantor da banda Hootie & The Blowfish, foi preso e acusado de porte de drogas em Williamson, no Tennessee (EUA). De acordo com o site da revista americana Rolling Stone, ele deixou a prisão após pagar uma fiança de US$ 10,5 mil. “Darius Rucker está cooperando totalmente com as autoridades”, disse o advogado do artista, em comunicado. A banda de rock Hootie & The Blowfish fez muito sucesso nos anos 1990 como “Only Wanna Be With You” e “Let Her Cry”. Após sair da banda, o cantor seguiu carreira na música country. A banda planejava seu retorno com uma turnê a partir de maio.
Wayne Kramer, da banda revolucionária MC5, morre aos 75 anos
O guitarrista Wayne Kramer, cofundador da barulhenta garage band MC5, maior influência no punk rock politizado, morreu aos 75 anos na sexta-feira (2/2) no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles, de câncer pancreático. O impacto do MC5 Entre o final dos anos 1960 e início dos 1970, nenhuma banda esteve tão próxima do espírito revolucionário da época quanto o MC5, que contava com Kramer e Fred “Sonic” Smith nas guitarras, Rob Tyner nos vocais, Michael Davis no baixo e Dennis “Machine Gun” Thompson na bateria. Gerenciados por um tempo por John Sinclair, cofundador dos Panteras Brancas (os aliados brancos dos Panteras Negras), eram conhecidos por suas músicas afrontosas e barulhentas, vistas como trilha sonora para uma revolta iminente. Kramer e Smith se conheceram na adolescência e tocaram com vários outros músicos em Detroit antes de criarem a banda, na metade dos anos 1960. Sob sugestão de Tyner, adotaram o nome MC5, abreviação de Motor City Five, sendo Detroit a “motor city”, por conta da indústria automobilística, e 5 porque a banda era um quinteto. Musicalmente, eles seguiam o hard rock da época, exemplificado pelos Rolling Stones e The Who. Mas seu rock soava muito mais barulhentos e rápido. Descobertos por Danny Fields, executivo da Elektra Records, durante a Convenção Nacional Democrata em Chicago, o MC5 gravou seu álbum de estreia “Kick Out the Jams” ao vivo no Grande Ballroom em 30 e 31 de outubro de 1968. Embora a reação inicial tenha sido entusiasmada, o grito de Tyner “Kick out the jams, motherfuckers!” manteve o álbum de 1969 fora das grandes lojas de departamento até que a Elektra lançasse uma versão censurada, contra a vontade da banda. A frase “Kick out the jams, motherfuckers!” tornou-se emblemática do estilo direto e desafiador da banda. O som do MC5 era alto, cru e direto, caracterizado por guitarras distorcidas, ritmos frenéticos e vocais agressivos. Além disso, a banda frequentemente incorporava mensagens políticas em suas músicas e performances, o que, em alguns casos, levou a controvérsias, como na famosa “Batalha de Chicago”, narrada no filme “Os 7 de Chicago” (2020), da Netflix. MC5 foi a única banda a tocar para os manifestantes contra a Guerra do Vietnã durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 em Chicago. A resposta da política culminou em confrontos violentos e a banda passou a ser questionada por sua aliança aos jovens revolucionários. Entretanto, também foi o que lhes rendeu um contrato musical. Legado e influência Embora o MC5 tenha se desfeito no início dos anos 1970 sem nunca alcançar grande sucesso comercial, sua influência na música e na cultura foi imensa. Eles são considerados precursores do punk rock, do hard rock e do grunge, e sua abordagem crua e energética inspirou inúmeras bandas nas décadas seguintes – como The Stooges, de Iggy Pop, Ramones, Sex Pistols, The Clash, Mudhoney e Rage Against the Machine, que tiveram em MC5 uma influência chave. Além da música inovadora, o MC5 também é lembrado por sua abordagem DIY (“faça você mesmo”), criando seus próprios materiais de divulgação, o que também influenciou a ética punk que emergiu na segunda metade dos anos 1970. Prisão, drogas e punk rock Após o fim do grupo, Kramer tornou-se, nas suas próprias palavras, “um criminoso de pequeno porte de Detroit”. Em 1975, foi condenado por vender drogas para agentes federais disfarçados e sentenciado a quatro anos de prisão. Na época, a banda The Clash o homenageou na música “Jail Guitar Doors”, que faz referência às suas lutas: “Deixe-me contar sobre Wayne e seus acordos de cocaína”. Após ser libertado da prisão em 1979, Kramer começou a fazer trabalhos como guitarrista de estúdio em Detroit, juntando-se ao grupo Was (Not Was) em seu primeiro álbum e turnê homônimos. Também colaborou com o guitarrista do New York Dolls, Johnny Thunders, na banda Gang War em 1979, e produziu vários grupos punks durante sua estadia em Nova York – Marc Johnson and the Wild Alligators, The Cooties, The Rousers, The Terrorists, The Boyfriends, Fats Deacon and the Dumbwaiters, Mark Truth and the Liars, Viva LaRu, além do infame GG Allin. Carreira solo Kramer teve uma carreira solo de destaque a partir de 1991, com álbuns como “The Hard Stuff” (1995), “Dangerous Madness” (1996), “Citizen Wayne” (1997) e o álbum ao vivo “LLMF” (1998). Ele e sua esposa empresária Margaret Saadi Kramer também fundaram o selo MuscleTone em 2001, por onde o músico lançou seu álbum solo de 2002, “Adult World”. Ele ainda produziu o álbum “The Lucky Ones”, da banda Mudhoney, lançado em 2008 como uma conexão significativa entre duas gerações de músicos de rock, ligando a energia e a atitude do protopunk do MC5 com o som grunge de Seattle, conhecido pela mesma abordagem crua e distorcida ao rock. No final dos anos 2000, ele também se destacou na composição de trilhas sonoras para cinema e televisão, com créditos em comédias de Adam McKay como “Ricky Bobby: A Toda Velocidade” (2006) e “Quase Irmãos” (2008), a música-tema da Fox Sports Network “5-4-3-2-1, Spotlight”, e a série da HBO “Eastbound & Down” (2009-2013), de Danny McBride. Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, prestou homenagem a Kramer no Instagram: “Irmão Wayne Kramer foi o melhor homem que já conheci. Ele possuía uma mistura única de profunda sabedoria e compaixão profunda, bela empatia e convicção tenaz. Sua banda, o MC5, basicamente inventou o punk rock.”
Globoplay prepara série documental sobre a vida de Belo
O Globoplay está produzindo uma série documental sobre a trajetória do cantor Belo. O projeto foi criado pelo produtor José Junior (“Arcanjo Renegado”) e promete retratar todos os pontos importantes da vida do artista. A obra terá quatro episódios que serão produzidos pela AfroReggae Audiovisual com roteiro de Gustavo Gomes (“Predestinado”), que também assume a direção ao lado de Jorge Espírito Santo (“Isso Tem Nome”). Ainda não há uma previsão de estreia. “O Belo é o Roberto Carlos da favela, um fenômeno desde os anos 1990 até os dias de hoje. No documentário, teremos várias facetas dele, muitas desconhecidas, como o Belo avô. Ele topou falar sobre tudo”, antecipou José Junior, em entrevista ao jornal O Globo. Carreira de sucesso e problemas judiciais O cantor Belo começou a carreira artística no início dos anos 1990, quando ele apenas tocava cavaquinho e teve uma guinada na vida ao entrar para o Soweto. Em 1997, o grupo conquistou uma legião de fãs depois de lançar “Refém do Coração”, seu segundo álbum e o primeiro por uma grande gravadora. Contudo, o pagodeiro arriscou carreira solo e chegou a vender mais de um milhão de discos em 2000. Mas o sucesso veio junto com problemas judiciais por quebra de contrato com o ex-jogador Denílson, que havia comprado os direitos sobre o grupo Soweto. Eles travaram uma batalha pela dívida milionária por mais de 20 anos, mas chegaram num acordo de parcelamento em 2023. Além disso, Belo também chegou a ser condenado por tráfico de drogas e associação ao tráfico em 2003, quando teve que cumprir quatro anos de prisão. Dez anos depois, ele foi acusado de estelionato e formação de quadrilha por suspeita de ter dado um golpe em uma empresa de táxi aéreo. Em 2017, foi acusado de ter dívidas de aluguel que chegavam a R$ 500 mil.
BBB | Xanddy Harmonia fala de termo “calabreso”: “É humor”
Xanddy Harmonia entrou na onda do “calabreso” após o termo usado por Davi virar polêmica no “BBB 24”. Pouco antes de subir no palco, o cantor brincou com a palavra nas redes sociais. “Se eu falar: ‘Boa noite, seus calabresos’, será que o Boninho me coloca no Paredão? Kkkkkk brincadeeeeeira”, escreveu o artista no X (antigo Twitter). O comentário caiu na graça dos fãs, que pediram pela autorização do diretor: “Por favor, o Brasil implora”, declarou um dos perfis. Depois de realizar sua primeira apresentação no reality, Xanddy aproveitou para falar ao Gshow sobre o significado do termo polêmico. O cantor reforçou que se trata de uma frase tipicamente utilizada para descontrair, assim como já explicou o criador do termo, o comediante Toninho Tornado. “Aqui nos bastidores, eu estava explicando que, na Bahia, é uma expressão muito usada no humor, na ironia, para brincar. ‘Tá certo, calabreso. Tá certo, Ludmilo’. É mais ou menos por aí. O Davi não soube ainda explicar, espero que ele saiba se explicar”, disse Xanddy. Se eu falar: “Boa noite seus Calabresos” será que o @boninho me coloca no paredão? KKKKK brincadeeeeeira 😅 — XANDDY HARMONIA (@xanddyharmonia) February 1, 2024
Luísa Sonza teme nova desilusão amorosa: “Não quero ser corna”
Luísa Sonza parece receosa com as chances de viver outra desilusão amorosa, mas não descartaria a possibilidade de entrar em um relacionamento aberto para evitar novas frustrações. No ano passado, a cantora veio à público para expor uma traição feita por seu então namorado, Chico “Moedas” Veiga. Em entrevista à Marie Claire, a artista explicou que não tem certeza se conseguiria se envolver com mais de um parceiro, embora não descarte totalmente a possibilidade: “Acredito no combinado monogâmico, até porque foi só o que eu vivi. Mas se teria um relacionamento não-monogâmico eu não sei. Estou trabalhando nisso porque não quero ser corna de novo, é muito ruim!” Luísa reforçou que sua última experiência amorosa foi traumatizante. “Eu não perdoo [traição] e, na hora que puder, vou de novo na Ana Maria Braga falar mais umas coisas, ler outra carta. Mas acho que não tenho saúde e nem maturidade para isso [relacionamento aberto], tem coisa que a gente tem que assumir que não somos capazes de fazer”, afirmou a artista, que também refletiu sobre pessoas que não são fieis durante um namoro. “É não cumprir o combinado, e nisso sou bem pragmática, gosto que seja cumprido. É ser falso com alguém e depois manipular, insistir no erro, fazer mais de uma vez sabendo o que causou”, alegou a ex-esposa de Whindersson Nunes. “Diz muito sobre a índole da pessoa, sobre ter a mente fraca.” “É falta de autoestima de quem trai, porque precisa se reafirmar, é bem medíocre. O ato da traição não é a maior questão, porque depende da sua conduta antes e, principalmente, depois, que é a pior parte. Trair é se sentir pequeno, gostar daquela coisa suja mesmo, é falha de caráter”, completou Luísa Sonza.
Slipknot anuncia dois shows épicos no Knotfest Brasil 2024
O Knotfest Brasil confirmou nesta quarta-feira (31/1) as datas da 2ª edição do festival. Neste ano, o evento será realizado no estádio Allianz Parque, em São Paulo, com direito a duas apresentações inéditas da banda Slipknot. O festival está agendado para os dias 19 e 20 de outubro e promete celebrar os 25 anos de Slipknot nos dois dias de evento. No ano passado, a banda anunciou uma turnê especial para comemorar a estreia do primeiro álbum, lançado em 1999, considerado pelos críticos como fundamental para o Metal Moderno. “Em 2022, realizamos a estreia do Knotfest no Brasil com ingressos esgotados, 45.000 pessoas participaram do evento naquela ocasião. Poder dar continuidade à essa parceria, que está só no começo, com uma edição que celebra os 25 anos de Slipknot, nos deixa ainda mais animados pelo que vamos fazer em 2024. Além de algumas novidades, como a mudança de venue [local do show], vamos ter outras surpresas para este ano”, comentou Pepeu Correa, CEO da produtora 30e. Headliner do festival, o Slipknot ainda promete um repertório diversificado, onde trará shows diferentes para cada uma das datas. No primeiro dia, a banda cumpre agenda com um setlist comemorativo de 25 anos de história e, no dia seguinte, tocará seu disco de estreia na íntegra. As bandas convidadas ainda serão anunciadas. A pré-venda dos ingressos do Knotfest Brasil tem início no dia 1 de fevereiro, enquanto as vendas gerais começam no dia 2 de fevereiro, diretamente no site oficial da Eventim. Os pacotes VIP trazem vantagens extras para os clientes, como acesso em área exclusiva com open bar (água, cerveja e refrigerante), filas exclusivas nos pontos de venda de merchandise, itens especiais para levar de lembrança, além de entrada antecipada com acesso prioritário ao Knotfest Museum, onde será exibido um acervo épico do Slipknot. Valores dos ingressos PISTA: R$ 790 (inteira) | R$ 395 (meia) | R$ 474 (social) CADEIRA INFERIOR: R$ 690 (inteira) | R$ 345 (meia) | R$ 414 (social) CADEIRA SUPERIOR: R$ 490 (inteira) | R$ 245 (meia) | R$ 294 (social) VIP I – UNSAINTED*: R$ 4.990 (inteira) | R$ 4.595 (meia) | R$ 4.674 (social) VIP II – MAGGOT*: R$ 1.990 (inteira) | R$ 1.595 (meia) | R$ 1.674 (social) *Cada ingresso possui uma taxa de R$ 4.200 do pacote VIP já incluso no valor final.












