Kaley Cuoco vai estrelar comédia romântica sobre viagem no tempo
A atriz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) e o ator Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) se juntaram na comédia romântica “Meet Cute”. Na trama, os dois interpretam Sheila e Gary, um casal que se apaixona à primeira vista e passa uma noite perfeita juntos. Mas nem tudo é o que parece. Na verdade, Sheila tem uma máquina do tempo e a usa para reviver aquela noite várias vezes, com o intuito de transformar Gary no homem perfeito. Com direção de Alex Lehmann (“Paddleton”), “Meet Cute” será lançado em 21 de setembro no serviço americano de streaming Peacock. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Kaley Cuoco também será vista em breve no filme “Role Play”, sobre um casal assombrado pelos segredos do passado, e na série “Based on a True Story”. Pete Davidson, por sua vez, tem se mantido ocupado após deixar o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. Ele está trabalhando na comédia “Wizards!”, do diretor David Michôd (“O Rei”), e também vai estrelar o terror “The Home”, de James DeMonaco (criador da franquia “Uma Noite de Crime”).
Emily Watson tenta proteger o filho em trailer de “obra-prima”
O estúdio indie A24, cada vez mais favorito dos cinéfilos, divulgou o trailer de “God’s Creatures”, suspense dramático em que uma mãe se vê dividida entre proteger o filho e fazer a coisa certa. A história se passa em uma vila de pescadores assolada pelo vento, na qual a mãe vivida por Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) recebe de volta o filho pródigo, interpretado por Paul Mescal (“Normal People”). Mas a felicidade pelo retorno é interrompida quando a polícia a procura para checar um álibi do filho, acusado de crime por uma jovem. A mentira que ela conta despedaça sua comunidade. Dirigido por Saela Davis e Anna Rose Holmer (“The Fits”), o filme teve première mundial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2022, onde encantou a crítica, atingindo 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Alguns dos elogios estão no trailer – incluindo o indefectível “obra-prima”. A estreia comercial está marcada para 30 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Diretoras de “Gavião Arqueiro” farão filme inspirado em atração da Disneylândia
As diretoras Bert & Bertie, conhecidas pelo seu trabalho na série “Gavião Arqueiro” e na ótima comédia “Tropa Zero” (2019), vão dirigir um filme baseado na atração “Big Thunder Mountain Railroad”, da Disneylândia. A “Big Thunder Mountain Railroad” é uma espécie de montanha-russa na qual o público embarca num trem (supostamente) desgovernado que atravessa uma mina de ouro mal-assombrada em alta velocidade. A atração foi inaugurada em 1979, na Disneylândia. Versões desse passeio também foram lançadas nos parques de Tóquio e Paris. Detalhes sobre a trama do filme ainda não foram divulgados. Essa será a mais nova adição na lista crescente de adaptações de brinquedos da Disneylândia, que contempla a lucrativa e longeva franquia “Piratas do Caribe”, o recente “Jungle Cruise”, estrelado Dwayne Johnson e Emily Blunt, e “Mansão Assombrada”, que já rendeu um filme estrelado por Eddie Murphy e agora vai ganhar um remake com Rosario Dawson, Jared Leto e Jamie Lee Curtis. Veja abaixo um vídeo do passeio.
Robert De Niro vai estrelar novo filme de máfia do autor de “Os Bons Companheiros”
O ator Robert De Niro (“O Irlandês”) vai estrelar mais um filme de máfia: “Wise Guys”, que foi escrito por um especialista, Nicholas Pileggi. Ele é o autor dos livros que inspiraram os clássicos mafiosos “Os Bons Companheiros” e “Cassino”, ambos dirigidos por Martin Scorsese e estrelados pelo próprio De Niro em 1990 e 1995. Curiosamente, o título original do livro de Pileggi que virou “Os Bons Companheiros” era “Wiseguy”. O novo filme será dirigido pelo veterano cineasta Barry Levinson (de “Rain Man” e “Assédio Sexual”) e vai contar a história de Vito Genovese e Frank Costello, dois chefões ítalo-americanos do crime que comandavam suas respectivas famílias em meados do século 20. Em 1957, Genovese tentou assassinar Costello, mas falhou. Mas o atentado fez Costello decidir se aposentar, embora seja difícil se aposentar da máfia. Fontes ligadas ao filme apontam para o site The Hollywood Reporter que De Niro pode interpretar os dois papeis! “Wise Guys” também marcará o reencontro do ator com o cineasta Barry Levinson, com quem fez a ótima comédia política “Mera Coincidência” (1997) e o telefilme “O Mago das Mentiras” (2017). O filme ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definida. Entre os muitos projetos futuros de Robert De Niro, destacam-se “Amsterdam”, sua nova colaboração com o diretor David O. Russell (“O Lado Bom da Vida”) com estreia marcada para 7 de outubro, e “Killers of the Flower Moon”, novo filme feito em parceria com o cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”), que será lançado em 2023.
Diretor de “Força Aérea Um” e “Troia”, Wolfgang Petersen morre aos 81 anos
O diretor alemão Wolfgang Petersen, que marcou época em filmes como “O Barco: Inferno no Mar”, “A História Sem Fim”, “Na Linha de Fogo”, “Força Aérea Um” e “Troia”, morreu na sexta-feira (12/8) em sua residência em Brentwood, na Califórnia, de câncer no pâncreas aos 81 anos de idade. A notícia foi confirmada por sua produtora nesta terça (16/8), que revelou que ele estava ao lado de sua esposa Maria Antoinette, com quem foi casado por 50 anos. Wolfgang Petersen começou a carreira na TV alemã em 1965. Enquanto trabalhava na popular série policial “Tatort”, conheceu o ator Jurgen Prochnow, que se tornaria figura frequente em seus primeiros filmes. Prochnow estrelou todos os três filmes alemães do diretor, incluindo o drama em preto e branco “A Consequência” (1977), que adaptou o romance autobiográfico de Alexander Ziegler sobre amor homossexual e foi considerado tão radical na época que, quando entrou na janela televisiva, as redes de TV da Alemanha Ocidental se recusaram a exibi-lo. O ator também foi o capitão do U-boat no hoje clássico suspense naval “O Barco: Inferno no Mar” (Das Boot, 1981). A trama claustrofóbica, passada a bordo de um submarino durante a 2ª Guerra Mundial, foi indicada a seis Oscars – um número enorme para um filme estrangeiro – incluindo dois para Petersen, nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado e Direção. Graças ao impacto do filme, Petersen passou a ser requisitado por Hollywood, trocando sua carreira no cinema autoral alemão por aventuras com orçamentos de blockbusters. Seu primeiro filme americano foi “A História sem Fim”, uma fantasia infantil sobre o poder da imaginação lançada em 1984 que marcou época e ainda é frequentemente citada em “Stranger Things”. Sucesso de bilheteria, ganhou sequência seis anos depois com direção de George Miller (o pai de “Mad Max”). Em vez de ficar preso à franquia, Petersen buscou variar seu repertório com “Inimigo Meu” (1981), sci-fi passada em outro mundo, que era basicamente uma versão de “Inferno no Pacífico” (1968) com alienígena. Mas seu nicho em Hollywood acabou não sendo o cinema fantasioso. Ele acabou se consagrando como diretor de filmes de ação. Ao longo de uma década, Petersen emplacou cinco hits consecutivos com muita tensão: “Na Linha de Fogo” (1993), em que Clint Eastwood viveu um agente do Serviço Secreto, “Epidemia” (1995), com Dustin Hoffman tentando impedir a propagação de ebola no mundo, “Força Aérea Um” (1997), que trouxe Harrison Ford contra terroristas no avião presidencial, “Mar em Fúria” (2000), onde George Clooney e Mark Wahlberg são vítimas de uma tempestade brutal no oceano, e “Troia” (2004), com Brad Pitt no papel de Aquiles durante a Guerra de Troia. Este período bem-sucedido, que o tornou um dos diretores mais requisitados para filmes com cenas de ação, chegou a um fim súbito com o fracasso de “Poseidon” (2006), remake dispendioso de um dos maiores blockbusters de desastres dos anos 1970. Custou US$ 160 milhões em produção e gerou bilheteria mundial de US$ 182 milhões, resultando em uma enorme perda para a Warner Bros. e encerrou, abruptamente, a carreira de Peterson em Hollywood. O cineasta só voltou para trás das câmeras uma década depois na Alemanha, quando lançou “Quatro Contra o Banco” (2016), uma comédia criminal modesta com elenco alemão que completou sua filmografia. Apesar da má vontade dos estúdios após “Poseidon”, Peterson era muito querido entre seus colegas e admirado pelos atores com quem trabalhou, incluindo Clint Eastwood, Harrison Ford, George Clooney, Brad Pitt, Rene Russo, Glenn Close, Mark Wahlberg, Dustin Hoffman e Morgan Freeman. Seu legado continua a ser explorado até hoje pela TV alemã, que transformou “O Barco: Inferno no Mar” numa série de sucesso lançada em 2018 e que já rendeu três temporadas premiadas – a mais recente em 2022.
Mark Wahlberg vai estrelar comédia de ação da Apple
O ator Mark Wahlberg (“Uncharted: Fora do Mapa”) vai estrelar uma nova comédia de ação, chamada “The Family Plan”. Escrito por David Coggeshall (“Prey”), o filme vai contar a história de um pai suburbano que precisa fugir com a sua família quando os segredos do seu passado começam a alcançá-lo. Coprodução da Apple Original Films e a Skydance Media, o filme tem direção a cargo de Simon Cellan Jones (“Ballers”). Essa será a segunda vez que Wahlberg trabalha com Cellan Jones. Os dois filmaram recentemente a aventura “Arthur the King”, sobre um ciclista que adota um cachorro para acompanhá-lo em suas corridas. “The Family Plan” deve estrear na Apple TV+ como aconteceu com a animação “Luck”, outra parceria da gigante da informática com o estúdio Skydance. Os projetos seguintes de Mark Wahlberg incluem “De Férias da Família”, comédia co-estrelada por Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”), o longa de ação “Our Man from Jersey”, sobre um sujeito comum que se envolve no mundo da espionagem, e uma adaptação da série clássica “O Homem de Seis Bilhões de Dólares”, sucesso dos anso 1970. De todos esses projetos, apenas “De Férias da Família” tem data de estreia definida. O filme será lançado na semana que vem, em 26 de agosto, na Netflix.
Annabella Sciorra será irmã de Stallone em série da Paramount+
A atriz Annabella Sciorra (“Família Soprano”, “Rainhas do Crime”) se juntou ao elenco da série “Tulsa King”, da Paramount+. Ela interpretará Joanne, a irmã mais nova do personagem central, Dwight (Sylvester Stallone). A participação marcará um reencontro entre Sciorra e Stallone, que anteriormente co-estrelaram o ótimo filme “Cop Land”, de James Mangold, lançado em 1997. “Tulsa King” será a primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vai viver um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena na prisão, se vê obrigado a mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que consegue pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan vai trabalhar ao lado de outro produtor conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. Sheridan, Winter e Stallone assinam em conjunto a produção. A estreia está marcada para 13 de novembro em streaming.
Romance da Netflix é acusado de racismo e propaganda militar
O romance “Continência ao Amor”, produção original da Netflix, está enfrentando duras críticas devido ao seu conteúdo, considerado racista e misógino, além de ser chamado de propaganda militar. Baseado no romance “Purple Hearts”, de Tess Wakefield, o filme conta a história de Cassie (Sofia Carson, de “Descendentes”), uma mulher que se casa com um fuzileiro naval (Nicholas Galitzine, de “Cinderela”) para ser beneficiária do plano de saúde da Marinha, que lhe permite acesso aos remédios que precisa para sobreviver, mas acaba se apaixonando de verdade. Muitas das críticas recebidas pelo filme são centradas na representação das forças armadas. Um usuário do Twitter explicou que o filme é uma “propaganda militar americana que usa a invasão e a morte de 1,2 milhão de iraquianos como uma comédia romântica”. Outro escreveu que “Continência ao Amor” é um filme “descaradamente anti-árabe, anti-hispânico, racista misógino e pró propaganda militar”. E teve quem lamentasse a trama em que uma mulher latina “muda suas crenças apenas para estar com um militar branco racista”. Uma cena em particular causou rejeição generalizada. Nela, um personagem faz um comentário racista a respeito do seu orgulho de “caçar alguns árabes”. Embora a protagonista feminina fique incomodada com esse tipo de comentário, seu marido parece concordar com a afirmação. Tamanha comoção levou a diretora Elizabeth Allen Rosenbaum (“Os Tênis Encantados”) a se manifestar, defendendo o filme. Para a cineasta, a maior qualidade do filme reside no fato de mostrar como duas pessoas muito distintas podem se unir apesar de suas diferenças. “Espero que as pessoas entendam que, para que os personagens cresçam, eles precisam ser falhos no começo”, disse ela à revista Variety. “Então nós criamos intencionalmente dois personagens que foram criados para se odiarem… Para que o coração vermelho e o coração azul fiquem roxos, você tem que tê-los meio que em extremos. Algumas das pessoas que os cercam são ainda mais problemáticas do que eles. Ambos foram negligenciados pelo sistema; ele está ferido em uma guerra que parece não terminar e ela está escorregando pelas rachaduras do sistema de saúde. Então, ambos são negligenciados pelo sistema, e então vivem sob o mesmo teto e, nessas circunstâncias extremas, aprendem a se tornar mais moderados, a ouvir um ao outro e a amar.” Rosenbaum acrescentou: “Espero que qualquer um que tenha sido de alguma forma insultado por isso entenda que nossas intenções são muito puras, e é porque sentimos que as pessoas precisam crescer e precisam começar a se tornar mais moderadas”. A atriz Sofia Carson, que além de protagonista é produtora executiva do filme, também defendeu a obra. “O motivo pelo qual me apaixonei pelo filme é que é uma história de amor, mas é muito mais do que isso”, afirmou Carson à Variety. “São dois corações, um vermelho, um azul, dois mundos separados, que são realmente criados para odiar um ao outro. Através do poder do amor, eles aprendem a liderar com empatia e compaixão, amar um ao outro e se transformar neste lindo tom de roxo. Queríamos representar ambos os lados com a maior precisão possível”, disse, evocando as cores que são associadas aos partidos Republicano (vermelho) e Democrata (azul) nos EUA. Ela aprofundou a questão em outra entrevista, para a revista The Hollywood Reporter: “Nós definitivamente queríamos mostrar a dicotomia entre esses dois personagens e suas visões políticas incrivelmente diferentes sem tomar partido. E também mostrar que, especialmente a personagem de Cassie, ela nunca abandona quem ela é ou no que acredita. O que acontece com essas duas pessoas é que, em vez de se aproximarem com ódio e verem suas divisões, elas começam a se ver como seres humanos, não apenas visões políticas. Elas se veem com compaixão e empatia. Chame isso de otimista, mas essa é a história que queríamos contar, é que se você lidera com amor, o amor pode curar de maneiras que podem ser bastante poderosas.” O site americano Vulture ironizou essa “mensagem” em sua crítica, dizendo que o filme defende “o centrismo como caminho para o verdadeiro amor”. Apesar da polêmica, “Continência ao Amor” é um sucesso na Netflix. O filme foi visto por mais de 100 milhões de horas, tornando-se o filme mais assistido da semana no serviço de streaming.
Vídeo mostra monstros de “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro”
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro”, série de terror do cineasta vencedor do Oscar por “A Forma da Água” (2017). A prévia traz comentários de Del Toro, enquanto mostra cenas da produção, com ênfase nos monstros da série. “O Gabinete de Curiosidades” é uma antologia que abordará histórias de todas as tendências do terror, do gótico clássico à fantasia mística, concebidas por um time especialmente selecionado pelo diretor. A lista dos encarregados a escrever e dirigir os episódios inclui alguns nomes conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. Del Toro também ajudou a selecionar pessoalmente o elenco grandioso, formado por Rupert Grint (“Harry Potter” e “Servant”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), Luke Roberts (“Black Sails”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Glynn Turman (“Fargo”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Elpidia Carrillo (“Mayans M.C.”), Hannah Galway (“Sex/Life”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Demetrius Grosse (“Fear the Walking Dead”), David Hewlett (“A Forma da Água”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Sebastian Roché (“The Originals”) e Peter Weller (o RoboCop original). Ainda sem previsão de estreia, a antologia estende a colaboração entre Del Toro e Netflix, que começou em 2016 com o lançamento da animação “Trollhunters”, também criada pelo cineasta.
Franquia de terror “Jogos Mortais” vai ganhar novo filme
A longeva franquia de terror “Jogos Mortais” vai ganhar um novo filme. A informação foi divulgada pelo site Bloody-Disgusting e posteriormente confirmada pelo estúdio Lionsgate na sua conta do Twitter. Embora detalhes sobre a trama ainda não tenham sido divulgados, sabe-se que o novo filme contará com o retorno de um veterano da franquia: o diretor Kevin Greutert, responsável por “Jogos Mortais 6” e “Jogos Mortais: O Final”. O novo “Jogos Mortais” chega aos cinemas americanos em 27 de outubro de 2023, quatro dias antes do Halloween. Criada pelo roteirista Leigh Whannell (“O Homem Invisível”) e pelo diretor James Wan (“Aquaman”), a franquia “Jogos Mortais” já rendeu nove filmes e mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. O mais recente foi “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”, estrelado por Chris Rock e Samuel L. Jackson, lançado em 2021. i repeat: this is not a trap! https://t.co/8PwjxDzZkk — Lionsgate (@Lionsgate) August 15, 2022
Viola Davis será vilã do novo “Jogos Vorazes”
A atriz Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) foi confirmada como a vilã de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, o prelúdio de “Jogos Vorazes”. Ela dará vida à Dra. Volumnia Gaul, chefe da 10ª edição dos jogos, descrita como uma pessoa “tão cruel quanto criativa”. “Os filmes de ‘Jogos Vorazes’ sempre foram elevados por seu elenco excepcional, e estamos entusiasmados por continuar essa tradição com Viola Davis como Volumnia Gaul”, disse o presidente do Lionsgate, Nathan Kahane. “Sua presença formidável e poderosa adicionará camadas de complexidade e ameaça a esta história.” “Dra. A Gália é tão cruel quanto criativa e tão temível quanto formidável”, acrescentou o diretor Francis Lawrence. “O conhecimento de Snow como operador político se desenvolve em grande parte devido às suas experiências com ela, como a figura mais dominante dos jogos.” “Desde o início, Viola tem sido nosso sonho para a Dra. Gaul por causa da inteligência e emoção que ela traz para cada função”, acrescentou a produtora da franquia Nina Jacobson. “Uma estrategista brilhante e excêntrica, Gália é fundamental para moldar o jovem Coriolano Snow no homem que ele se tornará. Somos incrivelmente sortudos por ter uma atriz com o alcance e a presença extraordinários de Viola para desempenhar esse papel fundamental”. Viola Davis vai se juntar a um elenco que já conta com Rachel Zegler (“Amor, Sublime Amor”), Tom Blyth (da série “A Idade Dourada”), Hunter Schafer (“Euphoria”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Ashley Liao (“Physical”), Josh Andrés Rivera (também de “Amor, Sublime Amor”), Mackenzie Lansing (“Mare of Easttown”) e outros. A nova produção vai levar às telas o mais recente livro da saga, escrito por Suzanne Collins. Apesar de ter sido publicado em 2020, após o sucesso dos filmes, a trama é um prólogo, passada 64 anos antes da vitória de Katniss Everden nos Jogos Vorazes, e conta como tudo começou. A protagonista é Lucy Gray Baird (Zegler), tributo do empobrecido Distrito 12. Selecionada para participar dos “Jogos Vorazes”, ela recebe a mentoria do jovem Coriolanus Snow (Blyth), décadas antes de ele se tornar o poderoso presidente de Panem. Na trama, o futuro presidente é um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. O longa contará novamente com direção de Francis Lawrence, que assinou a maioria dos filmes da franquia, além do roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. Nina Jacobson produziu todos as quatro adaptações dos livros de Suzanne Collins, que faturaram US$ 3 bilhões em bilheteria mundial, Lawrence dirigiu as três últimas e Arndt escreveu a melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. A estreia está marcada para 16 de novembro de 2023 no Brasil e um dia depois nos EUA.
Criador de “Black-ish” fará nova versão do clássico “O Mágico de Oz”
Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish”, vai escrever e dirigir uma nova versão do clássico “O Mágico de Oz”. A informação é do site Deadline. A nova versão vai atualizar a trama clássica. Mas vale lembrar que a trama já recebeu inúmeras “atualizações”, desde a versão musical com Diana Ross e Michael Jackson “O Mágico Inesquecível” (1978) até a montagem teatral “The Wicked”, centrada na história da Bruxa Má do Oeste – e que vai virar filme com Ariana Grande e Cynthia Erivo em 2024. A história inicial de “O Mágico de Oz” segue Dorothy e seu cachorro Totó, que são levados para a terra mágica de Oz depois que um furacão passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Lá, eles fazem amizade com um Espantalho, um Homem de Lata e um Leão, e partem em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o tal do Mágico de Oz. Ela foi contada pela primeira vez em um livro infantil de 1900, escrito por L. Frank Baum e desenhado por W. W. Denslow, e deu início a uma franquia literária que rendeu 14 livros. Os livros já foram adaptados muitas vezes para o cinema, sendo que diversas adaptações aconteceram ainda no período do cinema mudo. Porém, a mais famosa versão ainda é a lançada em 1939, que se tornou um dos maiores clássicos da história do cinema. Atualmente, Kenya Barris está envolvido na pós-produção do seu primeiro filme, a comédia “You People”, estrelada por Jonah Hill (“Maniac”). Ele também escreveu o remake do clássico “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (1992) e está desenvolvendo uma nova série derivada de “Black-ish”, intitulada “Old-ish”, que acompanhará os avós dos personagens centrais. Nenhum desses projetos tem data de lançamento.
“Minions 2: A Origem de Gru” é o filme mais visto no Brasil desde junho
“Minions 2: A Origem de Gru” segue como filme mais visto nos cinemas brasileiros pelo quarto fim de semana consecutivo, de acordo com levantamento da Comscore. Há um mês e meio em cartaz, o filme teve 126 mil espectadores e arrecadou R$ 2,41 milhões arrecadados entre quinta e domingo (14/8). Desde seu lançamento em 30 de junho só não esteve no topo das bilheterias duas vezes, nos primeiros dias de “Thor: Amor e Trovão”. O Top 3 se manteve totalmente inalterado em relação à semana passada, com “Thor: Amor e Trovão” (107,1 mil espectadores e R$ 2,15 milhões) e “Trem-Bala” (95,5 mil pessoas e R$ 2,12 milhões nas bilheterias) em 2º e 3º lugares, respectivamente. Entre as estreias da semana, o thriller “A Fera”, estrelado por Idris Elba, foi o quarto filme mais visto, com 82 mil espectadores e faturamento de R$ 1,61 milhão. Já a comédia nacional “Papai É Pop”, com Lázaro Ramos, abriu no último lugar do Top 10, tirando “O Palestrante” do ranking já na segunda semana de exibição. Na estreia, a comédia com Fábio Porchat e Dani Calabresa ocupava a sétima posição. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil na semana. 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “Trem-Bala” 4. “A Fera” 5. “DC Liga dos SuperPets” 6. “Elvis” 7. “O Telefone Preto” 8. “Top Gun Maverick” 9. “Gêmeo Maligno” 10. “Papai É Pop”












