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Filme

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Filme

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Filme

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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Continuação de “Avatar” ganha primeiro teaser com visual computadorizado

    9 de maio de 2022 /

    A 20th Century Studios divulgou o pôster nacional e o primeiro teaser legendado de “Avatar: O Caminho da Água”, sequência do já distante filme de 2009. A prévia se dedica a mostrar cenas, paisagens e personagens criados por computador, especialmente a família de Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana). A ausência de referências live-action (de pessoas reais) faz com que a apresentação pareça uma animação – o desenho animado mais caro de todos os tempos. Refletindo a passagem de tempo desde o lançamento original, a sequência de “Avatar” se passa mais de uma década após os eventos vistos no primeiro filme. De acordo com a sinopse, a obra conta “a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os seguem, o quão longe eles vão para manter um ao outro seguro, as batalhas que eles lutam para se manterem vivos e as tragédias que enfrentam”. Novamente dirigido por James Cameron, o filme volta a trazer Zoe Saldana e Sam Worthington nos papéis principais, além de Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore, Giovanni Ribisi e Matt Gerald, presentes no primeiro longa, e novidades como Kate Winslet (“Mare of Easttown”), Edie Falco (“Nurse Jackie”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). A estreia vai acontecer em 15 de dezembro, 13 anos após o filme original.

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  • Etc,  Filme

    Kang Soo-youn (1966–2022)

    8 de maio de 2022 /

    A atriz Kang Soo-youn, primeira sul-coreana premiada num festival europeu de ponta, morreu no sábado (7/5) em um hospital de Seul, após sofrer uma parada cardíaca e uma hemorragia cerebral. Ela tinha 55 anos. Soo-youn começou a atuar no cinema ainda criança, com 4 anos de idade numa série da emissora local TBC. A estreia no cinema aconteceu aos 11 e abriu uma sucessão de filmes que a transformou numa das atrizes mirins mais populares da Coreia do Sul. Até que, aos 21 anos, ela se reinventou como atriz de dramas adultos, consagrando-se como Melhor Atriz do Festival de Veneza por seu papel em “The Surrogate Womb”, dirigido por Im Kwon-taek. O filme representou uma mudança radical em sua carreira, trocando sua imagem de menina inocente pela de uma adolescente disposta a tudo, que convence um homem em busca de uma barriga de aluguel a contratá-la para engravidar dele por dinheiro. Ao se tornar a primeira sul-coreana reconhecida no Festival de Veneza, ela se transformou numa das maiores estrelas de seu país natal. Dois anos depois, com o cabelo raspado para viver uma monja budista, ela ainda recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Moscou por “Come Come Come Upward”, de Im Kwon-taek, estabelecendo-se como a maior estrela da Coreia do Sul – o que lhe rendeu convites para integrar o júri de festivais importantes, como de Tóquio e o próprio Festival de Moscou. Soo-youn permaneceu uma das atrizes mais ativas do cinema sul-coreano até o final dos anos 1990. Mas depois de “Rainbow Trout” em 1999, ela decidiu priorizar a televisão, afastando-se das telas grandes para estrelar o drama político histórico “Ladies of the Palace” (2001) no canal SBS, que se tornou uma das séries de maior audiência da Coreia do Sul. Nos últimos anos, porém, ela preferiu diminuir o ritmo. Foram apenas cinco longa-metragens neste século, com o último lançado em 2011. Em compensação, de 2015 a 2017, foi co-diretora executiva do Festival de Busan, principal evento de cinema de seu país. Ela estava pronta para retomar sua carreira com “Jung-E”, produção da Netflix dirigida por Yeon Sang-ho (“Invasão Zumbi”).

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  • Filme

    “Doutor Estranho 2” tem uma das maiores estreias de todos os tempos

    8 de maio de 2022 /

    “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” estreou com US$ 185 milhões nos EUA e Canadá, e somou US$ 450 milhões de bilheteria mundial em seu primeiro fim de semana em cartaz, de acordo com dados da Comscore. A marca é tão impressionante que significa que, em apenas quatro dias – considerando os países com estreias nas quintas – , “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” já fez quase 70% de toda a bilheteria conquistada por “Batman” em dois meses. O valor representa a quarta maior estreia entre todas as produções da Marvel, superada apenas pelos dois últimos “Vingadores” e “Homem-Aranha Sem Volta para Casa”. Na comparação com outros filmes de super-heróis, a abertura ficou apenas 17% atrás de “Homem-Aranha Sem Volta para Casa”, 126% acima de “Batman” e 160% acima do primeiro “Doutor Estranho”. O filme dirigido por Sam Raimi ainda estabeleceu um novo recorde de bilheteria IMAX, com US$ 33 milhões, a maior bilheteria do formato num lançamento de maio – e a 5ª melhor estreia mundial da Marvel no formato. E revitalizou o desempenho das projeções em 3D, que vinham em queda devido ao valor mais elevado de seus ingressos. Em toda a América Latina, 25% das bilheterias vieram do 3D, lideradas pelo Brasil com 46%. Além dos EUA e Canadá, os países em que o filme teve maior bilheteria foram Coreia do Sul (US$ 30 milhões), Reino Unido (US$ 24,7 milhões), México (US$ 21,5 milhões), Brasil (US$ 16,3 milhões), Índia (US$ 12,7 milhões), Austrália (US$ 12,6 milhões), Alemanha (US$ 12 milhões), França (US$ 11 milhões), Japão (US$ 9,4 milhões) e Itália (US$ 9 milhões). Em todos os mercados de lançamento, o filme chegou ao Top 10 das maiores estreias de todos os tempos. E ainda marcou a melhor estreia da era pandêmica em oito países. No Brasil, ficou atrás apenas da estreia do novo “Homem-Aranha”. O desempenho da produção do Marvel Studios deixou a concorrência na poeira. Líder pelas últimas duas semanas nos EUA, a animação “Os Caras Malvados” ficou em 2º lugar com apenas US$ 9,7 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme chegou em US$ 57,5 milhões na América do Norte e US$ 148 milhões em todo o mundo. “Sonic 2: O Filme” completa o pódio com US$ 6,2 milhões, atingindo US$ 169,9 milhões domésticos e US$ 349 milhões mundiais. E isso dá a medida do tamanho da arrecadação da produção da Marvel, já que a Paramount considera a adaptação do videogame um sucesso. Com um mês em cartaz, “Sonic 2” faturou menos que “Doutor Estranho 2” em quatro dias. O novo filme da Marvel também pulverizou os números de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”. A comparação escancara de vez o fracasso da produção da Warner Bros., que aparece em 4º lugar nos EUA neste fim de semana com US$ 3,9 milhões. Em 24 dias, foram US$ 86 milhões na América do Norte e US$ 363 milhões em todo o mundo, o que representa o fim da viabilidade financeira da franquia.

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  • Filme

    James Gunn anuncia final das filmagens de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”

    7 de maio de 2022 /

    O cineasta James Gunn anunciou o final das filmagens de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em suas redes sociais, com a postagem de uma foto em que celebra o fim do trabalho com o elenco num bar. “Encerramos a produção da trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’. Amo esse elenco maravilhoso, essa equipe e seus belos talentos e almas gentis. Sou um ser humano sortudo por tê-los comigo nessa jornada durante quase uma década”, ele escreveu. Ele ainda mencionou que Zoe Saldana, ausente da foto, também participou da festa de despedida, mas estava, segundo as palavras de Gunn, com uma “atriz não-anunciada”. A foto publicada na sequência revela Saldana ao lado de Jennifer Holland, a Harcourt de “Pacificador”, que é noiva do diretor. Gunn ainda postou outra mensagem no Twitter e no Instagram, acompanhando a claquete da cena final. “Depois de mais de 100 dias de filmagem e mais de 3.000 takes, esta é a claquete da cena final de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, presenteada a mim pela equipe de filmagem. Foi um take fácil de Rocket sentado, e precisei dar tudo de mim para não desabar e começar a soluçar no set”, ele explicou. “A maior parte dos últimos dez anos da minha vida foram gastos trabalhando e pensando nos Guardiões. Ainda tenho um longo caminho pela frente com efeitos visuais e edição, mas isto aqui ainda é importante para mim”, refletiu. “É um pouco redutivo explicar aos outros o quanto eu amo esse elenco e equipe. É mais difícil explicar o quanto eu amo esses personagens – que eu os vejo como partes de mim e daqueles que amo, e filmá-los e escrever suas palavras é uma maneira de expressar esse amor”, continuou Gunn. “De todo modo, ainda estarei trabalhando com eles no próximo ano até a estreia, mas filmar essa última cena foi um lembrete da impermanência da vida e do amor, e como essa impermanência torna tudo tão precioso, tão valioso e é uma boa motivo para ser grato pelo que tenho agora”, ele concluiu. Anteriormente, Gunn afirmou que “Guardiões da Galáxia Vol. 3” marcará a despedida da atual formação do grupo de super-heróis, numa história que tende a ser bem diferente do tom leve e alegre dos dois primeiros filmes. “Será o nosso fim e a última vez que veremos essa formação de Guardiões”, ele disse ao podcast Hero Nation, do site americano Deadline. Na quarta passada (5/5), Karen Gillan confirmou que o filme pode representar o fim de Nebula (ou Nebulosa, em algumas traduções nacionais), sua personagem no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Não sei se Nebula retornará além disso, é possível que este seja seu capítulo final”, ela revelou em seu Instagram, em tom de despedida da personagem. Escrito e dirigido por Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” tem estreia prevista apenas em 2023. Mas antes disso, os personagens serão vistos em “Thor: Amor e Trovão”, que chega aos cinemas brasileiros em 7 de julho, e num especial de Natal programado para o fim do ano na Disney+. (And yes Zoe was with us but the only picture I have with her has an unannounced actor with us!) pic.twitter.com/z4m7ZGZuLT — James Gunn (@JamesGunn) May 7, 2022 The majority of the last ten years of my life have been spent working on & thinking about the Guardians. I still have a long road ahead of me with VFX & editing, but it was still momentous to me. — James Gunn (@JamesGunn) May 7, 2022 Again, I’ll still be working with them over the next year until release, but shooting that last shot was a reminder of the warm impermanence of life & love, & how that impermanence makes it so precious, so valuable, & is a good reason to be grateful for what I have right now. — James Gunn (@JamesGunn) May 7, 2022

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    Cirurgia é sexo no trailer do novo horror biológico de David Cronemberg

    7 de maio de 2022 /

    O estúdio indie Neon divulgou fotos, um novo pôster e o trailer completo – e completamente bizarro – de “Crimes of the Future”, volta de David Cronemberg aos horrores biológicos do começo de sua carreira. O vídeo bizarro apresenta algumas das mutações experimentadas pelos protagonistas – Viggo Mortensen (“Green Book”) e Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo para Morrer”) – , que buscam transformar os corpos em novas formas de expressão artística. Essa dedicação é idolatrada pela personagem de Kristen Stewart (“Spencer”), que estuda o casal. “Cirurgia é o novo sexo”, ela diz, sobre as alterações realizadas por Mortensen em si mesmo. Apesar de compartilhar o mesmo título do segundo – e ainda amador – filme de David Cronenberg, lançado em 1970, o longa não é um remake. Considerado controverso há meio século, o tema do filme original seria proibidíssimo nos dias de hoje – inclui pedofilia. A nova produção se passa num futuro não muito distante em que a humanidade aprendeu a alterar a sua própria composição biológica para criar mutações e transformações corporais. Saul Tenser (Mortensen) é um uma celebridade artística que junto com sua parceira Caprice (Seydoux) exibe publicamente a metamorfose de seus órgãos em performances de vanguarda. Os dois são investigados por Timlin (Kristen Stewart), agente do Registro Nacional de Órgãos, que rastreia obsessivamente os movimentos do casal e descobre um grupo misterioso, determinado a usar a notoriedade de Tenser para lançar luz sobre a próxima fase da evolução humana. O filme terá première mundial como parte da mostra competitiva do Festival de Cannes 2022 e estreará no cinema no final do mês na França. Ainda não há previsão de lançamento comercial nos EUA e no Brasil.

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    Foto mostra o Poderoso e a Poderosa Thor juntos

    7 de maio de 2022 /

    A revista Empire publicou em suas redes sociais a primeira imagem de “Thor: Amor e Trovão”, que mostra o Poderoso e a Poderosa Thor lado a lado em seus novos uniformes de super-heróis. Na produção da Marvel, escrita e dirigida por Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Jane Foster (Natalie Portman) vira Thor após o herói original (Chris Hemsworth) partir com os Guardiões da Galáxia para viver aventuras no espaço. Segundo a sinopse oficial, o filme encontra Thor em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou – uma busca pela paz interior – , mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman), que – para surpresa de Thor – inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, revelando-se a Poderosa Thor. A estreia está marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Apple adia lançamento do novo filme de Will Smith

    6 de maio de 2022 /

    A Apple TV+ decidiu adiar o lançamento do novo filme Will Smith. Após a controvérsia do tapa em Chris Rock durante o Oscar deste ano, vários projetos do ator têm sido adiados. Mas “Emacipation” era o único que estava pronto para estrear. Ele deveria chegar no streaming e em circuito cinematográfico limitado no outono norte-americano (nossa primavera) para aproveitar a temporada de festivais de cinemas e se posicionar para o próximo Oscar. Porém, sua estreia foi adiada para 2023, ainda sem data específica. O adiamento aconteceu um mês após a Netflix tirar “Fast and Loose”, um novo thriller de ação estrelado por Will Smith, de seu cronograma de produção. “Emancipation” é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. ´ A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa, que concluiu suas filmagens no ano passado.

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    Gemma Chan vai estrelar spin-off de “Podres de Ricos”

    6 de maio de 2022 /

    A comédia “Podres de Ricos” vai ganhar um spin-off estrelado por Gemma Chan (“Eternos”). Em desenvolvimento inicial, a produção da Warner Bros. está sendo escrita por Jason Kim, produtor e roteirista da série “Barry”, e vai explorar os personagens Astrid Young Teo (vivida por Chan) e Charlie We (Harry Shum Jr, de “Caçadores de Sombras”). Além deste projeto, “Podres de Ricos” tem uma continuação já confirmada, centrada nos personagens Rachel (Constance Wu) e Nick (Henry Golding). Anunciada em agosto de 2018, a sequência sofreu atraso após a roteirista original, Adele Lim, abandonar a produção reclamando de grande disparidade salarial em relação a seu colega de trabalho masculino e branco. A continuação vai levar às telas o segundo livro da trilogia literária de Kevin Kwan, chamado “Namorada Podre de Rica” (China Rich Girlfriend, no original). A trama acompanha Rachel Chu e Nick Young numa viagem à Xangai, onde passam a lua de mel e aproveitam para encontrar o pai biológico da protagonista. O detalhe é que o livro também se dedica ao romance entre Astrid e Charlie. A produção de um spin-off parece sugerir que as duas histórias foram desmembradas em filmes diferentes. Nenhuma das duas produções tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Animação dos Superpets da DC ganha novo trailer dublado

    6 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou um novo trailer de “DC Liga dos Superpets” com dublagem em português. A animação de comédia é focada nos bichos de estimação da DC Comics e vai mostrar como eles se juntam para impedir crimes. O interessante é que, no começo da história – assim como nos quadrinhos -, Krypto é o único superpet. Entretanto, um acidente cada dando superpoderes para os bichinhos de um abrigo animal. E é só graças a eles que Krypto consegue salvar a Liga da Justiça da terrível ameaça de… Lulu! O elenco de vozes originais destaca Dwayne “The Rock” Johnson e Kevin Hart (ambos da franquia “Jumanji”) como as vozes de Krypto e Ace, os cachorros de Superman e Batman, além de John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) e Keanu Reeves (“Matrix”) como Superman e Batman. Os demais personagens são dublados por Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Jameela Jamil (“The Good Place”), Diego Luna (“Rogue One”), Vanessa Bayer (“Duas Tias Loucas de Férias”), Marc Maron (“GLOW”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), que vive a terrível porquinha da índia Lulu. A história é de Jared Stern (roteirista de “Lego Batman: O Filme”), que também codirigiu o filme com Sam Levine (da série animada “Penn Zero: Quase Herói”). A estreia está marcada para 28 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Elvis descobre a pelvis em cena impactante do filme de Baz Luhrmann

    6 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou uma cena completa de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A prévia mostra o começo da lenda de “Elvis the pelvis”, quando ele descobre o impacto de sua dança no público feminino, ao mesmo tempo em que o coronel Tom Parker percebe que pode transformar aquilo numa mina de ouro. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) demonstra toda a fisicalidade requerida para a cena, incorporando o jovem Elvis de corpo e alma, enquanto Tom Hanks (“Finch”) surge bastante transformado por maquiagem prostética para viver Parker, o empresário do Rei do Rock. O elenco da produção também destaca Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga lança clipe da música de “Top Gun: Maverick”

    6 de maio de 2022 /

    Lady Gaga lançou o clipe de “Hold My Hand”, música que gravou para a trilha de “Top Gun: Maverick”. O vídeo traz a cantora em preto e branco, com jaqueta de piloto e ao lado de um avião-caça, mas suas cenas são pequenas, já que há maior ênfase à imagens do filme, com direito até a uma sequência dramática do “Top Gun” de 1986. A preferência visa aproveitar a batida retumbante e a interpretação emocional para fazer o público entrar no clima do filme, utilizando para isso todas as ferramentas típicas de balada de Hollywood, inclusive o clímax gritado a plenos pulmões. O público costuma gostar dessas músicas gritadas, veja-se os hits cinematográficos de Whitney Houston e Celine Dion, mas essa abordagem deixa “Hold My Hand” muito longe do pop suave de “Take My Breath Away”, o hit da banda Berlim que transformou a trilha original de “Top Gun” num fenômeno pop. “Hold My Hand” foi disponibilizada nas plataformas musicais na terça (3/5). Já o filme “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, só chega aos cinemas brasileiros em 26 de maio.

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  • Filme

    As 10 melhores séries para acompanhar nesta semana

    6 de maio de 2022 /

    Fãs de sci-fi e fantasia são os maiores privilegiados pela programação de streaming desta semana, graças ao lançamento de séries bastante esperadas do gênero. Mas a lista de estreias também inclui títulos de ação, espionagem, crimes reais e comédia. A lista abaixo reúne as 10 melhores novidades para começar a acompanhar ou, em alguns casos, maratonar no fim de semana. Confira as dicas e seus trailers para encontrar sua nova série favorita.     STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS | PARAMOUNT+ Nunca houve uma atração tão esperada. Foram nada menos que 58 anos para que “The Cage”, o mítico piloto rejeito de “Jornada nas Estrelas” em 1964, virasse uma série. Até recentemente um rodapé na história da franquia, o conceito original de Gene Roddenberry é a origem da nova série. Antes de criar o Capitão Kirk, Roddenberry concebeu o galante Capitão Pike no comando da nave Enterprise, acompanhado por uma imediata feminina, chamada apenas pelo codinome de Número 1. Entretanto, essa configuração foi rejeitada pelos executivos da NBC, levando o criador da série mudar tudo. De todos os personagens, apenas um fez a transição do piloto rejeitado para a versão aprovada: o oficial alienígena Spock. Esta história seria mera curiosidade, não fosse a decisão do produtor de reciclar cenas do piloto de 1964 numa trama de duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas”, que revelou a tripulação perdida da Enterprise. Aquela aparição de 1966 gerou muita curiosidade, mas foi só décadas depois, em 2019, durante a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que os personagens esquecidos ganharam um novo e breve arco narrativo. Com os fãs indo a loucura, a Paramount+ percebeu que tinha atingido um nervo, e Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”) receberam aprovação para criar uma série inteira centrada no comando do Capitão Pike. Além de Pike (interpretado por Anson Mount), Número 1 (Rebecca Romijn) e Spock (Ethan Peck), a atração foi vitaminada com outros personagens do cânone, como a jovem cadete Uhura e a enfermeira Christine Chapel, ambas da série de 1966, além do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: uma descendente do famoso vilão Khan como uma das três criações inéditos da produção. O detalhe é que a nostalgia não se restringe aos personagens. Ao contrário das narrativas serializadas das novas séries trekkers, a atração exibe episódios contidos, uma história completa por semana, como a velha série original. Também é mais leve, divertida e com aventuras que remetem ao espírito dos capítulos dos anos 1960, inclusive se conectando a algumas tramas clássicas, como o noivado de Spock. Como resultado, a série da velha geração, a “Star Trek” antes do Capitão Kirk, consegue ser a melhor “Star Trek” desde “A Nova Geração” do Capitão Picard nos anos 1990. E também a mais “Star Trek” de todas as produções da franquia desde o voo inaugural da Enterprise.     THE MAN WHO FELL TO EARTH | PARAMOUNT+ Outra sci-fi criada por Alex Kurtzman e Jenny Lumet também é destaque na Paramount+. Trata-se de uma continuação do filme “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que traz Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como um alienígena em busca de salvação para seu mundo. Sua chegada é uma resposta ao sinal enviado há mais de 40 anos pelo extraterrestre original – interpretado por David Bowie em 1976 e por Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) como sua versão mais velha – , que abandonou sua missão e vive recluso desde a descoberta de sua identidade. A atração apresenta o protagonista em dois tempos, em flashforward como um inventor-empresário visionário e em flashback durante sua chegada à Terra, quando era ingênuo, sem filtro e sempre se metia em confusões – inclusive com a polícia – , tentando aprender o idioma local e habilidades sociais para passar despercebido. Suas aparições iniciais rendem cenas engraçadas, mas também dramáticas, pois seu destino se mostra ligado ao de uma mãe solteira endividada (Naomie Harris, de “007 – Sem Tempo Para Morrer”), que trabalha em lixões de material tóxico, mas que no passado foi uma cientista prestes a realizar uma descoberta vital para o objetivo do alienígena. Com capítulos dirigidos pelo próprio Kurtzman, a atração tem visual cinematográfico e ainda inclui em seu elenco Jimmi Simpson (“Westworld”), Kate Mulgrew (“Star Trek: Voyager”), Sonya Cassidy (“The Last Kingdom”) e Clarke Peters (“Destacamento Blood”).     THE WILDS | AMAZON PRIME VIDEO As reviravoltas continuam na 2ª temporada. Originalmente apresentada como uma variação de “Lost”, a série começou com um grupo de garotas adolescentes numa ilha deserta, após sobreviverem a um acidente de avião. Só que, na verdade, nunca houve acidente. Elas foram colocadas na ilha de forma proposital. E após passarem por desafios físicos e mentais, descobrem que não foram as únicas a participar da experiência ilegal de cientistas sem ética. Um conjunto de rapazes também está na mesma ilha. Mas os responsáveis pela experiência jamais imaginaram que os dois grupos pudessem se encontrar. A trama de sobrevivência física e desafio psicológico foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”) e Troy Winbush (“Os Goldbergs”).     A DESCOBERTA DAS BRUXAS | GLOBOPLAY A série sobrenatural estrelada por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”) chega à sua 3ª e última temporada com a adaptação de “O Livro da Vida”, volume final da “Trilogia das Almas” (“All Souls” no original), de Deborah Harkness. Batizada com o nome do primeiro livro da trilogia, “A Descoberta das Bruxas” foi a maior audiência do canal britânico Sky em seu lançamento em 2018. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de Diana Bishop, uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural. Até que, no capítulo final, os protagonistas se tornam mais poderosos e determinados a enfrentar os que atacam seu casamento, a união proibida entre uma bruxa e um vampiro, liderando uma revolução contra os clãs que tentam impedir o nascimento de seu filho. A adaptação é uma produção da Bad Wolf, mesma produtora responsável por “His Dark Materials” na HBO, e conquistou por dois anos consecutivos o prêmio de Melhor Fotografia de Série Dramática da Sociedade Britânica dos Cinematógrafos (o sindicato dos diretores de fotografia do Reino Unido).     A ESCADA | HBO MAX A minissérie é baseada na história real que originou a atual febre de documentários de “true crime”: o caso de Michael Peterson, um romancista policial acusado de matar sua esposa Kathleen, encontrada morta ao pé de uma escada em sua casa. Transformada numa batalha judicial de 16 anos, a morte dilacerou a família de Peterson e acabou entronizada na cultura pop pela produção francesa “Morte na Escadaria”, uma das primeiras séries documentais sobre crimes verdadeiros a estourar na TV, em 2004. Com três episódios novos acrescentados à produção, o crime voltou a ser discutido ao chegar na Netflix em 2018. E o sucesso dessas versão é apontado como ponto de partida para o interesse mundial pelo gênero “true crime”. A adaptação é assinada pelo cineasta Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”), e reúne um fabuloso casting internacional, encabeçado pelo astro britânico Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”) como Michael Peterson e a australiana Toni Collette (“Hereditário”) como sua esposa morta. O elenco grandioso inclui ainda a diva do cinema francês Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), a inglesa Sophie Turner (“Game of Thrones”), Rosemarie DeWitt (“Pequenos Incêndios por Toda a Parte”), Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Michael Stuhlbarg (“Dopesick”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Odessa Young (“The Stand”), Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”) e Olivia DeJonge (“The Society”). Ao longo dos episódios, a atração questiona se Michael Peterson realmente matou a esposa e porquê, mas se prova muito mais do que um mistério, conduzindo a trama para apontar os caprichos do sistema de justiça criminal e o narcisismo de homens abusivos.     TEERÃ | APPLE TV+ Produzida por um dos mentores da premiada “Fauda” e criada pela equipe de “Magpie”, a série de espionagem israelense traz Niv Sultan (“The Stylist”) como uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente ao Irã para uma missão secreta: destruir uma usina nuclear. O plano dá errado e na 2ª temporada, enquanto tenta passar despercebida, ela é contatada por uma nova personagem, vivida por Glenn Close (“A Esposa”), que lhe transmite uma nova missão perigosa. Só que a chefe pode estar escondendo algo, que inevitavelmente colocará a vida da espiã em risco. Repleto de ação, perseguições e tiroteios, o thriller recebeu críticas muito positivas, atingindo 94% de aprovação no Rotten Tomatoes em sua 1ª temporada, além de ter vencido o Emmy Internacional como Melhor Série de Drama. O elenco também destaca Shaun Toub (de “Homeland”), Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”).     CLARK | NETFLIX O “Clark” do título é Clark Olofsson, um gângster sueco que que se tornou famoso nos anos 1970 por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Ele é ninguém menos que o bandido que deu origem ao termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define uma condição de simpatia de vítimas de abuso por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência. Na trama, Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”) vive o personagem-título, que acaba cercado pela polícia num assalto a banco de 1973 com um parceiro igualmente simpático. Rendendo-se após fazer várias pessoas de reféns, os dois surpreendem a polícia ao conquistar a amizade de todas as suas vítimas. Os reféns não só se recusam a testemunhar contra os ladrões como ainda levantam fundos para ajudá-los em suas defesas. A história é real, mas, de forma diferente das atrações de “true crime”, a produção adota tom cômico para contá-la, resultando numa série bastante estilizada. Surreal, na verdade, graças aos detalhes da inacreditável vida levada pelo criminoso. O diferencial é a abordagem do diretor e roteirista Jonas Åkerlund, o cineasta responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e que também tem vários clipes musicais famosos no currículo – de Madonna a Lady Gaga.     IOSI, O ESPIÃO ARREPENDIDO | AMAZON PRIME VIDEO Criada pelo cineasta Daniel Burman (“O Décimo Homem”), a série argentina é um thriller tenso de espionagem passado na comunidade judaica do país. A trama traz Gustavo Bassani (“Separadas”) como um agente infiltrado, que se passa por judeu para coletar informações de um suposto complô para criar um estado judaico na Patagônia. Mas conforme a missão se torna mais absurda, ele passa a suspeitar que seu trabalho de inteligência possa ter relação com atentados terroristas violentos contra judeus na Argentina. Arrependido por seu envolvimento, o protagonista se vê mudando de lado e inicia uma corrida contra o tempo para obter justiça antes que ele e sua família sejam mortos.     A...

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    Os 10 melhores filmes que estreiam em casa

    6 de maio de 2022 /

    A programação de estreias digitais se divide em filmes com apelo para o grande público e títulos voltados a cinéfilos de carteirinha. Vai da animação para crianças e comédia nacional até obras premiadas em festivais europeus, sem esquecer um cult para geeks musicais – e com um bom e indefectível banho de sangue para quem tem gosto mais extremo. Escolha seu preferido na lista abaixo, que reúne os 10 melhores lançamentos da semana nas plataformas de VOD e de assinatura, acompanhados por seus trailers.     OS CARAS MALVADOS | NOW, VOD* Atual líder das bilheterias nos EUA, a produção da DreamWorks Animation sobre os estereótipos dos vilões das fábulas encantadas tem ritmo veloz, é engraçada, embute uma mensagem importante contra aparências e apresenta tudo com um visual tão atraente que é impossível não prestar atenção. A animação gira em torno de um grupo típico de vilões de histórias infantis, que praticam crimes sofisticados sob o comando de um Lobo Mau. Entretanto, tudo muda quando o vilão pratica um ato altruísta, salva a vovozinha e se vê inundado por uma sensação positiva que o surpreende, despertando nele a vontade de, entre outras boas ações, salvar até três e mais porquinhos de testes de laboratório. O problema passa a ser convencer seus capangas a embarcarem na sua missão mais ousada: virarem os caras bonzinhos – ou os novos malvados favoritos das crianças. A história é baseada no best-seller homônimo de Aaron Blabey, foi adaptada por Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e dirigida por Pierre Perifel, que estreia no comando de longas após trabalhar na animação da trilogia “Kung Fu Panda”. E inclui, entre seus dubladores originais, Sam Rockwell (“Três Anúncios para o Crime”) como Lobo Mau, Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como Tarântula, Marc Maron (“GLOW”) como Cobra, Anthony Ramos (“Em um Bairro de Nova York”) como Piranha, Craig Robinson (“Meu Nome É Dolemite”) como Tubarão e Zazie Beetz (“Coringa”) como uma raposa chamada Diane Foxington.     GREAT FREEDOM | MUBI Premiado nos festivais de Cannes, Viena, Atenas e muitos outros, o filme do austríaco Sebastian Meise chama atenção para um aspecto pouco explorado do pós-guerra, revelando que a libertação dos campos de concentração nazistas não representou o fim da opressão para todas as minorias perseguidas da Europa. Nem todos foram perdoados por seus “crimes” de existência. A trama traz Franz Rogowski (“Undine”) como um homem condenado por ser gay, que passa a vida na prisão porque a lei de seu país continuou criminalizando a homossexualidade, mesmo após a queda de Hitler. Ele cumpre a pena apenas para voltar a ser preso, numa rotina repetitiva que o aproxima de seu companheiro de cela, um assassino condenado à prisão perpétua. À medida que esse relacionamento floresce, a obra pondera a força do amor contra a opressão e a capacidade do espírito humano de resistir à desumanização. Impactante, tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nota mais alta da crítica entre os títulos desta semana.     O CHOQUE DO FUTURO | FILMICCA O filme cult de semana é uma homenagem aos pioneiros da música eletrônica. Passado em Paris no final dos anos 1970, acompanha uma compositora obcecada em criar a música do futuro, apenas para ser desacreditada por todos, porque barulho de sintetizador não seria música. Fãs de rock/eletrônica vão amar as referências e a evolução do processo que levou à criação do pop do futuro (nosso presente), mas o grande público pode não sentir o mesmo apelo em ver uma garota passar quase todo o filme cercada por baterias eletrônicas, sintetizadores, sequenciadores, gravadores de rolo e equipamentos de computação. Totalmente musical, “O Choque do Futuro” é o primeiro filme dirigido pelo compositor Marc Collin, fundador da banda Nouvelle Vague, e traz em seu elenco vários artistas do pop rock francês, como Clara Luciani (ex-integrante da banda La Femme), Corinne e Elli Medeiros (pioneira do electropop europeu), além de Alma Jodorowsky, neta do cineasta Alejandro Jodorowsky e diretora de clipes, no papel principal.     MADRE | NOW A “madre” do título é uma mulher espanhola que perdeu o filho há dez anos, desaparecido numa praia francesa durante as férias de verão. Inconformada, ela largou tudo para viver na mesma praia em que o filho foi visto pela última vez, mas depois de uma década, quando começa a se recuperar do trauma, conhece um adolescente que lembra o menino desaparecido, com a idade que ele teria hoje. Os dois embarcam em uma estranha relação, baseada em desconfiança. O filme de Rodrigo Sorogoyen (“O Anticandidato”) venceu cinco prêmios internacionais e consagrou a esposa do diretor, Marta Nieto (“Feria: Segredos Obscuros”), premiada como Melhor Atriz da mostra Horizontes no Festival de Veneza passado, por seu desempenho no papel-título.     TRE PIANI | NOW O premiado diretor italiano Nanni Moretti (“A Missa Acabou”) conta a história de três famílias que vivem em apartamentos diferentes no mesmo condomínio, todos confrontados com problemas muito intensos. Há uma mulher que luta contra a solidão e a áspera relação do marido com o irmão, um casal que enfrenta a terrível suspeita de que o seu vizinho, um idoso, abusou da filha, e pai e mãe desesperados, após seu filho atropelar e matar uma mulher. Baseado em romance de Eshkol Nevo, foi exibido no Festival de Cannes do ano passado e concorreu ao David di Donatello (o Oscar italiano) na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.     SPREE | HBO MAX A comédia de humor sangrento traz Joe Keery (de “Stranger Things”) como um jovem obcecado por estourar nas redes sociais e que elabora um plano ousado para se tornar viral. Disfarçando-se de motorista de aplicativo, ele começa a fazer pegadinhas com os passageiros, enquanto transmite tudo ao vivo. Conforme sua popularidade aumenta, mais perigosas se tornam as “brincadeiras” de suas viagens, até o sangue começar a jorrar. Só que nem todos estão convencidos de suas façanhas, como um influencer famoso que reclama que as mortes não são convincentes o suficiente, e sim fakes. O que o protagonista encara como um desafio para se superar. Dirigido por Eugene Kotlyarenko (“A Casa Dividida”), “Spree” é um “Jackass” do terror com características visuais bastante distintas. Todo a filmagem replica a estética das transmissões de lives, com direito a ângulos trêmulos, rolagem das mensagens dos espectadores e até o uso ocasional de telas divididas. Sempre em cena, o personagem sádico de Kerry também se dirige aos espectadores, explica seus planos e algumas vezes pisca para a câmera com a cumplicidade de quem compartilha uma piada sem que a vítima saiba o que vai acontecer. O mais interessante na proposta é que, apesar da violência visceral e chocante, os seguidores do protagonista assistem a tudo em seus smartphones totalmente insensíveis, achando o absurdo muito engraçado – do mesmo modo que o filme convida o público a fazer.     TORRE. UM DIA BRILHANTE | MUBI Cultuado pela crítica polonesa, o primeiro longa da diretora Jagoda Szelc tem traços de terror exagerado, embora pareça inicialmente um drama de família. O filme se concentra no reencontro de duas irmãs, Mula (Anna Krotoska, de “Confie em Mim”) e Kaja (Malgorzata Szczerbowska, de “Monstros da Cracóvia”). A primeira criou a filha da segunda como se fosse sua, devido à instabilidade mental da irmã. Mas no dia da celebração da primeira comunhão da menina, ela permite a visita da mãe biológica, após seis anos distante, desde que aceite se comportar como tia. Apesar disso, desconfia de cada interação entre sua irmã e a filha. O tom predominante sinistro é estabelecido desde os segundos iniciais, mas se intensifica quando, em meio às tensões familiares, Maja começa a ter sonhos/visões alarmantes. Ao mesmo tempo, a “segunda vinda” de Kaja passa a assumir simbolismo religioso, ao estilo do divisivo “Mãe” (2017). Assim como no filme de Darren Aronofsky, nem tudo é claro e o clímax horripilante revela-se completamente inesperado.     BAGDÁ VIVE EM MIM | VIVO PLAY O premiado filme do diretor Samir (de apenas um nome, como Madonna) acompanha imigrantes iraquianos em Londres, que tentam levar suas vidas com mais liberdade em relação ao conservadorismo de seu país natal. Um café da moda serve de ponto de encontro para os artistas, comunistas e gays ainda enrustidos do Iraque, mas sua proximidade de uma mesquita leva um fanático religioso a pregar contra os pecadores que perderam de vista os bons costumes muçulmanos. Logo, a vida de todos é virada do avesso. A autenticidade dos personagens e seus dramas torna a história quase documental. E não é à toa. Amir filmou um documentário sobre tema similar, “Forget Baghdad: Jews and Arabs — The Iraqi Connection”, que mostrou imigrantes iraquianos em Israel, forçados a mudar sua cultura e idioma para se tornarem “os inimigos de seu próprio passado”. O novo filme, porém, é um pouco mais esperançoso, buscando demonstrar que a cultura iraquiana pode coexistir com a do Ocidente, apesar dos protestos dos mais radicais.     OS OPOSTOS SEMPRE SE ATRAEM | NETFLIX Continuação de “Os Opostos se Atraem” (2012), a comédia francesa de ação volta a trazer Omar Sy (“Lupin”) e Laurent Lafitte (“O Professor Substituto”) como uma dupla policial com estilos, vivências e carreiras muito distintas. Dez anos depois de trabalharem juntos, eles seguiram rumos muitos diferentes, mas precisam deixar sua incompatibilidade de lado mais uma vez para se juntarem numa nova investigação, um caso de tráfico que os leva aos Alpes Franceses e acaba se revelando um crime em grande escala. O primeiro filme foi destruído pela crítica internacional, mas fez bilheteria suficiente na França para a Netflix apostar que o sucesso recente de Omar Sy em “Lupin” atrairia mais público para esta continuação, produzida exclusivamente para o streaming.   TÔ RYCA! 2 | NOW, VIVO PLAY, VOD* Maior bilheteria nacional de 2022, a produção se aproveita do carisma de Samantha Schmutz para fazer humor de apelo popular. A trama, porém, deveria se chamar “Tô Pobre”, já que utiliza o velho artifício que também justificou as continuações de “Até que a Sorte nos Separe”, fazendo a pobre que ficou milionária no primeiro filme perder tudo de novo, de uma hora para outra. Mais uma vez miserável, ele enfrenta os perrengues típicos da classe trabalhadora, que são mostrados da mesma forma estereotipada como os clichês de novo rico do filme “original”. Assim como no filme anterior, o roteiro é de Fil Braz e a direção é assinada por Pedro Antônio. Já o elenco acrescentou Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Te Prego Lá Fora”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”) e participação especial da dupla sertaneja Maiara e Maraisa.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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