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Filme

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11 de agosto de 2026
  • Filme,  Música

    Último show dos Beatles será exibido nos cinemas no Brasil

    31 de janeiro de 2022 /

    O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido nos cinemas do Brasil. O filme projetará 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, do Disney+. A apresentação dos Beatles chegará às salas IMAX dos cinemas brasileiros com o título de “The Beatles Get Back: O Último Show”, e estará em cartaz de 10 a 13 de fevereiro. Os ingressos estão à venda. O show histórico completou 53 anos no último domingo (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso. “Estou muito animado por o concerto no telhado de ‘The Beatles: Get Back’ ser visto em IMAX, naquela tela gigantesca”, afirmou o Peter Jackson em comunicado sobre o lançamento. “É a última apresentação dos Beatles e é a forma perfeita de ser vista e ouvida”. Lançada em novembro pelo Disney+, “The Beatles: Get Back” mostra, além do show, cenas inéditas dos bastidores da gravação de “Let It Be”, o último show dos Beatles.

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  • Filme

    Novo “Massacre da Serra Elétrica” ganha trailer sangrento

    31 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface”, novo capítulo da longeva franquia de terror. A prévia mostra o tom sangrento da continuação e revela a premissa, com a chegada de novas vítimas e o retorno da “final girl” do filme original – uma ideia que lembra “Halloween”. O novo “Massacre da Serra Elétrica” é uma continuação direta do longa original de 1974, dirigido por Tobe Hooper. Isto significa que o filme pretende ignorar todas as sequências posteriores – exatamente como a Universal fez com “Halloween”. O problema é que não é a primeira vez que isso acontece com esta franquia. Quem assina roteiro e produção são o cineasta uruguaio Fede Alvarez e seu parceiro Rodo Sayagues, ambos responsáveis por “O Homem nas Trevas” (2021), e o elenco inclui Elsie Fisher (“Oitava Série”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Jacob Latimore (“Maze Runner”), Moe Dunford (“Vikings”), Nell Hudson (“Vitória: A Vida de uma Rainha”), Alice Krige (“Maria e João: O Conto das Bruxas”) e Marilyn Burns, revivendo o papel de Sally Hardesty, a sobrevivente do filme original. Já o trabalho de direção sofreu uma mudança em meio às filmagens. Insatisfeito com o resultado, o estúdio Legendary demitiu os diretores Andy e Ryan Tohill (de “The Dig”), que estavam à frente do filme, devido a “diferenças criativas”. Com a demissão, o diretor de fotografia David Blue Garcia (“Blood Fest”) foi promovido à direção. Garcia já tinha experiência na função, tendo rodado o thriller “Tejano” com um orçamento de US$ 58 mil, além de vários comerciais. De quebra, é natural do Texas. Nono filme da franquia – e o primeiro desde “Leatherface”, de 2017, um prólogo que buscou mostrar a origem do assassino com máscara de pele humana – “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface” tem estreia marcada para 18 de fevereiro.

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  • Filme

    “Homem-Aranha” vira segunda maior bilheteria do Brasil em todos os tempos

    31 de janeiro de 2022 /

    Firme em 1º lugar como o filme mais visto do país, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” realizou uma façanha no fim de semana, ao ultrapassar a marca de R$ 300 milhões de arrecadação no circuito cinematográfico nacional e virar a segunda maior bilheteria de todos os tempos no Brasil. Desde a estreia, em 16 de dezembro, o longa acumula R$ 301,8 milhões em ingressos vendidos e público de 16,4 milhões de espectadores, segundo dados da consultoria Comscore. A bilheteria da coprodução da Sony e Disney/Marvel só fica atrás de “Vingadores: Ultimato”, que em 40 semanas de 2019 arrecadou R$ 388,8 milhões e levou 19,6 milhões de pessoas aos cinemas. Antes de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, a segunda maior bilheteria de cinema no Brasil era do remake live-action de “O Rei Leão”, que fez R$ 266,7 milhões em ingressos vendidos e teve 16,3 milhões de espectadores durante as 57 semanas em que ficou em cartaz em 2019. O topo do ranking nacional do fim de semana se completa com “Pânico” e “Sing 2”, que atualmente estão nas mesmas posições no mercado norte-americano. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias de cinema do Brasil, segundo a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 27-30/11. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 2. #PanicoOFilme #ScreamMovie 3. #Sing24. #EduardoEMonica 5. #Spencer 6. #OBecoDoPesadelo 7. #TurmaDaMonica #Lições 8. #JuntosEEnrolados9. #MatrixResurrections 10. #Agentes355 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 31, 2022

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    “Homem-Aranha” segue como filme mais visto nos EUA

    30 de janeiro de 2022 /

    “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue liderando as bilheterias dos EUA e Canadá após sete fins de semana. O fenômeno arrecadou mais US$ 11 milhões desde sexta-feira. Com isso, chegou neste domingo (30/1) a US$ 735 milhões, a quarta melhor arrecadação doméstica de todos os tempos. Internacionalmente, a coprodução da Sony e da Disney/Marvel ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão no fim de semana. Trata-se de um feito e tanto, porque foi apenas a décima vez que um título americano alcançou este rendimento com bilheterias do exterior. Com tanto sucesso, o filme do Homem-Aranha atingiu um faturamento mundial de US$ 1,74 bilhão, o sexto maior da História de Hollywood. O resultado também é a maior bilheteria já registrada para um filme “solo” de super-herói, perdendo no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) apenas para os dois longas mais recentes dos Vingadores. Considerando que acima de sua arrecadação há cinco produções da Disney (incluindo a antiga 20th Century Fox) com mais de US$ 2 bilhões, o desempenho do filme não deve ultrapassar esta posição do ranking. De todo modo, é impressionante que “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” tenha chegado tão alto sem uma exibição na China, país com o maior número de cinemas do planeta. Mas também é curioso o papel da pandemia em seu sucesso. O aumento da contaminação de covid-19 fez com que os estúdios adiassem seus lançamentos de cinema, o que deixou “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” sem novos concorrentes neste e outros fins de semana recentes. Sem novas estreias, a lista dos títulos mais vistos nos EUA e Canadá se manteve inalterada em relação à semana passada, com “Pânico” em 2º lugar em seu terceiro fim de semana. O terror da Paramount vendeu US$ 7,3 milhões em ingressos para atingir um total de US$ 62,1 milhões na América do Norte. Com isso, a produção orçada em US$ 24 milhões basicamente se pagou, transformando toda a bilheteria internacional – US$ 44 milhões – em lucro. “Sing 2”, da Universal, completa o pódio em seu sexto fim de semana. Com US$ 4,8 milhões em ingressos vendidos, chegou a uma receita doméstica de US$ 134,5 milhões, tornando-o maior bilheteria norte-americana de uma animação em todo a pandemia – já que a Disney continua enviando seus desenhos inéditos diretamente para a Disney+. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 243 milhões.

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    “Abracadabra 2” vai estrear no próximo Halloween

    29 de janeiro de 2022 /

    Dois dias depois de Bette Midler anunciar o encerramento das filmagens de “Abracadabra 2”, o produtor Adam Shankman (“Hairspray”) revelou a data de estreia da produção. Em um post nas redes sociais, ele confirmou o fim dos trabalhos, agradeceu ao elenco e adiantou que o filme estreará no próximo Halloween (31 de outubro) na plataforma Disney+. Lançado em 1993, o primeiro longa contava a história de Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy), três bruxas do século 17 que chegavam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Porém, precisam enfrentar três crianças e um gato falante, dispostos a atrapalhar seus planos de garantir sua imortalidade. A produção dirigida por Kenny Ortega (“Os Descendentes”) se tornou um grande sucesso infantil da Disney e suas estrelas nunca desistiram da campanha por uma continuação. O projeto acabou confirmado depois que um relançamento improvisado do filme original durante a pandemia atingiu resultados notáveis, obtendo cerca de US$ 5 milhões em um punhado de cinemas dos EUA, apesar de também ter sido reprisado na TV na mesma época. Na sequência, as bruxas voltarão à Salem nos dias atuais após serem invocadas por três adolescentes, vividas por Whitney Peak (“Gossip Girl”), Lilia Buckingham (“Crown Lake”) e Belissa Escobedo (“American Horror Stories”). A direção está a cargo da cineasta Anne Fletcher (“A Proposta”) e o elenco também inclui Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) e Tony Hale (“Veep”), além de Doug Jones (“Star Trek: Discovery”), que interpretou Billy Butcherson na versão original e reprisará o papel no novo filme. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adam Shankman (@adamshankman)

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    Carol Speed (1945–2022)

    29 de janeiro de 2022 /

    A atriz Carol Speed, que estrelou o cult de blaxploitation “The Mack”, morreu em 14 de janeiro em Muskogee, Oklahoma. Ela tinha 76 anos e sua família anunciou sua morte em um comunicado publicado online sem especificar a causa. Carol Ann Bennett Stewart virou Carol Speed na década de 1970, a partir do filme de presidiárias “The Big Bird Cage” (1972) e do policial “Os Novos Centuriões” (1972) – que chegou a virar série. Mas seu nome só foi tornar realmente conhecido a partir de “The Mack” (1973), ao interpretar a namorada prostituta do personagem-título vivido por Max Julien, que morreu no início deste mês. O culto em torno de “The Mack”, que também destacava em seu elenco o humorista Richard Pryor, transformou Speed ​em estrela desse tipo de filme. Ela filmou mais cinco produções do gênero até 1979, saindo de cena com “Disco Godfather”. Entre seus filmes de gângsteres negros, Speed ainda protagonizou o terror “Abby” em 1974, interpretando o papel-título, uma mulher possuída pelo antigo demônio nigeriano Exu. “Abby” foi um sucesso de público, mas a produção acabou processada pela Warner Bros. sob a alegação de ser um plágio de “O Exorcista” (1973). O processo fez o longa ser retirado dos cinemas e criou barreiras para sua comercialização, tornando-o quase esquecido. Mas cinéfilos que ouviram falar do filme acabaram resgatando seu status em cineclubes e sessões comemorativas. Mais que cult, “Abby” se tornou lendário. Após se afastar das telas, ela virou escritora. Seu romance semiautobiográfico de 1980, “Inside Black Hollywood”, se provou tão “escandaloso” que virou “o assunto da cidade”, segundo a revista Jet na época. A vida real da atriz também ​​teve sua parcela de drama ao estilo blaxploitation. Enquanto ela estava filmando “The Mack”, seu namorado foi morto a tiros em Berkeley, Califórnia. Naquela época, ela estava lutando para pagar sua casa em Hollywood Hills, tentando sustentar seu filho, Mark Speed, e expulsando outro homem de seu lar. Ele foi embora, mas levou muitos dos pertences dela – até mesmo o colchão da cama em que dormia. Outra história curiosa aconteceu durante as filmagens de “Abby”, quando vários tornados atingiram Louisville, onde o filme estava sendo rodado, e uma mansão onde o elenco havia participado de uma festa luxuosa foi destruída. Então, quando Speed ​​apareceu no set em sua fantasia demoníaca, o gerador começou a funcionar mal e seus colegas ficaram assustados. “A equipe quase começou a acreditar que eu estava possuída pelo poderoso Exu”, ela revelou, em uma entrevista para a Jet.

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    Festival de Sundance premia documentário sobre luta de índios brasileiros

    28 de janeiro de 2022 /

    A organização do Festival de Sundance anunciou na noite desta sexta (28/1) os vencedores de sua edição de 2022. E o grande destaque da lista foi o documentário “The Territory”, rodado na Amazônia, única produção a vencer dois troféus: o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. Concorrendo na seção de Cinema Mundial como coprodução brasileira e americana (do cineasta Darren Aronofsky, de “Noé”), a obra dirigida pelo americano Alex Pritz acompanha a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores que invadiram a área protegida de sua tribo na floresta amazônica, incentivados pela retórica e prática destrutiva de Jair Bolsonaro. Elogiadíssimo pela crítica estrangeira, o filme tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e está sendo considerado um dos melhores documentários da década. Adquirido pela National Geographic, será forte candidato às premiações de 2023 e a incomodar Bolsonaro nas eleições deste fim de ano. O prêmio do júri, por sua vez, ficou com o documentário “All That Breathes”, do indiano Shaunak Sen, sobre a proteção de um pássaro em meio à poluição de Delhi. Em sua porção americana, Sundance ainda reverenciou dois documentários políticos: “The Exiles”, sobre sobreviventes do massacre de 1989 na Praça Celestial, em que tanques de guerra atacaram manifestantes pacíficos em Pequim, e “Navalny”, sobre o atentado por envenenamento sofrido por Alexei Navalny, opositor russo do governo de Vladimir Putin. As obras venceram, respectivamente, os prêmios do Júri e do Público na competição nacional do festival. Entre os títulos dramáticos, o destaque ficou com “Cha Cha Real Smooth”, dirigido e estrelado por Cooper Raiff. Vencedor do prêmio do público na disputa entre as obras de ficção, o romance entre um jovem anfitrião de festas de Bar Mitzvah e a mãe de uma menina autista foi adquirido pela Apple TV+ na véspera da premiação por US$ 15 milhões, na maior negociação de direitos do festival deste ano. Além de Raiff no papel principal, o elenco destaca Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Foi a segunda vez consecutiva que a Apple acertou o vencedor de Sundance, tendo adquirido “No Ritmo do Coração” (CODA) antes de o filme de Sian Heder vencer os troféus do Público e do Júri no ano passado. Neste ano, porém, houve divisão de preferências. O Júri da disputa dramática optou por “Nanny”, longa de estreia da curta-metragista Nikyatu Jusu, que traz a senegalesa Anna Diop (“Titãs”) no papel de uma babá refugiada em Nova York. Na disputa dramática internacional, os vencedores foram o boliviano “Utama”, de Alejandro Loayza Grisi, sobre um casal de roceiros enfrentando a seca nas montanhas do país, e o finlandês “Girl Picture”, de Alli Haapasalo, em que três garotas adolescentes descobrem o amor e o prazer. Ficaram com os prêmios do Júri e do Público, respectivamente. Confira abaixo os trabalhos premiados nas mostras competitivas do Festival de Sundance 2022. COMPETIÇÃO DRAMÁTICA AMERICANA Grande Prêmio do Júri: “Nanny” Prêmio do Público: “Cha Cha Real Smooth” Melhor Direção: Jamie Dack, “Palm Trees and Power Lines” Melhor Roteiro: K.D. Dávila, “Emergency” Prêmio Especial do Júri por Visão Artística: Bradley Rust Gray, “Blood” Prêmio Especial do Júri por Melhor Elenco: John Boyega, Nicole Beharie, Selenis Leyva, Connie Britton, Olivia Washington, London Covington e Michael K Williams, “892” COMPETIÇÃO DOCUMENTAL AMERICANA Grande Prêmio do Júri: “The Exiles” Prêmio do Público: “Navalny” Melhor Direção: Reid Davenport, “I Didn’t See You There” Melhor Edição: Erin Casper e Jocelyne Chaput, “Fire of Love” Prêmio Especial do Júri por Impacto pela Mudança: “Aftershock” Prêmio Especial do Júri por Impacto pela Visão Criativa: “Descendant” COMPETIÇÃO DRAMÁTICA MUNDIAL Grande Prêmio do Júri: “Utama” Prêmio do Público: “Girl Picture” Melhor Direção: Maryna Er Gorbach, “Klondike” Prêmio Especial do Júri: “Leonor Will Never Die” Prêmio Especial do Júri por Melhor Atuação: Teresa Sánchez, “Dos Estaciones” COMPETIÇÃO DOCUMENTAL MUNDIAL Grande Prêmio do Júri: “All That Breathes” Prêmio do Público: “The Territory” Melhor Direção: “A House Made of Splinters” Prêmio Especial do Júri por Técnica Documental: “The Territory” Prêmio Especial do Júri por Excelência em Filmagem Real: “Midwives”

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    Ator de “Amor, Sublime Amor” será o novo He-Man

    28 de janeiro de 2022 /

    A Mattel e a Netflix encontraram um novo galã adolescente para viver He-Man. Após Noah Centineo desistir de estrelar a nova adaptação live-action de “Mestres do Universo”, o ator Kyle Allen (“Amor, Sublime Amor”) foi anunciado como protagonista da nova adaptação. Assim como Centineo, que estourou com a franquia “Para Todos os Garotos que Já Amei” na Netflix, Allen também estrelou um romance adolescente de sucesso em streaming: “O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas”, na Amazon Prime Video. Originalmente, He-Man fazia parte de linha de bonecos lançados pela Mattel em 1982, os “Mestres do Universo”. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Este sucesso rendeu um primeiro longa em 1987, em que Dolph Lundgren viveu He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) foi o vilão Esqueleto. Mas graças aos efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado atualmente por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (de “Friends”). E por ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Por conta do fracasso do primeiro filme, o reboot habita o limbo conhecido como “produção em desenvolvimento” há 14 anos, período pelo qual passou por várias configurações. A pilha das páginas escritas para roteiros já descartados do longa inclui textos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”), Art Marcum e Matt Holloway (“Homem de Ferro”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda tinha a pretensão de dirigir o longa. A versão atual do projeto tem direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, que assinam a vindoura comédia de ação de Sandra Bullock, “Cidade Perdida”. Os irmãos Nee também escreveram o roteiro em parceria com David Callaham (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”). “’Mestres do Universo’ é uma propriedade icônica que moldou a imaginação de toda uma geração de crianças com a mensagem de se tornar a melhor versão de si mesmo. Com nossos parceiros da Netflix, esperamos mostrar ao público que tudo pode acontecer em Eternia. Continuamos a explorar essa franquia global de novas maneiras, e mal podemos esperar para ver Kyle batalhando com Skeletor nesta saga épica de ação”, disse Robbie Brenner, chefe da Mattel Films e produtor executivo do projeto. Ao contrário da primeira produção live-action do He-Man, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. No filme, Kyle Allen viverá um órfão chamado Adam, que descobre que é um príncipe destinado a ser o salvador de uma terra distante. Para isso, deve aprender rapidamente sobre seu poder e a importância de salvar seu verdadeiro lar de uma força maligna – obviamente, o Esqueleto. A produção, que será lançada em streaming pela Netflix, ainda não tem previsão de estreia.

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    Biografia de Keith Moon será filmada em junho

    28 de janeiro de 2022 /

    A cinebiografia de Keith Moon, lendário baterista da banda The Who, definiu sua equipe e se prepara para começar a ser filmada em junho no Reino Unido. Segundo a revista Variety, o projeto tem o título provisório de “The Real Me” (título de uma música do álbum “Quadrophenia”) e conta com os membros sobreviventes da banda, Roger Daltrey e Pete Townshend, como produtores executivos. O filme tem roteiro de Jeff Pope (indicado ao Oscar por “Philomena”) e será dirigido por Paul Whittington, que anteriormente assinou os três episódios da minissérie “Cilla”, sobre a cantora Cilla Black, passada no mesmo período do auge do The Who. A produção está a cargo do estúdio americano White Horse Pictures, com sede em Los Angeles, que realizou o documentário de Martin Scorsese “George Harrison: Living in the Material World”, bem como pelo documentário de Ron Howard sobre os Beatles “Eight Days a Week: The Touring Years”. Embora nenhum nome do elenco tenha sido revelado, o processo de seleção já está acontecendo há alguns meses. Considerado um dos maiores bateristas de todos os tempos, Keith Moon também era notoriamente famoso pelo consumo de drogas, que acabou sendo a causa de sua morte em 1978, com apenas 32 anos de idade – apesar da aparência final de um homem de 50. Em uma entrevista de 2018 para a revista GQ, o cantor Roger Daltrey refletiu sobre o velho amigo: “Keith viveu toda a sua vida como uma fantasia. Ele era o homem mais engraçado que já conheci, mas também era o mais triste. Eu vi Keith em alguns momentos terríveis. Eu o vi a sua altura lendária, mas também em seu ponto mais baixo. Keith é alguém que eu amo profundamente, mas que era uma pessoa profundamente problemática.” Lembre abaixo da música “Real Me”, com um solo marcante de Keith Moon.

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    Jason Momoa entra em “Velozes e Furiosos 10”

    28 de janeiro de 2022 /

    O desfecho da franquia “Velozes e Furiosos” terá uma adição de peso em seu elenco. O site da revista The Hollywood Reporter revelou que Jason Momoa (o “Aquaman”) está negociando com a Universal Pictures para se juntar a Vin Diesel em “Velozes e Furiosos 10”. A informação foi confirmada por Variety e Deadline, mas nenhuma publicação conseguiu detalhes do papel de Momoa, que tanto pode ser o próximo vilão da franquia quanto um aliado dos protagonistas. Ele vai entrar na produção após Dwayne “The Rock” Johnson recusar-se a repetir seu papel como Hobbs na despedida da saga, após brigar com Vin Diesel nos bastidores de “Velozes e Furiosos 8”. Com direção de Justin Lin, responsável pelo último filme – e pela maioria dos títulos da franquia – , “Velozes e Furiosos 10” está sendo apresentado como a conclusão da saga estrelada por Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris, Sung Kang e Nathalie Emmanuel. Mas há versões deste desfecho que apresentam o final como um filme em duas partes – o que levaria a um “Velozes e Furiosos 11” ou algo equivalente (“Velozes e Furiosos 10 – Parte 2”). Lançado no verão passado, “Velozes e Furiosos 9” foi um dos maiores sucessos da era pandêmica, arrecadando mais de US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais. As filmagens de “Velozes e Furiosos 10” vão começar em poucos meses, na primavera norte-americana (nosso outono), para uma estreia marcada em 19 de maio de 2023.

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    Teaser de “Batman” revela John Turturro como Dom Falcone

    28 de janeiro de 2022 /

    A Warner divulgou um novo pôster e mais um teaser do filme “Batman”, que apresenta pela primeira vez John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine “Dom” Falcone, numa interação com o herói vivido por Robert Pattinson (“Tenet”). Dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme vai abordar o começo da carreira de Batman, antes de sua fama se solidificar no submundo do crime. Por conta disso, a trama também mostra a origem de vários personagens icônicos, materializando os primeiros encontros do herói com a Mulher-Gato e o Pinguim – aliás, nesta época Oswald Cobblepot ainda odiava ser chamado por sua alcunha. Mas o embate principal do vigilante de Gotham City será contra o Charada, que aparecerá em sua versão mais perigosa. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público e Barry Keoghan (“Eternos”) como um certo maluco gargalhante internado no Asilo Arkham. A estreia vai acontecer em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ‘‘You think you’re gonna scare me with that mask and that cape ?’’ Carmine Falcone in #TheBatman pic.twitter.com/E6DhgwWFdF — The Batman Film News 🦇 (@TheBatmanFilm_) January 27, 2022

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    Filme espacial de Tom Cruise ganha detalhes

    28 de janeiro de 2022 /

    O anunciado filme de Tom Cruise produzido no espaço ganhou seus primeiros detalhes, numa reportagem da revista Variety sobre a logística das filmagens. De acordo com a publicação, apenas algumas cenas do longa serão realmente realizadas no espaço, ambientadas na Estação Espacial Internacional. Também serão rodadas imagens dentro da nave real que levará o ator até lá. Apesar disso, a maior parte do filme será realizada em estúdio na Terra. Segundo a Variety, a produção será “um épico de ação e aventura em que Cruise interpreta um cara derrotado pela vida que subitamente se vê na posição de único salvador possível da Terra”. As filmagens devem começar em 2023 com produção da Universal Pictures, mas o estúdio ainda está aguardando o roteiro final do diretor Doug Liman, que vai comandar o longa, e Christopher McQuarrie, parceiro de Cruise na franquia “Missão: Impossível”. A expectativa é que este seja o próximo grande projeto de Cruise, após finalizar os trabalhos de “Missão: Impossível 8”. O filme ainda não tem título definido e nem previsão de estreia.

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    Estreias de cinema digital incluem “Free Guy” e “Matrix”

    28 de janeiro de 2022 /

    A programação de estreias digitais tem blockbusters, produções para crianças e terrores bem adultos. Confira abaixo 10 filmes que se destacam dentre os lançamentos das plataformas de streaming e serviços de VOD (locação digital) e garantem o melhor cinema em casa do fim de semana.     FREE GUY | STAR+ Comédia de ação com 80% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, “Free Guy” é “O Show de Truman” da geração gamer, que explora ao máximo o carisma e o humor falastrão característicos de Ryan Reynolds (o “Deadpool”) no papel de um personagem de videogame. Na trama, ele vive um bancário comum chamado Guy (Cara, em inglês), que é um NPC (personagem não jogável) numa cena de assalto de game. Todo dia é igual em sua vida, até que uma jogadora (Jodie Comer, de “Killing Eve”) atropela sua existência e o torna autoconsciente. Ao perceber que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”), Guy resolve ajudar outros figurantes a enfrentar as ameaças do jogo, o que se torna um problema para a diversão dos jogadores. Cheio de easter eggs e participações especiais que só vendo para crer, o filme foi escrito por Matt Lieberman (dos novos longas animados de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”) e marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”.     MATRIX RESURRECTION | HBO MAX, NOW, VIVO PLAY, VOD* Continuação que é mais nostálgica que inovadora, o revival de Lana Wachowski dividiu opiniões ao incorporar uma sátira metalinguística à trama e se apresentar como uma história de amor. Não são características que o público associa à franquia. Cheia de flashbacks e personagens antigos – alguns com rostos novos – , a sci-fi vai fundo mesmo na metalinguagem, reintroduzindo o personagem de Keanu Reeves como o programador de um game chamado ‘Matrix’. A ironia faz parte da nova vida de Thomas Anderson, projetada pelas máquinas, até ser libertado por rebeldes clandestinos que ouviram falar na antiga lenda de Neo. Descobrindo que décadas se passaram, a única coisa que lhe importa é salvar Trinity (Carrie-Anne Moss), ainda aprisionada na Matrix.     MINAMATA | GLOBOPLAY Em seu último filme americano, Johnny Depp incorpora o premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918–1978) durante seu derradeiro e mais importante trabalho: a denúncia de uma doença terrível criada pelo envenenamento de mercúrio no meio-ambiente. O registro, feita em 1971 na pequena vila costeira de Minamata, no Japão, chamou atenção do mundo para os efeitos horríveis dos crimes ambientais. A doença de Minamata se originou pela negligência grosseira de uma fábrica química japonesa local. Durante décadas, a empresa despejou metais pesados ​​na água, tornando o abastecimento tóxico. Como resultado, milhares de japoneses da região morreram ou tiveram sequelas ao consumir água e peixes contaminados. Deformidades e defeitos congênitos graves se tornaram uma ocorrência comum. A denúncia ajudou a trazer justiça e indenizações para a comunidade, mas W. Eugene Smith pagou um preço elevado, vindo a morrer pouco depois da consagração mundial de suas fotos por sequelas de uma surra que sofreu dos capangas da indústria criminosa. Toda esta história está contada no filme, que continua atual e relevante diante do crescimento do envenenamento por mercúrio no Brasil. O mesmo crime ambiental pode ser encontrado na expansão ilegal da mineração pelos rios da Amazônia, estimulada por inações do desgoverno, já tendo como consequência a alteração da cor das águas do rio Tapajós.     TITANE | MUBI Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2021, o terror extremo de Julia Ducournau radicaliza o estilo repulsivo de “Raw”, longa de estreia da diretora, que deu muito o que falar ao ser lançado em 2016. A trama combina terror biológico (à moda dos primeiros filmes de David Cronenberg), filme de serial killer feminina, fetiche sexual por carros e é estrelado pelo veterano Vincent Lindon (“O Valor de um Homem”) e a estreante Agathe Rousselle. Repugnante e delirante, não é um filme fácil, muito menos feito para agradar todos os gostos.     TODOS OS DEUSES DO CÉU | NOW Outro terror francês bizarro e premiado, o filme intenso acompanha um operário que cuida da irmã, gravemente incapacitada após os dois brincarem de roleta russa na infância. Com surtos psicóticos, ele passa os dias esperando discos voadores aparecerem para levá-lo embora com sua irmã para um mundo melhor. Repleto de imagens perturbadoras, o longa do cineasta Quarxx (“Marginal Tango”) impressiona visualmente como os primeiros filmes de Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet (pense num “Delicatessen” mais radical), enquanto conta uma história terrível sobre trauma e as cicatrizes duradouras de culpa, recriminação e loucura.     IN THE EARTH | NOW, VOD* Rodado durante o auge da pandemia pelo diretor Ben Wheatley (do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”), o terror britânico acompanha um cientista (Joel Fry, de “Cruella”) que, com o auxílio de uma guia, adentra uma floresta em busca de colegas que desapareceram na região. Mas o que parecia uma jornada de rotina se revela um pesadelo alucinógeno, praticamente uma “Bruxa de Blair” psicodélica. Exibido em janeiro de 2021 na programação do Festival de Sundance, o filme atingiu 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas não alcançou unanimidade entre o público, devido ao ritmo lento e a opacidade narrativa.     A VIDA DEPOIS | HBO MAX O primeiro filme dirigido pela atriz Megan Park (“Será Quê?”) venceu o Festival SXSW com uma história intensa envolvendo trauma. O título faz referência a como a um atentado armado numa escola dos EUA afeta a vida de duas jovens sobreviventes, vividas por Jenna Ortega (“Pânico”) e Maddie Ziegler (“Amor, Sublime Amor”). A tragédia faz com que elas passem a dar mais valor a suas vidas e às pequenas coisas ao seu redor.     CLIFFORD – O GIGANTE CÃO VERMELHO | NOW, VOD* Sucesso infantil, o longa conta a origem do cachorro criado pelo desenhista Norman Bridwell (1928–2014) e os problemas causados por seu tamanho descomunal. O humor ajuda a gerar empatia pela versão cinematográfica do bicho, que em seu primeiro teaser chegou a ser rejeitado pelos fãs das ilustrações originais. A adaptação foi escrita por David Ronn e Jay Scherick, que já tinham levado os Smurfs ao mundo live-action em dois longas-metragens (em 2011 e 2013), e a direção é de Walt Becker, que também teve experiência anterior com bichos de CGI, no filme “Alvin e os Esquilos: Na Estrada” (2015).     A ERA DO GELO: AS AVENTURAS DE BUCK | DISNEY+ O sexto longa animado – ou primeiro spin-off – da franquia “A Era do Gelo” é o primeiro com lançamento exclusivo em streaming. A trama acompanha os irmãos gambás pré-históricos Crash e Eddie numa volta ao mundo selvagem dos dinossauros, quando eles decidem viver uma nova aventura com a doninha caolha Buck. Os demais personagens também aparecem, em pequenas participações. Mas a principal diferença da nova produção é o visual com menos detalhes – e acabamento inferior – em relação às anteriores. Vale lembrar que a Disney se desfez do estúdio Blue Sky, que faturou mais de US$ 5 bilhões com o lançamento de 13 filmes de sucesso – incluindo as franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, que recebeu indicação ao Oscar, todos com direção do brasileiro Carlos Saldanha – , após comprar o conglomerado 21th Century Fox. Com direção de John C. Donkin, que trabalhou como produtor nos filmes anteriores, o desenho destaca a participação de Simon Pegg (das franquias “Missão: Impossível” e “Star Trek”) como a voz original de Buck.     OS BEATLES E A ÍNDIA | HBO MAX A redescoberta de preciosidades dos Beatles continua. Após a série da Apple sobre as gravações de “Let It Be” entre 1969 e 1970, a HBO Max explora a imersão de três anos da banda britânica na cultura indiana. Dirigido pelo escritor e jornalista indiano Ajoy Bose, o documentário resgata a passagem dos Beatles pela cidade de Rishikesh, na Índia, o relacionamento com o guru Maharishi Mahesh Yogi e a influência da música indiana em seus discos, especialmente pela incorporação da cítara no arsenal de instrumentos de George Harrison. A produção retrata a descoberta da cítara por Harrison, enquanto os Beatles filmavam a comédia “Help!”, e o uso do instrumento na canção “Norwegian Wood”, de John Lennon, em 1965, além da decisão radical do quarteto de abandonar suas vidas de celebridades no Ocidente para se refugiar num remoto local do Himalaia e explorar sua espiritualidade, o que rendeu uma explosão criativa – cerca de 50 músicas foram compostas durante o retiro. Para completar, a produção ainda aborda o impacto do grupo sobre a juventude indiana, com influência na moda e na música do país durante os anos 1960.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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