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    George Ogilvie (1931 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    O diretor australiano George Ogilvie, que codirigiu “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” (1985), morreu no domingo (5/4) aos 89 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Vindo do teatro, Ogilvie inciou sua carreira como ator, e depois de alguns papéis na TV australiana nos anos 1950, virou diretor. Ele conheceu George Miller durante a produção da minissérie “The Dismissal” (1983), que teve episódios dirigidos pelos dois. Quando decidiu continuar a sua franquia “Mad Max”, Miller chamou seu colega para codirigir o terceiro longa. “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” foi a estreia de Ogilvie no cinema. A produção de 1985 trouxe a popstar Tina Turner para atuar ao lado de Mel Gibson, na última vez em que o ator viveu Mad Max. A música-tema do filme, “We Don’t Need Another Hero”, tornou-se um dos maiores sucessos da cantora e foi indicada ao Globo de Ouro e ao Grammy. Em 1990, Ogilvie dirigiu a estreia do ator Russell Crowe no cinema, o drama romântico “The Crossing”. Os dois mantiveram a amizade, e 24 anos depois Crowe chamou Ogilvie para fazer uma aparição como ator em sua estreia na direção, “Promessas de Guerra”. No longa de 2014, o cineasta australiano aparece interpretando um afiador de facas cego. No Twitter, Crowe homenageou o amigo e mentor como “um talentoso professor na arte, no teatro e na vida”. “Foi um profundo privilégio conhecer George. Ainda sinto o impacto, todos os dias da minha vida, do que ele me ensinou. Ah, precioso Sr. Ogilvie, este é um momento triste de verdade”, escreveu o ator.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Honor Blackman (1925 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    A atriz inglesa Honor Blackman, conhecida por viver a Bond girl Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), morreu nesta segunda (6/4) em sua casa em Lewes, no Reino Unido, de causas naturais não relacionadas ao novo coronavírus, segundo disse a família ao jornal The Guardian. Ela tinha aos 94 anos. “Além de ter sido uma mãe e avó adorada por nós, Honor era uma atriz de talento criativo imensamente prolífico, com uma extraordinária combinação de beleza, inteligência e poderio físico, além de sua voz única e sua ética de trabalho dedicada”, escreveu a família em nota. Ela começou a carreira nos anos 1940, geralmente escalada como jovem recatada em filmes como “A Filha das Trevas” (1948) e “Quarteto” (1948). E sua longa carreira inclui muitos clássicos, entre eles “Angústia de uma Alma” (1950), “Somente Deus por Testemunha” (1958), uma das versões cinematográficas do desastre do Titanic, e “Jasão e o Velo de Ouro” (1963), em que viveu a deusa Hera. Mas, curiosamente, sua popularidade só explodiu quando ela foi para a TV, ao estrelar a série “Os Vingadores” (The Avengers) em 1962 como Catherine Hale, uma espiã em roupa de couro preto que marcou época na programação televisiva britânica. Ela deixou o papel em 1964, exatamente para se juntar a Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”, a terceira aventura de James Bond nos cinemas. A personagem de Blackman, Pussy Galore, que liderava um esquadrão aéreo, rompeu com os clichês das Bond girls indefesas e submissas da franquia. “Ela era uma criatura fascinante e a menos previsível de todas as conquistas de James Bond”, disse Blackman uma vez. “Todas as outras sucumbiram rapidamente [à sedução de Bond], mas não Pussy. No livro [de Ian Fleming], ela era lésbica.” E ela era capaz de fazer mais que deixar os homens tontos com sua beleza, ela os fazia cair a seus pés, desmaiados após golpes de artes marciais. Graças ao papel de “Os Vingadores”, Blackman tinha treinado judô e a repercussão de seus papéis em produções de ação renderam até o lançamento de um livro em que atriz ensinava golpes de autodefesa. Seu papel em Pussy Galore ainda repercutiu na cultura pop, inspirando o nome de uma banda de rock, formada em Washington em 1985 pelo guitarrista e cantor Jon Spencer (posteriormente líder do trio The Jon Spencer Blues Explosion). O sucesso de “007 Contra Goldfinger” levou Blackman a estrelar três filmes em 1965: a comédia “O Segredo do Meu Sucesso”, o drama “Leilão de Almas” e o romance trágico “Por um Momento de Amor”. Ela voltou a contracenar com Sean Connery no western “Shalako” (1968) e continuou em alta até o fim dos anos 1970, aparecendo em “Twinky” (1970), de Richard Donner, e em vários terrores cultuados, como “Uma Noite de Pavor” (1971), “Uma Filha para o Diabo” (1976) e “O Gato e o Canário” (1978). Blackman também fez muitas produções televisivas, inclusive um arco em “Doctor Who”, nos anos 1980, e na maior parte dos anos 1990 estrelou a série de comédia “The Upper Hand”, a versão britânica da sitcom americana “Who’s the Boss?”, como uma mãe sexualmente ativa que contrata um empregado doméstico masculino. Entre seus últimos papéis estão participações nos filmes “O Diário de Bridget Jones” (2001), “Totalmente Kubrick” (2005), “Eu, Anna” (2012) e o terrir “Cockneys vs. Zombies” (2012). A atriz foi casada duas vezes. Seu último marido foi o também ator Maurice Kaufmann, com quem contracenou em “Uma Noite de Pavor”. O casal adotou dois filhos, Lottie e Barnaby, que lhes deram os netos Daisy, Oscar, Olive e Toby.

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    Lee Fierro (1929 – 2020)

    5 de abril de 2020 /

    A atriz Lee Fierro, conhecida por interpretar a Sra. Kintner em “Tubarão” (1974) e “Tubarão 4: A Vingança” (1987), morreu aos 91 anos, vítima de complicações relacionadas ao coronavírus. Ela era uma moradora de Martha’s Vineyard, onde o filme original de Steven Spielberg foi filmado, e acabou sendo escalada como habitante da fictícia Amity Island durante a produção. Sua personagem era mãe de Alex Kintner, a segunda vítima do ataque do tubarão da trama. Depois da projeção obtida pelo papel, ela se tornou diretora artística do Island Theatre Workshop, que ensinava atuação aos moradores da região. Fierro deu aulas de atuação para mais de mil crianças, até se aposentar aos 80 anos. O ator Jeffrey Voorhees, que interpretou seu filho em “Tubarão”, compartilhou uma história engraçada sobre Fierro em uma entrevista de 2014. “No meu restaurante [na cidade de Martha’s Vineyard] há um sanduíche chamado Alex Kintner Burger, e uma vez essa senhora entrou com sua amiga, e eu reconheci instantaneamente”, ele explicou. “Quando me aproximei da mesa dela, disse: ‘Posso fazer uma pergunta muito pessoal: você acredita em reencarnação? Porque eu acho que morri anos atrás, e você parece minha mãe de uma vida anterior’. E Lee percebeu quem eu era e embarcou na piada, dizendo: ‘Oh meu Deus, eu tive um filho que morreu anos atrás no oceano!’ E todos no restaurante, incluindo a amiga dela, ficaram espantados, perguntando-se o que diabos estava acontecendo!”

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    Patricia Bosworth (1933 – 2020)

    5 de abril de 2020 /

    Patricia Bosworth, atriz e cronista da Era de Ouro de Hollywood, morreu na quinta-feira passada (2/4) de complicações relacionadas ao novo coronavírus. Ela tinha 86 anos. Nascida Patricia Crum, na Califórnia, era filha de um advogado e uma repórter/romancista de crimes, e teve uma vida dramática do começo ao fim. Enquanto cursava a universidade Sarah Lawrence, fugiu com uma estudante de arte que a abusou, levando à anulação de seu casamento após 16 meses. Seu irmão mais novo se suicidou e seu pai faria o mesmo seis anos depois. Ela virou modelo e foi fotografada pela célebre Diane Arbus para um anúncio de ônibus da empresa Greyhound. E graças a esse trabalho conseguiu realizar seu sonho de infância, tornando-se atriz em 1954. Bosworth ingressou no Actors Studio em Nova York, estudando com Lee Strasberg e ao lado de muitos dos grandes artistas da Era de Ouro de Hollywood, incluindo Paul Newman, Marilyn Monroe, Steve McQueen e Jane Fonda. Em meados dos anos 1950, começou a aparecer em várias produções da Broadway, fazendo rapidamente sua transição para as telas. Após estrear no cinema com “Quatro Rapazes e um Revólver” (1957), ela foi escalada em seu principal papel, como uma freira ao lado de Audrey Hepburn no clássico de Fred Zinnemann “Uma Cruz à Beira do Abismo” (1959). A sequência de tragédias de sua vida a acompanhou mesmo neste auge da carreira. No mesmo dia em que foi escalada para o longa de 1959, Bosworth soube que estava grávida e pagou para ter um aborto ilegal, para não perder o papel. Ela nunca mais engravidou. Seus últimos trabalhos como atriz foi em séries de TV, entre elas “Cidade Nua” e “The Patty Duke Show”, entre 1960 e 1963. Na década de 1960, decidiu deixar de atuar para se concentrar no jornalismo, passando a escrever sobre o show business. Escreveu para a revista New York e o jornal The New York Times antes de se tornar, durante as décadas seguintes, editora das revistas Screen Stars, Harper’s Bazaar, Viva, Mirabella e, principalmente, da Vanity Fair, onde Tina Brown a contratou como editora colaboradora em 1984. Ela manteve essa posição pelo resto da vida, com uma breve interrupção entre 1991 e 1997. Seus artigos permaneceram por décadas entre os mais lidos e discutidos da Vanity Fair, com destaque para um perfil de Elia Kazan que lhe rendeu o Prêmio Front Page do Newswomen’s Club de New York. Ela também escreveu biografias best-sellers de Montgomery Clift, Diane Arbus, Marlon Brando e Jane Fonda, além de vários livros de memórias. Seu livro sobre Arbus serviu de base para o roteiro do filme “A Pele” (2006), estrelado por Nicole Kidman e Robert Downey Jr.

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    Shirley Douglas (1934 – 2020)

    5 de abril de 2020 /

    A atriz Shirley Douglas, mãe do ator Kiefer Sutherland, morreu neste domingo (5/4), aos 86 anos, por complicações de um pneumonia, no momento em que os EUA atravessam sua pior fase de contaminação do covid-19. “Minha mãe era uma mulher extraordinária que levou uma vida extraordinária”, escreveu o astro das séries “24 Horas” e “Designated Survivor” nas redes sociais. “Tristemente, ela estava lutando por sua saúde há algum tempo e nós, como família, sabíamos que esse dia estava chegando. Para todas as famílias que perderam entes queridos inesperadamente devido ao coronavírus, meu coração se parte por você. Por favor, fique seguro.” Douglas, que faria aniversário na quinta-feira, foi casada com o ator Donald Sutherland de 1966 até o divórcio de 1971, e eles tiveram um casal de filhos gêmeos, Kiefer e Rachel. Ela era filha de Tommy Douglas, o fundador do Medicare do Canadá. Moradora de Toronto, Douglas apareceu em clássicos do cinema, como “Lolita” (1962), de Stanley Kubrick, e “Gêmeos – Mórbida Semelhança” (1988), de David Cronenberg, entre outras produções, incluindo o telefilme “Sombras no Lago” (1999), que lhe rendeu o prêmio Gemini (equivalente canadense do Emmy). Ela também foi ativista e na juventude lutou contra a Guerra do Vietnã e pelos direitos civis, assistência médica pública e desarmamento nuclear.

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    Diretor de Shazam! aterroriza a esposa em curta de terror feito na quarentena

    5 de abril de 2020 /

    O isolamento social não impediu o diretor David F. Sandberg de fazer um novo filme. Ele aproveitou a quarentena do coronavírus para retomar suas origens de terror com um curta filmado em sua própria casa e estrelado por sua mulher. Muito antes de fazer “Shazam!” e até mesmo “Annabelle 2: A Criação do Mal”, Sandberg se projetou com o curta “Luzes Apagadas” (2013), estrelado por sua esposa, Lotta Losten. Naquele filme, ela vivia uma mulher assombrada por uma criatura que se movia no escuro, mas que desaparecia quando as luzes se acendiam. O curta inspirou o primeiro longa dirigido por Sandberg, “Quando as Luzes se Apagam”, lançado em 2016. A mesma premissa retorna no novo trabalho, intitulado “Shadowed”, em que Lotta Losten é perseguida por sombras, após uma queda de energia em sua casa. O próprio Sandberg dá vida a uma das sombras aterradoras. De acordo com a descrição do vídeo, a melhor forma de assistir à obra é “no escuro e com o som bem alto”. Usando as redes sociais, o cineasta disse que em breve disponibilizará um making-of, contando como conseguiu fazer o curta, que tem efeitos visuais, contando apenas com a colaboração de sua esposa e co-produtora, enquanto ambos estão trancados em sua casa.

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    Serviço de saúde pública do Reino Unido inspira agradecimentos de astros britânicos

    4 de abril de 2020 /

    Várias celebridades britânicas se juntaram em vídeos de agradecimento ao NHS, serviço de saúde britânica que inspirou o SUS brasileiro, por seu trabalho duro durante a pandemia de coronavírus no Reino Unido. Publicado no Twitter pelo próprio NHS, os vídeos começam com funcionários públicos, como a chefe de enfermagem Ruth May, agradecendo à equipe médica. E segue com o anúncio de que outras pessoas também gostariam de estender seus sentimentos. A lista de famosos que compartilham “thank you” e seguram folhas de papel com as hashtags #OurNHSPeople e #ThankYouNHS é enorme. Entre os atores, inclui Daniel Craig, Kate Winslet, Naomi Harris, Phoebe Waller-Bridge, Keira Knightley, Jude Law, Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Henry Cavill e John Boyega. Mas também há cantores como Paul McCartney, Elton John, Mick Jagger e Kyle Minogue, e muitas outras celebridades. Neste momento de crise sanitária mundial, a saúde pública ganha cada vez mais reconhecimento e valor, e sistemas como o NHS e o SUS se tornam contrastes gritantes diante da situação de países sem plano de saúde estatal, como os EUA, que não estão preparados para atender sua população. Our #ThankYouThursday doesn't end there! Joining James Bond, David Beckham and Paul McCartney are some more famous faces who want to give a shout out to #OurNHSPeople. #ThankYouNHS pic.twitter.com/g36o1sVuxr — NHS England and NHS Improvement (@NHSEngland) April 2, 2020

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    Roteirista de Rick & Morty vai escrever Homem-Formiga 3

    4 de abril de 2020 /

    A Marvel contratou Jeff Loveness, roteirista da série animada “Rick & Morty” e do programa “Jimmy Kimmel Live!”, para escrever o terceiro filme do Homem-Formiga. O longa, que será novamente dirigido por Peyton Reed e estrelado por Paul Rudd, Evangeline Lilly e Michael Douglas. Em um entrevista de novembro passado, Douglas contou que a produção só deveria começar a ser filmada em janeiro de 2021. Não há informação sobre se a data será afetada pela pandemia de coronavírus, já que a volta geral ao trabalho é prevista para muito antes disso. Mas o filme não tem previsão de estreia. Além de seus dois filmes solo, o Homem-Formiga teve um papel importante em “Vingadores: Ultimato”, ao introduzir o Reino Quântico, que possibilitou a viagem no tempo responsável por mudar a história, salvar o universo – e os heróis falecidos – e derrotar Thanos.

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    Artemis Fowl: “Harry Potter” da Disney não será mais lançado no cinema

    3 de abril de 2020 /

    A pandemia de coronavírus rendeu o primeiro cancelamento oficial de uma estreia de cinema. A Disney abandonou os planos de lançamento de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, previsto para maio. O filme não foi apenas adiado, mas completamente descartado na nova programação do estúdio, anunciada nesta sexta (3/4). A superprodução não seguirá mais para o circuito cinematográfico, sendo disponibilizada diretamente na plataforma Disney+ (Disney Plus). Fantasia juvenil baseada nos livros de Eoin Colfer, Artemis Fowl: O Mundo Secreto” era considerado uma espécie de “Harry Potter” da Disney. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a trama envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estendia até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas as comparações ficam nisso, já que o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história filmada pela Disney apresenta a “origem” da saga, mas o trailer que chegou a ser divulgado atenuou várias características do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Artemis é herdeiro da família de criminosos Fowl, tem o maior Q.I. da Europa, uma frieza perceptível e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. No livro, ele enfrenta sérios problemas quando sequestra uma fada, com o objetivo de usar sua mágica para salvar seu pai, aprisionado por um inimigo misterioso. O elenco grandioso atestava a ambição da Disney em relação à franquia, ao incluir Colin Farrell (“Dumbo”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“Cats”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolveu um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein, condenado por crimes sexuais. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para um empresário árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood, até ir parar na cadeia. Logo que a polêmica estourou, a Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme orçado em US$ 125 milhões vai sair diretamente em streaming, tornando-se a produção mais cara já realizada para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer feito pela Disney quando os planos ainda previam lançamento cinematográfico.

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    Disney anuncia as novas datas de estreia de Mulan e todos os filmes da Marvel

    3 de abril de 2020 /

    A Disney anunciou nesta sexta (3/4) as novas datas de estreia dos filmes que foram adiados por conta da pandemia do coronavírus. Mas a lista começa com excesso de otimismo para a retomada da atividade cinematográfica, que pode resultar num novo remanejamento diante da falta de cinemas abertos. O principal exemplo desse otimismo é a previsão do lançamento de “Mulan”. O filme, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho de 2020, mês que outros estúdios já consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Outras mudanças da Disney visaram tirar, justamente, dois filmes do mês de julho: Free Guy”, com Ryan Reynolds, foi para 3 de dezembro, e “The French Dispatch”, o novo longa do diretor Wes Anderson, teve estreia adiada para 16 de outubro. Na verdade, o calendário só passa confiança a partir do reagendamento de “Viúva Negra”, o primeiro filme solo da heroína interpretada por Scarlett Johansson, remarcado para 6 de novembro de 2020 — sua data original era final de abril. As alterações causaram uma reação em cadeia na Fase 4 da Marvel, com o adiamento da maioria dos títulos. “Eternos” foi para 12 de fevereiro de 2021. Depois disso, “Shang-Chi” estreará em 7 de maio de 2021. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” foi despachado para 5 de novembro de 2021. E “Thor: Amor e Trovão” ficou só para 18 de fevereiro de 2022. Curiosamente, dois filmes do MCU mantiveram suas datas originais: “Pantera Negra 2” (8 de maio de 2022) e “Capitã Marvel 2” (8 de julho de 2022). Já “Os Novos Mutantes”, adivinhem, voltou para o limbo, novamente sem previsão. Triste sina do derivado dos X-Men, que deveria ter estreado em abril do ano passado, caso a Disney não tivesse comprado a Fox. A lista de mudanças também inclui o próximo “Indiana Jones”, que ganhou nova data: 29 de julho de 2022. E “Jungle Cruise” foi adiado em um ano, para 30 de julho de 2021. Para completar, a Disney anunciou ainda que “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, previsto para maio, não será mais lançado no cinema. A produção será disponibilizada diretamente na plataforma Disney+ (Disney Plus). Saiba mais aqui.

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    Petra Belas Artes dá acesso gratuito a streaming de filmes clássicos e cults

    2 de abril de 2020 /

    O Petra Belas Artes decidiu liberar seu serviço de streaming, uma iniciativa recente do cinema, de forma gratuita para o público em quarentena durante a pandemia de coronavírus. Chamada de Belas Artes à La Carte, a plataforma conta com filmes clássicos e cults, muitas vezes difíceis de encontrar em outros streamings. Estão lá, por exemplo, longas dirigidos por Fritz Lang, Andrei Tarkovski, Luchino Visconti, Jean-Luc Godard, Kenji Mizoguchi e o brasileiro José Mujica Marins, morto em fevereiro. O acesso está liberado até o dia 15 de abril e, depois disso, o valor da assinatura será de R$ 10,90 por mês. A gratuidade vem acompanhado de outra novidade do serviço: antes hospedado pelo portal de aluguel de filmes Looke, que também abriga o Spcine, o Petra Belas Artes à La Carte mudou de casa. Repaginado, o serviço agora tem endereço próprio, utilizando tecnologia do portal Vimeo.​ Clique aqui para conhecer. Ver essa foto no Instagram 🎥 Não conhece o À LA CARTE ainda? Aproveite! Já conhece? Aproveite mais! 🎬💻🖤 #belasartesalacarte #filmescults #filmesclássicos #cinema #streaming Uma publicação compartilhada por Petra Belas Artes À LA CARTE (@belasartesalacarte) em 1 de Abr, 2020 às 1:48 PDT

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  • Filme

    Diretor de Walking Dead e Watchmen vai filmar monstro clássico da Universal

    2 de abril de 2020 /

    A Universal encomendou uma nova produção de monstro. Intitulado “Don’t Go in the Water”, o projeto não teve premissa revelada, mas são fortes as indicações de que se trata de uma nova versão de “O Monstro da Lagoa Negra” (1954). Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas o longa deve ser uma reimaginação completa como o recente “O Homem Invisível”. O roteiro foi escrito por Peter Gaffney, criador da série animada “Aaahh!!! Real Monsters”, e o estúdio contratou Stephen Williams, com longa carreira em séries, para fazer sua estreia como diretor de cinema. Williams se destacou à frente de “Lost” e mais recentemente dirigiu episódios de “The Walking Dead”, “Westworld” e “Watchmen”. Pela última série, foi indicado ao prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA, o que chamou atenção dos estúdios de cinema. Para completar, a produção é comandada por Shawn Levy, produtor de “Stranger Things”. O anúncio do projeto mostra que, em meio à pandemia de coronavírus, a indústria cinematográfica segue realizando negócios prevendo um breve retorno à normalidade.

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    Tom Hanks presta homenagem a Adam Schlesinger

    2 de abril de 2020 /

    O ator Tom Hanks, que sobreviveu à contaminação de coronavírus quase sem sintomas, utilizou sua conta no Twitter para prestar uma homenagem ao músico Adam Schlesinger, que não teve a mesma sorte. Falecido na quarta-feira (1/4) aos 52 anos, após complicações causadas por covid-19, Schlesinger foi quem compôs o hit “That Thing You Do!”, música que ajudou a popularizar o filme “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (1994), primeiro longa escrito e dirigido por Hanks. “Não haveria Playtone sem o Adam Schlesinger, sem a sua ‘That Thing You Do!’”, escreveu Hanks em sua mensagem, citando a produtora de cinema e TV que criou após o sucesso do filme, batizada com o nome da gravadora fictícia da trama. “Ele foi um One-der”, acrescentou, usando o apelido dos integrantes da banda de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”. “Terrivelmente triste hoje”. A música “That Thing You Do!” levou Schlesinger a ser indicado ao Oscar e o Globo de Ouro de 1997 nas categorias de Melhor Canção Original. O músico, que fez parte da banda Fountains of Wayne, passou duas semanas hospitalizado e respirando com a ajuda de aparelhos até finalmente sucumbir à covid-19. There would be no Playtone without Adam Schlesinger, without his That Thing You Do! He was a One-der. Lost him to Covid-19. Terribly sad today. Hanx — Tom Hanks (@tomhanks) April 2, 2020

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