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Filme

Guia da Pipoca: Estreias de cinema incluem tubarões e Carolina Dieckmann

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    Carol é um dos filmes mais belos da temporada de premiações

    28 de janeiro de 2016 /

    Um dos filmes mais belos desta atual temporada de premiações é “Carol”, de Todd Haynes, cineasta que já havia mostrado sua sensibilidade no trato de relacionamentos proibidos no igualmente ótimo “Longe do Paraíso” (2002), que também se passava na década de 1950 e que emulava, de maneira mais forte, o cinema de Douglas Sirk, o mestre do melodrama na velha Hollywood. A diferença é que nos filmes de Haynes, e em “Carol” especificamente, as emoções são mais contidas. Como numa tentativa de captar também o sentimento de impotência diante de uma sociedade que não permite seguir impulsos fora da norma. As paixões devem ser tolhidas ou muito bem escondidas, o que não é fácil, especialmente para uma mulher casada, como é o caso de Carol, vivida brilhantemente por Cate Blanchett. Conhecemos inicialmente Carol pelos olhos assustados, mas também muito curiosos, de Therese (Rooney Mara), uma moça que trabalha como balconista em uma loja de departamentos e que sonha em ser fotógrafa. É nessa loja que as duas se descobrem, com uma troca de olhares e de informações e um par de luvas esquecido que faz com que Therese queira mudar de vida, deixar para trás tudo aquilo que não lhe faz mais sentido, inclusive o namorado. Já Carol tem uma história de vida mais longa e complicada. Está passando por um processo de divórcio e tem uma filha que ela corre o risco de perder na justiça para o marido. Aliás, a questão da filha chega a causar mais emoção do que o próprio relacionamento entre as duas mulheres, que é tratado de maneira mais sutil e sóbria. As cenas fotografadas através de vidros e véus funcionam como uma metáfora da dificuldade de alcançar o objeto de desejo naquela sociedade que arruinava a vida de quem fugisse ao padrão estipulado de família. Se nos dias de hoje ainda é um pouco assim, que dirá na década de 1950, quando astros de Hollywood eram obrigados a esconder suas preferências sexuais, ainda que fossem óbvias. Haynes recria a época com apuro, emoldurando tudo de maneira muito elegante. Cada detalhe de roupa, penteado ou mobília ao redor do casal é cuidadosamente pensado, a fim de compor uma espécie de pintura viva, em movimento. Os detalhes da intimidade compartilhada se beneficiam com a direção segura, mas também com a bela atuação do par central, indicadas ao Oscar, assim como a fotografia, o desenho de produção, a trilha e o roteiro adaptado. Curiosamente, o filme é baseado em um romance de Patricia Highsmith, mais conhecida por escrever livros policiais – ela é a autora de “Pacto Sinistro”, que virou um clássico de Alfred Hitchcock, e criadora do assassino serial Ripley, já adaptado em diversos filmes. Mas “Carol”, de certa forma, é um filme sobre um crime, pelo menos um crime para as normas que deviam ser seguidas naquela época. Como dois ladrões, as duas mulheres fogem de carro pelos Estados Unidos em busca de liberdade, paz e amor.

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    Comédia O Novíssimo Testamento deixa Deus em apuros

    27 de janeiro de 2016 /

    Deus existe e mora em Bruxelas. Se for assim, é porque a União Europeia é o centro do mundo terrestre? Nem tanto. Afinal, Deus é um sujeito de má índole, sacana, mal-humorado, que subjuga a mulher e deixa a filha de 10 anos irritada, querendo sair da prisão em que está metida. Além disso, ele não é nada sem o seu computador divino, de onde comanda o destino dos humanos. E a sua filha vinga-se dele, enviando a todos os seres humanos do planeta Terra a informação de quando, exatamente, ocorrerá a morte de cada um. Esse é o mote propulsor do filme “O Novíssimo Testamento”, de Jaco van Dormael, que já havia nos dado, em 1990, uma outra comédia brilhante, “Um Homem com Duas Vidas”. Aqui estamos, claro, no terreno da fantasia, da farsa e da ironia. Os tipos humanos que compõem a narrativa são todos atraentes e bizarros. O diretor põe muitas coisas e situações em cena. As sequências se sucedem com beleza visual e humor inteligente. Mas a certa altura do filme, a gente fica se perguntando como ele vai amarrar esses elementos todos. Afinal, o tempo está passando, está tudo muito interessante. Mas como isso vai acabar? Vai dar em algo? Aí é que o final surpreende. Sim, o diretor foi capaz de amarrar tudo e construiu um fecho legal, que soa tão bem quanto soou todo o filme. Um roteiro muito bem trabalhado. E tudo anda sem pressa, há espaço para cenas curiosas, brincadeiras diversas, explorações visuais, ironias aparentemente dispensáveis, mas no fim tudo de algum modo se encaixa. Uma narrativa original, algo desconexa e absurda, produz um entretenimento de qualidade em cinema de primeira linha. O grande achado da narrativa é, sem dúvida, o que acontece aos mais diversos personagens, quando sabem quanto tempo têm exatamente de vida, em anos, meses, dias, horas, minutos e segundos. Todo o plano de existência humana muda, de modo distinto para cada um. Mas, quando todos sabem do seu destino, a coletividade toda também muda e as relações passam a ser outras, de todos com todos. Os desafios se sucedem. Os negócios se tornam caóticos, o trabalho, comprometido, o ócio, finalmente vivido, e coisas mais radicais podem acontecer. O menino pode virar menina. O garotão que sabe que vai viver mais 62 anos desafia a morte. Uma mulher insatisfeita pode flertar com um gorila. É uma brincadeira e tanto! Que também nos leva à reflexão. Benoît Poelvoorde (“3 Corações”), como o inusitado Deus, costura uma história que tem na menina Pili Groyne (“Dois Dias, Uma Noite”) o grande destaque, mas que inclui atores como François Damiens (“A Família Bélier”) e Cathérine Deneuve (“De Cabeça Erguida”) em papéis menores, e Yolande Moreau (“Uma Juíza Sem Juízo”), que faz muito bem a esposa de Deus, aquela que vai do mutismo ao embelezamento do mundo. Belo filme, escolhido pela Bélgica para representar o país na disputa pelo Oscar de Filme Estrangeiro. Só que foi preterido, não entrou entre os cinco escolhidos para a disputa final. Mas “O Novíssimo Testamento” tem frescor e leveza, num trabalho em que o talento e o humor dão as cartas, com criatividade transbordando. É isso o que importa, não os prêmios que tenha recebido ou venha a receber.

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    Batman vs Superman: Fotos revelam presença do supervilão Darkseid

    27 de janeiro de 2016 /

    A revista britânica Empire divulgou novas fotos do filme “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, que ilustra as capas (uma para cada herói do título) de sua edição de fevereiro. Além de mostrar imagens dos efeitos visuais da produção – dos heróis em ação e do vilão Apocalipse – , uma foto em particular chama atenção pela pista que fornece da trama. Nela, Batman olha para uma cidade em ruínas, devastada por explosões e cercada por naves espaciais, diante de um símbolo que marca o solo: a letra ômega que identifica Darkseid, o mais poderoso supervilão do universo da DC Comics, criado pelo mestre Jack Kirby em 1970. Há tempos circulam rumores sobre um terceiro vilão no filme, mas o impacto da presença de Darkseid é tão grande que deve surgir apenas como teaser, ao estilo de Thanos no filme dos “Vingadores”. Darkseid, por sinal, seria o tipo de ameaça intergaláctica capaz de inspirar a formação da Liga da Justiça, que logo após “Batman vs. Superman” terá seu primeiro longa-metragem, previsto para 2017. Com direção de Zack Snyder (“O Homem de Aço”), “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” tem estreia marcada para 24 de março no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.

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    Angry Birds: Novo trailer da animação explica porque Red é esquentadinho

    27 de janeiro de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um noivo trailer da animação “Angry Birds: O Filme”, que explora os motivos da raiva de Red, introduz a ameaça dos porcos verdes e faz piadas hilárias envolvendo líquidos. A versão dublada em português traz o comediante Marcelo Adnet (“Os Penetras”) como voz de Red, enquanto a legendada destaca a dublagem original de Jason Sudeikis (“Familia do Bagulho”). O filme tem direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), e chega aos cinemas brasileiros em 12 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA (em 20/5).

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    Southbound: Nova antologia de terror dos produtores de VHS ganha primeiro trailer

    27 de janeiro de 2016 /

    O estúdio indie Orchard divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Southbound”, nova antologia de terror dos produtores de “VHS”. A prévia mostra algumas assustadoras, que têm como ponto em comum se passarem ao longo de uma rodovia deserta. A trama narra cinco contos de terror, que envolvem vários diversos viajantes cansados, forçados a confrontar seus piores medos e segredos mais obscuros. Os segmentos são dirigidos por Roxanne Benjamin, David Bruckner, Radio Silence (trio responsável por alguns dos curtas do primeiro “VHS”) e Patrick Horvath (“Pesadelos do Passado 2”). O elenco, por sua vez, reúne vários coadjuvantes/figurantes de outras produções, como Larry Fessenden (“Somos o Que Somos”), Kate Beahan (série “Mistress”), Dana Gould (“Quase Super-Heróis”), Hannah Marks (série “Awkward”), Gerald Downey (série “Leverage”), Karla Droege (série “Pretty Little Liars”), Hassie Harrison (série “Hart of Dixie”), Nathalie Love (“Palo Alto”), Tipper Newton (“O ABC da Morte”) e Zoe Cooper (“The Little Death”). “Southbound” estreia em 5 de fevereiro em circuito limitado nos cinemas americanos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Star Wars: O Despertar da Força teve participação de Kevin Smith

    27 de janeiro de 2016 /

    O ator Daniel Craig (“007 Contra Spectre”) não foi a única celebridade a fazer figuração em “Star Wars: O Despertar da Força”. Segundo o site StarWars.com, o diretor Kevin Smith (“O Balconista”) fez a voz de um dos soldados da Primeira Ordem. Na curta aparição, ele grita “We have incoming at 28.6! Move!”, na cena de invasão ao castelo de Maz Kanata (Lupita Nyong’o), onde estão Finn (John Boyega), Rey (Daisy Ridley), Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca (Peter Mayhew). Além do cineasta indie, também participaram diversos dubladores do universo “Star Wars”, como o elenco das séries “Star Wars Rebels”, “Star Wars: The Clone Wars” e do game “Star Wars: The Force Unleashed”.

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    Marguerite e Três Lembranças da Minha Infância lideram indicações ao César, o Oscar francês

    27 de janeiro de 2016 /

    O prêmio César, equivalente ao Oscar no cinema francês, divulgou a lista dos indicados a sua edição de 2016. A relação destaca os filmes “Marguerite” e “Três Lembranças da Minha Infância” com 11 nomeações cada, seguidos pelo vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, “Dheepan – O Refúgio” com 10 indicações e o drama que disputa o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, “Cinco Graças”, em 9 categorias. A disputa pelo prêmio de Melhor Atriz reúne duas lendas do cinema francês: Catherine Deneuve, por “De Cabeça Erguida”, e Isabelle Huppert, em “Valley of Love”. Também estão na briga Loubna Abidar, por “Much Loved”, Emmanuelle Bercot, por “Mon Roi”, Cécile de France, em “Summertime” e Catherine Frot, por “Marguerite” e Soria Zeroua, por “Fatima”. A disputa entre os atores também reúne pesos-pesados, como Vincent Cassel, em “Mon Roi”, Vincent Lindon, em “O Valor de um Homem” e Gérard Depardieu, em “Valley Of Love”, que concorrem com Fabrice Luchini, por “L’hermine”, Jean-Pierre Bacri, por “La Vie Très Privée de Monsieur Sim”, François Damiens, por “Cowboys” e Anthonythasan Jesuthasan, por “Dheepan”. A cerimônia de premiação do César 2016 está marcada para o dia 26 de fevereiro. Indicados ao prêmio César 2016 Melhor Filme “Dheepan” “Fatima” “O Valor de um Homem” “Marguerite” “Mon Roi” “Cinco Graças” “De Cabeça Erguida” “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Diretor Jacques Audiard, por “Dheepan” Maïwenn, por “Mon Roi” Stéphane Brizé, por “O Valor de um Homem” Xavier Giannoli, por “Marguerite” Deniz Gamze Ergüven, por “Cinco Graças” Emmanuelle Bercot, por “De Cabeça Erguida” Arnaud Desplechin, por “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Atriz Loubna Abidar, por “Much Loved” Emmanuelle Bercot, por “Mon Roi” Cécile de France, por “Summertime” Catherine Deneuve, por “De Cabeça Erguida” Catherine Frot, por “Marguerite” Isabelle Huppert, por “Valley of Love” Soria Zeroua, por “Fatima” Melhor Ator Jean-Pierre Bacri, por “La Vie Très Privée de Monsieur Sim” Vincent Cassel, por “Mon Roi” François Damiens, por “Cowboys” Gérard Depardieu, por “Valley Of Love” Anthonythasan Jesuthasan, por “Dheepan” Vincent Lindon, por “O Valor de um Homem” Fabrice Luchini, por “L’hermine” Melhor Atriz Coadjuvante Sara Forrester, por “De Cabeça Erguida” Agnès Jaoui, por “The Sweet Escape” Sidse Babett Knudsen, por “L’hermine” Noémie Lvovsky, por “Summertime” Karine Viard, por “Belles Familles” Melhor Ator Coadjuvante Michel Fau, por “Marguerite” Louis Garrel, por “Mon Roi” Benoît Magimel, por “De Cabeça Erguida” André Marcon, por “Marguerite” Vincent Rottiers, por “Dheepan” Atriz Revelação Camille Cotin, por “Connasse, Princesse des coeurs” Sara Giraudeau, por “Les Bêtises” Zita Hanrot, por “Fatima” Diane Rouxel, por “De Cabeça Erguida” Lou Roy Lecollinet, por “Três Lembranças da Minha Juventude” Ator Revelação Swann Arlaud, por “Les Anarchistes” Quentin Dolmaire, por “Três Lembranças da Minha Juventude” Félix Moati, por “All About Them” Finnegan Oldfield, por “Cowboys” Rod Paradot, por “De Cabeça Erguida” Melhor Filme de Estreia “L’affaire SK1”, de Frédéric Tellier “Cowboys”, de Thomas Bidegain “Cinco Graças”, de Deniz Gamze Ergüven “The Wakhan Front”, de Clément Cogitore “Nous Trois ou Rien”, de Kheiron Melhor Direção de Fotografia “Dheepan” “Marguerite” “Cinco Graças” “Três Lembranças da Minha Juventude” “Valley of Love” Melhor Roteiro Adaptado “SK1” “Asphalte” “L’enquête” “Fatima” “O Diário de Uma Camareira” Melhor Roteiro Original “Dheepan” “Marguerite” “Cinco Graças” “De Cabeça Erguida” “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Figurino “O Diário de Uma Camareira” “Marguerite” “Cinco Graças” “L’odeur de la Mandarine” “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Design de Produção “Dheepan” “O Diário de Uma Camareira” “Marguerite” “L’odeur de la Mandarine” “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Montagem “Dheepan” “Marguerite” “Mon Roi” “Cinco Graças” “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Som “Dheepan” “Marguerite” “Mon Roi” “Cinco Graças” “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Música Raphaël, por “Cowboys” Ennio Morricone, por “Darling Buds of May” Stephen Warbeck, por “Mon Roi” Warren Ellis, por “Cinco Graças” Grégoire Hetzel, por “Três Lembranças da Minha Juventude” Melhor Filme Estrangeiro “Birdman” (EUA) “O Filho de Saul” (Hungria) “Mia Madre” (Itália) “I’m Dead But I Have Friends” (Bélgica) “Taxi Teerã” (Irã) “The Brand New Testament” (Bélgica) “Youth” (Itália)

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    Tom Cruise volta a planejar a continuação de Top Gun – Ases Indomáveis

    27 de janeiro de 2016 /

    O produtor Jerry Bruckheimer (“Piratas do Caribe” e franquia “CSI”) postou em seu Twitter uma foto ao lado de Tom Cruise, em que anunciou a retomada do projeto da continuação de “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986), um dos maiores sucessos da carreira do astro. Ao lado da imagem (acima), ele escreveu: “Acabei de voltar de um fim de semana em Nova Orleans para ver meu velho amigo @TomCruise e conversar sobre Top Gun 2”. Já faz tempo que se fala em uma continuação de “Top Gun”, mas a ideia parecia ter esfriado depois da morte do diretor original, Tony Scott, em 2012. Dois dias antes de morrer, Scott tinha se encontrado com Cruise para verificar locações para as filmagens. Seu falecimento inesperado, taxado como suicídio, tirou “Top Gun 2” da lista de prioridades dos envolvidos. A última notícia que se tinha era do próprio Bruckheimer, que, em entrevista ao site Huffington Post no ano passado, manifestou vontade de aproveitar a ideia de Tony Scott para o filme. “O conceito é basicamente que os pilotos estão obsoletos em relação aos drones. Mas Cruise vai mostrar para eles que ele não é obsoleto”, afirmou o produtor. Além de Cruise, de volta ao papel de Maverick, quem também deve retornar na sequência é Val Kilmer, intérprete de Tom “Iceman” Kazansky. A atriz Kelly McGillis, par romântico de Maverick como a instrutora de voo Charlie Blackwood, chegou a expressar interesse em participar da nova produção, mas contou em uma entrevista não ter sido procurada por Bruckheimer. A equipe de roteiristas da continuação inclui Peter Craig (“Jogos Vorazes”) e a dupla Ashley Miller e Zack Stentz (“Thor” e “X-Men: Primeira Classe”), mas Brukheimer e Cruise ainda não definiram quem substituirá Tony Scott na direção.

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    Joseph Fiennes vira escolha polêmica para viver Michael Jackson em telefilme

    27 de janeiro de 2016 /

    A escalação do ator inglês Joseph Fiennes (“Shakespeare Apaixonado”, “Hércules”) para viver Michael Jackson numa produção do canal britânico Sky Arts virou polêmica. Choveram críticas nas redes sociais, questionando o motivo pelo qual teriam escolhido um ator branco para o papel de um ícone negro. O timing do anúncio não poderia ser mais equivocado, considerando a discussão desencadeada em torno do racismo da indústria cinematográfica a partir das indicações ao Oscar 2016. Um dos comentários do Twitter, usando a hashtag #OscarsSoWhite, dizia: “Agora até contratam atores brancos para interpretar pessoas negras”. Intitulado “Elizabeth, Michael & Marlon”, o telefilme vai contar, em tom de comédia, a fuga de Michael Jackson, Elizabeth Taylor e Marlon Brando de Nova York, durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. A história supostamente verídica foi revelada pela revista Vanity Fair, que descobriu que os atores foram convidados por Jackson para assistir ao show de seus 30 anos de carreira no Madison Square Garden. Após a queda das Torres Gêmeas, com todos os vôos cancelados, eles alugaram um carro para voltar à Califórnia. Um ex-funcionário de Jackson afirma que os três chegaram juntos a Ohio, “num carro dirigido por eles mesmos”. Como os astros já morreram — Brando em 2004, Jackson em 2009 e Taylor em 2011 —, não há como confirmar a veracidade da história, mas ela é inusitada o suficiente para render meia-hora de comédia televisiva. Segundo o canal Sky Arts, a produção fará “parte de uma série de comédia sobre histórias pouco prováveis das artes e da cultura”. Além de Fiennes como Jackson, Stockard Channing (“Grease”, série “The Good Wife”) interpretará Liz Taylor e Brian Cox (“A Identidade Bourne”, minissérie “War & Peace”) será Brando. O roteiro foi escrito por Neil Forsyth (minissérie “Bob Servant”) e a direção está a cargo de Ben Palmer (“InBetweeners – O Filme”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Abe Vigoda (1921 – 2016)

    27 de janeiro de 2016 /

    Morreu o ator Abe Vigoda, que interpretou Salvatore “Sal” Tessio em “O Poderoso Chefão”, de Francis Ford Coppola. Ele faleceu na terça-feira (26/1) aos 94 anos de idade, em sua casa, em Nova York, sua cidade natal. Abe Vigoda nasceu em Nova York em 1921 e, após estudar na Escola de Teatro e Artes Dramáticas do Carnegie Hall, fez carreira nos palcos, atuando por três décadas no teatro. “Quando eu era novo, disseram-me que o sucesso tinha de chegar na minha juventude. Descobri que isso era um mito. As minhas experiências ensinaram-me que se acreditarmos profundamente no que fazemos, o sucesso pode vir a qualquer idade”, disse Vigoda numa entrevista dos anos 1980. A experiência no teatro o levou a fazer participações esporádicas em séries de televisão. Por sua grande estatura, começou a ser escalado em papéis coadjuvantes em produções de terror, como a novela gótica “Sombras da Noite” e o telefilme “A Filha do Diabo”, no começo dos anos 1970. Até que conseguiu comprar uma casa graças seu primeiro papel no cinema. Sua estreia cinematográfica foi justamente como Sal Tessio, um dos capos de Don Corleone (Marlon Brando), em “O Poderoso Chefão” (1972), que planeja eliminar a concorrência de Michael Corleone (Al Pacino) para virar o novo chefão. Seu plano não ocorre como previsto e ele acaba dizendo suas famosas últimas palavras: “Diga a Mike quer era só business…” O papel foi tão marcante que Vigoda o repetiu, num flashback, em “O Poderoso Chefão II” (1974) e também na adaptação de “O Poderoso Chefão” numa minissérie, exibida em 1977. Ele ainda encarnou variações do personagem em outras produções, dublando até um gângster chamado Salvatore Valestra na animação “Batman: A Máscara do Fantasma” (1993). Vigoda também participou de outros filmes bem sucedidos, mas sem o mesmo destaque, coadjuvando em “O Detetive Desastrado” (1978), “Olha Quem Está Falando” (1989), “Joe Contra o Vulcão” (1990), “Razões Para Matar” (1996) e três dezenas de produções até 2014. Foi mais bem-sucedido em sua passagem pela ficção televisiva, onde participou de diversas séries clássicas, como “A Mulher Biônica”, “Mike Hammer”, “Galeria do Terror”, “MacGyver – Profissão: Perigo”, “Assassinato por Escrito” e “Louco por Você”, embora tenha emplacado apenas um personagem fixo importante. Mas tão importante que rendeu até spin-off. Seu principal destaque televisivo foi como o detetive Phil Fish, da série “Barnie Miller”, sucesso do final dos anos 1970 nos EUA, que, além de lhe render três indicações ao prêmio Emmy, originou uma série derivada, “Fish”, centrada em seu personagem, que durou duas temporadas entre 1977 e 1978. O cancelamento da produção permitiu que ele voltasse a participar de “Barnie Miller”, o que acabou se tornando a causa de sua “morte” precoce. A revista People publicou que a razão de sua ausência na festa de despedida da série, em 1981, eram problemas de saúde tão graves que ele estaria à beira da morte. Na semana seguinte, ele apareceu na revista Variety, todo sorridente numa foto ao lado de seu suposto caixão, com a capa da People em suas mãos. Este tipo de comportamento inspirou até uma banda punk a adotar seu nome, a Abe Vigoda, que lançou seu primeiro disco em 2006 e está ativa até hoje. Além disso, um endereço da internet explorava ativamente o rumor de sua morte, retrucando com um “não” à pergunta de sua URL abevigodaisdead.com. Desde o começo desta semana, a resposta passou a ser outra.

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    Zosia Mamet pode viver a cantora Patti Smith no cinema

    27 de janeiro de 2016 /

    A atriz Zosia Mamet, intérprete de Shoshanna na série “Girls”, negocia viver a cantora Patti Smith no cinema. Intitulado “Mapplethorpe”, o filme será centrado em seu companheiro, o fotógrafo Robert Mapplethorpe, e terá Matt Smith (“Dr. Who”) no papel principal. Segundo o site Deadline, a produção começará a ser filmada ainda este ano, com roteiro e direção da documentarista Ondi Timoner (“Dig!”), à frente de sua segunda obra de ficção. Robert Mapplethorpe foi um dos mais importantes fotógrafos do século 20. Suas fotografias em preto e branco foram muito influentes entre os anos 1970 e 80, e ganharam projeção nacional por conta da controvérsia trazida à tona por uma exposição dedicada à cena gay sadomasoquista. Ele também fotografava personalidades famosas e uma de suas fotos de Patti Smith ilustrou o icônico disco “Horses” (1975), um dos primeiros lançamentos da cena punk nova-iorquina. Seu estilo de vida autodestrutivo, alimentado pela promiscuidade sexual, acabou levando-o à morte por Aids em 1989. Patti Smith viveu com Mapplethorpe, que era gay, desde que ela se mudou para Nova York no final dos anos 1960 até 1974. E recentemente lançou um livro a respeito desta fase, intitulado “Só Garotos”. Esta obra, por sinal, vai virar uma série do canal pago Showtime. Patti será coprodutora da atração ao lado de John Logan, criador da série “Penny Dreadful” e roteirista dos filmes “007 – Operação Skyfall (2012) e “007 Contra Spectre” (2015).

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    Thor e Hulk poderão lutar como gladiadores no filme Thor: Ragnarok

    26 de janeiro de 2016 /

    A saga de quadrinhos do “Planeta Hulk” voltou à pauta de rumores dos filmes da Marvel. Os blogs americanos já tentaram grudar essa história em “Guardiões da Galáxia 2” e ainda não se deram por vencidos. Com a confirmação da participação do ator Mark Ruffalo em “Thor: Ragnarok”, é a vez do site Geek retomar o boato em nova roupagem. Publicada em 2006, a história do “Planeta Hulk” mostrava o monstro esverdeado virando um gladiador em um mundo alienígena. E esta seria a premissa para o encontro entre Hulk e Thor no novo filme, segundo apurou o site. Hulk teria chegado no espaço após sua última cena em “Vingadores: Era de Ultron”, onde se despediu a bordo de um jato Quinjet. Banido de Asgard por Loki e Hela (papel de Cate Blanchett, ainda não confirmado pela Marvel), Thor acabaria em um planeta distante, onde é forçado a lutar por sua vida numa arena de gladiadores. Após vencer diversos alienígenas, ele ainda teria que enfrentar o atual campeão da arena, que é ninguém menos que – Jon Carter de Marte, ops, outro filme – o Hulk! O site diz ainda que o Hulk nunca mais voltou à forma de Bruce Banner desde o final de “Vingadores: Era de Ultron”, mas aprendeu a conviver com as personalidades simultaneamente, o que fará com que o Gigante Esmeralda seja capaz de reconhecer o Deus do Trovão. A Marvel ainda não divulgou a sinopse da produção, o que faz com que a trama divulgada seja apenas um boato. Um boato bastante detalhado, por sinal.

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    Mundo Cão: Suspense com Lázaro Ramos ganha trailer impactante

    26 de janeiro de 2016 /

    A dobradinha Paris Filmes e Downton Filmes suspendeu seu cardápio de comédias ruins para oferecer um trailer dramático impactante. A prévia de “Mundo Cão” oferece um embate tenso e eletrizante entre os personagens de Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”), inconformado com a morte de seu cachorro, e Babu Santana (“Tim Maia”), funcionário público do departamento de Zoonoses. O primeiro é um tipo perigoso, que cria cachorros violentos e resolve levar sua vingança ao extremo. Como um predador, ele espreita os filhos de Santana, obcecado em fazê-lo passar pelo mesmo desespero que ele sentiu ao ver seu cachorro morto. O elenco também inclui Adriana Esteves (“Real Beleza”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Thainá Duarte (novela “I Love Paraisópolis”). Dirigido por Marcos Jorge (“Estômago”), o filme teve première no Festival do Rio e a estreia comercial está marcada para abril, em data a ser confirmada.

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