Filho do diretor de Gravidade fará novo filme do Zorro
O mexicano Jonás Cuarón, filho do cineasta Alfonso Cuarón, vai dirigir e escrever “Z”, uma versão futurista de “Zorro”, informou o site da revista The Hollywood Reporter. Jonás já tem experiência com blockbusters, tendo escrito o roteiro de “Gravidade”, que rendeu o Oscar de Melhor Direção para seu pai em 2014. Ele também já dirigiu dois filmes, sendo que o mais recente, “Desierto”, é estrelado por Gael García Bernal (“No”), cotado para se tornar o novo Zorro desta produção. “Z” será uma atualização pós-apocalíptica do mito de Zorro, o herói criado em 1919 por Johnston McCulley. Em vez de cavalgar entre o México e a Califórnia, corrigindo injustiças com a ponta de sua espada, ele usará meios de transporte e armas do futuro, mas deverá manter a máscara para enfrentando os novos tiranos. O filme será uma produção mexicana e tem filmagens marcadas para o início do segundo semestre nos estúdios Pinewood, na República Dominicana.
James Franco vai filmar saga de stripper escrita no Twitter
O ator James Franco (“A Entrevista”) já definiu seu próximo projeto como diretor. Ele vai filmar a história da stripper Azia “Zola” Wells, que contou uma saga em 148 postagens no Twitter que viralizaram na Internet. A stripper embarcou em uma viagem para Flórida com a amiga Jessica e o namorado dela, além de um cafetão conhecido apenas como “Z”, e os detalhes da aventura, publicados por meio de tuítes na rede social, acabaram rendendo uma reportagem da revista Rolling Stone, intitulada “Zola Tells All: The Real Story Behind the Greatest Stripper Saga Ever Tweeted”. Entre as postagens no Twitter estão registros de um traficante assassinado, prostituição e muita violência. O jornalista da Rolling Stone David Kushner definiu assim: “Parece uma mistura de ‘Spring Breakers’ com ‘Pulp Fiction’ narrada pela rapper Nicki Minaj”. James Franco, que atuou em “Spring Breakers”, adorou a história e comprou seus direitos. E a produção representará uma grande mudança em sua carreira como diretor. Especializado em adaptações de clássicos literários, como “O Som e a Fúria” (2014) e “Último Desejo” (2013), ambos baseados em William Faulkner, além de “Filho de Deus” (2013), de Cormac McCarthy, ele agora dirigirá um texto que começa da seguinte forma: “Ok, ouçam. Esta história é longa. Então, eu conheci esta vadia branca no Hooters…” As informações são do site The Hollywood Reporter e é possível ler toda a história original (em inglês) aqui.
Guardiões da Galáxia 2: Surgem as primeiras fotos dos bastidores da produção
O diretor James Gunn e o ator Chris Pratt divulgaram nas redes sociais algumas fotos dos primeiros ensaios de “Guardiões da Galáxia – Vol. 2”. As imagens destacam James Gunn dando instruções e se divertindo com o elenco da produção, que inclui Zoe Saldana, Dave Bautista, Michael Rooker e Sean Gunn, irmão do diretor. Os dubladores de Groot e Rocket Raccoon, respectivamente Vin Diesel e Bradley Cooper, não participaram do encontro. A produção já confirmou que a atriz canadense Pom Klementieff (“Oldboy”) interpretará a heroína Mantis na continuação, além de adiantar o retorno da vilã Nebula, vivida por Karen Gillan. Mas outros detalhes não passam de rumores, uma vez que a sinopse ainda não foi divulgada. A estreia está marcada para 4 de maio de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Pandemic: Trailer de terror evoca estética dos games de tiros em zumbis
New Artists Alliance divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Pandemic”, filme de zumbis rodado em primeira pessoa. A prévia revela a adoção da estética dos videogames de tiros, utilizando o ponto de vista dos personagens (em vez de jogadores). Mas, se alguém tiver dúvidas a respeito da referência, Mekhi Phifer (“Madrugada dos Mortos”) aparece em cena para frisar: “Pense nisso como um game”. As imagens são geradas a partir de câmeras localizadas nos capacetes de um grupo armado, que enfrenta uma turba enfurecida de zumbis – ou equivalentes. O resultado é nervoso, intenso e brutal, mas, como há vários games de zumbis, também familiar. A trama é o de menos: a velha história de um vírus que infecta a população, enquanto um grupo tenta sobreviver e encontrar a cura. O elenco também inclui Rachel Nichols (série “Continuum”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Missi Pyle (“Garota Exemplar”) e Paul Guilfoyle (série “CSI”). Dirigido por John Suits (“The Scribbler”), “Pandemic” estreia nos EUA em 1º de abril e não tem previsão de lançamento no Brasil. Vale lembrar que a primeira experiência de filme de tiros em primeira pessoa, o premiado thriller russo “Hardcore”, estreia em julho no Brasil.
Como Eu Era Antes de Você: Trailer mostra Emilia Clark em melodrama romântico
A culpa é das estrelas e do filme homônimo. O sucesso da adaptação do livro de John Green abriu caminho para um novo filão cinematográfico: o filme de doença romântico. “Como Eu Era Antes de Você”, que teve seu primeiro trailer legendado e pôster divulgados pela Warner, não é tecnicamente um filme de doença, mas seu quadro clínico segue a fórmula da “Love Story” condenada. A prévia mostra a bonitinha Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) irreconhecível em roupas e comportamento infantis, e o bonitão Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”) restrito a uma cadeira de rodas. Ela é contratada como cuidadora do rapaz, que também se tornou depressivo desde o acidente que lhe custou os movimentos. O relacionamento da dupla evoca a comédia francesa (“Intocáveis”) – ela é ingênua, ele é sofisticado – , mas ao final não resiste aos clichês dos romances de Nicholas Sparks, com direito à indefectível conclusão em meio a melodrama hospitalar. A trama é baseada no livro homônimo da escritora britânica Jojo Moyes, que também assina o roteiro, enquanto prepara a sequência literária. Uma curiosidade é que o script quase acabou nas mãos da dupla responsável pela adaptação de “A Culpa É das Estrelas”. Por sua vez, a direção ficou a cargo de Thea Sharrock, que estreia no cinema após dirigir alguns episódios de séries britânicas. O filme chega em 16 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 3/6).
Em Nome da Lei: Mateus Solano enfrenta a corrupção em trailer de filme criminal
A Fox Film do Brasil divulgou o trailer e o pôster de “Em Nome da Lei”, drama criminal brasileiro dirigido por Sergio Rezende (“Salve Geral”). A prévia tem muita gritaria, ameaças, traições e tiros, num tom acima do natural, evocando o histrionismo das novelas da Globo, de onde vem boa parte do elenco. A trama, por sua vez, busca refletir o noticiário político atual, repleto de casos de corrupção. Nesta tese, seu protagonista seria uma espécie de Sérgio Moro, insurgindo-se contra a impunidade para desmantelar um cartel de poderosos. Só que o esquema desvendado pela Lava Jato, na vida real, é muito mais sórdido e complexo, fazendo com que a ficção soe simplória: quase um episódio de série policial, em que o herói enfrenta os vilões habituais: contrabandistas e traficantes. “Em Nome da Lei” conta a história de um jovem juiz federal (Mateus Solano, da novela “Amor à Vida”) obstinado em fazer justiça na fronteira do Brasil com o Paraguai. Mirando o esquema ilegal chefiado por Gomez (Chico Diaz, da novela “Gabriela”), ele arrisca a vida ao mandar prender criminosos e confiscar bilhões de reais da máfia que impera há décadas na região com a conivência do poder público. Entre seus aliados na trama, estão a procuradora Alice (Paolla Oliveira, também de “Amor à Vida”) e o policial federal Elton (Eduardo Galvão, da série “Questão de Família”). O elenco também inclui Emilio Dantas (novela “Além do Tempo”) e Silvio Guindane (série “Vai que Cola”) no papel de bandidos. O filme chega aos cinemas no dia 21 de abril.
Deadpool ganha classificação etária para 16 anos no Brasil
O filme “Deadpool”, que estreia no próximo dia 11 de fevereiro, recebeu classificação indicativa de 16 anos no Brasil. É o primeiro lançamento de um super-herói da Marvel com “censura” tão elevada no país. Nos Estados Unidos, a restrição foi ainda maior. O longa recebeu classificação “R”, que só permite menores de 17 anos acompanhados por pais ou adulto responsável. Entretanto, esta não é a classificação mais elevada que uma adaptação de quadrinhos de super-heróis já recebeu no Brasil. Também lançado como “R” nos EUA, “Kick-Ass” (2010) foi exibido para maiores de 18 anos no país. Curiosamente, ambos os filmes trazem o mesmo tipo de abordagem, voltada ao humor negro, com muita violência. No caso de “Deadpool” são citados ainda nudez e cenas de sexo como motivos para a classificação. Estrelado por Ryan Reynolds, que já viveu o personagem em “X-Men Origens: Wolverine” (censura 14 anos), o filme ainda inclui o X-Men Colossus em sua trama. O roteiro é da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (“Zumbilândia”) e direção ficou a cargo do estreante Tim Miller.
Continuações de Cinquenta Tons de Cinza serão filmadas em Paris
Os filmes “Cinquenta Tons Mais Escuros” e “Cinquenta Tons de Liberdade” terão trechos filmados ainda este semestre em Paris, revelou o vice-diretor da Comissão Francesa de Filmes, Stéphane Martinet, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. Havia o receio de que as filmagens destes e outros projetos buscassem novas locações, após os recentes ataques terroristas, realizados em novembro, na capital francesa. “Parece existir muita boa vontade por parte da indústria de cinema”, afirmou Martinet. “Os produtores, particularmente os americanos, demonstraram o seu apoio à França após os ataques, reforçando sua vontade em prosseguir com os projetos. Eles querem mandar uma mensagem”. De fato, mesmo os moradores mais exigentes de Paris tem feito menos reclamações de barulho ou por encontrar ruas fechadas por causa de filmagens, “porque sabem como é importante manter a nossa indústria”, conclui Martinet. As continuações de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) mostrarão Anastasia (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan) em solo europeu. Filmados simultaneamente pelo diretor James Foley (“A Estranha Perfeita”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” tem estreia prevista para fevereiro de 2017, enquanto “Cinquenta Tons de Liberdade” chega em fevereiro de 2018.
Steven Soderbergh pode abandonar “aposentadoria” para filmar Matt Damon e Channing Tatum
O diretor Steven Soderbergh pode voltar ao cinema. Quase três anos depois de anunciar sua aposentadoria de Hollywood, o cineasta está inclinado a dirigir um filme estrelado por Matt Damon e Channing Tatum, intitulado “Hillbilly Heist” (algo como “assalto caipira”). A informação é do site The Wrap, que, entretanto, não dá maiores detalhes sobre o projeto, cuja trama estaria sendo mantida em sigilo. O último filme que Soderbergh dirigiu foi o suspense “Terapia de Risco” (2013), estrelado por Rooney Mara (“Carol”). Dizendo-se decepcionado com Hollywood, após não conseguir financiamento para o filme “Minha Vida com Liberace”, ele jurou que não faria mais trabalhos para o cinema. “Minha Vida com Liberace” acabou sendo produzido para o canal pago HBO e ganhou todos os prêmios de Melhor Telefilme de 2013 que disputou. Soderbergh também desenvolveu a série “The Knick”, atualmente em sua 2ª temporada, e está produzindo “The Girlfriend Experience”, série baseada em seu filme “Confissões de Uma Garota de Programa” (2009), prevista para abril nos EUA. No passado, porém, sua relação com Hollywood foi bastante frutífera, rendendo-lhe um Oscar de Melhor Direção por “Traffic” (2000), além de sucessos de bilheteria, como “Erin Brockovich” (2000), os três filmes da franquia iniciada por “Onze Homens e Um Segredo” (2004) e “Magic Mike” (2012), coincidentemente estrelados por Matt Damon e Channing Tatum. “Hillbilly Heist” ainda não tem previsão para o início das filmagens nem data de estreia.
Luana Piovani posará para a primeira capa do reboot da Playboy brasileira
A atriz Luana Piovani (“A Mulher Invisível”) vai estampar a capa da primeira edição do reboot da Playboy brasileira, agora em nova editora. Ainda não está claro se ela posará nua. Em comunicado divulgado à imprensa, a PBB Entertainment, que passará a publicar a revista no Brasil, afirmou que, na nova fase da Playboy, “a mulher não terá mais obrigatoriedade de exibir nudez frontal”. Nos Estados Unidos, a decisão foi ainda mais radical, extinguindo completamente a nudez. A primeira edição desta nova fase chegou às bancas americanas nesta quinta-feira (4/2), trazendo uma modelo vestida (de calcinha e top), encerrando uma tradição de mais de 60 anos de celebridades peladonas – de Marilyn Monroe à Madonna. Além disso, as fotos desta nova Playboy são livres de retoques, numa estratégia para dar aparência mais natural às modelos e atrair um público jovem, segundo Cory Jones, diretor de conteúdo da revista americana. Para comprovar a tendência, na imagem da capa a modelo parece estar tirando um selfie, e é apresentada de uma forma que simula o layout do aplicativo Snapchat. Embora tenha optado por manter a nudez, a versão brasileira seguirá um caminho que não deve agradar a ex-BBBs e outras celebridades instantâneas. Diz o release da PBB: “Os ensaios não serão mais pagos com cachê porque o corpo da mulher não tem preço. Na nova Playboy, não haverá leilão sobre qual estrela foi mais bem paga, porque nenhuma mulher vale mais que outra. As mulheres vão se despir como e o quanto quiserem, porque a nova Playboy defende que a nudez não deve ser comprada: a mulher é parceira e não terá mais obrigatoriedade de exibir nudez frontal”. Luana Piovani já foi capa de outras publicações masculinas, mas ainda era virgem na Playboy. Ela vai encarar o desafio aos 40 anos de idade, e cinco meses após dar à luz um casal de gêmeos. Tanto que usou, nas redes sociais, as hashtags #quarentamodelomusa e #mãedetrês. Seus seguidores fizeram coro de satisfação. “Tá podendo, hein?. Lacradora”, escreveu um. “Vai voltar arrasando….linda, loira e magra!”, escreveu outro. A nova Playboy brasileira chegará às bancas em março.
O Regresso é o principal lançamento do Oscar nos cinemas brasileiros
“O Regresso”, que estreia nesta quinta (4/2) em 534 salas, não é apenas o maior lançamento da semana. É o maior lançamento de um filme selecionado para o Oscar 2016. Isto representa o apelo de Leonardo DiCaprio, que conseguiu se tornar um ator prestigiado, após diversos papéis lhe renderem sucessivas indicações ao prêmio da Academia, sem, entretanto, perder a popularidade conquistada na juventude, quando as fãs idolatravam seu rosto bonito. Pois “Leo” não está nada bonito em “O Regresso”. Barbudo, sujo, marcado por cicatrizes e feridas abertas pelo corpo, ele interpreta uma força da natureza, superando feras, neve, corredeiras, traições e seu próprio funeral, tamanha sua determinação para sobreviver e se vingar. E vencer o cobiçado Oscar. A história de Hugh Glass é verídica, na medida em que os mitos surgem com bases reais. E esta é a segunda vez que inspira um filme. Outro grande ator, Richard Harris, interpretou o personagem (rebatizado de Zachary Bass) no western “Fúria Selvagem” (1971). Mas a direção do mexicano Alejandro Iñarritu, auxiliado pela fotografia de tirar o fôlego de Emmanuel Lubezki (praticamente um codiretor), fazem de “O Regresso” um espetáculo visceral bem diferente do cinema de outrora. A cena do ataque do urso já entrou para a história, só superada em sua brutalidade por filmes de terror, e de tão realista é capaz de induzir o público a acreditar que DiCaprio realmente contracenou com um urso verdadeiro. Mas há tantas outras sequências impressionantes, materializadas em ritmo intenso, que mal dá tempo para o cérebro processar o que, além da iluminação natural, é de fato real e o que não passa de ilusionismo cinematográfico. Não é à toa que “O Regresso” teve 12 indicações ao prêmio da Academia. A programação de estreias inclui outro drama indicado ao Oscar, o húngaro “O Filho de Saul”, favorito na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. O favoritismo reflete tanto o reconhecimento prévio, que inclui o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes e o Globo de Ouro da categoria, quanto seu assunto. A Academia adora premiar filmes sobre o Holocausto. Mesmo assim, o longa de László Nemes é mais sombrio que a maioria das produções sobre o tema, ao se concentrar no judeu responsável por incinerar os cadáveres das vítimas das câmeras de gás. Sem Leonardo DiCaprio, esse “filme do Oscar” chega em apenas 22 salas. O circuito limitado também destaca um dos “injustiçados” da Academia, o filme indie “Tangerine”, premiado em diversos festivais, inclusive nos respeitados Karlovy Vary e Deauville. Por sinal, ele é um dos favoritos ao “Oscar independente”, o Spirit Awards. Se muito se lamenta a falta de diversidade entre os indicados ao prêmio máximo de Hollywood, “Tangerine” não pode ser mais diverso. Sua trama acompanha transexuais negros na Califórnia. Quando Sin-Dee Rella descobre que seu namorado a está traindo com outra, que não só é uma branquela como também uma mulher de verdade, sua reação é uma explosão de violência, representada de um jeito estabanado e bem-humorado. Filmado com iPhones, que realçam a iluminação das ruas e dão à produção uma textura artificial, “Tangerine” já virou um marco do cinema independente americano e entrou em diversas listas da crítica como um dos melhores filmes de 2015. Infelizmente, será lançado em circuito invisível, em poucas salas do Rio e São Paulo. Enquanto isso, três filmes muito ruins completam a ocupação das salas dos shopping centers de todo o país. Só o sucesso de “Os Dez Mandamentos” pode explicar o destaque conseguido por “Epa! Cadê o Noé?”, uma animação europeia de quinta categoria, sobre os bichinhos falantes da Arca de Noé, que chega em 232 salas. O besteirol americano “Tirando o Atraso” expõe Robert De Niro ao papel ridículo de vovô tarado, em 135 salas. Por fim, “A Escolha” serve para comprovar que os livros de Nicholas Sparks mudam de título, mas não de história, que inevitavelmente inclui um casal interiorano, que se apaixona de forma relutante, até que um acidente acontece no meio do lugar comum. A reciclagem ocupa 123 salas. Confira abaixo os trailers de todas as estreias da semana. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado
Zoom: Trailer de comédia junta Alison Pill, Gael García Bernal e Mariana Ximenes
A O2 Filmes divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Zoom”, comédia metalinguística do diretor brasileiro Pedro Morelli (“Entre Nós”), que se passa em três planos distintos, misturando animação e atores reais. A prévia se esforça em explicar a história, começando por uma artista (Alison Pill, de “Expresso do Amanhã”), que desenha uma história em quadrinhos de um diretor sexy de cinema (Gael García Bernal, em versão animada), que planeja filmar um drama sobre uma modelo brasileira (Mariana Ximenes, de “Os Penetras”). O círculo se completa quando a modelo revela seu projeto da modelo de escrever um livro sobre uma artista de quadrinhos, que desenha um diretor, etc. O elenco de apoio também inclui o Jason Priestley (da série “Barrados no Baile”), Tyler Labine (série “Reaper”) e Claudia Ohana (“A Novela das 8”). Coprodução entre o Brasil e o Canadá, “Zoom” é falado em inglês e seu roteiro, escrito pelo estreante Matt Hansen, está concorrendo ao Canadian Screen Awards, o “Oscar canadense”. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 31 de março.
Novo trailer de A Era do Gelo: O Big Bang apresenta ameaça apocalíptica
A Fox Film do Brasil divulgou o segundo trailer da animação “A Era do Gelo: O Big Bang”, em versões legendada e dublada. A prévia mostra mais cenas inéditas, concentrando-se nas consequências das ações de Scrat no curta “Scratástofre Cósmica”, divulgado na íntegra em novembro. No vídeo, o esquilo pré-histórico Scrat leva sua obsessão por nozes ao espaço. Isto acontece quando ele liga, por acidente, um disco voador congelado, causando uma série de catástrofes que realinham os planetas do sistema solar e enviam meteoros em direção à Terra. Ao ver o fenômeno, Sid (dublado por John Leguizamo, no original) acha que são estrelas cadentes e faz um pedido, levando todos a acreditarem que seu pedido vai causar o fim do mundo. O quinto “A Era do Gelo” tem direção de Mike Thurmeier (co-diretor de “A Era do Gelo 3” e “4”) e Galen T. Chu (animador de todos “A Era do Gelo”) e estreia apenas em 29 de junho no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.












