PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

Novo filme de Karim Aïnouz terá Rachel Zegler e Adrien Brody

Atores premiados por "Amor, Sublime Amor" e "O Brutalista" serão filha e pai num cruzeiro gay durante a crise da AIDS

Leia mais
7 de maio de 2026
Filme

Diretor de “Quarteto Fantástico” fará novo “Planeta dos Macacos”

Matt Shakman vai voltar a se juntar com roteirista do filme da Marvel na sequência da franquia do 20th Century Studios

Leia mais
7 de maio de 2026
Filme

Cinemark exibe “Zuzubalândia” 114 vezes ao dia para cumprir Cota de Tela

Denúncia da Folha de S. Paulo aponta que animação brasileira de 2024 ocupa grade matinal vazia em SP, gerando polêmica sobre metas e brechas na lei

Leia mais
7 de maio de 2026
  • Filme

    Salem’s Lot: Nova adaptação de Stephen King terá diretor de Annabelle 3

    13 de abril de 2020 /

    A Atomic Dog, produtora do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), definiu Gary Dauberman como diretor da adaptação cinematográfica de “Salem’s Lot”, livro de vampiros de Stephen King. Dauberman já estava no projeto como roteirista. A adaptação será seu segundo longa como diretor, após assinar “Annabelle 3: De Volta Para Casa” (2017), também produzido por Wan, e sua segunda adaptação de um livro de King, seguindo o sucesso de “It: A Coisa” (2018) e “It: Capítulo Dois” (2019) – duas partes da mesma obra literária. O livro de 1975 foi publicado como “A Hora do Vampiro” no Brasil, mas ganhou nome diferente quando virou telefilme e saiu em VHS no pais: “Os Vampiros de Salem” (1979). Este filme teve até continuação, que virou “Os Vampiros de Salem: O Retorno (1987)”, um ano depois de “Aliens: O Retorno”. Para completar, sua transformação em minissérie foi batizada como “A Mansão Marsten” em 2004. Apesar da dificuldade dos tradutores brasileiros, a história é sempre a mesma: um escritor retorna para sua cidade de origem, apenas para descobrir que todos ali se tornaram vampiros. O telefilme original e sua continuação foram dirigidos por mestres do terror, respectivamente Tobe Hooper (“Poltergeist”) e Larry Cohen (“Nasce um Monstro”), ambos recentemente falecidos. A New Line, produtora dos filmes de terror do grupo WarnerMedia, vai lançar a produção no cinema, mas ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984: Novas fotos destacam armadura dourada da heroína

    13 de abril de 2020 /

    A Warner divulgou duas novas fotos de “Mulher-Maravilha 1984”, incluindo uma imagem em que Gal Gadot veste a nova armadura dourada da heroína – que tem asas! Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 13 de agosto, devido à pandemia do novo coronavírus. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados até o momento, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

    Leia mais
  • Filme

    Esquadrão Suicida 2: James Gunn diz que pós-produção não foi afetada pelo coronavírus

    13 de abril de 2020 /

    O diretor James Gunn revelou que a pós-produção em “O Esquadrão Suicida” (ou “Esquadrão Suicida 2”) não foi afetada pela suspensão de atividades decorrentes da prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. Ao contrário, o filme estaria até adiantado em seu cronograma de trabalho, razão pela qual não teve sua estreia adiada. “No momento não há motivo para adiar o lançamento de ‘O Esquadrão Suicida’. Nós estamos em dia, ou até mesmo adiantados na programação. Fomos extremamente sortudos de termos terminado as filmagens e iniciado a edição em casa (devido à visão da equipe de pós-produção e do estúdio) antes da quarentena”, informou Gunn pelo Twitter. A estreia continua marcada para agosto de 2021. Além disso, Gunn garante que os planos para as filmagens de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” tampouco foram afetados. “No momento, os planos para o ‘Vol. 3’ também são exatamente os mesmo desde antes do coronavírus”. Isto é, as filmagens continuam previstas para começar após o término da pós-produção de “O Esquadrão Suicida”. O roteiro está pronto há quase dois anos. Right now there’s no reason for #TheSuicideSquad release date to move. We are on or ahead of schedule. We were extremely fortunate to wrap shooting & set up editing from our homes (due to a post production team & studio with foresight) before quarantine. https://t.co/URRFXX58r3 — James Gunn (@JamesGunn) April 12, 2020 Right now the plans with Vol 3 are also exactly the same as they were before coronavirus. https://t.co/cVHe31gtPQ — James Gunn (@JamesGunn) April 12, 2020

    Leia mais
  • Filme

    Mentiras Perigosas: Suspense estrelado por Camila Mendes ganha trailer legendado

    13 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Mentiras Perigosas” (Dangerous Lies), suspense estrelado por Camila Mendes (“Riverdale”). Na trama, ela viva a cuidadora de um idoso que, ao morrer, deixa todos os seus bens para ela. Ao se mudar para a residência do falecido, ela descobre um baú com uma fortuna em dinheiro, sem procedência conhecida, e se vê envolvida em uma rede de mentiras e assassinato, que o leva a perceber que não pode confiar em ninguém — nem naqueles que ama. O elenco de “Mentiras Perigosas” ainda inclui Jessie T. Usher (“The Boys”), Cam Gigandet (“Burlesque”), Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”), Jamie Chung (“The Gifted”) e Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”). Conhecida pelo papel de Veronica em “Riverdale”, Mendes é filha de brasileiros e chegou a morar no Brasil durante a infância. “Mentiras Perigosas” é o segundo filme dela na Netflix. No anterior, “O Date Perfeito”, fez par com Noah Centineo. Com roteiro e direção de especialistas em telefilmes genéricos (David Golden e Michael Scott, de “Uma Babá Milagrosa”), o filme estreia em 30 de abril na plataforma.

    Leia mais
  • Filme

    Remake de Duna ganha primeira foto com Timothée Chalamet

    13 de abril de 2020 /

    A Warner liberou a primeira foto do remake de “Duna”, que traz Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista Paul Atreides. A imagem foi veiculada originalmente pela revista Vanity Fair, que inclui uma entrevista com o ator em sua edição deste mês. “O que imediatamente me atraiu para Paul foi que, em meio a uma história cheia de detalhes, tão gigantesca, ele está em uma jornada de anti-herói”, explicou Chalamet, dizendo que seu personagem não está “procurando uma aventura”, mas com medo dela. “Ele quer ser este jovem general que vai estudar todas as técnicas do seu pai, a forma como ele lidera a família, antes de assumir o controle, o que ele imagina que seja dentro de uma década, ou algo assim”, continuou o ator. Mas fatos inesperados alteram essa perspectiva. Na trama, Paul faz parte de uma família aristocrática, que deixa seu planeta para supervisionar a mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação pode ser dividida em duas partes ou virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. O roteiro do filme atual foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também comanda as filmagens. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

    Leia mais
  • Filme

    O Oficial e o Espião coloca Roman Polanski na berlinda

    13 de abril de 2020 /

    Recebido por piquetes feministas e manifestações de repúdio na França, o novo filme de Roman Polanski colocou o diretor na berlinda. Mas não por conta de cenas polêmicas, que inexistem. Na verdade, ele incomoda ativistas por algo que jamais explicita, apenas sugere sutilmente em seu subtexto. “O Oficial e o Espião” aborda o tema da inocência, o fato de alguém ser julgado e condenado por um crime que não cometeu. O problema, para muitas, é que o cineasta busca comparar o caso Dreyfus com seu próprio caso. Polanski foi condenado por estupro, admitiu o crime e fugiu dos EUA para a França para escapar da prisão nos anos 1970, situação que voltou à tona no bojo do movimento #metoo e após o surgimento de novas denúncias de supostas vítimas daquele período, acusações que mancharam definitivamente sua biografia. Mas o tema também se integra perfeitamente à fase mais recente dos filmes de Polanski, alimentada por uma dramaturgia humanista desde “O Pianista” (2002) e, refletindo os lançamentos mais próximos, calcada em diálogos – elementos enfatizados em “Deus da Carnificina” (2011) e “A Pele de Vênus” (2013), ambos baseados em peças de teatro. A obra atual ainda apresenta similaridades com “O Escritor Fantasma” (2010), que, como esta, também era uma adaptação de romance de Robert Harris, roteirizada pelo próprio autor. Formalmente falando, “O Oficial e o Espião” surge como um misto desses trabalhos, já que é centrado em conversas e contém poucas cenas de ação, mas também cria uma atmosfera de suspense e apreensão, levando em consideração o quanto o protagonista, o Coronel Georges Picquart (Jean Dujardin), vê-se envolvido em um jogo de cartas marcadas por membros antissemitas do corpo de superiores do exército francês, ao descobrir e tentar reparar uma injustiça: a prisão do oficial Alfred Dreyfus (Louis Garrel), o militar judeu mais proeminente do país, acusado de alta traição. A história reproduz um escândalo bastante conhecido na França e o título original, “J’Accuse”, refere-se ao editorial de mesmo nome escrito pelo romancista Émile Zola, que denunciou a conspiração por trás do envio de Dreyfus à prisão da Ilha do Diabo. O artigo foi publicado no jornal francês L’Aurore em 13 de janeiro de 1898 – e pode ser encontrado facilmente na internet – , três dias após o verdadeiro traidor, Esterhazy (no filme vivido por Laurent Natrella), ser inocentado pela justiça. Há muitos méritos artísticos no trabalho de Polanski. E não deixa de ser uma satisfação ver mais um trabalho do diretor, que é um verdadeiro mestre, pertence ao primeiro escalão e tem uma filmografia riquíssima, mostrando aos 88 anos um vigor artístico e uma capacidade técnica que muitos cineastas jovens jamais atingirão. Muitos pensam assim, tanto que Polanski foi premiado no Festival de Veneza e no César (o Oscar francês) como Melhor Diretor, justamente no momento em que o esforço para seu cancelamento atingiu o auge. O filme também se torna muitíssimo relevante nesses tempos de fake news, de pós-verdade. A trama mostra, de forma didática, como uma mentira vira verdade por imposição de forças superiores e essencialmente más. Na história, os inimigos de Dreyfus não se contentam em maltratar e manchar sua carreira; precisam também humilhá-lo. Nisso, entra a questão do antissemitismo, que na época já era forte, mas cresceria muito mais nos anos seguintes para se converter em ideologia política – o nazismo. Mas também poderia entrar, como ressaltam as contrariedades, a própria cultura do “cancelamento” social, que Polanski enxerga como o monstro que lhe acusam de ser. Por isso, fala-se mal de “O Oficial e o Espião”. Por isso, fala-se bem dessa obra, agora disponibilizada para locação virtual. Definitivamente, fala-se muito deste filme em que o nome de Roman Polanski parece ter sido grafado com caixa mais alta que o normal.

    Leia mais
  • Filme

    Felipe Simas é diagnosticado com covid-19

    12 de abril de 2020 /

    O ator Felipe Simas (“Segunda Chamada”) foi diagnosticado com o novo coronavírus. A revelação foi feita no sábado (11/4) por sua esposa, a influenciadora digital Mariana Uhlmann Simas, que usou os stories do seu Instagram para contar que ele está bem e ambos estão em quarentena. “Felipe está bem. Ele deu positivo para o corona, mas ele está bem. A gente está aqui em casa”, disse Mariana. Ela contou que a mãe do artista da Globo estava convivendo na casa deles quando o ator de 27 anos começou a sentir os sintomas da covid-19. Ana Paula Sang, então, voltou para sua casa e levou os netos Joaquim, de seis anos, e Maria, de três anos. O caçula Vicente, que nasceu em 20 de fevereiro, ficou com o casal. “A gente está sob todos os cuidados médicos, eu tenho falado com a pediatra das crianças sempre. O Felipe também já está com todos os cuidados, está tudo tranquilo. No início, ele sentiu os sintomas muito fortes. No primeiro dia que ele teve uma melhora, ele viu que, quando ele se esforça, ele tem uma recaída”, relatou a esposa de Simas. A influenciadora digital disse tem recebido muitas perguntas sobre onde o ator teria se infectado. “A gente não sabe. A gente estava de quarentena desde antes. Antes de decretarem a quarentena, eu nem levei mais as crianças para aula, porque eu já estava nervosa por conta do Vicente. […] A gente não tem saído por conta das crianças.” No entanto, segundo Mariana, Felipe Simas era o responsável por ir ao mercado e receber outras compras da família, mas ela ressalta que a origem da contaminação do ator não é relevante e reforça a importância do isolamento social para conter o avanço da pandemia. “Acho também que agora não é o momento de a gente pensar nisso. É o momento de se cuidar. Então, eu falo para todo mundo que puder: fique em casa sim, toma todos os cuidados, usa máscara se tiver que ir ao mercado”, disse a influenciadora digital, repassando para seus seguidores as principais recomendações médicas para evitar contrair o coronavírus.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Hilary Dwyer (1945 – 2020)

    11 de abril de 2020 /

    A atriz e produtora britânica Hilary Dwyer, que atuou ao lado de Vincent Price em filmes de terror dos anos 1960, morreu na semana passada por complicações de covid-19. A revelação foi feita neste sábado (11/4) por seu afilhado, Alex Williams, no Facebook. Ela tinha 74 anos. Nascida em 6 de maio de 1945 em Liverpool, Inglaterra, Hilary Dwyer pertencia à geração dos Beatles. Ela estudou balé e piano quando criança, virando atriz em séries clássicas dos anos 1960 – como “Os Vingadores” e “O Prisioneiro”. Sua estreia no cinema foi em “O Caçador de Bruxas” (1968), como a vítima aterrorizada do personagem-título, em sua primeira parceria com Vincent Price. O filme ficou conhecido por ser o último filmado pelo diretor Michael Reeves, que faleceu logo após o lançamento, aos 25 anos, devido a uma overdose de álcool e barbitúricos. Ela também atuou na sci-fi “Sequestradores do Espaço” (1969) e no western “Dólares de Sangue” (1969), antes de voltar a ser assombrada por Vincent Price, em “O Ataúde do Morto-Vivo” (1969), filme do ciclo de adaptações de Edgar Allan Poe da produtora AIP (American Internacional Pictures), com direção de Gordon Hessler. A mesma equipe também se juntou em “O Uivo da Bruxa” (1970), no ano seguinte. “Eu adorava Vincent”, ela disse durante uma convenção de 2010. “Eu interpretei sua amante, sua filha e sua esposa, e ele disse: ‘Se você interpretar minha mãe, eu me casarei com você.'” A atriz ainda apareceu numa adaptação do romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”, estrelada pelo futuro James Bond Timothy Dalton – e curiosamente lançada no Brasil com o título de “O Solar dos Ventos Uivantes” (1970). Sua última aparição nas telas foi em um episódio de 1976 da série sci-fi “Espaço: 1999” (Space: 1999). Em 1974, ela se casou com o agente de talentos Duncan Heath e assumiu o nome de Hilary Heath, até seu divórcio em 1989. Os dois chegaram a lançar uma agência de empresariamento de atores, a Duncan Heath Associates, que foi vendida para a ICM em 1984. Duncan é atualmente co-presidente do Independent Talent Group. O afastamento das câmeras não representou o fim da carreira artística de Hilary. Ela se tornou produtora, lançando longas, telefilmes e séries, entre eles os thrillers “Inocente ou Culpado?” (1988), de Martin Campbell, “Jogos de Ilusão” (1995), de Mike Newell, e o drama “Violento e Profano” (1997), estreia na direção do ator Gary Oldman. Seu filho, Daniel Heath, é um compositor de trilhas bastante requisitado, que foi indicado ao Globo de Ouro por seu trabalho em “Grandes Olhos” (2014), de Tim Burton.

    Leia mais
  • Filme

    Disney encomenda remake da animação clássica Robin Hood

    11 de abril de 2020 /

    A Disney oficializou mais um remake de seu catálogo de suas animações clássicas. Desta vez, é “Robin Hood”, que virou longa animado em 1973 e teve uma canção indicada ao Oscar. Além de animada, essa versão da Disney se diferenciava por ser um musical antropomórfico – isto é, animais falantes viviam os personagens da fábula clássica. O famoso ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres era uma raposa, claro, enquanto João Pequeno tinha o tamanho de um urso e o ardiloso Príncipe João não passava de um leão da montanha com complexo de nobreza. A nova versão vai manter essas características, usando animação computadorizada de ponta para dar vida aos animais – que deverão ser menos realistas que os bichos falantes de “O Rei Leão”, já que no desenho original usavam roupas. Ao contrário dos muitos remakes em desenvolvimento no estúdio, essa adaptação não está será lançada no cinema. A produção foi encomendada para a plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Kari Granlund, que assinou a história da versão live-action de “A Dama e O Vagabundo” (2019), também feita para o Disney+ (Disney Plus). Já a direção está a cargo do mexicano Carlos López Estrada, que, entre outras coisas, comandou o filme “Ponto Cego” (2018) e o clipe da música “When The Party Is Over”, de Billie Eilish. O contrato foi fechado antes da paralisação geral das produções de Hollywood, que aconteceu em março como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, não há previsão para sua estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix vai adaptar best-seller juvenil A Seleção

    11 de abril de 2020 /

    A Netflix encomendou a produção de um filme baseado em “A Seleção” (The Selection), franquia literária juvenil de Kiera Cass. Na trama, 32 garotas são selecionadas pela loteria para competir pelo coração de um príncipe e reinar uma nação destruída pela guerra. O livro da distopia romântica para adolescentes já vendeu 11 milhões de exemplares em todo mundo, originou uma franquia literária, com uma interminável coleção de continuações, contos, antologias e spin-offs, e quase virou série da rede The CW, que chegou a encomendar dois pilotos para a produção, em 2012 e 2013, sem aprovar nenhum deles – embora Mark Pedowitz, presidente do canal, tenha dito que o primeiro roteiro da dupla Elizabeth Craft e Sarah Fain (ambas da série “The Vampire Diaries”) era “muito bem feito”. Desta vez, a adaptação será um longa (o primeiro de uma provável franquia), com roteiro de Katie Lovejoy (“Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean”) e direção da cineasta árabe Haifaa Al-Mansour (“O Sonho de Wadjda” e “Mary Shelley”). Ambientado daqui a 300 anos no futuro, a trama acompanha America Singer (isto mesmo, Cantora Americana), candidata do distrito mais pobre a virar princesa por um concurso que é muito mais “The Bachelor” que “Jogos Vorazes”. A produção está a cargo de Denise Di Novi (“Adoráveis Mulheres”) e Pouya Shahbazian (“Divergente”). “Estou emocionado por trabalhar com a brilhante Haifaa Al-Mansour e nossos amigos da Netflix neste filme especial”, disse Shahbazian, em comunicado. “Tendo trabalhado em algumas adaptações de best-sellers, nunca vi o fervor e a paixão que os fãs de ‘The Selection’ demonstram pela série de livros de Kiera Cass, que adaptaremos em filme.” Di Novi também destacou “a base de fãs extraordinariamente fiel e apaixonada” no comunicado. “Kiera Cass criou uma fantasia fascinante, cuja mensagem de poder e autenticidade é mais relevante hoje do que nunca”, completou. Ainda ampliando o universo de “A Seleção”, Kiera Cass vai lançar mais um livro da franquia, “A Prometida” (The Betrothed), em 5 de maio. Para se ter noção da popularidade da escritora, o livro vai chegar no Brasil no mesmo dia da publicação nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    How to Build a Girl: Trailer de comédia britânica mostra como virar crítico de rock

    9 de abril de 2020 /

    A IFC Films divulgou o pôster e o trailer de “How to Build a Girl”, comédia britânica que adapta o livro homônimo de Caitlin Moran (“Raised by Wolves”) sobre uma garota tímida e fora de forma que sonha virar crítica de rock. A prévia mostra que, para conseguir seu objetivo, ela decide se reinventar, adotando cabelos vermelhos, roupas extravagantes e uma personalidade diferente, extrovertida e “perigosa”. Tudo combinado com um novo nome: Dolly Wilde. Dá certo. E graças à críticas cada vez mais maldosas, ela rapidamente se torna a crítica mais popular do Reino Unido. Mas nem todas as consequências de sua nova atitude são positivas. A própria Caitlin Moran adaptou seu livro, que é baseado em suas experiências nos anos 1990, mas com vários nomes alterados em relação aos fatos reais – note-se que o semanário musical Melody Maker, onde a escritora trabalhou, é rebatizado de D&ME na prévia, como na obra literária. O filme é dirigido por Coky Giedroyc (da série “Harlots”) e destaca Beanie Feldstein (de “Lady Bird”) no papel principal, além de vários astros famosos em seu elenco, como Alfie Allen (“Game of Thrones”), Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Jameela Jamil (“The Good Place”), Lucy Punch (“Caminhos da Floresta”), Sharon Horgan (“Catastrophe”), Paddy Considine (“Peaky Blinders”), Frank Dillane (“Fear the Walking Dead”), Sarah Solemani (“O Bebê de Bridget Jones”) e Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”). Como a maior parte dos cinemas do mundo estão fechados, como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, “How to Build a Girl” será lançado diretamente nas plataformas de VOD (video on demand) em 8 de maio.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Dieter Laser (1942 – 2020)

    9 de abril de 2020 /

    O ator alemão Dieter Laser, que ficou conhecido como o sinistro Dr. Heiter em “A Centopeia Humana”, teve sua morte confirmada nesta quinta-feira (9/4). De acordo com informação divulgada em seu perfil no Twitter, ele faleceu em 29 de fevereiro, aos 78 anos. A causa não foi revelada. Na franquia trash do holandês Tom Six, Dr. Heiter era o médico psicótico obcecado em costurar pessoas vivas, unindo cirurgicamente ânus e bocas de vítimas diferentes para criar a Centopeia Humana do título. Dieter encarnou o personagem no primeiro filme, de 2009, e voltou em novo papel no final da trilogia, lançado em 2015, que também foi o penúltimo título de sua filmografia. Apesar dessa fama tardia, Laser teve uma longa trajetória no cinema e na TV da Alemanha, onde começou a trabalhar ainda nos anos 1960. Após papéis em várias séries, sua transição para o cinema se deu em “John Glückstadt” (1975), de Ulf Miehe. E este primeiro trabalho cinematográfico lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator do ano no Lola Awards (o Oscar alemão). A premiação o tornou requisitado para produções do (então chamado) Novo Cinema Alemão. Estrelou, entre outros, “A Honra Perdida de Katharina Blum” (1975), de Volker Schlöndorff e Margarethe von Trotta, e “Cela de Vidro” (1978), de Hans W. Geissendörfer, ambos consagrados no Deutscher Filmpreis, a cerimônia dos troféus Lola. Ele repetiu a parceria com Schlöndorff em “O Guardião da Floresta” (1996) e também atuou em “Encontro com Vênus” (1991), do húngaro István Szabó, premiados no Festival de Veneza, mas só ficou mais conhecido fora da Alemanha ao estrelar a série sci-fi “Lexx” (1996-2002), uma coprodução canadense, alemã e britânica, que gerou grande culto internacional – seus capítulos foram exibidos como filmes na HBO. Na série, ele viveu o vilão Mantrid, que era obcecado por auto-cirurgia, numa performance que antecipou o tipo de trabalho que faria no final da carreira. Dieter Laser nunca chamou atenção de Hollywood. Até mesmo o primeiro “A Centopeia Humana” foi uma realização holandesa. Mesmo assim, tornou-se um ator bem conhecido dos fãs de terror em todo mundo. Não apenas como o Dr. Heiter, mas também como o Barão do terror “November” (2017), do estoniano Rainer Sarnet, que venceu vários prêmios no circuito dos festivais – do festival americano de Tribeca ao português Fantasporto. De fato, enquanto “A Centopeia Humana” é repudiada pela crítica, como uma das franquias mais nojentas de todos os tempos, “November” é exaltado por sua qualidade artística, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Foi o último trabalho do ator.

    Leia mais
  • Filme

    Vin Diesel indica que continuação de O Último Caçador de Bruxas está sendo escrita na quarentena

    9 de abril de 2020 /

    O ator Vin Diesel voltou a sugerir que uma sequência de “O Último Caçador de Bruxas” está atualmente em desenvolvimento. Ele usou seu Instagram para se dizer otimista em relação à criatividade que o período de quarentena pode gerar. “Alguns dos melhores roteiros serão escritos durante este período”, escreveu, ilustrando o texto com uma foto do filme de 2015. Em março, Diesel foi mais claro, afirmando que a Lionsgate tinha encomendado a continuação. Na época, ele disse que o estúdio tinha definido um roteirista e o projeto já estava sendo escrito. Curiosamente, “O Último Caçador de Bruxas” não fez sucesso de bilheterias – custou cerca de US$ 90 milhões e arrecadou apenas US$ 147 milhões mundiais. A produção trazia Diesel como um guerreiro medieval amaldiçoado com a imortalidade, que vaga pelas ruas de uma Nova York atual e se vê obrigado a juntar forças com uma de suas inimigas naturais, uma bruxa interpretada por Rose Leslie (a Ygritte de “Game of Thrones”), para enfrentar uma rainha bruxa maléfica prestes a soltar uma praga em toda a humanidade. Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) e Michael Caine (o Alfred de “Batman Begins”) também integravam o elenco. Ver essa foto no Instagram Some of the best scripts will be written during this time… All love, Always. Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 8 de Abr, 2020 às 11:05 PDT

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie