Bilheteria | “Aquaman 2” lidera no Brasil com um terço da arrecadação do primeiro filme
“Aquaman 2: O Reino Perdido” liderou a bilheteria em sua estreia nos cinemas brasileiros, durante o fim de semana do Natal. Entretanto, assim como aconteceu nos EUA, a arrecadação ficou muito abaixo do esperado. O último filme da antiga DC Films arrecadou R$ 11,6 milhões e foi assistido por 527 mil pessoas em cinco dias, entre quinta-feira e segunda (25/12), segundo dados inéditos da Comscore. O primeiro “Aquaman”, lançado em 2018, estreou com público de aproximadamente 1,7 milhão de espectadores em quatro dias. Ou seja, mais que o triplo de espectadores e com um dia a menos nos cinemas. A arrecadação da época foi de R$ 31 milhões. O 2º lugar da semana ficou com “Renaissance: Um Filme de Beyoncé”, após a visita surpresa da cantora americana à Bahia. Documentário sobre a recente turnê de Beyoncé por países da Europa e estados dos EUA, foi visto por 131 mil pessoas e faturou R$ 4,78 milhões. “Wonka” fecha o pódio. Em sua terceira semana de exibição, faturou R$ 3,49 milhões e foi a opção de 165 mil espectadores. Uma surpresa brasileira Vale apontar que a comédia brasileira “Minha Irmã e Eu” apareceu em sétimo do ranking, com receita de R$ 245 mil, antes da estreia oficial, marcada para esta quinta (28/12). As sessões de pré-estreia do filme estrelado por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães lotaram, inclusive de celebridades. As bilheterias somaram R$ 22,7 milhões no fim de semana, enquanto o público total atingiu 952 mil pessoas.
Diretor divulga novas fotos de “Coringa 2” com Lady Gaga
Todd Phillips deu aos fãs da DC um presente de Natal para ajudar a superar “Aquaman 2: O Reino Perdido”. Ele publicou no Instagram duas novas fotos de “Joker: Folie à Deux”, continuação de “Coringa”, com Joaquin Phoenix e Lady Gaga. “Desejamos a todos um feliz feriado e um lindo ano novo”, Phillips escreveu ao lado das imagens. Joaquin Phoenix, que ganhou o Oscar de Melhor Ator pelo papel principal em “Coringa” de 2019, reprisa seu papel na continuação, vivendo Arthur Fleck, um comediante aspirante que lida com problemas de saúde mental. Já Lady Gaga estaria interpretando Arlequina, uma psiquiatra que perde a cabeça pelo vilão. “Joker: Folie à Deux” tem estreia marcada para 3 de outubro de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips)
Netflix revela teaser da Parte 2 de “Rebel Moon”
A Netflix divulgou o teaser de “Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes”, continuação da sci-fi de Zack Snyder, que mostra o combate entre os rebeldes e as forças imperiais – ou melhor, do Imperium. Originalmente concebido como um filme de “Star Wars”, “Rebel Moon” se passa numa lua habitada por agricultores, que são pressionados pelos vilões da história a ceder toda a sua colheita e morrer de fome, senão quiserem morrer de tiros e explosões. Para ajudá-los no confronto, uma ex-militar exilada decide procurar guerreiros capazes de fazer frente à ameaça. Se a Parte 1 mostrou a busca por aliados – e uma traição – , a Parte 2 tratará do confronto propriamente dito. Entretanto, a decisão de dividir o filme em dois e optar por andamento lento, cheio de desvios na narrativa, rendeu críticas muito negativas à primeira parte, lançada na quinta (21/12) – apenas 23% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco desta versão de “Os Sete Samurais” (ou “Sete Homens e um Destino”) numa galáxia distante destaca o protagonismo de Sofia Boutella (de “A Múmia”) e o antagonismo de Ed Skrein (de “Deadpool”), além de Michiel Huisman (“A Maldição da Residência Hill”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Doona Bae (“Mar da Tranquilidade”), Ray Fisher (“Liga da Justiça”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Alfonso Herrera (“Ozark”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Staz Nair (“Supergirl”), Charlotte Maggi (“MaveriX”), Sky Yang (“Tomb Raider: A Origem”), E. Duffy (“Lendas do Crime”), a narração de Anthony Hopkins (“Thor: Ragnarok”) e, na Parte 1, Charlie Hunnam (“Magnatas do Crime”). A Parte 2 só vai estrear em 19 de abril, marcando o lançamento mais distante de duas partes filmadas simultaneamente na Netflix.
Estreia de “Aquaman 2” é uma das piores bilheterias da DC
“Aquaman 2: O Reino Perdido” estreou no topo das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá no fim de semana, mas seu desempenho foi um dos piores já registrados para um filme de super-herói da DC. Entre sexta-feira (22/12) e este domingo (24/12), a produção da Warner Bros. arrecadou modestos US$ 28,1 milhões. Segundo a consultoria Comscore, o filme pode terminar o feriado de Natal, na segunda (25/12, com US$ 40 milhões na América do Norte. Vale lembrar que ele teve orçamento superior a US$ 200 milhões, sem contar as despesas de divulgação e publicidade. Em termos de comparação, o primeiro “Aquaman” estreou com US$ 67 milhões em 2018 e saiu de cartaz com uma bilheteria de US$ 1,1 bilhão em todo o mundo. Além da baixa bilheteria, a sequência enfrenta críticas muito negativas, resultando em apenas 36% de aprovação na média das resenhas avaliadas pelo portal Rotten Tomatoes. O problema não é só de “Aquaman 2”. Todos os lançamentos da DC fracassaram em 2023. Desde que James Gunn e Peter Safran anunciaram o fim do universo concebido por Zack Snyder e um novo começo a partir de 2025, as estreias do estúdio ficaram abaixo das expectativas: “The Flash” fez US$ 55 milhões; “Shazam! Fúria dos Deuses”, US$ 30 milhões; e “Besouro Azul”, US$ 25 milhões. Neste contexto, “Aquaman 2” representa realmente o fim de uma era. Menos promovido que outros lançamentos de super-heróis e com baixa expectativa de sucesso, nem parece a continuação de um blockbuster. Além disso, seu fracasso também alimenta a teoria da fadiga dos super-heróis, mostrando que até os fanboys mais fervorosos estão cansados do gênero. Os filmes do Top 5 A Warner arriscou alto com o lançamento no Natal, que acabou prejudicando outro filme do estúdio. Líder da semana passada, “Wonka” caiu para o 2º lugar com US$ 17,7 milhões na América do Norte. Em 10 dias em cartaz, o prólogo de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” arrecadou US$ 83,5 milhões no mercado interno e cerca de US$ 255 milhões em todo o mundo até o momento. O resto do Top 5 foi marcado por estreias. Em 3º lugar ficou “Patos!”, nova animação da Illumination/Universal, que fez US$ 12,3 milhões em 3.708 cinemas norte-americanos no fim de semana. É um começo modesto para uma animação original, mas o filme, que acompanha a migração de uma família de patos, gerou críticas positivas (69% no Rotten Tomatoes) e obteve nota “A” no CinemaScore, a avaliação do público na saída do cinema, o que é um bom presságio para sua permanência em cartaz durante as férias. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, no dia 4 de janeiro. A comédia romântica “Todos Menos Você” abriu em 4º lugar, com uma estimativa de US$ 6,2 milhões em 3.055 cinemas. A produção estrelada por Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Glen Powell (“Top Gun: Maverick”) foi considerada medíocre pela crítica (47% no Rotten Tomatoes) e ganhou um B+ no CinemaScore. A exibição no Brasil está marcada para 25 de janeiro. O drama de lutas “Garra de Ferro”, estrelado por Zac Efron (“Baywatch”), decepcionou em 6º lugar com US$ 5 milhões, atrás da produção indiana “Salaar”, thriller de ação que ficou em 5º com US$ 5,4 milhões. “Garra de Ferro” estreia só em 15 de fevereiro no Brasil, enquanto “Salaar” não tem previsão de lançamento. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | AQUAMAN 2: O REINO PERDIDO 2 | WONKA 3 | PATOS! 4 | TODOS MENOS VOCÊ 5 | SALAAR
“Pânico 7” perde diretor e pode ser cancelado: “Virou pesadelo”
Ficou ainda mais difícil para “Pânico 7” acontecer. Após o estúdio Spyglass demitir a estrela Melissa Barrera por defender palestinos durante a guerra na Faixa de Gaza e a colega Jenna Ortega anunciar sua desistência no dia seguinte, o sétimo filme da franquia agora perdeu o diretor. Christopher Landon anunciou neste sábado (23/12) nas redes sociais que deixou o projeto há sete semanas, em torno da época da saída das atrizes. “Acho que agora é um momento tão bom quanto qualquer outro para anunciar que saí formalmente de Pânico há 7 semanas. Isso decepcionará alguns e encantará outros. Foi um trabalho dos sonhos que virou pesadelo. E meu coração se partiu por todos os envolvidos. Todos. Mas é hora de seguir em frente”, escreveu o cineasta no X (ex-Twitter). Ele acrescentou: “Não tenho mais nada a acrescentar à conversa, a não ser que espero que o legado de Wes [Craven] prospere e se eleve acima do barulho de um mundo dividido. O que ele e Kevin [Williamson] criaram é algo incrível e fiquei honrado por ter um breve momento aproveitando seu brilho.” Conhecido por terrores de sucesso como “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020), Christopher Landon seria o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. Com a saída do diretor e das duas atrizes principais, a produção precisaria recomeçar do zero, com um novo roteiro e elenco. Mas os bastidores polêmicos tornam mais fácil o cancelamento, ou pelo menos a suspensão do projeto por tempo suficiente para um novo reboot. Os últimos dois filmes, que reinventaram “Pânico” para o século 21, renderam ótimas bilheterias, com valores crescentes de US$ 137 milhões e US$ 168 milhões, respectivamente, sobre um orçamento em torno de US$ 30 milhões para cada título. more to add to the conversation other than I hope Wes’ legacy thrives and lifts above the din of a divided world. What he and Kevin created is something amazing and I was honored to have even the briefest moment basking in their glow. — christopher landon (@creetureshow) December 23, 2023
Cate Blanchett lança iniciativa para ampliar presença feminina em Hollywood
A atriz Cate Blanchett, vencedora de dois Oscars, se uniu a figuras influentes da indústria cinematográfica para lançar o programa Proof Of Concept. A iniciativa, que conta com a parceria de Coco Francini, fundadora da Dirty Films, da Netflix e da Universidade da Califórnia, visa diminuir o domínio masculino na produção cinematográfica de Hollywood. Proof Of Concept destaca-se por seu compromisso em apoiar diretoras mulheres, trans ou não binárias. Em entrevista à revista People, Cate Blanchett explicou porque assumiu a frente do projeto: “Homogeneidade em qualquer indústria resulta na morte do progresso e da inovação. Está acontecendo nas indústrias criativas. Quando você dá uma volta em um set onde a direção técnica é homogênea, você meio que sente o gosto do atraso. As coisas que são realmente disruptoras, que terão influência na próxima década, sempre começam porque alguém assumiu um risco”. O que é o programa A iniciativa busca revelar futuras cineastas a partir de uma seleção de currículos e um financiamento de US$ 50 mil para produzir um curta-metragem. As selecionadas precisarão apresentar o resultado à banca da fundação e as mais qualificadas serão automaticamente alocadas em projetos maiores, como longas-metragens ou séries. O programa está aberto a profissionais do audiovisual de todo o mundo, incluindo brasileiras. Para participar, é necessário ter mais de 21 anos e pelo menos cinco anos de experiência no setor audiovisual. A ideia encontra-se alinhada à tendência de maior inclusão e diversidade em Hollywood. Em novembro passado, Viola Davis esteve no Brasil para lançar sua própria produtora com o objetivo de aumentar a produção negra do audiovisual em Hollywood.
Bruno Gagliasso vai produzir filme sobre Chico Mendes
O ator Bruno Gagliasso revelou nas redes sociais que assumiu o posto de produtor associado no filme “Chico Mendes”, que contará a história do ativista e líder seringueiro, cujo assassinato completa 35 anos nesta sexta (22/12). “Estou apaixonado por este projeto. Além de dialogar diretamente com a causa ambiental global, pela qual tenho trabalhado em diversas ações, é uma história que merece ser recontada e eternizada para as novas gerações pela sua importância histórica e para que a gente não esqueça das tragédias que não podem continuar a se repetir na Amazônia”, ele postou no Instagram. O filme será produzido pelo Estúdio Escarlate, pela produtora Joana Henning (“O Sequestro do Voo 375”) com produção associada dos atores Jorge Paz e Gagliasso. Gagliasso ficará responsável por angariar fundos de retorno sustentável e parcerias institucionais para realização do longa e todas as ações paralelas a essa produção. A direção e o roteiro são dos cineastas Sérgio de Carvalho (“Noites Alienígenas”) e Sérgio Machado (“O Rio do Desejo”), enquanto Jorge Paz, que protagonizou “O Sequestro do Voo 375”, terá o papel principal. “Chico Mendes” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)
Vin Diesel nega “categoricamente” acusações de agressão sexual de ex-assistente
O ator Vin Diesel se manifestou sobre a denúncia de agressão sexual feita por uma ex-assistente em ação judicial. Por meio de seu advogado, Bryan Freedman, ele negou “categoricamente” as acusações feitas por Asta Jonasson, afirmando que as alegações são “bizarras”. “Vamos ser claros: Vin Diesel nega categoricamente as acusações por completo. Esta é a primeira vez que ele ouve falar dessa afirmação de mais de 13 anos feita por uma suposta funcionária que teria trabalhado com ele por nove dias”, disse a defesa do ator em nota à imprensa. A denúncia A revista americana Vanity Fair teve acesso aos documentos da ação judicial, que descreve que Asta foi contratada pela empresa de Vin Diesel, One Race, para trabalhar na produção de “Velozes e Furiosos 5”, em Atlanta. Recém-formada na Escola de Cinema de Los Angeles, ela era encarregada de organizar festas e acompanhar o ator em eventos. Além disso, tinha que ficar próximo de Diesel caso ele ficasse com mulheres quando sua namorada, Paloma Jiménez, não estivesse presente. Em setembro de 2010, Asta foi solicitada a ficar na suíte de Vin Diesel, no hotel St. Regis, enquanto ele entretia duas mulheres que havia trazido de uma boate. Os documentos do processo dizem que, quando elas foram embora, o ator teria agarrado os pulsos da então assistente e a puxado para a cama. Asta alega que recusou o avanço e conseguiu se soltar, ficando perto da porta da suíte na esperança de que ele parasse. No entanto, o documento afirma que Diesel se aproximou, passou as mãos em seu corpo e beijou seu pescoço. Ela alega ter implorado para ele parar, dividida entre o medo de recusar seu chefe com mais afinco e a necessidade de sair do quarto para garantir sua segurança. O ator não deu ouvidos e fez movimentos mais ousados, que fizeram a assistente gritar e correr para o banheiro. Ainda segundo o relato, Vin diesel teria seguido Asta, encurralado ela contra a parede e a forçado a tocar seu órgão sexual. O ator, então, se satisfez. Segundo a petição, ela desviou o olhar e tentou desassociar-se do que estava acontecendo para evitar enfurecer seu chefe. O processo alega que, horas depois desse incidente, a irmã de Vin Diesel e presidente da One Race, Samantha Vincent, entrou em contato com Asta para rescindir seu contrato, menos de duas semanas após a contratação.
Estreias | Percy Jackson, Rebel Moon, Maestro, Resistência e as novidades do streaming
Os 10 destaques da semana em streaming reúnem uma oferta reduzida de séries. São apenas três indicações, incluindo o esperado lançamento de “Percy Jackson e os Olimpianos” e a volta de “What If…?”. Com sete títulos, a seleção de cinema oferece mais variedade, com superproduções sci-fi, a maior bilheteria nacional do ano, o documentário recordista de Taylor Swift e filmes que devem aparecer no Oscar 2024. Confira a seleção de novidades: SÉRIES PERCY JACKSON E OS OLIMPIANOS | DISNEY+ A franquia literária de Rick Riordan vira série após dois filmes decepcionantes na década passada. Mas desta vez acerta em cheio, ao contar com a supervisão do escritor, responsável por tornar a produção bastante fiel à sua obra. A trama gira em torno do personagem-título, um garoto de 12 anos que descobre ser um semideus, filho de um deus grego e de uma mãe humana. Percy Jackson é vivido por Walker Scobbell, revelação do filme “O Projeto Adam” (2022). Ambientada em Nova York, a série inicia com o protagonista enfrentando desafios típicos da adolescência – bullying, dislexia e TDAH – até perceber que consegue ver criaturas estranhas que outros não veem. A narrativa se desenrola rapidamente após um incidente na escola, quando Percy é atacado por sua professora que se transforma em uma Fúria. Ele é resgatado por um caneta mágica dada por outro professor, Sr. Brunner (Glynn Turman), que também não é quem parece ser, e acaba descobrindo que seu amigo Grover (Aryan Simhadri) é um sátiro encarregado de protegê-lo. Levado ao Acampamento Meio-Sangue, ele conhece outros filhos de deuses, incluindo Jason Mantzoukas como Dionísio, diretor do acampamento, e Annabeth (Leah Sava Jeffries), filha de Atena, que se torna uma importante aliada. A trama é impulsionada pela busca do raio de Zeus, levando Percy e seus amigos em uma jornada épica, repleta de desafios mitológicos e criaturas perigosas. Sob a direção de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), a narrativa se destaca por oferecer uma visão realista das crianças, equilibrando a aventura com as inseguranças típicas da idade. A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e Riordan, e o elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e o falecido Lance Reddick (“John Wick”). A CRIATURA DE GYEONGSEONG | NETFLIX mbientada na primavera de 1945, na cidade de Gyeongseong, a nova série sobrenatural reúne dois dos maiores astros da Coreia do Sul, Park Seo-joon (em cartaz em “As Marvels”) e Han So-hee (“My Name”), que se unem pela primeira vez num mesmo projeto. Ele interpreta o homem mais rico de Gyeongseong e proprietário de uma casa de penhores, enquanto ela vive uma detetive famosa por sua capacidade de rastrear qualquer pessoa, até mesmo os mortos. Ambos se cruzam na investigação de casos de desaparecidos, que leva ao hospital onde estranhas experiências são criadas em laboratório. Mas uma vez no interior da instituição, os dois precisão lutar para sobreviver ao se depararem com uma criatura “nascida da ganância humana”. Escrita por Kang Eun-kyung (“Dr. Romântico”) e dirigida por Jeong Dong-yun (“Tudo Bem Não Ser Normal”), a atração combina ação, melodrama e terror, e também traz em seu elenco Wi Ha-joon (“Round 6”), Claudia Kim (“A Torre Negra”), Kim Hae-sook (“A Criada”), Jo Han-chul (“Alerta Vermelho”) e Ji Woo (“Estranhos Íntimos”). Dividida em duas partes, a série conclui com uma segunda leva de episódios em 5 de janeiro. WHAT IF…? | DISNEY+ A série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso retorna com novas versões alternativas dos heróis dos quadrinhos em sua 2ª temporada. As histórias exploram o que aconteceria se… Nebulosa se juntasse à Tropa Nova, Peter Quill atacasse os heróis mais poderosos da Terra, Hela encontrasse os Dez Anéis, os Vingadores se reunissem em 1602 e outras possibilidades, com direito até a uma trama natalina, focada em Happy Hogan. Um dos atrativos da produção criada por AC Bradley é o envolvimento dos atores do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Alguns dos principais personagens são dublados por seus intérpretes dos filmes live-action, como Karen Gillan (Nebulosa) Hayley Atwell (Peggy Carter), Cate Blanchett (Hela), Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff), Kat Dennings (Darcy Lewis) e Jon Favreau (Happy Hogan). Mas alguns protagonistas tiveram suas vozes substituídas, como Viúva Negra (Lake Bell), Capitão América (Josh Keaton) e, claro, Pantera Negra (que não teve seu intérprete revelado até o momento). São ao todo 9 capítulos, disponibilizados diariamente até o dia 30 de dezembro. E em breve chegam mais, porque “What If…?” já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção e ainda ganhará a companhia de uma série derivada, “Marvel Zombies” – ainda sem previsão de lançamento. FILMES SALTBURN | PRIME VIDEO Escrito e dirigido pela vencedora do Oscar Emerald Fennell (“Bela Vingança”), o thriller aristo-gótico mergulha nas complexidades e prazeres ocultos das classes altas da Inglaterra. Situado entre os ambientes elitistas da Universidade de Oxford e a propriedade que dá nome ao filme, a narrativa segue Oliver Quick (interpretado por Barry Keoghan, de “Eternos”), um estudante bolsista de Oxford, que se encontra em um mundo de privilégios e riqueza após ser convidado a passar o verão na mansão de campo Saltburn, propriedade da família de um colega de aula carismático e rico, Felix Catton (Jacob Elordi). Este cenário pitoresco se torna o palco para uma série de eventos que desencadeiam obsessão, ressentimento e vingança. A história de “Saltburn” é uma viagem através da consciência de classe, envolvendo o espectador em uma sátira vívida de “Brideshead Revisited”, com referências à cultura pop dos anos 2000. Oliver entra neste mundo de riqueza e influência, fascinado e ao mesmo tempo deslocado. Ele rapidamente se torna o favorito de Felix, o que gera tensão e inveja entre os outros membros da elite. A estadia em Saltburn revela segredos e verdades ocultas sobre a família Catton, enquanto ele luta para manter sua identidade e moralidade em meio a um ambiente de indulgência e extravagância. Barry Keoghan oferece uma atuação marcante, com um desempenho que equilibra inocência e astúcia. Seu relacionamento com Felix é o coração da trama, explorando temas de obsessão, desejo e manipulação. A cinematografia de Linus Sandgren e a direção de arte de Suzie Davies criam um visual deslumbrante que complementa a narrativa, enquanto performances de destaque de Rosamund Pike (“A Roda do Tempo”), Richard E. Grant (“Loki”) e outros adicionam profundidade e humor ao filme. “Saltburn” se estabelece como uma análise astuta e estilizada das dinâmicas de poder e divisões sociais, marcando mais um sucesso na carreira de Fennell. MAESTRO | NETFLIX Bradley Cooper volta ao mundo da música após o sucesso de “Nasce uma Estrela”, em seu segundo filme como diretor. Desta vez, porém, a trama é biográfica, debruçando-se sobre a figura complexa de Leonard Bernstein, um renomado compositor e maestro americano – mais conhecido pelos brasileiros como o autor da trilha do musical “Amor, Sublime Amor”. Também intérprete do protagonista (com um notável nariz postiço), Cooper opta por uma abordagem não linear, contando a história de Bernstein através de uma série de vinhetas que cobrem diferentes períodos de sua vida. Outro aspecto distintivo da estrutura narrativa é o uso criativo da cor. As cenas iniciais são apresentadas em preto e branco, evocando a estética de fotografias antigas e filmes clássicos, o que confere às imagens um ar nostálgico e histórico. À medida que a história avança, o filme introduz cores, sinalizando mudanças temporais e emocionais na vida de Bernstein. Essa transição é usada de maneira eficaz para destacar a evolução dos personagens e dos tempos. O drama começa com Bernstein em seus anos finais, refletindo sobre sua vida e carreira, o que permite que o filme mergulhe em flashbacks de momentos cruciais de sua trajetória. Essas cenas, que vão desde sua estreia surpreendente na Filarmônica de Nova York até os problemas de seu casamento com Felicia Montealegre, facilitam a exploração tanto dos triunfos quanto dos desafios enfrentados pelo maestro e compositor. Boa parte do enredo se concentra na relação de Bernstein com sua esposa (interpretada por Carey Mulligan, de “Bela Vingança”), que abrange várias décadas, revelando as nuances de um relacionamento marcado pela admiração mútua, mas também por obstáculos decorrentes da sexualidade do compositor e de sua natureza artística expansiva. Mulligan entrega uma performance notável, capturando a evolução da personagem ao longo dos anos. Além disso, o filme utiliza a música para ilustrar os momentos pessoais intensos do protagonista, integrando performances musicais ao enredo de forma orgânica para celebrar a genialidade musical de Bernstein. ACAMPAMENTO DE TEATRO | STAR+ A comédia maluca sobre teatro infantil se passa num acampamento de verão onde monitores criativos, apaixonados e um pouco desequilibrados se juntam durante as férias escolares para ensinar teatro a uma nova turma de crianças. Porém, quando a fundadora do acampamento entra em coma, seu filho desinformado e pretensioso decide entrar em ação para salvar o local da falência, mesmo sem saber nada sobre teatro. Trabalhando em conjunto com os monitores do acampamento e professores excêntricos, ele lança uma missão desafiadora: criar uma peça de teatro genial em apenas três semanas com crianças completamente inexperientes. O filme é baseado num curta de 2020 da atriz Molly Gordon (“O Urso”) e do diretor de clipes Nick Lieberman, casal que faz sua estreia como cineastas na versão ampliada da trama. Além de escrever e dirigir com o namorado, Molly Gordon também estrela “Theater Camp” junto com Jimmy Tatro (“Economia Doméstica”), Ben Platt (“Querido Evan Hansen”), Ayo Edebiri (“O Urso”), Noah Galvin (“The Good Doctor”) e Amy Sedaris (“Ghosted: Sem Resposta”). O elenco e os diretores venceram um prêmio especial (Melhor Conjunto) no Festival de Sundance, durante sua première em janeiro passado, ocasião em que o filme foi coberto de elogios pela crítica e atingiu 86% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. RESISTÊNCIA | STAR+ A nova sci-fi de Gareth Edwards, diretor de “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), é um thriller de ação passado num futuro distópico, marcado pela guerra entre a humanidade e a inteligência artificial (IA). Com efeitos visuais de ponta, o longa se passa após um atentado que fez os EUA banirem todas as IA e acompanha o agente militar Joshua, interpretado por John David Washington (“Tenet”), em uma missão de invasão na Nova Ásia, região onde as IAs ainda são legais, para caçar e matar o Criador, arquiteto elusivo de uma IA avançada com o poder de encerrar as guerras e a própria humanidade. Só que a arma que ele recebeu instruções para eliminar é, na verdade, uma IA com forma de criança. Diante da descoberta – e de alguma reflexão – , ele surpreende ao mudar de lado, enfrentando desafios arriscados para proteger a jovem androide daqueles que querem destruí-la. A obra foi muito elogiada por sua abordagem ambiciosa num gênero frequentemente dominado por sequências e remakes. A narrativa não explora apenas a guerra entre humanos e IA, mas também mergulha em questões éticas e filosóficas, o que rendeu comparações a obras icônicas de ficção científica. De fato, a trama lembra vários outros filmes, evocando desde produções sobre a Guerra do Vietnã (como “Apocalypse Now”) até sci-fis sobre IAs (“IA”) e androides (“Blade Runner”). O roteiro original foi escrito por Edwards e Chris Weitz (também de “Rogue One”) e o elenco ainda conta com Gemma Chan (“Eternos”), Ken Watanabe (“A Origem”), Sturgill Simpson (“Dog: A Aventura de Uma Vida”), Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e a atriz mirim estreante Madeleine Yuna Voyles. REBEL MOON – PARTE 1: A MENINA DE FOGO | NETFLIX Zack Snyder, um diretor cujo trabalho frequentemente divide opiniões, conseguiu unanimidade com seu novo longa. A crítica internacional odiou de forma unificada – a aprovação é de apenas 25% no Rotten...
Beyoncé está na Bahia para lançar documentário de sua turnê
A vinda surpresa de Beyoncé ao Brasil aconteceu em meio a muita expectativa e memes nesta quinta (21/12). O jatinho particular da cantora desembarcou em Salvador no começo da noite, após se tornar o avião mais seguido do mundo em sua viagem dos EUA até a Bahia. Para completar, o perfil oficial da artista no Instagram postou uma foto da aeronave, com uma imagem do cavalo de cristal do álbum “Renaissence” surgindo em sua porta, fazendo estourar a ansiedade dos fãs. A imagem rapidamente viralizou e também rendeu humor, com muita gente lembrando do desenho de avião de Boninho como pista para um dos participantes do “BBB 24”. O reality rival também foi evocado. A própria apresentadora de “A Fazenda 15”, Adriane Galisteu, zoou: “Uma artista internacional fará o show da final da Fazenda que acontece hoje. Ela acabou de chegar no Brasil de jato… palpites?” Até Bruno Reis, prefeito de Salvador, alimentou a euforia com publicações enigmáticas no X (antigo Twitter), incluindo uma abelha e uma coroa – em referência ao apelido “Queen B” (abelha é bee em inglês, igual à pronúncia da letra B), como Beyoncé é conhecida entre os fãs. “Não direi nada, mas haverá sinais!”, ele escreveu ao lado dos emojis. A cantora Ludmilla também marcou presença, fazendo disparar boatos de encontro as divas. A história não parou de crescer, com o perfil do Instagram da Guarda Civil Metropolitana de Salvador publicando imagens do cortejo de Beyoncé na saída do aeroporto. Ela veio mesmo O nervosismo pela confirmação fez muita gente atualizar sem parar a timeline do Twitter, até surgirem as primeiras imagens da cantora – e com a bandeira da Bahia nas mãos. Ela veio ao país para a festa “Club Renaissance”, realizada para promover o lançamento do longa “Renaissence – Um Filme de Beyoncé” no mercado brasileiro. A produção é um documentário da turnê mundial da cantora, que vai trazer seu show ao Brasil em 2024. O filme foi lançado com a mesma festa em outros países, muitas vezes com a presença da artista. O evento aconteceu nesta noite no Centro de Convenções de Salvador com uma exibição do filme, decoração temática ambientada no universo do álbum “Renaissance” e presença da rainha, com direito a distribuição de simpatia e elogios para a Bahia. “Era muito importante para mim estar aqui na Bahia. ‘Renaissence’ é sobre liberdade, beleza, alegria. Tudo que vocês brasileiros representam. Estou muito feliz de estar aqui e ver o rosto lindo de vocês”, ela discursou. Confira abaixo as imagens da vinda de Beyoncé ao Brasil. SANTA BEYONCÉ KNOWLES padroeira da Bahia pic.twitter.com/QOWfLjboUv — begin pedro⸆⸉ (@everspeak13) December 22, 2023 🚨🇧🇷 BEYONCÉ NO PALCO DO CLUB RENAISSANCE EM SALVADOR. pic.twitter.com/VevQ8ua4aU — Vixenotifiquei (@vixe_notifiquei) December 22, 2023 ELA VEIO CARALHO!!!BEYONCÉ É BAIANA, PORRA!!! 😭😭😭😭😭😭 pic.twitter.com/9XCTXrq23n — Spartakus (@spartakus) December 22, 2023 após UMA DÉCADA, a beyoncé voltou pro brasil e ainda melhor pra BAHIA. ela é baiana de alma meu deus 😭🥹 pic.twitter.com/vsQtaHVkg2 — henrique (@_henriqueee1) December 22, 2023 🚨 Parte do discurso da Beyoncé. “Era muito importante para mim estar aqui na Bahia. RENAISSANCE é sobre liberdade, beleza, alegria. Tudo que vocês brasileiros representam. Estou muito feliz de estar aqui e ver o rosto lindo de vocês.” pic.twitter.com/GOTNDId11L — BEYHIVE (@beyhivecombr) December 22, 2023 to simplesmente apaixonada por essas fotos da beyonce segurando a bandeira da bahia pic.twitter.com/1f9FwAqwBu — keka (@raredser) December 22, 2023 BEYONCÉEEEEEpic.twitter.com/KIcuuQIQfz — soty parody era (@poolsdrunk) December 22, 2023 Simplesmente a beyonce na bahia!!! Eu amo que a diva não deitou pros outros estados e veio bem linda pra SALVADOR pic.twitter.com/5ARYFqZpfE — Vanessa (@malvadezanessa) December 22, 2023 Beyoncé trying to get Brazilians to do the mute challenge 😂😂. She can’t be serious, like sis, they haven’t seen you in 50 years pic.twitter.com/pdQYotuD9Z — Hermaden (Fan Account) (@IChoseViolences) December 22, 2023
Crítica internacional destrói “Aquaman 2” com segunda pior avaliação da DC
Lançado em vários países nesta semana e com estreia iminente na América do Norte, “Aquaman 2: O Reino Perdido” tem tudo para morrer na praia. Apesar das altas expectativas geradas pela performance surpreendente do primeiro filme em 2018, que arrecadou US$ 1 bilhão, a sequência recebeu uma recepção muito negativa da crítica. Atualmente, o filme possui uma pontuação de apenas 36% no Rotten Tomatoes, que pondera a nota média da crítica anglófila, situando-se entre os piores títulos do Universo Estendido da DC (DCEU), à frente apenas de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (29%). Os números ainda podem subir e superar “Adão Negro” (38%). Mas, para efeito de comparação, o primeiro “Aquaman” alcançou 65%. Diversas publicações dos EUA evisceraram a produção que encerra o DCEU concebido por Zack Snyder nos cinemas. O site Deadline expressou que o filme “luta com a caracterização inconsistente dos personagens, CGI abaixo do padrão e falta de direção narrativa”. Enquanto isso, a Variety ressaltou que “os riscos são altos, mas de alguma forma não valem a pena prender a respiração”. O Hollywood Reporter, por sua vez, elogiou o ator Jason Momoa, mas advertiu que “na maior parte, [o diretor James] Wan adere à estética de videogame de seu primeiro filme”. Conforme o DCEU chega ao fim, o Digital Spy observou que “não haverá um terceiro filme do Aquaman, pelo menos por algum tempo, então é bom que ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’ não te deixe desejando outra viagem a Atlântida”. A revista Empire também descreveu o longa como “uma despedida decepcionante que vê o DCEU terminar com um murmúrio em vez de um estrondo”. A io9 apontou que “como a sequência de um dos melhores filmes, esperávamos mais” e o jornal USA Today declarou que, dentre todos filmes lançados neste fim de ano, a sequência de “Aquaman” é “o maior fiasco de todos”. A maioria dos críticos concorda que “Aquaman 2: O Reino Perdido” não atende às expectativas, especialmente como sequência de um dos filmes mais bem-sucedidos da DCEU. Mas talvez por isso mesmo seja perfeito para encerrar essa fase fracassada de adaptações de quadrinhos.
Festival de Berlim homenageará Martin Scorsese com Leão de Ouro pela carreira
O Festival de Cinema de Berlim anunciou nesta quinta (21/12) que sua 74ª edição entregará um prêmio honorário a Martin Scorsese. Os organizadores do festival alemão selecionaram o veterano cineasta americano como homenageado de 2024 com um Urso de Ouro pelas realizações da carreira. O diretor de 81 anos, conhecido por clássicos como “Taxi Driver” e “Touro Indomável” será homenageado em 20 de fevereiro com uma cerimônia especial. Em comunicado, o organizadores destacaram o mais recente filme de Scorsese, “Assassinos da Lua das Flores”, como uma das suas maiores conquistas, mostrando que o cineasta continua inovador. “Para quem considera o cinema como a arte de moldar uma história de uma forma que seja ao mesmo tempo completamente pessoal e universal, Martin Scorsese é um modelo incomparável”, declararam Mariette Rissenbeek e Carlo Chatrian, diretores do festival. Um dos cineastas mais influentes de sua geração, Scorsese tem uma carreira que supera cinco décadas. Nascido em 1942, em Nova York, ele começou a se destacar na década de 1970, uma era conhecida como “Nova Hollywood”, na qual emergiram diversos talentos que reformularam o cinema americano. Seu filme “Taxi Driver”, lançado em 1976, não apenas ganhou aclamação crítica, mas também se tornou um marco cultural, estabelecendo o diretor como um mestre na exploração de temas complexos como alienação urbana e psicologia perturbada. Sua colaboração frequente com o ator Robert De Niro, começando com “Caminhos Perigosos” (1973) e incluindo obras-primas como “Touro Indomável” (1980) e “Os Bons Companheiros” (1990), solidificou sua reputação como um diretor de visão singular. Ele também teve uma parceria notável com Leonardo DiCaprio, iniciada com “Gangues de Nova York” (2002) e fortalecida com sucessos como “O Aviador” (2004) e “Os Infiltrados” (2006) – este último rendeu a Scorsese seu primeiro Oscar de Melhor Diretor. Esta colaboração continuou a brilhar com “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). Em “Assassinos da Lua das Flores”, ele trabalhou pela primeira vez com os dois atores juntos, num resultado que está figurando em várias listas de premiação. Além de seu sucesso em filmes de ficção, Scorsese também se destacou no gênero documental, com uma ênfase notável em documentários musicais. Exemplos incluem “O Último Concerto de Rock” (1978), sobre a despedida do grupo musical The Band, “No Direction Home” (2005), sobre Bob Dylan, “Living in the Material World” (2011), sobre George Harrison, demonstrando seu talento para capturar a essência de ícones musicais e eventos culturais significativos. A abertura do Festival de Berlim está marcada para o dia 15 de fevereiro, com o encerramento previsto para dez dias depois, em 25 de fevereiro.
Dua Lipa, Billie Eilish e Olivia Rodrigo estão na disputa do Oscar 2024
A relação de pré-qualificados em 10 categorias do Oscar 2024, anunciada nesta quinta (21/12) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, agradou aos fãs de música pop, com a inclusão de algumas das cantoras mais populares da década na disputa de Melhor Canção Original. Líder em indicações na categoria, o filme “Barbie” colocou Dua Lipa e Billie Eilish (que já tem um Oscar) na briga pela estatueta, respectivamente pelas faixas “Dance the Night” e “What Was I Made For?”. Além disso, Olivia Rodrigo emplacou “Can’t Catch Me Now”, tema de “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. Mas a lista também inclui artistas mais alternativos, como Sharon Van Etten for “Quiet Eyes”, música da trilha de “Vidas Passadas”, e Jarvis Cocker (líder da banda Pulp) por “Dear Alien (Who Art in Heaven)”, do filme “Asteroid City”. Os cinco indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 23 de janeiro. Já a premiação está marcada para 10 de março. Confira abaixo a lista dos filmes pré-selecionados na categoria de Melhor Canção Original “It Never Went Away”, de “American Symphony” “Dear Alien (Who Art In Heaven)”, de “Asteroid City” “Dance The Night”, de “Barbie” “I’m Just Ken”, de “Barbie” “What Was I Made For?”, de “Barbie” “Keep It Movin’”, de “A Cor Púrpura” “Superpower (I)”, de “A Cor Púrpura” “The Fire Inside”, de “Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História” “High Life”, de “Flora and Son” “Meet In The Middle”, de “Flora and Son” “Can’t Catch Me Now”, de “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” “Wahzhazhe (A Song For My People)”, de “Assassinos da Lua das Flores” “Quiet Eyes”, de “Vidas Passadas” “Road To Freedom”, de “Rustin” “Am I Dreaming”, de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”












