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Filme

Robert Duvall, gigante do cinema, morre aos 95 anos

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15 de fevereiro de 2026
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    Criador de “Loki” vai reescrever próximo filme dos Vingadores

    27 de novembro de 2023 /

    Depois do desastre de “As Marvels”, pior bilheteria do Marvel Studios, o presidente do estúdio Kevin Feige decidiu jogar fora o roteiro de “Vingadores: A Dinastia Kang” e contratou Michael Waldron, criador de “Loki”, para reescrever a produção. Originalmente, o roteiro estava a cargo Jeff Loveness, que escreveu “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, mas após esse filme flopar, Feige resolveu mudar tudo. A contratação consolida Waldron como o principal arquiteto da Saga do Multiverso da Marvel. Após criar “Loki”, ele escreveu “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. Além disso, já tinha sido contratado para fazer o filme seguinte dos Vingadores, “Guerras Secretas”, que se seguirá à “Dinastia Kang”. Nem “Dinastia Kang” nem “Guerras Secretas” têm diretores contratados, embora a contratação de Walderon sugira uma visão unificada para ambos os filmes, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, ambos escritos pela dupla de roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely. A mudança segue de perto a saída do diretor Destin Daniel Cretton do filme de Kang – mas ele permanece desenvolvendo a série “Wonder Man” e a sequência de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. A produção também enfrenta um impasse em relação ao intérprete de Kang, já que Jonathan Majors enfrenta um processo criminal por assédio e agressão a uma ex-namorada. Por conta disso e de resultados baixos de bilheteria, boatos reportados pela revista Variety sugerem que o estúdio pretende juntar os Vingadores originais, incluindo Homem de Ferro e Viúva Negra, que morreram em “Vingadores: Ultimato”, num dos novos lançamentos dos heróis. O próximo filme dos Vingadores tem estreia marcada para 30 de abril de 2026 no Brasil.

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    Kim Kardashian vai estrelar comédia da Netflix

    27 de novembro de 2023 /

    Após estrelar a mais recente temporada de “American Horror Story”, Kim Kardashian vai continuar apostando na atuação com a comédia “The Fifth Wheel”. Graças ao envolvimento da socialite, o projeto foi alvo de uma disputa acirrada por seus direitos, que acabou vencida pela Netflix. O filme conta com um roteiro de Paula Pell (“Irmãs”) e Janine Brito (“One Day at a Time”), e tem Kardashain como estrela e produtora. Paula e Janine são casadas e apareceram como casal na série “Girls5Eva”. A sinopse ainda não foi divulgada, mas, segunda a revista Variety, Kardashian vai interpretar uma amiga que “segura vela” para dois casais – ainda não escalados. Ela seria a “quinta roda” do título. “The Fifth Wheel” ainda não tem previsão de estreia.

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    Zac Efron vira lutador bombado no trailer do filme “Garra de Ferro”

    27 de novembro de 2023 /

    A California Filmes divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Garra de Ferro” (The Iron Claw), drama sobre uma família lendária família do mundo da luta livre profissional (wrestling) dos EUA. Escrito e dirigido por Sean Durkin, o filme aborda a ascensão e queda dos irmãos Von Erich, que conquistaram fama e enfrentaram tragédias dentro e fora dos ringues. Os atores Zac Efron (bombadão e com o rosto irreconhecível para os fãs de “High School Musical”) e Jeremy Allen White (“O Urso”) protagonizam como Kevin e Kerry Von Erich, respectivamente, dois dos irmãos mais populares da família. A maldição dos Von Erich O filme também explora a pressão exercida pelo patriarca Fritz Von Erich, interpretado por Holt McCallany (“Mindhunter”), que levava os filhos ao limite, e a omissão da mãe, vivida por Maura Tierney (“The Affair”), que não se metia no treinamento abusivo dos filhos. Apesar do sucesso nos ringues, a família Von Erich também foi marcada por uma série de tragédias pessoais, o que levou a rumores sobre uma suposta “maldição”. “Desde que eu era criança, as pessoas diziam que minha família era amaldiçoada”, diz o personagem de Efron no trailer. “Minha mãe tentou nos proteger com Deus. Meu pai tentou nos proteger com wrestling. Ele disse que, se fôssemos os mais fortes, nada jamais nos machucaria. Eu acreditei. Todos nós acreditamos”, completa. O elenco também inclui Harris Dickinson (“Um Lugar Bem Longe Daqui”) e Stanley Simons (“Angelfish”) como dois outros irmão Von Erich, além de Lily James (“Pam & Tommy”) como Pam, esposa de Kevin. “Garra de Ferro” tem estreia marcada para 22 de dezembro nos EUA, mas apenas em 15 de fevereiro no Brasil.

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    Trailer impactante apresenta filme do diretor de “Jurassic World” sobre sobreviventes dos Andes

    27 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer de “A Sociedade da Neve”, filme do cineasta espanhol J.A. Bayona (de “O Impossível” e “Jurassic World: Reino Ameaçado”) sobre um dos acontecimentos mais lembrados do século 20. Trata-se da história real de desastre e canibalismo de uma equipe de rúgbi uruguaia, que ficou isolada nas cordilheiras dos Andes, após sofrer um acidente de avião em 1972. Apenas 16 dos 45 passageiros foram resgatados com vida, e somente porque recorreram a medidas extremas para sobreviver por vários meses num dos locais mais ermos e gelados do mundo. A prévia impactante dá uma mostra da dificuldade extrema enfrentada pelos sobreviventes dos Andes, como o frio intenso e a falta de comida. Baseado no livro “La Sociedad de la Nieve”, de Pablo Vierci, o filme tem roteiro do próprio Beyona em parceria com Bernat Vilaplana (editor de “Jurassic World: Reino Ameaçado”), Jaime Marques e Nicolás Casariego (ambos de “Intrusos”). As filmagens usaram locações reais em vários locais da Cordilheira dos Andes, tanto no Chile quanto na Argentina, incluindo o Valle de las Lágrimas, local onde ocorreu o verdadeiro acidente. O elenco inclui Rafael Federman (“Vermelho Sol”), Enzo Vogrincic Roldán (“Iosi, O Espião Arrependido”), Matías Recalt (“Planners”), Agustín Pardella (“Histórias de Verão”), Diego Ariel Vegezzi (“Maria e o Homem-Aranha”), Esteban Kukuriczka (“Causalidade”), Simón Hempe (“Entre Laços”), Fernando Contigiani García (“Argentina, 1985”) e outros astros latino-americanos. Vale lembrar que essa tragédia já foi filmada anteriormente numa produção mexicana dos anos 1970 e no drama hollywoodiano “Vivos”, de 1993. Além disso, os fatos reais servem de clara inspiração para a série “Yellowjackets”, atual sucesso da Paramount+. “A Sociedade da Neve” teve première mundial no Festival de Veneza, em setembro passado, quando impressionou a crítica e atingiu 95% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Desde então, tornou-se o filme escolhido pela Espanha para tentar uma vaga na disputa de Melhor Filme Internacional do Oscar 2024. O filme terá lançamento limitado nos cinemas durante o mês de dezembro, antes de chegar em streaming no dia 4 de janeiro.

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    Alvo de bolsonaristas, “Ó Pai Ó 2” rende quase R$ 1 milhão em estreia no cinema

    27 de novembro de 2023 /

    Os bolsonaristas perderam nova batalha contra o cinema brasileiro. Alvo de boicote dos extremistas, “Ó Pai Ó 2” rendeu quase R$ 1 milhão de bilheteria em sua estreia no cinema. Com receita de R$ 963 mil, o filme levou 49 mil pessoas às salas nacionais, configurando uma das maiores aberturas do cinema nacional em 2023, segundo dados da consultoria independente Comscore. Para dar um parâmetro, o valor é superior ao arrecadado pela estreia de “Nosso Sonho” (R$ 910 mil), filme sobre Claudinho e Buchecha, que era a maior bilheteria nacional do ano até a estreia de “Mussum, o Filmis” neste mês. “Ó Pai Ó 2” virou foco de preconceito ideológico com a desculpa de que seu protagonista, Lázaro Ramos, votou em Lula – ele e mais da metade do Brasil, já que Lula se elegeu presidente. Sem reconhecer o fracasso de sua iniciativa, perfis e blogs bolsonaristas insistem em distorcer a realidade para afirmar que o filme flopou (“Fracasso, Ó Paí, Ó 2 Filme de Lázaro Ramos e Globo Amarga o 5º Lugar nas Bilheterias após Boicote”, diz uma manchete ideológica). A justificativa do argumento é que “Ó Pai Ó 2” abriu em 5º lugar no ranking semanal, atrás de blockbusters milionários de Hollywood. Trata-se de uma bobagem escrita por quem não acompanha o cinema brasileiro e não tem a menor informação sobre o mercado. Para tirar a dúvida, basta lembrar que “Nosso Sonho” abriu em 6º lugar, enquanto outro sucesso do ano, “Meu Nome É Gal”, estreou em 7º lugar. Além disso, mesmo batendo recorde de estreia nacional em 2023, “Mussum, O Filmis”, que faturou R$ 1,99 milhão, também abriu em 5º lugar. O motivo disso é a falta de uma política de cotas no Brasil, que impede novos fenômenos de bilheteria como eram comuns na época de sua vigência – isto é, antes do governo Bolsonaro.   Tentativas anteriores de boicote Esta não é a primeira derrota que perfis bolsonaristas amargam ao se lançarem contra um filme. Eles se empenharam com muito afinco num boicote contra “Marighella”, de Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. Lázaro Ramos e Wagner Moura foram “escolhidos para Cristo” entre um universo de dezenas de milhares de artistas que também votaram e apoiaram Lula. Mas há algo mais em comum entre os três filmes visados: todos têm protagonistas negros e falam de história e cultura negra no Brasil.   “Ó Pai, Ó 2” – O Filme “Ó Pai, Ó 2” é sequência da comédia de sucesso de 2007, que rendeu uma série derivada indicada ao Emmy Internacional em 2009. O filme se passa 15 anos após o original e encontra Roque, personagem de Lázaro Ramos, prestes a lançar sua primeira música, confiante de que irá alcançar a fama como cantor. Mas quando Neuzão (Tania Toko) perde seu bar, causando uma comoção geral, ele se junta à turma do Pelourinho num plano para salvar o local com as preparações para a Festa de Iemanjá, uma das mais populares do calendário baiano, que concentra uma multidão em Salvador. O elenco também traz de volta Dira Paes, Luciana Souza, Érico Brás e Valdineia Soriano, mas a direção mudou. Saiu Monique Gardenberg e entrou Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”), que também assina o roteiro ao lado de vários colaboradores. As 3 maiores bilheterias do Brasil Acima de “Ó Pai Ó 2”, a estreia de “Napoleão”, novo épico de Ridley Scott protagonizado por Joaquin Phoenix, liderou as bilheterias brasileiras com R$ 5,86 milhões e público de 241 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (26/11). Líder em bilheteria na semana anterior, “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” ficou em 2º lugar, com R$ 5,73 milhões no período. O longa foi visto por 287 mil espectadores e já acumula um público de 1,28 milhão de pessoas com duas semanas de exibição. Curiosamente, as posições ficaram invertidas nos EUA, onde o novo “Jogos Vorazes” se manteve no topo, enquanto “Napoleão” abriu em 2º lugar. O pódio brasileiro foi completado por “As Marvels”, que teve renda de R$ 1,83 milhão e 96 mil espectadores. Ao todo, os cinemas brasileiros somaram R$ 17,49 milhões e 832 mil espectadores no último fim de semana. #Top10 #BoxOffice #Cinema 23 a 26/Nov: 1. #Napoleao 2. #JogosVorazes 3. #TheMarvels 4. #FiveNightsAtFreeddys 5. #OPaiO2 6. #Trolls3 7. #TaylorSwiftTheErasTour 8. #NaoTemVolta9. #assassinosdaluadasflores 10. #CasamentoGrego3 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 27, 2023

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    Taika Waititi diz que não gostava de Thor e só fez filmes da Marvel por dinheiro

    27 de novembro de 2023 /

    Em um episódio recente do podcast “SmartLess”, o diretor Taika Waititi chutou o balde, fazendo uma revelação surpreendente sobre sua entrada no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Apesar de hoje ser reconhecido por sua direção em “Thor: Ragnarok” (2017) e “Thor: Amor e Trovãor” (2022), ele confessou que sua decisão inicial de se juntar à Marvel foi motivada apenas por razões financeiras. “Você sabe, eu não tinha interesse em fazer um desses filmes”, disse Waititi. Ele destacou que a necessidade de prover para sua recém-ampliada família foi um fator decisivo. “Eu estava pobre e tinha acabado de ter meu segundo filho, e pensei, ‘Sabe de uma coisa, isso seria uma ótima oportunidade para alimentar essas crianças'”, explicou. Além de compartilhar sua relutância inicial, o cineasta neozelandês também disse que não gostava de “Thor” antes de assumir o projeto. “Vamos encarar – era provavelmente a franquia menos popular”, observou ele. Waititi admitiu que nunca foi um leitor ávido dos quadrinhos de “Thor” na infância, chegando a expressar desdém inicial pelo personagem. “Eu nunca li quadrinhos do ‘Thor’ quando era criança. Esse era o gibi que eu pegava e pensava ‘Aff’. E então eu fiz alguma pesquisa sobre isso, e li um gibi do ‘Thor’ ou 18 páginas, ou o quanto eles duram. Eu ainda estava perplexo com esse personagem.” Ele até brincou sobre as baixas expectativas da Marvel ao contratá-lo: “Eu acho que eles não tinham mais para onde ir. Bem, eles me chamaram, isso é realmente o fundo do poço.” Apesar das dúvidas iniciais, “Thor: Ragnarok” alcançou aclamação crítica (93% de aprovação no Rotten Tomatoes) e sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 853 milhões globalmente. Já “Amor e Trovão” não teve um desempenho forte, com US$ 760 milhões, e dividiu opiniões (63% no Rotten Tomatoes). Recentemente, Waititi informou que provavelmente não retornará para dirigir outro filme de “Thor”, devido a compromissos assumidos para os próximos seis anos. “Eu sei que não estarei envolvido”, disse ele sobre as funções de direção em “Thor 5”. “Vou me concentrar nesses outros filmes que fechei… Mas eu amo a Marvel, amo trabalhar com eles. Eu amo Chris [Hemsworth]”, disse ao Business Insider.

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    Bilheteria | Novo “Jogos Vorazes” supera estreias de “Napoleão” e “Wish” nos EUA

    26 de novembro de 2023 /

    “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, prólogo da popular franquia de filmes dos anos 2010, liderou as bilheterias dos Estados Unidos durante o feriado de Ação de Graças, superando expectativas do mercado ao enfrentar grandes lançamentos rivais. Dirigido por Francis Lawrence, o filme arrecadou US$ 28,8 milhões no fim de semana, ultrapassando a nova animação da Disney, “Wish: O Poder dos Desejos”, e o épico “Napoleão”, que custou US$ 200 milhões. A produção da Lionsgate deve ultrapassar US$ 100 milhões no mercado doméstico e atingir o dobro, US$ 200 milhões, em todo o mundo até segunda-feira. Este desempenho em seus primeiros 10 dias de exibição é maior que o previsto, embora o filme tenha sido orçado em US$ 100 milhões. Novo fracasso da Disney Em contraste ao sucesso da Lionsgate, a crise da Disney parece não ter fim. Além do fracasso de “As Marvels”, o estúdio enfrenta uma enorme decepção com “Wish”. Vale apontar que o feriado de Ação de Graças é geralmente marcado por blockbusters animados, mas a nova produção da Disney arrecadou apenas US$ 19,5 milhões durante o fim de semana, ficando apenas com o 3º lugar na bilheteria doméstica. Lançado com antecedência na quarta (22/11), o filme soma US$ 31,7 milhões em cinco dias nos EUA e Canadá. O fracasso se manifesta diante das expectativas iniciais, que projetavam uma abertura de US$ 45 milhões a US$ 50 milhões. Os números só chegam nestes valores com a soma das bilheterias de outros países. “Wish” adicionou US$ 17,3 milhões do mercado internacional para totalizar uma estreia de US$ 49 milhões mundiais. A crise não é só de público. “Wish” teve somente 50% de aprovação da crítica, na análise do site Rotten Tomatoes. Ou seja, foi considerado bem pior que “As Marvels” (61%). O lançamento do desenho no Brasil só vai acontecer em 4 de janeiro. O desempenho de Napoleão Enquanto isso, “Napoleão” surpreendeu com uma arrecadação de US$ 20,4 milhões durante o fim de semana e US$ 32,5 milhões em cinco dias no mercado doméstico, ocupando o 2º lugar no ranking norte-americano. Globalmente, o filme faturou US$ 78,8 milhões, um resultado expressivo para um drama histórico adulto de duas horas e meia de projeção, e uma vitória significativa para as ambições cinematográficas da Apple, que produziu o longa-metragem de Ridley Scott. Entretanto, o filme estrelado por Joaquin Phoenix recebeu recebeu críticas medianas (61% no Rotten Tomatoes) e um B- no CinemaScore (avaliação do público), resultados idênticos aos de “As Marvels”. O resto do Top 5 Em 4º lugar, “Trolls 3: Juntos Novamente” teve uma arrecadação de US$ 17,5 milhões, muito próxima de “Wish”. Com isso, a animação da Illumination/Universal elevou seu total doméstico para US$ 64,5 milhões e já soma US$ 145 milhões globalmente. O filme que completa o Top 5 é o terror temático “Feriado Sangrento”, passado no Dia de Ação de Graças, que fez US$ 7,2 milhões em seu segundo fim de semana. Em dez dias, o terror soma US$ 24 milhões nos EUA, performance notável para uma produção orçada em apenas US$ 15 milhões. O longa de Joe Roth também é inédito no Brasil e sua estreia nacional está marcada pra 7 de dezembro. E “As Marvels”? Após três fins de semana em cartaz, o maior fiasco do Marvel Studios fez US$ 6,4 milhões e ficou em 6º lugar. Desde seu lançamento, a produção da Disney faturou só US$ 76,8 milhões nos EUA e Canadá, e US$ 188,8 milhões em todo o mundo. Vale lembrar que ela custou mais de US$ 270 milhões só para ser produzida (sem as despesas de divulgação e publicidade) e precisaria de pelo menos de US$ 800 milhões para começar a se pagar. A bilheteria total do feriado de Ação de Graças atingiu US$ 172 milhões, indicando uma recuperação gradual do setor cinematográfico nos EUA, embora ainda não tenha alcançado os níveis pré-pandemia.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES   2 | NAPOLEÃO   3 | WISH: O PODER DOS DESEJOS   4 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE   5 | FERIADO SANGRENTO

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    Ingrid Guimarães e Tatá Werneck são irmãs em trailer de comédia

    25 de novembro de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer de “Minha Irmã e Eu”, comédia em que as atrizes Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vivem duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar. Amigas de longa data, as duas já dividiram a tela em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Dirigido por Susana Garcia (do blockbuster “Minha Mãe é uma Peça 3”), o filme conta a história das irmãs Mirian (Ingrid) e Mirelly (Tatá), que nasceram em Rio Verde, Goiás. Elas não realizaram o sonho da mãe, de se tornarem uma dupla sertaneja e, além de terem seguido caminhos opostos, vivem às turras. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Já Mirelly partiu cedo para o Rio de Janeiro e toda a família acompanha pelas redes sociais seu sucesso, sempre rodeada de amigos famosos. O que os familiares não sabem é que é tudo mentira. Na verdade, ela vive com as contas atrasadas e passa muito perrengue fazendo bicos e cuidando dos animais de estimação de celebridades, como a cantora IZA e o casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo (que interpretam a si mesmos na produção). Acreditando na mentira, Mirian decide que sua mãe (Arlete Salles) passará a morar com a irmã rica. A situação se torna uma discussão e culmina no desaparecimento da mãe das duas, que terão que deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. A estreia vai acontecer em 28 de dezembro nos cinemas.

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    Tom Hardy anuncia começo das filmagens de “Venom 3”

    24 de novembro de 2023 /

    O ator Tom Hardy anunciou no Instagram que começaram as filmagens de “Venom 3”, continuação da franquia dos quadrinhos do Homem-Aranha. Hardy vai reprisar seu papel na pele do simbionte Venom, e desta vez será acompanhado por Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) e Juno Temple (“Ted Lasso”), que ainda não tiveram seus papeis revelados. A trama de “Venom 3” ainda é desconhecida, mas a produção será dirigido por Kelly Marcel, que estreia na função após ser responsável pelo roteiro dos dois filmes anteriores – “Venom” (2018) arrecadou US$ 856,1 milhões em bilheteria, enquanto a sequência “Venom: Tempo de Carnificina” (2021) atingiu US$ 506,9 milhões. “Felizmente voltamos às filmagens; e quero aproveitar um momento apenas para agradecer a todas as equipes até agora na jornada da V1 até aqui, todo o nosso fantástico elenco e equipe – bons amigos e familiares. Percorremos um longo caminho – foi e continua sendo muito é divertido nesta jornada, sempre há dificuldades quando trabalhamos, mas não parece tão difícil quando você ama o que faz e quando sabe que tem um ótimo material e o apoio de todos os lados, de uma grande equipe”, escreveu Hardy. Ele aproveitou para incentivar a diretora estreante Kelly Marcel, que também escreveu e coproduz o longa a seu lado, além de elogiar seu dublê Jacob Tomuri. “Rodeado por departamentos talentosos e apaixonados e quando cercado por pessoas que você ama e com quem se preocupa, não existe nada melhor. Quero mencionar muito brevemente o quanto estou orgulhoso da minha diretora, parceira de redação e querida amiga Kelly Marcel. Ver você assumir o comando disso me enche de orgulho, é uma honra. Confie em seu instinto, seus instintos estão sempre certos. Primeira classe – eu apoio você 100%. Como sempre. E eu absolutamente adoro trabalhar com você e ver você enfrentar desafios cada vez maiores”. “E para meu grande amigo e irmão Jacob Tomuri, você ainda se parece comigo, mano. Um brinde a um ótimo passeio!!”, completou. A sequência tinha anteriormente uma data de lançamento em 14 de julho de 2024, que se tornou inviável com a greve dos atores de Hollywood. Um novo cronograma deve ser anunciado pela Sony em breve.

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    Estreias | 10 novidades da semana para ver no streaming

    24 de novembro de 2023 /

    A seleção de novidades do streaming destaca cinco séries e cinco filmes. A lista passa por “Rio Connection”, coprodução internacional da Globoplay, e a biografia de Brigitte Bardot entre as séries, além da animação Leo e a comédia candidata a cult “Bottoms”, sem esquecer do blockbuster “O Protedor: Capítulo Final” e do documentário musical “Elis e Tom, Só Tinha que Ser com Você” em VOD. Confira abaixo lista completa dos melhores lançamentos da semana.   SÉRIES   RIO CONNECTION | GLOBOPLAY   Ambientada nos anos 1970, a série nacional explora a intricada rede de tráfico de heroína estabelecida no Brasil, formando uma rota estratégica para os Estados Unidos. A obra é dirigida por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”), destacando-se por sua alta qualidade de produção e um elenco que combina talentos estrangeiros e brasileiros. A trama se aprofunda na vida de três criminosos europeus – Tommaso Buscetta (Valerio Morigi), Fernand Legros (Raphael Kahn) e Lucien Sarti (Aksel Ustun), com a presença marcante da atriz Marina Ruy Barbosa no papel de Ana Barbosa, uma cantora de boate que navega entre o glamour e os perigos associados ao submundo do crime. Inspirada em eventos reais, a trama desenrola-se em torno do plano do famoso mafioso Tommaso Buscetta e seus comparsas para usar o Rio como conexão do tráfico internacional. A trama mergulha nos detalhes da operação criminosa, destacando a compra da droga a preços baixos e a revenda por valores elevados. A série também explora a complexidade dos personagens, evitando retratá-los como criminosos unidimensionais e oferecendo uma visão mais humana e empática de suas vidas, apesar de suas ações sombrias. Coprodução internacional com a Sony, apesar de brasileira a série é falada em inglês. Conta com oito episódios e também inclui no elenco Nicolas Prattes, Gustavo Pace e Alexandre David, interpretando policiais brasileiros, além de Maria Casadevall, Carla Salle, Felipe Rocha e Rômulo Arantes Neto.   COMPANHEIROS DE VIAGEM | PARAMOUNT+   A minissérie adapta o romance homônimo de Thomas Mallon, ambientado em Washington, D.C., durante os anos 1950 – a era McCarthy, auge do conservadorismo americano – , mas também avança no tempo para os anos 1980, período de intensa homofobia. Distribuída em oito episódios, a história acompanha a longa e apaixonada relação entre dois homens, Tim (interpretado por Jonathan Bailey), um jovem idealista e católico, e Hawk (Matt Bomer), um charmoso operador político. Os dois personagens, vindos de mundos distintos, se envolvem em um romance intenso e condenado à tragédia. A adaptação foi criada pelo escritor Ron Nyswaner, conhecido por seu trabalho em filmes e séries de temas LGBTQIA+, com destaque para o premiado longa “Philadelphia” de 1993, que foi um marco na representação do HIV/AIDS no cinema. Sua história combina política, romance queer e suspense de espionagem, utilizando dois períodos sombrios da história dos Estados Unidos como pano de fundo. Apesar de se desenrolar em torno de eventos reais, como a caça às bruxas de McCarthy (anticomunismo como fobia social) e a crise da AIDS nos anos 1980, a atração não se limita a ser apenas uma reconstituição histórica ou uma peça moral sobre a crueldade do governo em relação à comunidade LGBTQIA+. Em seu âmago, está um romance verdadeiro e cativante, reforçado pelas atuações de Bailey e Bomer, com direito a cenas de sexo bastante gráficas. De fato, a dinâmica de poder na relação sexual entre Hawk e Tim é explorada sem suavizar as arestas para o público heterossexual, o que faz da série uma das representações menos comedidas do amor gay, destacando-se por abordar o assunto de forma ousada.   BRIGITTE BARDOT | FESTIVAL VARILUX DO CINEMA FRANCÊS   Trazida ao Brasil pelo Festival Varilux do Cinema Francês, a minissérie é uma homenagem à emblemática atriz Brigitte Bardot, destacando os primeiros dez anos de sua carreira. Criada pela veterana cineasta Danièle Thompson (roteirista dos clássicos “Rainha Margot” e “Prima, Primo”) e seu filho Christopher Thompson, traz a argentina Julia de Nunez no papel icônico. E em alguns momentos, é possível confundir as duas, ainda que o carisma único da verdadeira Bardot seja inimitável. O elenco também destaca Victor Belmondo, neto do lendário ator Jean-Paul Belmondo, como o cineasta Roger Vadim, primeiro marido e responsável por revelar a estrela ao mundo. “Bardot” aborda os aspectos cruciais e desafios enfrentados pela atriz na França dos anos 1950, uma época marcada pelo sexismo e a dominação patriarcal, e culmina na sua transformação em sex symbol internacional nos anos 1960. Além de recriar diversos papéis antológicos em clássicos como “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, o enredo também explora a vida privada, relações amorosas e a maneira como Bardot lidou com a atenção intensa da mídia, destacando sua luta contra a objetificação e a busca por sua identidade em meio à fama avassaladora. A cinematografia e as atuações são pontos fortes da produção, que, apesar de uma abordagem tradicional, oferece uma perspectiva renovada sobre a jornada da estrela. Com seis episódios, a produção pode ser vista na íntegra e de graça no site do Festival Varilux do Cinema Francês (https://variluxcinefrances.com/) até o dia 22 de dezembro.   DOCTOR WHO: THE STAR BEAST | DISNEY+   O primeiro dos três especiais de 60 anos de “Doctor Who” marca a estreia da franquia na Disney+ e o retorno triunfante de David Tennant como o Doutor, acompanhado por Catherine Tate como sua companheira Donna Noble. O episódio também é o primeiro de uma nova fase sob comando do renomado Russell T Davies, de volta para ditar os rumos da série clássica, que ele relançou em 2005. A trama baseia-se em uma história em quadrinhos de 1980 do Doutor, que foi atualizada para incorporar a versão de Tennant, considerado o melhor intérprete do protagonista (à frente da série de 2005 a 2010). A trama começa com o reencontro do Doutor e Donna, que não se veem há 15 anos, para resolver o mistério do acidente de uma nave espacial em Londres, e embora o episódio mantenha elementos clássicos de “Doctor Who”, como viagens no tempo e encontros com alienígenas, ele também aborda temas mais profundos relacionados à identidade e à humanidade. A história de Donna, que teve as memórias de suas aventuras apagadas e agora é casada e mãe, adiciona complexidade à personagem, enquanto Tennant traz uma nova profundidade a seu papel, mesclando traços dos Doutores que vieram após sua versão original. O episódio também introduz uma série de novos personagens, incluindo Yasmin Finney como Rose Noble, filha de Donna. E prepara terreno para mais dois especiais como parte das celebrações do 60º aniversário da série: “Wild Blue Yonder” e “The Giggle”. Este último traz Neil Patrick Harris como um vilão clássico, o Fabricante de Brinquedos (The Toymaker), visto pela última vez em 1966, e serve de passagem para um novo protagonista. O ator Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) será o Doutor a partir da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em 2024. Para quem não sabe, o artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966).   ROUND 6: O DESAFIO | NETFLIX   O reality de competição é baseado em “Round 6”, série de maior audiência da Netflix em todos os tempos, e acompanha 456 competidores em uma disputa por um prêmio de US$ 4,56 milhões, o maior já entregue numa disputa televisiva. A competição é realizada em um cenário que replica a estética da série, incluindo os uniformes e os designs dos ambientes, mas sem a natureza sinistra do torneio sangrento. Em “O Desafio”, a violência letal é substituída por tintas que simulam a morte dos competidores eliminados. O programa tenta encontrar um meio-termo entre as competições convencionais e o conceito distópico de “Round 6”, introduzindo elementos de drama e táticas psicológicas. As dinâmicas sociais e as estratégias de jogo são elementos-chave nos episódios, com alianças e habilidades interpessoais se mostrando tão importantes quanto a habilidade nos jogos. Entretanto, a produção também é uma contradição, pois indica que a Netflix não compreendeu a mensagem crítica da trama de Hwang Dong-hyuk. A obra sul-coreana foi aclamada por sua representação intensa e brutal de pessoas desesperadas, que participam de jogos mortais por uma chance de escapar de dívidas esmagadoras, servindo como uma alegoria do capitalismo e da desigualdade socioeconômica, onde a dignidade humana e a vida são sacrificadas por entretenimento. A trama critica a exploração dos desfavorecidos e a indiferença dos milionários, usando a violência extrema e as situações desesperadoras dos personagens para enfatizar seu ponto. Quando a Netflix transforma o conceito em uma competição real, em vez de um comentário sobre a desumanização e a exploração, “Round 6” se materializa como a mesma forma de entretenimento que, ironicamente, procurava condenar. FILMES   BOTTOMS | PRIME VIDEO   A nova comédia juvenil de Emma Seligman, que ganhou destaque com “Shiva Baby” em 2020, se passa no ensino médio, onde duas melhores amigas lésbicas, desajeitadas e desesperadas para perder a virgindade, tem a ideia de ensinar aulas de autodefesa para impressionar as líderes de torcida, mas logo viram catalisadoras de uma revolta feminista. Os papéis principais são vividos por Rachel Sennott, que foi a protagonista de “Shiva Baby”, e Ayo Edebiri, uma das estrelas da premiada série “O Urso” (The Bear), da Star+. Ao desenvolver a narrativa, a diretora quis explorar um gênero do qual os personagens LGBTQIA+ são historicamente excluídos, oferecendo uma visão crua e cheia de piadas sexuais explícitas, que contrasta com a inocência dos filmes de high school. A trama é centrada na busca de PJ e Josie pela atenção de Isabel e Brittany, as estrelas da equipe de torcida. Ao perceberem que as tentativas convencionais de aproximação resultam em fracasso, elas decidem criar uma aula de autodefesa, que rapidamente se transforma em um clube de luta. Logo, o projeto começa a ganhar vida própria, como um espaço para as personagens explorarem e expressarem sua raiva e frustrações, criando uma atmosfera de empoderamento feminino, ainda que sob pretextos questionáveis. Divertidíssimo e politicamente ousado, o filme caiu nas graças da crítica americana, atingindo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sua abordagem subversiva remete ao cultuado “Heathers” (ou “Atração Mortal”), lançado em 1989. Ambos abusam do humor negro para desafiar as convenções dos filmes sobre adolescente, apresentando uma narrativa cínica, personagens de moral ambígua e uma crítica mordaz à cultura do ensino médio americano.   LEO | NETFLIX   A animação produzida e estrelada (na dublagem em inglês) por Adam Sandler segue um lagarto de 74 anos que vive em um aquário na sala de aula de uma escola primária. Compartilhando o espaço com uma tartaruga chamada Squirtle (voz de Bill Burr), Leo tem passado seus dias observando gerações de alunos enfrentarem seus desafios juvenis. Tudo muda quando ele se dá conta de sua própria mortalidade e decide que precisa ver o mundo fora do aquário. Só que, na tentativa de fuga, Leo vacila e permite que as crianças descubram seu maior segredo: ele pode falar. Assim, o pequeno lagarto transforma-se em uma espécie de conselheiro para os estudantes que cuidam dele. O filme, dirigido por Robert Marianetti, Robert Smigel e David Wachtenheim, conhecidos por seus trabalhos no humorístico “Saturday Night Live” (SNL), especialmente nos segmentos animados, é moldado por uma série de vinhetas onde Leo ajuda os estudantes com seus problemas pessoais, variando de ansiedade a dificuldades de socialização. Cada criança que leva Leo para casa descobre que ele pode falar, mas é persuadida a acreditar que só ela pode ouvi-lo. Através dessas interações, Leo oferece conselhos e apoio, encontrando um novo propósito em ajudar...

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    Beyoncé divulga novo trailer do filme de sua turnê

    23 de novembro de 2023 /

    Beyoncé divulgou mais um trailer do filme sobre sua turnê mundial, Renaissance World Tour. A nova prévia combina elementos das duas anteriores, mesclando o espetáculo visual dos shows a cenas dos bastidores da apresentação. A cantora encerrou a turnê em 1 de outubro, após faturar cerca de US$ 560 milhões em vendas de ingressos. Embora haja rumores de que ela venha ao Brasil em 2024, oficialmente não há novas datas agendadas da turnê. Com isso, o documentário é a única forma garantida de os fãs brasileiros verem os shows. A estreia de “Renaissance: A Film By Beyoncé” vai acontecer em 1º de dezembro, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

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    Estreias | “Napoleão” e “Ó Pai, Ó 2” chegam aos cinemas

    23 de novembro de 2023 /

    O épico “Napoleão” e a comédia brasileira “Ó Pai, Ó 2” são os principais lançamentos desta quinta (23/11) nos cinemas, chegando em 900 e 500 telas, respectivamente. Ambos enfrentam percalços. O longo filme de Ridley Scott recebeu críticas pouco entusiasmadas nos EUA. Já a produção estrelada por Lázaro Ramos enfrenta um suposto boicote de bolsonaristas. Ainda assim, tem uma das maiores estreias nacionais do ano – esgotou ingressos em Salvador. Apesar dos dois títulos serem as prioridades do circuito exibidor, a programação soma ao todo 10 estreias na semana. Confira abaixo todas as novidades.   NAPOLEÃO   O novo épico de Ridley Scott marca um reencontro com Joaquin Phoenix, 23 anos após “Gladiador”. O ator (hoje mais lembrado por “Coringa”) encarna Napoleão desde sua ascensão como jovem tenente, mostrando sua habilidade em navegar e manipular o cenário político e social da França revolucionária em sua caminhada para assumir o título de imperador. Mas embora concentre-se na trajetória política e militar, o longa também mergulha na relação tumultuada de Napoleão com a Imperatriz Josephine, interpretada por Vanessa Kirby (“Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”), numa dinâmica que oscila da paixão intensa a confrontos tempestuosos. Notável pela execução técnica, o filme apresenta cenas espetaculares de batalhas com uma combinação de som impactante e coreografia intrincada, capturando o caos e a precisão das estratégias de Napoleão. Os detalhes de figurino e design de produção meticulosamente elaborados são outros destaques da produção grandiosa. Mas todo esse apuro esbarra na opção do diretor em retratar um Napoleão caricatural, sujeito a pitis e frases infantis, que não parece fazer justiça ao papel histórico do personagem. Ele é apresentado como uma figura ambígua, capaz de estratégias geniais, mas que também demonstra enorme instabilidade emocional diante de desastres, como a lendária derrota em Waterloo. Além disso, a importância de Josephine é bastante minimizada, num retrato muito superficial da imperatriz. Os críticos franceses odiaram – chamaram o filme de “Barbie e Ken sob o Império”, indicando a artificialidade nas representações dos protagonistas, além de francófobo. Os críticos anglófilos acharam mais satisfatório. Basicamente, os 62% de aprovação no Rotten Tomatoes devem-se ao visual das batalhas. São seis ao todo, só que as mais de duas horas e meia de projeção garantem muitas cenas apressadas e cheias de imprecisões históricas entre elas. Vale lembrar que Scott ameaça lançar uma versão do diretor com quatro horas.   Ó PAÍ, Ó 2   A aguardada continuação do filme de 2007, estrelado por Lázaro Ramos, traz de volta os personagens icônicos e o mundo colorido do Pelourinho, em Salvador. Quinze anos após os eventos originais, o longa reencontra o personagem Roque (Ramos) gravando uma música que ele acredita ser o próximo sucesso do verão. Contudo, a trama sobre uma guinada para um desafio comunitário: o bar de Neuzão (Tânia Tôko), um local querido e central para os moradores do cortiço, foi vendido para um comerciante devido a dívidas acumuladas. Com isso, Roque e outros moradores do cortiço – incluindo Yolanda (Lyu Arisson), Reginaldo (Érico Brás), Maria (Valdineia Soriano) e mãe Raimunda (Cássia Vale) – se mobilizam para organizar um evento em homenagem a Yemanjá, com o objetivo de arrecadar fundos suficientes para saldar as dívidas do bar e recuperá-lo. Paralelamente, Dona Joana (Luciana Souza), ainda atordoada pela perda de seus filhos Cosme e Damião, vagueia pelo Pelourinho, trazendo para casa jovens em situação de rua, num retrato da dor das mães pretas diante das tragédias urbanas. Ao contrário do primeiro longa que tinha uma atmosfera mais festiva, a continuação adota um tom mais sério e reflexivo, abordando temas como a luta coletiva, a resistência e os desafios enfrentados pela comunidade afro-brasileira. Equilibrando momentos de humor com uma análise crítica da realidade vivida pelos personagens, o filme de Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”) representa um amadurecimento da narrativa original, misturando comédia com comentários sociais relevantes. Só que, ao ir além do entretenimento, “O Pai, Ó 2” provoca desafetos. Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro lançaram uma campanha de boicote, sua terceira iniciativa do gênero contra o cinema brasileiro – curiosamente, todas visando obras protagonizadas por negros. “Marighella”, de Wagner Moura, virou a maior bilheteria brasileira de 2021, enquanto “Medida Provisória”, dirigido pelo próprio Lázaro Ramos, tornou-se a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. Lançado uma semana antes em Salvador, “O Pai, Ó 2” esgotou todas suas sessões de pré-estreia na capital baiana.   NÃO TEM VOLTA   A comédia de ação brasileira coloca o romance de Manu Gavassi (“Maldivas”) e Rafael Infante (“Vai que Cola”) à prova de maneiras extremas. Após o término do relacionamento, Henrique (Infante), incapaz de superar a separação, contrata uma empresa de assassinos de aluguel para tirar sua própria vida. Contudo, as coisas tomam um rumo inesperado quando Gabriela (Gavassi) retorna e deseja reatar o namoro, levando Henrique a uma corrida contra o tempo para cancelar o contrato que assinou. Dirigido por César Rodrigues (“Lulli”) e escrito por Fernando Ceylão (“Dissonantes”), o filme mistura comédia, romance, ação e drama de uma forma que se destaca entre as comédias brasileiras, com bônus para a química entre Gavassi e Infante, ponto forte do filme. Ela interpreta uma mulher independente e focada em sua carreira, enquanto ele traz à vida um personagem que, apesar de suas falhas e inseguranças, evolui ao longo da trama. O humor não abusa de piadas forçadas, e as cenas de ação são bem integradas à história. Mas não se pode dizer que seja uma obra totalmente original. Cinéfilos devem lembrar da premissa muito parecida da comédia clássica francesa “Fabulosas Aventuras de um Playboy”, estrelada por Jean Paul Belmondo e Ursula Andress em 1965.   O PEQUENO CORPO   A estreia da diretora Laura Samani apresenta uma jornada emocionante e mística no nordeste da Itália no início do século 20. A protagonista Agata, interpretada pela impressionante Celeste Cescutti, enfrenta uma tragédia pessoal quando seu filho nasce morto. Dominada pelo desespero e contra os desejos do marido, Agata descobre uma igreja distante que, segundo rumores, pode conceder um fôlego de vida ao seu filho para um batismo salvador. Determinada, ela inicia uma jornada arriscada, enfrentando adversidades e encontrando personagens desafiadores, incluindo um homem trans que se torna seu companheiro de viagem. A narrativa mergulha em temas de folclore e misticismo, entrelaçados com a influência do catolicismo na região. A obra explora conceitos como redenção, superstição e autonomia feminina, tudo ambientado em um cenário marcado por tonalidades terrosas e uma abordagem de realismo mágico. O trabalho rendeu reconhecimento para Samani no prêmio David di Donatello (o Oscar italiano), como Melhor Diretora Estreante, e na premiação da Academia Europeia, como Descoberta da Crítica.   CULPA E DESEJO   A cineasta Catherine Breillat (“Uma Relação Delicada”) retorna ao cinema após uma década, ainda disposta a desafiar tabus e convenções sociais. Seu novo filme é uma versão francesa do premiado thriller dinamarquês “Rainha de Copas” (2019) e se concentra em Anne (Léa Drucker), uma advogada bem-sucedida especializada em casos de abuso sexual, que vive com seu marido rico (Olivier Rabourdin) e suas filhas adotivas gêmeas em uma casa idílica nos arredores de Paris. A chegada de Théo (Samuel Kircher), filho adolescente de um casamento anterior do marido, após ser expulso da escola, desencadeia uma tensão sedutora na casa, que evoluiu para algo proibido. Ela se envolve em um caso ilícito com o jovem problemático, ameaçando o refúgio burguês que construiu para si mesma. A adaptação tem uma abordagem mais sutil e reflexiva que os trabalhos mais polêmicos da diretora. Ainda assim, evita o moralismo convencional e o melodrama do filme original, não rotulando claramente nenhum dos personagens como vilão pedófilo ou vítima infantil desprovida de consentimento. Breillat opta por cenas de sexo mais longas e com closes nos rostos, destacando a linha tênue entre racionalidade e luxúria. A performance de Drucker é central para o filme, retratando Anne como uma mulher complexa, que oscila entre múltiplos aspectos de sua personalidade, e se torna aquilo contra o qual ela lutou profissionalmente. A obra é marcada por escolhas estilísticas que refletem a dualidade da personagem principal, incluindo a trilha sonora, com faixas de Kim Gordon, ex-integrante do Sonic Youth, que criam a imagem de uma mulher desafiadora. Embora esses elementos estabeleçam parcialmente o comportamento de Anne, o filme se destaca não apenas pelo seu tema provocativo, mas também pela maneira como explora a ambiguidade moral, as complexidades do desejo e do autoengano.   DE VOLTA A CÓRSEGA   A diretora e roteirista francesa Catherine Corsini, conhecida por seus dramas focados em personagens femininas, conta a história de uma mulher negra, Khedidja (interpretada por Aissatou Diallo Sagna), e suas duas filhas, Jessica (Suzy Bemba) e Farah (Esther Gohourou), que retornam à Córsega após eventos traumáticos do passado. A narrativa, ambientada em paisagens deslumbrantes, acompanha a chegada da família na ilha, onde Khedidja assume um emprego de verão como babá para um casal rico, interpretado por Virginie Ledoyen e Denis Podalydès. A trama se desenrola em torno dos desafios e descobertas das três mulheres da família. Jessica, agora uma jovem de 18 anos, se destaca nos estudos e recebe uma oferta para estudar em Paris, enquanto Farah, aos 15 anos, revela-se uma adolescente rebelde e hedonista. Ela se envolve em um conflito com um jovem racista na praia e adota uma postura vingativa que traz consequências inesperadas. Mas Jessica também arranja problemas, ao desenvolver uma relação sexual com Gaia (Lomane de Dietrich), a filha teimosa e independente dos empregadores de sua mãe. Para complicar, tensões emergem à medida que Jessica descobre mais sobre a história familiar, ocultações e mentiras de Khedidja, resultando em conflitos intensos entre mãe e filhas. A obra lida com temas como identidade, pertencimento e preconceitos enfrentados pelas mulheres negras na sociedade francesa, mas sem fazer disso o foco central da narrativa. Em vez disso, mostra uma família tentando superar uma perda e reconciliar-se com erros do passado, com um olhar introspectivo sobre suas lutas internas e os laços familiares, enriquecido pela bela cinematografia que realça a beleza natural da Córsega.   MEU NOVO BRINQUEDO   Remake da comédia francesa “Le Joet” de 1976, cuja história é mais conhecida por outro remake, o americano “O Brinquedo” (1982) com Richard Pryor, o filme conta a história de um Sami, vigia noturno pobre (interpretado por Jamel Debbouze), que muda completamente de vida quando é escolhido pelo filho de seu chefe, o homem mais rico da França (Daniel Auteuil), como seu novo “brinquedo” de aniversário. Ele aceita essa situação humilhante por necessidade financeira, já que sua esposa está grávida e enfrenta o desemprego. O filme explora temas como dignidade humana e a moralidade de vender-se pelo melhor preço, refletindo assim um aspecto político e social frequentemente presente no cinema francês, mesmo em comédias. O diretor James Huth (“Luke Lucky”) junta na produção dois dos atores mais renomados do cinema francês recente, Daniel Auteuil (“Belle Époque”) e Jamel Debbouze (“Asterix nos Jogos Olímpicos”), e também introduz reflexões sobre o impacto das mídias sociais na construção da imagem pública, um elemento moderno que diferencia o remake das versões anteriores.   CASAMENTO GREGO 3   A comédia escrita, dirigida e estrelada por Nia Vardalos continua a saga da família Portokalos, iniciada com o sucesso surpreendente de “Meu Casamento Grego” há duas décadas. Neste terceiro filme, Toula (Vardalos) e sua família enfrentam a perda do patriarca Gus (Michael Constantine), e em sua homenagem viajam para a Grécia para visitar sua cidade natal. Ao longo da trama, são introduzidos diversos pequenos conflitos familiares, que rapidamente se resolvem, enquanto Toula, outrora o foco da franquia, se vê relegada a um papel secundário entre os demais Portokalos – incluindo a nova geração representada por sua filha, Paris (Elena Kampouris). Além de atuar, Vardalos assume pela primeira vez a direção da franquia, mas falha em manter a coesão narrativa e o charme do filme original – a produção independente mais-bem sucedida de todos os tempos. Embora tente explorar temas de união familiar e herança cultural, acaba se perdendo em clichês e soluções simplistas para...

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    Tim Allen confirma que Disney prepara “Toy Story 5”

    23 de novembro de 2023 /

    No início deste ano, o CEO da Disney, Bob Iger, anunciou o desenvolvimento de um novo filme da franquia “Toy Story”, juntamente com novas sequências das franquias “Frozen” e “Zootopia”, e agora Tim Allen confirmou que tanto ele quanto Tom Hanks foram contatados pela Disney para fazer “Toy Story 5”. A revelação esclarece uma dúvida, ao indicar que o novo filme não será um derivado, mas uma continuação da história central. Durante uma participação no programa “The Tonight Show”, a voz oficial de Buzz Lightyear revelou: “Eles entraram em contato comigo e com o Tom para reprisarmos os papéis. Eles não estão dizendo nada sobre isso… Você se pergunta se quatro foram demais. Será que cinco será demais?” Allen também acrescentou: “De acordo com os rumores, o escritor que está trabalhando nisso escreveu um dos melhores filmes da série e disse: ‘Se eu não acertar, não farei’. Pode ser uma forma muito interessante de reunir tudo.” Vale lembrar que “Toy Story 4” foi lançado nos cinemas em 2019 e foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público, arrecadando mais de US$ 1 bilhão em bilheteria global. O filme estabeleceu um recorde na época como o maior lançamento de um filme animado, com uma arrecadação global de US$ 244,5 milhões. Na época, muitos fãs estavam preocupados que um quarto filme pudesse estragar o final perfeito criado pela Pixar em “Toy Story 3” (que também ultrapassou US$ 1 bilhão em vendas de ingressos e venceu o Oscar de Melhor Animação), mas isso não se confirmou, já que “Toy Story 4” também foi muito bem recebido. Uma coisa é certa: a Pixar está em busca de um grande sucesso nas bilheteiras, e “Toy Story 5” parece ser uma escolha lógica no papel, pelo menos. O estúdio teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheteiras em 2022 com “Lightyear” e só se recuperou ligeiramente com “Elementos” neste ano.

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