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    Wagner Moura é confirmado como intérprete de Paulo Freire no cinema

    21 de maio de 2023 /

    A produção de “Angicos”, que trará Wagner Moura (“Narcos”) no papel de Paulo Freire foi confirmada. O longa escrito e dirigido por Felipe Hirsch (“Severina”) contará com produção de Adriana Tavares da Café Royal ao lado de Paula Linhares da Cenya Productions e Marcos Tellechea e Guilherme Somlo da Reagent Media. O longa-metragem vai contar a história do experimento pedagógico que Freire realizou em 1963, na cidade de Angicos, no Rio Grande do Norte, onde alfabetizou cerca de 300 pessoas em apenas 40 horas – uma façanha aparentemente impossível. Em comunicado, Hirsch também ressaltou “o encantamento entre o povo de Angicos pelos projetores de slides movidos a bateria que Freire usava em suas aulas”, citando que os moradores “associavam as projeções ao cinema – algo raro em sua cidade naquela época, pois as televisões domésticas ainda não haviam chegado”. “Nesse sentido, ‘Angicos’ é também um filme sobre o poder do cinema e o poder do conhecimento”, completou. Financiado pelo presidente John F. Kennedy para consolidar o Brasil como aliado na Guerra Fria em meio a tensões sociais e econômicas mundiais, o sucesso do empreendimento resultou no planejamento da implementação do sistema educativo de Freire em todo o país. No entanto, em pouco tempo, após o golpe militar de 1964, políticos locais autoritários resistiram à iniciativa educacional de Freire, considerando o currículo “subversivo”, e enviaram o educador para o exílio. O que só reforçou o poder da alfabetização e da educação contra a ditadura. Freire ficou exilado durante vários anos e só retornou ao Brasil após a redemocratização. Embora suas ideias sobre educação crítica e libertadora sejam amplamente estudadas e aplicadas em todo o mundo, ele ainda é visto como ameaça pela extrema direita brasileira, e seu legado sofreu represálias durante o governo de Jair Bolsonaro. O então ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou publicamente que o educador “não era compatível” com o Brasil. Além disso, houve tentativas de censurar a distribuição de seus livros nas escolas públicas, bem como de retirá-lo do rol de patronos da educação brasileira. O filme tem tudo para provocar a direita brasileira, mas terá vida melhor que “Marighella”, dirigido por Moura, que enfrentou inúmeras resistências para chegar aos cinemas durante o governo Bolsonaro. Com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, Paulo Freire voltou a ser incensado no país. A seleção do resto do elenco está em andamento para as filmagens, que foram marcadas para novembro deste ano.

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    Aplaudido e elogiado, novo filme de Scorsese já é considerado favorito ao Oscar

    21 de maio de 2023 /

    Depois de aplausos de quase 10 minutos no Festival de Cannes, o novo filme de Martin Scorsese (“O Irlandês”) ganhou críticas estelares. “Assassinos da Lua das Flores” atingiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – com apenas uma das 27 críticas sendo negativa. O filme é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca assassinatos cometidos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 por Scorsese e Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e o roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. Robert De Niro vive o vilão (“O Irlandês”), o fazendeiro William Hale, determinado a obter direitos de petróleo. E para isso com a ajuda de seu sobrinho, Ernest Burkhart, papel de Leonardo DiCaprio, que era casado com Mollie Burkhart (Lily Gladstone), membro da tribo cujos familiares foram assassinados por Hale e seus associados. Apesar da presença dos dois astros famosos, que nunca tinham contracenado antes, os elogios dos críticos se concentraram na performance de Gladstone, que inclusive já sendo cotada para uma potencial indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A crítica do The Hollywood Reporter observa que “muitos de nós estivemos esperando impacientemente que Gladstone conseguisse um papel substancial desde seu trabalho sensível em ‘Certas Mulheres’ (2016) de Kelly Reichardt. E coube a um diretor frequentemente criticado por sua escassez de personagens femininas dimensionais não apenas fornecer esse papel, mas torná-la o coração ferido de seu filme.” “Ela tem a atuação mais extraordinária de uma mulher em qualquer um dos filmes de Scorsese”, exaltou o jornal britânico The Independent. Leonardo DiCaprio também parece ser um candidato forte para uma possível indicação de Melhor Ator, com vários críticos dizendo que o papel, contrário ao tipo que o ator costuma desempenhar, é uma vitrine impressionante. O IndieWire chega a ponto de dizer que o filme contém “a melhor performance de toda a carreira de Leonardo DiCaprio… Sua interpretação matizada e inflexível como o repugnante Ernest Burkhart extrai novas maravilhas da longa falta de vaidade do ator.” Alguns críticos comentaram que Scorsese optou por não se concentrar muito na investigação do FBI sobre os assassinatos, mencionando que Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), que interpreta o agente real do FBI Tom White, só se torna proeminente na última hora, e outros atores de renome, como John Lithgow (“The Crown”) e Brendan Fraser (“A Baleia”), só têm pequenos papéis, mas os mesmos críticos também observam que focar a narrativa nos Burkharts foi a decisão mais acertada do diretor. “A sensação é de uma ferida aberta até o fim”, escreveu o Vulture. Considerado o primeiro western da carreira de Scorsese, o filme também foi elogiado como um dos melhores westerns já feitos pelo London Evening Standard: “Eu até colocaria minha bota de cowboy em risco e declararia que este é um dos melhores westerns já feitos e quase certamente o melhor filme de 2023 até agora”. “Assassinos da Lua das Flores” também está já sendo considerado, precocemente, como um dos favoritos ao Oscar 2024 de Melhor Filme. O longa foi exibido fora de competição no Festival de Cannes e estreia em 19 de outubro nos cinemas brasileiros, antes de seu lançamento na Apple TV+.

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    “Velozes e Furiosos 10” estreia com mais de US$ 300 milhões mundiais

    21 de maio de 2023 /

    “Velozes e Furiosos 10” não teve dificuldades para cruzar em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte com US$ 67,5 milhões. Mas muito mais impressionante foi seu desempenho internacional, de US$ 251,4 milhões, o maior lançamento de um filme fora dos EUA em 2023. Ao todo, isso dá US$ 318,9 milhões mundiais e a segunda maior arrecadação global de estreia do ano, atrás apenas de “Super Mario Bros. – O Filme” (US$ 377 milhões). Os números do exterior são puxados pela China, onde o filme rendeu mais que nos EUA, US$ 78,3 milhões. Outros destaques incluem US$ 16,7 milhões no México, seguido pela França (US$ 9,7 milhões), Brasil (US$ 9,6 milhões), Índia (US$ 8,6 milhões), Indonésia (US$ 8,4 milhões), Alemanha (US$ 8 milhões), Reino Unido (US$ 7,6 milhões), Coreia do Sul (US$ 6,7 milhões) e um recorde da franquia no Japão (US$ 7 milhões). O sucesso internacional compensa o fato de que “Velozes e Furiosos” tem perdido tração no mercado doméstico. Depois de fazer História com a abertura de US$ 148 milhões em “Velozes e Furiosos 7” de 2015, a tendência tem sido de queda, com US$ 98 milhões para o filme 8 e US$ 70 milhões para o 9. A crítica dos EUA considerou o filme medíocre, com 54% de aprovação no Rotten Tomatoes – abaixo dos títulos mais recentes da franquia. Mas o público aprovou com 87% e deu nota B+ no Cinemascore, a mesma recebida pelo filme anterior. O sucesso do thriller de ação da Universal atropelou “Guardiões da Galáxia Vol. 3” nas bilheterias domésticas, que em seu terceiro final de semana arrecadou mais US$ 32 milhões – e US$ 48,8 milhões no exterior – para chegar em US$ 267,2 milhões na América do Norte e US$ 659,1 milhões em todo o mundo. O blockbuster animado “Super Mario Bros. – O Filme” ficou em 3º lugar com US$ 9,8 milhões. Fenômeno de bilheteria, a adaptação de videogame já soma US$ 1,248 bilhão mundiais – e acaba de ultrapassar “Os Incríveis” (US$ 1,243 bilhão) como a terceira maior arrecadação de um filme de animação em todos os tempos. “Do Jeito Que Elas Querem – O Próximo Capítulo” caiu 57% em sua segunda semana, ficando com US$ 3 milhões em 4º lugar – e um total doméstico de US$ 13,1 milhões -, enquanto “A Morte do Demônio – A Ascensão” completou o Top 5 com US$ 2,4 milhões em seu quinto fim de semana em cartaz. O terror da Warner Bros. atingiu US$ 141,5 milhões globalmente. Confira abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos cinemas dos EUA.   1 | VELOZES E FURIOSOS 10 |   2 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   3 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   4 | DO JEITO QUE ELAS QUEREM – O PRÓXIMO CAPÍTULO |   5 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |

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    Five Nights at Freddy’s: Adaptação do game ganha primeiro teaser

    21 de maio de 2023 /

    A Universal Pictures divulgou os pôsteres primeiro teaser da adaptação do game “Five Nights at Freddy’s”. Na prévia, o ator Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”) aparece apavorado com os aterrorizantes animatrônicos em uma sequência de cenas que mistura alegorias infantis e assombrações. A trama segue um segurança, interpretado por Hutcherson, que arranja emprego em uma pizzaria local com estilo de buffet infantil. Na ronda noturna, ele descobre que os bonecos eletrônicos ganham vida e ele precisa lutar para sobreviver. Além de Hutcherson, o elenco inclui Elizabeth Lail (“Você”), Piper Rubio (“Holly & Ivy”), Kat Conner Sterling (“A Semana da Minha Vida”), Mary Stuart Masterson (“Benny & Joon – Corações em Conflito”) e Matthew Lillard (“Scooby-Doo”). “Five Nights at Freddy’s” é uma franquia de videogame criada por Scott Cawthon e lançada em 2014. Rapidamente, ela conquistou uma enorme base de fãs pelo mundo. Nos games, os jogadores são desafiados a sobreviver ao ataque de personagens animatrônicos hostis em um restaurante assombrado chamado Freddy Fazbear’s Pizza, utilizando câmeras de segurança, luzes e portas para investigar a área. A produção contará com designs e efeitos especiais da empresa de Jim Henson, responsável pelos Muppets, que promete deixar os bonecos animatrônicos bastante realistas. A direção do longa é da experiente diretora de terror Emma Tammi (“Terra Assombrada”). O longa estreia em 27 de outubro nos Estados Unidos, simultaneamente nos cinemas e na plataforma Peacock. Mas ainda não há data para o lançamento no Brasil.

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    Vin Diesel se empolga com música de Ludmilla para “Velozes e Furiosos 10”

    20 de maio de 2023 /

    O longa “Velozes e Furiosos 10” chegou aos cinemas brasileiros nesta semana e trouxe de volta os personagens queridos da franquia protagonizada por Vin Diesel. Além dos rostos conhecidos, o longa também conta com participações especiais, incluindo a cantora Ludmilla, que também contribuiu para a trilha sonora com a música “Vai Sentando”. Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, a artista mostrou um momento de interação nos bastidores com Diesel, onde o ator reage à nova música a até tenta dançar. No registro, Ludmilla provocou perguntando a Diesel se ele estava preparado para ouvir. Já na primeira reação o ator se animou e elogiou: “That’s fire!” (em tradução livre: “Isso é quente”). No mês de abril, Ludmilla revelou sua participação no elenco de “Velozes e Furiosos 10”, que deve ser o penúltimo filme da franquia. A participação da cantora é pequena, foi gravada separadamente e inserida de forma digital. Ela aparece no meio dos carros, dando a largada para uma corrida eletrizante, ao lado de Vin Diesel e outros membros da equipe. Na semana passada, ela marcou presença na pré-estreia do filme no Rio de Janeiro e afirmou durante uma entrevista que foi convidada pessoalmente por Vin Diesel para integrar o longa. “Quando ele terminou de filmar, veio falar comigo: ‘Não acredito que você está aqui! Fui eu que te escolhi’. Ele me conhece, foi ele quem me convidou para fazer o filme e a música. Ele está à frente dessa ‘parada'”, revelou. A faixa “Vai Sentando”, é uma parceria da cantora com o DJ Skrillex, junto a King Doudou & DUKI. “Velozes e Furiosos” chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (18/5) e segue em cartaz. @ludmilla Parece que o Vin Diesel curtiu “Vai Sentando” 😅 ♬ Vai Sentando – TikTok Snippet – Ludmilla & King Doudou CHEGUEEEEEI! 🔥 A mãe tá enjoada no Velozes & Furiosos! #FastX pic.twitter.com/Fk5BUr4s5V — LUDMILLA (@Ludmilla) May 12, 2023

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    Tarantino anuncia morte de Rick Dalton, de “Era uma vez em… Hollywood”

    20 de maio de 2023 /

    O cineasta Quentin Tarantino anunciou, na sexta-feira (19/5), que Rick Dalton, ator fictício interpretado por Leonardo DiCaprio em “Era uma Vez em… Hollywood” (2019), morreu aos 90 anos de idade. O anúncio foi feito pelo Twitter de seu podcast “The Video Archives”, que ele apresenta ao lado de Roger Avary, co-roteirista de “Pulp Fiction” (1994). Em uma thread, o diretor mencionou o falecimento do personagem e anunciou que o episódio da próxima terça-feira (23/5) do podcast será em formato de memorial, relembrando os melhores papéis de Rick. No podcast, Tarantino e Avary falam sobre filmes clássicos em VHS e indicam os seus favoritos. Os episódios costumam ir ao ar de duas em duas semanas, porém, dessa vez, a agenda foi adiantada para que ele pudesse dar a notícia “de última hora”. Na publicação, Quentin revela que Rick morreu pacificamente em sua casa no Havaí, deixando sua esposa italiana Francesca, com quem era casado desde o final dos anos 1960. Porém, a morte de Dalton não é tão inesperada quanto parece. Em 2021, ele revelou ao podcaster Jeff Goldsmith que já tinha uma biografia pronta para o personagem. “Eu escrevi o livro ‘Os Filmes de Rick Dalton'”, ele disse. “Está escrito como se Rick fosse real. Sabe, eles têm ‘Os Filmes de Charles Bronson’ e ‘Os Filmes de Anthony Quinn’, bem, é feito assim, com sinopses e algumas citações críticas da época, e o livro percorre todos os filmes que Rick fez, culminando no fim de sua carreira em 1988, se não me engano, e todos os seus programas de televisão episódicos”, explicou. Naquela entrevista, Tarantino mencionou um filme fictício chamado “The Fireman” (em português, “O Bombeiro”), estrelado por Dalton e pelo dublê Cliff Booth, vivido por Brad Pitt. O longa era ambientado uma década após os eventos de “Era uma Vez em Hollywood”. “O personagem principal esteve na Guerra do Vietnã e tornou-se um policial”, disse Tarantino. “E então ele começa a testemunhar esse grupo inteiro de policiais corruptos que estão matando esses caras, completamente corruptos, e acabam matando seu parceiro, interpretado pelo jovem e talentoso Sam Jackson. Então Rick mira nesses policiais corruptos, se veste de bombeiro munido de sua lança-chamas e carboniza-os completamente.” “Era uma Vez em… Hollywood” é ambientado na cidade de Los Angeles em 1969. Rick Dalton é um ator que, juntamente com seu dublê, batalha para permanecer relevante em Hollywood. Para isso, ele dá um jeito de conhecer pessoas influentes da indústria cinematográfica. Circunstâncias inusitadas fazem com que ele e Clint cruzem com os seguidores do psicopata Charles Manson, mudando o destino da atriz Sharon Tate, que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (“O Bebê de Rosemary”) Em 2020, o longa conquistou dezenas de prêmios no Oscar, Globo de Ouro, Critic’s Choice Award, BAFTA do Cinema e diversos outros. Trata-se do 9º e supostamente penúltimo filme de Tarantino, que anunciou que encerrará sua carreira após o décimo longa – e talvez por isso postergue tanto a produção de um novo filme. We are saddened by the news of the passing of actor Rick Dalton, best known for his roles in the hit TV series Bounty Law and The Fireman trilogy. Rick passed away peacefully in his home in Hawaii and is survived by his wife Francesca. RIP Rick Dalton 1933-2023 pic.twitter.com/j51sNEh7AP — The Video Archives Podcast (@VideoArchives) May 19, 2023

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    Novo filme de Kleber Mendonça Filho é aplaudido de pé em Cannes

    20 de maio de 2023 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) foi aplaudido de pé no 76º Festival de Cannes após a exibição de seu novo filme, o documentário “Retratos Fantasmas”, que foi exibido na sexta-feira (19/5). A première mundial da produção do cineasta pernambucano ocorreu em Sessão Especial da Seleção Oficial, fora do circuito de competição. O documentário é a quarta obra do cineasta a ser exibida em Cannes. “Retratos Fantasmas” mostra a história do centro de Recife desde o século 20 por meio de suas salas de cinema. A inspiração parte das memórias de Kleber, que se mudou na adolescência para o bairro de Setúbal. Dividida em três atos, a obra traz na segunda parte a observação do diretor sobre como os cinemas já fizeram parte da vida das pessoas e da cultura das cidades. Em tom de crônica, a narração de Mendonça Filho tem um aspecto pessoal que aborda a relação dos espectadores com os cinemas. O longa ainda traz uma reflexão sobre como os letreiros dos filmes eram verdadeiros marcos de suas épocas. Durante a sessão francesa, o diretor fez questão de homenagear a secretária do Audiovisual, Joelma Gonzaga, que estava presente no evento. “Ela é a responsável pela política audiovisual do Ministério da Cultura. Pensamos que deveríamos dar esta informação por que isso é bom e é normal ter alguém do governo nos apoiando e basicamente dizendo ‘o que vocês estão fazendo é bom’. A gente não teve isso por sete anos. Então, muito obrigado!”, afirmou Mendonça Filho. Thierry Frémaux, diretor geral do Festival, fez um paralelo com Martin Scorsese (“O Irlandês”) e Bertrand Tavernier (“O Palácio Francês”) ao apresentar “Retratos Fantasmas”. “O filme visita a história do Brasil e da cidade de Recife. Como Martin Scorsese filmou Nova York, como Bertrand Tavernier filmou Lyon, em sua forma de introspecção pessoal de juventude, que ultrapassa o pessoal para se tornar universal. É um filme magnífico que eu penso que vai inspirar muitos cineastas”, exaltou. O festival francês teve início na terça-feira (16/5) e vai até o dia 27 de maio. “Retratos Fantasmas” estreia nos cinemas brasileiros no segundo semestre, ainda sem data exata definida.

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    Mads Mikkelsen vai estrelar sequência de “Polar”

    20 de maio de 2023 /

    O ator Mads Mikkelsen (do vindouro “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”) irá retornar ao papel de Duncan Vizla no thriller de ação e espionagem “The Black Kaiser”, sequência de “Polar” (2019). O longa original é uma adaptação da graphic novel do artista espanhol Victor Santos, publicada pela editora Dark Horse. A trama acompanha Vizla, o maior assassino do mundo, que resolve se aposentar. Porém, seu ex-empregador contrata jovens assassinos rivais, muito mais ágeis e em forma, para matá-lo – o que leva a confrontos. Além de Mikkelsen, a atriz Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”) também estará de volta em seu papel do primeiro filme, assim como os produtores Jeremy Bolt (“Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City”) e Robert Kilzer (“Resident Evil: A Série”). O roteirista Jayson Rothwell (“Natal Sangrento”) também retornará e desta vez dividirá a função com o próprio Mikkelsen. Já o diretor Jonas Akerlund (“Mayhem – Senhores do Caos”) foi substituído por Derrick Borte (“Fúria Incontrolável”). Ainda não há detalhes sobre o enredo da sequência, mas há a possibilidade de que a história siga os mesmos padrões do primeiro filme. Bolt afirmou à imprensa que está com grandes expectativas. “Estamos muito animados por trabalhar com o brilhante Mads Mikkelsen e o visionário Jonas Akerlund no que será uma jornada explosiva, cheia de ação, engraçada, inesperada e pouco insana e emocional”, comentou. Embora “Polar” tenha sido produzida pela Netflix, “The Black Kaiser” entrará no mercado de Cannes e pode acabar não indo para a plataforma. A produção do filme está sendo disputada por outras companhias. Isso porque a obra ficou mais de duas semanas como o mais popular do iMDB e foi assistido por mais de 130 milhões de assinantes da Netflix. Porém, a adaptação da Netflix foi detonada pela crítica e conquistou apenas 18% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os críticos chegaram a afirmar que “um thriller de ação estrelando Mads Mikkelsen como o assassino mais perigoso do mundo deveria ser incrivelmente interessante, mas ‘Polar’ prova que é possível estragar qualquer coisa se você tentar”. As filmagens estão programadas para ocorrer no outono americano. Ainda não há previsão de estreia.

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    Megatubarão 2: Novo teaser referencia “A Pequena Sereia”

    19 de maio de 2023 /

    O filme “Megatubarão 2”, que conta com o retorno de Jason Statham (“Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw”) como caçador de tubarões pré-históricos, ganhou um novo teaser com referência ao lançamento de “A Pequena Sereia”, da Disney. O vídeo começa com imagens do fundo do mar junto a uma música calma e os dizeres “Neste verão, a magia aguarda no fundo do mar”. Mas em seguida, a imagem corta para uma cena violenta em que um tubarão surge debaixo d´água e devora um casal de jet ski. A comparação foi feita devido à data de estreia das produções, que serão lançadas com a diferença de uma semana uma da outra. A continuação do filme de 2018 mostrará Statham se juntando a Wu Jing (“Comando Final”), uma estrela enorme na China que atuou em blockbusters como “Terra à Deriva”, “Lobo Guerreiro” e “The Battle at Lake Changjin”. A dupla lidera uma jornada subaquática até o fundo do oceano para investigar novas criaturas, que avançam rumo a um destino turístico à beira-mar. “Megatubarão 2” conta ainda com a volta de Cliff Curtis (“Avatar: O Caminho da Água”), mas outros sobreviventes do primeiro filme, como os personagens de Li Bingbing (“Mia”) e Ruby Rose (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), não farão parte da sequência. Em seu lugar, entraram ainda Sienna Guillory (“Resident Evil: Apocalypse”), Skyler Samuels (“Masquerade”), Page Kennedy (“A Hora do Rush”), Shuya Sophia Cai (“Somewhere Only We Know”) e Sergio Peris-Mencheta (“Rambo: Até o Fim”). O filme é baseado no segundo volume de uma franquia literária criada pelo escritor Steve Alten em 1997. A adaptação foi escrita pelos mesmos roteiristas do primeiro filme: Dean Georgaris (“Desejo de Matar”) e os irmãos Erich e Jon Hoeber (“Battleship”). O longa tem direção de Ben Wheatley (“Rebecca – A Mulher Inesquecível”). “A Pequena Sereia” e “Megatubarão 2” estreiam, respectivamente, nos dias 25 de maio e 3 de agosto no Brasil. This summer, magic awaits under the sea. #Meg2 🦈 pic.twitter.com/uPn0JZ1yiQ — Meg 2 (@MegMovie) May 18, 2023

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    “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” apresenta versão indiana do herói

    19 de maio de 2023 /

    A Sony divulgou uma novo cena inédita de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”, que apresenta a versão indiana do herói aracnídeo. Dublado pelo ator Karan Soni (“Deadpool”), Pavitr Prabhakarse é uma das versões alternativas do Homem-Aranha que vão se reunir na trama do filme. Nos quadrinhos da Marvel, o personagem vive em Mumbai, na Índia. A prévia mostra Pavitr se apresentando para Miles Morales (Shameik Moore) e Gwen Stacy (Hailee Steinfeld). Além de mostrar seus poderes habilidosos e uma nova versão do traje do herói, ele explica como é ser o Homem-Aranha no seu universo. Fazendo referências à cultura indiana, uma das cenas traz um diálogo engraçado entre Pavitr e Miles, onde ele explica ao Homem-Aranha a pronúncia correta da palavra “chai” (chá em hindi). A sequência de “Homem-Aranha: No Aranhaverso” (2018) apresenta Miles Morales e Gwen Stacy em uma nova aventura no Multiverso. Eles se juntam a uma equipe de outras versões do Aranha para proteger suas respectivas realidades, mas acabam entrando em conflito sobre como lidar com a nova ameaça. Miles é desafiado a redefinir o que significa ser um herói para salvar aqueles que mais ama. O elenco também inclui as vozes de Jake Johnson (“New Girl”) como Peter B. Parker, Issa Rae (“Insecure”) como Mulher-Aranha, Daniel Kaluuya (“Não! Não Olhe!”) como Punk-Aranha, Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) como Homem-Aranha 2099, Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapeste”) como o vilão Mancha, Brian Tyree Henry (“Trem-Bala”) como Jefferson Davis, Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Shea Whigham (“Perry Mason”) e outros. A direção está a cargo do trio formado por Kemp Powers (roteirista e co-diretor de “Soul”), o português Joaquim dos Santos (“Avatar: A Lenda de Korra”) e Justin K. Thompson (especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars”). Eles substituem o trio original vencedor do Oscar de Melhor Animação, formado por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. Além disso, um terceiro filme da franquia já foi confirmado. Vai se chamar em inglês “Spider-Man: Beyond the Spider-Verse” (Além do Aranhaverso, em tradução livre), com previsão de estreia para 2024. “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” chega aos cinemas brasileiros em 1 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Jim Brown, atleta que virou astro de Hollywood, morre aos 87 anos

    19 de maio de 2023 /

    O ator e atleta Jim Brown faleceu aos 87 anos nesta quinta-feira (19/5) pacificamente em sua casa, na cidade de Los Angeles. A notícia foi divulgada por sua esposa, Monique, em seu perfil no Instagram. Ela publicou um pequeno texto em homenagem ao marido, dizendo que a família está de coração partido. A causa da morte não foi revelada. Lenda do futebol americano e ícone do cinema, Brown foi um dos principais jogadores da liga de futebol americano NFL, marcando uma série de recordes durante suas nove temporadas como zagueiro do Cleveland Browns. Em paralelo, ele decidiu seguir seus passos no cinema, deixando sua marca também em filmes icônicos. Dentre eles, está “Os Doze Condenados” (1967), que serve de inspiração para diversos longas até hoje, incluindo “Bastardos Inglórios” (2009), de Quentin Tarantino, e “O Esquadrão Suicida” (2021), de James Gunn. Brown foi um dos pioneiros como astro de ação afro-americano, abrindo caminho para outros artistas negros em Hollywood. Embora os atores Sidney Poitier, Sammy Davis Jr. e Bill Cosby já estivessem nas telas antes dele, Brown foi um dos primeiros a estrelar filmes de ação de grandes estúdios nos anos 1960. Além disso, ele era extremamente ativo nos movimentos pelos direitos civis da população negra nos Estados Unidos, sendo uma inspiração para aqueles que buscaram se sobressair na sociedade predominantemente racista da época. Tendo sua presença carismática como marca registrada, ele se tornou uma presença lucrativa em Hollywood, aparecendo em vários sucesos, como “O Sobrevivente” (1987), “Marte Ataca!” (1996) e “Um Domingo Qualquer” (1999). Seu primeiro projeto nas telas foi o faroeste “Rio Conchos”, lançado em 1964. Três anos depois, veio o sucesso “Os Doze Condenados” e ele engatou na carreira como ator de vez. O filme de Robert Aldrich lançado em 1967 contava a história de uma unidade militar composta por criminosos condenados que são recrutados para uma missão suicida na 2ª Guerra Mundial. Com a promessa de redução ou anulação de sentenças se sobreviverem à missão, eles partem para assassinar altos oficiais nazistas em uma fortaleza na França. O elenco era uma espécie de “Velozes e Furiosos” da época, reunindo uma seleção de machões do cinema, como Lee Marvin, Ernest Borgnine, Charles Bronson, Telly Savalas, Donald Sutherland, Richard Jaeckel, Clint Walker, John Cassavettes e até o cantor Trini Lopez. Jim Brown desempenhava o papel de Robert T. Jefferson, um dos “Doze Condenados”. O personagem era um soldado afro-americano condenado por matar um soldado branco em legítima defesa durante uma briga racial. Ao longo do filme, Jefferson se torna uma peça fundamental para a realização da missão e é responsável por jogar as granadas no abrigo antiaéreo dos oficiais nazistas. Porém, acaba gravemente ferido e, enquanto tenta fugir, é morto pelos soldados alemães – não sem antes conseguir detonar os explosivos, garantindo o sucesso da missão. Em meio a tantos astros famosos, sua performance é frequentemente lembrada como uma das mais notáveis do filme. Graças a repercussão de “Os Doze Condenados”, Brown estrelou nada menos que quatro filmes no ano seguinte, todos de ação: “Os Mercenários” (1968), “O Vingador de Bombaim” (1968), “Quadrilha em Pânico” (1968) e “Estação Polar Zebra” (1968). Com o drama violento “Os Amotinados do Presídio” (1969), que coestrelou com Gene Hackman, Brown mostrou-se pronto para papéis mais desafiadores. E já no faroeste “100 Rifles” (1969) fez história ao lado da atriz Rachel Welch, protagonizando a primeira cena de sexo interracial do cinema. Ele voltou a abalar os padrões de Hollywood em “O Xerife da Cidade Explosiva” (1971), onde viveu o xerife negro de uma cidade racista. E logo se envolveu na cena blaxploitation dos anos 1970, de filmes criminais estrelados por negros, vivendo “O Justiceiro Negro” (1972). No melhor longa dessa fase, “Implacáveis Até o Inferno” (1974), juntou-se a Jim Kelly (“Operação Dragão”) e Fred Williamson (“O Chefão de Nova Iorque”) como especialistas em artes marciais que impedem supremacistas brancos de contaminar o abastecimento de água dos Estados Unidos. O êxito de “Implacáveis Até o Inferno” transformou Brown em astro internacional, já que a indústria italiana voltou a reuni-lo com Kelly e Williamson no spaghetti western “Cavalgada Infernal” (1975), do mestre Antonio Margheriti. Para completar uma trilogia, o trio ainda voltou a trabalhar junto em “Revanche de Sangue” (1981), filme criminal dirigido por Williamson, que ainda contou com Richard Roundtree (o Shaft) no elenco. Brown fez participações em várias séries nos anos 1980, de “Supermáquina” a “Esquadrão Classe A”, antes de voltar ao cinema na sci-fi clássica “O Sobrevivente” (1987), em que atuou com Arnold Schwarzenegger. Participou, em seguida, da comédia “Vou Te Pegar Otário” (1989), uma paródia do movimento blaxploitation criada por Keenen Ivory Wayans (“As Branquelas”), que era grande fã do gênero. E também tentou reviver o gênero em “Justiceiros de Rua” (1996), novamente ao lado de Williamson e, desta vez, Pam Grier (a Jackie Brown). No mesmo ano, viveu um ex-campeão de boxe que se mostra um herói relutante em “Marte Ataca!”, de Tim Burton. E, logo depois, contracenou com Denzel Washington em “Jogada Decisiva” (1998), dirigido por Spike Lee. Esse encontro acabou inspirando o consagrado diretor, conhecido por explorar questões raciais em seus filmes, a realizar um documentário sobre a carreira de Brown. “Jim Brown: All-American” foi lançado em 2002. Nesse meio tempo, porém, sua vida sofreu um revés. Em 1999, ano de seu último sucesso, o drama esportivo “Um Domingo Qualquer”, de Oliver Stone, o ator foi condenado por vandalismo ao quebrar o carro de sua esposa com uma pá. Diante da opção de participar de aconselhamento sobre violência doméstica, serviço comunitário e liberdade condicional, ele preferiu cumprir a pena, ficando meses na prisão. O caso foi se somando a vários outros, incluindo denúncias de agressão e estupro. Na maioria das vezes, as acusações foram arquivadas ou as vítimas se recusaram a prestar queixa. Mas os escândalos abalaram sua carreira. Brown continuou a fazer aparições em filmes, mas em produções do mercado de vídeo. Seu grande retorno ao cinema comercial foi também seu último papel nas telas, interpretando a si mesmo no drama esportivo “A Grande Escolha” (2014), do diretor Ivan Reitman. Além de sua carreira no esporte e no cinema, Jim Brown também deixou seu legado como empreendedor. Durante a década de 1960, ele estabeleceu a União Industrial e Econômica do Negro, mais tarde renomeada como União Econômica Negra, para apoiar o empreendedorismo negro. Ele também fundou o Programa Amer-I-Can em 1988, uma organização que ajuda crianças envolvidas em violência de gangues em Los Angeles e Cleveland, fornecendo habilidades de gerenciamento de vida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jim Brown (@jimbrown)

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    Astro de “Velozes e Furiosos” estreia como diretor em terror. Veja o trailer

    19 de maio de 2023 /

    O ator Sung Kang, que interpreta Han na franquia “Velozes e Furiosos”, está estreando como diretor em “Shaky Shivers”, uma comédia de terror inspirada nos anos 1980, que venceu o Grande Prémio do Júri para Melhor Narrativa no Festival de Gasparilla, na Flórida. Veja o trailer abaixo. O longa é ambientado em um acampamento abandonado onde duas mulheres encontram um livro de feitiços mágicos. Em meio a diversos monstros como zumbis e lobisomens, elas têm uma missão de vida ou morte para cumprir: restaurar a ordem das coisas utilizando o livro de feitiços desconhecido. Escrito por Andrew McAllister (“Algum Lugar Especial”) e Aaron Strongoni (“Lego Masters”), a obra é estrelada por Brooke Markham (“No Escuro”) e VyVy Nguyen (“The Sympathizer”). Kang decidiu experimentar a direção no pico da pandemia de Covid-19, quando passou cinco semanas em um acampamento de escoteiras fechado para filmar o longa-metragem, numa homenagem aos filmes que ele amava durante sua infância. “A ideia principal era criar algo para os verdadeiros amantes do terror clássico, e para que eles possam compartilhá-lo com suas famílias hoje em dia. Passo a passo, estamos alcançando esse objetivo. Estou extremamente empolgado com o lançamento gradual deste filme”, disse ao site Deadline. O diretor estreante estabeleceu um acordo de distribuição de sua produção na América do Norte com a Cinedigm às vésperas do lançamento de “Velozes e Furiosos 10”. “Cinedigm possui um profundo conhecimento do universo do terror, portanto, como cineasta estreante, sou grato por saber que estamos nas mãos de excelência”, afirmou Kang. “Até agora, nossa trajetória nos festivais tem sido excepcional, encontrando nosso público que tem adorado o filme nas exibições. Ganhar o Prêmio do Grande Júri no Gasparilla foi algo surpreendente e incrível para mim”, completou. O filme vai estrear nos cinemas no outono americano (nossa primavera), seguido por um lançamento na plataforma de streaming Screambox. A data oficial de estreia ainda não foi divulgada.

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    Disney removerá “Willow”, “Y” e 50 produções de seus streamings

    19 de maio de 2023 /

    A Walt Disney Company removerá diversos programas da Disney+ e da plataforma americana Hulu, cujo conteúdo é disponibilizado no Brasil pelo Star+. A chefe de finanças da empresa, Christine McCarthy, afirmou durante uma conferência de resultados financeiros que espera amortizar US$ 2 bilhões ao remover títulos com baixo desempenho dos serviços de streaming. Ela está seguindo os mesmos passos da Warner Bros. Discovery, revisando produções e removendo as que forem pouco rentáveis. No total, 50 programas serão deletados na primeira rodada de reduções. A imprensa afirma que a programação poderá estar disponível em outros lugares, como plataformas de venda digital. McCarthy observou que a Disney+ espera encontrar um prejuízo entre US$ 1,5 bilhão e US$ 1,8 bilhão em despesas referentes ao conteúdo que será removido. Entre os títulos roteirizados que sairão dos catálogos estão: “Y: O Último Homem”, “Pistol”, “Jovem Diaba”, “A Misteriosa Sociedade Benedict”, “Big Shot”, “Nós Somos os Campeões”, “Uma Dupla Quase Perfeita”, “Willow”, “Maggie: A Vidente” e “O Mundo Segundo Jeff Goldblum”. A medida é semelhante à tomada pela Warner Bros. Discovery, que retirou títulos da HBO Max, incluindo “Westworld”, “The Nevers”, “Generation”, “FBoy Island”, “Legendary”, “A Mulher do Viajante no Tempo”, “As Crônicas de Cucu”, “Raised by Wolves” e outros. O objetivo foi interromper o pagamento por títulos pouco rentáveis. Além disso, a empresa vendeu muitos desses mesmos programas às plataformas Roku e Tubi, por meio de uma série de acordos de licenciamento que ajudaram a monetizar a programação que não alcançou a audiência esperada. A estratégia da Disney não foi bem recebida pelos roteiristas e diretores. Entre os profissionais que reclamaram, está a showrunner de “Y: O Último Homem na Terra”, Eliza Clark (“Animal Kingdom”). “Bem, você se dedica a algo por anos, entrega sua alma e coração a isso, assim como centenas de outros artistas. Você o cria durante uma pandemia global, longe de casa. Então, é cancelado antes mesmo de ser concluído e ir ao ar”, tuitou Clark assim que soube da notícia. Phil Hay (“O Peso do Passado”), roteirista de “A Misteriosa Sociedade Benedict”, ironizou a decisão. “Se você gostaria de ver o belo trabalho de centenas de pessoas criativas no programa, tente fazê-lo antes de 26 de maio. Hollywood é isso hoje”, alfinetou. Um dos roteiristas de “Willow”, John Bickerstaff (“Grounded”), também se mostrou indignado. “Eles nos deram seis meses [no ar]. Nem mesmo isso. Este negócio tornou-se absolutamente cruel”, desabafou. Os títulos desaparecerão a partir de 26 de maio. Veja abaixo quais programas serão removidos. “America the Beautiful” “Rumo às Estrelas” “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” “Seja Nosso Chef” “A Batalha das Pizzas” “O Melhor da Neve” “O Grande Mentiroso” “Big Shot” “Beleza Negra: Uma Amizade Verdadeira” “Doze é Demais” “Clouds” “Diário de uma Futura Presidente” “Casamentos de Conto de Fadas Disney” “Dollface” “Da Terra para o Ned” “Tá Tudo uma M&rd@!” “Casamentos de Conto de Fadas Disney” “Comidas Inimagináveis” “Harmonious Ao Vivo” “É Uma Vida de Cão, com Bill Farmer” “Just Beyond” “Jovem Diaba” “Love In The Time Of Corona” “Maggie” “Magic Camp” “The Making Of Willow” “Nós Somos os Campeões” “Mais Que Robôs” “A Misteriosa Sociedade Benedict” “O Grande Ivan” “A Melhor Ideia” “Pentatonix: Volta ao Mundo” “Pick of the Litter” “Pistol” “The Premise” “A Princesa” “The Quest: A Missão” “Destinos Inesperados” “Rosalina” “Disney Jovens Construtores” “Stargirl” “Dublê de Risco” “Super/Natural” “Timmy Fiasco” “Uma Dupla Quase Perfeita” “Acredite, é Verdade!” “Willow” “Wolfgang” “O Mundo Segundo Jeff Goldblum” “Y: O Último Homem”

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