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Filme, Música

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    Scooby-Doo se junta a Batman em trailer de nova animação

    9 de janeiro de 2018 /

    A DC Animation divulgou o trailer de “Scooby-Doo! & Batman: The Brave and the Bold”. A prévia mostra Batman pedindo ajuda de Scooby e seus amigos para resolver um problema em Gotham City, com direito à participação de diversos vilões clássicos dos quadrinhos, monstros e até da Liga da Justiça. Os mais velhos devem se lembrar que esta não é a primeira vez que Batman e Scooby-Doo se encontram. Eles já combateram o crime em outras animações, como num episódio de sete anos atrás da série “Batman: Bravos e Destemidos” (Batman: The Brave and the Bold) e na série clássica do Scooby-Doo dos anos 1970. O roteiro é de Paul Giacoppo (que trabalhou nos efeitos visuais de “Rogue One”) e James Tucker (“Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”) e a direção é de Jake Castorena (responsável pela série “Justice League Action”) “Scooby-Doo! & Batman: The Brave and the Bold” faz parte da linha de lançamentos animados da DC Comics produzidos pela Warner para o mercado de home video, e chega às lojas do Brasil nesta quarta (10/1), um dia após a distribuição nos EUA.

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  • Filme

    Atrizes e intelectuais europeias lançam campanha polêmica a favor do assédio sexual

    9 de janeiro de 2018 /

    Um grupo formado por uma centena de mulheres artistas e intelectuais europeias — entre elas, as atrizes Catherine Deneuve e Ingrid Caven — assinaram um artigo no jornal francês Le Monde nesta terça-feira (9/1) para defender o assédio sexual no ambiente de trabalho. Ou melhor, a liberdade dos homens “de importunar”. “O estupro é um crime. Mas a paquera insistente ou desajeitada não é delito, nem é o galanteio uma agressão machista”, diz o texto, que pretende ser um ataque ao movimento #metoo, chamado de “campanha de delações”. Após as denúncias contra o produtor Harvey Weinstein, vítimas de abusos em Hollywood e na sociedade sentiram-se encorajadas a denunciar seus abusadores. Mas para a centena de atrizes, escritoras e jornalistas que assinam o texto no Le Monde, as denúncias não passam de “puritanismo”. Embora considere “legítima” a tomada de consciência sobre a violência sexual, sobretudo no ambiente profissional, o grupo avalia que o movimento obriga a se posicionar de certa forma e taxa de “traidores e cúmplices” quem se nega a seguir as diretrizes. Disfarçando-se de defesa da sexualidade, o texto tenta escamotear um ponto de vista conservador, que prefere mulheres caladas e submissas aos avanços indesejados. E defende o status quo, para que homens poderosos continuem tendo o direito de “importunar” funcionárias impunemente. Um trecho chega a lamentar que homens tenham sofrido “sanções na profissão ou obrigados a se demitir quando seu único erro foi tocar um joelho, tentar um beijo, falar de coisas íntimas no trabalho ou enviar mensagens de conotação sexual a uma mulher que não sentia atração recíproca”. Na visão das autoras do artigo, há uma “onda purificadora” que não serve à autonomia das mulheres, mas a inimigos da liberdade sexual, a extremistas religiosos, a reacionários e a quem vê o sexo feminino como “uma criança que pede proteção”. “Não nos reconhecemos neste feminismo que, para além de denunciar abusos de poder, encarna um ódio aos homens e à sexualidade”, diz o texto, que considera a “liberdade de importunar indispensável à liberdade sexual”. Esta curiosa visão da “liberdade sexual” implica que ser “importunada” no trabalho é uma conquista, e que reclamar disso seria um atraso. Trata-se de uma confusão entre submissão e liberdade que as novas gerações conseguem distinguir, mas aparentemente as mais velhas não. A francesa Catherine Deneuve e a alemã Ingrid Caven têm mais de 70 anos, idade que será atingida em abril pela escritora e curadora Catherine Millet, fundadora da revista Art Press, que reuniu o grupo. Também setentona, a atriz e roteirista Catherine Robbe-Grillet escreveu o roteiro do clássico erótico “The Image” (1975), sobre submissão/escravidão sexual. Entre as mais novas da turma, a atriz Brigitte Lahaie está com 62 anos. Deneuve, por sinal, já criou polêmica ao defender publicamente o cineasta Roman Polanski, acusado de estupro. Para a atriz, o diretor não sabia que sua vítima tinha 13 anos. “Sempre achei a palavra estupro excessiva”, ela declarou sobre este assunto.

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  • Filme

    A Forma da Água lidera indicações ao prêmio do BAFTA, o “Oscar britânico”

    9 de janeiro de 2018 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) divulgou os indicados a seu prêmio de cinema, considerado o “Oscar britânico”. E a fantasia “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, lidera a lista, citada em 12 categorias, incluindo Melhor Filme e Direção. O grande vencedor do Globo de Ouro 2018, “Três Anúncios para um Crime”, e a cinebiografia de Winston Churchill, “O Destino de uma Nação”, aparecem em seguida com nove indicações cada. Mas o que mais chamou atenção foram as ausências. “The Post”, de Steven Spielberg, não ganhou nenhuma menção sequer. A premiação do BAFTA está marcada para 18 de fevereiro, duas semanas antes do Oscar. Veja abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao BAFTA Awards 2018 MELHOR FILME “Me Chame pelo seu Nome” “O Destino de uma Nação” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Três Anúncios para um Crime” MELHOR DIRETOR Denis Villeneuve, “Blade Runner 2049” Luca Guadagnino, “Me Chame pelo seu Nome” Christopher Nolan, “Dunkirk” Guillermo del Toro, “A Forma da Água” Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ATRIZ Annete Benning, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Frances Mcdorman, “Três Anúncios para um Crime” Margot Robbie, “Eu, Tonya” Sally Hawkins, “A Forma da Água” Saoirse Ronan, “Lady Bird” MELHOR ATOR Daniel Day-Lewis, por “Trama Fantasma” Daniel Kaluuya “Corra!” Gary Oldman, “O Destino de uma Nação”, Jamie Bell, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Timothée Chalamet, “Me Chame pelo seu Nome” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Allison Janney, “Eu, Tonya” Kristin Scott Thomas, “O Destino de uma Nação” Laurie Metcalf, “Lady Bird” Lesley Manville, “Trama Fantasma” Octavia Spencer, “A Forma da Água” MELHOR ATOR COADJUVANTE Christopher Plummer, “All the Money in the World” Hugh Grant, “As Aventuras de Paddington 2”, Sam Rockwell, “Três anúncios para um Crime” Willem Dafoe, “The Florida Project” Woody Harrelson, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR FILME BRITÂNICO “O Destino de uma Nação” “The Death of Stalin” “God’s Own Country” “Lady MacBeth” “As Aventuras de Paddington 2” “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ESTREIA DE ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO “The Ghoul”, Gareth Tunley (roteiro/direção/produção), Jack Healy Guttman & Tom Meeten (produção) “I Am Not a Witch”, Rungano Nyoni (roteiro/direção), Emily Morgan (produção) “Jawbone”, Johnny Harris (roteiro/produção), Thomas Napper (direção) “Kingdom of Us”, Lucy Cohen (direção) “Lady MacBeth”, Alice Birch (roteiro), William Oldroyd (direção), Fodhla Cronin O’Reilly (produção) MELHOR FILME ESTRANGEIRO “Elle”, Paul Verhoeven “First They Killed My Father”, Angelina Jolie “A Criada”, Park Chan-wook “Desamor”, Andrey Zvyagintsev “O Apartamento”, Asghar Farhadi MELHOR DOCUMENTÁRIO “City of Ghosts”, Matthew Heineman “Eu Não Sou Seu Negro”, Raoul Peck “Ícaro”, Bryan Fogel, Dan Cogan “Uma Verdade Mais Inconveniente”, Bonni Cohen, Jon Shenk “Jane”, Brett Morgen MELHOR ANIMAÇÃO “Viva – A Vida É uma Festa”, Lee Unkrich, Darla K. Anderson “Com Amor, Van Gogh”, Dorota Kobiela, Hugh Welchman, Ivan Mactaggart “Minha Vida de Abobrinha”, Claude Barras, Max Karli MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Jordan Peele, “Corra!” Steven Rogers, “Eu, Tonya” Greta Gerwig, “Lady Bird” Guillermo del Toro, Vanessa Taylor, “A Forma da Água” Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ROTEIRO ADAPTADO James Ivory, “Me Chame pelo seu Nome” Armando Iannucci, Ian Martin, David Schneider, “The Death of Stalin” Matt Greenhalgh, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Aaron Sorkin, “A Grande Jogada” Simon Farnaby, Paul King, “As Aventuras de Paddington 2” MELHOR TRILHA SONORA Benjamin Wallfisch, Hans Zimmer, “Blade Runner 2049” Dario Marianelli, “O Destino de uma Nação” Hans Zimmer, “Dunkirk” Jonny Greenwood, “Trama Fantasma” Alexandre Desplat, “A Forma da Água” MELHOR FOTOGRAFIA Roger Deakins, “Blade Runner 2049” Bruno Delbonnel, “O Destino de uma Nação” Hoyte van Hoytema, “Dunkirk” Dan Laustsen, “A Forma da Água” Ben Davis, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR EDIÇÃO Jonathan Amos, Paul Machliss, “Em Ritmo de Fuga” Joe Walker, “Blade Runner 2049” Lee Smith, “Dunkirk” Sidney Wolinsky, “A Forma da Água” Jon Gregory, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Sarah Greenwood, Katie Spencer, “A Bela e a Fera” Alessandra Querzola, Dennis Gassner, “Blade Runner 2049” Sarah Greenwood, Katie Spencer, “O Destino de uma Nação” Nathan Crowley, Gary Fettis, “Dunkirk” Paul Austerberry, Jeff Melvin, Shane Vieau, “A Forma da Água” MELHOR FIGURINO Jacqueline Durran, “A Bela e a Fera” Jacqueline Durran, “O Destino de uma Nação” Jennifer Johnson, “Eu, Tonya” Mark Bridges, “Trama Fantasma” Luis Sequeira, “A Forma da Água” MELHOR MAQUIAGEM Donald Mowat, Kerry Warn, “Blade Runner 2049” David Malinowski, Ivana Primorac, Lucy Sibbick, Kazuhiro Tsuji, “O Destino de uma Nação” Deborah La Mia Denaver, Adruitha Lee, “Eu, Tonya” Daniel Phillips, “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha” Naomi Bakstad, Robert A. Pandini, Arjen Tuiten, “Extraordinário” MELHOR SOM “Em Ritmo de Fuga” “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” MELHORES EFEITOS VISUAIS “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” “Planeta dos Macacos: A Guerra” MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO “Have Heart, Will Anderson “Mamoon”, Ben Steer “Poles Apart”, Paloma Baeza, Ser En Low MELHOR CURTA BRITÂNICO “Aamir”, Vika Evdokimenko, Emma Stone, Oliver Shuster “Cowboy Dave”, Colin O’Toole, Jonas Mortensen “A Drowning Man”, de Mahdi Fleifel, Signe Byrge Sørensen, Patrick Campbell “Work”, de Aneil Karia, Scott O’Donnell “Wren Boys”, de Harry Lighton, Sorcha Bacon, John Fitzpatrick

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    Novo trailer legendado de Pantera Negra destaca Andy Serkis como o vilão Garra Sônica

    9 de janeiro de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo trailer legendado de “Pantera Negra”, que destaca o confronto do herói, interpretado por Chadwick Boseman (“Capitão América: Guerra Civil”), contra o vilão Ulysses Klaue, vivido por Andy Serkis (também retomando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”). O detalhe é que ele aparece pela primeira vez usando a garra sônica que lhe dá nome nos quadrinhos. A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa (Chadwick Boseman) para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. O elenco também inclui Michel B. Jordan (“Creed”), Letitia Wright (série “Humans”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”) e Martin Freeman (outro que reprisa seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”), “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Jumanji estreia em 1º lugar no Brasil

    9 de janeiro de 2018 /

    Reforçando o consenso: disponibilidade é tudo. O filme com maior distribuição na semana, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, estreou em 1º nas bilheterias do Brasil, com renda de R$ 23 milhões, e público de 900 mil espectadores entre quinta (4/1) e domingo (7/1). O filme também assumiu a liderança das bilheterias norte-americanas no último fim de semana. Sofrendo boicote de parte do parque exibidor, devido a uma exigência de maior participação na bilheteria, a estreia da animação “Viva – A Vida É Uma Festa” precisou se contentar com o 2º lugar e uma arrecadação R$ 6,5 milhões, sendo visto por 359 mil espectadores. Em 3º lugar em faturamento, o campeão anterior, o drama infantil “Extraordinário”, rendeu R$ 4,5 milhões, mas teve muito mais público que o desenho animado: 489 mil pagantes. A diferença se deve ao preço dos ingressos para as sessões em 3D. Maior sucesso brasileiro no ranking, a comédia “Fala Sério, Mãe!” aparece em 4º lugar. O filme protagonizado por Ingrid Guimarães e Larissa Manoela foi assistido por 1,3 milhão de espectadores no último fim de semana, mas já acumula renda de R$ 18,7 milhões em duas semanas de exibição.

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    Fracasso no exterior, Liga da Justiça vira a maior bilheteria de 2017 no Brasil

    9 de janeiro de 2018 /

    O fracasso de “Liga da Justiça” foi uma das maiores decepções do ano passado, levando até a mudanças no comando da DC Films, divisão da Warner encarregada de produzir os filmes de super-heróis. Mas, ironicamente, o longa está sendo comemorado como um grande sucesso no Brasil. Grande, não. O maior lançamento do ano passado. Segundo informações da Warner, a produção de super-heróis faturou a maior bilheteria dos cinemas brasileiros em 2017. Os números são impressionantes. Até domingo passado (7/1), o filme faturou R$ 133,6 milhões e foi assistido por um total de 8,5 milhões de pessoas. Com estes números, “Liga da Justiça” também virou a 4ª maior bilheteria de todos os tempos na indústria cinematográfica brasileira. E o filme continua em cartaz nos cinemas. Infelizmente, esse sucesso todo no Brasil não impediu o filme de dar prejuízo. Orçado em cerca de US$ 300 milhões, mais uma fortuna não revelada de marketing, “Liga da Justiça” fez apenas US$ 227 milhões nos Estados Unidos e US$ 652,8 milhões no mundo inteiro. A expectativa, para pagar custos tão elevados, era que a produção rendesse próximo de US$ 1 bilhão.

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    Oscar 2018 ganha pôster oficial com Jimmy Kimmel: “O que poderia dar errado?”

    8 de janeiro de 2018 /

    A rede ABC divulgou o pôster da transmissão oficial do Oscar 2018, com várias fotos do apresentador Jimmy Kimmel com a estatueta e sob uma frase emblemática: “O que possivelmente poderia dar errado?”. Trata-se, claro, de uma referência à confusão do ano passado. Será o segundo ano consecutivo de Kimmel como anfitrião da maior festa de premiação de Hollywood. Ele recebeu elogios por sua estreia no ano passado, e conseguiu sobreviver ao maior desastre da história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, quando “La La Land” foi anunciado por engano como Melhor Filme, em vez do vencedor real “Moonlight”. A 90ª edição do prêmio mais importante da indústria americana de cinema acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Jennifer Lawrence é espiã fatal em novo trailer legendado e fotos de Operação Red Sparrow

    8 de janeiro de 2018 /

    A Fox divulgou o pôster, cinco fotos e o segundo trailer legendado de “Operação Red Sparrow”, thriller de ação estrelado por Jennifer Lawrence (“Mãe!”). A trama é praticamente a origem da Viúva Negra, que a Marvel esqueceu de filmar. Treinada desde jovem nas artes marciais e da sedução, a personagem de Lawrence faz parte de um programa secreto russo para a criação de uma superespiã, e é considerada uma lenda na comunidade de inteligência. Embora seja muito similar à história dos quadrinhos da Marvel, o filme é uma adaptação do best-seller “Roleta Russa”, escrito por Jason Matthews, ex-agente da CIA que se deu bem no ramo da espionagem fictícia. Lawrence vive Dominika Egorova, uma jovem que, após ver o frustrado o sonho de entrar para o balé Bolshoi, é colocada diante da opção de ingressar no serviço secreto da Rússia… ou ser executada. Especializando-se na técnica da sedução, ela recebe a missão de conquistar o agente da CIA Nathaniel Nash (papel de Joel Edgerton, de “Ao Cair da Noite”), responsável por coordenar o trabalho de um informante americano na Rússia. Ao mesmo tempo, ele tenta fazê-la trair seu país. A produção volta a reunir a atriz com o diretor Francis Lawrence, após trabalharem juntos em três filmes da franquia “Jogos Vorazes”, e também com o roteirista Eric Warren Singer, que assinou “Trapaça” (2013). A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Atriz do clássico Clube dos Cinco acusa James Franco de assédio

    8 de janeiro de 2018 /

    Entre os tuítes que emergiram durante a exibição do Globo de Ouro 2018, chamaram muita atenção os disparados por Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), um dos filmes mais cultuados dos anos 1980. Seus comentários quase passaram batido, porque ela apagou as mensagens imediatamente. Mas precederam os protestos contra a vitória de James Franco como Melhor Ator de Comédia por “Artista do Desastre”, somando-se às acusações de assédio de outras atrizes que acompanharam a premiação. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu. Ela ainda complementou. “Ok, espera. Tchau. Christian Slater e James numa mesa no Globo de Ouro. #MeToo. Por que um homem está apresentando [a cerimônia]? Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Embora a atriz tenha se arrependido e apagado os tuítes, eles foram salvos por várias publicações. Veja abaixo. Franco dirigiu Ally Sheedy em 2014 numa peça exibida no circuito off Broadway chamada “The Long Shrift”. A foto acima é da première.

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    James Franco e Gary Oldman diminuem chances de Oscar após vitórias no Globo de Ouro

    8 de janeiro de 2018 /

    James Franco e Gary Oldman usaram preto e broches do movimento Time’s Up no Globo de Ouro 2018, mas não saíram do radar das denúncias de abuso em Hollywood. As acusações de assédio contra Franco e o resgate das agressões físicas de Oldman contra a ex-mulher, que vieram à tona após as vitórias de ambos no Globo de Ouro – respectivamente, como Melhor Ator de Comédia por “Artista do Desastre” e de Drama por “O Destino de uma Nação” – colocam em discussão seus futuros no Oscar 2018. De favoritos à estatueta de Melhor Ator, ambos podem ser preteridos na premiação. Há um ano atrás, isto não faria diferença. O ator Casey Affleck venceu o Oscar 2017 por “Manchete à Beira-Mar”, mesmo sendo acusado de assédio sexual por duas mulheres com quem trabalhou. Na ocasião, a atriz Brie Larson, que entregou o prêmio, fez questão de não aplaudi-lo. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair, enquanto divulgava “Kong: A Ilha da Caveira”. Mas os protestos se intensificaram muito desde então. Após as primeiras acusações contra Harvey Weinstein chegarem na imprensa nova-iorquina em outubro, a lista de escândalos em Hollywood ganhou proporções epidêmicas, gerando a hashtag #metoo, em que atrizes e até alguns atores revelaram casos em que sofreram assédios no ambiente de trabalho. Vários astros e produtores poderosos foram demitidos em consequência da proliferação das denúncias. E a própria Academia fez algo até recentemente impensável: expulsou Harvey Weinstein. Weinstein foi um dos fundadores da Miramax, empresa que dominou a premiação do Oscar nos anos 1990 e acabou absorvida pela Disney. Mais recentemente, ele comandava a empresa que leva seu nome, The Weinstein Company, e, ao todo, suas produções tiveram 303 indicações ao Oscar e renderam 75 estatuetas. Para dar dimensão de sua importância, um levantamento da revista Newsweek observou que o nome de Harvey Weinstein é o segundo mais citado nos discursos de agradecimento dos vencedores do Oscar em todos os tempos, atrás apenas de Steven Spielberg – e na frente de Deus, por exemplo. E ele foi expulso da Academia sem cerimônia e sem direito de poder, nunca mais, participar da premiação. O clima é tão tenso que há até uma campanha online para impedir a participação de Casey Affleck na cerimônia deste ano. Ele teria presença garantida graças a uma tradição antiga da Academia, na qual o vencedor da categoria de Melhor Ator apresenta o prêmio de Melhor Atriz do ano seguinte. Quase 20 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado no site Change.org para que ele não seja convidado. Isto dificulta muito as chances de James Franco e Gary Oldman. Apesar do trabalho elogiado de ambos, especialmente de Oldman, pode ser que algum deles fique fora até das indicações, que estão sendo definidas neste momento – entre sexta passada (5/1) e a próxima sexta (12/1). Os escolhidos serão anunciados em 23 de janeiro. Caso os dois apareçam na lista, terão contra si o voto feminino, que será muito seletivo no atual momento de Hollywood. Por conta disto, é quase inevitável congratular o jovem Timothée Chalamet por seu Oscar. Ele teve o bom gosto de participar de dois dos melhores filmes do ano, “Lady Bird”, vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia, e “Me Chame pelo seu Nome”, vencedor do Gotham Awards, e é por este último que disputará o troféu da Academia. Alguns (homens) poderão reclamar, mas não haverá injustiça na consagração do jovem ator de 22 anos. Ele já foi premiado como Revelação do Ano pelo Gotham Awards, além de vencer como Melhor Ator em diversos festivais e listas de associações de críticos dos Estados Unidos. Também está indicado ao SAG Awards, que é o prêmio do Sindicato dos Atores, e ao Spirit Awards, o “Oscar indie”. O fato de interpretar um jovem que desperta para a homo-afetividade é um cutucão final no machismo estabelecido em Hollywood.

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    Vitória de Gary Oldman no Globo de Ouro 2018 resgata acusações de abuso e agressão

    8 de janeiro de 2018 /

    Enquanto os discursos femininos foram celebrados no Globo de Ouro 2018, os atores de cinema que venceram as estatuetas não tiveram a mesma sorte. Assim como James Franco, cuja vitória como Melhor Ator de Comédia disparou denúncias de assédio sexual, a consagração de Gary Oldman como Melhor Ator de Drama voltou a trazer à tona as acusações de violência que constam de seu divórcio. Os dois atores foram ao Globo de Ouro de preto e com o broche do movimento Time’s Up, em apoio ao empoderamento feminino, o que foi considerado intragável para usuários das redes sociais. O intérprete de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” foi acusado de agredir a ex-esposa Donya Fiorentino em 2001 na frente dos dois filhos. Apesar da agressão constar no processo de separação, Gary diz que as acusações estão repletas de mentiras e meias verdades. Mas numa entrevista de 2015, ao jornal New York Daily News, ela detalhou o episódio, que levou ao seu divórcio logo em seguida. “Assim que peguei o telefone para ligar para a Polícia, Gary colocou as mãos no meu pescoço e apertou. Eu recuei com a base do telefone e tentei discar para o 911. Gary pegou o telefone da minha mão e me bateu no rosto com o aparelho por três ou quatro vezes. Meus dois filhos estavam chorando. O ator também já se envolveu em outras polêmicas, como quando defendeu discursos antissemitas do amigo Mel Gibson. A premiação fez os usuários das redes sociais lembrarem da polêmica, tornando-a um dos assuntos mais comentados do Twitter. “Gary Oldman, um abusador, acaba de vencer um Globo de Ouro enquanto ostenta um broche do Time’s Up. Incrível”, escreveu a ilustradora que se identifica como F. gary oldman, an abuser, just won a golden globe while wearing a “time’s up” pin. incredible — f✍? (@surfinginthesky) January 8, 2018 “Gary Oldman é um abusador. Próximo”, resumiu uma usuária de Nova York. Gary Oldman is an abuser, next. — Michelle Collins (@michcoll) January 8, 2018 “Timothée Chalamet fez a interpretação do ano e Gary Oldman bateu na cara de sua mulher com um telefone”, disparou outro. Timothée Chalamet gave the performance of the year and Gary Oldman beat his wife in the face with a telephone — Simon Curtis (@simoncurtis) January 8, 2018 “Como você premia um abusador conhecido, Gay Oldman, e fala de canto de boca sobre justiça para mulheres…”, questionou mais um. “Depois de todo #MeToo e #ItsTime (sic) em volta de Hollywood nos últimos meses, os maiores vencedores da noite foram abusadores e predadores”. Once again, the Golden Globes prove their concern is only performative- how do you give an award to known domestic abuser, Gary Oldman, and speak out the side of your mouth about justice for women — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018 Final Thoughts on the Golden Globes: After all the #MeToo and #ItsTime buzz surrounding Hollywood the last few months and in to tonight, the biggest winners tonight were abusers and predators. — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018

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    James Franco é acusado de assédio sexual após vencer Globo de Ouro 2018

    8 de janeiro de 2018 /

    A vitória do ator James Franco como Melhor Ator de Comédia no Globo de Ouro 2018 incomodou algumas atrizes engajadas no movimento Time’s Up. Na premiação, o diretor e protagonista de “O Artista do Desastre” usou um broche do movimento, que prega o fim do assédio sexual, o que motivou denúncias até então desconhecidas. A atriz Violet Paley tuitou que James Franco a teria forçado a fazer sexo oral em um carro e ainda acusou o ator assediar uma menor de idade. “Que fofo esse pin do #TimesUp, James Franco. Você se lembra de quando empurrou a minha cabeça para perto do seu pênis exposto no carro? E aquela outra vez em que você falou para uma amiga minha ir até o seu hotel quando ela tinha 17 anos? Isso depois de você já ter sido pego fazendo aquilo com outra menina de 17 anos?” A acusação foi seguida por um desabafo da atriz Sarah Tither-Kaplan, que escreveu: “Parece que abusadores conhecidos usando preto é o novo preto”. Em seguida, ela denunciou Franco de tentar fazê-la ficar nua numa de suas produções sem ter combinado isso antes. “Ei, James Franco. Muito legal esse pin do #TimesUp no Globo de Ouro. Mas você se lembra de que, umas semanas atrás, você me falou que a nudez completa que eu fiz em um dos seus filmes por US$100/dia não era exploratória, pois eu assinei um contrato? Chega disso!”. Veja os tuítes abaixo. Cute #TIMESUP pin James Franco. Remember the time you pushed my head down in a car towards your exposed penis & that other time you told my friend to come to your hotel when she was 17? After you had already been caught doing that to a different 17 year old? — Violet Paley (@VioletPaley) 8 de janeiro de 2018 Looks like known abusers hypocritically wearing black is the new black. #GoldenGlobes #TIMESUP — Sarah Tither-Kaplan? (@sarahtk) 8 de janeiro de 2018 Hey James Franco, nice #timesup pin at the #GoldenGlobes , remember a few weeks ago when you told me the full nudity you had me do in two of your movies for $100/day wasn't exploitative because I signed a contract to do it? Times up on that! — Sarah Tither-Kaplan? (@sarahtk) 8 de janeiro de 2018 Hey James Franco, now that you have a Golden Globe why don't you give speaking roles that don't require nudity in your upcoming films to the dozens of women who have done full nudity + sex scenes in your indie films and art projects? — Sarah Tither-Kaplan? (@sarahtk) 8 de janeiro de 2018

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    Aos 101 anos, Kirk Douglas se torna o mais velho apresentador da história do Globo de Ouro

    8 de janeiro de 2018 /

    O veterano astro de Hollywood Kirk Douglas surpreendeu o público e os colegas ao aparecer no palco do Globo de Ouro 2018, para entregar um prêmio ao lado da nora, a atriz Catherine Zeta-Jones. Com 101 anos de idade, ele se tornou o mais velho apresentador da história da premiação e foi aplaudido de pé pela plateia. Ao introduzi-lo, Zeta-Jones lembrou que ele foi homenageado pelo Sindicato dos Roteiristas em 1991, por ter ajudado a acabar com as listas negras que impediam a contratação de profissionais considerados comunistas pelo governo norte-americano, durante a Guerra Fria. “Ele não apenas contratou o roteirista na lista negra Dalton Trumbo para escrever o épico ‘Spartacus’ (1960), como insistiu que Trumbo recebesse o crédito apropriado por seu trabalho”, completou a atriz, que é casada com Michael Douglas. A lembrança foi feita para introduzir a categoria de Melhor Roteiro de cinema, que eles apresentaram. Douglas finalizou com uma breve declaração: “Catherine, você disse tudo. Não quero falar mais porque nunca conseguiria te acompanhar”.

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