Estrela da série Quantico negocia papel no filme derivado de Baywatch
A atriz indiana e ex-Miss Mundo Priyanka Chopra, revelação da nova série “Quantico”, está negociando um papel no filme “Baywatch”, adaptação cinematográfica da série clássica que ficou conhecida no Brasil como “SOS Malibu”. A informação é do site Variety, que não divulgou maiores detalhes. Ela vai se juntar a Dwayne Johnson, Alexandra Daddario (ambos de “Terremoto – A Falha de San Andreas”), Zac Efron (“Vizinhos”) e à modelo Kelly Rohrbach, anteriormente confirmados na produção. Tudo indica que o filme será uma comédia ao estilo de outra adaptação bem-sucedida da TV, “Anjos da Lei”. Pelo menos, é o que aponta o envolvimento dos roteiristas Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”), Justin Malen (série “Trophy Wife”) e do diretor Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”). O filme “Baywatch” ainda não tem previsão de estreia definida.
Diretor de Creed é confirmado no filme do super-herói Pantera Negra
Dez dias após a notícia ter sido confirmada por várias fontes, o Marvel Studios oficializou o cineasta Ryan Coogler como diretor do filme “Pantera Negra”. Responsável pelos elogiados “Fruivale Station” (2013) e o recente “Creed: Nascido para Lutar”, Coogler estava no radar da Marvel há bastante tempo. O estúdio tentou atraí-lo para o projeto quando ele ainda estava envolvido na pós-produção de “Creed”. Na ocasião, teria dito que não se sentia preparado para o desafio. A repercussão do lançamento de “Creed”, contudo, mostra que ele já é um diretor mais que preparado. “Temos a sorte de ter um cineasta tão estimado juntando-se à família Marvel”, disse o presidente do estúdio Kevin Feige em um comunicado. “O talento demonstrado por Ryan em seus dois primeiros filmes o tornaram facilmente a nossa escolha prioritária para dirigir ‘Pantera Negra’. Muitos fãs esperaram muito tempo para ver o Pantera Negra em seu próprio filme, e com Ryan sabemos que nós encontramos o diretor perfeito para trazer a história de T’Challa à vida”. Apesar da declaração oficial, o acordo com Coogler foi feito após duas recusas. Em busca de um cineasta negro para o cargo, a Marvel ouviu antes o não de Ava DuVernay (“Selma”) e F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”). Com o diretor definido, a previsão é que o filme do “Pantera Negra” seja lançado nos cinemas no dia 6 de julho de 2018. Já o personagem, interpretado por Chadwick Boseman (“James Brown”), fará sua primeira aparição já neste ano, em “Capitão América: Guerra Civil”, que estreia em 28 de abril no Brasil.
Jamie Foxx será João Pequeno no novo filme de Robin Hood
O ator Jamie Foxx (“Django Livre”) viverá João Pequeno (Little John) no novo filme de Robin Hood, atualmente em desenvolvimento no estúdio Lionsgate. A informação é do site Deadline, que não diz se tratar de uma comédia. Se fosse, já seria possível imaginar as piadas sobre o que ele teria de pequeno – ou grande, conforme a lenda dos fora-da-lei de Sherwood. Ele vai se juntar aos já confirmados Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”), intérprete do novo Robin Hood, e Eve Hewson (série “The Knick”), filha do cantor Bono Vox, que viverá Lady Marian. O filme tem roteiro de Joby Harold, também responsável pela história de origem do Rei Artur, “Knights of the Roundtable: King Arthur”, que teve seu lançamento adiado indefinidamente. A direção está a cargo de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), que fará sua estreia no cinema. “Robin Hood: Origins” ainda inclui entre seus produtores o astro Leonardo DiCaprio (“O Regresso”), e até o momento não tem previsão de estreia.
Versão jovem de Han Solo pode estrear em Rogue One, próximo filme de Star Wars
Os fãs de “Star Wars” podem conhecer a versão juvenil de Han Solo antes do esperado. Ao publicar uma lista de candidatos ao papel no futuro spin-off dedicado ao personagem, previsto apenas para 2018, a revista Variety revelou que a razão para a escolha acontecer com tanta antecedência seria a participação do herói no filme que estreia já neste ano, “Rogue One – A Star Wars Story”. De acordo com a Variety, o jovem Han Solo deverá ser introduzido na trama, numa pequena aparição, o que faz com que o estúdio precise definir o ator antes de iniciar a produção de seu filme, com o perdão do trocadilho, solo. Aproximadamente 12 atores estariam na lista final de candidatos, dentre eles Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), Ansel Elgort (“Divergente”), Dave Franco (“Vizinhos”), Jack Reynor (“Transformers – Era da Extinção”), Scott Eastwood (“Uma Longa Jornada”), Logan Lerman (“Corações de Ferro”), Emory Cohen (“Brooklyn”) e Blake Jenner (série “Glee”). “Rogue One – A Star Wars Story” será a primeira produção de uma série de spin-offs programados com o objetivo de explorar histórias independentes da franquia, sem ligação direta com os filmes principais, chamados de Episódios. Por sinal, a época em que se passa a trama, entre os eventos mostrados entre “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e “Guerra nas Estrelas” (1977), coincide com o período que será abordado no próximo spin-off, dedicado a Han Solo. A estreia do primeiro spin-off está marcada para o dia 15 de dezembro deste ano, enquanto o próximo terá lançamento apenas em 25 de maio de 2018.
David Bowie (1947 – 2016)
Morreu o cantor David Bowie, um dos artistas mais importantes do século 20, que além de um inestimável legado musical também se destacou no cinema, ao estrelar filmes cultuados como a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e o terror “Fome de Viver” (1983). Ele faleceu no domingo (10/8) após uma batalha de 18 meses contra um câncer, informou sua assessoria de imprensa. Nascido David Robert Jones em Londres em 8 de janeiro de 1947, Bowie adotou o nome artístico com o qual ficou famoso em 1966, para não ser confundido com Davy Jones, cantor da banda The Monkees. Ele tocou saxofone, trabalhou com mímica e passou por várias bandas até iniciar sua carreira solo. Seu primeiro hit, lançado em 1969, foi a música “Space Oddity”, uma ode ao astronauta perdido no espaço Major Tom, que consagraria sua ligação com a sci-fi. Este elo seria ainda mais fortalecido com o lançamento, em 1972, do álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, em que Bowie concebeu sua persona de rock star alienígena. Foi esta relação que levou o cineasta Nicolas Roeg a convidá-lo a estrelar seu primeiro longa-metragem. Mas Bowie já vinha atuando desde o início da carreira musical, fazendo teatro e mímica, tendo iniciado no cinema com um curta de terror de 1967, “The Image”. Em “O Homem que Caiu na Terra” (1976), Bowie deu vida a um alienígena disfarçado de cientista visionário, que vem à Terra em busca de água para salvar seu planeta natal. Com imagens marcantes, o filme ganhou status de cult e influenciou os próximos passos estéticos da carreira do cantor. Além de se dedicar a uma sonoridade mais “futurista”, que viria a influenciar a new wave, Bowie usou fotos do filme nas capas de dois de seus discos mais célebres, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Ele teve outro papel marcante em “Apenas um Gigolô” (1978), como um gigolô de mulheres ricas na Berlim dos anos 1920. Na época da produção, Bowie vivia justamente em Berlim, absorvendo influências do kraut rock para seus discos mais inovadores. E apesar da música-tema ter sido gravada por Marlene Dietrich (em seu último longa-metragem), a trilha de “Apenas um Gigolô” registrou a primeira música composta por Bowie para o cinema, “Revolutionary Song”. Sua ligação com Berlim voltou a ser explorada em outro filme cult, “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), no qual interpretou a si mesmo, cantando seus sucessos durante um show visto pela jovem protagonista (Natja Brunckhorst). A ênfase em suas músicas dividiu espaço na trama com cenas sórdidas, de consumo de drogas e sexo em banheiros imundos da cidade que, na época, era considerada a capital mais punk do mundo. Bowie voltou a Londres, mas manteve sua ligação com a cultura alemã ao interpretar um texto do grande dramaturgo bávaro Bertolt Brecht no telefilme “Baal” (1982), produção da BBC em que viveu o papel-título. Fã de Brecht, o cantor já havia gravado “Alabama Song” em 1980 e, após “Baal”, lançou um disco com cinco músicas da peça. A paixão pelo teatro também o levou a estrelar uma montagem de “O Homem Elefante” na Broadway. E essa performance acabou convencendo o grande mestre Nagisa Ôshima (“O Império dos Sentidos”) a lhe dar o papel principal, como um prisioneiro de guerra, em “Furyo, Em Nome da Honra” (1983). “Furyo” chegou a causar polêmica por mostrar a tensão homossexual exercida por Bowie sobre seu captor, um oficial japonês vivido por outro músico, Ryuichi Sakamoto – premiado, inclusive, pela trilha sonora do filme. E para evitar censura do estúdio em sua primeira incursão ocidental, Oshima assumiu riscos, recusando-se a fazer cópias para enviar a película original pelo correio, para ser editada no Japão, longe dos executivos da Recorded Picture Company, enquanto conduzia as filmagens. No mesmo ano, Bowie ainda incorporou um vampiro em outro trabalho cult: “Fome de Viver” (1983), primeiro filme do diretor inglês Tony Scott (“Top Gun”). O terror abria com um show underground da banda Bauhaus (que já havia gravado um cover de “Ziggy Stardust”) e, com sua estética próxima dos videoclipes, ajudou a popularizar o som e o visual da juventude gótica. O próprio Bowie tinha antecipado esta tendência com a faixa-título do disco “Scary Monsters”, em 1980, e consolidou sua influência sobre aquela era com a composição da música-tema do terror “A Marca da Pantera” (o hit “Putting Out the Fire”), também lançado em 1983. Com a experiência adquirida no cinema, ele começou a dirigir seus primeiros clipes no começo dos anos 1980, como o célebre “Ashes to Ashes” e “Loving the Alien”. Mas um clipe mais elaborado, para a música “Blue Jean”, o levou a trabalhar com o diretor Julien Temple (do filme dos Sex Pistols, “The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”). Os dois ficaram amigos e Bowie topou estrelar o próximo longa do cineasta, o musical “Absolute Beginners” (1986). Adaptação do romance de Colin MacInnes, Absolute Beginners era uma homenagem à juventude londrina do final dos anos 1950, basicamente pré-mod, e trazia Bowie, como um guru motivacional, cantando duas músicas, inclusive a faixa-título. Ambicioso, o filme acabou decepcionou nas bilheterias, mas ganhou sobrevida como artefato dos anos 1980, graças às participações de artistas como Patsy Kensit, Sade, Jerry Dammers e o grupo Style Council. A impressionante lista de cults de sua filmografia ainda inclui outro projeto repleto de celebridades, a comédia “Um Romance Muito Perigoso” (1985), do diretor John Landis (que fez “Um Lobisomem Americano em Londres” e o famoso clipe de “Thriller”, de Michael Jackson). No filme, Bowie vivia um assassino profissional no encalço da ladra de jóias interpretada por Michelle Pfeiffer (“Batman 2”), mas o elenco era praticamente submerso pela quantidade de figurantes notáveis, a maioria deles cineastas, como Roger Vadim, David Cronenberg, Jonatham Demme, Lawrence Kasdan, Don Siegel, Jack Arnold, Paul Mazursky, Jim Henson, etc. O cantor acabou trabalhando com um desses diretores logo em seguida, ao viver o rei duende de “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986), clássico infantil de Jim Henson. Último longa do criador dos “Muppets”, o filme trazia Bowie sob a maquiagem de uma criatura mágica, que, ao atender a um desejo da jovem Jennifer Connelly (vencedora do Oscar por “Uma Mente Brilhante”), então com 16 anos de idade, gera consequências terríveis. Infelizmente, nem a atração de novos bonecos fantoches impediu seu fracasso nas bilheterias. Henson ficou tão abatido que nunca mais filmou novamente, mas a passagem do tempo também fez deste mais um cult na filmografia de Bowie. De fato, o artista tinha uma forte intuição a respeito de que papeis deveria interpretar, causando frisson pelo simples fato de aparecer em cena em determinado contexto. Isto o levou a viver desde um tubarão na comédia “O Pirata da Barba Amarela” (1983) até Pôncio Pilatos em “A Última Tentação de Cristo” (1988), o retrato polêmico da crucificação de Jesus dirigido por Martin Scorsese. Também o colocou com um distintivo do FBI no filme derivado da série “Twin Peaks”, “Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), e até sob a peruca de Andy Warhol na cinebiografia “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996). Nem todos os seus filmes, porém, resistiram para a posteridade. Embora simpático, “Romance por Interesse” (1991) não causou a menor repercussão. E a curiosidade tinha limites, como demonstraram suas participações em alguns filmes B do final de sua carreira: o spaghetti western “Duelo de Forasteiros” (1998), única chance de ver Bowie como cowboy, o policial “Everybody Loves Sunshine” (1999), no qual contracenou com o DJ Goldie, a fantasia “Mr. Rice’s Secret” (2000) e o thriller “Reação Colateral” (2008), grandes desperdícios de seu talento. Ele também serviu de anfitrião para a série de terror “The Hunger”(1997–2000), produção de Tony Scott, que evocava o título original de “Fome de Viver”. E encerrou sua filmografia com dois grandes personagens finais. Além de interpretar o inventor Nikola Tesla na fantasia “O Grande Truque” (2006), de Christopher Nolan, ele se dedicou a seu último e grande papel, como o cantor David Bowie. Bowie viveu Bowie na comédia “Zoolander” (2001), nas séries “Full Stretch” (em episódio de 1993), “Nathan Barley” (em 2005) e “Extras” (em 2006), e no musical adolescente “High School Band”, seu último filme, lançado em 2009, dedicando, desde então, suas interpretações finais aos clipes de seus últimos álbuns, “The Next Day” (2013) e o recém-lançado “Blackstar” (2016). Em seu último vídeo, “Lazarus”, lançado três dias antes de sua morte, ele aparecia numa cama de hospital, saindo de cena num armário escuro, similar a um caixão, vestindo a roupa da contracapa do disco “Station to Station”. O produtor Tony Visconti, responsável por “Blackstar” e parceiro de Bowie desde os anos 1960, disse que o cantor fez de seu último disco uma cerimônia de despedida. Segundo ele, o disco foi concebido para ser uma espécie de adeus aos fãs. “Sua morte não foi diferente da sua vida: uma obra de arte. Ele fez ‘Blackstar’ para nós, foi um presente de despedida. Eu sabia, há um ano, que seria assim. No entanto, não estava preparado”. Distante da mídia nos últimos anos, Bowie já vinha se despedindo dos amigos há tempos. Segundo sua biógrafa Wendy Leigh, ele sofreu seis ataques cardíacos nos últimos anos. “Ele estava muito perto do limite, mas eu acredito que David dirigiu sua vida e sua morte”, disse a escritora em entrevista à BBC. “Acredito que Iman (mulher do músico), por mais trágico que seja para ela, que Duncan (filho do músico), por mais trágico que seja, estavam preparados dia a dia, mês a mês, ano a ano para o dia de sua passagem”. A modelo Iman era a mulher de Bowie desde 1992. Duncan é o filho do primeiro casamento do cantor, com Angela Bowie (que soube da morte de Bowie de forma horrível, pela produção do reality show “Celebrity Big Brother”, onde está confinada). O jovem herdeiro do sobrenome Jones é diretor de cinema e se especializou no gênero que projetou o pai, a ficção científica, tendo dirigido os elogiados filmes “Lunar” (2009) e “Contra o Tempo” (2011). Os fãs, porém, não sabiam a luta que o cantor travava, especialmente diante da qualidade artística de “Blackstar”. “Talentoso. Único. Genial. Inovador. O homem que caiu na Terra. Seu espírito viverá eternamente”, resumiu Madonna, em meio a a onda de comoção mundial, que inundou as redes sociais.
O Regresso é o grande vencedor do Globo de Ouro 2016
O Globo de Ouro 2016 entregou alguns prêmios irrelevantes na noite de domingo (10/1), conforme destacou o apresentador Ricky Gervais, que, entre suas várias piadas de baixo nível, aproveitou para destacar o formato anatomicamente adequado do troféu, “um pedaço de metal que alguns jornalistas senis distribuem para poder tirar selfies com famosos”. “Não tem importância nenhuma”, resumiu. Quando a estatueta anatômica chegou nas mãos de Lady Gaga, premiada como Melhor Atriz em Minissérie, deu para ver que Gervais falava sério. Mas o ponto alto ainda viria na consagração do “hilário” (segundo Gervais) “Perdido em Marte”, que venceu dois prêmios como Melhor Filme de Comédia e Melhor Ator em Comédia (Matt Damon). Nas categorias de cinema, ele só foi superado por “O Regresso”, o grande vencedor da noite com três troféus: Melhor Filme de Drama, Melhor Ator em Drama (Leonardo DiCaprio) e Melhor Diretor de Drama (Alejandro González Iñárritu). Claro que “O Regresso” é o filme a ser batido no Oscar, mas a premiação na categoria errada de “Perdido em Marte” foi basicamente uma homenagem a Ridley Scott, que, apesar de sua carreira bem-sucedida, nunca tinha sido premiado antes – ele levou o Globo como produtor da “comédia”. E este, de fato, foi o principal mote do Globo de Ouro 2016, uma cerimônia de homenagens. As homenagens incluíram o troféu para Ennio Morricone, que segundo Quentin Tarantino, em seu discurso de agradecimento no lugar do compositor italiano, nunca tinha vencido um prêmio antes em Hollywood – não é verdade, já que o próprio Globo de Ouro o premiou pela trilha de “A Missão” em 1987, mas fazia tempo que ele não vencia. Quem, de fato, nunca tinha sido premiado antes, Sylvester Stallone, vencedor como Melhor Ator Coadjuvante por “Creed”, foi mais aplaudido até que o homenageado oficial do evento, Denzel Washington, merecedor de um troféu pela carreira – que ele próprio pareceu não levar a sério. Entre as séries, houve supervalorização de “Mozart in the Jungle”, premiada como Melhor Série de Comédia e Melhor Ator de Comédia (Gael Garcia Bernal), e “Mr. Robot”, também vencedora de dois prêmios: Melhor Série e Melhor Ator Coadjuvante – o que, por sua vez, propiciou homenagem a Christian Slater. Assim, o Globo de Ouro manteve sua peculiaridade de tentar adivinhar tendências, ao reconhecer atrações em seus primeiros anos de produção, além de reverenciar intérpretes estreantes, como Lady Gaga e Rachel Bloom – premiadas como Melhor Atriz, respectivamente por “American Horror Story” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Por fim, a vitória de dois mexicanos, Bernal e Iñárritu, além do guatemalteco Oscar Isaac (pela minissérie “Show Me a Hero”), pode servir de dica para Wagner Moura afiar seu espanhol para o próximo ano, quando não enfrentará mais a concorrência de Jon Hamm, o homenageado na categoria de Melhor Ator, pela temporada final de “Mad Men”. Outros prêmios, que incluem troféus para Jennifer Lawrence e Kate Winslet, servem mais para lembrar, como “brinca” Gervais, como o Globo de Ouro adora famosos. O evento é mesmo, no final das contas, um programa de TV obcecado em ter mais audiência e mais flashes de celebridades que o Oscar. E quando fãs derrubam redes sociais por um abraço entre “Leo e Kate”, trazendo à tona o “Titanic” na comemoração de suas vitórias, não há dúvida de que esse objetivo foi cumprido. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir a lista completa dos vencedores” state=”closed”] Vencedores do Globo de Ouro 2016 CINEMA Melhor filme de drama O Regresso Melhor ator em filme dramático Leonardo DiCaprio – O Regresso Melhor atriz em filme dramático Brie Larson – O Quarto de Jack Melhor diretor Alejandro González Iñárritu – O Regresso Melhor filme de comédia ou musical Perdido em Marte Melhor ator em comédia ou musical Matt Damon – Perdido em Marte Melhor atriz em comédia ou musical Jennifer Lawrence – Joy: O Nome do Sucesso Melhor ator coadjuvante Sylvester Stallone – Creed: Nascido para Lutar Melhor atriz coadjuvante Kate Winslet – Steve Jobs Melhor roteiro Aaron Sorkin – Steve Jobs Melhor animação Divertida Mente Melhor trilha sonora Os 8 Odiados Melhor canção original “Writing’s On The Wall” – 007 Contra Spectre Melhor filme estrangeiro O Filho de Saul (Hungria) TELEVISÃO Melhor série dramática Mr. Robot Melhor série cômica Mozart in the Jungle Melhor ator em série dramática Jon Hamm – Mad Men Melhor atriz em série dramática Taraji P. Henson – Empire Melhor ator em série de comédia Gael Garcia Bernal – Mozart In The Jungle Melhor atriz em série de comédia Rachel Bloom – Crazy Ex-Girlfriend Melhor ator em minissérie ou telefilme Oscar Isaac – Show Me A Hero Melhor atriz em minissérie ou telefilme Lady Gaga – American Horror Story: Hotel Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme Christian Slater – Mr. Robot Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme Maura Tierney – The Affair Melhor minissérie ou telefilme Wolf Hall [/symple_toggle]
Star Wars: O Despertar da Força vira a 3ª maior bilheteria de todos os tempos
“Star Wars: O Despertar da Força” não dá mostras de diminuir seu ímpeto. Com a arrecadação deste fim de semana, o filme de J.J. Abrams tornou-se o primeiro a superar os US$ 800 milhões de arrecadação nos EUA. Também atingiu a maior bilheteria de todos os tempos no Reino Unido (com US$ 161,4 milhões) e bateu o recorde de estreia num sábado na China, somando US$ 53 milhões em seus dois dias primeiros em cartaz no país. Este faturamento já deixou os demais blockbusters do ano passado numa galáxia distante, levando o novo “Star Wars” ao 1º lugar entre todos os títulos lançados em 2015. A concorrência já tinha sido superada nos EUA na semana passada, mas agora a produção da Disney também deixou para trás “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” no mercado internacional. Com US$ 1,7 bilhão de arrecadação mundial, “Star Wars: O Despertar da Força” comemora a conquista da 3ª maior bilheteria de todos os tempos. Apenas dois filmes fizeram mais sucesso que ele, “Titanic” (US$ 2,1 bilhão) e “Avatar” (US$ 2,7 bilhão). Ainda sob o impacto do lançamento da sci-fi espacial, o mercado americano registrou apenas uma estreia ampla na semana, o terror “Floresta Maldita”, com Natalie Dormer (série “Game of Thrones”), num desempenho medíocre. Fez US$ 13 milhões e abriu em 4º lugar sob pancadaria sem misericórdia da crítica (12% de aprovação no site Rotten Tomatoes). Em compensação, o western “O Regresso”, estrelado por Leonardo DiCaprio, ampliou seu circuito, após duas semanas em circuito limitado, e surpreendeu as expectativas, assumindo o 2º lugar com US$ 38 milhões de arrecadação – apenas US$ 3 milhões abaixo do faturamento de “Star Wars” nos últimos três dias. Como o filme havia vazado na internet, o desempenho surpreendeu a 20th Century Fox. É interessante comparar a subida de “O Regresso” com a queda de “Os Oito Odiados”. Ambos são westerns, foram lançados no mesmo dia em circuito limitado, tiveram cópias vazadas na internet antes da estreia e traçaram estratégias similares para ampliar suas distribuições. Mas enquanto o aumento de salas impulsionou o longa de Alejandro González Iñárritu, o filme de Quentin Tarantino desabou várias posições e foi parar no 6º lugar, rendendo US$ 6,3 milhões em sua terceira semana em cartaz. Também lançados em 25 de dezembro nos EUA, “Joy”, com Jennifer Lawrence, e “Um Homem entre Gigantes”, com Will Smith, vêm enfrentando ainda mais dificuldades para se manter no ranking, refletindo o desinteresse do público, após a falta de indicações na temporada de premiações. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir as 10 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA ” state=”closed”] BILHETERIA: TOP 10 EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 41,6 milhões Total EUA: US$ 812 milhões Total Mundo: US$ 1,7 bilhão 2. O Regresso Fim de semana: US$ 38 milhões Total EUA: US$ 39,5 milhões Total Mundo: US$ 59,7 milhões 3. Pai Em Dose Dupla Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 116,3 milhões Total Mundo: US$ 154,2 milhões 4. Floresta Maldita/a> Fim de semana: US$ 13 milhões Total EUA: US$ 13 milhões Total Mundo: US$ 13 milhões 5. Irmãs Fim de semana: US$ 7,1 milhões Total EUA: US$ 74,8 milhões Total Mundo: US$ 83 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 6. Os Oito Odiados Fim de semana: US$ 6,35 milhões Total EUA: US$ 41,4 milhões Total Mundo: US$ 41,4 milhões 7. A Grande Aposta Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 52,5 milhões 8. Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 75,6 milhões Total Mundo: US$ 111,8 milhões 9. Joy – O Nome do Sucesso Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 46,5 milhões Total Mundo: US$ 70,6 milhões 10. Um Homem Entre Gigantes Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 30,9 milhões Total Mundo: US$ 32,3 milhões [/symple_column] [/symple_toggle]
Pipoca Moderna – Top 10: Os Melhores Filmes em DVD e VOD de 2015
Alguns dos melhores filmes de 2015 não passaram nos cinemas brasileiros. Não deixa de ser curioso que, entre eles, encontrem-se filmes de ficção científica, terror, comédia, ação e romance, gêneros bastante populares. Para deixar qualquer um perplexo, “Ex Machina: Instinto Artificial”, que a distribuidora achou que não valia a pena exibir nos cinemas, não só é um dos filmes mais premiados do ano, como é a melhor sci-fi de um ano repleto de boas ficções científicas. Da lista abaixo, a única produção feita especificamente para plataforma digital é “Beasts of No Nation”, um filme do Netflix, que ainda assim teve lançamento limitado nos cinemas americanos. Aqui, só para assinantes. E o maior problema é justamente a exclusividade de alguns títulos em VOD, lançados em plataformas concorrentes. Assim, quem assinar Netflix tem acesso a “Beasts” e “O Senhor Babadook” (por sinal, o melhor terror de 2015), mas “Dope” está disponível para assinantes do PlayStation e Google Play, enquanto “Palo Alto”, que quase entrou no Top 10, consta do Telecine Play. Neste sentido, os lançamentos em DVD são mais democráticos, ainda que com imagem do século passado. E este é outro detalhe trágico: o Bluray não é o padrão do mercado de vídeos nacionais. Para confirmar o desinteresse dos cinemas em exibir bons filmes, as distribuidoras já anunciaram para as próximas semanas os lançamentos direto em DVD de “Descompensada” (melhor comédia de 2015), “Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer” (vencedor do Festival de Sundance de 2015), “Sr. Sherlock Holmes” (Ian McKellen como Sherlock Holmes!) e “The Beach Boys – Uma História de Sucesso” (que esconde, sob a tradução imbecil, o sublime “Love & Mercy”). Inevitável reparar que, enquanto alguns dos melhores filmes ficam restritos à telinha, subprodutos da TV brasileira entopem os cinemas. CONFIRA TAMBÉM O TOP 25 DOS MELHORES FILMES DE 2015 CONFIRA TAMBÉM O TOP 10 DOS MELHORES FILMES BRASILEIROS DE 2015 CONFIRA TAMBÉM O TOP 30 DAS MELHORES SÉRIES DE 2015 1. Ex Machina: Instinto Artificial Lançamento em DVD (6/8/15) 2. Beasts of No Nation Lançamento em VOD (16/10/15) 3. O Predestinado Lançamento em DVD e Bluray (24/3/15) 4. O Senhor Babadook Lançamento em VOD (2/6/15) 5. Dope – Um Deslize Perigoso Lançamento em DVD e VOD (11/11/15) 6. A Entrega Lançamento em DVD e VOD (6/3/15) 7. Orgulho e Esperança Lançamento em DVD e VOD (1/10/15) 8. No Auge da Fama Lançamento em DVD, Bluray e VOD (21/5/15) 9. Nos Bastidores da Fama Lançamento em DVD e Bluray (25/3/15) 10. A Viatura Lançamento em DVD (8/12/15)
Pipoca Moderna – Top 25: Os Melhores Filmes de 2015
2015 foi um ano com blockbusters acima da média, com “Mad Max: A Estrada da Fúria” reescrevendo as regras do cinema de ação e “Divertida Mente” mostrando-se mais original que os lançamentos do circuito de arte. Mas o melhor filme foi tão cerebral quanto visceral. Movido à adrenalina e jazz, “Whiplash – Em Busca da Perfeição” criou arte com sangue, numa história de obsessão artística bem mais impactante que o celebrado “Cisne Negro” (2010). Venceu o Festival de Sundance e três Oscars, além de consagrar o ator J.K. Simmons com praticamente todos os prêmios a que concorreu. O filme de Damien Chazelle é de 2014, mas só estreou no Brasil em janeiro de 2015. A seleção abaixo considerou apenas os lançamentos realizados ao longo de 2015 nos cinemas do país. Junto da data de estreia, também foi destacada a quantidade de salas que recebeu cada título. Ver que “Whiplash”, considerado o melhor filme do ano, foi lançado em apenas 16 salas devia causar indignação. Mas, na lista dos 25, há 9 filmes com distribuição pior ainda. Um deles chegou em apenas 4 salas. Ou seja, é de se esperar que a seleção cause estranheza no público, que não teve acesso à maioria desses filmes. Por outro lado, pode servir para instigar a curiosidade e levar à procura desses títulos em outras mídias. CONFIRA TAMBÉM O TOP 10 DOS MELHORES FILMES BRASILEIROS DE 2015 CONFIRA TAMBÉM O TOP 10 DOS MELHORES FILMES EM DVD E VOD DE 2015 CONFIRA TAMBÉM O TOP 30 DAS MELHORES SÉRIES DE 2015 1. Whiplash – Em Busca da Perfeição Lançamento em 16 salas (8/1/15) 2. Mad Max: Estrada da Fúria Lançamento em 1.007 salas (14/5/15) 3. Divertida Mente Lançamento em 864 salas (18/6/15) 4. Casa Grande Lançamento em 34 salas (16/4/15) 5. Dois Dias, Uma Noite Lançamento em 20 salas (5/2/15) 6. Leviatã Lançamento em 8 salas (15/1/15) 7. Birdman Lançamento em 77 salas (29/01/15) 8. O Clube Lançamento em 12 salas (1/10/15) 9. O Diário da Esperança Lançamento em 4 salas (16/4/15) 10. 45 Anos Lançamento em 11 salas (28/10/15) 11. Respire Lançamento em 13 salas (7/10/15) 12. Perdido em Marte Lançamento em 700 salas (1/10/15) 13. O Clã Lançamento em 76 salas (9/12/15) 14. Expresso do Amanhã Lançamento em 150 salas (27/8/15) 15. Pecados Antigos, Longas Sombras Lançamento em 8 salas (3/12/15) 16. A Pele de Vênus Lançamento em 26 salas (24/9/15) 17. Velozes e Furiosos 7 Lançamento em 1.046 salas (2/4/15) 18. Straight Outta Compton – A História do N.W.A. Lançamento em 66 salas (29/10/15) 19. Sicario Lançamento em 80 salas (22/10/15) 20. Acima das Nuvens Lançamento em 24 salas (8/1/15) 21. Força Maior Lançamento em 10 salas (23/12/15) 22. Victoria Lançamento em 7 salas (23/12/15) 23. Corrente do Mal Lançamento em 160 salas (27/8/15) 24. O Conto da Princesa Kaguya Lançamento em 6 salas (16/7/15) 25. Star Wars: O Despertar da Força Lançamento em 1.339 salas (17/12/15)
Ridley Scott pode dirigir adaptação cinematográfica da série clássica O Prisioneiro
O cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) pode filmar mais uma ficção científica em breve. Ele está sendo sondado pela Universal Pictures para dirigir a adaptação da série britânica “O Prisioneiro”, distopia clássica dos anos 1960. O projeto está sendo desenvolvido há vários anos pelo estúdio, que anteriormente chegou a abrir conversas com diretores tão diferentes quanto Simon West (“Os Mercenários 2”) e Christopher Nolan (“Interestelar”). A produção também chegou a encomendar roteiros para Christopher McQuarrie (Missão Impossível: Nação Fantasma”), o casal David e Janet Peoples (“Os 12 Macacos”) e, mais recentemente, William Monahan (“Os Infiltrados”). Criada e estrelada por Patrick McGoohan em 1967, a série acompanhava um agente inglês que, após se demitir do serviço secreto, é sequestrado e levado para uma ilha conhecida apenas como A Vila. Lá, ele encontra dezenas de outras pessoas que não tem a menor ideia de como chegaram ali, mas também não sabem como escapar. Todos eles são identificados apenas por números, e o protagonista para a ser conhecido como Número 6, enquanto enfrenta tortura psicológica para revelar porque pediu demissão. “O Prisioneiro” já ganhou um revival recente: uma minissérie de 2009 levou outro agente para A Vila (Jim Caviezel, da série “Pessoa de Interesse”). Ainda não há cronograma de produção nem previsão de lançamento para a adaptação cinematográfica. Atualmente, Ridley Scott está trabalhando em “Alien: Covenant”, continuação de “Prometheus” (2012), que estreia em outubro de 2017.
Diretores contam como será o começo de Capitão América: Guerra Civil
Os irmãos Joe e Anthony Russo contaram como será o começo de “Capitão América: Guerra Civil”, em entrevista ao site Comic Book Movie, na qual detalharam a trama da produção. O filme vai encontrar os personagens logo após o final de “Vingadores: Era de Ultron”. “Nós encontraremos o Capitão líder dos Vingadores. Ele vai atrás da Feiticeira Escarlate e a traz para o grupo, e os vemos em uma missão no início do filme. O efeito que o Ultron teve sobre todos certamente será algo central para o longa. É muito forte. Estamos lidando com questões de danos colaterais, o imperialismo, os direitos de que os super-heróis têm de perseguir os vilões através das fronteiras. É muito politizado. E o Capitão terá de lidar com tudo isso no início”, contou Joe Russo. Entretanto, após outro incidente internacional envolver os Vingadores, a pressão política resulta na busca de um meio de controlar os heróis. Mas quando o governo cria um órgão para supervisionar os Vingadores, o super time de heróis se divide, com o Capitão América se opondo à intervenção e o Homem de Ferro disposto a apoiar a fiscalização de seus atos. Isto leva a uma cisão e a um confronto entre os heróis. Para dar grandiosidade ao conflito, o filme junta uma galeria impressionante de super-heróis: Capitão América (Chris Evans), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), Homem-Formiga (Paul Rudd), Sharon Carter (Emily VanCamp), Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”) e até o Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). Os coadjuvantes de luxo incluem o General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), além dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Para completar, ainda há Martin Freeman (“O Hobbit”) num papel não revelado. Novamente dirigido pelos irmãos Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Filme de Han Solo deve se passar 10 anos antes do primeiro Guerra nas Estrelas
O roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) revelou que o filme de origem de Han Solo se passará 10 antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (também conhecido como “Star Wars: Uma Nova Esperança”, por quem viu Han “sacar primeiro”), o longa que inaugurou a franquia em 1977. “O filme não será sobre onde ele nasceu e como ele foi criado”, disse Kasdan em entrevista ao site Indiewire, descartando a aparição de Han Solo adolescente. “Eu acredito que se passará uns 10 anos antes de ‘Guerra nas Estrelas’, talvez até tenhamos um vislumbre do que aconteceu um pouco antes desse filme”, adiantou. Em entrevista anterior, Kasdan afirmou que não queria um ator parecido com Harrison Ford, mas que tivesse o mesmo carisma no longa derivado. A seleção, segundo alguns rumores, estaria selecionando o intérprete entre 2.500 atores, com idade entre 18 a 32 anos – entre os candidatos, estariam Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Ansel Elgort (“Divergente”), Dave Franco (“Vizinhos”), Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), Nick Robinson (“Jurassic World”), Chandler Riggs (série “The Walking Dead”), Hunter Parrish (série “Weeds”), Rami Malek (série “Mr. Robot”), Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Ed Westwick (série “Gossip Girl”), Tom Felton (série “Harry Potter”), Joshua Sasse (série “Galavant”), Colton Haynes (série “Arrow”), Jack Reynor (série “Transformers”), Max Thieriot (série “Bates Motel”) e Logan Lerman (“Corações de Ferro”). Escrito por Kasdan, o spin-off será dirigido por Christopher Miller e Phil Lord, dupla responsável pelas franquias “Uma Aventura LEGO” e “Anjos da Lei”. A estreia está programada para 25 de maio de 2018.
Nina Dobrev e Ruby Rose se juntam a Vin Diesel na sequência de Triplo X
A atriz búlgara Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”) e a australiana Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”) vão se juntar a Vin Diesel na sequência do filme de ação “Triplo X” (2002), batizada de “xXx: The Return of Xander Cage”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Nina será uma hacker sarcástica e Ruby uma atiradora mortal. A última confirmou sua participação pelo Instagram, onde postou uma foto de seu treinamento como sniper. Já Nina tem sido mais discreta, postando apenas imagens de sua “diversão” radical na virada do ano – como paraquedismo e mergulho. O elenco internacional também vai contar com os astros de ação asiáticos Jet Li (“Os Mercenários”) e Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a modelo e atriz indiana Deepika Padukone (“Piku”) e o lutador irlandês do MMA Conor McGregor. Não está claro se todos serão aliados de Diesel, mas, ainda segundo o THR, os produtores pretendem aproximar “Triplo X” de “Velozes & Furiosos”, juntando diversos coadjuvantes numa equipe liderada pelo astro carismático. Além de Diesel, outro veterano da franquia, Samuel L. Jackson está confirmado na produção, que deve começar a ser filmada ainda este mês. O filme tem direção de D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e roteiro de Chad St. John (do vindouro “Invasão à Londres”), com revisão de F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”). Ainda não há previsão para o lançamento, que só deve chegar aos cinemas em 2017.










