Teaser revela trama da continuação de “A Fuga das Galinhas”
A Netflix divulgou o pôster e um novo teaser da continuação de “A Fuga das Galinhas” (2000), que mostra uma inversão na trama. Se no primeiro filme, o objetivo era fugir da granja, a história do novo gira em torno de uma invasão. A prévia também revela a volta da Sra. Tweedy, vilã do “A Fuga das Galinhas” original. Grande sucesso de crítica e maior bilheteria de uma animação em stop-motion de todos os tempos, “A Fuga das Galinhas” contava a história de um grupo de galinhas que tentava fugir de uma granja para não virar torta. A continuação, batizada de “A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets”, foi anunciada durante o Festival de Annecy de 2020, na celebração de 20 anos do filme original. Na trama, Rocky e Ginger agora vivem em um santuário longe dos humanos e tem uma filha, Molly. Até que uma nova ameaça surge e Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta à ação. Mudanças na equipe de produção O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Peter Lord (“Piratas Pirados!”) e Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”), que agora trabalham apenas como produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia no estúdio britânico Aardman após brilhar no americano Laika – os dois estúdios são os mais proeminentes da animação stop-motion em todo o mundo. A volta dos dubladores originais, que incluíam Mel Gibson (“Coração Valente”) como Rocky, o galo que inspirava a fuga do título, foi descartada e a atriz inglesa Julia Sawalha (“Absolutely Fabulous”), que dublou a galinha Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais dizendo-se “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. No lugar dos atores originais, as vozes de Ginger e Rocky serão dubladas em inglês por Thandiwe Newton (“Westworld”) e Zachary Levi (“Shazam!”), enquanto a filha do casal será dublada por Bella Ramsey (“Last of Us”). Apenas a Sra. Tweedy, que retorna com novo visual rejuvenescido, terá ironicamente sua velha voz, dublada por Miranda Richardson (da franquia “Harry Potter”) como no primeiro longa. A estreia está marcada para 15 de dezembro.
Kiernan Shipka tem pais com deficiência mental no trailer de “Uma Família Extraordinária”
A Diamond Films divulgou o trailer e o pôster nacionais de “Uma Família Extraordinária”, drama estrelado por Kiernan Shipka (a Sabrina de “O Mundo Sombrio de Sabrina”). A prévia mostra uma complexa dinâmica familiar, em que uma jovem cuida de seus pais com deficiência mental. Drama familiar O diretor Matt Smukler revelou que o filme foi inspirado por sua sobrinha e os pais dela, “e a forma como pude observá-los se entregarem ao amor mútuo”. O drama foca em Bea, interpretada por Shipka, enquanto ela enfrenta desafios da adolescência e, simultaneamente, cuida de seus pais neurodivergentes. É um enredo que dialoga com temas de amadurecimento rápido e lealdade familiar, tornando-se um ponto de reflexão sobre os múltiplos aspectos do crescimento. A pressão para Bea crescer vem de diversas frentes, incluindo um professor que a incentiva a focar em si mesma e um interesse amoroso que questiona seus motivos para cuidar de seus pais. Na trama, Bea tem de ponderar suas próprias necessidades contra as de sua família. O elenco O elenco inclui Samantha Hyde (“Atypical”) e Dash Mihok (“Ray Donovan”) como os pais, além de Charlie Plummer (“Quem É Você, Alasca?”), Alexandra Daddario (“As Bruxas Mayfair”), Jean Smart (“Hacks”), Brad Garrett (“Everybody Loves Raymond”), Jacki Weaver (“Yellostone”), Reid Scott (“Veep”) e a menina Ryan Kiera Armstrong (“Chamas da Vingança”) como a versão infantil de Bea. “Uma Família Extraordinária” teve sua première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto do ano passado, chegou aos cinemas americanos em março e só será lançado no Brasil em 5 de outubro.
Priscilla: Filme sobre viúva de Elvis recebe quase 8 minutos de aplausos no Festival de Veneza
O filme “Priscilla”, cinebiografia de Priscilla Presley dirigida por Sofia Coppola (“Maria Antonieta”), recebeu quase 8 minutos de aplausos em sua première mundial no Festival de Veneza. No momento da ovação, a diretora, o elenco e a viúva de Elvis Presley foram vistos segurando as lágrimas, emocionados com a receptividade. Graças a um acordo provisório com o Sindicato dos Atores dos EUA (SAG-Aftra), que se encontra em greve, as estrelas Cailee Spaeny (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”) e Jacob Elordi (“Euphoria”) puderam comparecer à estreia ao lado de Sofia Coppola e Priscilla Presley. Detalhes da produção O filme aborda relacionamento de Priscilla com Elvis Presley, que ela conheceu quando tinha 14 anos. Na entrevista coletiva em Veneza, a viúva revelou que assistir à projeção foi difícil. “É muito difícil assistir a um filme sobre você e sobre a sua vida e sobre o seu amor”, disse ela. “Mas Sofia fez um trabalho incrível. Ela fez a lição de casa e eu realmente coloquei tudo para fora para ela”. Escrito e dirigido por Sofia Coppola, “Priscilla” é baseado na autobiografia de 1985 “Elvis and Me”, escrita por Presley e Sandra Harmon. O filme começa quando a adolescente Priscilla Beaulieu conhece Elvis em uma festa e mostra momentos de intimidade do cantor, que já era uma estrela do rock em ascensão. Assumindo o ponto de vista de Priscilla, o filme explora o lado invisível de um grande mito americano no longo namoro e casamento tumultuado, acompanhando o relacionamento a partir de uma base do exército americano na Alemanha até a propriedade dos sonhos do casal, Graceland, nos EUA. O filme será lançado nos cinemas americanos em 27 de outubro, mas a previsão de estreia nacional é apenas para 26 de dezembro. A plataforma MUBI adquiriu os direitos internacionais de exibição, incluindo para o Brasil. Priscilla Presley thanked the audience as Sofia Coppola’s biopic of her life received a more than 7-minute ovation at #Venezia80 pic.twitter.com/pYg45wqcWE — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 4, 2023 Jacob Elordi took his bows in front of the #Venezia80 crowd following the premiere of ‘Priscilla’ pic.twitter.com/qdD7OHTPF9 — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 4, 2023 Sofia Coppola gives an emotional Priscilla Presley a hug following the world premiere of Priscilla in Venice. pic.twitter.com/xquqgNKm4Y — Alex Ritman (@alexritman) September 4, 2023
Woody Allen cogita aposentadoria diante de obstáculos no mercado
O veterano cineasta Woody Allen revelou nesta segunda (4/9), durante o Festival de Veneza, que pode encerrar sua carreira na indústria do cinema. Em entrevista à revista Variety, Allen discutiu a complexidade crescente na obtenção de financiamento para suas produções cinematográficas. “Tenho tantas ideias para filmes que ficaria tentado a fazer, se fosse fácil de financiar”, declarou. “Mas não sei se tenho a mesma disposição para sair e gastar muito tempo arrecadando dinheiro”, completou. O diretor esclarece que, embora o processo criativo ainda o atraia, as dificuldades para arrecadar fundos se tornaram um grande fator desmotivador: “Fazer o filme é uma coisa, mas arrecadar dinheiro para isso, você sabe, é tedioso e nada glamoroso.” Allen ainda abordou o impacto dos novos modelos de distribuição de filmes, que migraram para plataformas de streaming. “Não gosto da ideia de fazer um filme e depois de duas semanas ele estar na televisão ou no streaming”, lamentou o cineasta. Essa mudança no cenário de exibição de obras é, segundo ele, outro elemento que o faz reconsiderar a continuidade de sua trajetória no cinema. A questão do cancelamento Um dos motivos que dificultam suas capacidade de arrecadação é a cultura do cancelamento. O cineasta sofre uma campanha contínua de ódio após o reforço de acusações de abuso sexual feitas por sua filha, Dylan Farrow, que teriam acontecido quando ela era um bebê. “Minha reação sempre foi a mesma. A situação foi investigada por dois grandes órgãos de investigação. E, ambos, após longas investigações detalhadas, concluíram que não havia mérito nessas acusações”, afirmou Allen. Ele negou ainda qualquer encontro com sua filha desde o ocorrido e disse que apoia o movimento #MeToo, mas não “cultura do cancelamento”. “Acho que qualquer movimento onde haja benefícios reais, onde faça algo positivo, no caso para as mulheres, é uma coisa boa”, falou. “Eu disse anos atrás que deveria ter sido um garoto-propaganda [do movimento #MeToo] e todos ficaram agitados com isso. Mas a verdade é a verdade. Já fiz 50 filmes. Sempre dei papéis muito bons para mulheres, sempre tive mulheres na equipe, sempre paguei a elas exatamente a mesma quantia que pagávamos aos homens, trabalhei com centenas de atrizes e nunca, jamais tive uma única reclamação de nenhuma delas em nenhum momento. Nenhuma delas jamais disse: ‘Ele foi mau ou assediador’. Isso simplesmente nunca foi um problema. Meus editores são mulheres. Eu não tenho nenhum problema com isso. Isso nunca esteve em minha mente de forma alguma. Eu contrato quem eu acho que é bom para a função. Como eu disse, já trabalhei com centenas de atrizes, atrizes desconhecidas, estrelas, atrizes de nível médio. Ninguém nunca reclamou e não há o que reclamar”. O 50º filme Woody Allen está no Festival de Cinema de Veneza com seu 50º filme, “Coup de Chance”. A obra, feita em francês, aborda temas frequentes na filmografia do diretor, como amor e adultério. Allen destacou que a mudança para o idioma francês foi influenciada por sua admiração por cineastas europeus. “Conforme crescia, todos os filmes que me entusiasmavam eram de Itália, França ou Suécia. E sempre desejei ter nascido em França ou poder ser um cineasta francês. Eu era um grande fã de Truffaut e Godard, claro. E tive a oportunidade de conhecer essas pessoas e até trabalhar com Godard. Ele fez um filme no qual me convidou para participar. E eu não queria, mas nunca diria não a ele porque ele foi uma grande influência no cinema. E todos esses (diretores) franceses, você sabe, Chabrol e Renais e Renoir, todas essas pessoas por quem eu era louco. Então, sempre quis ser um cineasta francês. E como este é o meu 50º filme, pensei em me dar um presente e me dar ao luxo [de fazer um filme francês]”, explicou.
“Besouro Azul” lidera bilheterias brasileiras pela terceira semana
O filme “Besouro Azul”, que conta com a participação da atriz Bruna Marquezine, manteve a liderança das bilheterias brasileiras pela terceira semana consecutiva, registrando arrecadação de R$ 4,61 milhões e público de 218 mil espectadores entre quinta e domingo (3/9). A produção da Warner Bros. superou a estreia da aguardada animação “As Tartarugas Ninja: Caos Mutante”, que ficou em 2º lugar com R$ 3,72 milhões e quase 170 mil espectadores. O resto do Top 5 Os filmes mais vistos da semana representam uma grande variedade de gêneros. “Fale Comigo”, classificado pela crítica como o melhor terror do ano, assegurou o 3º lugar com renda de R$ 1,98 milhão e público de 94 mil. E fechando o Top 5 aparecem “Gran Turismo: De Jogador a Corredor” e episódios da série cristã “The Chosen: Os Escolhidos”, com arrecadações de R$ 1,79 milhão e R$ 1,56 milhão, respectivamente. O que aconteceu com Barbenheimer Pela primeira vez desde seu lançamento, os blockbusters “Oppenheimer”, sobre o criador da bomba atômica, e “Barbie” não conseguiram manter suas posições entre os cinco filmes mais vistos, marcando um novo momento na distribuição da atenção do público nos cinemas brasileiros. “Oppenheimer” e “Barbie” ocupam agora as posições de 6º e 8º no ranking, respectivamente. Nesse último final de semana, 852 mil espectadores foram aos cinemas, resultando numa bilheteria acumulada de R$ 18,7 milhões.
Festival do Rio revela lista de filmes da Première Brasil
O Festival do Rio, um dos eventos cinematográficos mais importantes do país, revelou nesta segunda-feira (4/9) a lista dos filmes nacionais selecionados para a Première Brasil. A tradicional mostra cinematográfica completa 25 anos em 2023. Ao todo, o evento selecionou 90 filmes divididos entre longas e curtas-metragens. A competição principal tem destaque para “Sem coração”, de Nara Normande e Tião, e “Pedágio”, de Carolina Markowicz, que contam com a participação da atriz Maeve Jinkings. Além destes, as obras biográficas de Gal Costa (“Meu Nome É Gal”) e de Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) farão suas estreias mundiais. A seleção inclui ainda obras de cineastas consagrados como João Jardim (“As Polacas”), André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Lírio Ferreira (“Onoff”) e Lúcia Murat (“O Mensageiro”). O Festival do Rio acontece entre os dias 5 e 15 de outubro. Veja a lista. Competição longas de ficção “Ana”, de Marcus Faustini “A batalha da rua Maria Antônia”, de Vera Egito “A festa de Léo”, de Luciana Bezerra e Gustavo Melo “As polacas”, de João Jardim “Até que a música pare”, de Cristiane Oliveira “Cinco da tarde”, de Eduardo Nunes “Estranho caminho”, de Guto Parente “Levante”, de Lillah Halla “O dia que te conheci”, de André Novais Oliveira “O mensageiro”, de Lúcia Murat “Onoff”, de Lírio Ferreira “Pedágio”, de Carolina Markowicz “Sem coração”, de Nara Normande e Tião Competição longas documentários “Assexybilidade”, de Daniel Gonçalves “Black Rio! Black Power!”, de Emílio Domingos “Helô”, de Lula Buarque de Hollanda “Línguas da nossa língua”, de Estevão Ciavatta “O coro do Te-Ato”, de Stella Oswaldo Cruz Penido “Othelo, o Grande”, de Lucas H. Rossi dos Santos “Utopia tropical”, de João Amorim Gala de Encerramento “O sequestro do voo 375”, de Marcus Baldini Hors Concours “A flor do Buriti”, de João Salaviza e Renée Nader Messora “A paixão segundo G.H.”, de Luiz Fernando Carvalho “Leme do destino”, de Julio Bressane “Meu nome é Gal”, de Dandara Ferreira e Lô Politi “Meu sangue ferve por você”, de Paulo Machline “Mussum, o filmis”, de Sílvio Guindane “O diabo da rua no meio do redemunho”, de Bia Lessa Competição curtas “A lama da mãe morta”, de Camilo Pellegrini “Bença”, de Mano Cappu “Cabana”, de Adriana de Faria “Cassandra”, de Paula Granato “Deixa”, de Mariana Jaspe “Diamantes de Acayaca”, de Francisco Nora Franco e Fernanda Roque “Engole o choro”, de Fábio Rodrigo “Mergulho”, de Marton Olympio e Anderson Jesus “Nina e o abismo”, de Alice Name-Bontempo “Onde a floresta acaba”, de Otavio Cury “Pássaro memória”, de Leonardo Martinelli “Pequenas insurreições”, de William de Oliveira “Quarto de hotel”, de Marcelo Ribas Grabowsky e Mauro Pinheiro Jr. “Thuë Pihi Kuuwi — Uma mulher pensando”, de Aida Harika Yanomami, Roseane Yariana Yanomami e Edmar Tokorino Yanomami “Tudo o que cresce e voa”, de Maria Fanchin “Vão das almas”, de Edileuza Penha e Santiago Dellape Mostra Novos Rumos – Longas “Atmosfera”, de Paulo Caldas “Bizarros peixes das fossas abissais”, de Marão “Eu sou Maria”, de Clara Linhart “Iracemas”, de Tuca Siqueira “Nada será como antes”, de Ana Rieper “Saudade fez morada aqui dentro”, de Haroldo Borges “Termodielétrico”, de Ana Costa Ribeiro “Tudo que você podia ser”, de Ricardo Alves Jr Mostra Novos Rumos – Curtas “A alma das coisas”, de Douglas Soares e Felipe Herzog “As miçangas”, de Rafaela Camelo e Emanuel Lavor “Castanho”, de Adanilo “Dependências”, de Luísa Arraes “Erva de Gato”, de Novíssimo Edgar “Jaguanum”, de Samuel Lobo “Queime este corpo”, de Denis Cisma e Mauricio Bouzon “Se precisar de algo”, de Mariana Cobra Mostra Retratos – Longas “Aretha no Everest”, de Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann “Dois sertões”, de Caio Resende e Fabiana Leite “Nas ondas de Dorival Caymmi”, de Locca Faria “Nelson Pereira dos Santos — Uma vida de cinema”, de Ivelise Ferreira e Aída Marques “Peréio, eu te odeio”, de Tasso Dourado e Allan Sieber “Rio da dúvida”, de Joel Pizzini “Roberto Farias — Memórias de um cineasta”, de Marise Farias “Samuel Wainer”, de Dario Menezes Mostra Retratos – Curtas “A edição do nordeste”, de Pedro Fiuza “Arruma um pessoal pra gente botar uma macumba num disco”, de Chico Serra “Celebrazione”, de Luís Carlos Lacerda “Macaléia”, de Rejane Zilles “Teatro de máscaras”, de Eduardo Ades Mostra ‘O estado das coisas’ – Longas “Aqui en la frontera”, de Marcela Ulhoa e Daniel Tancredi “Bye, Bye Amazônia”, de Neville de Almeida “Corpos invisíveis”, de Quézia Lopes “Incompatível com a vida”, de Eliza Capai “Rapacidade”, de Julia de Simone e Ricardo Pretti “Rejeito”, de Pedro de Filippis “Toda noite estarei lá”, de Tati Franklin e Suellen Vasconcelos Mostra ‘O estado das coisas’ – Curtas “Quarta-feira”, de Bárbara Santos e João Pedro Prado “Camorim”, de Renan Barbosa Brandão “Por favor leiam para que eu descanse em paz”, de Anna Costa e Silva e Nanda Félix “Yãmî Yah-Pá — Fim da noite”, de Vladimir Seixas Exibição especial de curtas “Aquela mulher”, de Cristina Lago e Marina Erlanger “Ficção suburbana”, de Rossandra Leone “Helena de Guaratiba”, de Karen Black “Noturna”, de Gabriela Poester “O chá de Alice”, de Simone Spoladore Sessões especiais “Fala, tu”, de Guilherme Coelho (20 anos do lançamento) “Quantos dias quantas noites”, de Cacau Rhoden Itinerários únicos “Egili – Rainha retinta do carnaval”, de Carolina Reucker “Mulheres radicais”, de Isabel Nascimento Silva “Raoni, uma amizade improvável, de Jean-Pierre Dutilleux Coproduções com o Brasil “Los delincuentes”, de Rodrigo Moreno (Brasil/Argentina/Luxemburgo/Chile) “Os de baixo”, de Alejandro Quiroga Guerra (Brasil/Argentina/Bolívia/Colômbia) “Posto avançado”, de Edoardo Morabito (Brasil/Itália) “Puan”, de Benjamín Naishtat e María Alché (Brasil/ Argentina/França/Itália/Alemanha) “Scab Vendor: The life and times of Jonathan Shaw”, de Mariana Thomé, Lucas de Barros (Brasil/EUA) “Somos guardiões”, de Edivan Guajajara, Chelsea Greene e Rob Grobman (Brasil/EUA) “Sem pátria”, de Heitor Dhalia (Brasil/EUA) “O auge do humano 3”, de Eduardo “Teddy” Williams (Brasil/Taiwan/Argentina/Portugal/Holanda/Peru/Hong Kong/Sri Lanka) “Nas pegadas de Mengele”, de Alejandro Venturini e Tomás de Leone (Brasil/Argentina)
Último filme do diretor de “O Exorcista” será lançado pela Paramount+
O último filme do falecido diretor William Friedkin, conhecido por “Conexão Francesa” (1971) e “O Exorcista” (1973), será lançado mundialmente pela plataforma de streaming Paramount+, inclusive no Brasil. O anúncio foi feito neste domingo (3/9), no Festival de Veneza, onde “The Caine Mutiny Court-Martial” fez sua permière mundial. O filme é baseado no livro de Herman Wouk, que narra o julgamento de um oficial da marinha por motim, após assumir o comando de um navio por sentir que o capitão estava agindo de maneira instável e colocando a vida da tripulação em risco. A obra original venceu o prêmio Pulitzer e já foi adaptado diversas vezes para o cinema e para a TV – a adaptação mais conhecida é “A Nave da Revolta” (1954), estrelada por Humphrey Bogart. Mas Friedkin fez mudanças, atualizando a trama, passada na época da 2ª Guerra Mundial, para a tensão dos EUA com o Oriente Médio no século 21. A produção conta com um elenco renomado, incluindo Kiefer Sutherland (“24 Horas”), Jason Clarke (“O Planeta dos Macacos: O Confronto”), Tom Riley (“The Nevers”) e o falecido Lance Reddick (da franquia “John Wick”). “Diretor de uma tomada só” Na entrevista de imprensa do filme no Festival de Veneza, a produtora Annabelle Dunne e o editor Darrin Navarro deram detalhes sobre o estilo de trabalho de Friedkin, revelando que ele era “um diretor de uma tomada só”. Se houvesse mais de duas tomadas, “havia um problema”, revelou Dunne. Embora a produção tenha corrido de forma “incrivelmente bem e tranquila”, segundo Dunne, houve um pequeno obstáculo inicial relacionado ao seguro de Friedkin, que estava com mais de 80 anos. O impasse foi resolvido com a entrada de Guillermo del Toro como “diretor de apoio”, algo que Friedkin inicialmente resistiu, mas acabou concordando. Del Toro, “graciosamente, apesar de ter acabado de lançar ‘Pinóquio’, foi ao set todos os dias”, revelou Dunne. Darrin Navarro, que trabalhou com Friedkin por quase três décadas, também comentou a abordagem do diretor em suas histórias. “Em cada história que ele perseguia ou achava interessante, havia aquela linha tênue entre o que ele chamava de nossos demônios interiores e nossos melhores anjos”, explicou Navarro. Friedkin estava sempre em busca de “apresentar a banalidade do mal, mas também encontrar coisas boas sobre pessoas que você talvez esteja inclinado a não gostar”. “The Caine Mutiny Court-Martial” ainda não tem previsão de estreia.
“O Protetor: Capítulo Final” quebra recorde de estreia da franquia
“O Protetor: Capítulo Final”, terceiro filme da franquia de ação dirigida por Antoine Fuqua e estrelada por Denzel Washington, estreou em 1º lugar nos EUA, com uma abertura acima das expectativas. O filme arrecadou US$ 35 milhões no fim de semana, valor que cresce para US$ 42 milhões nas estimativas até segunda-feira (4/9), contabilizando o feriado do Dia do Trabalho. O montante representa a segunda maior estreia desse feriadão, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” da Marvel, que arrecadou US$ 94,7 milhões em 2021. O filme da Sony também superou seus predecessores. O primeiro lançamento da franquia registrou uma abertura de US$ 34,1 milhões em 2014 e o segundo US$ 36 milhões em 2018. Além disso, também teve melhor avaliação. Recebeu nota “A” no CinemaScore, na votação do público na saída dos cinemas, e uma aprovação de 76% no Rotten Tomatoes, que representa o índice mais alto da trilogia. Em todo o mundo, “O Protetor – Capítulo Final”, faturou US$ 60,6 milhões, também quebrando o recorde de abertura da franquia. Do total, US$ 26,1 milhões foram gerados em 49 mercados internacionais, outro recorde para a saga. O desempenho foi particularmente notável no Reino Unido (US$ 3,5 milhões), França (US$ 2,8 milhões), Alemanha (US$ 2,4 milhões), Espanha (US$ 1,7 milhão) e Arábia Saudita (US$ 1,6 milhão). No Brasil, a estreia está marcada apenas para 5 de outubro. O resto do Top 5 Apesar da mudança no topo do ranking, “Barbie” manteve seu 2º lugar com um faturamento doméstico projetado de mais de US$ 13 milhões para os quatro dias nos EUA, em seu sétimo fim de semana em cartaz. Mantendo sua trajetória impressionante, a produção da Warner Bros. tem agora US$ 1,38 bilhão acumulado globalmente e é o filme de maior bilheteria mundial de 2023 – superando os US$ 1,35 milhões de “Super Mario Bros. – O Filme”. “Besouro Azul” também teve um bom desempenho, ao assegurar o 3º lugar com uma arrecadação estimada entre US$ 9 e 10 milhões. A adaptação dos quadrinhos da DC tem se mostrado especialmente resistente em mercados internacionais, onde ultrapassou a marca de US$ 100 milhões em seu terceiro fim de semana. Com isso, o campeão da semana passada, “Gran Turismo”, desabou para o 4º lugar, sofrendo uma queda de 62% em seu segundo fim de semana, com um faturamento estimado de US$ 8,5 milhões. O filme de corridas inspirado no game homônimo do Playstation tem agora US$ 30 milhões domésticos e US$ 80 milhões mundiais. O impacto chinês em “Oppenheimer” O Top 5 se fecha com “Oppenheimer”, ainda mantendo um desempenho notável, com US$ 7 milhões estimados no mercado doméstico. Mas ainda mais impressionante foi a estreia do drama biográfico de Christopher Nolan neste fim de semana na China, onde faturou US$ 30,3 milhões e liderou as bilheterias. O impulso chinês fez o filme alcançar US$ 850 milhões mundiais, valor que representa a 3ª maior bilheteria global do ano. Até o momento, 59 mercados registraram “Oppenheimer” como o filme de maior sucesso de Nolan, incluindo Alemanha, França, Índia, Espanha, Itália e Brasil. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | O PROTETOR: CAPÍTULO FINAL 2 | BARBIE 3 | BESOURO AZUL 4 | GRAN TURISMO 5 | OPPENHEIMER
Ator do romance “Minha Culpa” é preso no Festival de Veneza
O ator espanhol Gabriel Guevara, de 22 anos, foi preso pela polícia italiana no sábado (2/9), durante sua participação no Festival de Veneza, devido a uma denúncia de agressão sexual. O crime teria ocorrido na França, de acordo com a imprensa italiana, e, por isso, a prisão aconteceu mediante um mandado internacional. A notícia foi publicada primeiramente pelo jornal veneziano La Nuova. Nenhum detalhe adicional sobre a denúncia ou a prisão foi fornecido pela polícia italiana até o presente momento. Guevara estava em Veneza para receber um prêmio, como melhor ator jovem, que seria concedido pela Filming Italy, organização que promove o cinema italiano, neste domingo (3/9). Carreira do ator Nascido e criado em Madrid, Gabriel Guevara ficou conhecido em seu país depois de ter interpretado Cristian Miralles na série “Skam Espanha”, de 2018. Ele ganhou projeção internacional como protagonista do romance “Minha Culpa” (2023), lançado em meio na Prime Video, e também atuou nas séries “Você Não é Especial” (2022), da Netflix, e “Como Mandar Tudo à Merda” (2022), da HBO Max.
Astro de “Amélie Poulain” sofre acidente grave de moto na França
O ator francês Mathieu Kassovitz sofreu um acidente de moto no domingo (3/9) na região de Paris e encontra-se em estado de saúde “preocupante”, após ser transportado para o hospital Kremlin-Bicêtre. Segundo as autoridades policiais, o ator de 56 anos fazia um curso de motociclismo num circuito do autódromo de Linas-Monthléry, quando sofreu o acidente. Carreira premiada Kassovitz ficou conhecido no Brasil como o par romântico de Audrey Tautou em “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001). Desde então, ele protagonizou dezenas de filmes, como “Munique” (2005), de Steven Spielberg, e “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017), de Luc Besson, sem esquecer seu papel como Napoleão na minissérie “Guerra e Paz” (2016). Além de ator, ele também é diretor de cinema, tendo se consagrado com “O Ódio” (1995), vencedor do César (o Oscar francês) de Melhor Filme. Entre seus trabalhos mais recentes está a série “Le Bureau des Légendes”, que ele estrela e dirige desde 2015. A atração se encontra renovada para sua 6ª temporada.
Novo Polanski é destruído pela crítica no Festival de Veneza: “Filme de merda”
Exibido no sábado (2/9) no Festival de Veneza, “The Palace” recebeu as piores críticas da carreira do diretor Roman Polanski. A comédia grotesca, cheia de piadas de cocô, vômito e urina, foi considerada um desastre sem a menor graça e recebeu 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ambientada em um luxuoso hotel suíço na véspera de Ano Novo de 2000, o filme acompanha hóspedes ricos e sem classe fazendo horrores. O elenco inclui John Cleese, Oliver Masucci, Fanny Ardant, Mickey Rourke e o produtor Luca Barbareschi. E o site The Hollywood Reporter resumiu assim a situação: “O diretor nunca teve uma visão edificante da vida, mas ‘The Palace’ não mostra apenas o mundo dos ricos transformado em merda – é basicamente um filme de merda”. “Um filme que usa seu mau gosto como um casaco de vison e oferece pouco em termos de diversão, menos ainda em termos de estilo”, acrescentou o Film Stage. “Um filme tão terrível que o cineasta não pode mais ser defendido por causa de sua genialidade”, resumiu o jornal britânico London Evening Standard. E seu rival The Guardian ainda sugeriu: “Se você pegar o caminho errado e acabar no Palace, pelo amor de Deus, não faça o check-in”. “The Palace” foi considerado tão ruim, mas tão ruim que o site The Wrap chega a creditar que Polanski fez propositalmente a “comédia sombria sem humor” e “grotesca” como “um dedo médio gigante para o mundo”. Devido aos problemas pessoais do diretor, que foi condenado por estupro de menor nos anos 1970, distribuidoras dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia se recusaram a adquirir o filme para exibição nestes países. Veja o trailer abaixo.
“Barbie” vira maior bilheteria de 2023 e “Oppenheimer” assume 3º lugar mundial
O fenômeno “Barbieheimer” continua a impressionar o mercado cinematográfico. Na sexta-feira (1/9), o filme “Barbie” de Greta Gerwig quebrou um novo recorde importante. O longa atingiu US$ 1,365 bilhões para superar a animação “Super Mario Bros. – O Filme” como a maior bilheteria mundial de 2023. Distribuído pela Warner Bros, “Barbie” ainda está sendo exibido em 75 mercados internacionais. Nos EUA e Canadá, somou US$ 601,3 milhões e também se tornou a maior bilheteria doméstica do ano. No exterior, o Reino Unido lidera a arrecadação com US$ 117,8 milhões, seguido por Austrália e México, ambos com US$ 54,1 milhões, Alemanha com US$ 53,8 milhões e França com US$ 46 milhões. “Oppenheimer” em 3º lugar Além de “Barbie”, “Oppenheimer” também segue se destacando nos cinemas. Em seu 7º fim de semana em cartaz, o drama biográfico de Christopher Nolan acaba de ultrapassar “Guardiões da Galáxia Vol. 3” como o terceiro filme mais rentável de 2023, ficando atrás apenas de “Barbie” e “Super Mario Bros.”. Essa ascensão dá à Universal Pictures três dos cinco filmes mais rentáveis do ano até agora. Com um total global estimado de US$ 845 milhões, o filme tem US$ 308,3 milhões domésticos e também se destacou no Reino Unido com US$ 69,7 milhões, Alemanha com US$ 44,6 milhões, França com US$ 38,7 milhões, Austrália com US$ 24,8 milhões e Espanha com US$ 20,3 milhões. Mas a grande novidade responsável por seu crescimento no ranking é a China, onde estreou em 1º lugar na última quarta-feira (27/8) e já arrecadou US$ 23 milhões. “Barbie” e “Oppenheimer” continuam em exibição em cinemas de diversos países e devem estabelecer novos marcos nas próximas semanas.
Maior fracasso da carreira de Ben Affleck ganha trailer para estreia no Brasil
A Diamond Films divulgou o trailer de “Hypnotic – Ameaça Invísivel”, novo filme de Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que junta Ben Affleck (“Bar Doce Lar”) e Alice Braga (“Esquadrão Suicida”) contra um supervilão. Na trama, o detetive policial Daniel Rourke (Affleck) procura por sua filha desaparecida (Hala Finley, de “Pequenos Grandes Heróis”). Ele logo descobre que ela está associada a uma série de roubos contínuos conduzidos por um homem misterioso (William Fichtner, de “Fúria Sobre Rodas”) com poderes hipnóticos. Com a ajuda da médium Diana Cruz (Alice Braga), ele parte atrás do homem misterioso, que é capaz de forçar qualquer pessoa a fazer o que ele quer e ver coisas que não são reais. O elenco também inclui JD Pardo (“Mayans MC”), Dayo Okeniyi (“Herói da Liberdade”), Jeff Fahey (“Lost”) e Jackie Earle Haley (“Alita: Anjo de Combate”). O filme foi exibido em maio nos EUA. E os prováveis motivos para demorar a chegar ao Brasil foram seu desempenho de crítica e bilheteria. Destruído pela imprensa, com apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Hypnotic” teve a pior estreia da carreira de Ben Affleck nos EUA, com arrecadação de US$ 2,4 milhões em seu lançamento. E saiu de cartaz com apenas US$ 4,5 milhões, o que não deve ter dado sequer para cobrir o salário do ator. A estreia no Brasil vai acontecer em 26 de outubro.












