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Filme

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1 de maio de 2026
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    René Auberjonois (1940 – 2019)

    8 de dezembro de 2019 /

    O ator René Auberjonois, que participou da série “Star Trek: Deep Space Nine” e da comédia clássica “M*A*S*H”, morreu neste domingo (8/12) em sua casa, em Los Angeles, aos 79 anos. Ele tinha câncer no pulmão. Auberjonois nasceu em 1940 em Nova York e herdou seu nome do avô, um pintor pós-impressionista suíço também chamado René Auberjonois. Filho de um jornalista suíço que trabalhava como correspondente internacional, foi criado entre Nova York, Paris e Londres, e por um tempo viveu com sua família em uma colônia de artistas, cujos moradores incluíam os atores John Houseman, Helen Hayes e Burgess Meredith. Ele acabou se inspirando a seguir carreira no teatro, eventualmente conseguindo papéis na Broadway e até vencendo um Tony de Melhor Ator em 1969 – pela peça “Coco”, sobre a vida da estilista Coco Chanel, interpretada pela lendária Katharine Hepburn no palco. A carreira de Auberjonois incluiu diversos outros prêmios e indicações, pois ele trabalhou em várias eras douradas, desde o teatro dinâmico da década de 1960 ao renascimento do cinema com a Nova Hollywood da década de 1970, até o auge da programação das redes de TV, nas décadas de 1980 e 1990 e a consagração do cinema indie nos anos 2000 – e cada geração o conheceu por realizações diferentes. Os fãs de cinema o lembram mais como o padre John Mulcahy, o capelão militar que mantinha a serenidade diante das travessuras dos médicos de “M*A*S*H” (1970), a premiadíssima comédia de Robert Altman, que virou uma série ainda mais famosa. Mulcahy foi seu primeiro papel significativo no cinema e o início de uma duradoura parceria com Altman – seguiram-se “Voar É com os Pássaros” (1970), “Onde os Homens São Homens” (1971) e “Imagens” (1972). Ele também apareceu nos grandiosos “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “King Kong” (1976), além do suspense “Os Olhos de Laura Mars” (1978), antes de se especializar nos “episódios da semana” na televisão, onde se multiplicou em participações especiais – em atrações populares como “Mulher Biônica”, “O Homem do Fundo do Mar”, “Mulher-Maravilha”, “Casal 20” e “As Panteras” – , até entrar no elenco fixo de “O Poderoso Benson”, sitcom que marcou o seu primeiro papel fixo na TV em 1980. Na série sobre o mordomo de um governador, que durou sete temporadas, Auberjonois viveu um conselheiro político aristocrata e hipocondríaco, chamado Endicott. Ao participar da dublagem da animação “O Último Unicórnio”, em 1982, o ator versátil ingressou numa nova etapa em sua carreira, passando a fazer vozes para vários desenhos de sucesso – como as versões repaginadas de “Scooby-Doo”, “Superamigos”, “Os Smurfs”, “Os Jetsons” e “Jonny Quest”, e novos lançamentos como “Batman: A Série Animada”, “DuckTales”, “Rugrats: Os Anjinhos”, “A Pequena Sereia” e “Aladdin”, entre muitos outros. Seu papel mais famoso surgiu em 1993, com sua escalação no elenco central de “Star Trek: Deep Space Nine”. Na série, Auberjonois interpretou Odo, o metamorfo responsável pela segurança da estação espacial que batizava a produção. A atração durou sete temporadas, até 1999, mas o ator continuou ligado ao personagem após o encerramento, com participações em videogames e em muitas convenções de fãs sobre o universo de “Star Trek”. Ele ainda teve um papel destacado na série “Justiça Sem Limites” (Boston Legal), de 2004 a 2008, e arcos importantes nas mais recentes “Warehouse 13” e “Madam Secretary”. Mas seus principais trabalhos ao final da carreira foram filmes de cineastas independentes excepcionalmente bem-avaliados, entre eles as obras da diretora Kelly Reichardt, que o filmou em “Certas Mulheres” (2016) e no ainda inédito “First Cow”, seu desempenho final. “Eu sou todos esses personagens e adoro isso”, disse Auberjonois em uma entrevista de 2011 ao site oficial da franquia “Star Trek”. “Mas tem vezes que eu encontro as pessoas e elas pensam que sou um primo ou o cara da lavanderia. E eu amo isso também.”

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984: Volta de Steve Trevor e anos 1980 são importantes para a trama

    8 de dezembro de 2019 /

    A participação da diretora Patty Jenkins e da atriz Gal Gadot na CCXP 2019 ajudou a esclarecer alguns pontos de “Mulher-Maravilha 1984”, que ainda estão envoltos em mistério. O principal deles foi a participação de Steve Trevor, o personagem de Chris Pine, que morreu no final do primeiro filme. Como mostrou o trailer recém-liberado, sua volta acontece por mágica. Literalmente. Mas embora Jenkins não queira aprofundar como isso se dá na trama, ela afirmou que a presença de Trevor não é gratuita. “Eu não posso dizer [como ele voltou], mas não colocamos Steve Trevor nesse filme apenas porque queríamos colocar Steve Trevor nesse filme”, explicou a cineasta. “Quando pensamos na história, enquanto ainda estávamos fazendo o primeiro filme, tivemos um momento “eureka” que não poderia ter sido contado sem que Chris Pine interpretasse Steve Trevor. Então, eu prometo a vocês que não é um truque, é uma parte integral da história. Foi incrivelmente importante que tivéssemos o personagem e gostamos muito do resultado, porque foi ótimo ter Chris de volta, mas também porque é importante para a história, que mal posso esperar que vocês vejam.” Jenkins também adiantou alguns detalhes sobre Barbara Minerva, a Mulher-Leopardo, que é vivida no filme por Kristen Wiig. Um vídeo exclusivo do evento mostrou a personagem lutando contra Mulher-Maravilha, mas o trailer a apresentou como uma amiga de Diana. Segundo a cineasta, a personagem se encaixa no “espectro de amiga meiga e doce de Diana”, mas vai ao extremo oposto quando se torna uma vilã. Falando sobre o visual de Wiig no filme, Jenkins afirmou que a Mulher-Leopardo foi criada com a ajuda de computação gráfica. Talvez por isso, ela não tenha aparecido com o traje da vilã no trailer divulgado. O filme ainda está em fase de pós-produção. A diretora ainda abordou a escolha dos anos 1980 como época em que se passa trama. “Por que 1984? Queríamos trazer Diana para o mundo moderno. Mas os anos 1980 são um período com o qual a Mulher Maravilha é bastante identificada. Então foi ótimo vê-la lá. Mas o mais importante é que a época representa o auge da civilização ocidental e da cultura de consumo. Então, eu estava curiosa para colidir nossa Mulher Maravilha com o sistema de crenças desse mundo moderno e ver que tipo de vilões poderia sair disso, ver o que acontece. A partir disso, tudo veio naturalmente.” Vale lembrar que a metade dos anos 1980 representou uma grande bolha de consumo, com a chegada e multiplicação dos shopping centers, os vídeos em VHS, a moda e os modismos extravagantes e a geração yuppie, que fez fortuna no mercado de ações, antes que tudo isso implodisse em 1987, com uma grande crise financeira e um quebra-quebra generalizado em Wall Street. 1984 também foi, claro, título de um famoso livro de George Orwell sobre o futuro distópico da civilização, forçada a fazer sacrifícios, abrir mão de sua liberdade e se submeter à opressão estatal, em nome da luta contra um inimigo imaginário. Já a relação da Mulher-Maravilha com o período se deve à telessérie estrelada por Lynda Carter, que na verdade foi exibida entre 1975 e 1979, mas permaneceu no ar por muitos anos depois disso no esquema de reprises. As referências ficarão mais claras quando “Mulher-Maravilha 1984” chegar aos cinemas. A estreia está marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Personagens de Mulher-Maravilha 1984 ganham pôsteres individuais

    8 de dezembro de 2019 /

    A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de “Mulher-Maravilha 1984”, que destacam individualmente os quatro personagens principais da produção. Além da Mulher-Maravilha, vivida por Gal Gadot, as imagens registram a volta de Steve Trevor (Chris Pine) e as participações de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) como Barbara Minerva, antes de virar a Mulher-Leopardo, e Pedro Pascal (“Narcos”) como o milionário Maxwell “Max” Lord. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, o primeiro trailer, lançado neste domingo (8/12), ajuda a preencher várias lacunas. Confira aqui. Novamente dirigido por Patty Jenkins, o filme tem estreia marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 ganha primeiro trailer empolgante ao som de New Order

    8 de dezembro de 2019 /

    A Warner divulgou o eletrizante trailer legendado de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia faz várias revelações, desde a sugestão mágica para a volta de Steve Trevor (Chris Pine) até o aguardado visual com armadura dourada da heroína (Gal Gadot), mas é a escolha da trilha sonora que torna o trailer verdadeiramente empolgante. Todo o vídeo é editado em torno de “Blue Monday”, clássico dançante do New Order, o que ajuda a reforçar a época em que a trama se passa e também confere um ritmo fantástico às cenas. Ver a heroína rebater balas com seus braceletes, de forma sincronizada com as batidas eletrônicas, e disparar em correria quando a música acelera é um grande feito de edição sonora e de imagens. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, o trailer ajuda a preencher várias lacunas, ao mostrar os personagens de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), antes de virar a Mulher-Leopardo, e Pedro Pascal (“Narcos”) como o milionário Maxwell “Max” Lord, além de várias cenas de ação intensas e um momento de humor com Steve Trevor, numa inversão da situação do primeiro filme. Se antes o mundo dos homens era novidade para Diana/Mulher-Maravilha, agora é o aviador, que volta à vida após a 1ª Guerra Mundial, quem se surpreende com o mundo moderno dos anos 1980. Novamente dirigido por Patty Jenkins, o filme tem estreia marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Disney se torna primeiro estúdio de Hollywood a faturar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial

    8 de dezembro de 2019 /

    O forte desempenho de “Frozen 2”, que superou os US$ 900 milhões de faturamento neste fim de semana, ajudaram a Disney a bater seu próprio recorde de arrecadação mundial. Oficialmente, o estúdio vai se tornar na segunda-feira (8/12) o primeiro a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. A projeção se baseia no fato de o estúdio ter chegado a US$ 3,28 bilhões no mercado interno e US$ 6,717 bilhões nas bilheterias internacionais. Isso dá US$ 9,997 bilhões até este domingo. Mas a conta é baseada em estimativas, que normalmente resultam inferiores ao fechamento oficial – nem todos os países informam os valores a tempo de fechar a conta. Ou seja, os US$ 10 bilhões já podem ter sido ultrapassados. De qualquer jeito, já se trata de um novo recorde de bilheteria mundial para qualquer estúdio, deixando muito para trás a melhor marca anterior, que era de US$ 7,6 bilhões e foi atingida pela própria Disney em 2016. E tem um detalhe. Estes números não levam em consideração os títulos da Fox, que começou o ano como um estúdio independente. Quando eles são adicionados, a bilheteria global combinada da Disney sobe para US$ 11,94 bilhões (US$ 3,8 bilhões no mercado interno e US$ 8,14 bilhões no exterior)… até o momento. O estúdio comandado pelo CEO Bob Iger também bateu o recorde de faturamento anual do mercado norte-americano, ao atingir US$ 3,2 bilhões de ingressos vendidos nos Estados Unidos e Canadá na semana passada – superando com folga os US$ 3,09 bilhões da própria Disney em 2018. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” deve atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial até o próximo fim de semana, transformando-se no sexto filme da Disney a atingir a marca neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015. E vale lembrar que o estúdio ainda tem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” para lançar neste mês!

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    Playmobil – O Filme tem a pior estreia de cinema de 2019 nos EUA

    8 de dezembro de 2019 /

    A animação “Playmobil – O Filme”, baseada na linha de brinquedos alemães de mesmo nome, foi lançada neste final de semana na América do Norte com um desempenho histórico. O longa, que traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) e Daniel Radcliffe (o Harry Potter) entre seus dubladores, ocupou 2,3 mil salas de cinema, mas arrecadou apenas US$ 660 mil entre sexta e domingo (8/12) nos Estados Unidos e Canadá. O resultado representou o 14º lugar no ranking de arrecadações do fim de semana, abaixo de lançamentos limitados, como o drama sul-coreano “Parasita”, que é falado em idioma estrangeiro e está em cartaz em apenas 330 salas. Mas ficar fora do Top 10 foi o detalhe menos impressionante de seu desastre. O que chamou atenção do mercado foi o fato de que o montante arrecado representa a pior estreia ampla de cinema de 2019. E não só isso. Trata-se realmente de uma das piores aberturas de todos os tempos. “Playmobil – O Filme” teve desempenho tão negativo que ocupa o 4º lugar num ranking das piores aberturas de cinema já realizadas dos Estados Unidos e Canadá, compilado pelo site Box Office Mojo – a pior é outra animação: “Os Oogieloves e a Aventura no Grande Balão”, que rendeu US$ 440 mil em 2,1 mil salas em 2012. Coprodução entre França e EUA, o desenho dos bonequinhos de plástico se saiu um pouco melhor no mercado internacional, onde faturou US$ 12,4 milhões. Mas isto nem começa a pagar a conta do elenco de dubladores, num orçamento de US$ 75 milhões gastos para produzir o filme. O desempenho frustrante vai representar um grande prejuízo para os co-financiadores Wild Bunch, Pathe, Dimitri Rassam e On Animation. Para a sorte da STX, a empresa americana pagou apenas para distribuir o filme e não investiu em sua produção. Além do fiasco financeiro, “Playmobil – O Filme” também foi explodido pela crítica, que o considerou, em resumo, uma “versão pobre do filme da LEGO”, com somente 19% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes. Pressentindo essa reação, seus dubladores famosos não promoveram o filme. Não fizeram entrevistas de divulgação, nem avisaram sobre a estreia em suas redes sociais, O filme do “Playmobil” marcou a estreia na direção de Lino DiSalvo, que, ironicamente, foi chefe de animação de “Frozen: Uma Aventura Congelante”, uma das maiores bilheterias da animação em todos os tempos. E para completar o roteiro foi escrito por Jason Oremland e Greg Erb, que também trabalharam na Disney, em “A Princesa e o Sapo”. A trama acompanha dois irmãos, que são transformados em bonecos Playmobil e precisam achar uma forma de voltar ao mundo real. Em sua jornada, eles visitam vários cenários diferentes no mundo de brinquedo, como uma cidade no Velho Oeste americano, uma arena de gladiadores na Roma Antiga e um reino de conto de fadas. E fazem novos amigos e inimigos. O maior fiasco de 2019 chega ao Brasil na próxima semana (19/12). Veja abaixo o trailer dublado em português do lançamento.

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    Frozen 2 já soma mais de US$ 900 milhões em bilheteria mundial

    8 de dezembro de 2019 /

    A animação “Frozen 2” se manteve na liderança das bilheterias da América do Norte pelo terceiro fim de semana consecutivo, somando mais US$ 34,3 milhões nos últimos três dias para atingir um total de US$ 337,5 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas muito mais impressionante é seu desempenho internacional, onde o faturamento é duas vezes maior. Por conta disso, a produção já ultrapassou a marca dos US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais. Ao todo, são US$ 919.6 milhões arrecadados mundialmente. O sucesso da continuação do filme de 2013 já quebrou vários recordes financeiros, inclusive maior estreia animada mundial de todos os tempos. Mas o público brasileiro está fora dessa conta. O lançamento nacional foi marcado apenas para 2 de janeiro, última data de estreia do filme no mundo. O desempenho de “Frozen 2” também está empurrando a Disney em direção a um recorde histórico de faturamento, transformando o estúdio no primeiro a atingir US$ 10 bilhões de bilheteria anual no mundo, em todos os tempos. Em contraste com esse fenômeno, a única grande estreia da semana na América do Norte representou um fracasso igualmente histórico para outra animação. “Playmobil – O Filme” abriu em mais de 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 660 mil. O resultado representou o 14º lugar no ranking de arrecadações, abaixo de lançamentos limitados, como o drama sul-coreano “Parasita”, que é falado em idioma estrangeiro e está em cartaz em apenas 330 salas. Trata-se do maior fiasco de 2019, que chega ao Brasil na próxima semana (19/12). Clique aqui para saber mais detalhes – e recordes negativos – da produção. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 34,3M Total EUA e Canadá: US$ 337,5M Total Mundo: US$ 919,6M 2. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 63,4M Total Mundo: US$ 124M 3. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 167,6M 4. Queen & Slim Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 26,8M 5. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 43,1M Total Mundo: US$ 43,1M 6. Dark Waters – O Preço da Verdade Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 5,2M Total Mundo: US$ 5,3M 7. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 23,9M Total Mundo: US$ 26,6M 8. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 41,9M Total Mundo: US$ 49M 9. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 53,4M Total Mundo: US$ 108,1M 10. Coringa Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 332,1M Total Mundo: US$ 1B

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  • Etc,  Filme

    Artistas estrangeiros vestem camisetas com pôsteres do cinema brasileiro em protesto internacional

    8 de dezembro de 2019 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) publicou em suas redes sociais duas fotos de um protesto internacional contra a decisão da Agência Nacional de Cinema (Ancine) de retirar cartazes de filmes nacionais de sua sede e interromper a divulgação de eventos e obras brasileiras em seu site. A foto principal reúne os integrantes do júri do Festival de Cinema de Marrakesh, no Marrocos, vestindo camisetas estampadas com pôsteres do cinema nacional. Os manifestantes ao lado diretor brasileiro são o cineasta australiano David Michot (“O Rei”), a diretora francesa Rebecca Zlotovsky (“Além da Ilusão”), a diretora inglesa Andrea Arnold (“Aquário”), o diretor afegão Atiq Rahimi (“A Pedra da Paciência”), o documentarista marroquino Ali Essafi (“Sheikhates Blues”), a atriz francesa Chiara Mastroianni (“3 Corações”) e a inglesa Tilda Swinton (“Suspiria”), que também aparece numa segunda imagem ao lado de Mendonça Filho. As manifestações da classe artística contra o ato da Ancine começaram na quarta-feira (4/12), dia em que a Agência interrompeu a divulgação dos filmes nacionais. A instituição já se manifestou sobre o assunto, afirmando que a ação visa a isonomia, impessoalidade e o interesse público ao não favorecer determinadas obras sobre outras. Fato é que, sob o governo Bolsonaro, o cinema brasileiro parece enfrentar uma batalha nova por semana, geralmente envolvendo uma ação deliberada de censura, cometida sob a desculpa paradoxal de que não se trata de censura, mas outro nome para a mesma coisa. Cada vez mais consagrado no exterior, o cinema nacional sofreu diversos revezes em 2019 na esfera pública federal – inclusive nas instituições que existem para incentivá-lo. Ver essa foto no Instagram Essa semana a Ancine tirou das suas paredes cartazes dos filmes brasileiros que a instituição sempre promoveu como parte da sua missão. O júri oficial do #festivaldemarrakech composto por atrizes, roteiristas, cineastas e escritores mandou fazer camisas para vestir no peito cartazes de filmes brasileiros e assim mostrar apoio ao Cinema Brasileiro. A comunidade internacional está de olho. Com David Michot (Austrália), REBECCA ZLOTOWSKI (França), eu, Tilda Swinton (Escócia), Chiara Mastroianni (Itália/França), ATIQ RAHIMI (Afeganistão/França), Andrea Arnold (Inglaterra)e ALI ESSAFI (Marrocos). ——— It was widely reported this week that at the Brazilian Film Agency Ancine all Brazilian film posters were taken down from walls and from its official site. Ancine’s mission has always been for almost 20 years to regulate and promote Brazilian cinema. The jury at the Marrakech International Film Festival composed by actors, screenwriters and filmmakers shows solidarity wearing some of those posters on this picture taken yesterday. With Tilda Swinton, REBECCA ZLOTOWSKI, Chiara Mastroianni, David Michot, ATIQ RAHIMI, Andrea Arnold e ALI ESSAFI. #cinemabraaileiro aidentidadedocinemabrasileiro #Ancinesemfilmeesemcartaz #brasilnocinema #ocinemabrasileiroemcartaz #audiovisualbrasileiro #conteudobrasileiro #acaradocinemabrasileiro Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 7 de Dez, 2019 às 7:17 PST Ver essa foto no Instagram Com Rojas, Dutra, Coutinho e Tilda. Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 7 de Dez, 2019 às 7:22 PST

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  • Filme

    A Favorita é o Melhor Filme Europeu de 2019 em premiação consagradora

    8 de dezembro de 2019 /

    “A Favorita”, produção britânica dirigida pelo grego Yorgos Lanthimos, foi o grande vencedor da premiação da Academia Europeia de Cinema, numa cerimônia realizada na noite de sábado (7/12) em Berlim. Venceu, ao todo, oito categorias, entre elas as de Melhor Filme Europeu, Melhor Comédia, Direção e ainda consagrou Olivia Colman, que, após vencer o Oscar no começo do ano, chegou ao fim de 2019 com o troféu de Melhor Atriz europeia. A obra de Yorgos Lanthimos dominou a premiação, superando “J’Accuse”, de Roman Polanski, “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, “Os Miseráveis”, de Ladj Ly, “Systemsprenger”, de Nora Fingscheidt, e “O Traidor”, de Marco Bellocchio, todos eles nomeados para o prêmio de Melhor Filme Europeu. O espanhol Antonio Banderas ficou com o prêmio de Melhor Ator, por “Dor e Glória”, e a cineasta francesa Céline Sciamma com o troféu de Melhor Roteiro, por “Retrato de uma Jovem em Chamas”. Pela primeira vez, a Academia Europeia também atribuiu um prêmio para Melhor Série de Ficção, distinguindo a produção alemã “Babylon Berlin”, de Achim von Borries, Henk Handloegten e Tom Tykwer. O evento também prestou homenagens para o cineasta alemão Werner Herzog e a atriz francesa Juliette Binoche, com prêmios pelas realizações de suas carreiras. E ainda contou com a presença do diretor ucraniano Oleg Sentsov, recém-libertado após ficar cinco anos preso na Rússia, acusado de terrorismo. Ele anunciou uma iniciativa da Academia, a criação da Coligação Internacional de Cineastas em Risco, destinada a apoiar “realizadores que enfrentem perseguições políticas por causa do seu trabalho”. Confira abaixo a lista dos premiados. Melhor Filme “A Favorita” Melhor Direção Yorgos Lanthimos (“A Favorita”) Melhor Atriz Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Melhor Roteiro Céline Sciamma (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) Melhor Documentário “For Sama” Melhor Comédia “A Favorita” Melhor Animação “Buñuel In The Labyrinth Of The Tur­tles” Melhor Fotografia Robbie Ryan (“A Favorita”) Melhor Cenografia Antxón Gómez (“Dor e Glória”) Melhor Montagem Yorgos Mavropsaridis (“A Favorita”) Melhor Figurino Sandy Powell (“A Favorita”) Melhor Maquiagem Nadia Stacey (“A Favorita”) Melhor Som Eduardo Esquide, Nacho Royo-Villanova e Laurent Chassaigne (“A Noite de 12 Anos”) Melhores Efeitos Visuais Martin Ziebell, Sebastian Kaltmeyer, Neha Hirve, Jesper Brodersen e Torgeir Busch (“About Endlessness”) Prêmio Descoberta/Fipresci (Prêmio da Crítica) “Os Miseráveis” Prêmio do Público “Guerra Fria” Melhor Curta-Metragem “The Christ­mas Gift” Melhor Série “Babylon Berlin”

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  • Filme

    JJ Abrams diz que final da saga Star Wars será luta pelo equilíbrio da Força

    8 de dezembro de 2019 /

    A expectativa pelo final da saga “Star Wars” fez a CCXP 2019 ter filas de mais de 24 horas para que os fãs pudessem ver de perto o diretor JJ Abrams e o elenco central do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, formado por Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac. Seguindo o protocolo de revelar o mínimo possível sobre a produção, que vai encerrar a história iniciada por George Lucas em 1977, sobre a família Skywalker, eles conversaram amenidades diante de uma multidão animada. “Isso mudou as nossas vidas e foi incrível trabalhar juntos”, disse Ridley. “Muitos atores não têm a chance de experimentar isso. Nós literalmente rimos o tempo inteiro durante o episódio IX, foi uma alegria só.” Sem dizer nada que os fãs já não soubessem pelos trailers, e exibindo uma versão estendida de uma cena já disponibilizada na internet, Abrams resumiu o filme como uma luta pelo equilíbrio entre “o lado iluminado e o sombrio” da Força. “No lado sombrio, mal posso esperar para as pessoas verem a história, acho que é a mais intensa que esses personagens passaram”, disse o diretor. “No lado iluminado, é a primeira vez que vemos esse grupo de personagens ter uma aventura juntos”, afirmou, em referência ao trio presente no painel, que se distanciou muito durante a trama de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o filme anterior. A presença póstuma de Carrie Fisher e o retorno de Billy Dee Williams ao papel de Lando Calrissian também foram celebrados. “Quando criança, Lando era meu personagem favorito”, disse Isaac, enquanto Boyega chamou Williams de “o cara mais legal da galáxia”. E ainda acrescentou: “Quando vocês assistirem ao filme, a reação de Finn ao conhecer Lando é completamente igual à minha reação ao conhecer Williams. Fiquei muito feliz que JJ pegou isso”. Abrams, por sua vez, reforçou que “não poderia contar o fim da história sem Leia, seria impossível”. A protagonista Daisy Ridley afirmou que o diretor fez um trabalho incrível resgatando cenas que tinham sobrado da produção de “Star Wars: O Despertar da Força” para incluir Carrie Fisher, falecida em 2016, em “A Ascensão Skywalker”. A atriz explicou que precisou contracenar com essas cenas durante a filmagem definitiva. “Fazer as cenas sem ela foi muito estranho”, disse. Na hora de suas filmagens, ela conferia as imagens pré-gravadas “para poder responder” à interpretação de Fisher. Por outro lado, a aparição de outro rosto familiar – o Imperador Palpatine, vivido por Ian McDiarmid – não foi aprofundada pelo elenco e recebeu apenas comentários vagos de Abrams, que não quis comentar aquele que representa um dos grandes mistérios da trama. “Não quero estragar nada, mas posso dizer que foi incrível ter Ian de volta. Seu personagem tem um poder extraordinário. Mal posso esperar para vocês verem como e por que o personagem voltou e o que isso significa para esses personagens”, disse, apontando para Ridley, Boyega e Isaac. Todos os tópicos foram abordados brevemente, entre eles o sentimento de Ridley sobre a questão dos pais de Rey, “Eu não era uma grande fã de ‘Star Wars’, então nunca entendi essa obsessão com a paternidade”, ela afirmou, concluindo que a nova trilogia é mais sobre a ideia de construir sua própria família, como Rey faz com Finn e Poe. Diante da responsabilidade de concluir a saga iniciada em 1977 por George Lucas, Abrams fez um balanço positivo do legado da franquia. “Acho que todos concordam que ‘Star Wars’ tem esse coração incrível, de esperança e senso de possibilidade. Por mais louco que tudo esteja no mundo, esse senso de possibilidade – que existe mais em nós, que há bondade a ser encontrada – é realmente uma coisa muito bonita. O que George Lucas criou foi extraordinário”, concluiu. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Star Wars: Novo vídeo exalta clima de amizade nos bastidores da saga

    7 de dezembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo vídeo dos bastidores de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que celebra a amizade cultivada entre os elencos da nova e da primeira trilogia, com cenas de muitos risos, brincadeiras e abraços emocionados, de 1977 a 2019 – mas, curiosamente, pulando a trilogia intermediária. As referência às filmagens do primeiro “Guerra nas Estrelas” são relevantes, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a história de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac), mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Viúva Negra ganha novo pôster brasileiro

    7 de dezembro de 2019 /

    A Marvel divulgou um novo pôster brasileiro de “Viúva Negra”. Após ter sido apresentado pelo chefão do estúdio, Kevin Feige, na CCXP 2019, o cartaz foi disponibilizado oficialmente nas redes oficiais da empresa. A arte caprichada, que retrata a atriz Scarlett Johansson como a heroína dos quadrinhos, foi a principal novidade do filme no evento de São Paulo, apesar da exibição de uma cena e um novo trailer durante o painel do estúdio. Os vídeos não trouxeram nenhuma revelação importante – a cena, inclusive, era só uma versão estendida do jantar visto no trailer original. Feige também não fez nenhuma grande revelação sobre o longa, mantendo o mistério que acompanha a produção, escolhida para abrir a Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Kevin Feige revela que futuro do MCU é o multiverso

    7 de dezembro de 2019 /

    O produtor Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, afirmou que o multiverso, que será apresentado no próximo filme do “Doutor Estranho” – e provavelmente também nas séries”Loki” e “WandaVision” – , é o futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Eu adoro o conceito de multiverso. Quando começamos o MCU, tudo era sobre Tony Stark, depois ensinamos às pessoas sobre os Guardiões da Galáxia, depois aprendemos sobre os Super Soldados. Agora vamos mais fundo ao espaço. Sempre amei filmes no espaço e a audiência veio conosco e nos acompanhou em um filme como “Ultimato”, que tem viagem no tempo. O multiverso é o próximo passo na evolução do MCU e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ vai deixar isso escancarado, de uma forma que vai repercutir em ma série antes dele, que não é ‘WandaVision’ [é ‘Loki’, leiam aqui] e nos filmes depois dele”. O diretor Scott Derrickson, que comandou o longa original do herói, retorna para a continuação, que também contará com a volta do astro Benedict Cumberbatch ao papel do Doutor Estranho. Mas desta vez ele dividirá a ação com uma Vingadora, a Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, dando continuidade à trama da série “WandaVision”, que a atriz vai estrelar na plataforma Disney+ (Disney Plus) ao lado de Paul Bettany, intérprete do Visão. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” tem estreia marcada para o dia 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.

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