“As Bestas” é o grande vencedor do Goya, o “Oscar espanhol”
O western moderno e feminista “As Bestas” foi o grande vencedor do Prêmio Goya 2023, considerado o “Oscar espanhol”. A obra de Rodrigo Sorogoyen arrebatou nove prêmios, incluindo Melhor Filme, Diretor, Ator e Roteiro Original, no evento que aconteceu em Sevilha na noite de sábado (11/2). Numa consagração rara, um ator estrangeiro, o francês Denis Ménochet, levou o prêmio de Melhor Ator por “As Bestas”, como um francês que se estabelece no interior da Galícia, criando conflito por sua modernidade cosmopolita, que afronta o senso de identidade dos habitantes locais – e se recusa a recuar. Outro filme que se destacou na premiação foi “Cinco Lobitos”, elogiado por Pedro Almodóvar no ano passado como “a melhor estreia espanhola em anos”, que rendeu o troféu de Melhor Novo Diretor para a cineasta Alauda Ruiz de Azúa, além de premiar as intérpretes Laia Costa e Susi Sánchez como Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante. Já os prêmios técnicos foram dominados por “Prisão 77”, uma superprodução que somou cinco troféus. A lista de vencedores ainda incluiu “Argentina, 1985”, eleito Melhor Filme Ibero-Americano. O longa do argentino Santiago Mitre também disputa o Oscar de Melhor Filme Internacional. O clima de celebração, entretanto, foi temperado pela morte de Carlos Saura na sexta-feira (10/2). Considerado um dos maiores nomes do cinema espanhol, o cineasta seria homenageado com o Goya de Honra deste ano, pelas realizações da carreira. Uma emocionada Carmen Maura subiu ao palco, com lágrimas nos olhos, para marcar a homenagem: “Sinto muito por nunca ter contado a ele o impacto que ele teve em mim para sempre como atriz” A atriz Eulália Ramón, viúva de Carlos Saura, leu um bilhete ditado por Saura poucos dias antes de sua morte. “Ficaria feliz se tivesse servido de inspiração para os diretores de hoje. Eu me vejo como uma estrela cadente na imensidão do cosmos. Sempre disse que a imaginação é mais rápida que a velocidade da luz.” Confira abaixo a lista de todos os premiados. MELHOR FILME “As Bestas” PRÊMIO GOYA DE HONRA Carlos Saura MELHOR DIRETOR Rodrigo Sorogoyen (“As Bestas”) MELHOR NOVO DIRETOR Alauda Ruiz de Azúa (“Cinco Lobitos”) MELHOR ATRIZ Laia Costa (“Cinco Lobitos”) MELHOR ATOR Denis Ménochet (“As Bestas”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Susi Sánchez (“Cinco Lobitos”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Luis Zahera (“As Bestas”) MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Isabel Peña, Rodrigo Sorogoyen (“As Bestas”) MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Isa Campo, Fran Araujo e Isaki Lacuesta (“Un Año, una Noche”) MELHOR FOTOGRAFIA Álex de Pablo (“As Bestas”) MELHOR MÚSICA ORIGINAL Olivier Arson (“As Bestas”) MELHOR CANÇÃO ORIGINAL “Sintiéndolo Mucho”, (Joaquín Sabina e Leiva para “Sintiéndolo Mucho”) MELHOR NOVO ATOR Telmo Irureta (“La Consagracipon de la Primavera”) MELHOR NOVA ATRIZ Laura Galán (“Piggy”) MELHOR PRÊMIO GOYA INTERNACIONAL Juliette Binoche MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO “Unicorn Wars”, de Alberto Vázquez MELHOR FILME IBERO-AMERICANO “Argentina 1985”, de Santiago Mitre (Argentina) MELHOR FILME EUROPEU “A Pior Pessoa do Mundo”, de Joachim Trier (Noruega) MELHOR DOCUMENTÁRIO “Labordeta, Un Hombre Sin Más”, de Gaizka Urresti e Paula Labordeta MELHOR CURTA-METRAGEM “Arquitectura Emocional 1959”, de León Siminiani MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO “Loop”, de Pablo Polledri MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO “Maldita: A Love Song to Sarajevo”, de Amaia Remírez García e Raúl de la Fuente MELHOR EDIÇÃO Alberto del Campo (“As Bestas”) MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Manuela Ocón (“Prisão 77”) MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Pepe Dominguez del Olmo (“Prisão 77”) MELHOR FIGURINO Fernando García (“Prisão 77”) MELHOR SOM Manuel González, Ángel García, Ramón Sanjuán (“As Bestas”) MELHOR MAQUIAGEM E CABELO Yolanda Piña & Félix Terreno (“Prisão 77”) MELHORES EFETOS VISUAIS Ana Rubio, Esther Ballesteros (“Prisão 77”)
Adam Driver enfrenta dinossauros em novo trailer de “65 – Ameaça Pré-Histórica”
A Sony Pictures divulgou um novo trailer nacional de “65 – Ameaça Pré-Histórica”, ficção científica estrelada por Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”). A prévia mostra o personagem de Driver sofrendo um acidente espacial na Terra pré-histórica, dominada por dinossauros. A trama acompanha um piloto espacial (Driver) que viajava pelas galáxias em busca de um novo mundo. Porém, após um acidente, ele vai parar na Terra de 65 milhões de anos atrás. Lá, ele e a única outra sobrevivente do acidente (Ariana Greenblatt, de “Awake”) precisam atravessar um terreno desconhecido repleto de criaturas pré-históricas para conseguir sobreviver. “65 – Ameaça Pré-Histórica” foi produzido pelo cineasta Sam Raimi (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) e tem roteiro e direção da dupla Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas do primeiro “Um Lugar Silencioso”). O filme chega aos cinemas brasileiros em 9 de março, um dia antes da sua estreia nos EUA. Veja abaixo o trailer em duas versões: legendada e dublada em português.
Vin Diesel confirma quarto filme de “Riddick”
O astro Vin Diesel confirmou sua volta o quarto filme da franquia “Riddick”, intitulado “Riddick: Furya”. Assim como os anteriores, o novo filme será escrito e dirigido por David Twohy, que primeiro se juntou a Diesel em “Eclipse Total” de 2000, e continuou a franquia de ficção científica com duas sequências, “As Crônicas de Riddick” (2004) e “Riddick” (2013). Além de estrelar, Diesel também vai produzir o filme por sua empresa One Race Films. De acordo com a descrição oficial do filme, “Furya” mostrará Riddick finalmente retornando ao seu mundo natal, um lugar do qual ele mal se lembra e que teme ter ficado em ruínas pela ação dos Necromongers. Mas lá ele encontra outros Furyans lutando por sua existência contra um novo inimigo. E alguns desses Furyans são mais parecidos com Riddick do que ele jamais poderia imaginar. “Nossa legião de fãs exige isso há anos, e agora estamos finalmente prontos para honrar sua chamada à ação com ‘Riddick: Furya’”, disse Twohy em um comunicado anunciando o projeto. “Minha colaboração com Vin e One Race dura 20 anos frutíferos, já que juntos criamos três filmes, dois videogames, uma produção de anime e quadrinhos para a internet. Este novo evento de tela grande verá um retorno ao mundo natal de Riddick, onde finalmente poderemos explorar a gênese de Riddick”, completou. Vin Diesel estará a seguir em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, onde dubla Groot, com lançamento marcado para 4 de maio no Brasil, e “Velozes e Furiosos 10”, que estreia logo em seguida, em 18 de maio.
Trailer apresenta protagonistas da série derivada do musical “Grease”
A Paramount+ divulgou o trailer completo de “Grease: Rise of the Pink Ladies”, série derivada do famoso musical “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”. A prévia apresenta as personagens centrais como garotas marginalizadas da escola que resolvem se juntar numa turma exclusiva, além de explorar o clima nostálgico com os elementos clássicos da produção original: música, dança, jaquetas de couro, carrões vintage e os corredores da Rydell High Scholl. Desenvolvida por Annabel Oakes (roteirista de “Awkward.” e “Atypical”) e dirigida por Alethea Jones (“Uma Noite de Loucuras”), a série é apresentada como um prólogo de “Grease”, passado quatro anos antes da história do musical clássico – ou seja, em 1955, antes de Sandy (a personagem de Olivia Newton-John) chegar na escola e durante o estouro do rock’n’roll. Segundo a sinopse, a trama mostrará como um grupo de garotas “ousou se divertir do seu próprio jeito, incitando um pânico moral que mudará a Rydell High para sempre”. Alguns detalhes distinguem a série do filme estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John: desta vez, as garotas não são todas brancas e heterossexuais. Mas todas cantam e dançam. O elenco destaca Marisa Davila (“Amor com Data Marcada”) como Jane, Cheyenne Isabel Wells (de musicais da Broadway) como Olivia, Ari Notartomaso (“Atividade Paranormal: Ente Próximo”) como Cynthia, Tricia Fukuhara (“As Trambiqueiras”) como Nancy, Shanel Bailey (“The Good Fight”) como Hazel, Madison Thompson (“Ozark) como Susan, Johnathan Nieves (“Penny Dreadful: City of Angels”) como Richie, Jason Schmidt (“FBI: Os Mais Procurados”) como Buddy, Maxwell Whittington-Cooper (“A Fotografia”) como Wally e Jackie Hoffman (“Only Murders in the Building”) como a Diretora McGee. A estreia está marcada para 7 de abril.
Filmes: Comédias românticas são destaques nas estreias de streaming
Comédias românticas, dramas, terror e um documentário indicado ao Oscar compõem os principais lançamentos de streaming da semana. A lista tem opções para quem prefere assistir astros famosos, como Reese Witherspoon ou Anthony Hopkins, e para cinéfilos desbravadores de produções internacionais, além de sessão para quem quer ver tudo do Oscar 2023. Confira abaixo 10 dicas de filmes novos para assistir na sua casa ou na casa de quem você quiser. | NA SUA CASA OU NA MINHA? | NETFLIX O filme estrelado pro Ashton Kutcher (“O Rancho”) e Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) é um retorno às tramas de comédia romântica clássica, com todos os clichês do gênero embrulhados com um lacinho pela especialista Aline Brosh McKenna, que estreia na direção após escrever “romcoms” famosas, como “O Diabo Veste Prada” (2006), “Vestida para Casar” (2008), “Não Sei Como Ela Consegue” (2011) e “Compramos um Zoológico” (2011). Ela ganhou experiência como diretora ao comandar quatro episódios de “Crazy Ex-Girlfriend”, que criou para a TV. E claro que também assina o roteiro. A trama acompanha dois melhores amigos que, depois de transarem na adolescência, foram morar em cidades distantes um do outro, mas mantiveram uma amizade quase de irmãos. Estressada por ser mãe solteira de um pré-adolescente, Debbie (Reese) aceita a proposta do velho amigo para trocarem de casa por uma semana, de modo que Peter (Ashton) possa cuidar de seu filho enquanto ela descansa e se diverte por uma semana. Só que logo percebem que não trocaram apenas de casa, mas também de amigos, que lhes dão conselhos bem diferentes uns dos outros. Enquanto Peter desabafa e começa a assumir a paixão enrustida de anos, Debbie é encorajada a procurar um novo amor… e encontra, para partir de vez o coração de seu crush antigo. Os coadjuvantes incluem Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”), Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”), Vella Lovell (também de “Crazy Ex-Girlfriend”), Tig Notaro (Star Trek: Discovery”), Zoe Chao (“De Volta ao Baile”), Shiri Appleby (“UnReal”), Steve Zahn (“The White Lotus”) e o menino Wesley Kimmel (“Good Girls”) | SOMEBODY I USE TO KNOW | AMAZON PRIME VIDEO Alison Brie (“GLOW”) estrela essa comédia romântica dirigida por seu marido, o ator Dave Franco (“Artista do Desastre”), para subverter uma fórmula que inicialmente parece um mashup de “O Casamento do meu Melhor Amigo” (1997) com “Jovens Adultos” (2011). Brie vive Ally, uma produtora de TV viciada em trabalho que, após um desgosto profissional, resolve buscar conforto na sua cidade natal. Lá, ela encontra seu primeiro amor Sean (Jay Ellis, de “Insecure”) e, após uma noite turbulenta relembrando o passado, começa a questionar as decisões que tomou. Então, decide reacender seu antigo relacionamento, apenas para descobrir que Sean está noivo e prestes a casar com outra mulher. Com planos para sabotar o casamento, ela logo conhece a noiva, Cassidy (Kiersey Clemons, de “O Mistério da Ilha”), que canta numa banda punk, e a situação se complica. O elenco ainda conta com Danny Pudi (também de “Community”), Haley Joel Osment (“O Método Kominsky”), Julie Hagerty (“Noelle”) e Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”). Esse é o segundo filme dirigido por Dave Franco. O primeiro foi o terror “Vigiados” (2020), também estrelado por Brie. Desta vez, a atriz ainda assina o roteiro, ao lado do marido. | ARMAGGEDOM TIME | VOD* O drama semi-autobiográfico, baseado na infância do diretor James Gray (“Ad Astra”), passa-se nos anos 1980 nos EUA, mas reflete muitos fatos que têm sido acompanhados com espanto nos telejornais do Brasil atual. A trama mostra como um menino branco é empurrado para o racismo por sua mãe, escola de elite e colegas, enquanto seu avô tenta ensinar ao jovem que sua família judia também sofreu esse tipo de ataque… de nazistas. O elenco excepcional é formado por Anthony Hopkins (“Meu Pai”) como o avô, Jeremy Strong (“Succession”) e Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) como os pais, Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) como a diretora da escola e o menino Banks Repeta (“O Telefone Preto”) como o jovem protagonista. O filme tem coprodução da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray – , e após passar no circuito dos grandes festivais internacionais atingiu 75% de aprovação da crítica no portal Rotten Tomatoes. | NOTRE DAME: DESASTRE EM PARIS | VOD* O veterano cineasta Jean-Jacques Annaud (“O Nome da Rosa”) transforma o drama do incêndio da catedral de Notre Dame num filme de catástrofe, destacando a luta dos bombeiros de Paris para impedir que o prédio histórico fosse totalmente perdido para as chamas, mesmo ao custo de suas vidas. Apesar de conter muitas cenas de ação, a obra também denuncia a falta de prevenção e planejamento contra fogo num dos prédios mais antigos e belos do mundo, demonstrando porque, uma hora após o telhado pegar fogo, a catedral já estava condenada e o fogo fora de controle. Tudo precisou ser decidido naqueles 60 minutos, quando todos os sistemas desatualizados e falhos no local não serviram para nada. Ao final, se Notre Dame permaneceu de pé, foi graças à bravura dos bombeiros. O filme concorre ao César (o Oscar francês) de Melhores Efeitos Visuais, e traz em seu elenco os atores Samuel Labarthe (“À Francesa”), Jean-Paul Bordes (“Ilusões Perdidas”) e Chloé Jouannet (“Luther”), entre outros. | A SALVAÇÃO | TELECINE O western europeu traz Mads Mikkelsen (“Hannibal”) na pele de um soldado do exército dinamarquês, que viaja para os EUA com sua família com planos de iniciar uma nova vida, mas logo ao chegar descobre que o lugar é mais selvagem que esperava. Enlutado e enraivecido pela morte da mulher e do filho, ele embarca numa jornada de vingança e acaba despertando o ódio de um perigoso fora-da-lei (Jeffrey Dean Morgan, de “The Walking Dead”), que obriga toda a cidade a caçar seu inimigo. Com clima tenso e fotografia grandiosa, o filme de Kristian Levring (“Não Tenha Medo de Mim”) preste tributo aos mestres do western americano, evocando os grandes clássicos de John Ford, Fred Zinnemann e Howard Hawks. A produção também marca o reencontro de Mikkelsen com a atriz Eva Green, com quem contracenou em “007 – Cassino Royale” (2006), e o elenco ainda conta com Jonathan Pryce (“G.I. Joe: Retaliação”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Desolação de Smaug”) e o ex-jogador de futebol Eric Cantona (“À Procura de Eric”). | A WEDDING | MUBI O drama belga escrito e dirigido por Stéphan Streker (“Michael Blanco”) segue a história de uma jovem muçulmana europeia, Zahira, que se rebela ao completar 18 anos e se ver obrigada pela família a casar com um homem que não conhece. O filme aborda questões de identidade cultural, religião e liberdade individual, apresentando uma visão complexa e sombria da tradição do casamento arranjado. A atuação dos atores é forte, especialmente de Lina El Arabi (“Brutus vs. César”) como Zahira, que consegue transmitir a angústia e a luta interna da personagem de maneira impactante. Além disso, a direção de arte e a fotografia criam uma atmosfera opressiva e tensa que reflete a situação da protagonista. | O SUPLENTE | NETFLIX O novo drama do argentino Diego Lerman (“Uma Espécie de Família”) acompanha um professor substituto do Ensino Médio, que decide se envolver quando um de seus alunos é ameaçado por um chefão do tráfico. O papel principal é vivido por Juan Minujín (“Dois Papas”) e o elenco ainda destaca a filha do diretor, Renata Lerman, que foi premiada como Melhor Coadjuvante no Festival de San Sebastián. MADALENA | VOD* A estreia impactante de Madiano Marcheti lida com uma realidade brutal do Brasil, país onde mais se assassina transexuais no mundo. A trama acompanha a reação de três jovens completamente diferentes à descoberta do corpo de Madalena, uma mulher trans, abandonado em uma plantação de soja do Centro Oeste, entre eles outra trans e o filho do dono da fazenda. Foi premiado em três festivais internacionais no ano passado: Lima (Peru), Guanajuto (México) e Istambul (Turquia), além de ser exibido nos prestigiados festivais de Rotterdã (Holanda) e San Sebastián (Espanha) sob muitos elogios da crítica mundial. | O LOBO VIKING | NETFLIX Variação norueguesa da lenda dos lobisomens, o filme traça uma relação entre cães do inferno libertos por vikings nas florestas nórdicas e um monstro que ataca adolescentes nos dias de hoje. A narrativa padrão acompanha uma família que se muda para uma cidade pequena porque a mãe arranjou emprego na polícia local. Quando uma estudante é brutalmente assassinada numa festa, a filha rebelde sai da cena do crime com mais que testemunho ocular: um arranhão em seu corpo a deixa cada vez mais irritante, a caminho de uma transformação. | TUDO O QUE RESPIRA | HBO MAX Indicado ao Oscar de Melhor Documentário, o filme do indiano Shaunak Sen (“Cities of Sleep”) acompanha os esforços de dois irmãos para salvar um pássaro, o milhafre preto, das condições insalubres de Nova Delhi, uma das cidades mais populosas do mundo. De seu hospital improvisado para pássaros em seu minúsculo porão, os irmãos cuidam de milhares dessas aves de rapina, que caem diariamente dos céus sufocados pela poluição. À medida que a toxicidade ambiental e a agitação populacional aumentam, a relação entre esta família muçulmana e os pássaros negligenciados formam uma crônica poética do colapso ecológico de uma cidade e suas crescentes tensões sociais. A obra aclamada com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes já venceu 19 troféus internacionais, incluindo o de Melhor Documentário do Festival de Cannes passado. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
The Flash: Primeiro pôster do filme traz herói na batcaverna
A Warner Bros. divulgou o primeiro pôster de “The Flash”, filme solo do herói mais rápido do mundo. A arte traz o herói vivido por Ezra Miller parado na batcaverna sob a sombra de Batman (ou de um batplano). Duas versões de Batman, interpretadas por Michael Keaton e Ben Affleck, originalmente apareceriam no filme, mas mudanças significativas foram feitas nos últimos meses com refilmagens e reedições. De qualquer forma, o cartaz com imagem deixa claro que alguma versão do Cavaleiro das Trevas fará parte da história. O cineasta James Gun, chefe do DC Studios, disse que “The Flash”, dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), “reinicia tudo” no universo da DC, sugerindo que o estúdio vai aproveitar a trama do filme (inspirada nos quadrinhos conhecidos como “Ponto de Ignição/Flashpoint”) como base de um reinício completo no DCU. Nos quadrinhos de “Ponto de Ignição”, Flash volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Esta também foi a deixa da DC Comics para fazer um reboot em suas publicações. Por conta disso, o filme também vai introduzir uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”), que será a primeira intérprete latina da heroína, e outras supresas. A estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Carlos Saura, um dos maiores cineastas da Espanha, morre aos 91 anos
O cineasta espanhol Carlos Saura, responsável por filmes conceituados como “Cria Corvos” (1976) e “Carmen” (1983), morreu nessa sexta-feira (10/2) de problemas respiratórios na sua casa na Espanha, aos 91 anos. Ele já estava com a saúde debilitada há algum tempo. No ano passado, Saura teve um AVC e, em outro momento, sofreu uma queda. Esses dois incidentes contribuíram para a deterioração do seu estado de saúde. Com mais de 50 trabalhos no seu currículo, Saura era considerado um dos principais cineastas espanhóis, ao lado de grandes nomes como Luis Buñuel e Pedro Almodóvar. Nascido em 4 de janeiro de 1932, em Huesca, no nordeste da Espanha, Saura tinha apenas quatro anos quando a Guerra Civil Espanhola estourou em 1936, e sua infância foi impactada pela conflito. Anos mais tarde, ele ganharia sua reputação como um crítico do regime de Franco. Mas não tratava dessa temática de maneira direta. Em vez disso, usava alegorias em seus filmes para se esquivar da censura. Saura começou a sua carreira no cinema na década de 1950, realizando curtas-metragens. Sua estreia no comando de um longa-metragem aconteceu em 1960, quando ele dirigiu “The Delinquents”, selecionado para o Festival de Cannes. Ele ficou conhecido internacionalmente com “A Caça” (1966), vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim. O filme abordou o legado da Guerra Civil Espanhola por meio da história de três veteranos que relembram suas experiências durante uma viagem que fazem para caçar coelhos. A partir daí, Saura se tornou uma presença frequente no festival alemão, vencendo o Urso de Prata novamente no ano seguinte, pelo suspense hitchcockiano “Peppermint Frappé” (1967), e o Urso de Ouro com “Depressa, Depressa” (1981), trama criminal de delinquentes juvenis. Mas foi o Festival de Cannes que consagrou um dos seus trabalhos mais conhecidos, “Cria Corvos” (1976), que conta a história de uma mulher que acredita ter sido a causadora da morte do seu pai, um militar franquista, por meio de um estranho poder. O filme venceu o prêmio do júri no festival francês. Com uma filmografia repleta de clássicos, ele também dirigiu o drama “O Jardim das Delícias” (1970), o gótico “Ana e os Lobos” (1973), o nostálgico “A Prima Angélica” (1974), a comédia fantasiosa “Mamãe Faz 100 Anos” (1979), e a partir dos anos 1980 se especializou em musicais com coreografia e iconografia ibérica e latina-americana. Foram nada menos que 11 obras do gênero, entre dramatizações e documentários: “Bodas de Sangue” (1981), “Carmen” (1983), “Amor Bruxo” (1986), “Sevillanas” (1992), “Tango” (1998), “Salomé” (2002), “Fados” (2007), “Flamenco Flamenco” (2010), “Argentina” (2015), “Jota de Saura” (2016) e “El Rey de Todo el Mundo” (2021). Ativo ao longo das décadas, ele também filmou o épico “El Dorado” (1988), os policiais “Taxi” (1996) e “O Sétimo Dia” (2004), a cinebiografia “Goya” (1999) e a homenagem ao surrealismo espanhol “Buñuel E a Mesa do Rei Salomão” (2001). Seu último longa foi o documentário “Las Paredes Hablan” (2022), sobre a história da arte. “Tive sorte na vida fazendo aquilo que mais me atraía: dirigi cinema, teatro, ópera e desenhei e pintei a minha vida toda”, disse ele, em 2020, em entrevista ao jornal El País. E se definiu como “um ser de sorte, que dirigiu uns 50 filmes e fez os filmes que quis. E isso é um milagre.” Ao anunciar a morte do Saura, a Academia Espanhola de Cinema descreveu-o como “um dos cineastas mais importantes da história do cinema espanhol”. Ele receberia, neste sábado (11/2), um prêmio Goya de honra, que assim se torna um prêmio póstumo.
Kristen Stewart vai interpretar Susan Sontag em cinebiografia metalinguística
A atriz Kristen Stewart (“Crimes do Futuro”) vai estrelar o filme “Sontag”, cinebiografia da escritora Susan Sontag. Segundo o site Screen Daily, o filme vai apresentar uma abordagem metalinguística, misturando a experiência da própria Stewart. O filme será baseado na biografia “Sontag: Vida e Obra”, escrita por Benjamin Moser, e será dirigido pela documentarista Kirsten Johnson (“As Mortes de Dick Johnson”). As filmagens terão início durante o Festival de Cinema de Berlim, em que Stewart será a presidente do júri. “Estamos usando Berlim como um momento para lançar o projeto e fazer um documentário de Kristen como chefe do júri e conversar com ela sobre como ela se tornará Sontag”, disse Gabrielle Tana, produtora do projeto. “Será um drama, mas com um aspecto documental. Kirsten tem uma abordagem maravilhosa para contar histórias, e isso reflete esse aspecto, então ela usará o documentário nisso”. Susan Sontag foi uma escritora e intelectual influente que destilava ideias complexas em ensaios a respeito de direitos humanos e justiça social. Seu trabalho muitas vezes foi alvo de polêmica por trazer à tona questões sociais como a epidemia de AIDS e críticas à Guerra do Vietnã. “Sontag” ainda não tem previsão de estreia. Essa será a quarta vez que Kristen Stewart estrela uma cinebiografia. Ela já interpretou a roqueira Joan Jett em “The Runaways: Garotas do Rock” (2010), a atriz Jean Seberg em “Seberg Contra Todos” (2019) e a Princesa Diana em “Spencer” (2021). A atriz será vista a seguir na sci-fi dramática “Love Me”, co-estrelada por Steven Yeun (“Minari: Em Busca da Felicidade”), e no suspense “Love Lies Bleeding”, dirigido por Rose Glass (“Saint Maud”), ambos sem previsão de estreia.
Comercial enfatiza a ação do filme “Dungeons & Dragons”
A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres e o comercial da adaptação do game “Dungeons & Dragons”, que será exibido no domingo (12/2) na TV dos EUA durante o intervalo do Super Bowl. A prévia é cheia de lutas e efeitos visuais, mas não fornece um mínimo de informação sobre a trama da produção, que é estrelada por Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Justice Smith (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Hugh Grant (“The Undoing”). Na trama, Pine interpreta o mentor de um grupo que se junta para impedir a destruição do mundo, após ajudarem os vilões, como Grant, a roubaram o que precisavam para realizar seus planos malignos. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley. Especialistas em comédia, eles dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Além disso, escreveram roteiros de vários sucessos, inclusive de blockbusters de ação como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Veja abaixo as duas versões do comercial do filme. E vale reparar que a brasileira ganhou o título de “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”, que chama os ladrões do título original em inglês (Honor Among Thieves) de rebeldes. A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, duas semanas após a estreia nos EUA.
“Marte Um” vence o Prêmio da ABRACCINE
A Associação Brasileira de Críticos de Cinema do Brasil (ABRACCINE) divulgou os vencedores do Prêmio ABRACCINE. A lista é composta por três filmes, eleitos nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Filme Brasileiro e Melhor Curta-Metragem Nacional. O drama mineiro “Marte Um”, de Gabriel Martins, escolha do Brasil para tentar uma vaga no Oscar, foi eleito o Melhor Filme Nacional; o britânico “Aftersun”, dirigido por Charlotte Wells, venceu na categoria de produção internacional; e o carioca “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli, foi o curta-metragem mais votado. Ao contrário de anos anteriores, a associação também divulgou o seu Top 10 com os filmes mais votados pelos seus membros nas três categorias, que também inclui o filme vencedor. Confira abaixo as listas completas. Melhor Filme Brasileiro “Marte Um” (Minas Gerais), de Gabriel Martins Top 10 em ordem alfabética “5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto “A Felicidade das Coisas”, de Thais Fujinaga “A Mãe”, de Cristiano Burlan “Carro Rei”, de Renata Pinheiro “Carvão”, de Carolina Markowicz “Eduardo e Mônica”, de René Sampaio “Marte Um”, de Gabriel Martins “Os Primeiros Soldados”, de Rodrigo de Oliveira “Paloma”, de Marcelo Gomes “Seguindo Todos os Protocolos”, de Fábio Leal Melhor Filme Estrangeiro “Aftersun” (Reino Unido/EUA), de Charlotte Wells Top 10 em ordem alfabética “A Pior Pessoa do Mundo”, de Joachim Trier (Noruega) “Aftersun”, de Charlotte Wells (Reino Unido) “Dias”, de Tsai Ming-Liang (Taiwan) “Drive my Car”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão) “Licorice Pizza”, de Paul Thomas Anderson (EUA) “Memoria”, de Apichatpong Weerasethakul (Colômbia/Tailândia) “Não! Não Olhe!”, de Jordan Peele (EUA) “O Acontecimento”, de Audrey Diwan (França) “RRR”, de SS Rajamouli (Índia) “Vitalina Varela”, de Pedro Costa (Portugal) Melhor Curta “Fantasma Neon” (Rio de Janeiro), de Leonardo Martinelli Top 10 em ordem alfabética “Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo”, de Guilherme Xavier Ribeiro “Big Bang”, de Carlos Segundo “Curupira e a Máquina do Destino”, de Janaína Wagner “Escasso”, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Garotos Ingleses”, de Marcus Curvelo “Infantaria”, de Laís Santos Araujo “Mutirão: O Filme”, de Lincoln Péricles “Solmatalua”, de Rodrigo Ribeiro-Andrade “Tekoha”, de Carlos Adriano
Trailer de “Velozes e Furiosos 10” tem cenas no Rio, carros explosivos e galáxia de astros
A Universal Pictures divulgou o esperado trailer de “Velozes e Furiosos 10”, que se mostra o mais ambicioso de todos os filmes da franquia. A prévia exibe cenas passadas em vários países, inclusive no Brasil. Por sinal, a trama é diretamente relacionada a “Velozes e Furiosos 5”, que se passou no Rio. O vídeo mostra que o vilão vivido por Jason Momoa (o Aquaman) foi um dos criminosos que enfrentou o time de Toretto (Vin Diesel) na ponte Rio-Niterói, e sua vingança explosiva é relacionada aos eventos da ocasião – ele seria filho do chefão Hernan Reyes (Joaquim de Almeida). Não faltam cenas de corrida e destruição de carros de todos os tipos, com os mais diferentes artefatos e de formas sempre criativas. Mas desta vez o que chama mais atenção é a quantidade de astros em cena. “Velozes e Furiosos 10” reúne uma constelação. Até John Cena e Jason Statham, que não tinham sido oficialmente confirmados, retomam seus papéis – com direito à parceria entre Statham e seu ex-falecido inimigo Sung Kang, insinuada na cena pós-créditos do filme anterior. O elenco destaca, claro, os protagonistas da trilogia inicial: Vin Diesel, Jordana Brewster, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris e Sung Kang. Além de aquisições mais recentes, como Nathalie Emmanuel, Scott Eastwood, Helen Mirren, a vilã favorita Charlize Theron e os citados Cena e Statham. A estes ainda se somam os “novatos” Momoa, Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alan Ritchson (“Reacher”), Rita Moreno (das duas versões de “Amor, Sublime Amor”) e Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”). O elenco galáctico e as cenas de ação insanas explicam porque o filme tem um dos maiores orçamentos de todos os tempos, especulado em US$ 340 milhões. Quem dirige esses vingadores do cinema de ação é o francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”), que assumiu o comando do longa após o começo da produção, inicialmente prevista para ser dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”). A estreia está marcada para 18 de maio de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Wagner Moura vai estrelar romance trágico com atriz de “Morbius”
O brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) vai estrelar a adaptação para o cinema do best-seller “Say Her Name”, de Francisco Goldman, ao lado da porto-riquenha Adria Arjona (“Morbius”). “Say Her Name” é baseado na relação entre o escritor e sua esposa Aura Estrada. A trama segue um romancista e jornalista perpetuamente solteiro, que é pego de surpresa quando se apaixona perdidamente. Aura é uma jovem escritora aspirante e brilhante com um lado selvagem, que é ferozmente leal à mãe, que quer separar Aura de Francisco – e passa a culpá-lo após uma tragédia. O próprio Goldman, que escreveu “A Arte do Assassinato Político” para a HBO, vai fazer a adaptação de seu livro. Já a direção está a cargo do mexicano Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). “O filme contém amor e tragédia em partes iguais. Eu amo como o relacionamento de Francisco e Aura evolui de um simples flerte para um universo significativo que eles criam juntos no México e em Nova York, um amor que muda a vida de ambos”, disse Naranjo. “Paradoxalmente, como nas idílicas peças de teatro do México, Aura morre tragicamente. O acidente move a história em direção ao luto na forma de memória e nostalgia.” Naranjo acrescentou: “Estou emocionado por trabalhar com Adria – atriz, artista – que é perfeita para incorporar Aura, aquela que não está conosco; e também ter o incrivelmente talentoso Wagner a bordo para interpretar Francisco. Sinto-me honrado por trazer à vida a história dessas duas almas excepcionais.” Arjona e Moura também serão produtores executivos do filme, que está sendo financiado pela Foton Pictures com apoio da Eficine e do Instituto del Cine Mexicano. Ainda não há previsão de estreia.
Owen Wilson ensina a pintar e seduzir em trailer de comédia
O ator Owen Wilson (“Loki”) quer que mais pessoas experimentem as alegrias da pintura. No trailer da comédia indie “Paint”, ele se inspira no pintor televisivo Bob Ross, que ensinava a pintar na TV americana dos anos 1980, para viver um instrutor de arte maluco e sedutor, que com sua voz suave e aquarelas pastéis hipnotiza seu estado pela televisão. Na trama, ele vive Carl Nargle, o pintor nº 1 da TV pública de Vermont, que está convencido de que tem tudo: um penteado permanente exclusivo, uma van personalizada e fãs apaixonadas. Até que uma artista mais jovem e melhor rouba tudo (e todos) que Carl ama. Escrito e dirigido por Brit McAdams (“Tosh.0”), o filme também é estrelado por Michaela Watkins (“The Dropout”), Wendi McLendon-Covey (“Os Goldbergs”), Ciara Renee (“Legends of Tomorrow”) e Stephen Root (“Barry”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA, mas não há previsão de lançamento no Brasil.












