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Filme

Brenda Fricker, vencedora do Oscar por “Meu Pé Esquerdo”, morre aos 81 anos

Atriz irlandesa também ficou conhecida como a Mulher dos Pombos de “Esqueceram de Mim 2”

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17 de julho de 2026
Filme

Filho de Wagner Moura estreia no cinema com Marieta Severo

Bem Moura viverá o neto da protagonista de “Elizabeth Costello”, adaptação dirigida por Monique Gardenberg

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17 de julho de 2026
Filme

Trailer de “Eu Sou o Rocky” revela luta de Stallone pelo filme que o projetou

Drama biográfico apresenta batalha do ator para tirar o clássico do papel sem abrir mão do papel principal

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16 de julho de 2026
  • Filme

    Arq: Sci-fi estrelada por Robbie Amell ganha trailer legendado

    13 de outubro de 2016 /

    Um mês após a estreia nos EUA, a Netflix brasileira divulgou o trailer legendado de “Arq”, filme de ficção científica estrelado por Robbie Amell (série “The Flash”). “Arq” é, como revela a prévia, uma história de loop temporal. Na trama, o dia reinicia como no clássico “Feitiço do Tempo” (1993), toda vez que o personagem de Amell acorda e vê mascarados invadirem o quarto em que dorme com sua namorada (Rachael Taylor, da série “Jessica Jones”), culminando em sua morte, repetidamente. Retendo a memória dos acontecimentos, ele tenta evitar que a situação continue em moto perpetuo, tomando decisões diferentes a cada reset. A ficção científica usou esse formato em dois filmes recentes, “Contra o Tempo” (2011) e “No Limite do Amanhã” (2014). “Arq” é menos ambicioso, devido ao pequeno orçamento de produção independente, mas, como revela a prévia, tem robôs! Primeiro longa escrito e dirigido por Tony Elliott (roteirista da série “Orphan Black”), a trama se passa num futuro onde corporações lutam contra nações soberanas pelas últimas fontes de energia do mundo. O casal Renton e Hannah tenta salvar uma tecnologia experimental de energia que poderia acabar com as guerras, mas uma invasão de domicílio faz com que ela entre em curto, criando o loop temporal. A estreia aconteceu em 16 de setembro na Netflix americana e o trailer nacional traz apenas a informação de que já está disponível no Brasil.

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  • Filme

    Power Rangers: Novas fotos destacam os protagonistas do filme

    12 de outubro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou oito novas fotos de “Power Rangers – O Filme”. Seis delas mostram os Rangers individualmente e duas reúnem o grupo, sempre em suas identidades civis. A versão de cinema da série dos anos 1990 é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como o intérprete do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Pequeno Segredo
    Filme

    Oscar 2017: Conheça os 85 filmes na disputa por indicações a Melhor Filme de Língua Estrangeira

    12 de outubro de 2016 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização do Oscar, anunciou nesta terça-feira a lista dos filmes inscritos na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeiro, que tentarão as cinco indicações para a premiação em 2017. Além do brasileiro “Pequeno segredo”, de David Schurmann, entre os 85 candidatos estão “Elle”, de Paul Verhoeven, “The Salesman”, do iraniano Asghar Farhadi, e “Afterimage”, último filme do polonês Andrzej Wajda, morto no domingo. Os 85 concorrentes de todo o mundo ainda serão reduzidos a uma lista de cerca de uma dezena de semifinalistas antes da divulgação dos cinco indicados, que serão conhecidos no dia 24 de janeiro. Confira abaixo a lista completa dos filmes inscritos. África do Sul: “Call me thief”, de Daryne Joshua Albânia: “Chromium”, de Bujar Alimani Alemanha: “Toni Erdmann”, de Maren Ade Arábia Saudita: “Barakah meets Barakah”, de Mahmoud Sabbagh Argélia: “The well”, de Lotfi Bouchouchi Argentina: “El Ciudadano Ilustre” de Mariano Cohn e Gastón Duprat Austrália: “Tanna”, de Bentley Dean e Martin Butler Áustria: “Stefan Zweig: Farewell to Europe”, de Maria Schrader Bangladesh: “The Unnamed”, de Tauquir Ahmed Bélgica: “The Ardennes”, de Robin Pront Bolívia: “Sealed cargo”, de Julia Vargas Weise Bósnia e Herzegovina: “Death in Sarajevo”, de Danis Tanovic Brasil: “Pequeno segredo”, de David Schurmann Bulgária: “Losers”, de Ivaylo Hristov Camboja: “Before the Fall:” de Ian White Canadá: “It’s Only the End of the World”, de Xavier Dolan Cazaquistão: “Amanat”, de Satybaldy Narymbetov Chile: “Neruda”, de Pablo Larraín China: “Xuan Zang”, de Huo Jianqi Colômbia: “Alias María”, de José Luis Rugeles Coreia do Sul: “The Age of Shadows”, de Kim Jee-woon Costa Rica: “Entonces Nosotros”, de Hernán Jiménez Croácia: “On the Other Side” de Zrinko Ogresta Cuba: “El Acompañante”, de Pavel Giroud Dinamarca: “Terra de Minas”, de Martin Zandvliet Equador: “Sin Muertos no Hay Carnaval”, de Sebastián Cordero Egito: “Clash”, de Mohamed Diab Eslováquia: “Eva Nová”, de Marko Skop Eslovênia: “Houston: We Have a Problem!”, de Žiga Virc Espanha: “Julieta”, de Pedro Almodóvar Estônia: “Mother”, de Kadri Kõusaar Filipinas: “Ma’ Rosa”, de Brillante Mendoza Finlândia: “The happiest day in the life of Olli Mäki”, de Juho Kuosmanen França: “Elle”, de Paul Verhoeven Geórgia: “House of Others”, de Rusudan Glurjidze Grécia: “Chevalier”, de Athina Rachel Tsangari Holanda: “Tonio”, de Paula van der Oest Hong Kong: “Port of Call”, de Philip Yung Hungria: “Kills on Wheels”, de Attila Till Iêmen: “I Am Nojoom, Age 10 and Divorced”, de Khadija Al-Salami Islândia: “Sparrows”, de Rúnar Rúnarsson Índia: “Interrogation”, de Vetri Maaran Indonésia: “Letters from Prague”, de Angga Dwimas Sasongko Irã: “The Salesman”, de Asghar Farhadi Iraque: “El Clásico”, de Halkawt Mustafa Israel: “Sand Storm”, de Elite Zexer Itália: “Fogo no Mar”, de Gianfranco Rosi Japão: “Nagasaki: Memories of My Son”, de Yoji Yamada Jordânia: “3000 Nights”, de Mai Masri Kosovo: “Home Sweet Home”, de Faton Bajraktari Letônia: “Dawn”, de Laila Pakalnina Líbano: “Very Big Shot”, de Mir-Jean Bou Chaaya Lituânia: “Seneca’s Day”, de Kristijonas Vildziunas Luxemburgo: “Voices from Chernobyl”, de Pol Cruchten Macedônia: “The Liberation of Skopje”, de Rade Šerbedžija e Danilo Šerbedžija Malásia: “Beautiful Pain”, de Tunku Mona Riza México: “Desierto”, de Jonás Cuarón Montenegro: “The Black Pin”, de Ivan Marinović Marrocos: “A Mile in My Shoes”, de Said Khallaf Nepal: “The Black Hen”, de Min Bahadur Bham Nova Zelândia: “A Flickering Truth”, de Pietra Brettkelly Noruega: “The King’s Choice”, de Erik Poppe Paquistão: “Mah-e-Mir”, de Anjum Shahzad Palestina: “The Idol”, de Hany Abu-Assad Panamá: “Salsipuedes”, de Ricardo Aguilar Navarro e Manolito Rodríguez Peru: “Videophilia (and Other Viral Syndromes)”, de Juan Daniel F. Molero Polônia: “Afterimage”, de Andrzej Wajda Portugal: “Cartas da Guerra”, de Ivo M. Ferreira Quirguistão: “A Father’s Will”, de Bakyt Mukul e Dastan Zhapar Uulu Reino Unido: “Under the Shadow”, de Babak Anvari República Dominicana: “Sugar Fields”, de Fernando Báez República Tcheca: “Lost in Munich”, de Petr Zelenka Romênia: “Sieranevada”, de Cristi Puiu Rússia: “Paradise”, de Andrei Konchalovsky Sérvia: “Train Driver’s Diary”, de Milos Radovic Singapura: “Apprentice”, de Boo Junfeng Suécia: “A Man Called Ove”, de Hannes Holm Suíça: “My life as a zucchini”, de Claude Barras Taiwan: “Hang in There, Kids!”, de Laha Mebow Tailândia: “Karma”, de Kanittha Kwunyoo Turquia: “Cold of Kalandar”, de Mustafa Kara Ucrânia: “Ukrainian Sheriffs”, de Roman Bondarchuk Uruguai: “Migas de Pan”, de Manane Rodríguez Venezuela: “De Longe te Observo”, de Lorenzo Vigas Vietnã: “Yellow flowers on the Green grass”, de Victor Vu.

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    Liga da Justiça: Veja a primeira foto de Amber Heard como Mera, a mulher de Aquaman

    12 de outubro de 2016 /

    Quem costuma ler outros sites talvez tenha “aprendido” que Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) foi demitida das filmagens de “Liga da Justiça”, devido a seu divórcio escandaloso de Johnny Depp. Já quem lê a Pipoca Moderna pode ver acima a primeira imagem oficial da atriz em “Liga da Justiça”. A imagem foi divulgada na conta do filme no Instagram. Amber interpreta Mera, a esposa de Aquaman. E além de aparecer em “Liga da Justiça”, estará no filme solo do herói, que é interpretado por Jason Momoa (“Conan, o Bárbaro”). Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), “Liga da Justiça” tem estreia marcada para novembro de 2017.

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    Ator de Narcos deve estrelar o novo filme do Predador

    12 de outubro de 2016 /

    O ator Boyd Holbrook (série “Narcos”) está negociando estrelar o novo filme do “Predador”. Segundo o site The Hollywood Reporter, os produtores tentavam fechar com Benicio del Toro (“Sicario”), mas não foi possível devido à sua agenda. Ainda não há detalhes sobre a trama, que tem roteiro de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e marcará a volta do diretor Shane Black (“Homem de Ferro 3”) à franquia. Curiosamente, Shane participou como ator, num papel secundário, do filme que lançou a franquia em 1987, protagonizado por Arnold Schwarzenegger e dirigido por John McTiernan (“Duro de Matar”, 1988). A raça de alienígenas introduzida naquele filme voltou a aparecer em mais quatro longa-metragens, dois deles num crossover com a franquia “Aliens”. A produção mais recente, “Predadores” (2010), incluiu a brasileira Alice Braga (série “The Queen of South”). A produção da 20th Century Fox já tem data de estreia, prevista para 9 de fevereiro de 2018.

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    Clint Eastwood negocia dirigir resgate heróico de ativista humanitária

    11 de outubro de 2016 /

    Aos 86 anos, Clint Eastwood não quer saber de descansar. Enquanto seu novo filme, “Sully – O Herói do Rio Hudson”, impressiona nas bilheterias norte-americanas, o cineasta já está em negociações com a Warner Bros para comandar seu próximo longa-metragem. Segundo o site da revista Variety, será “Impossible Odds”, novamente baseado numa história verídica como “Sully” e “Sniper Americano” (2014), seus dois últimos e consecutivos sucessos. “Impossible Odds” contará a história real da ativista humanitária americana Jessica Buchanan e do dinamarquês Poul Hagen Thisted, que foram sequestrados em 2012 por piratas somalis enquanto trabalhavam num projeto de desarmamento de campos minados na África. Exigindo um resgate milionário, os piratas os mantiveram presos por 93 dias, até que um ataque preciso de um time SEAL, a tropa de elite da Marinha americana, exterminou os sequestradores e os resgatou. Detalhe: a unidade que realizou a operação foi a famosa SEAL Team Six, a mesma que matou Osama Bin Laden no Paquistão, façanha que rendeu o filme premiado “A Hora Mais Escura” (2012) O roteiro está sendo escrito por Brian Helgeland (“Robin Hoood”) e ainda não há previsão para o começo das filmagens. Enquanto isso, “Sully”, que chegou a liderar as bilheterias norte-americanas por duas semanas, tem previsão de chegar ao Brasil apenas em 1 de dezembro.

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    Filme de mais de 100 anos de Georges Méliès é encontrado na República Tcheca

    11 de outubro de 2016 /

    Um filme considerado perdido do mestre do cinema francês Georges Méliès (1861-1938), intitulado “Match de Prestidigitation”, foi encontrado no acervo do Arquivo Nacional de Cinema (NFA) de Praga, capital da República Tcheca. Produzido em 1904, o filme estava em uma lata presenteada ao NFA por um colecionador tcheco. “A lata de filme tinha o título ‘As Transmutações Imperceptíveis’, outra obra de Méliès, mas nosso especialista soube imediatamente que se tratava de outro filme”, explicou o porta-voz do instituto tcheco, Jana Ulipova. “Com base em uma análise detalhada e nas pesquisas realizadas em vários lugares, como na Biblioteca Nacional da França, podemos afirmar com certeza que se trata de ‘Match de Prestidigitation’, considerado até agora perdido”, acrescentou. O filme de 2 minutos mostra o pioneirismo de Méliès no uso de efeitos visuais, ao apresentar um mago que se divide em dois e passa a competir consigo mesmo com truques de magia até que, no final, os dois fazem as pazes e voltam a virar um só. “Em breve vamos projetar este filme nas salas de cinema, dentro do projeto de exibição do conjunto da obra de Méliès”, afirmou ainda o porta-voz. O NFA de Praga tem em seu acervo 22 filmes de Méliès, “o pai do espetáculo cinematográfico” e inventor de filmes com truques que são os antepassados dos efeitos especiais. Méliès fez 500 filmes de teor fantástico, mas apenas 40% do conjunto da obra foi conservada. Seu filme mais famoso é “Viagem à Lua” (1902), considerada a primeira ficção científica do cinema. Seu processo criativo inspirou parte da história do filme “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), no qual foi vivido por Ben Kingsley.

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    Guy Ritchie negocia dirigir versão com atores de Aladdin para a Disney

    11 de outubro de 2016 /

    O cineasta britânico Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”) abriu negociações com a Disney para dirigir a versão com atores reais de “Aladdin”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio pretende transformar a história por completo, realizando uma versão “ambiciosa e nada convencional”. Se isso acontecer, será uma novidade, já que a Disney tem feito o possível para recriar seus desenhos clássicos de forma mais fiel possível, ainda que inclua efeitos visuais de última geração, como aconteceu em “Mogli, o Menino-Lobo”. O roteirista John August, parceiro do diretor Tim Burton em cinco filmes, de “Peixe Grande” (2003) a “Frankenweenie” (2012), assina a adaptação, que deverá manter o aspecto musical da animação. Não há informações sobre como o Gênio entrará na trama, já que a performance do falecido Robin Williams foi determinante para o sucesso do personagem – e do filme. Lançada em 1992, a animação da Disney foi líder de bilheteria naquele ano e levou dois Oscar por sua trilha sonora. A versão com atores reais de “Aladdin” ainda não tem data para ser lançada e nem elenco definido.

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    Sucesso da TV brasileira dos anos 1980, Capitão Gay pode virar filme

    11 de outubro de 2016 /

    Um antigo personagem de Jô Soares pode virar filme. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, vem aí a comédia do “Capitão Gay”. O personagem era uma espécie de sátira gay do Batman, interpretado por Jô Soares no programa humorístico “Viva o Gordo”, nos anos 1980. Criado por Max Nunes, o personagem era um dos carro-chefe da atração da rede Globo, ao lado de seu fiel assistente, Carlos Suely, vivido por Eliezer Motta. A colunista adianta que o cineasta Matheus Souza (“Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida”) já entregou o roteiro e assinará a direção do longa, que será desenvolvido pela produtora Zola. Entretanto, não é a primeira vez que um filme do “Capitão Gay” é assunto da coluna. Em 2012, Kogut publicou que Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) viveria o personagem no cinema, num filme de José Henrique Fonseca (“Heleno”), com produção da Goritzia. Resta saber como um personagem caricato, que funcionava nos anos 1980, seria visto pelo público mais exigente e politicamente mais correto do século 21. Se bem que o terrível “Crô – O Filme” (2013) foi um sucesso de público.

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    O Vendedor de Sonhos: Trailer dramático anuncia overdose de frases de autoajuda

    11 de outubro de 2016 /

    A Warner divulgou o pôster e o trailer de “O Vendedor de Sonhos”, drama baseado no best-seller homônimo de Augusto Cury. A prévia começa como o clássico “A Felicidade Não se Compra” (1946), com um homem à beira do abismo, prestes a se suicidar, quando ouve uma voz que lhe convida a dar uma segunda chance para a vida. A diferença é que não se trata de um anjo, mas um sem-teto que, ao longo do trailer, despeja uma coleção de frases-feitas de livros de autoajuda, ensinando que – adivinhe – a felicidade não se compra. Se isso é a prévia, imagina-se a overdose de “ensinamentos” do longa-metragem. Cury é um expert em autoajuda. Já ajudou a si mesmo a vender mais de 25 milhões de exemplares de diversos livros. Só “O Vendedor de Sonhos”, lançado em 2008, vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil e ainda virou trilogia. Outros títulos de seu repertório de lições de vida incluem “Você É Insubstituível”, “Dez Leis para Ser Feliz”, “Seja Líder de Si Mesmo”, “Nunca Desista de Seus Sonhos”, além de obras religiosas, conselhos para a família, dicas de como criar um filho e até manuais para suportar a prisão. Dirigido por Jayme Monjardim (de “Olga” e “O Tempo e o Vento”), o filme traz Dan Stulbach (“Onde Está a Felicidade?”) como o psicólogo suicida, que vai encontrar nas frases-feitas do guru uruguaio César Troncoso (também de “O Tempo e o Vento”) mais sentido para a vida do que nos ensinamentos da disciplina de Freud. Mas o personagem misterioso também tem um segredo. A estreia está marcada para dezembro.  

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    Michelle Williams negocia virar Janis Joplin em cinebiografia

    11 de outubro de 2016 /

    A atriz Michelle Williams entrou em negociações para estrelar a cinebiografia da cantora Janis Joplin. Segundo o site da revista Variety, o projeto finalmente vai sair do papel com roteiro e direção de Sean Durkin, do elogiado thriller indie “Martha Marcy May Marlene” (2011). Williams tem dez anos a mais que Janis tinha quando morreu. Caso a negociação seja bem sucedida, será a segunda cinebiografia de personalidade icônica na carreira da atriz, que já viveu Marilyn Monroe em “Sete Dias com Marilyn” (2011). Intitulado “Janis”, o projeto conta com o apoio da família da cantora. O roteiro foi escrito por Andrew Renzi (de “The Benefactor”, longa com Richard Gere inédito no Brasil) e Clara Brennan (série “Hollyoaks”), e se baseia no livro “Love, Janis”, escrito pela irmã da cantora, que reuniu cartas escritas por ela para a família, enquanto caía na estrada para se apresentar em festivais como Woodstock e enchia a cara para lidar com a pressão da fama. Janis Joplin morreu após uma overdose de heroína, quando se preparava para lançar seu quarto álbum em 1970. “Pearl”, disco que deixou quase pronto, foi lançado postumamente e se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira, rendendo músicas clássicas como “Me and Bobby McGee”, “Get It While You Can”, “Move Over” e “Cry Baby”. Há anos Hollywood tenta filmar a vida da cantora, e um projeto intitulado “Get It While You Can”, que seria estrelado pela atriz Amy Adams (“Batman vs. Superman”, arrasta-se já tem uma década. Para se ter ideia, Brittany Murphy, que faleceu em 2009, era a primeira escolha para o papel.

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    Invasão de Privacidade: Pierce Brosnan enfrenta hacker em trailer legendado que conta o filme inteiro

    11 de outubro de 2016 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Invasão de Privacidade” (I.T.), thriller estrelado por Pierce Brosnan. O vídeo é mais um daqueles que contam o filme inteiro, das reviravoltas ao confronto final. Considerando que se trata de um suspense, pouco sobra para manter o interesse. A premissa até começa interessante, antes de se tornar um thriller genérico dos anos 1990. Conforme a prévia mostra, após impressionar o patrão vivido por Brosnan, um técnico de informática é convidado a dar uma geral na casa inteligente do chefe. Por acaso, o personagem de James Frecheville (“A Entrega”) logo diz que costumava trabalhar na NSA (o serviço de inteligência dos EUA, responsável pelo monitoramento das comunicações online) e aos poucos revela mais sobre seu caráter. Invejoso e com tendências sociopatas, ele se mostra um hacker maldoso, que passa a mirar a família e os negócios do bilionário, para destruí-lo. O trailer podia acabar aí. Mas não se contenta e mostra como o filme piora até o fim. Na verdade, o hacker é um vilão psicopata de segunda categoria, que rapta esposa e filha do super-empresário para que tudo acabe num confronto final, ao estilo de “Atração Fatal” (1987). Um último detalhe é que a bela casa asséptica do começo do trailer se transforma num cenário destruído no desfecho, servindo de metáfora para o estrago causado pelo inimigo íntimo. Tudo isso está no trailer. E no roteiro de Dan Kay (“Regresso do Mal”), com direção de John Moore (“Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer”). O filme passou em branco nos cinemas americanos – viram o trailer – e estreia em 10 de novembro no Brasil.

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
    Filme

    Bilheterias mostram Kéfera Buchman mais popular que Porta dos Fundos nos cinemas

    10 de outubro de 2016 /

    A youtuber Kéfera Buchman passou no teste de popularidade nos cinemas. Ele levou mais gente para ver seu filme de estreia que seus colegas mais famosos do YouTube, a trupe Porta dos Fundos. Os dados são da empresa especializada comScore. 368,5 mil pessoas pagaram para ver as caretas de Kéfera em “É Fada!”, que rendeu R$ 5 milhões em seus quatro primeiros dias. Foi o filme mais visto no fim de semana, mas não o de maior faturamento. Com lançamento em salas 3D e IMAX, “O Lar das Crianças Peculiares” manteve a liderança em arrecadação, tirando R$ 6,15 milhões de 362,9 mil de pagantes. Há duas semanas em cartaz, a fantasia de Tim Burton já soma 1 milhão de espectadores no Brasil. Já a versão de “Festa da Salsicha”, adaptada e dublada pela Porta dos Fundos, abriu apenas em 9º lugar, visto por 52,9 mil pessoas e rendendo 797,3 mil. Para servir de comparação, Kéfera bateu a Porta dos Fundos duas vezes. Além desse trabalho de adaptação, a estreia da trupe fez pouco mais da metade que a youtuber solo conquistou em seu primeiro filme. Vale lembrar: a comédia “Contrato Vitalício” abriu com R$ 2,7 milhões em 4º lugar no mês de julho.

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