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Filme

Festival de Gramado destaca filmes de Chorão e Ângela Diniz

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Paramount ameaça deixar Hollywood se não houver fusão com Warner

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11 de agosto de 2026
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    “Uma História de Natal” terá sequência com mesmo ator

    21 de janeiro de 2022 /

    A HBO Max vai exibir uma continuação do clássico infantil “Uma História de Natal”, de 1983, estrelada pelo mesmo ator. Peter Billingsley tinha 12 anos quando o filme original foi lançado e atualmente tem 50. Para quem não lembra, “Uma História de Natal” se passava na década de 1940 e acompanhava Ralphie, um garoto obcecado em convencer a todos que uma arma de ar comprimido era o presente de Natal perfeito. O novo filme se passará em 1970, com Ralphie levando sua família para uma visita a sua antiga casa de infância. A produção ganhou o título de “A Christmas Story Christmas” (Um Natal de Uma História de Natal, em tradução livre) e será coproduzido pelos estúdios Warner Bros. e Legendary, O roteiro foi escrito por Nick Schenk (“Gran Torino” e “A Mula”) e a direção está a cargo de Clay Kaytis (“Angry Birds: O Filme”) As filmagens vão começar em fevereiro na Hungria (!), mas ainda não há previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do filme original.

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    Mostra de Tiradentes abre calendário audiovisual brasileiro

    21 de janeiro de 2022 /

    A Mostra de Cinema de Tiradentes celebra 25 anos e abre o calendário audiovisual brasileiro nesta sexta-feira (21/1), em nova edição virtual devido à pandemia de covid-19. A programação, que vai até o dia 19, pode ser acompanhada pela plataforma online do evento (www.mostratiradentes.com.br). Ao todo, estão previstos 169 filmes, entre longas, curtas e médias-metragens, em pré-estreias e mostras temáticas, além da versão virtual do 25º Seminário do Cinema Brasileiro, com 38 debates, e outros eventos. A cerimônia de abertura acontece a partir das 20h, com a apresentação do eixo temático de 2022, “Cinema em transição”, performance audiovisual e uma homenagem ao cineasta Adirley Queirós, de filmes como “Branco Sai Preto Fica” e “Era Uma Vez Brasília”. Depois de duas horas de discursos, conversas e performance, tem início as exibições, com a apresentação de “Fragmentos de 2016 em Dois Episódios”, novo trabalho de Adirley Queirós, em parceria com Cássio Oliveira, que se soma às diversas leituras cinematográficas do Impeachment de Dilma Rousseff e seus desdobramentos. O filme será exibido em “sessão única” com sinal disponível até às 23h59 de sexta. A programação do evento destaca a Mostra Aurora, competitiva e dedicada a filmes de realizadores com até três longas-metragens, que exibirá sete selecionados: “Seguindo Todos os Protocolos” (PE), de Fábio Leal; “A Colônia” (CE), de Virgínia Pinho e Mozart Freire; “Sessão Bruta” (MG), de As Talavistas e ela.ltda; “Panorama” (SP), de Alexandre Wahrhaftig; “Maputo Nakurandza” (RJ-SP), de Ariadine Zampaulo; “Bem-vindos de Novo” (SP), de Marcos Yoshi; e “Grade” (MG), de Lucas Andrade. Todos eles vão ser avaliados pelo Júri da Crítica e concorrem ao Troféu Barroco e a prêmios de parceiros da Mostra. Nomeada em tributo ao cineasta Carlos Reichenbach (1945-2012), a Mostra Olhos Livres, com diretores de trajetórias mais significativas, traz “O Dia da Posse” (RJ), de Allan Ribeiro; “Você nos Queima” (SP), de Caetano Gotardo; “Os Primeiros Soldados” (ES), de Rodrigo de Oliveira; “Germino Pétalas no Asfalto” (SP), de Coraci Ruiz e Julio Matos; “Manguebit” (PE-SP-RJ), de Jura Capela; e “Ava – Até que os Ventos Aterrem” (SP), de Camila Mota. Na Mostra Autorias, o destaque é o mais novo filme do cineasta Julio Bressane, “Capitu e o Capítulo” (RJ), que retoma o clássico “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, numa dança ensaística, enquanto “Cafi – Salve o Prazer”, de Lírio Ferreira, resgata a vida e obra do fotógrafo e artista plástico pernambucano Carlos da Silva Assunção Filho (1950-2019), que participou de criações e momentos-chave da música brasileira no século 20. Outro grande artista retratado em Tiradentes, na Sessão Debate, é o cineasta Ruy Guerra, atualmente com 90 anos de idade. “Tempo Ruy” (RJ), documentário de Adilson Mendes, faz um panorama do trabalho do cineasta, escritor, ator e dramaturgo moçambicano radicado no Brasil, desde sua primeira experiência cinematográfica até momentos recentes de seu trabalho. Além disso, serão exibidas sessões especiais e 102 curtas de 18 estados, um acréscimo significativo em relação ao ano passado (79 curtas). Mais informações podem ser conferidas em www.mostratiradentes.com.br.

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    Johnny Depp fará filme de época na França

    21 de janeiro de 2022 /

    Johnny Depp encontrou trabalho. Embora permaneça persona no grata em Hollywood, ele foi convidado a interpretar o rei Luís XV numa produção francesa dirigida pela cineasta e atriz Maïwenn (“DNA”). O filme será rodado em locações no Palácio de Versalhes e nos subúrbios de Paris no verão europeu (nosso inverno), mas o enredo está sendo mantido em sigilo. A produção está a cargo da produtora francesa Why Not Productions (“O Profeta”) e a distribuidora Wild Bunch levará o projeto para o mercado internacional durante o European Film Market, evento de negócios paralelo ao Festival de Berlim, que acontecerá de forma virtual em fevereiro. Luís XV governou a França por 59 anos, de 1715, quando sucedeu seu bisavô Luís XIV aos cinco anos de idade, até sua morte em 1774. Seu reinado terminou em desgraça, com o rei acusado de devassidão e corrupção, legado que passou para seu neto e sucessor Luís XVI, famosamente decapitado durante a Revolução Francesa. Depp também atravessa uma fase de desgraça pessoal, após as revelações chocantes do processo que moveu e perdeu em Londres em 2020 por se sentir ofendido com uma reportagem do jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”. A conclusão do juiz do caso foi que ele realmente praticou violência doméstica contra a ex-mulher Amber Heard. As repercussões deste julgamento implodiram sua carreira nos EUA. A Warner Bros o descartou da terceira parte da franquia “Animais Fantásticos” – substituindo-o por Mads Mikkelsen. E seu último filme concluído, “Minamata”, de Andrew Levitas, teve o lançamento adiado e repassado para um estúdio independente, que fez uma estreia limitada e constrangida, sem grande repercussão, em dezembro passado. Apesar disso, a Europa não viu motivos para censurar o ator. Ao contrário. No ano passado, os festivais de cinema Karlovy Vary e San Sebastián decidiram homenagear Depp, sem filmes recentes, com prêmios pelo conjunto de sua obra. Sua volta ao cinema também deverá marcar sua estreia na língua francesa. O ator morou na França por muitos anos, enquanto esteve casado com atriz Vanessa Paradis, e fala francês, mas, segundo a imprensa dos EUA, com um forte sotaque americano.

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    Meat Loaf (1947–2022)

    21 de janeiro de 2022 /

    O roqueiro Michael Lee Aday, conhecido como Meat Loaf, morreu na quinta-feira (20/1), aos 74 anos, cercado pela família. A causa da morte não foi revelada. Ele lançou um dos discos mais famosos do rock, “Bat Out of Hell”, de 1977, que se tornou um dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos, com mais de 43 milhões de cópias comercializadas. As músicas foram concebidas em parceria com o compositor Jim Steinman como trilha de uma musical, uma versão futurística de “Peter Pan”. E o sucesso contínuo de “Bat Out of Hell” inspirou o cantor a estender o conceito numa trilogia, com os discos seguintes também vendendo milhões de cópias em todo o mundo. A conexão com o mundo dos espetáculos musicais não foi casual. A carreira no rock foi consequência de seu começo em produções do gênero. Sua performance na montagem de “Hair” em Los Angeles lhe rendeu seu primeiro contrato fonográfico com a Motown em 1971. Mas foi só seis anos depois, quando focou seu lado teatral no rock, que Meat Loaf estourou. Além da transição para roqueiro de sucesso, ele também trocou os palcos pelas telas. Foram mais de 60 papéis em filmes e séries, começando por sua participação no clássico musical “The Rocky Horror Picture Show”, em 1975 – repetindo papel que já tinha vivido no teatro. Meat Loaf chegou a protagonizar “Roadie” (1980), uma comédia musical de Alan Rudolph, e fazer par romântico com Cher em “Dead Ringer” (1982), batizado com o título de seu segundo álbum em parceria com Jim Steinman, mas a maioria de seus trabalhos no cinema foi como coadjuvante. A lista inclui alguns filmes cultuados, como “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), o improvável “O Mundo das Spice Girls” (1997), “Clube da Luta” (1999) e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006). Nos anos 1990, ele voltou a liderar as paradas de sucesso com o hit “I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That)”, que ganhou um clipe dirigido por Michael Bay (“Transformers”). A música integrou o segundo volume da trilogia, “Bat Out of Hell II: Back Into Hell”, lançado em 1993. O capítulo final, por sua vez, só saiu em 2006. Depois disso, foi preciso mais um década para “Bat Out of Hell” completar seu círculo e ser finalmente transformado num musical de teatro, lançado no West End londrino em 2017. O cantor também vinha aparecendo como convidado de diversas séries nos últimos anos, incluindo “Glee”, “House” e “Elementary”, mas só foi ter um papel fixo numa atração televisiva em 2017, no terror “Ghost Wars”, que foi seu último trabalho nas telas. Sua postura conservadora e favorável ao Partido Republicano o afastou, pouco a pouco, de Hollywood. Ao se tornar um dos poucos roqueiros apoiadores de Donald Trump, praticamente caiu no ostracismo. Para complicar, passou por alguns problemas de saúde, principalmente nas cordas vocais. Ele sofreu vários desmaios durante apresentações nos últimos anos.

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    “O Último Duelo” e os filmes da semana em streaming

    21 de janeiro de 2022 /

    A programação de estreias digitais combina filmes que passaram rapidamente pelos cinemas com títulos inéditos no Brasil. O principal destaque é a oportunidade de assistir “O Último Duelo”, que foi pouco visto no circuito cinematográfico, mas é bem melhor que “Casa Gucci”, o filme mais falado do diretor Ridley Scott em 2021. O novo “Resident Evil” também chega às locadoras digitais, mas não melhora em tela pequena. Mesmo assim, é um título que muitos vão arriscar, embora existam outras opções. Confira abaixo algumas delas, na relação com as 10 estreias mais relevantes entre os lançamentos da semana em streaming e VOD.     O ÚLTIMO DUELO | STAR+   Pouco antes de lançar “Casa Gucci”, Ridley Scott (“Gladiador”) retomou sua paixão por épicos históricos nesta dramatização de eventos que teriam ocorrido na França do século 14. A denúncia de estupro de uma mulher casada leva o marido, recém-chegado das cruzadas, a requisitar o direito de duelar até a morte com o acusado, que nega ter abusado dela. O embate é extremamente violento e reflete toda a misoginia da época – que persiste ainda hoje – , disfarçada de cavalheirismo. O ótimo elenco destaca Matt Damon (com quem Scott trabalhou em “Perdido em Marte”) e Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como os duelistas, Jodie Comer (“Killing Eve”) na pele da mulher ultrajada e, como coadjuvante de luxo, um loiro e irreconhecível Ben Affleck (“Liga da Justiça”), que também assina o roteiro com seu velho amigo Matt Damon. Os dois parceiros não concebiam um roteiro juntos desde que venceram o Oscar por “Gênio Indomável”, que eles igualmente estrelaram em 1997.     BRANCO NO BRANCO | FILMICCA   Consagração do chileno Théo Court, que levou o prêmio de Melhor Direção na mostra Horizontes do Festival de Veneza, “Branco no Branco” é um espetáculo visual que questiona sua própria beleza, como manifestação da violência colonialista. A trama acompanha a viagem de um fotógrafo (Alfredo Castro, de “O Clube”) à Terra do Fogo para registrar o casamento de um poderoso fazendeiro. Ao chegar lá, descobre que a noiva é uma criança e busca transformar sua imagem, sexualizando-a. O resultado agrada ao fazendeiro, que decide transformar o fotógrafo em funcionário para eternizar todas as suas realizações, como o genocídio dos nativos Selk’nam. Lançado em 2019 e até então inédito no Brasil, o filme ganhou ao todo 9 prêmios internacionais e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.     THE DOG WHO WOULDN’T BE QUIET | MUBI   O sexto longa de Ana Katz (“Sueño Florianópolis”) é também o mais experimental e singelo trabalho da cineasta argentina. Uma ode à vida simples, gira em torno de um homem comum, dedicado a seu cachorro fiel, que trabalha em uma série de empregos temporários banais. À medida que avança na idade adulta, ele navega no amor, na perda e na paternidade, até que o mundo é abalado por uma súbita catástrofe. Filmado em preto e branco e apresentado como uma coleção de vinhetas, que contam pequenos detalhes da vida do protagonista ao longo do tempo, o filme foi chamado de obra-prima pela crítica internacional. Premiado nos festivais de Roterdã, Mar del Plata e outros, tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.     MUNIQUE: NO LIMITE DA GUERRA | NETFLIX   A trama se passa em 1938, quando Adolf Hitler se prepara para invadir a Tchecoslováquia. Contra todas as evidências de guerra, o Primeiro Ministro britânico Neville Chamberlain busca desesperadamente uma solução pacífica, apostando todas suas fichas na diplomacia, representada pela Conferência de Munique. Mas as concessões oferecidas apenas fortaleceram o nazismo, ao mostrar os países europeus como submissos à sua vontade. A impecável recriação histórica é também uma lembrete de como fascistas de ontem e hoje veem democratas como fracos de quem podem se aproveitar. Inédito nos cinemas, o drama do alemão Christian Schwochow (“Paula”) destaca em seu elenco George MacKay (“1917”), Jannis Niewöhner (“O Caso Collini”) e Jeremy Irons (“Watchmen”) no papel de Chamberlain.     VIDA DE CAMPEÃ | NOW, VIVO PLAY, VOD*   O drama do canadense Pascal Plante (“As Falsas Tatuagens”) acompanha a atleta Nadia, que decide se aposentar da natação profissional após participar dos Jogos Olímpicos. Ela quer escapar de uma vida inteira de sacrifícios e uma rotina muito rígida. Mas depois de sua última prova e de mergulhar nos excessos da vida noturna, vem a dúvida. Elogiadíssimo, o filme reflete as experiências pessoais do diretor como nadador competitivo, mostrando cenas realistas de natação para fazer um estudo de caráter psicológico sobre o esporte.     MATE-ME POR FAVOR | NETFLIX   O filme brasileiro de 2015 marcou a estreia em longas da curta-metragista Anita Rocha da Silveira e de boa parte de seu elenco, contando uma história que mescla mistério, drama e humor, e que tem como pano de fundo uma série de assassinatos que despertam a imaginação de um grupo de jovens. A diretora e a protagonista Valentina Herszage acabaram premiadas no Festival do Rio, dando início a carreiras consagradas – o novo filme da cineasta, “Medusa”, venceu três festivais internacionais. Estava inédito em streaming e chega no domingo (23/1) na Netflix.     MADALENA | NOW, VIVO PLAY, VOD*   A estreia impactante de Madiano Marcheti lida com uma realidade brutal do Brasil, país onde mais se assassina transexuais no mundo. A trama acompanha a reação de três jovens completamente diferentes à descoberta do corpo de Madalena, uma mulher trans, abandonado em uma plantação de soja do Centro Oeste, entre eles outra trans e o filho do dono da fazenda. Foi premiado em três festivais internacionais no ano passado: Lima (Peru), Guanajuto (México) e Istambul (Turquia), além de ser exibido nos prestigiados festivais de Rotterdã (Holanda) e San Sebastián (Espanha) sob muitos elogios da crítica mundial.     RESIDENT EVIL: BEM-VINDO A RACCOON CITY | NOW, VIVO PLAY, VOD*   O reboot tentou ser mais fiel que os filmes estrelados por Mila Jovovich, mas só comprovou que o game original não se sustenta numa transposição mais literal para as telas. Fracasso de crítica (30% no Rotten Tomatoes) e público, o longa segue os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) vivem os irmãos Redfield e o elenco ainda inclui Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, reprisando situações dos jogos criados há 25 anos.     ATIVIDADE PARANORMAL: ENTE PRÓXIMO | NOW, VOD*   Reboot da franquia interrompida em 2015, o terror volta a trazer imagens feitas pelo próprio elenco com a desculpa narrativa da realização de um documentário. O tema do filme dentro do filme é o encontro da protagonista com a família que ela não conhecia numa comunidade religiosa reclusa. O projeto tem um começo bem-sucedido, com a recepção positiva da comunidade, mas não demora para os cineastas perceberem que os moradores do local não são Amish como acreditavam. Pior ainda: a mãe nunca quis que sua filha voltasse para aquele lugar. Longe de ser um trabalho semiamador como o filme que originou a franquia, o roteiro foi escrito por Christopher Landon (“A Morte Te Dá Parabéns”) e a direção é de William Eubank (“O Sinal ‑ Frequência do Medo”). Talvez por isso a crítica tenha sido menos gentil. Muito mal avaliado (29% no Rotten Tomatoes), o filme evitou fracassar nas bilheterias com um lançamento direto em VOD. Quer arriscar?     O ALPINISTA | NOW, VIVO PLAY, VOD*   O documentário dos diretores Peter Mortimer e Nick Rosen, especialistas em filmes de alpinismo, acompanha o jovem Marc-André Leclerc em algumas das escaladas mais ousadas da História. As imagens impressionantes mostram como é uma vida sem margem para erros e renderam a “O Alpinista” o prêmio de Melhor Documentário Esportivo no Critics’ Choice Documentary Awards 2021.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Festival de Sundance começa nesta quinta com filmes brasileiros

    20 de janeiro de 2022 /

    O Festival de Sundance, que começa online nesta quinta (20/1), conta com dois representantes brasileiro. O principal título é o longa “Marte Um”, da produtora mineira Filmes de Plástico, escalado na Mostra Competitiva de Cinema Mundial. Escrito e dirigido por Gabriel Martins, o filme acompanha os Martins, uma família negra e pobre que sonha com que o filho mais novo se torne jogador de futebol. Deivinho, porém, está mais interessado no espaço sideral, e sua vontade é se tornar astrofísico e participar da primeira missão tripulada à Marte. A lista também inclui o curta “Uma Paciência Selvagem Me Trouxe Até Aqui”, da diretora e roteirista Érica Sarmet. O filme de temática LGBTQIAP+ traz a cantora Zélia Duncan como uma motoqueira chamada Vange (em homenagem a Vange Leonel) que se envolve com um grupo de lésbicas jovens de Niterói. O elenco inclui Camila Rocha, Clarissa Ribeiro, Lorre Motta e Bruna Linzmeyer, e o filme termina com uma orgia coletiva. Dentre as atrações internacionais, os destaques incluem “When You Finish Saving The World”, estreia do ator Jesse Eisenberg (“A Rede Social”) na direção, “Sharp Stick”, que marca o retorno de Lena Dunham à direção de filmes, “Call Jane”, sobre uma rede feminista de apoio ao aborto clandestino nos anos 1960, “Am I Ok?”, que traz Dakota Johnson num relacionamento lésbico, e “Alice”, a impressionante história real de uma escrava que, ao fugir da zona rural, descobre que está vivendo em 1973, não no século 19. As exibições do Sundance acontecem até o dia 30 de janeiro, em formato online por conta da pandemia. O acesso é pago e destinado a moderadores dos Estados Unidos.

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    Novo filme de Batman será o mais longo do herói

    20 de janeiro de 2022 /

    O novo filme de Batman será o mais longo já feito sobre o personagem. A Warner confirmou nesta quinta-feira (20/1) que a produção terá 176 minutos, quase 3 horas de duração, superando “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, de 2012. O capítulo final da trilogia de Christopher Nolan era, até então, a produção mais longa do herói, com 165 minutos. Entre os filmes de super-heróis, mais longo que o novo “Batman” só “Vingadores: Ultimato” (181 minutos) e o exagerado “Liga da Justiça de Zack Snyder” (242 minutos). Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “Batman” marca a estreia de Robert Pattinson no papel-título e se passa antes da fama do herói se solidificar no submundo do crime. Por conta disso, a trama também apresenta a origem de vários personagens icônicos. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público e Barry Keoghan (“Eternos”) como um certo maluco gargalhante internado no Asilo Arkham. A estreia vai acontecer em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Lady Gaga e Salma Hayek filmaram cena de sexo para “Casa Gucci”

    20 de janeiro de 2022 /

    Lady Gaga revelou que “Casa Gucci” originalmente teria uma cena de sexo entre sua personagem Patrizia Reggiani e Pina, vivida por Salma Hayek. “Tem todo um lado do filme que vocês não viram, no qual Pina [Salma Hayek] e eu desenvolvemos um relacionamento sexual”, contou Gaga durante uma exibição especial do filme para eleitores da temporada de premiações, segundo registro do site Collider. As cenas foram filmadas e ela não descarta que possam aparecer eventualmente. “Edição do diretor, quem sabe?”, provocou a cantora. “Mas essa é uma prova da direção de Ridley Scott, porque ele nos permitiu ir lá. Lembro de estar no set com Salma e pensando ‘então, depois da morte do Maurizio [Adam Driver], talvez… a coisa fique quente?'”. Presente no evento, Salma Hayek confirmou. “Vocês acham que ela está brincando?”, disse, arrancando risos da plateia. Quanto à mencionada edição do diretor, o próprio Ridley Scott já tinha indicado que um projeto neste sentido estava em andamento. Falando ao podcast ReelBlend no ano passado, ele sugeriu que queria fazer uma nova versão do filme, mas não a definiu como “uma edição do diretor”. “Será uma versão estendida”, explicou. O papel de Lady Gaga em “Casa Gucci” representou o primeiro projeto da cantora no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz – além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. O filme aborda o maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, centrado em Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocar Patrizia por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, Reggiani assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Como vingança, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O elenco grandioso de “Casa Gucci” também inclui Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), a mencionada Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que aparece careca e irreconhecível graças a uma pesada maquiagem. Além de ter um bom desempenho nas bilheterias, “Casa Gucci” tem se saído surpreendentemente bem no circuito de prêmios, colecionando reconhecimento de premiações da crítica e até do SAG Awards, o troféu do Sindicato dos Atores. Mas nem todo mundo é fã. O estilista cineasta Tom Ford, interpretado no filme por Reeve Carney, descreveu-o como enfaticamente “exagerado”.

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    Netflix anuncia continuações de “A Fuga das Galinhas” e “Wallace & Gromit”

    20 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou nesta quinta (20/1) o título oficial e a previsão de lançamento da continuação da premiada animação “A Fuga das Galinhas”. Para aproveitar, ainda confirmou o projeto de uma nova aventura de “Wallace & Gromit”. As produções fazem parte de um acordo com o estúdio Aardman, responsável pelos dois títulos clássicos. Ainda com título exclusivamente em inglês, “Chicken Run: Dawn of the Nugget”, a continuação de “A Fuga das Galinhas” tinha sido anunciada durante o Festival de Annecy de 2020, durante a celebração de 20 anos do filme original. Grande sucesso de crítica e maior bilheteria de uma animação em stop-motion de todos os tempos, “A Fuga das Galinhas” contava a história de um grupo de galinhas que tenta fugir do galinheiro para não virar torta. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Peter Lord (“Piratas Pirados!”) e Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”), que agora serão apenas produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia no estúdio britânico Aardman após brilhar no americano Laika. São apenas os dois estúdios mais proeminentes da animação com massinhas do mundo. A volta dos dubladores originais, que incluíam Mel Gibson (“Coração Valente”) como Rocky, o galo que inspirava a fuga do título, foi descartada e a atriz inglesa Julia Sawalha (“Absolutely Fabulous”), que dublou a galinha Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais dizendo-se “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. No lugar dos atores originais, as vozes de Ginger e Rocky serão dubladas em inglês por Thandiwe Newton (“Westworld”) e Zachary Levi (“Shazam!”). Prevista para 2023, “Chicken Run: Dawn of the Nugget” deve mostrar a ilha onde as galinhas se refugiaram após fugirem dos humanos e apresentar Molly, filha de Ginger e Rocky. Quando uma nova ameaça surge, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta à ação. Já o novo filme do excêntrico inventor Wallace e seu fiel cachorro Gromit ainda não tem título e encontra-se em fase inicial de produção. O filme vai se centrar na preocupação de Gromit de que Wallace se tornou excessivamente dependente de suas invenções. A situação se complica quando Wallace inventa um “gnomo inteligente” que parece desenvolver uma mente própria. À medida que os eventos saem do controle, cabe a Gromit salvar Wallace, que pode nunca mais ser capaz de inventar. A produção será o primeiro filme de “Wallace & Gromit” desde o curta “Uma Questão de Miolo e Morte”, vencedor do BAFTA (o Oscar britânico) de 2008. E pra esse anúncio ficar ainda melhor: uma sequência de Wallace & Gromit também está chegando por aqui em 2024. PODE ME ENCHER DE FILME DE MASSINHA QUE TÁ POUCO. pic.twitter.com/qLwOl1ocpM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 20, 2022

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    “Eduardo e Mônica” é principal estreia dos cinemas

    19 de janeiro de 2022 /

    Após vários adiamentos, o filme “Eduardo e Mônica”, baseado na canção homônima da banda Legião Urbana, finalmente chega aos cinemas brasileiros. Principal lançamento da semana, chega junto do thriller “As Agentes 355” em distribuição ampla, enquanto o circuito limitado recebe a premiada dramédia polonesa “Eu Não Choro”. Confira mais detalhes e os trailers das estreias desta quinta (20/1) logo abaixo.     EDUARDO E MÔNICA   Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música cantada por Renato Russo em 1986. Um casal tão diferente que não poderia dar certo, mas deu. Ao mesmo tempo, a trama se dedica à refletir esta romantização das diferenças, mostrando que a realidade é dura para os românticos incorrigíveis. Premiado como Melhor Filme Internacional no Festival de Edmonton, do Canadá, o romance moderno tem direção de René Sampaio, que já tinha levado outra música da Legião Urbana para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”).     AS AGENTES 355   Embora se venda como um thriller de espionagem feminino, o filme na verdade é uma produção de ação genérica, destas que costumam fazer sucesso na Netflix, que usa o elenco encabeçado pela americana Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), a alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”), a mexicana/queniana Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”) e a chinesa Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) apenas como chamariz. Na trama, espiãs de diferentes agências internacionais resolvem se aliar para enfrentar um “inimigo invisível” em comum. Em teoria, a premissa promete uma aventura mundial, com cinco atrizes de primeira linha representando espiãs de agências internacionais rivais, que se unem para impedir que uma organização global lance o mundo no caos. Na prática, porém, o roteiro foi escrito por Theresa Rebeck (do infame “Mulher-Gato”) e a direção ficou a cargo de Simon Kinberg em seu segundo trabalho oficial na função (após o abissal “X-Men: Fênix Negra”). Fracasso de crítica (só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes) e bilheteria nos EUA, o filme ainda rendeu reclamações por escalar Penélope Cruz novamente como colombiana, estendendo a tendência antiquada de Hollywood de dar a europeus papéis de latino-americanos.     EU NÃO CHORO   A dramédia ácida acompanha a viagem da adolescente rebelde Ola para a Irlanda, em busca do corpo do pai com quem não falava, para enterrá-lo em sua Polônia natal. Mais interessada em aproveitar o passeio para se divertir, ao lidar com a burocracia estrangeira à sua maneira, ela aos poucos passa a conhecer melhor seu pai. Vencedor de 10 prêmios internacionais, a maioria conquistados pela atriz Zofia Stafiej, o filme de 2020 abriu as portas do mercado para o diretor-roteirista Piotr Domalewski, que depois de seu lançamento criou a série “Sexify” e dirigiu o thriller criminal “Entre Frestas”, ambos para a Netflix.

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    Continuação de “Crush à Altura” ganha trailer

    19 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Crush à Altura 2”, continuação da comédia romântica de 2019. A prévia ensina que para atingir maiores conquistas é preciso superar maiores inseguranças. Depois de superar os traumas causados por ser a garota mais alta da escola, Jodi (Ava Michelle) agora enfrenta o desafio de superar seus bloqueios em relação ao tamanho de seu talento artístico. E no meio disso, como se trata de uma produção juvenil da Netflix, ela ainda se envolve num triângulo amoroso. O elenco também conta com a volta de Sabrina Carpenter (“Garota Conhece o Mundo”), Griffin Gluck (“Vândalo Americano”), Luke Eisner (que viveu o cantor Evan Dando em “Os Goldbergs”), Anjelika Washington (“Star Girl”) e os adultos Angela Kinsey (série “The Office”) e Steve Zahn (“The Crossing”) como os pais de Jodi. Já a principal novidade é Jan Luis Castellanos (“13 Reasons Why”). “Crush à Altura 2” estreia em 11 de fevereiro.

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    Brasil tem seis filmes na programação do Festival de Berlim

    19 de janeiro de 2022 /

    O Festival de Berlim anunciou a programação de sua edição de 2022 com grande representação brasileira. São seis títulos. Só que nenhum na mostra principal. Na principal mostra paralela, a Panorama, o destaque é “Fogaréu”, drama de Flávia Neves, estrelado por Bárbara Colen, sobre estruturas coloniais e desigualdade que resistem no interior do Brasil. Na Forum, são dois longas. “Mato Seco em Chamas”, codirigido por Adirley Queirós e pela portuguesa Joana Pimenta, mostra o contraste entre a realidade de mulheres de Ceilândia e a venda de petróleo encontrado sob a cidade, enquanto “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre, aborda a situação de jovens queer de São Paulo durante a pandemia de covid-19. Os demais títulos são curta-metragens: “O Dente do Dragão”, de Rafael Castanheira Parrode, que estará na mostra Forum Expanded, “Manhã de Domingo”, de Bruno Ribeiro, e “Se Hace Camino al Andar”, de Paula Gaitán. O festival vai começar em 10 de fevereiro com a exibição de “Peter von Kant”, em que o francês François Ozon faz uma homenagem ao mítico “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, de Rainer Werner Fassbinder. Outros destaques da mostra competitiva são o novo filme do diretor sul-coreano Hong Sang-soo, “The Novelist’s Film”, a nova produção da francesa Claire Denis, “Both Sides of the Blade”, e o segundo longa solo do italiano Paolo Taviani após a morte do irmão, “Leonora Addio”. O cineasta M. Night Shyamalan será o presidente do júri que entregará o Leão de Ouro ao melhor da competição. Veja abaixo a lista dos filmes que disputarão o prêmio. Mostra Competitiva “A E I O U: A Quick Alphabet of Love” (França/Alemanha), de Nicolette Krebitz “A Piece of Sky” (Suíça/Alemanha), de Michael Koch “Alcarràs” (Espanha/Itália), de Carla Simón “Before, Now & Then” (Indonésia), de Kamila Andini “Both Sides of the Blade” (França), de Claire Denis “Call Jane” (Estados Unidos), de Phyllis Nagy “Everything Will Be OK” (França/Camboja), de Rithy Panh “Leonora Addio” (Itália), de Paolo Taviani “One Year, One Night” (Espanha/França), de Isaki Lacuesta “Peter von Kant” (França), de François Ozon “Rabiye Kurnaz vs. George W. Bush” (Alemanha/França), de Andreas Dresen “Return to Dust” (China), de Li Ruijun “Rimini” (Áustria/França/Alemanha), de Ulrich Seidl “Robe of Gems” (México/Argentina/Estados Unidos), de Natalia López Gallardo “That Kind of Summer” (Canadá), de Denis Côté “The Line” (Suíça/França/Bélgica), de Ursula Meier “The Novelist’s Film” (Coreia do Sul), de Hong Sang-soo “The Passengers of the Night” (França), de Mikhaël Hers

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    Robert Pattinson vai estrelar novo filme do diretor de “Parasita”

    19 de janeiro de 2022 /

    O primeiro filme de Bong Joon Ho após fazer história no Oscar com “Parasita” será uma superprodução hollywoodiana estrelada por Robert Pattinson, o novo Batman do cinema. Segundo apurou o site Deadline, o projeto é uma ficção científica intitulada “Mickey7”. Trata-se da adaptação do livro homônimo e ainda inédito do escritor Edward Ashton. Com lançamento marcado para 15 de fevereiro, o livro acompanha um clone descartável que integra um esforço de colonização do mundo de gelo Niflheim. Sempre que há uma missão muito perigosa – até mesmo suicida – a equipe se volta para Mickey. Depois que uma iteração morre, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas. Após seis mortes, Mickey7 entende os termos de seu acordo. Só que ele sobrevive e, ao retornar à base, descobre um novo clone em seu lugar, Mickey8. Como a ideia de clones duplicados é universalmente odiada, ele sabe que, se for pego, será imediatamente reciclado. Mas o segredo de sua sobrevivência pode ser a única forma de salvar a missão em Niflheim. De acordo com o Deadline, Joon Ho se aproximou do projeto no final do ano passado e entrevistou vários candidatos a protagonista antes de se decidir por Pattinson. Os dois estão em estágio de negociação de contratos com a Warner Bros., que vai financiar as filmagens. Brad Pitt e sua produtora Plan B também estão à bordo do projeto, que ainda não tem cronograma de produção conhecido.

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