Joel Edgerton indica que pode voltar a viver o tio de Luke Skywalker em série do Disney+ (Disney Plus)
A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) focada em Obi-Wan Kenobi, que trará Ewan McGregor de volta ao personagem, pode ter o retorno de mais um ator visto nos filmes de “Star Wars”. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) deu a entender que poderia voltar a encarnar Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, na atração. Ao final de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), o tio ficou com a guarda do bebê Luke no planeta Tatooine. Como os fãs do primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado de “Uma Nova Esperança” pela Lucasfilm, devem lembrar, é neste planeta que Obi-Wan se esconde, assumindo a identidade de Ben Kenobi, um eremita misterioso. Além disso, já foi confirmado que a série estrelada por Ewan McGregor vai se passar oito anos após “A Vingança dos Sith”. “Existe uma possibilidade muito real”, disse Edgerton, sobre a volta ao papel. O que deve ser considerado praticamente uma confirmação, já que o ator também deixou claro que não pode falar sobre qualquer detalhe sobre a série. “Provavelmente tem um assassino no telhado só esperando eu dizer alguma coisa que não deveria. Adoraria falar várias coisas, mas não vou”, afirmou.
Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha trailer legendado emocionante
A Disney divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que capricha na emoção. A prévia explora a expectativa pelo final da saga com despedidas, confrontos, momentos ternos e ameaças. Entre os destaques, há um abraço muito comovente entre Rey (Daisy Ridley) e a Princesa Leia (a falecida Carrie Fisher). Por sinal, o contexto consagra a jovem como grande protagonista do final – ela é a primeira, a última e a que mais aparece em cenas. Outros detalhes incluem as voltas de Lando Calrissian (Billy Dee Williams) e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), as primeiras aparições do personagem rebelde de Dominic Monaghan (o Charlie de “Lost”) e do pequeno Babu Frik, engenheiro alienígena de droids, que surge mexendo em C-3PO, e uma sugestão de que Rey e Kylo Ren (Adam Driver) podem se tornar aliados – após, claro, lutarem entre si. O filme encerra não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia, e justamente por isso o mistério em torno da trama é maior do que nunca. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Bloodshot: Vin Diesel vira super-herói no primeiro trailer legendado da adaptação dos quadrinhos
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado de “Bloodshot”, adaptação de quadrinhos estrelada por Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). A prévia é repleta de efeitos e ação, numa trama que costura referências de clássicos do gênero, como “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Soldado Universal” (1992). As referências à era de ouro da sci-fi de brutamontes não é casual. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, mas com trama bem diferente da mostrada no trailer. Os quadrinhos originalmente acompanhavam o assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acabava traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar, com suas memórias apagadas e diversos nanocomputadores implantados em seu corpo. O detalhe é que, ao longo da história, ao relembrar seu passado, ele começa a perceber que na verdade era outra pessoa, um soldado de elite chamado Raymond Garrison… A trama se complica, mas o roteiro do filme simplifica, ao mostrar Diesel apenas como Garrison no longa. A fabricação de falsas memórias e a regeneração por nanites mantêm-se como destaques da prévia. Além de Diesel, o elenco inclui Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). O roteiro foi escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) e a direção está a cargo de Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.
Gal Gadot e Patty Jenkins são confirmadas na Comic Con Experience
A atriz Gal Gadot e a cineasta Patty Jenkins virão divulgar “Mulher-Maravilha 1984” na Comic Con Experience. Elas foram confirmadas pela organização do evento, que vai acontecer em dezembro em São Paulo. Em sua participação, a estrela e a diretora apresentarão o primeiro trailer da produção, que tem seu lançamento previsto apenas para junho de 2020. O painel dedicado à continuação de “Mulher-Maravilha” (2017) está marcado para 8 de dezembro, último dia da programação da CCXP.
Malévola: Dona do Mal estreia em 1º lugar no Brasil
“Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras, com arrecadação de R$ 18,4 milhões entre quinta e domingo (20/10), segundo levantamento da Comscore. O filme da Disney foi exibido em mais de mil salas e teve 999 mil telespectadores. Assim como aconteceu na América do Norte, o desempenho foi abaixo do esperado, mas permitiu a liderança em sua estreia. Em sua terceira semana em cartaz, “Coringa” foi o segundo filme mais assistido do período. E bem próximo dos números da continuação de “Malévola”, levando 984 mil pessoas aos cinemas, com uma arrecadação de R$ 17,6 milhões. Ao todo, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix já foi visto por 6,5 milhões de pessoas e faturou R$ 104 milhões no Brasil. Em 3º lugar, “Projeto Gemini” levou 140 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 2,5 milhões em bilheteria. Em duas semanas, acumula 597 mil espectadores e R$ 10,1 milhões em ingressos vendidos. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 6º lugar, “Bacurau” em 7º e “Morto Não Fala” em 10º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 17 a 20/Out: 1. Malévola – Dona do Mal2. Coringa 3. Projeto Gemini4. Angry Birds 2 – O Filme5. Abominável6. Ela disse, Ele disse7. Bacurau8. Ad Astra9. A Luz No Fim do Mundo10. Morto Não Fala — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 21, 2019
Malévola: Dona do Mal registra pior estreia da Disney no ano
“Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma maldição. A continuação do sucesso de 2014 teve o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney no mercado doméstico. A superprodução orçada em US$ 185M (milhões) fez apenas US$ 36,9M em seu lançamento, muito abaixo das previsões do mercado. O valor é praticamente metade do que faturou o primeiro filme há três anos (US$ 69M), e bem abaixo do maior fracasso do estúdio no ano, “Dumbo”, que abriu com US$ 45,9M no final de março. Dos 11 remakes live-action que a Disney já produziu desde “Alice no País das Maravilhas” (2010), a sequência de “Malévola” se posiciona em 10º lugar em arrecadação, ficando à frente apenas de “Meu Amigo, O Dragão” (US$21,5M em 2016) O filme de Angelina Jolie também foi destruído pela crítica, com apenas 40% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O desastre só não é irremediável porque o mercado internacional correspondeu, com uma arrecadação de US$ 118M, que trouxe o total mundial para US$ 155M. Mesmo com a decepção financeira, a vilã da Disney conseguiu superar o vilão da DC Comics nas bilheterias da América do Norte. “Coringa” caiu para 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Fez mais 29,2M nos últimos três dias para atingir US$ 247,2M domesticamente. No mundo todo, a arrecadação já está em US$ 738,5M. “Coringa” é atualmente o 4º filme de maior bilheteria da DC no exterior e o maior em 17 mercados, incluindo Itália, Espanha, Rússia, Argentina e México. A outra continuação estreante da semana, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”, ficou em 3º lugar, com US$ 26,8M. Mas, paradoxalmente, esse valor fez a produção ser considerada um sucesso. O motivo é simples: o segundo “Zumbilândia” custou “apenas” US$ 42M e deve se pagar facilmente com a bilheteria doméstica, ao fim de sua passagem pelos cinemas. Assim, os números faturados no exterior vão entrar como lucro. Por sinal, a estreia no Brasil é nesta quinta (24/10). “Zumbilândia: Atire Duas Vezes” se saiu bem até na comparação com seu antecessor, que abriu com US$ 24,7M em 2009. E recebeu aprovação de 66% das críticas aferidas no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 36,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 155M 2. Coringa Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA e Canadá: US$ 247,2M Total Mundo: US$ 738,5M 3. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 26,8M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 32,1M 4. Família Addams Fim de semana: US$ 16,3M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 57M 5. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 118,5M 6. Abominável Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 114,7M 7. Downton Abbey Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 164,3M 8. Judy Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 9. As Golpistas Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 101,8M Total Mundo: US$ 125,4M 10. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 209,6M Total Mundo: US$ US$ 450,3M
A Noite Amarela ressalta variedade atual do terror brasileiro
O cineasta paraibano Ramon Porto Mota estreia “A Noite Amarela”, seu primeiro longa-metragem depois da experiência coletiva da antologia “O Nó do Diabo” (2018), em um momento especialmente feliz para o cinema de gênero brasileiro. Vejam só: na mesma semana em que o seu filme estreou, entrou em cartaz também em outras salas do país “Morto Não Fala”, de Dennison Ramalho, e “Amor Assombrado”, de Wagner de Assis. E na semana anterior foi lançado “O Clube dos Canibais”, de Guto Parente. Ou seja, o cinema de horror brasileiro está deixando de ser rejeitado e está sendo abraçado por uma parcela cada vez maior de espectadores, ao mesmo tempo em que estamos vivendo um momento político também singular. Nas entrevistas de Mota, ele afirma que não tinha a menor intenção de que “A Noite Amarela” fornecesse metáforas para o momento político brasileiro. Mas acontece que a percepção da obra de arte, ainda mais essa do tipo mais livre e cheia de espaços, pode trazer interpretações diversas. E isso já não está mais nas mãos do artista. Além do mais, o artista costuma ter antenas que captam o espírito da época. Assim, o mal estar com o mundo contemporâneo se faz bastante presente na escuridão que invade a vida de seus protagonistas. “A Noite Amarela” quase se desvincula de uma trama no sentido convencional, especialmente a partir de seu terço final, ao se deixar levar pela atmosfera de sonho/pesadelo, fazendo com que os personagens sejam engolfadas pela escuridão, por algo não muito fácil de ser compreendido. O escuro é um aspecto predominante no filme. Quase todas as cenas se passam à noite, desde o começo, quando jovens secundaristas chegam a uma ilha para relaxar e comemorar a formatura do ensino médio. A opção de Ramon Porto Mota em adotar uma fotografia suja, áspera, com pouca iluminação, como se fosse um filme feito nas primeiras experiências com o digital, contribui para a sensação de que estamos vendo uma produção estranha a esses tempos em que as imagens são cada vez mais nítidas. Ao mesmo tempo, difícil não apreciar o belo trabalho de direção de arte e fotografia, com um uso de cores que remetem ao cinema italiano de horror dos anos 1970. O filme é marcado por sua geografia, seu sotaque paraibano, seus diálogos aparentemente espontâneos, mas que na verdade foram memorizados pelos atores. O tipo de dramaturgia também é diferente, estranho. Nas entrevistas, Mota vem comentando que seu filme é mais herdeiro das experiências com o cinema de horror de Walter Hugo Khouri e Jean Garrett do que com o cinema de horror estrangeiro. De fato, quem viu os filmes de Khouri e Garrett sabe do que ele está falando e vai concordar. A intenção é fazer uma obra atemporal, cuja estranheza atravessará décadas. Na trama, após o grupo de adolescentes chegar a uma ilha praticamente desabitada e sem sinal de celular, uma das meninas, Karina (Rana Sui), desaparece, e a missão da turma passa a ser procurar pela amiga pela noite escura. Eles resolvem se separar e acabam se deparando com estranhas coisas que lhes assombram, como a presença de duplos. No meio disso tudo, há um grande flashback que dá uma quebrada no filme, como se o tirasse do gênero horror e o colocasse em um daqueles filmes dos anos 1950, com jovens duelando. Isso contribui para a estranheza, mas não deixa de ser no mínimo divertido. Além do mais, a presença desses jovens atores e de um cinema que não tem medo de experimentar traz um frescor necessário para este momento, em que filmes brasileiros de gênero começam a se tornar cada vez mais comuns no circuito. Quanto mais pluralidade, melhor.
O Relatório: Adam Driver denuncia política de tortura dos Estados Unidos em trailer dramático
A Amazon divulgou o pôster e os trailers de “O Relatório” (The Report), filme estrelado por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), que conta a história real do esquema de encobrimento de torturas da CIA na época pós 11 de setembro. Na trama, um funcionário idealista (Driver) é encarregado por sua chefe, a senadora Dianne Feinstein (Annette Bening, de “Capitã Marvel”), para liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA, criado após o 11 de setembro. A busca incessante de Jones pela verdade o leva à descobertas explosivas que revelam como a principal agência de inteligência do país chegou a extremos para destruir evidências, subverter a lei e esconder seu segredo brutal do público americano. O elenco grandioso conta ainda com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Sarah Goldberg (“Barry”), Michael C. Hall (“A Noite do Jogo”), Douglas Hodge (“Coringa”), Ted Levine (“The Alienist”), Jennifer Morrison (“Once Upon a Time”), Tim Blake Nelson (“Invasão ao Serviçao Secreto”), Linda Powell (“Chicago Fire”), Matthew Rhys (“The Americans”), John Rothman (“One Mississippi”), Ben McKenzie (“Gotham”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”) e Maura Tierney (“The Affair”). O filme tem roteiro e direção de Scott Z. Burns, um dos roteiristas favoritos do cineasta Steven Soderbergh, que, por sinal, assina a produção de “O Relatório”. Os dois trabalharam juntos em “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011), “Terapia de Risco” (2013) e no recentíssimo “A Lavanderia”, lançado na sexta-feira (18/10) pela Netflix. “O Relatório” já foi exibido nos festivais de Sundance, Telluride, Toronto, Londres e teve sua première nacional neste sábado (19/10) na Mostra de São Paulo. As premières foram aprovadas pela crítica internacional com notas de 86% (geral) a 91% (só os tops) no site agregador Rotten Tomatoes. A produção terá uma estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de novembro e duas semanas depois, a partir de 29 de novembro, estará disponível em todo o mundo pelo Amazon Prime Video, serviço de streaming da Amazon.
Nicole Kidman e Alexander Skarsgård serão vikings no novo filme do diretor de A Bruxa
Nicole Kidman e Alexander Skarsgård, premiados com o Emmy por viverem um casal conturbado em “Big Little Lies”, vão voltar a contracenar, desta vez como mãe e filho no cinema. Eles vão estrelar “The Northman”, terceiro longa de Robert Eggers, diretor de “A Bruxa” (2015) e “O Farol” (2019). “The Northman” é descrito como uma saga de vingança viking, que se passa na Islândia na virada do século 10. Skarsgard interpretará um príncipe viking e Kidman será sua mãe. Além deles, Anya Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”), Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa” e irmão de Alexander) e Willem Dafoe (“Aquaman”) também estão em negociações para participar do filme. O roteiro do longa é do próprio Eggers, escrito em parceria com o poeta e romancista islandês Sjón, que chegou a cantar com Björk numa música da banda Sugarcubes (com o pseudônimo de Johnny Triumph) nos anos 1980. A produção ainda não tem data de estreia. Já o novo filme de Eggers, “O Farol”, estreou na sexta (18/10) nos Estados Unidos em circuito limitado.
Jared Leto não será mais o Coringa após interpretação de Joaquin Phoenix
A reportagem da revista The Hollywood Reporter, que revelou as ações de Jared Leto para tentar impedir a produção de “Coringa”, afirma ter ouvido de uma fonte que o ator não retornará ao papel do vilão dos quadrinhos. Leto fez parte do elenco de “Esquadrão Suicida“, mas, de acordo com a fonte, seu desempenho ficou muito abaixo do esperado. “Apesar de não ter sido um filme próprio do Coringa, a tentativa de Leto em ‘inventar’ algo novo deu completamente errado”, disse a fonte. “Como você interpretaria aquela versão do Coringa novamente após a atuação de Joaquin Phoenix? Foi o fim da jornada dele.” Pressentindo o que aconteceria, Leto orientou seus agentes a obrigarem a Warner a “matar” o filme de Joaquin Phoenix, o que causou uma ruptura entre ele e seus antigos agentes, que se recusaram a entrar em conflito com os executivos do estúdio. Leto esperava produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pela Warner para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa de Todd Phillips, estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará no novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. O personagem, por sinal, está na história, mas aparecerá apenas de relance e interpretado por um figurante maquiado (veja as fotos).
Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder
O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).
Quentin Tarantino rejeita censura da China a Era Uma Vez em Hollywood
O novo filme de Quentin Tarantino, “Era Uma Vez… Em Hollywood”, não será exibido na China. O governo chinês exigiu que algumas cenas fossem alteradas e o diretor se recusou a ceder à pressão, preferindo simplesmente deixar os burocratas do país proibirem sua exibição. Ele se tornou um dos raros cineastas a se impor contra o dinheiro brandido pelos chineses, que tem feito Hollywood se sujeitar à censura local. A censura chinesa teria sido consequência de um apelo de Shannon Lee, filha do lendário ator Bruce Lee, que criticou a maneira como seu pai foi retratado no filme. Ela chegou a polemizar com Tarantino a esse respeito e, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, solicitou à Administração Nacional de Cinema da China que obrigasse o diretor a mudar a forma como Bruce Lee aparece em cena. Em 2013, quando Tarantino ainda trabalhava com o estúdio de Harvey Weinstein, “Django Livre” foi reeditado por conta de seu conteúdo violento e sexual para o mercado chinês. Mas esta versão fracassou, o que fortalece a posição de resistência do cineasta às mudanças pedidas. A Sony aceitou a decisão do diretor, preferindo manter uma boa relação com Tarantino à incerteza de uma boa bilheteria no país. Recentemente, a série animada “South Park” satirizou a política de censura na China e a boa vontade de diversas celebridades e artistas para fazer concessões, permitindo cortes em suas obras para lucrar no país. Logicamente, não só esse episódio teve a exibição proibida na China como toda a série se tornou indisponível no país, de um dia para o outro.
Jared Leto teria tentado “matar” o filme do Coringa por ciúmes
Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter fez uma série de revelações bombásticas sobre como o ator Jared Leto, que viveu o Coringa no filme “Esquadrão Suicida”, reagiu à produção de um filme solo do personagem interpretado por outro ator. Entre frustração e fúria, ele teria até mesmo tentado fazer com a Warner desistisse da produção estrelada por Joaquin Phoenix. A publicação cita fontes próximas de Leto para afirmar que, ao saber do projeto do diretor Todd Phillips, ele se queixou amargamente para seus agentes da CAA, empresa que também representa Phillips, argumentando que aquela “não era forma de se tratar um vencedor do Oscar”. A falta de ação pela CAA pode ter sido o motivo por Leto ter trocado a agência pela WME, apesar de fontes do THR adicionarem que o ator tinha problemas frequentes com a empresa, tendo trocado de agente quatro vezes. Como não conseguiu resultados com a CAA, Leto teria pedido ao empresário que cuidava da sua carreira musical, Irving Azoff, que contatasse o CEO da Warner (não está claro se foi Jeff Bewkes da Time Warner ou Randall Stephenson da AT&T, dependendo do timing) com um ultimato. A ideia era “matar” “Coringa”. Mas Azoff sequer chegou a fazer a ligação, preferindo abandonar Leto. O descontentamento de Leto vêm do fato de que ele tinha acordado produzir e estrelar um filme-solo focado na sua versão do personagem, mas o projeto foi cancelado pelo estúdio para dar espaço para o reboot de “Esquadrão Suicida” do diretor James Gunn e também ao longa estrelado por Joaquin Phoenix. Para aumentar ainda mais sua frustração, parte de seus colegas de “Esquadrão Suicida” retornará para o novo longa de Gunn. Além disso, Margot Robbie, que foi a Arlequina no filme de 2016, terá sua própria aventura com “Aves de Rapina”, que inicialmente começou como um filme sobre o relacionamento dela com o Coringa de Leto. Ironicamente, a Warner pensava em fazer os dois filmes, mostrando o Coringa de Phoenix numa produção mais autoral para maiores, e preservando o de Leto para alguma superprodução de censura 13 anos (14 no Brasil). O estúdio não acreditava que o projeto Phillips ganharia muita projeção. Diante de seu tom sombrio, a Warner sequer liberou um grande orçamento para a produção. Entretanto, “Coringa” venceu o Festival de Veneza, explodiu nas bilheterias e vem forte para o Oscar 2020. Para aumentar ainda mais a dor-de-cotovelo de Jared Leto. Por sinal, este teria sido um dos motivos do ator aceitar estrelar o filme do vilão Morbius, trocando as adaptações dos quadrinhos da DC Comics pelo universo da Marvel controlado pela Sony.








