Descendentes 2: Filhos dos vilões das fábulas encantadas voltarão em novo telefilme
O Disney Channel anunciou que produzirá uma continuação do telefilme “Descendentes”. “Por quase todas as métricas – nacionais e mundiais – ‘Descendentes’ se tornou uma das maiores propriedades de entretenimento do ano e estamos ansiosos para aprofundar sua mitologia”, disse Gary Marsh, presidente e CCO da Disney Channels Worldwide, no comunidado do projeto. Lançado no final de julho nos EUA, o telefilme bateu recordes de audiência em diversas plataformas. A história de “Descendentes” mostrava o destino dos filhos dos vilões das fábulas encantadas. Na trama, o príncipe herdeiro oferece uma chance de redenção para os filhos dos inimigos do reino, que foram exilados numa ilha proibida com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. Assim, os herdeiros adolescentes de Malévola, Jafar, Cruella De Vil e da Rainha Má são autorizados a entrar no reino e frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, devendo decidir se seguirão os passos de seus pais e ajudarão os vilões a recuperar seu poder ou abraçarão a oportunidade de se tornarem pessoas boas. A continuação deverá trazer de volta o mesmo elenco, destacando Dove Cameron (série “Liv and Maddie”), Booboo Stewart (saga “Crepúsculo”), Cameron Boyce (série “Jessie”) e Sofia Carson (série “Faking It”) como os descendentes dos vilões.
O Diabo Mora Aqui: Terror nacional ganha primeiro trailer e pôster
Foi divulgado o pôster e o primeiro trailer do terror brasileiro “O Diabo Mora Aqui”. Filmado por apenas R$ 250 mil, sem apoio de leis de incentivo, em uma fazenda em Amparo, interior de São Paulo, o longa parte da conhecida premissa dos jovens que vão passar um fim de semana em uma casa isolada com fama de mal-assombrada, mas inclui em sua trama folclore e lendas urbanas brasileiras. O elenco inclui Mariana Cortines (novela “Malhação”), Pedro Carvalho (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Sidney Santiago (da vindoura novela “Escrava Mãe”). A direção é da dupla Dante Vescio e Rodrigo Gasparini, que antes fizeram o curta “M Is for Mailbox” (2014). “O Diabo Mora Aqui” teve sua première internacional no Festival de Sitges, em Barcelona, um dos principais festivais de cinema de terror e fantasia, e só deve estrear no Brasil em 2016.
Kristen Stewart terá poderes paranormais no novo filme do diretor de Acima das Nuvens
A atriz Kristen Stewart tentará se comunicar com o além no novo longa de Olivier Assayas, intitulado “Personal Shopper”. O longa marcará o reencontro da atriz com o diretor francês, após a parceria anterior, em “Acima das Nuvens”, a tornar a primeira americana a vencer um prêmio César (o Oscar francês). Ela foi eleita Melhor Atriz Coajuvante de 2015. Segundo o site Variety, o novo projeto é uma história de fantasmas no submundo da moda. Kristen vai interpretar uma personal stylist com poderes paranormais, que tenta contatar seu irmão gêmeo morto. Na produção, ela vai contracenar com dois atores de “Acima das Nuvens”, o alemão Lars Eidinger e a austríaca Nora von Waldstätten. Também participam do elenco internacional a francesa Sigrid Bouaziz (série “The Tunnel”) e o norueguês Anders Danielsen Lie (“Oslo, 31 de Agosto”). As filmagens começam na terça, dia 27 de outubro, em Paris e depois ainda seguirão para Praga, Londres e Mascate, em Omã. Ainda não há previsão para o lançamento.
Veja o trailer da cinebiografia de Jesse Owens, atleta negro que venceu a “Olimpíada de Hitler”
A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Race”, cinebiografia do atleta olímpico Jesse Owens. O vídeo sugere um melodrama televisivo, simplicando as questões raciais que estão no trocadilho do título original, ao apresentar a trama de forma esquemática, didática e praticamente sem emoção. O próprio personagem parece fugir de qualquer confrontação, tornando a prévia anticlimática. “Race” conta a história de Jesse Owens (Stephan James, de “Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), atleta negro que superou a segregação de seu próprio país, os EUA, para vencer a prova de atletismo dos Jogos Olímpicos de 1936 na Alemanha, em pleno regime nazista e diante de um contrariado Adolf Hitler. O elenco ainda destaca Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Carice van Houten (série “Game of Thrones”), Amanda Chew (“A Incrível História de Adaline”) e William Hurt (“A Hospedeira”). Dirigido por Stephen Hopkins (“A Colheita do Mal”), “Race” chega aos cinemas americanos em 19 de fevereiro e um mês depois, em 17 de março, no Brasil.
Os Heróis de Sanjay: Veja uma cena do novo curta animado da Pixar
O Walt Disney Studios divulgou a primeira cena de “Os Heróis de Sanjay”, novo curta animado produzido pela Pixar. A prévia acompanha um menino de família indiana, cujo amor pela cultura pop ocidental entra em conflito com as tradições do pai. Sanjay está absorvido no mundo dos desenhos animados e super-heróis enquanto o pai tenta levá-lo para as tradições de suas práticas hindus. A historinha tem moral da história, mostrando que a relutância pode se transformar em uma aventura inspiradora, levando o menino a embarcar em uma jornada com uma nova perspectiva de vida. Primeiro filme dirigido por Sanjay Patel, animador de “Monstros S.A.” (2001), “Os Incríveis” (2004) e “Ratatouille” (2007), o curta será exibido junto ao filme “O Bom Dinossauro”, que estreia em 25 de novembro nos EUA e apenas em 7 de janeiro no Brasil.
Star Wars: Ausência de Luke Skywalker vira mistério no novo trailer de O Despertar da Força
A Disney divulgou o novo trailer de “Star Wars: O Despertar da Força”, que intrigam por conta de um mistério. A prévia mostra a volta de Harrison Ford e Carrie Fisher aos papeis de Han Solo e Princesa Leia, mas, curiosamente, esquece do Luke Skywalker vivido por Mark Hamill. Além disso, desfaz as dúvidas sobre quem protagonizará a trama, destacando os novos personagens Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”) e Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), além de explorar a ameaça representada por Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”), que venera o capacete retorcido de Darth Vader. O elenco ainda inclui Oscar Issac (“Inside Llewyn Davis”), Domhnall Gleeson (“Questão de Tempo”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Andy Serkis (o Gollum da trilogia “O Senhor dos Anéis”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) e Max Von Sydow (“Tão Forte e Tão Perto”). “O Despertar da Força” é o sétimo longa da franquia “Star Wars” e um dos lançamentos mais aguardados do ano. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
A Colina Escarlate materializa a beleza do terror
“A Colina Escarlate” oferece um sopro de beleza, de amor, de violência e de intensidade num ano escasso de obras de terror relevantes. E ainda assim tem dividido bastante as opiniões de público e crítica. Não é difícil entender porquê. Assim como seu filme anterior, “Círculo de Fogo”, homenagem aos filmes de monstros gigantes japoneses, a nova obra de Guillermo del Toro é um presente para os fãs de um subgênero muito específico: o horror gótico de Roger Corman (as adaptações de contos de Edgar Allan Poe), da produtora britânica Hammer (o sobrenome Cushing não foi escolhido à toa) e até dos pioneiros do giallo italiano. Trata-se de uma homenagem aos filmes de pavor dos anos 1960, inclusive no modo como o cineasta constrói seus personagens, que às vezes parecem um tanto exagerados em suas intenções. A direção de arte e a fotografia são impressionantemente estupendas em sua elegância, e por isso o local onde acontece a maior parte da trama é fundamental: um castelo decadente na Inglaterra. O castelo está submergindo numa espécie de lama vermelha, que é a matéria-prima da obsessão de Thomas, o personagem de Tom Hiddleston (“Thor”), que planeja, junto com sua irmã Lucille (Jessica Chastain, de “Interestelar”), conseguir dinheiro casando-se com a jovem herdeira americana Edith (Mia Wasikowska, de “Segredos de Sangue”). Na verdade, a intenção dos dois é ainda mais criminosa do que aparenta. Chama a atenção o modo como os monstros e os fantasmas são ao mesmo tempo horríveis e aterrorizantes na trama, mas não tanto quanto os vivos, esses sim capazes de causar dor e morte. Edith é assombrada pelo fantasma de sua mãe, que surge parecida com a criatura de “Mama” (2013), não por acaso uma produção de del Toro estrelada por Chastain. Entretanto, falta à “Colina Escarlate” justamente o sentimentalismo de “Mama” (dirigido pelo argentino Andrés Muschietti). A frieza marca os personagens, como costumava marcar os papeis de Vincent Price e Peter Cushing nos clássicos de referência da obra. Assim como a canastrice. Na pele de Lucille, a irmã fria e malévola, Jessica Chastain rouba todas as cenas em que aparece. Há quem considere uma composição exagerada. Mas é a melhor personagem do filme, a que mais se aproxima do mal arquétipo das bruxas de contos de fadas ou dos filmes de horror góticos. O forte do cineasta mexicano, porém, é a construção do conto macabro, pontuando a trama com violência gráfica, que mancha a tela de vermelho. O tom, aliás, já se pronuncia desde o início do filme, quando o logo da Universal Pictures desponta em escarlate, apontando para a valorização da cor pelo diretor A beleza das cenas sangrentas e violentas não encontra paralelos no horror contemporâneo, evocando os clássicos de Mario Bava e Dario Argento. Mas Del Toro não desaparece por trás das referências, manifestando sua marca autoral por meio de algumas de suas obsessões, como o pavor de insetos, insinuado desde seus primeiros filmes, “Cronos” (1993) e “Mutação” (1997), além de refazer o labirinto de “O Labirinto do Fauno” (2006) como a mansão que esconde segredos atrás de cada porta. Um terror belo não é um paradoxo. É uma obra de Guillermo del Toro.
Shaun, O Carneiro é um filme mudo que diz muito
A grande beleza de “Shaun, O Carneiro” não é ser uma espécie de filme mudo para crianças. Mas o fato de usar como arma uma falsa inocência para manipular como quiser a garotada e os adultos. Seja para fazer rir ou passar a mensagem sobre a principal mudança que podemos fazer em nossas vidas, que não é necessariamente sair de casa ou ir a lugares diferentes. A animação prega que a mudança de atitude é o que mais importa; logo, a felicidade está dentro de nós mesmos. A mensagem sobre mudança de atitude é importante para os pequenos, mas ela é sutil. Talvez não seja notada até mesmo por adultos, afinal não está desenhadinha e, claro, jamais é explicada através de palavras. Mas com elegância, e indo direto ao ponto, “Shaun, O Carneiro”conseguiu “dizer” isso bem mais rápido que uma produção badalada e consagrada como “Madagascar”, que levou três filmes para chegar a essa conclusão. É mais uma bela diversão em stop motion do estúdio Aardman, que nos brindou anteriormente com “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005) e o maravilhoso “A Fuga das Galinhas” (2000). Valorizando truques básicos da narrativa da época do cinema mudo, a versão para o cinema da série britânica de mesmo nome aposta em inspiradas gags para contar a história de Shaun, um carneirinho que cresceu numa fazenda e não aguenta mais viver a rotina no piloto automático. Numa tentativa de subverter positivamente o local e se divertir um pouco, algo dá errado pelo caminho e seu dono vai parar na cidade grande. E com amnésia. Resta a Shaun ir até lá e resgatá-lo. Ok. Não é exatamente um silent movie, porque os personagens emitem certos barulhinhos, mas a essência está presente em cada frame. Vale tropeçar, escorregar, trombar, transmitir emoções pelo olhar e manter as mesmas expressões faciais do início ao fim, inclusive a hilária risadinha de lado. Então Shaun e seus amigos são representações de Buster Keaton? Bom, por que não? Para um filme sob esse tipo de influência, a música tem um papel fundamental. E a trilha sonora de “Shaun, O Carneiro” é um capítulo à parte. Destaque para o tema “Feels Like Summer”, de Tim Wheeler, Ilan Eshkeri e o ex-Kaiser Chiefs Nick Hodgson, cujo significado traduz o espírito do próprio filme. Se a falsa inocência gera gargalhadas surpreendentes – e o filme é genuinamente engraçado –, o artifício permite mascarar referências. A aventura é repleta de menções a grandes produções do cinema, mas nenhuma delas quer chamar mais atenção que a própria história, como acontece em “Shrek”. De forma discreta, o cinéfilo é capaz de reconhecer citações a filmes que devem passar bem longe das crianças, como “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e “Cabo do Medo” (1991). Tem até referência ao clássico “A Revolução dos Bichos”, livro de 1945 de George Orwell (com os porcos dentro de casa), e aos Beatles na Abbey Road. Pena que a animação não seja discreta o tempo todo, caindo na tentação das piadas grosseiras, incluindo flatulências e uma cabeça presa na bunda de um Cavalo de Troia. Bem light, de todo modo, porque a criançada adora.
De Volta ao Futuro: Chegada de Marty McFly a 2015 é celebrada pela publicidade
O futuro chegou. Na quarta-feira, 21 de outubro de 2015, Marty McFly desceu de seu DeLorean vermelho num mundo repleto de maravilhas, como skates voadores, tênis que se amarram sozinhos e trailers de cinema que anunciam continuações de blockbusters em 3D. Na verdade, isto foi há 26 anos, em “De Volta para o Futuro — Parte II” (1989), quando o protagonista dos filmes viajou pela primeira vez ao futuro, chegando em 2015. Agora, diversos eventos e campanhas comemoram o sucesso da trilogia original, aproveitando também os 30 anos do lançamento do primeiro longa. A data foi celebrada com maratonas dos três filmes em vários cinemas do mundo (inclusive no Brasil). Também estão chegando um box em Blu-ray da franquia, que traz gravações exclusivas de uma nova viagem ao futuro de Emmett “Doc” Brown, o personagem de Christopher Lloyd, além de um livro sobre as filmagens, “De volta para o Futuro: os Bastidores da Trilogia”, e o documentário “Back in Time”, financiado por fãs, que traz entrevistas inéditas e analisa a influência da trilogia na cultura pop dos últimos 30 anos. É impressionante a permanência da produção, que continua, após três décadas, a inspirar produtos e homenagens à visão futurista dirigida por Robert Zemeckis e estrelada por Michael J. Fox. Ao menos na publicidade, muitas das previsões da trilogia para 2015 se tornaram realidade nos últimos dias, como se pode ver por novas propagandas da Pepsi, Burger King, Nike, Ford e Universal Pictures inspiradas em produtos exibidos em “De Volta para o Futuro – Parte II”. Para completar, ao final da seleção abaixo, um vídeo lembra que, embora os produtos mais “coloridos” do filme não tenham se materializado, pelos menos 11 coisas previstas no longa já existem no mundo real. De verdade.
Carol: Romance lésbico de Cate Blanchett e Rooney Mara ganha 45 fotos e novos pôsteres
A TWC divulgou 45 fotos e o novo pôster de “Carol”, romance lésbico estrelado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”). As fotos são repleta de olhares e gestos compartilhados de forma discreta, que revelam a forma recatada com que o casal se envolve, mostrando pouco afeto em público, durante os anos 1950. As imagens também a família de Carol (Blanchett): o marido vivido por Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e a filha interpretada pela jovem estreante Kk Heim. “Carol” é a adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Sarah Paulson, da série “American Horror Story”), seu marido (Chandler) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.
O Bom Dinossauro: Vídeo especial comemora 20 anos de amizade nas animações da Pixar
Os estúdios Pixar prepararam um pequeno vídeo comemorativo dos 20 anos de seu primeiro longa, “Toy Story” (1995), para celebrar suas duas décadas de “histórias de amizade”. O objetivo, porém, é mesmo divulgar seu novo longa, “O Bom Dinossauro” (2015), que mostra a improvável amizade entre um bebê humano e um jovem apatossauro chamado Arlo. Dirigido por Peter Sohn, que trabalhou como animador em “Ratatouille” (2007), o filme estreia em 25 de novembro nos EUA e apenas em 7 de janeiro no Brasil.
John Carpenter vence ação de plágio contra Sequestro no Espaço, de Luc Besson
É oficial: o filme de ficção científica “Sequestro no Espaço” (2012), escrito e produzido pelo cineasta Luc Besson, é plágio descarado de “Fuga de Nova York” (1981), clássico escrito e dirigido por John Carpenter. O veterano cineasta venceu a ação que moveu contra a empresa de Besson, a EuropaCorp, na França. A justiça francesa reconheceu as muitas similaridades entre os dois filmes, dando ganho de causa ao mestre do suspense americano. “Sequestro no Espaço” trazia Guy Pearce como Snow, um ex-militar forçado a se infiltrar numa prisão espacial para resgatar a filha do Presidente americano (Maggie Grace), prisioneira dentro da instalação. Já em “Fuga de Nova York”, Kurt Russell interpreta Snake Plissken, um ex-militar forçado a uma missão de resgate do Presidente americano, cujo avião foi derrubado dentro da Ilha de Manhattan, transformada numa superprisão. Ao proferir sua sentença, a corte francesa ainda lembrou que várias críticas de “Sequestro no Espaço”, que foi dirigido pela dupla James Mather e Stephen St. Leger, chamaram atenção para as semelhanças entre os dois filmes. A EuropaCorp foi condenada a pagar 50 mil euros para a produtora de “Fuga de Nova York”, 20 mil euros para Carpenter e 10 mil euros para Nick Castle, co-roteirista do filme de 1981. Apesar da multa ser considerada baixa, o advogado do estúdio avisou que vai recorrer. Carpenter está atualmente envolvido, como produtor, num projeto de refilmagem de “Fuga de Nova York”, e isso pode ter influenciado sua decisão de processar a EuropaCorp, cuja “homenagem” (agora, oficialmente plágio) pode ter enfraquecido o projeto.
Diretor de Eu Sou o Número Quatro fará novo filme da franquia Triplo X com Vin Diesel
O cineasta D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) vai dirigir o terceiro filme da franquia “Triplo X”. A informação foi divulgado pelo próprio Caruso em seu Twitter. Intitulado “xXx: The Return of Xander Cage”, o projeto marcará o retorno do astro Vin Diesel (“Velozes & Furiosos”) à franquia, no papel do anti-herói Xander Cage. Diesel estrelou o primeiro filme, lançado em 2002, que rendeu US$ 277 milhões ao redor do mundo. Mas ficou de fora da continuação, estrelada por Ice Cube (“Anjos da Lei”), que foi considerada um fracasso, arrecadando apenas US$ 71 milhões. “xXx: The Return of Xander Cage” ainda não tem cronograma de filmagem nem data de estreia previstos. D.J. Caruso já encerrou a produção de seu próximo filme, “The Disappointments Room”, escrito pelo ator Wentworth Miller (roteirista também de “Segredos de Sangue”) e estrelado por Kate Becikinsale (“Anjos da Noite”), que começa a ser exibido na Europa, mas ainda não tem previsão de lançamento nos EUA ou no Brasil.












