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Filme

Filme de “Jaspion” será gravado no Brasil

A Sato Company desenvolve longa do herói japonês com roteiro em análise pela Toei

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George Clooney receberá Leão de Ouro por carreira em Veneza

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“Minions & Monstros” lidera bilheteria com pior estreia da franquia

Animação ficou em 1º lugar no feriado de 4 de Julho, mas abriu abaixo de todos os filmes anteriores de “Meu Malvado Favorito”

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5 de julho de 2026
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    Lars von Trier nega ter assediado Björk e elogia sua atuação em Dançando no Escuro

    16 de outubro de 2017 /

    Após Björk relatar ter sofrido assédio de um “diretor dinamarquês” durante a produção de um filme, Lars von Trier resolveu se pronunciar. Embora a cantora islandesa não tenha citado nomes, ele foi o único cineasta dinamarquês com quem a cantora trabalhou em sua curta carreira como atriz, no filme “Dançando no Escuro” (2000). Em entrevista ao jornal dinamarquês Jyllands-Posten, o cineasta negou ter assediado a cantora. “Não foi o caso. Embora não tivéssemos nos entendido, isso é um fato… ela entregou uma das maiores performances dos meus filmes”. Coprodutor de “Dançando no Escuro” e sócio de Von Tier na produtora Zentropa, Peter Aalbaek Jensen defendeu o cineasta e até alfinetou a cantora. “Pelo que eu me lembro, nós (Lars e eu) é que éramos vítimas. Aquela mulher era mais forte que Lars, eu e nossa empresa juntos”, disse ele, numa declaração que está tendo repercussão negativa nas redes sociais. “Dançando no Escuro” ganhou a Palma de Ouro e deu a Björk o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Mas o conflito entre o diretor e a cantora não era segredo. Durante as filmagens, ela ameaçou várias vezes deixar a produção, o que lhe rendeu fama de “difícil”. Ela nunca mais protagonizou nenhum longa-metragem. Em um texto publicado em seu Facebook no fim de semana, a cantora buscou contextualizar a experiência pelo prisma do escândalo sexual que maculou a carreira de Harvey Weinstein. “Me senti inspirada pelas mulheres de todo a parte, que estão falando sobre suas experiências online. Isso me fez sentir vontade de contar minha experiência com um diretor dinamarquês”, ela escreveu. “Venho de um país onde a diferença entre os sexos é a menor do mundo, apesar de ainda existir. E vinha de uma posição estabelecida no mundo da música com uma independência muito merecida. Mas ficou extremamente claro para mim quando entrei na carreira de atriz que a humilhação e o assédio sexual eram a norma, diante de uma equipe de dezenas que permitiu e encorajou o diretor. Tive ciência que era um consenso universal que um diretor poderia tocar e assediar suas atrizes à vontade, porque a instituição do cinema permitia”, ela desabafou. “Quando repeli o diretor, ele ficou deprimido e me puniu, criando uma ilusão para toda a equipe ao me rotular como ‘a difícil’. Por conta da minha força, da minha incrível equipe e porque eu não tinha grandes ambições no meio da atuação, eu deixei essa profissão de lado e me recuperei desse episódio com o passar dos anos. Mas eu temo que outras atrizes, trabalhando com este mesmo homem, não tenham conseguido. O diretor estava totalmente ciente desse jogo e tenho certeza que o filme que ele fez posteriormente foi baseado em sua experiência comigo, porque fui a primeira que não se deixou assediar por ele”. Lars von Trier filmou em seguida Nicole Kidman em “Dogville” (2003) e a atriz não quis retornar para a sequência, “Manderlay” (2005). Em compensação, Charlotte Gainsbourg estrelou os últimos três longas do diretor, “Anticristo” (2009), “Melancolia” (2011) e “Ninfomaníaca” (2013), este dividido em duas partes. Ela também venceu o troféu de Melhor Atriz em Cannes (por “Anticristo”), assim como Kirsten Dunst, sua colega em “Melancolia”.

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    Trailer de Os Parças aposta em humor datado com caretas, bordões, Tom Cavalcante e Whindersson Nunes

    16 de outubro de 2017 /

    O youtuber Whindersson Nunes divulgou em seu canal o primeiro trailer de “Os Parças”, besteirol repleto de referências antigas – Fábio Júnior, É o Tchan – , que ajudam a definir seu humor como datado. Nas primeiras horas de publicação, o vídeo foi visto mais de 2 milhões de vezes e recebeu milhares de comentários de gente que até já decorou os bordões. E é isto mesmo. A prévia é basicamente um quadro do antigo programa “Zorra Total”, em que um grupo de comediantes careteiros e cheios de frases de efeito (que funcionam como bordões) tenta dar um golpe numa festa de casamento, conseguindo se mostrar mais incompetente que “Os Penetras” – franquia de que Nunes também participou. Os “parças” do título são vividos pelo próprio Whindersson Nunes, Bruno de Luca (“Copa de Elite”), Tirullipa (filho de Tiririca) e Tom Cavalcante (do “Zorra Total”), em sua estreia no cinema. Na trama, quatro amigos montam uma empresa de organização de casamentos trambiqueira, com produtos da rua 25 de Março – endereço de lojas populares de São Paulo – , e acabam contratados para fazer uma festa do casamento de luxo. A noiva é vivida por Paloma Bernardi (novela “A Terra Prometida”), o noivo é André Bankoff (“Gostosas, Lindas e Sexies”), o pai da noiva é Taumaturgo Ferreira (série “Magnifica 70”) e Neymar (“xXx: Reativado”) é Neymar, numa participação especial. A comédia foi escrita por Cláudio Torres Gonzaga (do fraco “Vestido Pra Casar”) e está sendo dirigida por Halder Gomes (do bom “O Shaolin do Sertão”). A estreia está marcada para 30 de novembro.

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    Pantera Negra ganha novo trailer com visual futurista e hip-hop furioso

    16 de outubro de 2017 /

    A Marvel divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Pantera Negra”. A prévia é repleta de ação e efeitos visuais, com ênfase para o visual futurista de Wakanda, a nação africana liderada pelo herói do título (Chadwick Boseman), que equilibra avanços tecnológicos com tradição tribal – com direito a uma guarda de amazonas negras. E há também a formação da aliança entre o vilão Ulysses Klaue (Andy Serkis, repetindo seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”) e Erik Killmonger (Michel B. Jordan, de “Creed”). Tudo isso pulsando com batidas furiosas de hip-hop, num mash-up impressionante de “BagBak”, novo rap de Vince Staples, com o clássico “The Television Will Not Be Televised”, de Gil Scott Heron, lançado em 1970, durante a era dos verdadeiros Panteras Negras. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa (Boseman) imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e também inclui em seu elenco Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”), além de Martin Freeman e Florence Kasumba, que também reprisam seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). A estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Terror As Boas Maneiras vence Festival do Rio 2017

    16 de outubro de 2017 /

    O terror “As Boas Maneiras” foi o grande vencedor do Festival do Rio 2017. O segundo longa realizado em parceria pelos diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de “Trabalhar Cansa”) venceu três troféus Redentor: Melhor Filme, Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Fotografia (Rui Poças). Além disso, conquistou consagrações paralelas, como os prêmios da Crítica Internacional, o Felix, para obras de temáticas LGBT+, e o Petrobrás, que incentiva sua distribuição nos cinemas. O filme já tinha apavorado em festivais internacionais, vencendo o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, de Paris, e o da Prêmio da Crítica no Festival de Sitges, na Espanha – este, considerado o “Cannes do Cinema Fantástico”. Fábula de horror e fantasia, “As Boas Maneiras” parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que a rica Ana (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara se vê assumindo a maternidade de uma criança diferente das outras. A cerimônia de premiação, realizada no Cine Odeon na noite de domingo (15/10), também destacou “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor, sobre um professor acusado de pedofilia, que venceu em quatro categorias: Melhor Ator (Daniel de Oliveira, em vitória compartilhada com Murilo Benício, de “O Animal Cordial”), Ator Coadjuvante (Marco Rica), Roteiro (Lucas Paraizo) e o Prêmio do Público. “Praça Paris”, de Lucia Murat, conquistou dois troféus: Melhor Direção e Atriz, vencido por Grace Passô no papel de uma moradora do Morro da Providência assombrada pela violência do Rio. E “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral, ficou com o prêmio de Ator já mencionado. Na categoria de Melhor Documentário, o vencedor foi “Piripkura”, de Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge, sobre os últimos sobreviventes do povo indígena Piripkura, após anos de enfrentamento contra madeireiros. Chama atenção o fato de todos os longas premiados serem dirigidos ou codirigidos por mulheres, numa valorização do talento das cineastas brasileiras. Isto acontece em grande contraste com a pequena representação feminina nas seleções dos festivais de prestígio internacional, inclusive o Festival de Cannes, o que já motivou protestos e acusações de sexismo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do Festival do Rio 2017 PREMIÈRE BRASIL MELHOR FILME: “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra MELHOR DIREÇÃO: Lúcia Murat, por “Praça Paris” MELHOR ATRIZ: Grace Passô, por “Praça Paris” MELHOR ATOR: Daniel de Oliveira, por “Aos Teus Olhos”, e Murilo Benício por “O Animal Cordial” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Marjorie Estiano, por “As Boas Maneiras” MELHOR ATOR COADJUVANTE: Marco Rica, por “Aos Teus Olhos” MELHOR FOTOGRAFIA: Rui Poças, por “As Boas Maneiras” MELHOR MONTAGEM: Caroline Leone, por “Alguma Coisa Assim” MELHOR ROTEIRO: Lucas Paraizo, por “Aos Teus Olhos” MELHOR DOCUMENTÁRIO: “Piripkura”, de Mariana Oliva, Renata Terra, Bruno Jorge MELHOR DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva, por Slam: “Voz de Levante” PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “Slam: Voz de Levante” MELHOR CURTA: “Borá”, de Angelo Defanti. MENÇÃO HONROSA EM CURTA: Roberta Gretchen Coppola, por “Vaca Profana” NOVOS RUMOS MELHOR FILME: “A Parte do Mundo que Me Pertence” de Marcos Pimentel MELHOR CURTA: “Atrito”, de Diego Lima PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “Vende-se Esta Moto”, de Marcus Faustini PRÊMIO DO PÚBLICO MELHOR FILME: “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor MELHOR DOCUMENTÁRIO: “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler MELHOR CURTA: “Vaca Profana”, de René Guerra PRÊMIO DA CRÍTICA INTERNACIONAL (FIPRESCI) MELHOR FILME: “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra PRÊMIO FELIX MELHOR FILME: “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra MELHOR DOCUMENTÁRIO: “Queercore: How to Punk a Revolution”, de Yony Leyser. produzido por Thomas Janze MELHOR CURTA: “Sandra Chamando”, de João Cândido Zacharias. produzido por Tatiana Leite

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    Novo comercial de Thor: Ragnarok destaca participação do Doutor Estranho

    16 de outubro de 2017 /

    A Marvel divulgou um novo comercial de “Thor: Ragnarok”, que destaca encontro entre Thor (Chris Hemsworth) e Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), anteriormente adiantado apenas num trailer japonês. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Filme A Onda dos Sonhos inspira produção de série

    16 de outubro de 2017 /

    A rede NBC encomendou o roteiro de um piloto de série baseado no filme de surfistas “Onda dos Sonhos” (Blue Crush). Escrito por Lizzy Weiss (criadora da série “Switched at Birth”) e pelo diretor John Stockwell (“Mergulho Radical”), o filme trazia Kate Bosworth (“Para Sempre Alice”) como uma surfista que largou tudo para morar no Havaí e participar de grandes competições. Mas após superar dificuldades, ela pode colocar tudo a perder ao se apaixonar por um turista (Matthew Davis, da série “The Vampire Diaries”). O elenco também destacava Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”) e a surfista/modelo Sanoe Lake (“Criatura das Sombras”). “Onda dos Sonhos” não fez muito sucesso nos cinemas. A produção custou US$ 25 milhões e rendeu apenas US$ 51,8 milhões em todo o mundo. Entretanto, acabou encontrando um grande público em vídeo. Tanto que chegou a ganhar sequência, produzida especificamente para este mercado. A adaptação está sendo desenvolvida pela roteirista Hannah Schneider (série “Reign”) e será produzida pela Imagine, estúdio de Brian Grazer e do cineasta Ron Howard, e a Universal, parceiros que produziram o filme original.

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    Netflix vai juntar as protagonistas de Alice no País das Maravilhas e O Mágico de Oz

    15 de outubro de 2017 /

    A Netflix vai produzir um longa que juntará o País das Maravilhas e a terra do Mágico de Oz. Intitulado “Dorothy & Alice”, o projeto foi concebido por Justin Merz (da animação “The Boxcar Children”) e chamou atenção de muitos estúdios pelo potencial de virar franquia. A trama vai acompanhar a jovem Dorothy Gale, uma menina assombrada por pesadelos de uma lugar mágico chamada Oz, que vive em um lar para garotas consideradas perturbadas como ela. Lá, ela conhece outra jovem, a misteriosa Alice, que a envolve em uma missão para salvar não só os mundos ditos da imaginação, mas também tudo aquilo que é considerado real. O projeto será produzido por Bryan Unkeless, que já trabalhou com a Netflix no vindouro longa “Bright”, estrelado por Will Smith. Não há previsão de estreia para o filme.

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    A Família Addams vai virar animação do diretor de A Festa da Salsicha

    15 de outubro de 2017 /

    A Família Addams vai voltar ao cinema como um longa animado. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto da MGM terá direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”). Outro detalhe da produção é que, ao contrário da série animada clássica dos anos 1970, os personagens serão criados por computação gráfica. Mas há uma boa notícia. O roteiro é de Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Ela assina a adaptação com Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”. Criada por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de TV nos anos 1960, animação na década seguinte e até filmes nos anos 1990.

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    Ron Howard revela crossover com quadrinhos de Star Wars no filme de Han Solo

    15 de outubro de 2017 /

    O diretor Ron Howard anunciou a participação de dois populares personagens dos quadrinhos de “Star Wars” no longa sobre juventude de Han Solo. Ele postou uma foto ao lado dos intérpretes da dupla, chamada de Tag e Bink, que aparecerão pela primeira vez num longa-metragem. Os dois não passam de figurantes nos eventos acontecidos há muito numa galáxia muito distante, mas tiveram até sua própria minissérie, “Tag and Bink Are Dead”, cujo título entrega a referência à famosa peça de Tom Stoppard “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos”. Assim como a peça, que aborda a história de “Hamlet”, de Shakespeare, pela visão de dois personagens periféricos, os quadrinhos de Tag e Bink percorrem a saga encontrando personagens importantes. Vestidos como stormtroppers, eles são inseridos pelo roteirista Kevin Rubio em momentos-chave dos filmes, coincidindo com aparições de soldados imperiais na tela. E o encaixe é perfeito. Será a primeira vez que os universos do cinema e dos quadrinhos de “Star Wars” experimentarão um crossover. A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. #tagandbink ? pic.twitter.com/1EzUbS3MQs — Ron Howard (@RealRonHoward) October 14, 2017

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    Woody Allen considera escândalo sexual de Harvey Weinstein “trágico”, mas teme “caça às bruxas”

    15 de outubro de 2017 /

    Em entrevista publicada pela BBC neste domingo (15/10), o diretor Woody Allen declarou estar “muito triste” com as acusações de assédio sexual contra Harvey Weinstein, com quem chegou a trabalhar nos anos 1990. Mas apesar de considerar trágico para as vítimas, ele teme que o escândalo inicie uma caça às bruxas em Hollywood. “Toda essa coisa com Harvey é muito triste para todos os envolvidos”, disse Woody. “Trágico para as pobres mulheres envolvidas, e triste para Harvey que teve toda a sua vida arruinada. Não há vencedores nisso, é apenas muito, muito triste e trágico”, ele afirmou. A lista de filmes que Allen rodou para a Miramax, antiga empresa de Weinstein, inclui “Poderosa Afrodite” (1995), estrelado por Mira Sorvino, uma das atrizes que denunciou o produtor por abuso. Mas o diretor garante nunca ter ouvido nenhum tipo de acusação a respeito do comportamento de Weinstein. “Ninguém jamais veio até mim contar histórias horrorosas com qualquer seriedade”, ele disse, antes de minimizar. “E também não iriam, porque você não está interessado nisso. Você está interessado em fazer seu filme. Mas você ouve um milhão de rumores fantásticos o tempo todo. E alguns se revelam verdadeiros e alguns – muitos – são apenas histórias sobre essa atriz ou aquele ator”, declarou. Allen conhece escândalos sexuais de perto, após ter sido denunciado pela ex-mulher Mia Farrow de ter molestado a própria filha, Dylan. Por sinal, seu filho Ronan Farrow foi o autor da reportagem da revista New Yorker que apresentou as primeiras vítimas de estupro de Weinstein. Há dois anos, Ronan também escreveu um artigo na revista The Hollywood Reporter questionando o silêncio da imprensa sobre as acusações que pesam contra o próprio pai, que teria abusado de Dylan quando ela tinha 7 anos, no começo dos anos 1990. O caso foi tema de um julgamento de custódia durante a separação do diretor e, após a opinião pública se voltar contra Allen, sua equipe legal virou o jogo, deixando mal Mia Farrow, acusada de mentir e ensaiar os próprios filhos para se vingar do ex. Recentemente, a atriz insinuou que Ronan não era filho legítimo de Allen, mas de Frank Sinatra. Agora, o diretor teme uma “atmosfera de caça às bruxas”. “Você não vai querer entrar numa atmosfera de caça às bruxas, uma atmosfera de Salem, onde qualquer cara que pisca para um garota em seu escritório de repente tem que ligar para seu advogado para se defender”, declarou. “Isso também não é certo. Mas claro, eu espero que tudo isso transforme em benefício para as pessoas ao invés de apenas uma história trágica”.

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    X-Men: Fênix Negra encerra suas filmagens

    15 de outubro de 2017 /

    Poucas horas após Ryan Reynolds anunciar o término das filmagens de “Deadpool 2”, o produtor, roteirista e agora também diretor Simon Kinberg anunciou o final de “X-Men: Fênix Negra”, por meio de uma mensagem em seu Instagram. Veja abaixo. Para quem não lembra, Kinberg passou a escrever as aventuras dos mutantes no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), que quase acabou com a franquia. Com “X-Men: Fênix Negra” ele refilma a mesma história, desta vez também como diretor e, alegadamente, de forma mais próxima dos quadrinhos. O filme volta a reunir os intérpretes de “X-Men: Apocalipse”, Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). A atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) também está no elenco em papel não confirmado – mas que se especula ser a Imperatriz Lilandra Neramani, líder da raça alienígena shi’ar. A estreia está marcada para novembro de 2018. That's a wrap. #darkphoenix #xmenmovies 11.2.18 Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em Out 14, 2017 às 1:39 PDT

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    A Morte Te Dá Parabéns confirma boa fase do terror ao estrear em 1º lugar na América do Norte

    15 de outubro de 2017 /

    “A Morte Te dá Parabéns” foi o filme mais visto do fim de semana na América do Norte, tomando o 1º lugar das bilheterias de “Blade Runner 2049”, líder por uma semana. Produzido por apenas US$ 4,5M (milhões), o longa arrecadou US$ 26,5M e já se pagou com três dias em cartaz. Trama que junta psicopata mascarado à vítima presa num “looping temporal”, “A Morte Te dá Parabéns” teve boas críticas (média de 67% no Rotten Tomatoes), que aprovaram sua reciclagem de “O Feitiço do Tempo” (1993) num contexto slasher, pela forma como reforça o mistério central sobre a identidade do assassino. O filme é a terceira produção da Blumhouse a fazer sucesso em 2017, após “Fragmentado” e “Corra!”. Não por acaso, o estúdio e o diretor Christopher Landon (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) planejam continuação. Mas o fenômeno não é restrito à Blumhouse. A New Line, divisão especializada da Warner, também colecionou campeões de bilheteria de terror, como “Annabelle 2: A Criação do Mal” e principalmente “It: A Coisa”, que quebrou recordes do gênero em 2017. Lançado há cerca de 50 dias, o filme continua no Top 5 norte-americano (veja abaixo). Até a Dimension, de Bob Weinstein, emplacou “47 Metros Para Baixo”. Vive-se uma nova era de ouro (no sentido financeiro) do terror americano. Já a sci-fi “Blade Runner 2049”, após abrir abaixo do esperado na semana passada, caiu para o 2º lugar com US$ 15,1M, num encolhimento de 53,1% em sua arrecadação. Neste caso, as críticas positivas (89% de aprovação) não fizeram diferença. O longa custou US$ 150 milhões apenas para ser produzido – o marketing teve custo não revelado – e se não estourar na China – como aconteceu com “Planeta dos Macacos: A Guerra” – dará grande prejuízo. O Top 3 se fecha com outra estreia, o thriller de ação “O Estrangeiro”, estrelado por Jackie Chan, que fez US$ 12,8M e registrou 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 31,5M 2. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 15,1M Total EUA: US$ 60,5M Total Mundo: US$ 158,5M 3. O Estrangeiro Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA: US$ 12,8M Total Mundo: US$ 101,2M 4. It: A Coisa Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 314,9M Total Mundo: US$ 630,6M 5. A Montanha Entre Nós Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 30,2M 6. Feito-na-América Fim de semana: US$ 5,48M Total EUA: US$ 40,1M Total Mundo: US$ 112M 7. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA: US$ 89,6M Total Mundo: US$ 286,7M 8. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 51,5M Total Mundo: US$ 96,9M 9. My Little Pony: O Filme Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 15,5M Total Mundo: US$ 26,1M 10. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 40,1M

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    Ryan Reynolds anuncia final das filmagens de Deadpool 2

    15 de outubro de 2017 /

    O ator Ryan Reynolds anunciou em seu Instagram que as filmagens de “Deadpool 2” foram encerradas. No post, ele agradeceu o diretor e a equipe técnica, incluindo uma imagem dos bastidores, e dizendo que já estava sentindo falta do set. Mas um seguidor rapidamente lhe cobrou seu esquecimento da dublê que morreu durante a produção. Além de Reynolds no papel de Deadpool e o retorno da maioria dos personagens do primeiro filme, a continuação vai trazer Josh Brolin (“Sicario”) como o mutante Cable e Zazie Beets (da série “Atlanta”) no papel de Dominó. O novo filme tem os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, com reforço de Drew Goddard (“Perdido em Marte”), mas sofreu uma mudança de diretor, com David Leitch (“Atômica”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em maio de 2018. That’s a wrap on DEADPOOL 2: A SONG OF FIRE AND ICE! Thank you to our beloved Captain, Mr. @davidmleitch… words are too clumsy to properly acknowledge your giant heart and talent. I love my hometown of Vancouver and our obscenely gifted crew. From our PA’s, (who are first in and last out) to our set decorators and prop department, riddling this film with Easter Eggs in almost every scene… Thank you. I already miss being on set. Which is why I’ve decided to continue shooting the film in my underwear from Josh Brolin’s well appointed living room. #MaximumEffort Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em Out 14, 2017 às 5:34 PDT

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