Sérgio Mallandro filma comédia sobre sua vida
O humorista Sérgio Mallandro começou a filmar o longa “Mallandro: O Errado que Deu Certo”, uma comédia que satiriza sua vida. A produção teve início na semana passada, no Rio de Janeiro, e nesta segunda (29/8) Mallandro publicou um vídeo dos bastidores em seu Instagram, revelando a participação de Xuxa na produção. O filme vai encontrar Mallandro numa fase de completo ostracismo profissional. Sem dinheiro, ele decide trabalhar como motorista de aplicativo, mas não consegue ser levado a sério, porque, mesmo disfarçado, sempre acaba sendo reconhecido pelos passageiros, que se recusam a fazer a viagem achando que se trata de uma pegadinha. A piada é boa, mas é só o ponto de partida da história, que via mostrar Mallandro tendo uma nova oportunidade de voltar à televisão, apresentando um programa de auditório numa emissora pequena. Só que o projeto fica comprometido quando o humorista acaba perdendo seus “poderes”: não consegue mais dizer nenhum de seus famosos bordões. Com isso, precisará se reinventar para conseguir uma última chance na carreira artística. Além de Xuxa, o filme vai contar com participações especiais de Zico, Lucio Mauro Filho, Fernando Caruso, Zéu Brito e Nanny People, além de reunir André Mattos, Marianna Alexandre, Gui Garcia e Léo Castro no elenco central. “Mallandro: O Errado que Deu Certo” tem direção de Marco Antônio Carvalho (assistente de “Cinderela Pop” e “Diários de Intercâmbio”) e sua estreia está prevista para 2023, com distribuição da Downtown Filmes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 𝗦ᗴ́ᖇᘜIO ᗰᗩᒪᒪᗩᑎᗪᖇO (@serginhomallandro)
Barbie Ferreira já tem novo trabalho após se despedir de “Euphoria”
A atriz Barbie Ferreira, que na semana passada se despediu de forma misteriosa de “Euphoria”, foi confirmada no elenco de “House of Spoils”, um novo suspense da Amazon Prime Video, com produção do estúdio de terror Blumhouse. No filme, ela vai trabalhar com Ariana DeBose, vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”. “House of Spoils” acompanha uma chef ambiciosa que abre seu primeiro restaurante e precisa lidar com diversas questões, que vão desde um investidor ao caos da cozinha. Ferreira será a sous chef do estabelecimento. A direção está a cargo de Bridget Savage Cole e Danielle Krudy, ambas de “Afunde o Navio”, premiado no Festival de Tribeca de 2019. Ainda não há previsão para o lançamento.
Estrela de “O Mundo É dos Jovens” e cantor do N’Sync farão filme sobre seu namoro
A atriz Danielle Fishel (“O Mundo É dos Jovens”) e o cantor Lance Bass (ex-integrante da banda N’Sync) vão fazer um filme sobre o seu antigo namoro e a descoberta sexual de Bass. A dupla compartilhou a novidade durante o podcast “Pod Meets World”. “Lance e eu estamos trabalhando em um filme sobre nossa história de amor e sobre nossa experiência no baile de formatura”, explicou Fishel. “Eu namorei Lance por cerca de um ano enquanto eu estava em ‘O Mundo É dos Jovens’. Era meu último ano e Lance veio comigo ao meu baile do ensino médio.” A atriz lembra que pensava que iria se casar com o cantor. “Eu mantive a esperança por muito tempo de que íamos voltar a ficar juntos, nos casar e ter uma família”, disse ela. “Acontece que eu não sou o tipo de Lance”, completou, referindo-se ao fato de Bass ter assumido publicamente a sua homossexualidade em 2006. A ideia de fazer o filme em torno do baile de formatura é importante para Bass pois, segundo ele, este foi um momento de virada na sua vida. “Acho que muitas pessoas podem se identificar com essa história”, disse ele. “Para tantas pessoas na comunidade LGBTQIA+, a noite de formatura foi a noite em que eles ficaram tipo, ‘Oh, espere um minuto. Isso não pode mais acontecer’. Esse foi o catalisador que me fez começar a me aceitar, o que levou muito tempo depois disso, mas essa foi definitivamente a primeira gota.” Na ocasião, os dois chegaram a reservar um quarto de hotel para irem depois do baile. E isso deixou Bass muito nervoso durante toda a noite. “Lance e eu tivemos um relacionamento muito maravilhoso, muito caloroso e amoroso, mas era completamente carente de intimidade – intimidade no sentido romântico”, contou Fishel. “Lance e eu tínhamos um quarto de hotel reservado e eu tive uma visão do que aquela noite seria e Lance estava muito nervoso sobre qual seria minha visão para aquela noite. Essa é a noite sobre a qual Lance fala, onde ele sentiu que estava me machucando por não ser honesto consigo mesmo ou com qualquer outra pessoa sobre o que estava acontecendo em sua vida, então foi uma espécie de ímpeto para ele dizer: ‘Eu vou terminar nosso relacionamento.’” Ele terminou o relacionamento duas semanas depois, afirmando, a princípio, que o problema era a distância. Fishel contou que ficou arrasada e que a mãe dela foi a primeira pessoa a levantar a possibilidade de Bass ser gay, algo que Fishel prontamente disse que não era verdade. Apesar desse desfecho para o namoro, Fishel e Bass são amigos até hoje. O filme sobre o relacionamento dos dois será escrito pelas atrizes Lauren Lapkus (“A Missy Errada”) e Mary Holland (“Alguém Avisa?”). Ainda não há previsão de estreia. Danielle Fishel recentemente repetiu o seu papel de Topanga Matthews, sua personagem de “O Mundo É dos Jovens”, na continuação “Garota Conhece o Mundo”, do Disney Channel. Lance Bass, por sua vez, fez diversas participações no cinema e na TV, como no terror “Amaldiçoados” (2005), na comédia “Eu os Declaro Marido… e Larry” (2007) e na série “Single Parents”.
Joseph Gordon-Levitt e Tessa Thompson vão estrelar sci-fi espacial
Os atores Joseph Gordon-Levitt (“Super Pumped – A Batalha pela Uber”) e Tessa Thompson (“Thor: Amor e Trovão”) vão estrelar a ficção científica espacial “Ash”, que será dirigida pelo músico Flying Lotus. Escrito por Jonni Remmler, o filme contará a história de uma mulher (Thompson) que acorda em um planeta distante e encontra a tripulação de sua estação espacial morta. A princípio, ela precisa decidir se deve ou não confiar no homem (Gordon-Levitt) que foi enviado para resgatá-la. Mas depois de um tempo, é ele quem começa a se perguntar se pode ou não confiar nela. “É um sonho absoluto colaborar com alguns dos atores mais talentosos do mundo!”, disse o diretor Flying Lotus, em comunicado oficial. Essa não será a primeira experiência de Flying Lotus (ou Steven Ellison) no cinema. Além de já ter trabalhado como compositor em diversos filmes e séries, ele já dirigiu o filme “Kuso” (2017) e mais recentemente comandou um segmento da antologia de terror “V/H/S/99” (2022). “Ash” terá produção do cineasta Neill Blomkamp (“Na Mente do Demônio”). O filme começa a ser rodado no ano que vem, mas ainda não tem previsão de estreia. Joseph Gordon-Levitt dublou um dos personagens animados do filme “Pinóquio”, dirigido por Robert Zemeckis (“Convenção das Bruxas”), que será lançado em 8 de setembro, e também será visto na comédia “Providence”, co-estrelada por Lily James (“Pam & Tommy”), sem previsão de estreia. Tessa Thompson, por sua vez, tem pela frente o drama “The Listener”, dirigido pelo ator Steve Buscemi (“Miracle Workers”), cuja première vai acontecer no Festival de Toronto, e o terceiro filme da franquia “Creed”, com estreia marcada para março de 2023.
Kiefer Sutherland vai estrelar próximo filme do diretor de “O Exorcista”
O ator Kiefer Sutherland (“Designated Survivor”) está em negociações finais para estrelar o filme “The Caine Mutiny Court-Martial”, que será dirigido pelo veterano cineasta William Friedkin (de “O Exorcista” e “Killer Joe – Matador de Aluguel”). O filme é baseado no livro de Herman Wouk, que se passa na 2ª Guerra Mundial e narra o julgamento de um oficial da marinha por motim, após assumir o comando de um navio por sentir que o capitão estava agindo de maneira instável e colocando a vida da tripulação em risco. “Nunca houve um motim na Marinha dos Estados Unidos. Herman Wouk virtualmente criou o primeiro e único motim nas forças armadas dos Estados Unidos”, disse Friedkin, em entrevista ao site Deadline. “Ele o inventou e inventou tudo que aconteceria em torno desse julgamento, baseado nas leis que o cobrem.” O livro de Wouk venceu o prêmio Pulitzer e já foi adaptado diversas vezes para o cinema e para a TV, sendo que a adaptação mais conhecida é “A Nave da Revolta” (1954), estrelada por Humphrey Bogart. A nova versão, porém, será diferente. “A obra original foi escrita para a 2ª Guerra Mundial, e Wouk incluiu toda a raiva reprimida no país por causa do ataque a Pearl Harbor”, contou o diretor. “Eu atualizei para que não seja mais sobre Pearl Harbor. Eu a tornei contemporânea, envolvendo o Golfo de Ormuz e o Estreito de Ormuz, levando ao Irã.” O Estreito de Ormuz fornece a única passagem entre o Golfo Pérsico e o mar aberto. Trata-se de uma rota marítima crítica e um ponto de acesso importante na região. “The Caine Mutiny Court-Martial” ainda não tem previsão de estreia. Visto recentemente na série “The First Lady”, Kiefer Sutherland tem pela frente apenas a série de espionagem “Rabbit Hole”, também sem previsão de estreia. Já o filme mais recente de William Friedkin foi o documentário “The Devil and Father Amorth” (2017), sobre um famoso padre exorcista. Desde então, ele estava procurando um novo projeto para dirigir. O diretor está completando 87 anos nesta segunda-feira (29/8). Assista abaixo ao trailer de “A Nave da Revolta”.
Festival de Veneza é criticado por exibir filme póstumo de Kim Ki-duk
Diferentes entidades cinematográficas estão criticando a organização do Festival de Cinema de Veneza por ter adicionado o filme “Call of God”, do cineasta Kim Ki-duk, à sua programação. Os protestos são alimentados pelo fato de o diretor, morto em 2020 por complicações causadas pela covid-19, ter sido acusado de abuso sexual. “Só porque ele está morto, isso não significa que o que aconteceu desaparecerá de repente”, disse Lee Sang-gil, diretor da Federação Sindical dos Trabalhadores do Cinema Sul-Coreano. “Kim nunca se desculpou com suas vítimas e, em vez disso, negou suas alegações por meio de uma série de ações judiciais. Para as vítimas, seu tempo com Kim permanecerá sempre como uma cicatriz inesquecível em suas carreiras. Nenhuma das vítimas conseguiu se recuperar após os incidentes e voltar a trabalhar em sets de filmagem”. As acusações contra Kim vieram à tona quando ele foi condenado por agressão contra uma atriz durante as filmagens de “Moebius” (2013). A vítima, cuja identidade foi mantida em sigilo, acusou Kim em 2017 de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro. A acusadora afirmou que Kim forçou-a a pegar o pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme. O que a levou a entrar na justiça. Na ocasião, o tribunal sul-coreano multou Kim em US$ 4,6 mil por agressão, mas os promotores não consideraram as acusações de abuso sexual, citando a falta de provas. Conforme lembrou a Korea Womenlink, uma organização de advocacia que trabalha para combater a violência contra as mulheres, “embora Kim claramente tenha cometido um crime terrível, ele tentou rastrear a acusadora e processou a vítima por difamação em vez de se desculpar. Mas o Festival Internacional de Cinema de Veneza decidiu exibir seu filme para honrá-lo apesar desse fato, exonerando-o de sua violência sexual.” Kim Ki-duk tem uma relação longa com o Festival de Veneza. Em 2004, ele venceu o Leão de Prata de Melhor Diretor por “Casa Vazia” e, em 2012, levou o Leão de Ouro de Melhor Filme por “Pietá”. E foi essa relação que influenciou a seleção do novo filme do cineasta. Filmado na Estônia, “Call of God” foi finalizado postumamente pelo produtor Artur Veeber. “Quando vimos o filme, ficou claro que estávamos lidando com o último trabalho de Kim Ki-duk”, disse Alberto Barbera, diretor do Festival de Veneza, ao site The Hollywood Reporter. “E ele foi de certa forma descoberto por Veneza, em 2000 com ‘A Ilha’, o que o tornou, imediatamente, um cineasta de filmes de arte muito conhecido em todo o mundo”. Barbera também disse que não poderia deixar passar essa oportunidade, atribuindo a seleção a “uma espécie de fidelidade ao diretor, uma espécie de respeito mútuo e confiança entre o cineasta e o festival” “Sabíamos que ele havia sido acusado de mau comportamento sexual. Não conheço os detalhes e não estou em posição de julgar se é verdade ou não”, continuou Barbera. “Não quero fazer nenhum julgamento sobre um problema pessoal. Acho que muita gente vai se interessar em assistir ao último filme que Kim Ki-duk não conseguiu completar. E acho justo mostrá-lo no festival que provavelmente tem a relação mais longa e profunda com o diretor.” Alberto Barbera não é alheio a reclamações, conforme ele mesmo lembra. “Tivemos que enfrentar a mesma situação, por exemplo, dois anos atrás, quando apresentamos ‘O Oficial e o Espião’ (2019), de Roman Polanski, em competição”, contou. “Acho que o que eu disse na época ainda está de pé. Não somos um tribunal. Não sou um juiz que pode decidir sobre a personalidade de um homem ou de uma mulher. Eu sou um crítico de cinema. Estou aqui para julgar a qualidade do que é submetido ao festival. Acho que essa separação entre o homem e o artista é inevitável. Faz parte da história da arte. Já disse antes que sabemos que [o pintor italiano] Caravaggio era um assassino. Mas ele fez algumas das obras-primas mais importantes da pintura italiana do século 17. O que deveríamos fazer? Tirar as pinturas dos museus porque Caravaggio era um assassino? Eu acho que não. Não estamos aqui para julgar a pessoa ou o homem. Estamos aqui para julgar a qualidade da coisa que ele faz. Às vezes, as pessoas que fazem coisas boas também fazem coisas ruins.” Assim como no caso de “O Oficial e o Espião”, a decisão de Barbera tem causado muita polêmica. “É lamentável que Veneza esteja convidando e comemorando o filme de Kim sem mencionar seus atos como autor de agressão sexual”, disse Choi Eun-min, porta-voz do Deun Deun Center, uma organização que se concentra na prevenção de agressão sexual em sets e no apoio a sobreviventes. “A razão pela qual os perpetradores do #MeToo podem retornar e continuar seu trabalho é porque esses organizadores permanecem em silêncio sobre sua associação com violência sexual e violações de direitos humanos, e elogiam os filmes [dos perpetradores]. Isso pode ser visto como um perdão aos perpetradores pelos seus atos de violência.” Apesar dos protestos, “Call of God” será exibido numa sessão de gala, fora de competição, no dia 6 de setembro.
Evan Rachel Wood é Madonna no trailer da biografia de “Weird” Al Yankovic
A plataforma americana Roku divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Weird: The Al Yankovic Story”, que traz Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como o comediante “Weird Al” Yankovic. A prévia mostra que o filme é uma paródia de cinebiografias musicais, com vários clichês do gênero apresentados de forma exagerada. O que é perfeito para um artista que fez sucesso parodiando músicas. Quase tudo é invenção, como o relacionamento de Yankovic com Madonna, interpretada de forma tão convincente por Evan Rachel Wood (“Westworld”), que chega a roubar as cenas do vídeo. Conhecido por lançar clipes com versões engraçadinhas de músicas de sucesso, Yankovic virou o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. O filme pseudobiográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também assina a direção o filme, que tem produção do Funny or Die. “Weird: The Al Yankovic Story” terá première no Festival de Toronto em setembro, antes na chegar na Roku em 4 de novembro. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Franquia “Jurassic” atinge US$ 6 bilhões de bilheteria mundial
A franquia “Jurassic”, que inclui as trilogias “Jurassic Park” (1993-2001) e “Jurassic World” (2015-2022), ultrapassou a impressionante marca de US$ 6 bilhões de bilheteria mundial. O feito foi conquistado com ajuda do sucesso de “Jurassic World: Domínio”, capítulo mais recente da saga, que alcançou US$ 990 milhões mundiais no domingo (28/8). Por sinal, a expectativa do estúdio Universal é que o longa alcance US$ 1 bilhão antes do fim de semana, quando finalmente chegará na internet nos EUA. As apostas são no mercado japonês, onde o filme estreou com várias semanas de atraso em relação ao restante do mundo. No Brasil, “Jurassic World: Domínio” já está disponível para locação nas plataformas de VOD, como iTunes/Apple TV, Google Play, Vivo Play, Claro TV+, Microsoft Store e Amazon. Confira abaixo o total de bilheteria de cada longa da franquia, por ordem de lançamento. “Jurassic Park” (1993) – US$ 1,09 bilhão “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) – US$ 618,6 milhões “Jurassic Park III” (2001) – US$ 368,7 milhões “Jurassic World” (2015) – US$ 1,67 bilhão “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018) – US$ 1,31 bilhão “Jurassic World: Domínio” (2022) – US$ 990 milhões
Estreia de “Não! Não Olhe!” lidera bilheterias no Brasil
Assim como aconteceu nos EUA, os cinemas brasileiros tiveram um dos piores públicos do ano no último fim de semana. Entre quinta-feira e domingo (28/8), foram vendidos 556 mil ingressos, que renderam R$ 11,45 milhões nas bilheterias, de acordo com dados da Comscore. O público e a renda só não foram piores que os resultados do fim de semana entre 24 e 27 de fevereiro – 500 mil ingressos e R$ 10,17 milhões. A estreia de “Não! Não Olhe!” foi o filme mais assistido, levando 142 mil pessoas aos cinemas para um faturamento de pouco mais de R$ 3 milhões. A animação “Minions 2: A Origem de Gru” manteve o 2º lugar da semana passada, com metade do público e R$ 1,3 milhão, enquanto outra animação, a estreante “O Lendário Cão Guerreiro”, registrou a terceira maior movimentação, com R$ 1,1 milhão. Outro estreante, “After – Depois da Promessa” ocupou o 4º lugar, apesar de ser visto por menos de 60 mil pessoas. O Top 5 fecha com um tombo. A posição foi ocupada pelo líder da semana passada, “Dragon Ball Super: Super-Herói”, que viu seu público desabar após sete dias. Confira abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil no fim de semana. 1. “Não! Não Olhe!” 2. “Minions 2: A Origem de Gru” 3. “O Lendário Cão Guerreiro” 4. “After. “Depois da Promessa” 5. “Dragon Ball Super: Super Herói” 6. “Trem-Bala” 7. “Thor: Amor e Trovão” 8. “Elvis” 9. “O Telefone Preto” 10. “DC Liga dos Superpets”
Vídeo vazado de Olivia Wilde alimenta polêmica de bastidores de filme com Harry Styles
O recém-convertido ator Shia LaBeouf ainda não aprendeu a dar a outra face. Depois de se dizer salvo pela conversão ao catolicismo, o ator que está sendo processado por agressão e abuso sexual decidiu rebater a afirmação da diretora Olivia Wilde de que tinha sido demitido do set de “Não se Preocupe, Querida”, revelando que foi ele quem pediu para sair. E para não deixar dúvida, vazou um vídeo de uma ligação feita por Wilde implorando para ele ficar no filme, mesmo sabendo que a sua presença deixava a atriz Florence Pugh desconfortável. O vídeo chegou por fontes anônimas nas redes sociais, mas apenas LaBeouf teria acesso a ele, já que se trata de uma chamada pessoal. No vídeo, Wilde pede para LaBeouf reconsiderar sua decisão de abandonar o filme após uma briga com Pugh durante a produção. A revelação também alimenta boatos sobre os bastidores do filme. Florence Pugh teria se afastado da divulgação do longa por ter se desentendido com Olivia Wilde. Aparentemente, a substituição de LaBeouf por Harry Styles criou um novo problema, já que a diretora começou a namorar o cantor durante as filmagens. A situação teria se tornado duplamente desconfortável. Além das visitas do então marido de Wilde, o ator Jason Sudeikis (o Ted Lasso), que levava as crianças para visitar a cineasta, Pugh teve que encenar cenas quentes com o namorado de sua “chefe”. O climão foi descrito no final de julho pelo site Page Six e tanto o estúdio New Line, responsável pela produção, quanto representantes de Pugh se recusaram a comentar a descrição. Eles também não desmentiram. Pugh também não quis ser entrevistada para um perfil de Wilde publicado pela revista Variety nesta semana, nem está mencionando o filme em suas redes sociais. Além disso, o site TheWrap afirma ter ouvido de três executivos ligados ao filme de que Pugh só vai promover “Não se Preocupe, Querida” na première prevista para o Festival de Veneza. A justificativa é que ela está filmando “Duna: Parte 2”, em Budapeste, na Hungria. Ela pode nem ir a Veneza encontrar a diretora e o elenco, participando apenas por videochamada de uma entrevista coletiva para a imprensa. O elenco de “Não Se Preocupe, Querida” ainda conta com Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Nick Kroll (“Nossa Bandeira é a Morte”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. A estreia no Brasil está marcada para o dia 22 de setembro. SOMEONE HOLD ME BACK (the video olivia sent shia where she basically begged him to stay on the movie after ADMITTING that she knows shia makes florence uncomfortable) pic.twitter.com/ihlHOQlF6B — percy 🌊 || who the fuck’s gonna stop us ? (@percystardust) August 26, 2022
Trailer traz Jon Hamm em continuação de comédia famosa dos anos 1980
A Paramount divulgou o pôster e o trailer de “Confess, Fletch”, continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora vai se materializar com Jon Hamm, astro da série “Mad Men”, como o novo Fletch. O filme tem roteiro de Zev Borow (da série “Chuck”) e direção de Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), e adapta o segundo livro de McDonald, lançado originalmente em 1976. Trata-se, na verdade, da sequência oficial do primeiro livro, “Fletch” (1974), que virou o longa de 1985 – o segundo filme, “Fletch Vive”, ignorou os livros ao optar por um roteiro original de cinema. Na trama, Flecth se vê envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. A produção promove uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também inclui em seu elenco Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos cinemas e em VOD nos EUA.
Diretor compartilha artes conceituais de “Aquaman 2”
O diretor James Wan divulgou em seu Instagram algumas artes conceituais de “Aquaman e o Reino Perdido”, segundo filme do herói interpretado por Jason Momoa. As imagens apresentam cenários grandiosos, cenas de batalha épicas e lutas entre Aquaman e o vilão Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II). O filme tem sido descrito como uma aventura cômica, que junta Aquaman e seu meio-irmão, Mestre do Oceano (Patrick Wilson), numa jornada compartilhada. O elenco também contará com as voltas de Dolph Lundgren como o Rei Nereus, Temuera Morrison e Nicole Kidman como os pais do herói e, até segunda ordem, Amber Heard como Mera, num papel bem menor do que sua participação no primeiro filme. O elenco ainda foi reforçado por Indya Moore (“Pose”) como Karshon, que nos quadrinhos é um tubarão mutante com poderes telepáticos, o galês Vincent Regan (“Poldark”) como Atlan, o antigo rei que afundou Atlântida, e a portuguesa Jani Zhao (“Peregrinação”) como Stingray, personagem inédita criada para o filme. Nesta semana, a produção teve a estreia remarcada pela Warner Bros. para 25 de dezembro de 2023. E junto das imagens conceituais, Wan comentou ter gostado da mudança. “Sou um pouco supersticioso e adoro que seja um lançamento em dezembro como o primeiro!”, ele escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet)
Atriz da “Turma da Mônica” entra em sci-fi da Netflix
A jovem atriz Emilly Nayara, que vive a Milena da “Turma da Mônica”, entrou no elenco de “Biônicos”, filme de ficção científica em desenvolvimento para a Netflix. Ela tirou fotos nos bastidores da produção ao lado de Bruno Gagliasso (“Marighella”), um dos protagonistas do longa, mas não postou nas redes sociais. Em vez disso, ela publicou no Instagram uma cópia da coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, que deu a notícia. O diretor Daniel Rezende, dos filmes e da série da “Turma da Mônica”, comentou a novidade com um “Que amor” no Instagram de Nayara. E foi seguido por Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”), que dirige o filme “Biônicos”. “Você é tudo!!! Obrigado pelo talento e entrega”, escreveu Poyart. Segundo a sinopse divulgada pela Netflix, o filme se passa no futuro, “quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas”. A trama segue uma personagem chamada Maria, que sonha em competir contra a irmã. “Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência”. As duas irmãs serão vividas por Jessica Córes (“Cidade invisível”) e Gabz (“As Seguidoras”). “Biônicos” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emilly 🖤💗 (@euemillynayara)












