Dupla de “Game of Thrones” vai estrelar filme de terror medieval
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Christian Bale viverá monstro de Frankenstein no cinema
Filme terá direção de Maggie Gyllenhaal e vai acompanhar a criatura em busca de uma companheira nos anos 1930
“Predador” vai ganhar um novo filme após sucesso de “A Caçada”
Produção contará com diretor e roteirista do filme anterior, que bateu recordes de público e aprovação no streaming
Thomas Vinterberg comenta remake de “Druk” por Chris Rock: “Se for ruim, levará tapa”
Longa dinamarquês venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional em 2021 e ganhará versão americana com produção de Leonardo DiCaprio
Jonathan Majors sofre novas denúncias de abuso físico e moral
Ex-namoradas e diretoras de "Lovecraft Country" fazem novas acusações contra o ator
Estreias | Nova temporada de “Halo” e “As Marvels” chegam ao streaming
Série da Paramount+ e filme da Disney+ são destaques entre as 10 novidades que merecem atenção na semana
Divertida Mente 2 | Vídeo apresenta nova emoção
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Atriz denuncia diretores franceses famosos por abusos sexuais
A atriz Judith Godrèche está acusando dois cineastas franceses famosos de abuso sexual. Na terça (6/2), ela denunciou formalmente o diretor Benoît Jacquot (“Adeus, Minha Rainha”) por estupro, apresentando a queixa na polícia. E nesta quinta (8/1), foi a vez de Jacques Doillon (“Rodin”), durante entrevista a uma rádio francesa. Denúncia de Jacquot As acusações contra Jacquot ganharam força após ela assistir a um documentário de 2011, onde o diretor se vangloriava de ter se relacionado com ela durante sua adolescência. O relacionamento começou em 1986, quando Godrèche tinha apenas 14 anos, e durou até o início de 1992. Durante esse período, ela atuou em dois filmes do cineasta, “Les Mendiants” (1987) e “La Desenchantee” (1990). No documentário, Jacquot descreveu o relacionamento como uma “transgressão”, insinuando que a indústria cinematográfica oferecia uma espécie de proteção para tais comportamentos. Ele sugeriu que, apesar das leis, havia uma certa admiração e inveja no meio cinematográfico por esse tipo de relação. Mas Godrèche contestou essa narrativa, afirmando que foi manipulada e controlada por Jacquot durante os seis anos de relacionamento, sofrendo abusos físicos e psicológicos. Ela destacou que, aos 14 anos, o conceito de consentimento é inexistente, negando qualquer ideia de sedução e descrevendo-se como vítima de manipulação. Denúncia de Doillon No caso de Doillon, ela contou que o diretor despediu o ator que iria contracenar com ela e assumiu o papel em “La Fille de 15 Ans” (1989). “De repente, (Jacques Doillon) decide que há uma cena de amor, uma cena de sexo entre ele e eu. E aí fazemos 45 tomadas. E eu tiro meu suéter e estou sem camisa, e ele me apalpa e me beija de língua”, diz ela, que na época tinha 17 anos. Diversas vezes indicado ao César (prêmio da Academia Francesa de Cinema), Doillon era então casado com a cantora e atriz Jane Birkin, ícone pop marcada por músicas e papéis de transgressão sexual. Ainda de acordo com Godrèche, toda equipe do filme assistiu à cena, incluindo uma impotente e constrangida Jane Birkin. “Jane estava logo atrás, e foi uma situação extremamente dolorosa para ela, que, para mim, me deixa desconfortável”. Além da cena pública, a atriz fez menção a outro incidente, que teria ocorrido no “escritório de Doillon”, mas não deu mais detalhes durante a entrevista. Repercussão Após a nova denúncia ter se tornado pública, outras atrizes fizeram acusações similares contra Doillon para o Le Monde. A atriz Anna Mouglalis (“O Acontecimento”) contou que o cineasta teria tentado beijá-la à força durante um jantar em sua casa, após o marido da atriz ter se retirado da sala para dormir. Já a atriz Isild Le Besco (“Uma Nova Amiga”) disse que Doillon a retirou da preparação de um filme de 2001 depois que ela, então com 17 anos, negou seus avanços sexuais. Através de sua advogada, Doillon negou com veemência as acusações em nota enviada à imprensa. As denúncias provocaram uma reação imediata das autoridades, com a procuradoria de Paris iniciando uma investigação sobre as alegações. As acusações fazem parte de um movimento mais amplo, muitas vezes associado ao #MeToo, que busca trazer à tona e combater abusos sexuais no cinema francês. No ano passado, uma denúncia contra o diretor Luc Besson (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) foi arquivada por falta de evidências.
Oscar acrescenta mais uma categoria à premiação
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (8/2) uma nova categoria no Oscar: Melhor Diretor de Elenco. O prêmio por “casting” deverá ser entregue em todas as premiações anuais da Academia, mas apenas a partir de 2026. “Os diretores de elenco desempenham um papel essencial na produção cinematográfica e, à medida que a Academia evolui, estamos orgulhosos de adicionar elenco às disciplinas que reconhecemos e celebramos”, declararam o CEO da Academia Bill Kramer e a presidente da Academia Janet Yang. “Parabenizamos nossos membros da Filial de Diretores de Elenco por este marco emocionante e por seu comprometimento e diligência ao longo deste processo”, acrescentam ainda, em comunicado oficial. A inclusão marca a primeira vez em 20 anos que uma nova categoria é acrescentada ao Oscar. A última inovação tinha acontecido em 2001, quando a premiação acrescentou a categoria de Melhor Filme de Animação. Mas diversos profissionais ainda reivindicam espaço no Oscar, reclamando de negligência e subestimação, como é o caso dos dublês, reconhecidos em várias outras premiações de Hollywood.
Disney surpreende e anuncia “Moana 2” nos cinemas em novembro, com direito a teaser
A Disney surpreendeu com o anúncio de “Moana 2”, continuação de seu sucesso de 2016, que foi desenvolvida em segredo. A revelação do filme aconteceu com divulgação de foto inédita, teaser e data de estreia para este ano: 27 de novembro nos Estados Unidos. Por enquanto, não há muitas informações sobre a produção, que voltará a ser protagonizada pela filha do chefe da comunidade Motonui da Polinésia. Entretanto, o visual da personagem reflete a passagem do tempo, mostrando a menina como uma jovem adolescente. A primeira imagem oficial ainda confirma a volta do simideus Maui à trama. No primeiro filme, Moana e Maui foram dublados, respectivamente, por Auli’i Cravalho, em seu primeiro trabalho em Hollywood, e Dwayne “The Rock” Johnson. Até o momento, apenas o nome do diretor foi confirmado: David G. Derrick Jr., que estreia na função após participar da equipe de animação do primeiro filme e dos últimos lançamentos da Disney, incluindo “Rei Leão” (2019), “Raya e o Último Dragão” (2021), “Encanto” (2021) e “Mundo Estranho” (2023). Além dessa animação, a Disney também desenvolve uma versão em live-action do primeiro filme, que contará novamente com The Rock no papel de Maui, mas uma nova atriz como Moana, já que Auli’i se tornou uma mulher adulta desde 2016. Esta versão tem roteiro do autor da animação original, Jared Bush, em parceria com Dana Ledoux Miller (“Designated Survivor”), e direção de Thomas Kail, diretor do espetáculo da Broadway “Hamilton”. O remake live-action tem estreia prevista para 2026.
Estreias | “A Cor Púrpura” é a principal novidade nos cinemas
Terror "Baghed - A Bruxo dos Mortos" também se destaca entre os lançamentos, com exibição em 500 telas
Filme “Taylor Swift: The Eras Tour” terá músicas inéditas na Disney+
A Disney+ vai lançar o filme “Taylor Swift: The Eras Tour” com faixas bônus em 15 de março. O anúncio foi feito por Bob Iger, CEO da Disney, durante uma apresentação dos resultados financeiros da empresa. Esta versão especial do filme de concerto, dirigida por Sam Wrench, incluirá cinco músicas adicionais que não estavam presentes nem na versão cinematográfica nem na edição digital anteriormente disponíveis. Entre as faixas bônus confirmadas está uma favorita dos fãs, “Cardigan”, do álbum “Folklore” de 2020. Desde sua estreia nos cinemas em 11 de outubro de 2023, o filme “The Eras Tour” arrecadou mais de US$ 262 milhões em todo o mundo, tornando-se o documentário mais bem-sucedido de todos os tempos. A própria turnê também bateu recorde de arrecadação, gerando mais US$ 1 bilhão em receita. Detalhes da produção A produção foi filmada durante três noites no SoFi Stadium, em Los Angeles. Bob Iger, que se identifica como um fã de Swift, marcou presença em pelo menos um dos shows. A direção é de Sam Wrench, conhecido por ter comandado filmes de concertos para outras artistas notáveis como Billie Eilish, Lizzo e Brandi Carlile. Com “Taylor Swift: The Eras Tour”, ele oferece um vislumbre do verdadeiro fenômeno cultural que é Taylor Swift, reafirmando sua posição como uma das vozes mais populares de sua geração. Os shows representam um passeio pelas diferentes fases da carreira da artista, embaladas em uma atmosfera eufórica que apenas os grandes espetáculos podem criar e por mais de três dezenas de canções que marcaram a trajetória da cantora, desde o início até o ápice de sua popularidade. A estrutura do espetáculo é meticulosamente delineada, com segmentos que correspondem aos nove álbuns de Swift, desde “Fearless” (2008) até “Midnights” (2022), cada um com uma identidade visual distinta . História com a Disney e novos projetos Swift já colaborou com a Disney anteriormente, destacando-se o documentário “Folklore: The Long Pond Studio Sessions” lançado pela Disney+ em 2020. Além disso, está trabalhando com a Searchlight Pictures, propriedade da Disney, em seu primeiro longa-metragem como diretora, baseado em um roteiro original de sua autoria. A estreia do filme na Disney+ precede o lançamento do novo álbum de Swift, “The Tortured Poets Department”, que chega em 19 de abril. A artista anunciou o álbum durante sua participação no Grammy em 4 de fevereiro, uma noite em que fez história ao ganhar o prêmio de Álbum do Ano pela quarta vez.












