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Filme

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Filme

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9 de julho de 2026
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    As Falsas Confidências traz Isabelle Huppert e Louis Garrel em jogo de aparências

    20 de abril de 2017 /

    “As Falsas Confidências” é uma comédia de Marivaux, ou Pierre Carlet de Chamblain de Marivaux (1688-1763), um dos principais dramaturgos franceses do século 18. Nesta peça, o que está em jogo são o relacionamento romântico e os jogos sociais de aparências. O diretor suíço Luc Bondy encenou esse texto de Marivaux no teatro Odéon de Paris e transformou-o em filme. Foi seu último trabalho antes de falecer, em 2015, após ter dirigido mais de 40 peças de teatro e óperas e ter feito também muitos filmes, como ator e diretor. Os atores do filme, os famosos Isabelle Huppert, no papel de Araminte, e Louis Garrel, no de Dorante, foram também os atores da peça teatral. Assim como todo o elenco da montagem. Uma curiosidade: eles fizeram muitas apresentações da peça no teatro Odéon, à noite, após terem filmado no próprio teatro e em seus arredores, representando os mesmos personagens, durante o dia. Uma interessante e intensa fusão de cinema e teatro, que parece ser uma forma econômica de investir nos personagens e nas decorações de seus diálogos. O texto é muito bom, as falas, cheias de espertezas, artimanhas e jogos de engano e sedução, vão envolvendo o público, numa trama onde o que parece espontâneo, na verdade, nunca é. “Me engana que eu gosto” parece ser uma máxima perfeitamente aplicável àqueles personagens. Dorante, um homem sem dinheiro, consegue ser secretário de Araminte, uma viúva rica, que ele ama secretamente e, naturalmente, tem grande interesse em usufruir de sua fortuna. Dubois (Yves Jacques), que já trabalhou com Dorante, planeja um esquema para que Araminte também se apaixone por seu amigo. Araminte esconde seu jogo e procura enredar os dois em seus objetivos. E por aí vai. “As Falsas Confidências” pode não ser um grande filme, mas é uma boa diversão. Tem na base um texto teatral clássico, um diretor de teatro e cinema competente, um elenco muito bom, encabeçado por Isabelle Huppert e Louis Garrel, e uma leveza inteligente que respeita o público.

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    O Ornitólogo enverada pelo erotismo místico em busca de Deus

    20 de abril de 2017 /

    O diretor português João Pedro Rodrigues é conhecido por abordar a homossexualidade em seus filmes desde “O Fantasma” (2000), passando por “Odete” (2005) e “Morrer como um Homem” (2009). Nesse sentido, até que “O Ornitólogo” (2016) é sutil no que se refere à quantidade de cenas com apelo homoerótico. Na verdade, só há uma cena erótica: quando o protagonista Fernando (Paul Hamy, de “Apesar da Noite”) encontra Jesus, na figura de um pastor de cabras surdo-mudo. De enredo onírico e simbolista, não deixa de ser uma realização admirável desde o começo, acompanhando Fernando em seu trabalho como cientista observador de pássaros. Sua vida muda quando seu caiaque é tragado pela correnteza de um rio. Ele é resgatado por duas chinesas católicas que o salvam e dizem precisar de sua ajuda para chegar no caminho de Santiago. Em vez disso, porém, elas o amarram e têm planos sádicos para o rapaz. Fernando desde o começo se mostra ateu. Afirma para as chinesas que não existem demônios nem Deus. Seu encontro com a espiritualidade acontece de maneira curiosa, culminando numa completa conversão, com a rejeição total da vida que levava, da identidade e até das próprias feições. Suas novas feições aos poucos são percebidas pelo ponto de vista das aves. É quando vemos seu outro eu, Antônio, vivido pelo próprio cineasta João Pedro Rodrigues. Completam o rol de bizarrices um trio de amazonas seminuas que falam latim, o encontro com um homem morto, um grupo de homens fantasiados para um ritual ao mesmo tempo macabro e idiota, e uma pomba branca, que deve ser a representação do Espírito Santo. Nessa brincadeira entre o sagrado e o profano, o protagonista, por mais que o vejamos com algum distanciamento, é o único elo com a normalidade do mundo dito real em comparação ao mundo místico que João Pedro Rodrigues projeta em seu caminho, que curiosamente apresenta paralelos à história de Santo Antônio de Pádua. Premiado em festivais menos tradicionais, confirma o talento de Rodrigues como um dos melhores representantes do cinema queer atual.

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    Joaquim é retrato sujo e realista do mártir que virou alegoria nacional

    20 de abril de 2017 /

    O cinema de Marcelo Gomes é um cinema de generosidade. Dos seus cinco longas-metragens, dois deles foram feitos em parceria com outros cineastas: “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo” (2009), com Karim Aïnouz, e “O Homem das Multidões” (2013), com Cao Guimarães. Sua assinatura como autor acaba se tornando um pouco apagada, levando em consideração que os referidos trabalhos apresentavam algo muito em comum com a filmografia de seus colegas realizadores. Ele não havia dirigido sozinho um filme melhor do que sua brilhante estreia, “Cinemas, Aspirinas e Urubus” (2005) até agora, com “Joaquim”. Apesar de se passar no período colonial, o filme diz muito sobre o Brasil atual, seja na forma como mostra os índios como mendigos, os negros como um exemplo de alegria de espírito (que cena linda, a do escravo cantando com o índio à beira do rio), mas que devem se manter em posição subalterna, e os pobres explorados por interesse dos ricos. Sem importar quão raro tinha se tornado o ouro nas Minas Gerais, o reino europeu continuava cobrando pesados impostos. O quanto as coisas mudaram nos dias de hoje? No filme, Joaquim José da Silva Xavier lê os textos da independência das 13 colônias americanas e acredita que o Brasil também pode se livrar do fardo de Portugal. A trama se passa antes dos eventos mais famosos de sua vida, narrados em “Os Inconfidentes”, de Joaquim Pedro de Andrade, deixando claro que se trata de outra proposta, outro olhar cinematográfico, com um prólogo que parece didático na apresentação do personagem, mas cujo registro vai se provar o contrário já a partir da primeira cena com os personagens dialogando e agindo de maneira inquieta. O diálogo é ágil e natural, bem diferente do que se costuma ver em produções que retratam essa época, que em geral possuem uma linguagem mais empostada, o que acaba por distanciar o espectador. Aqui, até a câmera na mão nos aproxima de tudo. “Joaquim” quase nos faz sentir o cheiro daquele ambiente, em especial em uma das primeiras cenas: quando Preta (a atriz portuguesa Isabel Zuaa) leva comida para Joaquim (Júlio Machado) e Januário (Rômulo Braga). A câmera na mão segue inicialmente a escrava, para depois nos mostrar o relacionamento de proximidade entre aqueles personagens: Preta tirando piolho de Joaquim enquanto ele almoça. Esse aspecto mais sujo no retrato dos personagens e do ambiente também se distancia do que geralmente se vê em produções dessa época, mesmo as que trazem personagens pobres. Nessa mesma cena aparece um indiozinho pedindo comida. Januário diz para não dar, pra não acostumar. Joaquim é um pouco mais generoso. É um filme que faz questão de adotar um caminho contrário ou esperado o tempo todo. Em vez de vermos um herói, temos em Joaquim a figura de um perdedor. Marcelo Gomes o despe totalmente de sua glória, mesmo quando o reveste de uma obsessão pelo ouro para poder ficar rico e ter sua desejada mulher, que ainda por cima é uma escrava cujo corpo pertence a outro negro. O fato de Joaquim ter se tornado um mártir, e isso só é mostrado no prólogo, com uma apresentação dotada de ironia machadiana, é quase um acidente, fruto de sua revolta contra aquilo que ele acredita estar errado no Brasil colônia. No fim das contas, alguém precisou (precisou?) morrer por nossa causa e daí vem a imagem de Tiradentes até hoje parecida com a de um Jesus brasileiro, alguém que morreu por nós e que ganhou um feriado em 21 de abril que mais parece católico do que patriótico. No momento político opressivo e desesperançado em que vivemos, é natural que o público brasileiro se identifique não só com esse personagem, mas com todas as circunstâncias que o rodeiam, com figuras e eventos que podem muito bem ser vistos como alegorias do presente.

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    Estreias: Nem feriado de Tiradentes faz Joaquim ter o lançamento que merece

    20 de abril de 2017 /

    Os cinemas demonstram pouco sinal de “Vida” neste feriadão. Com “Velozes e Furiosos 8” ocupando boa parte das telas do país, o maior lançamento desta quinta (20/4), a sci-fi “Vida”, tem que se contentar com 220 salas. Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) são astronautas presos numa trama influenciada por “Alien” (1979), que até agradou a crítica americana (68% de aprovação), mas deu grande prejuízo (custou US$ 58 milhões e só fez US$ 28 milhões nos EUA). Segundo maior lançamento, o suspense “Paixão Obsessiva” leva a 130 salas um trash com cara de telenovela, que foi escondido da imprensa. O filme também estreia nesta semana nos EUA, com Katherine Heigl (série “State of Affairs”) determinada a tornar um inferno a vida de Rosario Dawson (série “Punho de Ferro”), nova mulher de seu ex-marido. Quase com o mesmo circuito, o besteirol nacional “Gostosas, Lindas e Sexies” deve gerar discussões… sobre gramática. A comédia gira em torno das aventuras de quatro gordinhas – Carolinie Figueiredo (novela “Malhação”), Cacau Protasio (“Vai que Cola”), Mariana Xavier (“Minha Mãe é uma Peça 2: O Filme”) e Lyv Ziese (novela “Boogie Oogie”). Enquanto isso, “Joaquim”, drama sobre Tiradentes, lançado no feriado de Tiradentes, fica restrito a 33 salas. Dirigido por Marcelo Gomes (“Cinema, Aspirinas e Urubus”), o filme apresenta um olhar bastante diferenciado sobre o personagem histórico brasileiro e foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Berlim, onde conseguiu repercussão internacional com críticas bastante positivas. O que aparentemente não faz a menor diferença para os exibidores de cinema no Brasil. Outros títulos excelentes também chegam no circuito limitado, após se destacaram em festivais europeus. O americano “Paterson”, de Jim Jarmusch (“Amantes Eternos”), foi um dos dramas mais elogiados de Cannes no ano passado e chegou a figurar em diversas listas de melhores de 2016 nos EUA. Muitos consideram que Adam Driver, no papel do motorista de ônibus que escreve poemas nas horas vagas, deveria ter sido indicado ao Oscar. Chega em 28 salas espraiadas por 13 cidades. Exibido no Festival de Berlim de 2016, o australiano “O Sonho de Greta” é uma comédia juvenil sensível, que mostra o delírio de uma garota no dia de seu aniversário de 15 anos. A projeção chama atenção para o formato inusitado em que foi filmado – numa proporção de imagem de 4:3. Venceu vários prêmios na Austrália. Também voltado ao público jovem, o francês “O Novato” conquistou troféus em festivais menores, como o IndieLisboa e o My French Film Festival. A produção gira em torno do mais novo e menos popular aluno da escola, que resolve dar uma festa para conquistar os colegas. Estreia em seis salas. A programação se encerra com o menor lançamento da semana: o documentário brasileiro “O Profeta das Águas”, sobre Aparecido Galdino Jacintho, mentor de um grupo religioso de camponeses que foi preso como subversivo nos anos 1970. O filme será exibido em apenas uma sala do Cine Araújo Campo Limpo, em São Paulo. Clique nos títulos de cada filme para assistir a todos os trailers das estreias.

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    Filme da Capitã Marvel será dirigido por casal de cineastas indies

    19 de abril de 2017 /

    A Marvel definiu os diretores do filme “Capitã Marvel”, que será estrelado por Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”. Decidida a contratar uma diretora para seu primeiro filme de super-heroína, a companhia cinematográfica acabou, após diversas reuniões, anunciando um casal: Anna Boden e Ryan Fleck. “Capitã Marvel” será a primeira superprodução da dupla de cineastas, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados”, que rendeu uma indicação ao Oscar para Ryan Gosling. Ultimamente, eles também tem se dedicado à direção de episódios de séries, como “The Affair”, “Looking” e “Billions”. Segundo a revista Variety, o estúdio desistiu de contratar apenas uma cineasta ao se encantar com a visão que o casal ofereceu para a história da heroina. O roteiro está sendo escrito por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan, no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). A origem da personagem deve ser alterada no cinema, já que não há um Capitão Marvel no universo cinematográfico dos Vingadores. “Capitã Marvel” tem data de estreia marcada para março de 2019.

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    Tom Holland virá ao Brasil lançar Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    19 de abril de 2017 /

    O intérprete do Homem-Aranha, o ator Tom Holland, virá ao Brasil no início de maio para promover o lançamento de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, primeiro filme do herói produzido pela Marvel. Ele virá acompanhado da atriz Laura Harrier, que interpreta o par romântico do herói na nova produção. Os dois desembarcam em São Paulo, de acordo com a distribuidora Sony Pictures. A data da viagem não foi divulgada, mas é bem distante da estreia prevista, marcada para 6 de julho no Brasil. O filme, que tem direção de Jon Watts, será também o primeiro longa do herói estrelado por Holland. O ator debutou como o Aranha em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Ele é o terceiro intérprete do personagem neste século, após Tobey Maguire (em três filmes, entre 2002 e 2007) e Andrew Garfield (dois filmes de 2012 e 2014).

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    Sérgio Mallandro desenvolve série de humor para a Netflix

    19 de abril de 2017 /

    Sérgio Mallandro está desenvolvendo uma nova série de ficção para a Netflix. “Estou criando uma série agora para a Netflix. A gente deve começar a gravar depois de julho, com uns 13 ou 15 episódios. O personagem é o Sérgio Mallandro, com as minhas coisas, meus bordões, ‘ié-ié’. É uma história de ficção, mas com meu nome mesmo, com algumas partes do meu cotidiano. Estamos acabando o roteiro agora. É muito interessante. Não pode dar moleza para tristeza, malandragem”, contou, em entrevista ao site Notícias da TV. A nova série, ainda sem previsão de estreia, será o primeiro trabalho televisivo do humorista desde 2015, quando atuou no “Ferdinando Show”, programa humorístico do canal pago Multishow.

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    Neuza Amaral (1930 – 2017)

    19 de abril de 2017 /

    Morreu a atriz Neuza Amaral, com mais de 60 anos de carreira em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Segundo parentes, a atriz sofreu uma embolia pulmonar e faleceu nesta quarta (19/4) no Hospital São Vicente de Paula, no Rio, aos 86 anos. Neuza nasceu no interior de São Paulo e começou a atuar na década de 1950, trabalhando na recém-inaugurada TV Tupi e na Excelsior, onde participou da telenovela diária da televisão, “2-5499 Ocupado”, em 1963 (ao lado de Tarcísio Meira, Glória Menezes e Lolita Rodrigues). Mas foi na Globo, no Rio de Janeiro, que construiu sua trajetória de sucesso. Seu primeiro papel na emissora carioca foi na novela “A Sombra de Rebecca” (1967), na qual interpretou o papel-título. Mas acabou chamando mais atenção na novela seguinte como principal antagonista da mocinha (Myriam Pérsia), vivendo a primeira grande vilã da TV brasileira, Veridiana Albuquerque Medeiros, em “A Grande Mentira” (1968). Ela esteve em algumas das principais novelas das décadas de 1970 e 1980, como “Selva de Pedra” (1972), “Os Ossos do Barão” (1973), “Fogo Sobre Terra” (1974), “O Casarão” (1976), “Estúpido Cupido” (1976), “O Pulo do Gato” (1978), “Pecado Rasgado” (1978), “Cabocla” (1979), “Plumas e Paetês” (1980), “Ciranda de Pedra” (1981), “Paraíso” (1982), “Elas por Elas” (1983), “Sinhá Moça” (1986) e “Brega & Chique” (1987). Ficou tão famosa que até participou como ela mesmo de alguns capítulos de “A Gata Comeu” (1985). Mas a partir de “A Rainha da Sucata” (1990), fez apenas pequenas participações, tendo apenas mais um papel fixo em “Pé na Jaca” (2007). O afastamento das novelas coincidiu com sua entrada na política. Neuza Amaral chegou a ser vereadora do Rio de Janeiro na década de 1990, o que acabou afastando-a dos trabalhos na TV. Ela também trabalhou para a prefeitura da cidade Araruama, na Região dos Lagos, onde morou. A atriz também teve uma filmografia expressiva, com mais de 20 filmes, desde a estreia em “A Lei do Cão” (1967), de Jesse Valadão, até “O que É Isso, Companheiro?” (1997), de Bruno Barreto.

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    Guardiões da Galáxia Vol. 2 revela quatro cenas com ação, romance, humor e muitos efeitos visuais

    19 de abril de 2017 /

    A Marvel divulgou quatro cenas de “Guardiões da Galáxia Vol. 2″, que mostram desde um momento romântico entre o Senhor das Estrelas (Chris Pratt) e Gamora (Zoe Saldana) até a interação digital entre Rocket Raccoon (voz de Bradley Cooper) e Baby Groot (voz de Vin Diesel), além de destacar o humor suicida de Drax (David Bautista) e muitos, mas muitos efeitos visuais. Novamente dirigido por James Gunn e com quatro cenas pós-créditos (cinco, se contar a que aparece durante os créditos), o filme estreia em 27 de abril no Brasil.

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    Julia Roberts é eleita a mulher mais bonita do mundo em 2017 pela revista People

    19 de abril de 2017 /

    Julia Roberts foi eleita “a mulher mais bonita do mundo em 2017” pela revista People. A atriz de 49 anos se disse “muito lisonjeada” no texto da edição mais recente da publicação, divulgada nesta quarta-feira (19/4). “Acredito que estou atualmente atingindo o meu auge”, completou. A revista lembrou que faz 26 anos desde que Julia Roberts foi eleita pela primeira vez a “mais bonita do mundo”, e “ela ainda é ‘Uma Linda Mulher'”, descreveu o texto, em referência ao título do filme de 1990 que a consagrou. Foi logo após o sucesso do longa que Julia conquistou seu primeiro “título” na People, em 1991. Na verdade, ela é “pentacampeã” da disputa, tendo vencido ainda em 2000, 2005 e 2010, um recorde. Graças a isso, a atriz brincou com o fato de ter aumentado sua vantagem sobre George Clooney, que é bicampeão do troféu de “homem mais sexy do mundo”. “Vou mencionar isso no meu cartão de Natal para os Clooney neste ano”, provocou. Nos últimos anos, a revista tem deixado as jovens em segundo plano, valorizando a beleza de mulheres com mais de 40 anos. Em 2016, a “mais bonita do mundo” foi Jennifer Aniston, de 47 anos, e no ano anterior o título coube a Sandra Bullock, de 49 anos.

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    Série Krypton, passada no planeta de Superman, ganha primeiro trailer

    18 de abril de 2017 /

    O piloto da série “Krypton”, passada no planeta de Superman, teve seu primeiro vídeo divulgado. O vídeo surgiu de fontes não oficiais, mas é legítimo. A narração alude a Kal-El, o Superman, mas a trama gira em torno do avô do herói, apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?). A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. Ele fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã de General Zod. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (série “Jekyll & Hyde”) e Aaron Pierre (série “Prime Suspect 1973”). A direção do piloto está a cargo de Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”), e ainda não há previsão para a estreia. Krypton – Promo 2017 from tvpromos2017 on Vimeo.

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    Homem-Aranha é confirmado no quarto filme dos Vingadores

    18 de abril de 2017 /

    Após ser confirmado em “Vingadores: Guerra Infinita”, o Homem-Aranha teve sua presença garantida na continuação. O presidente do Marvel Studios Kevin Feige confirmou, em entrevista coletiva, que o Homem-Aranha de Tom Holland aparecerá no quarto filme dos Vingadores, ainda sem título, antes de ganhar seu segundo filme solo. “Por enquanto, esses sãos os filmes em que ele aparecerá na Marvel”, ele revelou, acrescentando, de forma enigmática: “Tínhamos um plano muito particular para o Homem-Aranha”. Feige também afirmou que a Marvel não tem relação nenhuma com os spin-offs do universo do Homem-Aranha que a Sony está desenvolvendo. Recentemente, vieram à tona os planos para um filme solo do vilão Venom e outro da dupla de anti-heroínas Gata Negra e Sabre de Prata. O primeiro filme solo do Homem-Aranha produzido pela Marvel, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, estreia em 6 de julho no Brasil.

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    Novo trailer de Piratas do Caribe revela participação de Keira Knightley

    18 de abril de 2017 /

    Será que vai restar algum segredo para a estreia de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” nos cinemas? A Disney parece disposta a revelar tudo em seus trailers. Depois do comercial que exaltou a volta de Orlando Bloom ao papel de Will Turner, o trailer japonês da produção agora apresenta claramente a participação de Keira Knightley, que viveu Elizabeth Swann nos três primeiros filmes da franquia. Até então, nem o IMDb listava a presença da atriz no filme. Era um segredo muito bem guardado pela produção, possivelmente para surpreender os fãs durante a exibição. Mas quando o próprio estúdio entrega o spoiler, transformando-o numa peça de marketing oficial, não há o que se possa fazer. Esta é a tendência atual dos trailers. Basta lembrar de “O Exterminador do Futuro: Genesis”, cuja campanha levou o diretor à loucura e foi apontada como responsável por desinteressar o público. “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” tem marcada para 25 de maio no Brasil, e até lá ainda dá tempo de produzir um vídeo para destacar o personagem de Paul McCartney.

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