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Filme

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Filme

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  • Filme

    Lilia Cabral quer desencalhar no trailer da comédia Maria do Caritó

    14 de junho de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “Maria do Caritó”, comédia estrelada por Lilia Cabral (“Divã”). A prévia lembra o tom das novelas mais divertidas dos anos 1970, com direito à recriação daquela época e personagens que são arquétipos do sertão. Entretanto, a história é adaptação de uma peça de Newton Moreno, que, assim como “Divã”, foi encenada por Lilia Cabral no palco antes de ganhar adaptação cinematográfica. A atriz encarna a personagem-título, uma solteirona beata que, perto dos 50 anos, decide casar, nem que para isso precise enfrentar a fúria do pai e de toda a cidade, convictos de sua santidade. Ela é considerada milagreira, graças à vida regrada, que inclui sua virgindade. Mas eis que um circo chega na cidade… O elenco conta ainda com Kelzy Ecard (“O Rastro”), Leopoldo Pacheco (“Não Devore Meu Coração”), Gustavo Vaz (“O Doutrinador”), Juliana Carneiro da Cunha (“Vazante”) e Sylvio Zilber (“Ato de Violência”). Primeiro longa dirigido por João Paulo Jabur (da novela “Malhação”), “Maria do Caritó” estreia em 24 de outubro.

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  • Filme

    Homem-Aranha lida com legado de Tony Stark em novos pôsteres e comerciais

    14 de junho de 2019 /

    A Sony divulgou novos pôsteres e comerciais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que lidam com três temas importantes da trama: a repercussão do sacrifício de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato”, a descoberta do segredo de Peter Parker (Tom Holland) por M.J. (Zendaya) e a introdução do “Sr. Beck” (Jake Gyllenhaal), que finalmente é chamado de Mysterio no material de divulgação. Já os cartazes destacam três uniformes diferentes do herói, que aparentemente são heranças de Stark. Além desses personagens, o filme também inclui Nick Fury (Samuel L. Jackson), Maria Hill (Cobie Smulders), Happy Hogan (Jon Favreau) e os coadjuvantes vistos em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Carla Diaz vira Suzane von Richthofen na primeira foto do filme A Menina que Matou os Pais

    14 de junho de 2019 /

    A atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) foi escalada no papel de Suzane von Richthofen no filme “A Menina que Matou os Pais”. E a produção já divulgou sua primeira foto caracterizada como a criminosa. A imagem lembra o visual de Suzane na época de seu julgamento. De título auto-explicativo, o longa vai contar como Suzane planejou matar seus pais para ficar com a herança, com a ajuda de seu namorado em 2002. Presa até hoje, ela foi condenada a 39 anos de detenção em 2006, mas, com a progressão de sua pena, seu remime atual é semi-aberto, e ela alterna o período de reclusão com aulas numa faculdade de Administração. “A Menina que Matou os Pais” tem direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiro assinado por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. A previsão de estreia é para o primeiro semestre de 2020.

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  • Filme

    Bradley Cooper negocia estrelar o próximo filme de Guillermo Del Toro

    14 de junho de 2019 /

    O ator Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) está em negociações avançadas para estrelar o próximo filme do cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”). Ele entraria no lugar de Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), que também iniciou discussões – em abril passado – , mas não assinou contrato. O projeto é adaptação do livro “Nightmare Alley”, de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A trama é cheia de reviravoltas. Acompanha um vigarista (Tyrone Power, em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. Além de dirigir e produzir, Del Toro assina o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). Com produção do estúdio Fox Searchlight, o mesmo de “A Forma da Água”, que agora é da Disney, “Nightmare Alley” ainda não tem uma data de estreia definida.

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  • Filme,  Música

    Spice Girls vão voltar ao cinema como desenho animado

    14 de junho de 2019 /

    A Paramount anunciou o desenvolvimento de um novo filme das Spice Girls, desta vez em formato de animação. O estúdio conta com o envolvimento das cinco integrantes do grupo feminino, inclusive Victoria Beckham, que não participa da nova turnê musical das Spice Girls. “Elas tiveram uma ideia e foram desenvolvendo. Estão muito envolvidas”, explicou a presidente da Paramount Animation, Mireille Soria, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. A animação vai trazer os hits conhecidos do grupo, mas também incluirá músicas inéditas – logicamente, será acompanhada por um disco de trilha sonora. O roteiro está a cargo de Karen McCullah e Kirsten Smith, dupla que trabalhou junta na famosa comédia “Legalmente Loira” (2001). Este será o segundo longa-metragem das cantoras inglesas. O anterior foi “O Mundo das Spice Girls”, lançado em 1997, no auge da popularidade do quinteto que popularizou a expressão “girl power” no mundo inteiro. O novo lançamento está previsto para 2020.

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  • Filme

    Aprendiz de Espiã: Comédia infantil de Dave Bautista ganha trailer legendado e dublado

    14 de junho de 2019 /

    A Diamond Films divulgou as versões legendada e dublada do trailer de “Aprendiz de Espiã” (My Spy), comédia de ação em que Dave Bautista explora os dotes de humorista que vem ensaiando na franquia “Guardiões da Galáxia”. A história segue uma fórmula já usada por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros adeptos do cinema de pancadarias para ampliar seu público e conquistar a simpatia infantil: virar um brutamontes bonzinho no contexto de uma comédia com criança. No filme, Bautista vive um agente da CIA que prefere explodir os inimigos a cumprir os objetivos de suas missões. Por conta disso, é colocado sob observação. Para piorar, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos, que grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. E ela dá um baile no durão, além de descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies” e que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha e o elenco ainda inclui Kristen Schaal (de “O Último Cara na Terra/The Last Man on Earth”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Parisa Fitz-Henley (“Midnight Texas”). O roteiro é dos irmãos Jon e Erich Hoeber (“RED: Aposentados e Perigosos”) e a direção está a cargo do veterano Peter Segal (“Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final”). A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Pedro Almodóvar será homenageado pelo Festival de Veneza

    14 de junho de 2019 /

    O cineasta Pedro Almodóvar será homenageado pelo Festival de Veneza com um Leão de Ouro honorário. Ele e a atriz Julie Andrews (a Mary Poppins original), cujo Leão de Ouro foi anunciado em março, terão as carreiras celebradas na próxima edição do mais antigo festival de cinema do mundo. É tradição do evento homenagear um diretor e um intérprete todos os anos. O diretor e roteirista espanhol já tem um prêmio do Festival de Veneza em sua estante, pelo roteiro de “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988). Ele também venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999) e Roteiro Original por “Fale com Ela” (2002), e foi premiado em Cannes por “Tudo Sobre Minha Mãe” e “Volver” (2006), além de vir de uma participação vitoriosa na edição do festival francês deste ano, onde o seu “Dor e Glória” rendeu o prêmio de melhor ator para Antonio Banderas. Em comunicado oficial, Almodóvar agradeceu a honra concedida pelo Festival de Veneza, e disse ter boas memórias do evento. A estreia de “Maus Hábitos” (1983) no festival foi lembrada pelo diretor como “a primeira vez que um de seus filmes viajou para fora da Espanha”. “Veneza foi o lugar do meu batismo internacional, e foi uma experiência maravilhosa. Estou muito animado e honrado com o presente que é este Leão de Ouro”, disse o cineasta espanhol. Diretor espanhol mais premiado de sua geração, Almodóvar ainda destaca, entre seus filmes notáveis, “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980), “Matador” (1986), “A Lei do Desejo” (1987), “Ata-me” (1989), “Carne Trêmula” (1997), “Má Educação” (2004), “Volver” (2006), “A Pele Que Habito” (2011) e “Julieta” (2016).

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  • Filme

    Fênix Negra encerra saga dos X-Men de qualquer jeito

    14 de junho de 2019 /

    “X-Men: Fênix Negra” é o último “X-Men” da Fox. Depois disso, a franquia será comandada pela Marvel (em outras palavras, Disney). Portanto, era de se esperar um final digno, afinal a série rendeu grandes momentos e proporcionou alguns filmes realmente muito bons, como “X-Men 2” e “X-Men: Primeira Classe”, além de “Logan”. Sem esquecer que não teríamos a onda atual de filmes de super-heróis sem o “X-Men” de 2000 e, sem ele, Hugh Jackman jamais teria se tornado um astro. Então, não foi pouca coisa. Mas o roteirista Simon Kinberg, promovido a diretor em “X-Men: Fênix Negra”, tratou não só este filme, como toda a franquia, como qualquer coisa. E entregou um episódio final horroroso, pior que o fraco “X-Men: Apocalipse”. Kinberg deveria entender mais a respeito dos personagens, não? Ele escreveu diversos filmes da franquia e até o terrível “X-Men: O Confronto Final”, que é (pasmem) a base deste último ato da saga. Giramos, giramos e giramos para cair no mesmo lugar. Ironicamente, no mesmo ponto em que a Fox se viu obrigado a recomeçar a saga, depois que Brett Ratner destruiu o que Bryan Singer construiu com “X-Men” e “X-Men 2”. O estúdio precisou rejuvenescer os personagens, brincar com a timeline e criar uma espécie de universo paralelo misturado com passado, mas sem a mesma destreza narrativa de J.J. Abrams, que inaugurou essa tendência em “Star Trek”. Até que o recomeço foi promissor com “Primeira Classe”, em que o cineasta Matthew Vaughn conseguiu inserir ideias novas muito bem-vindas. Mas a verdade é que ele só esquentou a cadeira de diretor até Bryan Singer retornar e estragar tudo com seu ego. Com ajuda, claro, de Kinberg, que demonstrou ego ainda maior, ao assumir roteiro, direção e produção do último filme. Os quatro filmes que ele escreveu estão entre os piores da saga, salvando-se apenas “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” pela premissa original – de Chris Clarement nos quadrinhos. Se você viu “O Confronto Final” e conseguiu a proeza de guardar algo na memória, “Fênix Negra” é uma versão, digamos, mais barulhenta e com mais efeitos digitais distribuídos por metro quadrado. Mas igualmente estúpida no quesito desenvolvimento da trama. Acredite: o público não tempo de chorar pela morte de uma personagem principal, enquanto é arremessado num festival de lutas e CGI com personagens encarando uns aos outros com raios lasers nos olhos. O que conduz ao olhar de Jessica Chastain, representando o do público em sua maioria. Entre a sucessão exagerada de encaradas entre personagens, o espectador só precisa encarar a atriz para notar a pergunta jogada no ar: “o que estou fazendo aqui?”. Sua personagem, Vuk (!), que parece a irmã dos gêmeos albinos de “Matrix Reloaded”, entra para levantar uma discussão sobre a força da mulher, mas o papo não decola em meio à ação visualmente constrangedora. Comparar o final da saga dos “X-Men” com a espetacular conclusão orquestrada pela Marvel para “Vingadores: Ultimato” é até covardia. Então, boa sorte, Marvel Studios, com a missão de limpar essa zona. Sobram os agradecimentos, apesar de tudo, ao elenco dessa nova velha geração. Especialmente a Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Nicholas Hoult, Evan Peters e Sophie Turner pelo tremendo esforço em dar vida e alguma alegria aos fãs dos quadrinhos. E vale dar também um grande adeus a Simon Kinberg. Tchau.

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  • Filme

    Dor e Glória reflete criatividade e desejo de Pedro Almodóvar

    14 de junho de 2019 /

    “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, centra-se no personagem Salvador Mallo, um cineasta que já traz no nome a convivência dos contrários. Seu momento atual e suas lembranças são marcados pela dor e pela glória. A dor porque já está envelhecido e sentindo-se sem condições de filmar, a razão de ser de sua vida, com as doenças tomando conta de seu corpo. Desde as dores de coluna, as dores de cabeça, os engasgos frequentes, até a depressão pela perda de amores e de vitalidade. Uma animação, muito bem realizada, nos mostra o que são essas dores que acometem o corpo, cheia de cores, com didatismo e humor. Com Almodóvar, a dor também fica divertida. Como sempre foi nos seus filmes. A cabeça continua produzindo, escrevendo histórias a partir de experiências vividas, desejadas ou imaginadas, que agora não se destinarão ao cinema. Mas também não são contos literários. Um momento de declínio que produz uma crise existencial. Esses belos escritos, que acabarão sendo representados ou filmados, são a revelação de uma vida de criatividade, de sucesso e admiração internacionais, que é evidente. O relançamento de um filme chamado “Sabor”, realizado há 30 anos e que produziu uma inimizade com o ator principal, faz com que se reate seu contato e, por meio dele, um velho amor reaparece. A glória também vem das lembranças infantis, da vida na casa caverna, da mãe pobre, forte, batalhadora, do canto que abriu caminho ao estudo patrocinado junto aos padres, do primeiro desejo que se manifesta numa febre. O talento de escritor e a inclinação precoce na direção do cinema já dominam a cena. Desde sempre. Embora hoje doloroso, há um caminho a seguir e não será pela via da heroína que combate a dor, mas escraviza. Será novamente pelo desejo que novos ânimos poderão surgir. Não por acaso, a produtora de Pedro e seu irmão Agustín Almodóvar chama-se El Deseo. Ele é visto como o motor da existência. O protagonista Salvador Mallo, brilhantemente interpretado por Antonio Banderas, remete, é claro, à própria figura de Pedro Almodóvar, mas não pode se considerar uma autobiografia. Aí estão lembranças, recordações, mas também acontecimentos que poderiam ter existido ou ser fictícios, expectativas, decepções, hipóteses, exageros. Sentimentos e impressões que passam, se transformam. Elementos de uma vida que abrem perspectivas para um novo personagem, que dialoga com seu inspirador. Este, por sua vez, realiza sua autoanálise, encarando a morte como algo já mais próximo e palpável. Em alguns momentos, até desejável. O filme é lindo, profundo, e traz um time de atores e atrizes magnífico, além de Banderas. O argentino Leonardo Sbaraglia, como Federico, um ator já muito tarimbado e conhecido do cinema dos hermanos. Penélope Cruz, sempre luminosa, faz Jacinta, a mãe. Ambos vivem papéis de coadjuvantes, mas brilham. Asier Etxeandia, como Alberto Crespo, tem um trabalho competente num papel importante. E outras grandes mulheres estão lá: Nora Navas, como Mercedes, Julieta Serrano, como a mãe já idosa, Susi Sánchez e a participação de Cecília Roth, que já atuou em tantos filmes do diretor, compõem um elenco à altura para esse novo grande trabalho almodovariano. Há poucos anos, escrevi um livro destacando a sexualidade e a transgressão no cinema de Almodóvar. O diretor continua fiel a esses temas norteadores, assim como à utilização da metalinguagem. Em seus filmes, outros filmes e peças são feitos – aqui, “Vício” e “O Primeiro Desejo” são as realizações. O construir artístico, a escrita, a filmagem, a distribuição e exibição dos filmes, o trabalho dos atores e atrizes, além do próprio diretor, evidentemente, enriquecem a experiência cinematográfica do espectador. Recentemente exibido no Festival de Cannes, “Dor e Glória” teve excelente acolhida. Levou o prêmio de Melhor Ator para Antonio Banderas. Mas merecia mais.

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  • Filme,  Música

    Elton John e Taron Egerton cantam juntos em clipe de música de Rocketman

    13 de junho de 2019 /

    O cantor Elton John divulgou em sua página no YouTube o clipe da música “(I’m Gonna) Love Me Again”, que ele canta com o ator Taron Egerton, seu intérprete no filme “Rocketman”. A faixa foi composta especialmente para a trilha do longa-metragem e o clipe é repleto de cenas da cinebiografia, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, combinadas com imagens de arquivo do próprio Elton John, além de incluir animações e cenas do cantor e do ator em estúdio, nos bastidores da gravação. Taron Egerton surpreendeu no filme ao cantar as músicas do ídolo pop, em vez de apenas dublá-las como fez Rami Malek em “Bohemian Rhapsody”. A parceria na gravação de “(I’m Gonna) Love Me Again” é um reconhecimento do músico ao esforço e talento do ator. Por sinal, os dois já cantaram várias vezes juntos ao vivo desde que “Rocketman” começou a ser divulgado pela Paramount – inclusive durante a première mundial no Festival de Cannes.

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  • Filme

    Precursor do gênero slasher, Noite de Terror vai ganhar segundo remake

    13 de junho de 2019 /

    O filme “Noite de Terror” (Black Christmas), originalmente lançado em 1974, vai ganhar sua terceira versão, após já ter sido refilmado em 2006 – quando recebeu o título nacional de “Natal Negro”. Sinal da passagem do tempo. A fase dos primeiros remakes se esgotou e agora começam os remakes dos remakes. A produtora Blumhouse, responsável pelo terceiro “Halloween”, vai fazer o terceiro “Black Christmas”. Assim como “Halloween”, o lançamento vai se aproveitar da temática típica de calendário macabro, no caso o Natal, para chegar aos cinemas americanos em 13 de dezembro deste ano – ainda não há previsão para o Brasil. A direção está cargo de Sophia Takal, premiada por seu terror independente de estreia, “Always Shine” (2016), que tem 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco é liderado pela atriz Imogen Poots (“Sala Verde”) e inclui alguns atores conhecidos de séries, como Aleyse Shannon (“Charmed”), Brittany O’Grady (“Star”), Lily Donoghue (“Jane the Virgin”) e Caleb Eberhardt (“The Deuce”). Considerada precursora do subgênero slasher de psicopatas que atacam adolescentes, como “Halloween” (1978) e “Sexta-Feira 13” (1980), a história de 1974, repetida em 2006, girava em torno dos sangrentos eventos das férias de Natal de um grupo de amigas de faculdade. Após vários telefonemas anônimos e o desaparecimento de uma das garotas, elas acionam a polícia, que só começa a se preocupar com o caso quando o corpo de uma menina de 13 anos é encontrado perto da casa. O roteirista original, Roy Moore, só assinou mais um filme após seu “clássico”, a sci-fi trash “The Last Chase” (1981). Mas o diretor Bob Clark acabou ficando bem famoso, embora num gênero muito diferente. Ele originou as franquias “Porky’s” nos anos 1980 e “Bebês Geniais” nos 1990, além de ter feito outro clássico natalino completamente diferente, a comédia “Uma História de Natal” (1983). Já as atrizes principais foram virar a Madre Teresa (Olivia Hussey, em “Madre Teresa de Calcutá”) e Lois Lane (Margot Kidder, na quadrilogia original de “Superman”).

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  • Filme

    Primeiras críticas dão 100% de aprovação para Toy Story 4 no Rotten Tomatoes

    13 de junho de 2019 /

    As primeiras críticas de “Toy Story 4” começaram a ser publicadas pela imprensa internacional nesta semana. E são todas de elogios rasgados. O filme agradou tanto que entrou no site Rotten Tomatoes com 100% de aprovação. A média registra, até o momento, 69 críticas de louvação intensa. A unanimidade, porém, não deve ser mantida por muito tempo – conforme mais críticas forem publicadas, aumentam as chances de alguém reclamar. Mas, a esta altura, nem um crítico mau-humorado seria capaz de afetar o consenso positivo. Com isso, “Toy Story” se torna uma rara quadrilogia a ter todos os títulos elogiados. A franquia é pura mágica cinematográfica. O jornal britânico Times já colocou o filme entre os melhores do ano: “Você sabe que está testemunhando algo genial quando os primeiros cinco minutos do quarto filme de uma franquia de 24 anos direcionada a crianças têm mais profundidade e paixão do que qualquer outro longa lançado por Hollywood este ano”. “Se este filme não tocar seu coração, você deve ser tão sem vida quanto os brinquedos fingem ser quando os humanos estão por perto”, filosofou a crítica publicada no jornal Chicago Sun-Times. Antes de fazer suas exclamações, o crítico da BBC decidiu fazer uma confissão sobre a perda momentânea de sua fé. Assim como os fãs, ele disse ter se preocupado com o fato de a franquia ir além do terceiro filme, que parecia o final perfeito para a história. “Não precisávamos ter nos preocupado. É claro, logo nos primeiros minutos do novo filme, que ele será tão lindamente animado e tão generosamente engraçado quanto todos os melhores da Pixar”, escreveu. A agência Associated Press chegou a considerar que o filme é uma lição para a própria crítica, “e para os que suspeitam das franquias de Hollywood: às vezes, mais é melhor”. “Woody precisava de uma conclusão que ele nem mesmo compreendia. Nós também precisávamos”, completa o texto. Até o site The Wrap jogou a toalha. “A Pixar pode facilmente aposentar esta franquia com quatro filmes que são lindos de se olhar, tocantes e engraçados. Mas, se eles conseguirem manter esse nível de qualidade, eu digo só uma coisa: continuem fazendo mais!”. “‘Toy Story 4’ oferece um grand slam cinematográfico, uma sequência que é totalmente igual às altas expectativas levantadas pelo fantástico trio que a antecedeu”, concluiu a rede CNN. Apesar disso, o crítico do New York Post, que elogiou o filme, acabou considerando que ele era o mais fraco dos quatro. “A Pixar nos condicionou a esperar mais do que apenas um filme agradável. Queremos ser maravilhados”, escreveu. Ou seja, a nota mais negativa se deveu ao fato de “Toy Story 4” não ser o melhor filme de todos os tempos em todos os gêneros e para todas as idades. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira, dia 20 de junho, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Daniel Radcliffe vai participar do especial interativo de Unbreakable Kimmy Schmidt

    13 de junho de 2019 /

    O especial interativo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que vai chegar à Netflix em 2020, vai contar com participação de Daniel Radcliffe (o eterno Harry Potter). O papel de Radcliffe não foi revelado. Assim como o título oficial e a sinopse do especial interativo. O que se sabe sobre o projeto é que “Unbreakable Kimmy Schmidt” voltará, após encerrar sua 4ª e última temporada em janeiro, para um bis em um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, em que os espectadores poderão fazer escolhas para os personagens seguirem caminhos diferentes na história. Todo o elenco principal estará de volta – Ellie Kemper, Tituss Burgess, Jane Krakowski e Carol Kane – , além dos criadores-produtores-roteiristas Tina Fey e Robert Carlock. “‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix e agora será o primeiro evento de comédia interativo”, disse Tina Fey em comunicado oficial. “Acredito que o conceito é uma ótima opção para o nosso programa e será uma ótima maneira de concluir oficialmente a série”, completou. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanha Kimmy (Ellie Kemper), uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada, ela não lamenta a prisão. Em vez disso, fica feliz da vida em saber que o mundo não acabou. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos positivos.

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