Globoplay vai produzir filmes de ficção exclusivos
Para concorrer com a Netflix, a Globoplay vai passar a produzir, além de séries, filmes de ficção originais. A novidade foi revelada pela coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, que adiantou um dos projetos na fila Trata-se de “Core”, de José Junior, do AfroReggae, criador da série policial “A Divisão”. O filme vai tratar da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio.
Tony Hendra (1941 – 2021)
Tony Hendra, o comediante britânico que interpretou o empresário da banda Spinal Tap no filme “Isto É Spinal Tap”, morreu na quinta-feira (4/3) em Yonkers, Nova York, aos 79 anos. A esposa de Hendra, Carla, confirmou sua morte ao The New York Times, citando a causa como esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig. O ator foi diagnosticado em 2019. Embora tenha nascido na Inglaterra, Hendra trabalhou principalmente nos Estados Unidos. Ele começou a escrever e se apresentar enquanto era estudante na Universidade de Cambridge, em 1962 ao lado de John Cleese e Graham Chapman, futuros fundados do Monty Python. Ele se mudou para os Estados Unidos em 1964 com o parceiro de comédia Nick Ullett. Os dois abriram shows de stand-up de Lenny Bruce em Nova York e apareceram no programa “The Ed Sullivan Show”, o mais popular da época – que naquele mesmo ano lançou os Beatles nos EUA. Em 1970, Hendra começou a escrever para a revista de humor National Lampoon e um ano depois tornou-se o primeiro editor contratado pelos fundadores da publicação. Em 1972, ele co-criou o primeiro disco da National Lampoon, “Radio Dinner”, no qual executou uma paródia de John Lennon intitulada “Magical Misery Tour”. No ano seguinte, produziu, dirigiu e co-escreveu com Sean Kelly a comédia televisiva “National Lampoon Television Show: Lemmings Dead in Concert”, uma produção do Lampoon sobre um festival de rock de mentirinha que reuniu os comediantes John Belushi, Chevy Chase, Rhonda Coullet, Christopher Guest e Alice Playten. Hendra permaneceu como editor do Lampoon até 1978. Em 1984, ele ajudou a lançar, como roteirista e co-produtor, os primeiros programas da série satírica de televisão britânica “Spitting Image”, além de ter atuado no clássico mockumentary “Isto É Spinal Tap”, de Rob Reiner, como o desajeitado e mal-humorado Ian Faith, empresário da banda de hard rock mais azarada do mundo. Como roteirista, Hendra também escreveu “Mama Drácula” (1980), “O Trambique do Século” (1996), estrelado por Samuel L. Jackson, Jeff Goldblum e Damon Wayans, e as animações adultas “Le big-Bang” (1987) e “Branca de Neve Depois do Casamento” (2007). Como ator, ainda apareceu nas comédias “Salve-me Quem Puder” (1986) com Whoopi Goldberg, “Um Talento Muito Especial” (1993), com Michael J. Fox, e “Uma Loira de Verdade” (1997), com Matthew Modine, além das séries “Miami Vice”, “Law & Order: Criminal Intent” e “Your Pretty Face Is Going to Hell”.
Space Jam 2 vai corrigir sexualização de Lola Bunny
O diretor Malcom D. Lee revelou que uma de suas missões em “Space Jam: O Novo Legado” foi corrigir o visual de Lola Bunny. A personagem, uma coelha que vira objeto de desejo do Pernalonga, chocou o diretor por sua sexualização no longa de 1996. “Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes. No nosso filme, ela é a melhor jogadora do time – sem contar o LeBron [James], é claro”, disse o diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Imagens adiantadas pela produção também revelam uma “nova Lola” completamente diferente do desenho dos anos 1990. Em vez da sex symbol de roupas curtas e curvas protuberantes, ela surge como uma garota esportista, em roupas largas que não a objetificam. Veja abaixo. Na entrevista, Lee também disse que Lola aparecerá inicialmente com as amazonas da Mulher-Maravilha, um dos vários mundos que integrarão a nova história. Ela inicialmente relutará em voltar para seu antigo time de basquete, apesar de ser a melhor jogadora. O novo “Space Jam” mostrará o Tune Squad, time dos Looney Tunes, enfrentando uma nova ameaça nas quadras de basquete. E para vencer o novo desafio, convocam ninguém menos que LeBron James, um dos maiores astros do esporte. Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (2017), em julho de 2019 – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia segue marcada, sem ter sido alterada pela pandemia, para julho de 2021. Lola Bunny redesign from 1996 > 2021 pic.twitter.com/Uc4uBX7FCT — SB® (@drakecereal) March 4, 2021
Criador de John Wick vai adaptar o mangá Hellsing
O cultuado mangá “Hellsing” vai virar um filme live-action produzido pela Amazon. A plataforma contratou Derek Kolstad, criador e roteirista da trilogia “John Wick” e da vindoura série “Falcão e o Soldado Invernal”, para adaptar a trama concebida em 1997 por Kouta Hirano com impacto na indústria cultural japonesa. “Desde que meu irmão me apresentou ao mangá e anime de ‘Hellsing’ alguns anos atrás, estou obcecado em adaptá-lo. E quando [o produtor] Mike Callaghan e sua equipe conseguiram garantir os direitos para então nos colocar em contato com a Amazon, quero dizer… Caramba, cara…. isso é um sonho”, disse Kolstad, em comunicado. “Hellsing” combina a história de Drácula com elementos de sci-fi, passando-se num Reino Unido futurista e distópico. No mangá, Hellsing é uma ordem de cavaleiros britânicos administrada pelos herdeiros de Abraham Van Helsing, que caça vampiros há um século e tem como seu principal ativo uma dessas criaturas, o superpoderoso Alucard, o vampiro original, que jurou lealdade após ser derrotado há 100 anos e, desde então, dedica-se a exterminar outros como ele, enquanto a humanidade nem imagina que esta guerra esteja acontecendo. Integra Hellsing comanda a organização em luta contra uma sociedade secreta formada por neonazistas, que pretendem voltar ao poder com a ajuda de monstros sanguessugos criadas em laboratório, e entre seus principais soldados está uma nova recruta, uma ex-policial chamada Seras Victoria, que é inesperadamente transformada em vampira por Alucard. Os quadrinhos de Kouta Hirano já foram adaptados em duas séries animes. Veja abaixo a abertura da primeira adaptação.
Próximo filme de Star Trek será escrito por roteirista de Star Trek: Discovery
A Paramount está fazendo nova tentativa de retomar a franquia “Star Trek” nos cinemas. O estúdio anunciou que a roteirista Kalinda Vazquez, que já assinou um episódio da série “Star Trek: Discovery”, vai escrever um novo filme, que será produzido por J.J. Abrams, diretor do reboot cinematográfico de 2009. O novo filme será baseado em uma história original criada por Vazquez. O que significa que se trata da quarta história diferente desenvolvida para a franquia desde “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Dirigido por Justin Lin, aquele filme fez US$ 343 milhões nas bilheterias mundiais, o que foi considerado pouco para os custos de suas filmagens (estimados em US$ 185 milhões) e esfriou o ímpeto do estúdio em continuar explorando a franquia nos cinemas. Apesar disso, havia planos para continuar com o mesmo elenco, acrescentando a volta de Chris Hemsworth ao universo trekker, naquele que seria o o primeiro “Star Trek” dirigido por uma mulher, SJ Clarkson (“Jessica Jones”), antes de uma tragédia mudar tudo. A morte de Anton Yelchin, intérprete de Chekov, acabou pesando muito e serviu de fecho para essa geração cinematográfica. Os dois projetos desenvolvidos posteriormente, um que seria dirigido por Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) e outro por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), já não tinham obrigação de aproveitar o elenco formado por Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg e John Cho. Como nenhum desses projetos foi adiante, agora é a vez de Kalinda Vazquez descobrir como fazer “Star Trek” chegar onde nenhuma dessas tentativas anteriores jamais esteve: de volta aos cinemas.
Festival de Berlim premia filme em que atores usam máscaras de proteção
O Festival de Berlim 2021 revelou nesta sexta (5/3) os vencedores de seus prêmios. De forma significativa, em um ano sem público, com exibição online restrita para um punhado de membros da indústria cinematográfica e imprensa, o Urso de Ouro foi para um filme estrelado por um elenco que aparece com máscaras de proteção em todas as cenas. O vencedor foi o filme romeno “Bad Luck Banging or Loony Porn” (em tradução livre: “Sexo Azarado ou Pornô de Malucos”), do diretor Radu Jude, gravado inteiramente durante o lockdown do coronavírus, e com elenco assumindo a situação diante das câmeras, com o uso das máscaras. Na trama, uma professora (Katia Pascariu) precisa lidar com o vazamento de sua sex tape na internet, em plena pandemia. Ao anunciar o prêmio, o júri definiu a obra da seguinte forma: “É um filme elaborado, mas também selvagem. Inteligente, mas infantil. Geométrico, mas vibrante. Impreciso, mas da melhor forma possível. Ataca o espectador, evoca a discordância, mas não deixa que ninguém o ignore.” Com a vitória, Radu Jude coloca um segundo Urso de Ouro em sua estante. Ele já tinha vencido o Festival de Berlim em 2015 com a aventura “Aferim!”. O júri ainda deu Ursos de Prata para o japonês “Wheel of Fortune and Fantasy”, de Ryusuke Hamaguchi e para o alemão “Mr. Bachmann and His Class”, de Maria Speth. O Brasil era representado por “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”), que foi selecionado para participar da mostra paralela Panorama, mas saiu sem prêmios, embora com muitos elogios da crítica. A 71ª edição do festival também marcou a primeira vez que a Berlinale concedeu um prêmio de interpretação “sem gênero”, em vez dos prêmios de melhor ator e atriz. Trata-se de uma inovação inédita entre as principais competições internacionais, mas que já vinha sendo adotada há alguns anos em eventos mais populares, como o MTV Movie & TV Awards. A organização agora espera realizar uma segunda parte do evento, prevista para acontecer de 9 a 20 de junho, quando serão exibidos os filmes premiados para o público e entregues os troféus aos vencedores dos Ursos de Prata e de Ouro. Confira abaixo a lista com todos os filmes premiados. Urso de Ouro – Melhor Filme “Bad Luck Banging or Loony Porn”, de Radu Jude (Romênia) Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri “Wheel of Fortune and Fantasy”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão) Urso de Prata – Prêmio do Júri “Mr Bachmann and His Class”, de Maria Speth (Alemanha) Melhor Direção Dénes Nagy, por “Natural Light” (Hungria) Melhor Intérprete Maren Eggert, por “I’m Your Man” (Alemanha) Melhor Intérprete Coadjuvante Lilla Kizlinger, por “Forrest: I See You Everywhere” (Hungria) Melhor Roteiro Hong Sangsoo, por “Introduction” (Coreia do Sul) Melhor Contribuição Artística Yibran Asuad, pela edição de “A Cop Movie” (México) Melhor Filme da Seção Panorama “We” (França) Prêmio de Júri da Seção Panorama “Taste” (Vietnã) Menção Especial da Seção Panorama “Rock Bottom River” (EUA) Melhor Direção da Seção Panorama Ramon & Silvan Zürcher, por “The Girl and the Spider” (Suíça) Denis Côté, por “Social Hygiene” (Canadá)
Filmes online: Raya e o Último Dragão leva guerra dos streamings ao cinema
A guerra dos streamings chega aos cinemas neste fim de semana. Coincidindo com o fechamento das salas de exibição de São Paulo e Fortaleza e novas restrições de funcionamento em vários estados pelo agravamento da pandemia de covid-19, “Raya e o Último Dragão” chega em lançamento simultâneo nesta sexta-feira (5/3) nos locais que estiverem abertos e na plataforma Disney+ (por um preço bastante salgado: R$ 69,90 mais a assinatura mensal). Concebida durante o período de isolamento social, com a equipe trabalhando em suas casas e conversando por Zoom, o desenho é realmente um produto dos dias atuais. Entretanto, para protestar contra sua disponibilização ao mesmo tempo em streaming, duas redes de exibidores, Cinemark e Cinepólis, decidiram boicotar a animação e não colocá-la em cartaz. É guerra, mas, em meio a um lockdown, um dos lados está dando tiros de festim. Há cada vez menos horários disponíveis para a exibição de filmes e menos títulos sendo lançados, com adiamentos anunciados cotidianamente. Ao mesmo tempo, os estúdios começam a expandir suas experiências em streaming. Nesta semana, o Brasil ganhou mais uma plataforma (Paramount+) com a promessa de trazer lançamentos exclusivos, que não passarão pelos cinemas. A nova heroína da Disney, Raya, tem traços asiáticos e incorpora vários elementos da cultura do sudeste asiático, mas sua aventura é quase uma fantasia de princesa sem laços com o folclore regional. A trama se passa em uma terra fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com dragões, mas agora que as criaturas místicas se foram estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz, apenas para encontrar um bicho tagarela que se transforma em uma mulher. O elenco de dubladores originais é repleto de asiáticos famosos de Hollywood, com destaque para Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”) como a voz de Raya e Awkwafina (“Jumanji: Próxima Fase”), voz do último dragão. Outro destaque do streaming neste fim de semana é o lançamento de “Um Príncipe em Nova York 2”, que também foi feito originalmente para o cinema, mas acabou vendido para a Amazon. A continuação – que mais parece remake – volta a trazer Eddie Murphy como o príncipe Akeem, do reino fictício de Zamunda, que em 1988 viajou incognito a Nova York para encontrar possíveis esposas. Agora, prestes a virar o rei, ele descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem volta a Nova York em busca do filho desconhecido, virando coadjuvante de Jermaine Fowler (“Superior Donuts”) em seu próprio filme. A lista de estreias em VOD traz mais comédias, com destaque para “Duas Tias Loucas de Férias”, que volta a juntar Kristen Wiig e Annie Mumolo (ambas de “Missão Madrinha de Casamento”), e “A Arte de Ser Adulto”, novo filme de Judd Apatow, diretor de “Ligeiramente Grávidos” (2007) e “O Virgem de 40 Anos” (2005). Confira abaixo outras dicas e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD neste fim de semana. Raya e o Último Dragão | EUA | 2021 (Disney+ com Premier Access) Um Príncipe em Nova York 2 | EUA | 2021 (Amazon Prime Video) Duas Tias Loucas de Férias | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, YouTube Filmes) Convenção das Bruxas | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, YouTube Filmes) Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta | EUA | 2021 (Netflix) Meu Verão Extraordinário com Tess | Holanda, Alemanha | 2019 (Apple TV, Looke, NOW, Vivo Play) Berlin Alexanderplatz | Alemanha | 2020 (Apple TV, Looke, Vivo Play) Sentinela | França | 2021 (Netflix) Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop | EUA | 2021 (Netflix) Aznavour por Charles | EUA | 2021 (Vivo Play)
Joan Weldon (1930 – 2021)
A atriz Joan Weldon, que estrelou a clássica sci-fi “O Mundo em Perigo” (Them!) em 1954 , morreu em 11 de fevereiro em sua casa em Fort Lauderdale, Flórida, anunciou sua família nesta quinta-feira (4/3). Ela tinha 90 anos. Weldon começou sua carreira como cantora de ópera aos 16 anos, fazendo história como a cantora mais jovem contratada pela San Francisco Opera Company. Durante uma apresentação em Los Angeles, foi “descoberta” pela Warner Bros., que lhe ofereceu um contrato de cinema. O estúdio a escalou no musical “Gloriosa Consagração” (1953), no noir “Nódoa Infamante” (1953) e nos westerns “Sob o Comando da Morte” (1954) e “Alma de Renegado” (1954). Mas foi só quinto filme que ela chamou atenção. Em “O Mundo em Perigo” (1954), Welson interpretou a Dra. Patricia Medford, que ajuda os moradores de uma cidade a enfrentar uma colônia de formigas mutantes junto com seu pai médico. O papel lhe rendeu o apelido de a “exterminadora mais bela do cinema”. O filme fez grande sucesso. Foi indicado ao Oscar de efeitos visuais e inspirou uma série de produções de “insetos gigantes” em Hollywood. Entretanto, também foi o último do contrato de Weldon, que aproveitou a liberdade para estrelar um musical da MGM, “Bem no Meu Coração” (1954), sem sucesso. Ela se voltou para a TV, aparecendo em diversas séries do Velho Oeste, e ainda estrelou um par de westerns – “Chuva de Balas” (1957) e “Na Fúria de uma Sentença” (1958) – antes de encerrar a carreira nas telas em 1958. Desde então, focou-se na música, fazendo turnês e também conquistando papéis em diversas produções teatrais.
Patrick Estrela vai protagonizar série derivada de Bob Esponja
A Nickelodeon vai produzir um novo spin-off de Bob Esponja, desta vez centrado em Patrick Estrela. Intitulado em inglês “The Patrick Star Show”, a série é o segundo spin-off da franquia animada. Nesta quinta (4/3), o streaming Paramount+ (Paramount Plus) lançou o spin-off “Kamp Koral”, que mostra a infância do Bob Esponja. Assim como “Kamp Koral”, “The Patrick Star Show” terá como foco uma versão mais jovem do personagem, que apresenta um programa de TV e vive com sua família. Bill Fagerbakke, dublador de longa data do personagem, continuará no papel principal. Fãs podem esperar por ainda mais derivados, segundo o chefe da Nickelodeon, Brian Robbins. “Há possibilidades ilimitadas de histórias para se contar nesta franquia. Vocês verão filmes estrelados por personagens coadjuvantes, além de mais séries como ‘Patrick’, e também shows ao vivo. Quando você pensa no elenco que temos, é uma fonte inesgotável”, disse Robbins em entrevista à revista Variety. A série de Patrick Estrela vai estrear no próximo verão norte-americano, entre junho e agosto.
Sci-fi com filha de Johnny Depp ganha primeiro trailer
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer da sci-fi “Voyagers”, novo filme de Neil Burger, diretor de “Sem Limites” e “Divergente”. A prévia parece “O Senhor das Moscas” no espaço, com adolescentes pirando numa nave espacial, em meio a cenas de sexo, violência e poder. Os jovens incluem Tye Sheridan (“X-Men: Fênix Negra”), Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Isaac Hempstead Wright (“Game of Thrones”) e Lily-Rose Depp (“O Rei”), filha do astro Johnny Depp. Além deles, o elenco também destaca o veterano Colin Farrell (“Magnatas do Crime”), único adulto a bordo para supervisionar a explosão hormonal. Eles formam um grupo de astronautas isolados no espaço, em treinamento para ajudar na colonização de outros planetas. Com o futuro da raça humana em jogo, os jovens foram criados geneticamente para desenvolver inteligência e a obediência. Mas acabam desafiando seu treinamento para explorar suas naturezas mais primitivas. Enquanto a vida na nave se transforma no caos, eles são consumidos pelo medo, pela luxúria e pela fome insaciável de poder. A estreia está marcada para 9 de abril nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Regé-Jean Page entra em filme com Wagner Moura
O ator Regé-Jean Page segue aproveitando a fama de galã conquistada com o sucesso da série “Bridgerton”. Depois de entrar no elenco da fantasia “Dungeons and Dragons”, ele foi contratado para a superprodução “The Gray Man”, novo projeto dos irmãos Russo, que também conta com Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Ryan Gosling (“La La Land”) e Wagner Moura (“Wasp Network”) no elenco. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada no ano passado nos EUA. Os Russos escreveram o roteiro, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel, de “Capitão América: O Soldado Invernal” a “Vingadores: Ultimato”. Além dos nomes citados, o elenco também inclui Billy Bob Thornton (“Fargo”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Dhanush (“Karnan”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Veja as fotos desse elenco grandiosos abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix Film (@netflixfilm) Por curiosidade, esta não é a primeira tentativa de adaptação da saga literária de Greaney. Há alguns anos, Brad Pitt quase virou o Homem Cinzento, com direção de James Gray. O projeto não saiu do papel, mas os dois fizeram “Ad Astra”. O longa será baseado no livro de Mark Greaney de 2009, que acompaha a história de Court Gentry, o homem cinza do título, ex-agente da CIA conhecido como um insuperável assassino de aluguel. A trama do filme trará Gentry (Gosling) sendo caçado pelo mundo todo por Lloyd Hansen (Evans), um ex-colega da CIA. Anthony Russo já adiantou o tom intenso da obra: “Para quem é fã de Capitão América: O Soldado Invernal, nós estamos indo a fundo naquela pegada de ambientação.” O longa terá ainda nomes como Billy Bob Thornton, Alfre Woodard, Ana de Armas, Jessica Henwick, Dhanush e Julia Butters.
Universal adia estreias de Velozes e Furiosos 9 e Minions 2
A Universal Pictures adiou a estreia mundial de “Velozes e Furiosos 9” em um mês e, num movimento mais radical, atrasou a animação “Minions 2: A Origem de Gru” em um ano. Ambos os filmes deveriam ter estreado no ano passado, mas sofreram sucessivos adiamentos devido à pandemia de covid-19. Este é o terceiro adiamento de “Velozes & Furiosos 9”, que estava previsto para novembro, passou para abril, sofreu reagendamento para 28 de maio e agora deve chegar aos cinemas norte-americanos em 25 de junho. O primeiro trailer do filme foi apresentado em janeiro de 2020. “Minions 2: A Origem de Gru” sofreu seu segundo adiamento. A Universal lançou seu primeiro trailer em fevereiro de 2020, já com dublagem nacional de Leandro Hassum. O filme deveria ter estreado em junho de 2020, foi atrasado para julho de 2021 e agora é esperado em julho de 2022.
Ex-estrela mirim de Escola do Rock diz que sofreu bullying e caiu nas drogas após filme
Ex-estrela mirim do clássico “Escola do Rock”, a jovem antigamente conhecida como Rebecca Brown revelou, em entrevista ao jornal New York Post, que sofreu bullying dos colegas da escola e mergulhou nas drogas após não conseguir outros papéis de destaque, achando que tinha atingido o auge aos 10 anos de idade. Hoje com 28 anos, usando gênero neutro e se denominando Rivkah Reyes, a ex-atriz compara sua história à de Britney Spears, que teve seu histórico de problemas causados pela fama precoce retratado no documentário “Framing Britney Spears”. Ela tinha 10 anos em 2003, quando deu vida à baixista mirim Katie em “Escola do Rock”. Na comédia de sucesso, Jack Black interpretava um professor que estimulava alunos de ensino fundamental a formarem uma banda. Apesar do filme ser para crianças, Rivkah diz que “se sentiu inseguro existindo” por causa de fãs obsessivos, lembrando o episódio em que um homem tentou tirar fotos suas enquanto ainda estava na 6ª série. Lamentando a sexualização precoce, conta que via adultos comentando em fóruns da internet que não podiam “esperar até que tivesse 18 anos”. Mas o pior, segundo Rivkah, foi o assédio que sofreu de colegas no colégio. “Especialmente após o término da produção, quando voltei para a escola, as pessoas eram muito legais ou realmente más. Não havia meio-termo”, revelou. “Fui literalmente seguida pela escola por pessoas entoando ‘Escola do Rock'”. Em um outro artigo, publicado no ano passado em sua página no site Medium, Rivkah detalhou que se convenceu de que precisava de outro papel de expressão para ser algo além de “a garota de ‘Escola do Rock'”, contando que ao falhar nesse plano acabou entrando nas drogas. “Desde os 14 anos, usei drogas, álcool, sexo, comida e automutilação para anestesiar toda essa dor. Eu sobrevivi a dezenas de relacionamentos tóxicos e três tentativas de suicídio”, escreveu. “Não estou dizendo que tudo isso é porque toquei baixo em um filme quando era criança, mas porque passei mais de uma década com medo de ter atingido o pico aos 10 anos”, explicou. Apesar dos problemas causados pelo filme, Rivkah afirmou que não se arrependeu de ter feito “Escola do Rock”. “Não tive nada além de amor e apoio”, disse sobre a experiência durante as filmagens. “Nunca perdi a gratidão por isso, ou desejei não ter feito parte disso”, completou.












