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Filme

Morre Reggie Bannister, astro da franquia “Fantasma”, aos 80 anos

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    Joaquin Phoenix viverá romance gay em novo longa do diretor de “Carol”

    22 de maio de 2023 /

    O ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) vai estrelar um novo projeto do diretor Todd Haynes (“Carol”) ainda sem título divulgado. A trama será um romance gay de época ambientado na década de 1930 em Los Angeles. A informação foi revelada pelo próprio Haynes durante sua passagem pelo Festival de Cannes. “O próximo filme é um longa que é um roteiro original que desenvolvi com Joaquin Phoenix baseado em alguns pensamentos e ideias que ele me trouxe”, revelou o diretor ao IndieWire. “Nós basicamente escrevemos com ele como um escritor de histórias. Eu, Jon Raymond e Joaquin compartilhamos o crédito da história”. Ainda segundo Haynes, ele espera que o filme comece a ser rodado no início do próximo ano. Seguindo a linha conceitual dos filmes estrelados por Phoenix, o longa deve retratar temas adultos de forma crua. “Joaquin estava me pressionando ainda mais e dizendo ‘não, vamos mais longe’”, disse Haynes. “Este será um filme NC-17” (expressamente proibido para menores nos EUA). Com a previsão da classificação indicativa mais elevada, abaixo só da pornografia, a trama deve trazer cenas fortes. Narrativas LGBTQIAPN+ são comuns para o diretor, já consagrado em produções do gênero como “Veneno” (1991), “Velvet Goldmine” (1998) e “Carol” (2015), sendo esta última coprotagonizada pela atriz Rooney Mara, esposa de Joaquin Phoenix. Entretanto, a escalação de um ator heterossexual para uma história queer foi alvo de críticas negativas do público. Nas redes sociais, apontaram que o longa deveria ser estrelado por um ator gay e não por Phoenix. Além disso, os internautas pontuaram que o mesmo foi feito em “Carol”. O romance lésbico foi protagonizado por Rooney Mara ao lado de Cate Blanchett, duas atrizes também heterossexuais. Inclusive, Blanchett interpretou novamente uma personagem queer no aclamado “Tár” (2022), que rendeu uma série de indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. O argumento na internet é que esse hábito da indústria em escalar atores heterossexuais para papéis LGBTQIAPN+ a torna menos inclusiva, impedindo a verdadeira representatividade em produções prestigiadas. “Não há mais homens gays em Hollywood para interpretar esses papéis agora?”, ironizou uma internauta”. “Por que estão escolhendo todos esses atores heterossexuais para interpretar homens gays?”, disse outra. “Joaquin é um ator incrível. Mas o último ator gay a ganhar um Oscar foi John Gielgud em 1981. Então, se mais um homem heterossexual ganhar um Oscar por interpretar um personagem gay, vou ficar um pouco irritado”, apontou outro comentário Até o momento, nem Phoenix ou Haynes se pronunciaram sobre as críticas. Recentemente, o diretor compareceu ao Festival de Cannes para a premiere de seu novo longa “May December”, que concorre à Palma de Ouro. Exibido no evento no último sábado (20/5), o filme foi aclamado pela crítica especializada. No gay men left in Hollywood to do these roles now? — sk (@generalmyth) May 21, 2023 Why are they choosing all these straight actors to play gay men?this is like the 4th gay romance movie filmupdates posted with no actual gay men. — riley (@Ripleyriley26) May 21, 2023 Joaquin is an incredible actor. But the last gay actor to win an Oscar was John Gielgud in 1981. So if one more heterosexual man wins an Oscar for playing a gay character, I'm going to be a little pissed off. — Drew (@drewlpool) May 21, 2023

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    Versão musical de “A Cor Púrpura” ganha trailer emocionante

    22 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou o trailer da versão musical de “A Cor Púrpura”. A prévia destaca a relação entre as mulheres da trama, elementos visuais ousados e uma música impactante, levando o público à mente da jovem Celie. Em uma das cenas, Shug ensina Celie a passar batom, afirmando: “Nós temos que mostrar que pertencemos”. Quando se vê no espelho, Celie exclama “Oh, doce e amado Deus!”. Ao final do vídeo, Shug narra “Querida Celie, somos mais do que apenas reis e rainhas: somos o centro do universo”. “A Cor Púrpura” é baseado no musical da Broadway de 2005, no livro original de Alice Walker e na releitura cinematográfica de Steven Spielberg (“A Lista de Schindler”), estrelada por Oprah Winfrey (“Uma Dobra no Tempo”) e Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) em 1985. O enredo conta a história de famílias afro-americanas na Geórgia durante o século 20. A trama retrata o racismo no sul dos EUA, o machismo, o patriarcado, a amizade, o amor e carências educacionais, entre outros temas raciais. Os fatos são expostos em cartas que a protagonista escreve para Deus e para sua irmã, ambas nunca enviadas. O longa dramático original rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme. A nova versão destaca Fantasia Barrino, cantora revelada na 3ª temporada do programa “American Idol” (exibida em 2004) e que interpretou na Broadway o papel principal de Celie, enquanto Halle Bailey (“A Pequena Sereia”) vive a versão jovem de sua irmã Nettie, e Taraji P. Henson (“Estrelas Além do Tempo”) vive Shug, amante de seu marido violento, interpretado por Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”). O elenco ainda conta com Corey Hawkins (“Em um Bairro de Nova York”), Aunjanue Ellis-Taylor (“King Richard: Criando Campeãs”), Danielle Brooks (“Pacificador”), que recebeu uma indicação ao Tony por sua atuação na montagem da Broadway de 2016, os cantores Jean Baptiste e H.E.R. em suas estreias na atuação, e a cantora Ciara no papel da Nettie adulta. A obra tem direção de Blitz Bazawule (que assinou parte do álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé) e roteiro de Marcus Gardley (“The Chi”). Além disso, Steven Spielberg, a apresentadora Oprah Winfrey (que estreou como atriz no longa de 1985) e o músico Quincy Jones, todos parceiros na primeira versão do filme, também retornam na equipe da produção, ao lado de Scott Sanders (“Black Dynamite”). O filme vai estrear no Natal, exatamente no dia 25 de dezembro na América do Norte, mas é esperado apenas um mês depois, em 25 de janeiro, no Brasil.

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    Fordlândia: Diretor de “Pantanal” fará série sobrenatural na Amazônia

    22 de maio de 2023 /

    O diretor Rogério Gomes (“Pantanal”) vai dirigir uma nova série sobrenatural brasileira escrita pela roteirista Paula Richard (“Jesus”). Com título internacional de “Fordlandia – Battle Between Worlds” (Fordlândia – Batalha Entre Mundos), a trama vai se passar na cidade industrial falida de Henry Ford, localizada em plena Floresta Amazônica. Segundo a roteirista, a intenção é filmar a série em inglês, com um elenco composto por atores brasileiros e americanos. O projeto também contará com filmagens em português e munduruku, língua indígena local dos brasileiros que habitam a região da bacia do rio Amazonas. A série será “uma aventura épica, onde fatos históricos se misturam com a ficção e a magia com a realidade”, de acordo com Paula Richard. A trama se baseia na história real da cidade construída pelo magnata industrial americano Henry Ford em 1928. Com o objetivo de produzir borracha e quebrar o monopólio britânico sobre o material, Ford estabeleceu uma cidade moderna nas margens do rio Tapajós, próxima à cidade de Aveiro. Apesar dos benefícios de infraestrutura e qualidade de vida oferecidos, os moradores acabaram se revoltando contra as condições de trabalho e, no final, nenhuma borracha foi produzida. Em 1945, a família Ford vendeu as terras de volta ao governo brasileiro com grandes prejuízos. A sinopse conta que “forças sobrenaturais desconhecidas e perigosas são despertadas com a criação de Fordlândia, resultando em uma batalha entre os reinos físico e espiritual. Nascida no dia em que a floresta derramou lágrimas de sangue, a índia Ceuci e seus amigos se unem para enfrentar o mal que quer dominar o mundo”. Embora a seleção de elenco ainda esteja em fase inicial, especula-se que um renomado ator norte-americano esteja sendo vinculado à produção, juntamente com várias estrelas brasileiras. Três atores serão escolhidos para interpretar os papéis principais de Ceuci, Jovita e Emily. “Trata-se de como pessoas de diferentes origens e crenças distintas podem aprender umas com as outras, unindo-se para preservar o equilíbrio e a natureza. É sobre crescer em um mundo assustador, revelando força interior e coragem para mudar as coisas, e é sobre como o amor tem o poder de quebrar limites físicos e temporais, revelando-se a maior arma contra o mal”, disse a roteirista ao site Deadline. “‘Fordlândia – Battle Between Worlds’ é uma história sobre amizade e tolerância, sobre como juntos somos mais fortes”, ela explicou. O projeto está em fase de desenvolvimento pela produtora Diosual Entertainment, que buscar um acordo de co-produção com os Estados Unidos. Recentemente, a produtora brasileira de Guto Colunga tem se esforçado para expandir sua presença internacional. A empresa também está trabalhando na série “Land of Shadows”, uma parceria entre Portugal e Brasil, que retrata a história de dois soldados gays no século 17, baseado em uma obra de Aguinaldo Silva (“Império”).

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    Estreia de “Velozes e Furiosos 10” bate recordes e lidera bilheterias brasileiras

    22 de maio de 2023 /

    A aguardada estreia de “Velozes e Furiosos 10” surpreendeu as expectativas e o longa se tornou o maior lançamento do ano no Brasil. Com mais de 2 milhões de espectadores, a sequência registrou recorde de venda de ingressos nos cinemas brasileiros em 2023, com R$ 49 milhões nas bilheterias desde a estreia na quinta-feira (18/5). Até então, o lançamento que mais levou brasileiros ao cinema neste ano tinha sido “Super Mario Bros. – O Filme”. A animação registrou mais de 1,4 milhão de espectadores no seu fim de semana de estreia, em abril. O longa estrelado por Vin Diesel ainda bateu outro recorde, tornando-se a maior estreia do estúdio Universal em todos os tempos no país. Segundo a empresa, o longa chegou a vender mais de 350 mil ingressos somente na pré-venda. Nas bilheterias mundiais, o filme já passou da faixa dos US$ 260 milhões em arrecadação. Com o lançamento, “Velozes e Furiosos 10” desbancou “Guardiões da Galáxia Vol. 3” do topo do ranking nacional. O longa dirigido por James Gunn, que liderou as bilheterias nas últimas semanas, caiu para o 2º lugar. Com um faturamento de R$ 10,5 milhões, o filme foi visto por 482 mil pessoas entre quinta e domingo (21/5). Já o 3º lugar ficou com o fenômeno “Super Mario Bros. O Filme”, que permanece no ranking após quase dois meses de sua estreia. Registrando um público de 128 mil pessoas no fim de semana, a animação arrecadou mais R$ 2,77 milhões. Completando os 10 filmes que mais arrecadaram nos cinemas brasileiros na última semana, estão “A Morte do Demônio – A Ascensão” com R$ 275 mil, “O Amor Mandou Mensagem” com R$ 269 mil, “Do Jeito Que Elas Querem – O Próximo Capítulo” com R$ 146 mil, “Amor(es) Verdadeiro(s)” com R$ 121 mil, “O Nascimento do Mal” com R$ 114 mil, “Air – A História por Trás do Logo” com R$ 69 mil e “Mafia Mamma – De Repente Criminosa” com R$ 50 mil. Confira abaixo os trailers do Top 5.   1 | VELOZES E FURIOSOS 10 |   2 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   3 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   4 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |   5 | O AMOR MANDOU MENSAGEM |

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    Ator de “Riverdale” pode concorrer ao Oscar após elogios no Festival de Cannes

    22 de maio de 2023 /

    O longa “May December”, dirigido por Todd Haynes (“Carol”), estreou no último sábado (20/5) no Festival de Cannes e teve uma recepção calorosa da crítica. Após a exibição, o drama romântico recebeu uma ovação de palmas do público em pé durante seis minutos. O elenco formado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e Charles Melton (“Riverdale”) foi bastante elogiado, rendendo uma possível candidatura ao Oscar. A trama acompanha Elizabeth (Natalie Portman), uma atriz de Hollywood que viaja para a Geórgia para pesquisar sobre a vida de Gracie (Julianne Moore), uma mulher que se tornou notícia após começar um relacionamento com Joe (Charles Melton ), um homem 23 anos mais novo que ela. Enquanto se prepara para o filme sobre o passado do casal, a atriz observa o casamento de Gracie e Joe, 20 anos depois do relacionamento virar fofoca nacional. Com o sucesso no festival, “May December” se tornou um dos favoritos para a próxima temporada de premiações. De acordo com a Variety, o desempenho de Melton está a altura de uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, que tem sido um espaço acolhedor para os novatos de Hollywood. Conhecido pelo seu papel como Reggie na série teen “Riverdale” (2017), a ator teve uma performance que “quase rouba o filme”, segundo o veículo. “As escolhas de Melton para incorporar um homem que nunca teve realmente a chance de ser um adolescente são executadas de forma notável, evidenciando o toque surpreendente de Haynes com seus atores e o que ele pode extrair deles”, pontuou o crítico Clayton Davis, da Variety. Embora tenha ganhado notoriedade pelo longa, Melton já esteve em outros filmes de sucesso, como a adaptação de “O Sol Também é uma Estrela” (2019) e em “Bad Boys 3” (2020), além de fazer pequenas aparições em outras produções. “May December”, que concorre à prêmio Palma de Ouro deste ano no festival francês, também marca a quinta parceria entre o diretor Todd Haynes e a atriz Julianne Moore. Os dois já trabalharam juntos em “Safe” (1995), “Longe do Paraíso” (2002), “Não Estou Lá” (2007) e “Sem Fôlego” (2017). Com a estreia no festival, o filme procura um estúdio para conduzir a distribuição nos Estados Unidos e internacionalmente. Até o momento, o longa não tem previsão de estreia no Brasil. Com 20 críticas positivas e duas negativas computadas pelo site Rotten Tomatoes, “May December” atingiu 91% de aprovação. Confira abaixo uma cena do longa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de Cannes (@festivaldecannes)

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    Vin Diesel confirma que “Velozes e Furiosos” ganhará spin-off feminino

    22 de maio de 2023 /

    O ator, diretor e produtor Vin Diesel (“Triplo X”) afirmou que está desenvolvendo diversos spin-offs da franquia “Velozes e Furiosos”, incluindo uma versão feminina da franquia. O artista deu a notícia durante um evento beneficente da colega de franquia Charlize Theron, o Africa Outreach Project (CTAOP). “Iniciei o desenvolvimento do spin-off feminino… em 2017, juntamente com outros spin-offs, e quanto mais cedo eu entregar o desfecho, mais cedo poderei lançar todos”, disse o ator. Também presente no evento, atriz Michelle Rodriguez (do vindouro “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”) demonstrou incerteza a respeito de seu retorno para os derivados. “Você vai no banco do passageiro. Quando chega a próxima geração, você precisa fazer isso. É a única maneira de permitir que eles definam o futuro”, disse. A novidade pode ter a ver com a volta de Gal Gadot à saga, após sua personagem Gisele ser dada como morta em “Velozes e Furiosos 6”. Ainda não há detalhes sobre o enredo ou sobre o elenco. Porém, esta não é a primeira vez que Diesel demonstra ter vontade de prosseguir com a franquia. Durante a estreia em Roma, o astro sugeriu que o desfecho da saga poderia virar uma trilogia. “É agridoce demais pensar em um encerramento”, disse. Segundo ele, a profundidade dos personagens exigia mais tempo de tela. “Observe a quantidade de personagens e talento excepcional presente no filme. Não havia como eu conseguir realizar isso a menos que todos participassem por cinco segundos. Esses personagens são cativantes e precisamos vê-los em maior quantidade”, argumentou. “Velozes e Furiosos 10” apresenta Jason Momoa (“Acquaman”) como o vilão Dante Reyes, que está em busca de vingança contra a família Veloz devido à morte de seus próprios familiares em “Velozes e Furiosos 5” (2011). O décimo filme da franquia apresenta o retorno de Gal Gadot (“Morte no Nilo”) e Dwayne Johnson (“Adão Negro”). Diesel admite que não foi fácil manter as participações especiais em segredo. “Estou extremamente entusiasmado por tê-los de volta e ainda mais animado para ver as reações dos fãs e como isso traz felicidade às pessoas”, comentou. O lançamento conquistou o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte com US$ 67,5 milhões. Além disso, as vendas internacionais foram de US$ 251,4 milhões, tornando-se o maior lançamento de um filme fora dos EUA em 2023. No Brasil, o longa ocupou metade dos cinemas disponíveis(que são 3,2 mil, conforme a Ancine), superando o recém-lançado “Guardiões da Galáxia vol.3”. Velozes e Furiosos 10 já está em exibição nos cinemas. Os spin-offs ainda não possuem previsão de estreia.

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    Pobres Criaturas: Emma Stone ressuscita em teaser de fantasia gótica

    22 de maio de 2023 /

    O 20th Century Studios divulgou a versão brasileira do primeiro teaser de “Pobres Criaturas” (Poor Things), fantasia gótica estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e dirigida por Yorgos Lanthimos (“A Favorita”) com visuais excêntricos. Na trama que promete ser uma mistura única de romance gótico e ficção científica, Stone interpreta Belle Baxter, uma mulher trazida de volta à vida após ter seu cérebro substituído pelo de seu filho ainda não nascido, num processo semelhante ao de Frankenstein – e com visual de “Metropolis” (1927). Willem Dafoe (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), com um rosto repleto de cicatrizes, é o cientista responsável pela ressurreição. A prévia começa com a atriz deitada em uma máquina, com uma pele fantasmagoricamente pálida. Em seguida, o trailer apresenta um mundo sinistro repleto de cores saturadas. O longa marca o retorno de Stone, que estava longe das telas desde “Cruella”, lançado em 2021 pela Disney. A obra também marca a segunda vez em que ela é dirigida por Lanthimos, após receber uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Favorita”. Os dois ainda estarão juntos pela terceira vez no vindouro “And”, novamente com Dafoe. O elenco também inclui Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), Jerrod Carmichael (“On the Count of Three”), Ramy Youssef (“Ramy”), Christopher Abbott (“Urso Negro”), Margaret Qualley (“Maid”), Kathryn Hunter (“A Tragédia de Macbeth”), Suzy Bemba (“L’Opéra – Nos Bastidores do Balé”) e Wayne Brett (“The Witcher”). O roteiro é de Tony McNamara (também de “A Favorita”), que adapta a obra homônima do escritor escocês Alasdair Grey, publicada em 1992. A estreia está marcada para 8 de setembro nos Estados Unidos e “em breve” no Brasil.

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    Ray Stevenson, de “Roma”, “Thor” e “RRR”, morre aos 58 anos

    22 de maio de 2023 /

    O ator britânico Ray Stevenson faleceu no último domingo (21/5) aos 58 anos. A informação foi confirmada nesta segunda pela assessoria do ator, após o jornal italiano La Repubblica informar sua hospitalização a ilha de Ischia durante as filmagens do longa de ação “Cassino in Ischia”, dirigido por Frank Ciota (“Cassino”). No entanto, a causa da morte não foi divulgada. O ator era conhecido por grandes produções dos gêneros de aventura e ação como “Os Três Mosqueteiros” (2011) e filmes de super-heróis, como “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” (2007) e em três filmes de “Thor” da Marvel. A notícia sobre sua morte veio apenas três dias antes de seu aniversário de 59 anos. Nascido em Lisburn, Irlanda do Norte, em 25 de maio de 1964, Ray Stevenson iniciou sua carreira como designer em um escritório de arquitetura antes de seguir sua verdadeira paixão pela atuação. Ele se formou na Bristol Old Vic Theatre School, no Reino Unido, aos 29 anos. Em entrevistas passadas, Stevenson revelou que a atuação não foi uma escolha consciente, mas uma vocação que o escolheu. “Eu não tive escolha. Eu tive que aceitar me jogar nisso sem nenhuma garantia a não ser me entregar e apenas ir”, disse em 2016. Ele começou a aparecer em episódios de séries no começo dos anos 1990, mas só foi se destacar ao viver o legionário Titus Pullo na aclamada série “Roma” (2005), da HBO. O papel chamou tanta atenção que lhe rendeu o convide para interpretar o anti-herói da Marvel, Frank Castle, em “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” (2008). Stevenson também marcou presença no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como o valente Volstagg, membro dos Três Guerreiros que fazem parte da mitologia de Thor. Seu último trabalho no papel foi em “Thor: Ragnarok” (2017), quando os Três Guerreiros foram mortos por Hela (Cate Blanchett). O ator também conquistou seu espaço em outras franquias de sucesso, como “GI Joe: Retalhação” (2013), onde deu vida ao personagem Firefly, e na saga “Divergente” (2014), interpretando Marcus Eaton. Mais recentemente, ele recebeu elogios dos críticos por sua atuação como o governador Scott Buxton no sucesso indiano “RRR” (2022), que conquistou o prêmio de Melhor Música no Oscar e se tornou um dos filmes de maior bilheteria na Índia. No mundo das séries, ele ainda interpretou o mafioso ucraniano Isaak Sirko em “Dexter” (em 2012), o pirata Barba Negra em “Black Sails” (2016), o explorador Ótaro de Halogalândia em “Vikings” (2020) e deixou sua marca no universo de “Star Wars”, como um dos principais antagonistas da vindoura série “Ahsoka”, protagonizada por Rosario Dawson (“O Mandaloriano”). Seguindo um formato de minissérie, a produção deve chegar ao catálogo do Disney+ ainda neste ano. Ray Stevenson deixou três filhos, frutos de seu casamento com a antropóloga italiana Elisabetta Caraccia.

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    Arnold Schwarzenegger anuncia novos lançamentos de ação da Netflix

    22 de maio de 2023 /

    A Netflix divulgou seus próximos lançamentos do gênero de ação de uma forma diferente. Além das produções, a gigante do streaming também anunciou que o ator Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) está assumindo o cargo de Diretor de Ação da empresa, fazendo jus ao seu extenso currículo no gênero. Intitulado “Nobody Kicks Like Netflix” (“Ninguém chuta como a Netflix”, em tradução), o vídeo de divulgação começa com Schwarzenegger chegando a sede da Netflix em grande estilo: em um tanque de guerra. O vídeo traz o ator apresentando cenas e imagens exclusivas dos próximos filmes e séries que estreiam na plataforma. “Ninguém ama ação tanto quanto eu”, declara ele entusiasmado, entre vislumbres dos aguardados “Resgate 2”, “Heart of Stone” e a 3ª temporada de “The Witcher”. A iniciativa deixa claro que o calendário de lançamentos deste ano do streaming está lotado de grandes produções. Entre os destaques, está a estreia de “Who is Erin Carter?” marcada para o dia 24 de agosto. Além disso, foram confirmadas as datas de lançamento de títulos estrelados pelo próprio Schwarzenegger, como a comédia de espionagem “Fubar” em 25 de maio e o documentário “Arnold” em 7 de junho. Schwarzenegger também vai retornar ao gênero de ação em “Kung Fury 2”, sequência do longa lançado em 2015. Na trama, o ator interpreta o Presidente em uma história que mistura viagem no tempo com kung fu. Enquanto isso, as séries “The Witcher” e “Lupin” retornam com suas terceiras temporadas em 29 de junho e 5 de outubro, respectivamente. Já produção sul-coreana “Bloodhound” chega em 9 de junho. Dentre as outras estreias anunciadas estão “Blood & Gold” em 26 de maio, “Resgate 2” em 16 de junho, “iNumber Number” em 23 de junho, “The Out-Laws” em 7 de julho, “Bird Box Barcelona” em 14 de julho, “Clonaram Tyrone” em 21 de julho e “Coração de Pedra” em 11 de agosto. Um dos grandes destaques da leva é a comédia de ação “Lift”, que chega em 25 de agosto. O elenco conta com Kevin Hart (“Jumanji 2”), Sam Worthington (“Avatar 2”), Úrsula Corbero (“La Casa de Papel), Gugu Mbatha-Raw (“Loki”), Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”) e mais. Dirigido por F. Gary Gray (“MIB: Homens de Preto Internacional”), o longa acompanha uma equipe que é recrutada para impedir um ataque terrorista e deve realizar o assalto em um avião durante o voo. Além do vídeo com cenas das produções, a Netflix também divulgou fotos de “Lift” e da série “The Brothers Sun”, estrelada por Michelle Yeoh (“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) e ambientada no perigoso mundo dos gângsteres de Taipei, em Taiwan. A produção é uma criação conjunta de Brad Falchuk, co-criador de “American Horror Story”, e Byron Wu. Veja o vídeo e as fotos abaixo.

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    Vídeo de “The Flash” destaca volta de Michael Keaton ao papel de Batman

    21 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de “The Flash”, em que o diretor Andy Muschietti e sua irmã e produtora Barbara comentam sobre o retorno de Michael Keaton como Batman. “É como trazer de volta um clássico, como trazer de volta os Beatles”, diz o diretor na prévia, que inclui imagens do filme. Numa cena, o ator repete sua famosa frase de “Batman” de 1989: “Você quer ficar louco? Vamos enlouquecer”. A Warner Bros. exibiu “The Flash” pela primeira vez na íntegra no evento CinemaCon, onde Keaton recebeu elogios por seu retorno como Batman. Em entrevista à Variety no ano passado, o ator contou que topou interpretar Batman pela terceira vez porque parecia divertido. “Eu estava curioso para saber como seria depois de tantos anos. Não tanto eu fazendo isso – obviamente, um pouco disso – mas eu estava apenas curioso, estranhamente. Essa coisa toda é gigantesca. Eles têm seu próprio mundo. Então, gosto de olhar para isso como alguém de fora, pensando ‘Minha nossa!’” Com um orçamento aproximado de US$ 220 milhões, o filme promete ser um grande encontro de super-heróis da DC Comics, lotado de referências aos quadrinhos e às adaptações clássicas no cinema. Apostando no multiverso, “The Flash” ainda terá Ben Affleck reprisando o papel de Batman de “Liga da Justiça” e a primeira Supergirl morena das telas, vivida por Sasha Calle (da novela “The Young and the Restless”), sem esquecer do personagem-título vivido por Ezra Miller (“Liga da Justiça”) em dose dupla. A trama adapta um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. “The Flash” estreia no dia 15 de junho no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos.

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    Benedict Cumberbatch será o cantor Pete Seeger em cinebiografia de Bob Dylan

    21 de maio de 2023 /

    O ator inglês Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) foi escalado como o músico e ativista Pete Seeger em “A Complete Unknown”, cinebiografia de Bob Dylan que será estrelada por Timothée Chalamet (“Duna”). Seeger foi ídolo e mentor para Dylan, que se apaixonou pelo folk graças às gravações Seeger. Anos mais tarde, os dois se conheceram e Seeger foi um dos primeiros apoiadores da carreira do jovem cantor. Entretanto, quando Dylan resolveu tocar rock com guitarra elétrica, a situação mudou dramaticamente. Com filmagens marcadas para agosto em Nova York, o filme produzido pela Searchlight Pictures vai contar justamente o período em que o jovem Dylan abala o mundo da música em 1965, quando começa a se apresentar com uma guitarra elétrica pela primeira vez. A obra será dirigida por James Mangold, indicado ao Oscar por “Ford vs Ferrari” (2019) e “Logan” (2017). O roteiro é de Jay Cocks (“Gangues dew Nova York”) e o elenco ainda inclui Elle Fanning (“The Great”) no papel de Sylvie Russo, estudante universitária e interesse amoroso de Dylan nos anos 1960. O próprio Bob Dylan e seu empresário de longa data, Jeff Rosen, figuram entre os produtores. Para quem não sabe, “A Complete Unknown” é uma das frases do refrão de “Like a Rolling Stone”, música que melhor representa a transformação de Dylan, até então um cantor folk, em roqueiro. A transição não foi tranquila para o cantor, que chegou a enfrentar vaias de seus antigos fãs por trocar o vilão por guitarras e uma banda de rock. A data de estreia ainda não foi anunciada. Veja abaixo um vídeo de Seeger cantando “A Hard Rain’s a-Gonna Fall”, de Bob Dylan.

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    Para Karim Aïnouz, “Firebrand” é denúncia do machismo histórico: “O patriarcado precisa parar”

    21 de maio de 2023 /

    Katherine Parr, a sexta, última e única esposa a sobreviver Henrique VIII, foi de certa forma ofuscada pelas anteriores que tiveram fim tráfico, especialmente Ana Bolena e Catarina Howard, ambas decapitadas dramaticamente. Mas “Firebrand”, primeiro filme em inglês do brasileiro Karim Aïnouz, pretende resgatar o interesse na rainha esquecida como denúncia contra o machismo histórico. “Eu estava realmente interessado no fato de que muitas coisas foram feitas sobre Henrique e suas outras esposas, mas nada sobre Katherine”, disse o cineasta ao site Deadline, durante a première do filme neste domingo (21/5) no Festival de Cannes. Na entrevista, a atriz Alicia Vikander, que interpreta Katherine, destacou que a história desta rainha é fascinante. “Uma das primeiras coisas que surgiu na minha pesquisa foi que ela foi a primeira mulher a publicar um livro sob seu próprio nome na história britânica”, apontou a atriz sueca. Ela tinha ideias feministas, era contra o conservadorismo e enfrentou e venceu a ira do sanguinário rei inglês. “É como se, apenas porque ela sobreviveu, não fosse tão interessante”, apontou Vikander, para quem a maior importância dada às outras esposas de Henrique VIII dizem mais sobre o prazer mórbido de ver mulheres sofrerem. A narrativa do filme é uma história de abuso doméstico e a luta de Katherine para sobreviver. E Jude Law, que interpreta o rei com uma perna protética e uma bengala, destacou que a trama vai além dos livros de História. “Acho que a abordagem que Karim teve me envolveu imediatamente. Ele viu isso como um filme sobre este casamento e esta sobrevivência a um casamento, em vez de vê-lo como uma fábula histórica intocável,” disse o ator britânico. Vikander também expressou a profundidade emocional que o papel exigiu, dizendo que houve momentos em que ela se sentiu próxima ao puro terror de ser uma mulher enfrentando a brutalidade. “Eu tive um senso profundo do que muitas mulheres passam”, comentou, “um medo que nunca, nunca passa”. Aïnouz espera que o filme promova uma compreensão da violência que as mulheres têm suportado ao longo dos séculos. Ele vê essa história como um chamado para o fim de sistemas patriarcais opressores, afirmando: “certas coisas precisam acabar. O patriarcado precisa parar, e os tiranos precisam ir embora.” Aplaudido por nove minutos em Cannes, “Firebrand” ainda não tem título em português nem previsão de estreia.

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    Primeiro filme em inglês de Karim Aïnouz é aplaudido por 8 minutos em Cannes

    21 de maio de 2023 /

    O destaque deste domingo no 76º Festival de Cannes foi a première mundial do drama histórico “Firebrand”, primeiro filme falado em inglês do cineasta brasileiro Karim Aïnouz, que retrata a época do rei inglês Henrique VIII. O filme foi muito bem recebido pelo público presente no Grand Theatre Lumière, arrancando aplausos de oito minutos. As primeiras críticas publicadas foram divisivas. A revista The Hollywood Reporter elogiou a estreia de Aïnouz em inglês. “Apesar de estar imerso na atmosfera sombria e melancolia de um país envolvido pela peste e sob domínio tirânico, o filme é marcado por uma vigorosa atitude contemporânea. O diretor evita os truques anacrônicos usuais e, em vez disso, instila sua modernidade e suas reflexões sobre disparidade de gênero e abuso conjugal por meios mais sutis”. Mas outros não gostaram do revisionismo histórico, que já fazia parte do livro em que a trama se baseia, uma ficção escrita por Elizabeth Fremantle. Aïnouz dirigiu um roteiro das gêmeas Henrietta e Jessica Ashworth (“Fale com as Abelhas”) e um elenco encabeçado por Alicia Vikander (“Tomb Raider: A Origem”) e Jude Law (“Peter Pan e Wendy”). E o THR diz que a atriz tem seu “melhor trabalho desde ‘Ex-Machina’ (2014)”. No filme, que participa da competição do festival francês, Vikander tem o papel de Catherine Parr, a sexta e última esposa de Henrique VIII, uma figura feminista imponente que sobreviveu ao famigerado rei. Ela costuma ser a esposa menos lembrada pelo cinema, mas, de todas as mulheres do rei, foi a única que sobreviveu e ainda teve uma grande influência sobre os príncipes Edward, Mary e a eventual Rainha da Inglaterra, Elizabeth I. As esposas de Henrique VIII tiveram destinos trágicos, duas delas mortas por decapitação. Mas, com o rei em guerra no exterior, Catherine é nomeada regente e se empenha em impulsionar um futuro mais inovador, fundamentado em suas convicções protestantes. A revista Variety afirmou que o roteiro “é inteligente em reformular Catherine como uma figura importante nas mudanças da Inglaterra. Mas isso vai longe demais”. Já Jude Law interpreta um monarca em declínio, que retorna de uma batalha com uma séria doença em sua perna direita, cheia de pus. “Este filme recebe uma carga de tensão toda vez que Law aparece em toda a sua elegância: rugindo, sorrindo, estremecendo e ansiando por ser amado”, escreveu o jornal britânico The Guardian. O filme é repleto de intrigas palacianas, com Henrique enfrentando os irmãos Seymours, tios do príncipe herdeiro Edward, um deles interessado em Catherine, e é narrado pela futura rainha Elizabeth, filha do rei decadente, que sobrevive às mortes precoces dos irmãos. O jornal britânico The Telegraph” alerta que “o material, o romance ‘Queen’s Gambit’, de Elizabeth Fremantle, poderia ter se prestado melhor a uma minissérie. Do jeito que está, Aïnouz só tem tempo para intrigas políticas esboçadas com os irmãos Seymour”, mas elogia “um dos diretores mais interessantes do Brasil” por “fornecer pinceladas de Vermeer nesta estreia em inglês” e a beleza visual do filme. Já na crítica mais positiva publicada, o site Deadline afirma: “Com um diretor brasileiro e uma estrela sueca vencedora do Oscar, o filme consegue escapar de ser apenas mais um figurino enfadonho ou uma aula de história, deixando o ponto de vista de um estrangeiro se insinuar na conversa, que, de outra forma, seria muito britânica. ‘Firebrand’ não é apenas divertido, mas também esclarecedor, finalmente dando a Parr o que merece. OK, demorou quase 500 anos, mas aqui estamos nós”. Aïnouz tem um histórico notável em Cannes, incluindo “A Vida Invisível”, que levou o prêmio Un Certain Regard em 2019, além de “O Marinheiro das Montanhas”, que estreou no festival em 2021. Além de Vikander e Law, também estão no elenco Sam Riley (“Malévola”) como Thomas Seymour, Eddie Marsan (“Ray Donovan”) como Edward Seymour, Patsy Ferran (“Jamestown”) como a Princesa Mary, Junia Rees (“Tell That to the Winter Sea”) como a Princesa Elizabeth e Simon Russell-Beale (“A Casa do Dragão”) como o bispo Stephen Gardiner. “Firebrand” ainda não tem previsão de estreia. A recepção a “Firebrand” em #cannes. pic.twitter.com/DJRPUWU6pP — Chico Fireman (@filmesdochico) May 21, 2023

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