Após polêmica, Hasbro vai relançar brinquedos de Star Wars com Rey
Após a polêmica envolvendo a falta de brinquedos de “Star Wars: O Despertar da Força” com a heroína Rey, a Hasbro anunciou, nesta quarta-feira (6/1), que irá relançar alguns produtos com a inclusão da personagem. Um deles é o jogo “Star Wars Monopoly”. Também serão produzidos mais bonecos com a personagem. A fabricante de brinquedos havia sido duramente criticada por fãs da saga por ter excluído a heroína vivida por Daisy Ridley na maioria dos produtos baseados no filme. Uma hashtag foi criada para pressionar a companhia nas redes sociais: #whereisrey (#ondeestárey, em tradução literal). “Amamos a paixão dos fãs pela Rey, e estamos felizes em informar que vamos incluir a personagem no jogo [Star Wars Monopoly], que estará disponível ainda este ano”, comunicou a empresa. A Hasbro, porém, não se pronunciou sobre a ausência de Rey na miniatura da Millenium Falcon, a lendária nave espacial que reaparece no sétimo episódio da saga. O kit está sendo vendido com três bonecos: Chewbacca, Finn e o andróide BB-8, mas não inclui quem deveria obrigatoriamente estar no brinquedo, a piloto da nave Rey. Uma outra caixa com seis bonecos do filme também excluiu a personagem. O fato motivou uma carta enviada por Annie Rose, menina de 8 anos de idade, à Hasbro. Na correspondência, ela escreve: “Sem Rey, não há o despertar da Força”!
Silvana Pampanini (1925 – 2016)
Morreu a atriz Silvana Pampanini, a “Bela de Roma”, musa do cinema italiano do pós-guerra. Desde outubro, a atriz vinha sofrendo com problemas de saúde e estava internada no Hospital Gemelli, em Roma, em terapia intensiva, após passar por uma cirurgia abdominal de urgência. Ela faleceu nesta quarta-feira (6/1), aos 90 anos de idade. Pampanini nasceu em Roma em 25 de setembro de 1925 e se tornou conhecida no concurso Miss Itália de 1946, quando sua derrota virou comoção nacional. A popularidade conquistada lhe valeu convites para o cinema, onde sua beleza marcou época. Ela estreou como figurante em “Apocalipse” (1947), de Giuseppe Scotese, mas logo em seguida protagonizou seu primeiro longa, “O Segredo de Don Juan” (1947). Ela estrelou vários romances e comédias, como “Até a Vista Papai” (1948), “Messalina e o Bombeiro” (1949), “Vulcão de Paixões” (1949) e “O Homem da Caixinha” (1950), vindo a explodir como sex symbol em 1950, ao aparecer de topless e visual pin-up em “O 13º Homem”, de Mario Mattoli. A reputação de sedutora voltou a ser explorada em “Bellezze in Bicicletta” (1951), de Carlo Campogalliani, “O.K. Nero!” (1951), de Mario Soldati, “Mercado de Mulheres” (1952), de Luigi Comencini – que tinha Sophia Loren como figurante! – e principalmente “A Mulher que Inventou o Amor” (1952), de Ferruccio Cerio, repleto de cenas de Pampanini em roupas íntimas. O sucesso dos papeis sedutores a tornou assediadíssima, levando-a a recusar muitos trabalhos. Mesmo assim, nos três anos seguintes, ela apareceu em nada menos que 20 filmes – praticamente um quarto de sua filmografia completa – , entre eles “Coração de Mulher” (1953), do mestre Giuseppe De Santis, “Nós, Os Canibais” (1953), de Antonio Leonviola, “Adorável Inimiga” (1953), ao lado de Buster Keaton, “Voragem” (1953) e “Escrava!” (1954), ambos de Raffaello Matarazzo, “A Princesa das Canárias” (1954), de Paolo Moffa e Carlos Serrano de Osma, “A Pecadora da Ilha” (1954), de Sergio Corbucci, “A Torre do Prazer” (1955), de Abel Gance, e “A Bela de Roma” (1955), novamente com Comencini. O detalhe é que, em cada obra, ela se mostrava ainda mais sensual. Não por acaso, virou a cabeça de muitos colegas. A fofoca mais famosa pôs fim ao casamento do comediante Totó, que se derreteu pela atriz durante as filmagens de “O Homem da Caixinha”. Ela também contracenou com Vittorio De Sica, Vittorio Gassman, Marcello Mastroianni e Alberto Sordi, além de cruzar fronteiras em sua carreira internacional, tornando-se conhecida como “Ninì Pampan” na França, onde coestrelou produções com Jean Gabin e Henry Vidal. No Japão, o imperador Hirohito a presentou com bonecas e samurais. Foi assediada até por Hollywood, mas se viu obrigada a recusar os convites para estrelar filmes americanos por não falar inglês. O frenesi, porém, tinha data de validade. Ao se aproximar dos 40 anos de idade, durante a década de 1960, as ofertas de papéis diminuíram. Ela ainda fez algumas comédias sexuais de sucesso no período, como “O Caradura” (1964), de Dino Rissi, antes de ser eclipsada pela nova geração de musas italianas, mais jovens e ainda mais provocantes. Até seu último filme, em 1971, ela apareceu em mais de 60 longas, celebrizando-se como precursora de uma geração de atrizes italianas que incendiaram o mundo por sua beleza e talento.
O Beijo no Asfalto: Estreia indie de Murilo Benício como diretor ganha primeiras fotos
O ator Murilo Benício (“O Homem do Ano”) vai estrear na direção de cinema com “O Beijo no Asfalto”, adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que ele filmou em 11 dias, em preto e branco e com um orçamento de R$ 1 milhão de seu próprio bolso. Totalmente indie, a produção divulgou suas primeiras fotos, que permitem vislumbrar as opções criativas do agora cineasta. Diferente do filme de 1981, dirigido por Bruno Barreto, que transpôs a trama para o cinema, Murilo seguiu a rota de Al Pacino em “Ricardo III – Um Ensaio” (1996) e “Wilde Salomé” (2011), misturando encenação da peça, com Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) no papel do bancário recém-casado que beija um moribundo desconhecido, e documentário – cenas dos bastidores, imagens de camarim e até uma leitura do texto conduzida por Fernanda Montenegro. As filmagens aconteceram em um teatro no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e incluem só três externas. O elenco também inclui a esposa de Benício, Débora Falabella (série “Dupla Identidade”), além de Otávio Muller (“O Gorila”), Luiza Tiso (série “Marcas da Vida”), Marcelo Flores (“E Aí… Comeu?”) e Stênio Garcia (“Ó Paí, Ó”), como o homem que, em seus últimos suspiros, pede um beijo. O filme ainda não tem previsão de estreia, mas a experiência já animou Benício a planejar seu próximo trabalho como diretor. Será mais uma adaptação teatral, “Pérola”, de Mauro Ras.
Filme Os Dez Mandamentos já vendeu 150 mil ingressos antecipados
A versão da novela “Os Dez Mandamentos” para o cinema promete repetir o sucesso da TV. A venda antecipada teve início no dia 1° de janeiro e conseguiu a façanha de vender 150 mil ingressos em quatro dias. O número é uma estimativa, já que os cinemas menores ainda não entraram na contabilização prévia da distribuidora. O número impressiona quando comparado ao blockbuster “Star Wars: o Despertar da Força”, que vendeu 600 mil ingressos antecipadamente durante dois meses da pré-venda. A Cinemark, uma das redes onde se registrou a maior procura, e o Espaço Itaú ainda apontaram que há uma procura muito grande por parte de grupos de evangelizações, que têm comprado ingressos de modo a fechar sessões exclusivas em diversas cidades do país. Assim, já há sessões esgotadas no dia da estreia, 28 de janeiro, nas principais capitais do país. No caso do Espaço Itaú, o esgotamento de ingressos é ainda maior, atingindo todas as sessões do primeiro fim de semana de estreia em todos os cinemas da rede. Para completar, há ainda estímulos religiosos para que fiéis assistam ao filme. O início da pré-venda rendeu imagens de bispos e pastores posando com seus ingressos para o site da Igreja Universal. Com a ajuda dos féis, “Os Dez Mandamentos” pode ultrapassar a bilheteria recorde de “Tropa de Elite 2”, que teve 11 milhões de espectadores. Distribuído pela Paris Filmes, o longa-metragem é escrito por Vivian de Oliveira e dirigido por Alexandre Avancini, que também assinam a novela, promete cenas exclusivas e um final inédito, que antecipará a 2ª temporada da novela, prevista para estrear em março de 2016.
Sylverster Stallone diz que já está velho demais para voltar a viver Rambo
O ator Sylvester Stallone, que voltou à pele de Rocky em “Creed: Nascido para Lutar”, não pretende voltar a viver Rambo. Em entrevista ao site Variety, ele descartou filmar “Rambo 5”, afirmando não ter mais idade para fazer cenas de ação. “O coração está disposto, mas o corpo diz, ‘Fique em casa!’. É como os lutadores que retornam para um último round e são derrotados. Vou deixar [esse papel] para outra pessoa”, declarou o astro, que tem 69 anos de idade. Ele também aproveitou para negar que pretenda interpretar o personagem na TV, dizendo que não vai participar da recentemente anunciada série de TV “Rambo: New Blood”, que vai girar em torno do filho do personagem. “Eu não quero difamar, mas é delicado tentar substituir o personagem com seu filho. Eu já vi o filho de Flicka, o filho de Tarzan, o filho de King Kong. É uma premissa muito difícil”, comparou. Stallone será visto a seguir em “Creed: Nascido para Lutar”, que estreia no Brasil em 14 de janeiro.
Antônio Pompêo (1953 – 2016)
O ator Antônio Pompêo foi encontrado morto em sua casa, em Guaratiba, Zona Oeste do Rio. Destaque em vários filmes e novelas, o ator e artista plástico tinha 62 anos e as causas da morte ainda não foram divulgadas. De acordo com uma vizinha, ele estava morto desde domingo (3/1), mas apenas na terça a polícia militar foi ao local e confirmou o falecimento. Nascido em 23 de fevereiro de 1953 na cidade de São José do Rio Pardo, em São Paulo, Antônio estreou na TV com uma participação em “A Moreninha” (1975), novela da Rede Globo. No ano seguinte, chegou ao cinema com “Xica da Silva” (1976), de Cacá Diegues. Em ambas as produções, interpretou escravos, e a dificuldade de encontrar outros papeis o motivou desde cedo a se posicionar politicamente na luta contra o racismo. Ele chegou a escrever um artigo sobre o tema para o jornal O Globo, em 2010. Antônio voltou a interpretar escravos em outras produções de época, como “O Xangô de Baker Street” (2001) e “Quilombo” (1984). Neste longa, viveu o mítico Zumbi, novamente sob direção de Diegues. Foram, ao todo, 11 longas em sua filmografia, que também incluiu duas obras de Murillo Salles, “Nunca Fomos Tão Felizes” (1984) e “Seja o Que Deus Quiser” (2002). O último filme do qual participou foi “Quase Dois Irmãos” (2004), de Lúcia Murat. Na TV, fez muitas novelas e minisséries que marcaram época, entre elas “Lampião e Maria Bonita” (1982), “A Máfia no Brasil” (1984), “O Tempo e o Vento” (1985), “A Tenda dos Milagres” (1985), “Sinhá Moça” (1986), “O Outro” (1987), “Escrava Anastácia” (1990), “Pedra Sobre Pedra” (1992), “Fera Ferida” (1993), “Mulheres de Areia” (1993), “A Viagem” (1994), “O Rei do Gado” (1996), “Pecado Capital” (1998) e “A Casa das Sete Mulheres” (2003). Nos últimos anos, vinha trabalhando nas novelas da Record. Seu último trabalho na televisão foi em “Balacobaco”, em 2012, mas, por coincidência, ele pode ser visto atualmente no ar em duas reprises, “Prova de Amor” (2005) e “Chamas da Vida” (2008). A atriz Zezé Motta (a eterna Xica da Silva) postou uma mensagem de despedida em sua conta no Facebook. “Em choque, e com muito pesar que comunicado a perda do meu amigo e grande ator Antônio Pompêo. Juntos, trabalhos em ‘Xica da Silva’, ‘Quilombo’, entre tantos outros projetos no cinema, na televisão foram mais de 5 novelas onde tivemos a oportunidade em estarmos juntos… A dor é grande! Descanse em paz meu amigo.”
Até que a Sorte nos Separe 3 atinge 1,5 milhão de espectadores
O filme “Até Que a Sorte nos Separe 3” começou 2016 ultrapassando a marca de 1,5 milhão de espectadores nos cinemas brasileiros. O número foi atingido em menos de duas semanas após sua estreia e em pleno reinado de “Star Wars: O Despertar da Força”. Desde a estreia, “Até Que a Sorte nos Separe 3” se mantém como o segundo filme mais assistido do país. A produção estreou em número recorde de salas, 810, marcando a maior distribuição de um filme brasileiro em todos os tempos, o que contribuiu para seu sucesso. Segundo dados compilados pela Rentrak Brasil, a arrecadação da comédia já está em R$ 17 milhões. Novamente dirigido por Roberto Santucci e estrelado por Leandro Hassum, o terceiro filme da franquia também é o mais fraco de todos, com piadas ainda mais apelativas e televisivas, a ponto de contar com um esquete bem caricata sobre a presidente Dilma. Em 2015, apenas seis filmes nacionais tiveram mais de 1 milhão de espectadores – curiosamente, dois deles foram dirigidos por Santucci, enquanto outro foi estrelado por Hassum. Todas as 10 maiores bilheterias brasileiras do ano passado foram comédias.
Conheça os 10 filmes indicados ao prêmio dos Produtores de Hollywood, grande prévia do Oscar
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês) divulgou a lista dos indicados a seu prêmio anual, considerado a grande prévia do Oscar de Melhor Filme. Desde 2007, o vencedor dos PGA Awards também venceu o Oscar. Este ano, a disputa incluiu três ficções científicas, mas acabou deixando de fora, da lista de 10 destaques, “Star Wars: O Despertar da Força”. Além de “Mad Max: Estrada da Fúria”, “Perdido em Marte” e “Ex Machina”, a seleção ao prêmio de Melhor Filme do Ano inclui “A Grande Aposta”, “Ponte dos Espiões”, “Brooklyn”, “O Regresso”, “Sicario: Terra de Ninguém”, “Spotlight: Segredos Revelados” e “Straight Outta Compton – A História do N.W.A”. Vergonhosamente, um dos filmes, “Ex Machina”, foi lançado direto em DVD no Brasil. O prêmio também reverencia o melhor da produção televisiva, listando “Game of Thrones”, “Fargo”, “American Crime”, “House of Cards”, “Homeland”, “Mad Men” e “Better Call Saul” nas categorias de séries e minisséries. Os vencedores do PGA Awards serão revelados em cerimônia que acontecerá no hotel Hyatt Regency Century Plaza em Los Angeles, no dia 23 de janeiro. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir a lista completa dos indicados” state=”closed”] Indicados aos PGA Awards 2016 CINEMA Melhor filme A Grande Aposta Ponte dos Espiões Brooklyn Ex Machina Mad Max: Estrada da Fúria Perdido em Marte O Regresso Sicario: Terra de Ninguém Spotlight: Segredos Revelados Straight Outta Compton – A História do N.W.A Melhor documentário Amy The Hunting Ground O Peso do Silêncio Meru Something Better to Come Melhor animação Anomalisa O Bom Dinossauro Divertida Mente Minions Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme TELEVISÃO Melhor série dramática Better Call Saul Game of Thrones Homeland House of Cards Mad Men Melhor série cômica Inside Amy Schumer Modern Family Silicon Valley Transparent Veep Melhor minissérie ou telefilme American Crime American Horror Story: Hotel Fargo True Detective A Very Murray Christmas [/symple_toggle]
Os Oito Odiados: Veja a primeira e única imagem oficial de Channing Tatum no filme
Com o filme nos cinemas, a Weinstein Company finalmente divulgou a primeira imagem de Channing Tatum (“Magic Mike”) em “Os Oito Odiados”. Segundo revelou em entrevistas, o ator implorou ao diretor Quentin Tarantino para participar da produção e acabou conseguindo uma pequena participação, como um personagem chamado Jody. Até então, Tatum não tinha aparecido em nenhum material de divulgação do longa, nem sido mencionado em nenhuma publicidade oficial. A participação deveria ser uma surpresa, mas acabou vazando, como o roteiro e o próprio filme, antes da estreia. O novo western de Tarantino já pode ser visto no Brasil, graças a uma “pré-estreia” que antecipou seu lançamento na sexta (1/1) em 200 salas de cinema. Mas, oficialmente, a “estreia” continua marcada para a quinta, 7 de janeiro.
Atriz de Creed se junta a Natalie Portman em nova sci-fi do diretor de Ex-Machina
A atriz Tessa Thompson (“Creed: Nascido Para Lutar”) vai se juntar a Natalie Portman (“Thor”) e Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) no elenco de “Annihilation”, próxima ficção científica do cineasta Alex Garland (“Ex-Machina: Instinto Artificial”). A informação é do site The Wrap. O filme vai adaptar o livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, quatro mulheres de campos científicos diversos embarcam na 12ª expedição a uma região desabitada e abandonada, conhecida como Área X, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Falta, portanto, escalar ainda uma atriz. As filmagens estão marcadas para março e ainda não há previsão de estreia.
Rogue One: Surgem os primeiros nomes de personagens do spin-off de Star Wars
A febre por mais “Star Wars” já transformou o primeiro spin-off da franquia espacial, “Rogue One: A Star Wars Story”, no filme mais aguardado de 2016. Mas, com praticamente um ano inteiro até sua estreia, pouco ainda se sabe sobre a produção, além do elenco e sua premissa centrada no roubo dos planos de construção da Estrela da Morte. Agora, os nomes de alguns personagens começam a circular na internet. A primeira pista sobre o papel de Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”) surgiu no site Casting Call Pro, que lista a dublê Gabriele Fritz, que é bem parecida com a atriz britânica, como intérprete de Lyra Erso em “Rogue One”. Mesmo assim, o site Making Star Wars alerta que Fritz é mais alta que Jones, o que pode atrapalhar a teoria. Já o site do empresário de Riz Ahmed (“O Abutre”) revelou que ele interpretará Bodhi Rook no longa, antes do nome ser apagado da filmografia do ator. Não há maiores informações sobre quem seja Bodhi Rook ou Lyra Erso em nenhum outro lugar. Por outro lado, Mads Mikkelsen assinou um pôster de um fã identificando-se como Galen. Também pode ser um personagem novo, mas Galen Marek é o nome do aprendiz de Darth Vader no videogame “The Force Unleashed”. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: A Star Wars Story” estreia em 16 de dezembro deste ano.
Filme brasileiro vai disputar o Festival de Roterdã
O filme “A Cidade onde Envelheço”, da brasileira Marília Rocha (“A Falta que Me Faz”), foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Roterdã, um dos mais importantes eventos cinematográficos da Europa, centrado na revelação de novos talentos e valorização do cinema autoral. Primeiro longa-metragem de ficção de Marília, que já assinou três documentários, “A Cidade onde Envelheço” gira em torno da amizade entre duas mulheres portuguesas que migram para o Brasil. O filme já havia sido selecionado pelo programa de apoios financeiros do Festival de San Sebastian em sua fase de pós-produção. Ele vai disputar o prêmio Tiger com sete produções de seis países na 45ª edição do festival, que acontece de 27 de janeiro a 7 de fevereiro na Holanda. O vencedor recebe 40 mil euros, distribuídos entre o diretor e o produtor. Os outros títulos selecionados foram “History’s Future”, de Fiona Tan (Holanda), “Motel Mist”, de Prabda Yoon (Tailândia), “Oscuro Animal”, de Felipe Guerrero (Colômbia), “The Land of the Enlightened”, de Pieter-Jan de Pue (Bélgica), “La Ultima Tierra”, de Pablo Lamar (Paraguai), “Radio Dreams”, de Babak Jalai, e “A Eoman, A Part”, de Elisabeth Subrin (ambos dos Estados Unidos). O Brasil já venceu a mostra competitiva de Roterdã com “Baixio das Bestas”, de Claudio Assis, em 2007.
Filme promete a maior orgia já vista no cinema brasileiro
O filme “A Filosofia na Alcova”, adaptação do clássico literário homônimo, dirigido por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, vai incluir uma cena em que 60 pessoas participam de uma orgia. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o número de envolvidos na cena de sexo é recorde nacional, até mesmo diante da voracidade das produções da era da pornochanchada. A cena traz diversos figurantes nus e entretidos com apetrechos sadomasoquistas. “A gente anunciou nas redes sociais e aí foi aparecendo gente”, disse Ivan Cabral, em entrevista à Folha. “A ideia não era fazer um filme explícito, mas os atores se entregaram, uns treparam para valer”, completou. “Filosofia na Alcova” é baseado no romance publicado clandestinamente pelo Marquês de Sade sobre dois libertinos, que se propõem a ensinar educação sexual a uma garota virgem. Tendo como pano de fundo a França revolucionária, a obra popularizou o vocabulário sadomasoquista com conceitos derivados da aristocracia da época, como “posição” e “submissão”. A adaptação brasileira, porém, é passada em São Paulo e irá contrastar os trajes e costumes do século 18 com o mundo contemporâneo, em que limusines trafegam cheias de jovens nus, mas charretes ainda resistem, puxadas por escravos gêmeos. Segundo Vasquez, a ideia foi “fugir do realismo que marca o cinema brasileiro”, valorizando a linguagem teatral. Este é o segundo longa de Cabral e Vázquez, fundadores da companhia de teatro experimental Os Satyros, após a estreia com “Hipóteses Para o Amor e a Verdade”, lançado em agosto de 2015. Eles planejam filmar seu terceiro filme ainda em 2016: “Pessoas Perfeitas”, baseado num texto original do grupo teatral. “Filosofia na Alcova” não tem previsão de estreia comercial, mas deve participar de festivais antes de encarar o circuito.











