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Filme

Hugh Jackman vai estrelar “A Ilha do Tesouro” de Ridley Scott

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Filme

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Filme

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22 de julho de 2026
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    Roteirista de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal escreverá novo filme do arqueólogo aventureiro

    18 de março de 2016 /

    Após a confirmação de que “Indiana Jones 5” teria de volta Harrison Ford e o diretor Steven Spielberg, o site The Hollywood Reporter confirmou que o David Koepp vai escrever o filme. Koepp foi quem roteirizou o último filme da franquia, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), baseado numa história de George Lucas. Será a quinta vez que ele trabalhará com Spielberg, para quem também escreveu os sucessos “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros” (1993), “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e “Guerra dos Mundos” (2005). Por enquanto, os detalhes sobre a trama do novo Indiana Jones estão mantidos em segredo, mas é provável que o roteiro esteja bastante adiantado, pois boatos sobre o envolvimento de Koepp vem desde dezembro, quando Harrison Ford revelou que o filme já estava sendo escrito. O casal Kathleen Kennedy e Frank Marshall também retorna como responsáveis pela produção. Assim, da equipe criativa dos filmes anteriores, apenas o nome de George Lucas, que concebeu as quatro histórias prévias, não tem sido citado em relação ao projeto. Ele vendeu os direitos do personagem junto com a franquia “Star Wars” para a Disney, ao negociar a LucasFilm por US$ 4 bilhões em 2012. A Disney dispensou sua história para o filme que acabou virando “Star Wars: O Despertar da Força” e pode ter seguido essa tendência com relação a suas ideias a respeito do quinto “Indiana Jones”. “Indiana Jones 5” também já ganhou previsão de estreia. Ele deve chegar aos cinemas em 19 de julho de 2019, nos EUA.

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    Dylan O’Brien sofre acidente grave durante as filmagens de Maze Runner: A Cura Mortal

    18 de março de 2016 /

    O astro de “Maze Runner” Dylan O’Brien ficou gravemente ferido durante um acidente nas filmagens do terceiro filme da franquia. O estúdio 20th Century Fox divulgou uma nota a respeito do acidente, confirmando que o acidente aconteceu na quinta-feira (17/3), durante as filmagens de “Maze Runner: A Cura Mortal”, em Vancouver, no Canadá. A nota lacônica não revela o que aconteceu, mas o site TMZ apurou que o ator foi atropelado por um carro e acabou quebrando vários ossos. Ele foi levado às pressas para um hospital da região e continua internado. As filmagens do terceiro filme estão paralisadas até a plena recuperação do ator, informou a Fox. Para acalmar os fãs de Dylan, que também participa da série “Teen Wolf”, sua representante disse que “ele ficará bem”. O escritor James Dashner, em cujos livros a produção é baseada, deu mais detalhes, dizendo que apesar dele “estar ferido”, o acidente não “envolve risco de vida, de forma alguma”. A produção de “Maze Runner – A Cura Mortal” estava prevista para estrear nos cinemas mundiais em fevereiro de 2017.

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    Jogador Nº 1: Simon Pegg entra na nova sci-fi de Steven Spielberg

    18 de março de 2016 /

    O ator Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) entrou no elenco do novo filme de Steven Spielberg, “Jogador Nº 1”, informou o site da revista Variety. O ator se junta a Tye Sheridan (o novo Cíclope de “X-Men: Apocalipse”), Olivia Cooke (série “Bates Motel”) e Ben Mendelsohn (série “Bloodline”) no retorno do cineasta à ficção científica. Ele vai interpretar Orgen Morrow, um dos criadores do Oasis, programa de realidade virtual em que se passa a maior parte da trama. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. “Jogador Nº 1” tem estreia marcada para 30 de março de 2018.

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    Guillermo Del Toro prepara drama passado durante a Guerra Fria

    18 de março de 2016 /

    O cineasta Guillermo Del Toro, conhecido por trabalhos como “O Labirinto do Fauno” (2006), “Círculo de Fogo” (2013) e “A Colina Escarlate” (2015), deve deixar a temática fantástica de lado em seu próximo filme, para dirigir um drama passado durante a Guerra Fria, informou o site Variety. Del Toro deve dirigir, escrever e produzir o drama, que ainda não tem título definido, e negocia com Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “História Cruzadas” (2011), para interpretar um dos papéis principais. A trama, segundo o Variety, será uma história de amor ambientada no ano de 1963 nos EUA. As gravações estão previstas para aconteceram durante o verão americano deste ano. O último filme lançado por Guillermo Del Toro foi o terror “A Colina Escarlate” (leia a crítica). O mexicano ainda está trabalhando no desenvolvimento da versão live-action de “Pinóquio”, na adaptação da trilogia literária “Scary Stories to Tell in the Dark” e ainda assina o roteiro e a produção da continuação de “Círculo de Fogo”, ambos sem previsão de estreia.

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    Diretor de Batman vs. Superman prepara remake de Vontade Indômita

    18 de março de 2016 /

    O diretor Zack Snyder (“O Homem de Aço”) pretende dar um tempo entre os blockbusters “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” e “Liga da Justiça – Parte 1”, para desenvolver um projeto menor. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter,ele revelou que está desenvolvendo um remake do clássico “Vontade Indômita”, de 1949. Adaptado do romance homônimo escrito pela filósofa russa Ayn Rand, “Vontade Indômita” (The Fontainhead) acompanha Howard Roark, um arquiteto independente, que prefere manter seus ideais a comprometer sua visão por pressão econômica, recusando-se a seguir padrões populares. Ele apaixona-se pela rica Dominique Francon, mas termina a relação quando tem a oportunidade de construir edifícios de acordo com seus próprios desejos. Com direção de King Vidor, o elenco contava com Gary Cooper, Patricia Neal, Raymond Massel e Kent Smith. “Sempre senti que ‘Vontade Indômita’ é uma obra sobre processo criativo em si e a definição dele. Estou trabalhando no roteiro”, afirmou Snyder. O diretor ainda revelou que trabalha em “The Last Photograph”, um projeto que desenvolve já há algum tempo. “É uma produção pequena sobre um fotógrafo no Afeganistão”, declarou. Seu novo filme, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” estreia na quinta, dia 24 de março, no Brasil.

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    Roteirista de Mulher Maravilha vai escrever o filme do anti-herói Lobo

    18 de março de 2016 /

    A Warner Bros. começa a desenvolver mais uma filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. O estúdio contratou o roteirista Jason Fuchs (“Peter Pan”), que também escreveu “Mulher-Maravilha”, para desenvolver a história do anti-herói espacial “Lobo”, informou o site da revista Variety. Criado em 1983 por Keith Giffen e Roger Slifer, o personagem é um caçador de recompensas alienígena, natural do planeta Czárnia, que possuiu visual imponente, com 1,93 metros de altura e cerca de 138 quilos, além de pele branca, super-força, olfato supersensível, capacidade de regeneração, vício em charutos e mau humor nato. As similaridades com Wolverine costumam ser consideradas paródia, e até o mestre Stan Lee, símbolo-vivo da Marvel, já declarou que Lobo é um de seus personagens favoritos. O projeto de transformar “Lobo” num filme é antigo e o cineasta Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) chegou a ser contratado para dirigir a produção. Mas, após muitos anos na gaveta, o roteiro em que ele trabalharia foi descartado. Com isso, não está claro se ele continua no projeto, que ainda não tem cronograma definido.

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    Capitão América: Guerra Civil pode ter três cenas pós-créditos

    18 de março de 2016 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores da franquia “Capitão America”, revelaram em entrevista a Forbes que “Capitão América: Guerra Civil” pode contar com até três cenas pós-creditos. “Não podemos revelar quem estará nas cenas, mas podemos dizer que haverá duas ou até três cenas. Por isso, vocês devem continuar sentados após o final do filme”, eles anunciaram. Os cineastas também comentaram a participação de Homem-Aranha, que finalmente encontra os Vingadores no cinema. “Nós sempre tivemos a intenção de incluí-lo. Acho que as pessoas vão ficar felizes com ele no filme, seu papel na trama é muito interessante. Parte da diversão do Homem-Aranha é que esse filme é basicamente uma guerra entre os Vingadores e o Aranha não tem toda a bagagem que esses personagens têm. Ele entra na história depois do conflito e isso dá a ele uma posição muito única nessa história”. Em sua breve aparição no trailer, o Aranha fica do lado do Homem de Ferro na briga, o que reflete os quadrinhos em que a trama se baseia. Mas vale lembrar que ele muda de lado nos gibis, conforme a trama avança. Resta saber se isso também será retratado no filme.

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    José Carlos Avellar (1936 – 2016)

    18 de março de 2016 /

    Morreu o crítico e curador José Carlos Avellar, que comandou a RioFilme e era responsável pela programação dos cinemas do Instituto Moreira Salles. Ele faleceu na manhã desta sexta-feira (18/3), no Rio de Janeiro, aos 79 anos, por complicações decorrentes da quimioterapia. Avellar estava internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, onde tratava um linfoma. Nascido no Rio de Janeiro em 1936, Avellar foi um importante pensador do cinema brasileiro. Formado em jornalismo, trabalhou durante duas décadas no Jornal do Brasil, onde se estabeleceu como um dos críticos de cinema mais importantes do país. Ele também fez filmes. Nos anos 1960 e 1970 dirigiu três curtas, além de ter exercido a função de diretor de fotografia, produtor e editor em outros filmes, como os documentários “Ião” (1976), de Geraldo Sarno, e “Triste Trópico” (1974), de Arthur Omar. Seu principal legado aconteceu entre 1995 e 2000, quando foi diretor da RioFilme, responsável pelo lançamento de dezenas de longas no período, que ficou conhecido como Retomada do cinema brasileiro. Também participou de júris oficiais e de crítica de festivais internacionais como Veneza e Cannes, e foi, por muitos anos, o representante brasileiro da crítica no Festival de Berlim. Avellar lançou seis livros de ensaios sobre cinema, entre eles “O Chão da Palavra: Cinema e Literatura no Brasil” (2007), no qual analisa clássicos nacionais adaptados de livros, e “O Cinema Dilacerado” (1986). Em dezembro de 2006, foi condecorado pelo governo francês com a láurea de Chevalier des Arts et Lettres. Desde 2008, Avellar era responsável pela programação dos cinemas do Instituto Moreira Salles, que se despediu do curador com uma nota que reverencia sua capacidade. “Avellar era capaz de rememorar cenas específicas, descrevendo em detalhes um singelo plano, de um filme assistido décadas atrás. Seus artigos e ensaios exibiam um vasto conhecimento da produção mundial e da história do cinema”, diz o comunicado.

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    Dead 7: Backstreet Boys e ‘N Sync enfrentam zumbis em trailer de telefilme trash

    18 de março de 2016 /

    O canal pago americano SyFy divulgou o pôster e o trailer de “Dead 7”, seu próximo telefilme trash, que ressuscita as boy bands dos anos 1990 para enfrentar zumbis numa cidadezinha do Oeste atual. Integrantes do Backstreet Boys e ‘N Sync (menos, claro, Justin Timberlake) se juntam a sobreviventes do 98 Degrees e O-Town no faroeste zumbi, que foi escrito por ninguém menos que Nick Carter, o loirinho do Backstreet Boys. Além deles, o elenco do faroeste zumbi conta com Jon Secada como xerife e as “mocinhas” Carrie Keagan, que é sobrinha de Willie Nelson, Chloe Rose Lattanzi, filha de Olivia Newton-John, e Lauren Kitt Carter, mulher de Nick. A direção é de Danny Roew, que comandava o “Big Brother” americano, e a produção é da Asylum, empresa responsável pela franquia trash “Sharknardo” e a série de zumbis “Z Nation”. A piada será exibida no dia 1 de abril nos EUA.

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    Batman vs Superman: Versão para maiores terá 3 horas de duração

    18 de março de 2016 /

    A versão para maiores de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que será lançada exclusivamente em Blu-ray e DVD, terá 3 horas de duração, com 30 minutos a mais que a exibição nos cinemas. A revelação foi feita pelo diretor Zack Snyder (“O Homem de Aço”) em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A versão em home video tem meia hora a mais, com cenas que nós tiramos do filme por causa da censura”, ele contou. “Tudo que eu não pude manter na versão cinematográfica, eu coloquei de volta na versão do diretor. Quando a MPA (órgão de classificação etária) avaliou essa versão, deram a censura alta. Não tem nudez, só um pouco mais de violência”. Em termos comparativos, enquanto o Blu-ray terá 3 horas e classificação R (para maiores de 17 anos nos EUA), a versão que chega aos cinemas terá 2h31 minutos e classificação PG-13 (para maiores de 13 anos). O filme vai mostrar, pela primeira vez no cinema, o encontro dos principais personagem da editora de quadrinhos DC Comics. Além de Ben Affleck (“Argo”) como Batman e Henry Cavill (“Homem de Aço”) como Superman, a produção também vai introduzir Gal Gadot como Mulher Maravilha. O roteiro foi escrito por David Goyer (“O Homem de Aço”) e Chris Terrio (“Argo”), e a direção é de Zack Snyder (“O Homem de Aço”) e a estreia está marcada para quinta-feira (24/3) no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.

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    A Lenda de Tarzan: Novo trailer conta a origem do homem-macaco

    18 de março de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou mais um pôster e o segundo trailer legendado de “A Lenda de Tarzan”, novo longa-metragem sobre o icônico personagem criado por Edgar Rice Burroughs. Ao contrário do trailer anterior, que apresentava um Tarzan civilizado, a nova prévia começa contando a origem da lenda, ou seja, como o herdeiro de Lorde Greystoke foi criado por macacos. Além disso, enfatiza as cenas de ação do Tarzan descamisado, vivido por Alexander Skarsgard (série “True Blood”), que comanda animais criados por computador em cenas espetaculares, buscando resgatar Jane (Margot Robbie, de “Esquadrão Suicida”) do malvado favorito de Hollywood, Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”). Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, o longa se passa muitos anos após o retorno de Tarzan à Londres nos anos 1880, onde se tornou um aristocrata casado com Lady Jane, até ser convidado a voltar ao Congo como um emissário do Parlamento. Apesar de inicialmente hesitante, ele aceita voltar com a esposa, mas logo os dois se vêem novamente em perigo na selva africana. A história escrita por Adam Cozad (“Operação Sombra – Jack Ryan”), Stuart Beattie (“Piratas do Caribe”), John Collee (“Mestre dos Mares – O Lado Mais Distante do Mundo”) e Craig Brewer (do remake de “Footloose”) segue um rumo oposto à narrativa do primeiro romance de Burroughs, onde um homem selvagem recuperava sua civilização. Desta vez, ele precisará resgatar seu instinto animal para sobreviver ao novo desafio. Além dos atores citados, o elenco do filme também conta com Samuel L. Jackson (“Kingsman – Serviço Secreto”), John Hurt (“Expresso do Amanhã”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Casper Crump (série “Legends of Tomorrow”), Ella Purnell (“Kick-Ass 2”) e Jim Broadbent (“Brooklyn”). O lançamento está marcado para 1 de julho nos EUA e 20 dias depois, em 21 de julho, no Brasil.

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    X-Men: Novo trailer enfatiza efeitos visuais e destruição apocalíptica

    18 de março de 2016 /

    A Fox Film do Brasil divulgou o novo trailer de “X-Men: Apocalipse”, em versões legendada e dublada. A prévia capricha nos efeitos visuais e no tom apocalíptico, como convém ao título, e aprofunda diversos pontos da trama, ao introduzir o poderoso vilão (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), que se compara com deuses, seus Quatro Cavaleiros e a nova geração dos X-Men, ainda inexperiente. O vídeo também revela Mística (Jennifer Lawrence) como líder do grupo e destaca o visual anos 1980, que reflete a época em que se passa a trama. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta uma equipe, incluindo Magneto (Michael Fassbender), para acabar com a humanidade e criar um novo mundo para os mutantes, sobre o qual reinará. Cabe aos X-Men tentar impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Cemitério do Esplendor convida o espectador a imaginar outras vidas

    18 de março de 2016 /

    “O melhor lugar do mundo é aqui e agora”, pregava Gilberto Gil em uma canção. Pelo menos, não há nada mais centrado e vinculado à realidade da pessoa e de sua relação com o mundo do que o aqui e o agora. E o contrário disso pode até significar algo de patológico, como demonstra “Cemitério do Esplendor”, novo filme do ótimo diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul, que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2010 com o sobrenatural “Tio Boonmee, que Pode Recordar suas Vidas Passadas”. Não é de estranhar, portanto, que o filme seja situado num hospital. Na verdade, um hospital improvisado, instalado numa antiga escola abandonada. Numa das cenas de atendimento, o médico sugere ao paciente que procure um hospital de verdade para se tratar, já que ali faltam recursos. De fato, as instalações parecem precárias e os leitos estão tomados por soldados com uma misteriosa doença do sono. Eles passam quase todo o tempo dormindo, assistidos por alguns voluntários ou parentes que se dispõem a acompanhá-los em plena vivência do sono. E que estão ali em busca de conectar-se com os sentimentos e sonhos desses soldados que, na verdade, lá não parecem estar. A personagem de uma vidente se destaca, usando seus poderes para se comunicar com o que os soldados estariam vivendo e ajudar os parentes a se relacionarem com esses homens adormecidos. Já uma voluntária vincula-se ao passado do local como escola e vê coisas que então aconteciam. Descobriremos, ao longo do filme, que a floresta que circunda o local foi no passado remoto um lugar esplendoroso, cheio de luxo e riqueza. Onde vemos árvores, folhas e caminhos, a vidente vê magníficos palácios, salas ricamente decoradas, reis e guerreiros que devem estar se valendo da energia dos soldados adormecidos para realizar suas batalhas de um tempo muito distante. Com uma narrativa como essa, o cineasta tailandês cria um filme original, na medida em que nada (ou quase nada) do que é mostrado é o que importa. Tudo está fora dali, em outro lugar e num outro tempo. O filme suprime o aqui e agora. O que resta dele é o que de mais banal existe: o momento em que se acorda, a ingestão de um alimento, uma ida ao banheiro. Quando se faz um passeio pelo bosque, não é lá que estamos e não é disso que se fala. Quando se dorme, o que prevalece é o que está fora dali, nos sonhos ou nas vidas passadas que estão sendo experimentadas. O que não vemos é o que importa, não o que vemos. Assim como na literatura, o filme só se completa na imaginação de cada um. Pode-se ter, assim, uma compreensão do esplendor desse passado, tão presente, e desse lugar tão distinto do hospital e da floresta que ali estão. O título não podia ser melhor, é um cemitério que não aparece como cemitério e que tem um esplendor imaginário, que nunca vemos. As eventuais crenças em outras vidas ou referências a uma concepção budista do mundo é o que menos importa na abordagem do diretor. Há uma espiritualidade que exala da trama, mas não se trata de nenhum tipo de proposta religiosa. E também não é nada solene. O filme tem lances bem-humorados e até eróticos. Alguns elementos inesperados compõem o charme do espetáculo. É preciso se deixar levar pela proposta e curtir o filme sem ficar preocupado em tentar entender ou julgar o que está acontecendo. A obra artística se revela pelo que produz de ressonância, em cada espectador, resultando num dos filmes mais intrigantes e divertidos do ano.

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