Documentário de três horas sobre Elvis Presley ganha trailer
A HBO divulgou o pôster e o trailer do documentário musical “Elvis Presley: The Searcher”. A obra tem três horas de duração e será dividida em duas partes, abrangendo a carreira completa do cantor, desde sua descoberta do blues até as últimas gravações em 1976. Dirigido por Thom Zimny, que fez vários documentários sobre Bruce Springsteen, “Elvis Presley: The Searcher” inclui cenas conhecidas do cantor na TV, no cinema e em shows, mas também registros raros de sua intimidade em Graceland e material inédito obtido junto a amigos e colecionadores, além de entrevistas exclusivas com sua esposa e os artistas que o conheceram. Para narrar a história de Elvis, o filme ainda conta com uma trilha sonora assinada por Mike McCready, guitarrista da banda Pearl Jam. A produção será exibida no dia 14 de abril. Mas o material também vai render um álbum triplo, com três discos de músicas de Elvis e um livreto sobre sua trajetória. O lançamento será disponibilizado em CD, vinil e em formato digital. Veja a foto abaixo.
Filhos de Adam Sandler e Chris Rock se casam no trailer da comédia Lá Vem os Pais
A Netflix divulgou um novo trailer de “Lá Vem os Pais” (The Week of), comédia que volta a juntar Adam Sandler e Chris Rock (após “Sandy Wexler” e dois “Gente Grande”). Desta vez, eles convivem de forma relutante, como pais no fim de semana do casamento de seus filhos. Sandler vive o pai pobre da noiva enquanto Rock é pai rico do noivo. E a prévia ilustra o relacionamento passivo-agressivo da dupla, ao demonstrar como Sandler insiste em pagar a festa do casamento, o que resulta em problemas causados pela busca de opções baratas de acomodação para as famílias dos noivos. “Lá Vem os Pais” ainda conta com Rachel Dratch (“Esposa de Mentirinha”), Steve Buscemi (“Os 6 Ridículos”), Rob Morgan (“Mudbound”), Melanie Nicholls-King (série “Rookie Blue”) e Patricia Belcher (série “Bones”) no elenco. A direção é de Robert Smigel, que estreia na função após escrever algumas comédias de Sandler, como “Zoham: O Agente Bom de Corte” (2008), “Cada um tem a Gêmea que Merece” (2011) e a animação “Hotel Transilvânia 2” (2015). Ele também assina o roteiro com Sandler. O lançamento é a quarta comédia de Sandler para a Netflix (de um total de oito previstas) e está marcado para 27 de abril.
Artista de rua se inspira em Três Anúncios para um Crime para atacar o Oscar 2018
O artista de rua que se identifica como Sabo lançou mais uma peça provocativa contra Hollywood. Ele se inspirou no filme “Três Anúncios para um Crime” para criar outdoors criticando os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, por acobertar pedófilos e assediadores sexuais. Seus três anúncios foram erguidos nesta quarta-feira (28/2) com as frases: “E o Oscar de maior pedófilo vai para…”; “Todos nós sabíamos e ainda ninguém foi preso”; “Diga os nomes no palco ou então calem a boca”. O trio de mensagens foi colocado em Hollywood e o artista afirma que este foi seu maior desafio profissional. Segundo o site The Hollywood Reporter, que o contatou de alguma forma – não foi revelado como – , Sabo afirmou que seu objetivo é criticar a hipocrisia das estrelas de cinema, que supostamente conhecem mais casos de assédio e nada falam, além de deixar claro para as celebridades que elas deveriam parar de fazer pregações políticas hipócritas durante os discursos das premiações. Embora a identidade de Sabo não seja conhecida, sua política é notória. Graças às “mensagens” de sua arte, ele foi apelidado de “Banksy de direita” pelo jornal The Guardian. Este é seu segundo ataque recente contra Hollywood após as denúncias de assédio contra Harvey Weinstein. Em dezembro, Sabo espalhou por Los Angeles diversos pôsteres com uma foto da atriz Meryl Streep ao lado do produtor Harvey Weinstein, acompanhada pela inscrição “Ela sabia” sobre seus olhos. A mensagem implícita era a de que Meryl tinha conhecimento sobre os casos de assédio sexual perpetrados pelo produtor, o que ela nega. Na época, ele declarou ao The Guardian: “Ela nos atacou, agora nós a atacamos”, referindo-se ao discurso duro da atriz contra Donald Trump, ao aceitar um prêmio pela carreira no Globo de Ouro do ano passado. É a mesma mensagem repetida agora com três anúncios, que podem ser vistos abaixo. Desta vez, porém, a ideia não é muito criativa, já que três manifestações “de esquerda” usaram a mesma tática anteriormente. Saiba mais aqui.
Trailer da continuação de Detona Ralph mostra como o protagonista vai parar na internet
A Disney divulgou o primeiro trailer dublado em português da continuação de “Detona Ralph”, que mostra como Ralph e Vanellope saem de seu mundo de games antigos e entram na internet, graças ao wi-fi. E essa tecnologia rende uma curiosidade nacional. Aparentemente, o estúdio mudou o título do filme para o Brasil, baseando-se no detalhe do wi-fi. O primeiro material nacional do filme trazia o título “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que tornava o título maior do que o necessário. Entretanto, o trailer revela outro nome: “WiFi Ralph”. Mais curto, inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos nacionais com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não é o único país do mundo a reparar em como o título em inglês da continuação é longo e repetitivo. Ele continua chamado “Ralph Breaks the Internet: Wreck-It Ralph 2” nos Estados Unidos, mas também virou “WiFi Ralph” em espanhol e “Ralph 2.0”, de forma mais simples e efetiva, para o mercado francês. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo a versão dublada em português e a original, com as vozes de John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope.
Vida de Paul Walker vai virar documentário
A vida do ator Paul Walker, da franquia “Velozes e Furiosos”, vai virar documentário do canal pago Paramount. O filme será dirigido por Adrain Buitenhuis, que antes fez “I Am Heath Ledger”, documentário sobre Heath Ledger, que também morreu no auge na fama. O novo filme se chamará… “I Am Paul Walker”, dando sequência a uma série de documentários sobre personalidades falecidas do produtor Derik Murray – como “I Am Bruce Lee” (2012), “I Am Steve McQueen” (2014), “I Am Chris Farley” (2015), “I Am JFK Jr.” (2016) e o vindouro “I Am MLK Jr.”, que estreia em abril no Paramount. O filme de Paul Walker contará com imagens de arquivo e entrevistas com amigos e colegas do ator, mas além de explorar sua carreira nos cinemas, mostrará sua paixão pelo mar, a velocidade e o trabalho humanitário que realizou no Haiti. Paul Walker morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro, enquanto estava de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. A família do ator chegou a processar a Porsche, fabricante do veículo em que ele estava, mas a empresa foi inocentada.
Jennifer Lawrence diz que superou trauma e se sentiu bem ao filmar nua pela primeira vez
O filme “Operação Red Sparrow” é o primeiro a mostrar Jennifer Lawrence nua. E a atriz, que até então tinha receio de fazer esse tipo de cena, considerou que tirar a roupa foi uma terapia. “‘Red Sparrow’ realmente me assustou, porque eu fico nua. Eu tentei fazer o filme sem nudez, mas percebi que não seria correto colocar a personagem em algo que eu, eu mesma de verdade, não estava disposta a passar”, ela contou, em entrevista à revista Vanity Fair. A atriz disse que as filmagens a ajudaram a superar a violação sofrida em sua vida pessoal, após o vazamento de fotos íntimas na internet, em 2014. Desta vez, a decisão foi sua e não de outras pessoas, e assumir o controle a fez se sentir melhor em relação ao trauma. “O meu maior medo era que as pessoas pensassem: ‘Oh, como você pode se queixar de ter sido hackeada se você decide ficar nua mesmo assim?’ Mas dessa vez foi minha escolha. Peguei de volta algo que foi tirado de mim e isso me fez bem”, explicou. Ela contou que o diretor do filme, Francis Lawrence, com quem já tinha trabalhado na franquia “Jogos Vorazes”, foi responsável por fazê-la se sentir mais confortável no set. “Ele me olhou diretamente nos olhos como se eu tivesse com roupas e então, de repente, eu me liguei, ‘Oh, é como eu se tivesse vestida’. Todo mundo aqui é profissional. Você ainda está no trabalho. Um olhar apenas me fez sentir confortável. Não me fez sentir nua”, explicou. Em “Operação Red Sparrow”, a atriz interpreta uma superespião russa, treinada nas artes da sedução e do assassinato. O filme estreia no Brasil na quinta-feira, dia 1 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Lewis Gilbert (1920 – 2018)
Morreu o diretor Lewis Gilbert, lendário cineasta britânico, responsável por mais de 40 filmes, entre eles três longas de James Bond e três dos melhores dramas já feitos no cinema mundial. Ele tinha 97 anos. Nascido em Londres em 1920, Gilbert começou a carreira como ator infantil em “Dick Turpin” (1934) e chegou a ter um papel não creditado ao lado de Laurence Olivier em “O Divórcio de Lady X” (1938). Mas, ao final da adolescência, decidiu mudar seu foco para a direção, conseguindo trabalho na equipe do clássico “A Estalagem Maldita” (1939), de Alfred Hitchcock. Ele desenvolveu sua aptidão pelo registro cinematográfico em plena 2ª Guerra Mundial, durante a qual trabalhou para a unidade de filmes da Royal Air Force, realizando documentários. Esta experiência lhe abriu as portas da indústria do cinema britânico, lançando sua carreira de diretor com uma série de filmes noir nos anos 1950. Mas após dirigir clássicos do gênero, como “Os Bons Morrem Cedo” (1954) e “A Sombra do Pecado” (1955), demonstrou vocação para cenas de ação vertiginosas, ao levar para as telas a guerra que presenciou de verdade. O diretor virou um expert em filmes de combate. Ele dominou o gênero por meio de clássicos como “O Céu ao Seu Alcance” (1956), “Amanhã Sorrirei Outra Vez” (1958) e o incomparável “Afundem o Bismarck” (1960). Este filme se tornou um dos maiores sucessos do cinema britânico da época e o levou a outro blockbuster marítimo, “Revolta em Alto Mar” (1962). Ao atingir seu auge no cinema de ação, resolveu diversificar com o romance “Fruto de Verão” (1961). Mas a grande virada veio com um dos maiores clássicos do cinema britânico, “Alfie” (1966), que ganhou no Brasil o título de “Como Conquistar as Mulheres”. Revolucionário para a época, o filme em preto e branco trazia o jovem Michael Caine como um gigolô cínico que, no processo de explorar mulheres ricas, acabava se compadecendo de uma jovem pobre que decide abortar. Esta história forte era narrada com sensibilidade e humor, além de trazer elementos marcantes, como o visual e a vibração da era mod da Swinging London, ao mesmo tempo que se filiava ao “kitchen sink realism”, um movimento do cinema britânico que focava os dramas da classe baixa do país. Entretanto, também se diferenciava de tudo o que existia no cinema da época por incluir um artifício até então inusitado, em que o protagonista abandonava a trama por alguns minutos para se dirigir ao público com comentários mordazes sobre seu comportamento ou o que acontecia na história. No jargão teatral, isso se chama “quebrar a quarta parede”, com o detalhe de que, o que hoje parece normal num filme de Deadpool, era uma grande novidade em 1966. “Alfie” venceu o Prêmio Especial do Júri em Cannes e recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. A repercussão do longa fez Gilbert ser procurado pelos produtores Harry Saltzman e Albert R. Broccoli para dirigir o quinto filme de James Bond, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), em que Sean Connery enfrentou o grande vilão da franquia, Ernst Stavro Blofeld (vivido por Donald Pleasence). Ele filmaria mais dois títulos do agente secreto, retornando em “007 – O Espião Que Me Amava” (1977), o melhor dos longas estrelados por Roger Moore, e sua continuação imediata, “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), passado no espaço. No intervalo desses filmes, ainda filmou o sucesso de guerra “Alvorada Sangrenta” (1975). Sua carreira entrou em nova fase nos anos 1980, quando se concentrou em produções “menores”, pelo menos em termos de orçamento. O impacto, porém, foi dos maiores. Ao voltar a se reunir com Michael Caine em “O Despertar de Rita” (1983), criou um dos marcos do chamado “novo cinema britânico”, mesmo sendo um diretor da “velha guarda”. “O Despertar de Rita” girava em torno da dona de casa do título, vivida por Julie Walters, que decidia completar sua educação antes de ter filhos. Mas conforme aprendia e tinha contato com cultura, mais se distanciava do marido, até se separar. Caine viveu seu professor e os dois atores foram indicados ao Oscar – venceram o Globo de Ouro. O filme, por sua vez, conquistou o BAFTA, o prêmio da Academia britânica. O cineasta voltou a abordar uma mulher em crise de meia idade em outro filme marcante, “Shirley Valentine” (1989). Vendo a vida estagnada, a protagonista interpretada por Pauline Collins tinha uma mudança de perspectiva ao viajar com amigos para a Grécia e, no processo, resolve acordar para o que deseja de verdade. O longa rendeu indicação ao Oscar para Collins – que venceu o BAFTA – e nova história de lição de vida eternizada pelo cinema. Gilbert ainda fez três filmes antes de encerrar a carreira: o musical “O Despertar do Sucesso” (1991), estrelado por Liza Minnelli, o terror “Ilusões Perigosas” (1995), com Aidan Quinn e Kate Beckinsale, e a comédia dramática “Antes de Você nos Deixar” (2002). A evocação de sua carreira ajuda a lembrar que, embora Hollywood sugira o contrário, são na verdade raras as vezes em que o cinema produz filmes relevantes de fato, que exprimem as mudanças de suas épocas com precisão, servindo de guia e exemplo. Lewis Gilbert fez esta raridade acontecer três vezes em sua vida, abordando personagens contemporâneos da classe baixa e não os aristocratas de antigamente, que predominam até hoje no cinema britânico. Ao educar Rita, Alfie e Shirley Valentine, ele presenteou o público com personagens engraçados, dramáticos e reais, que poucas vezes se materializaram de forma tão envolvente nas telas. E isto não aconteceu por mero acaso. Lewis Gilbert foi um dos grandes mestres do cinema.
Filme do X-Force terá participação de Deadpool
Além de revelar projetos secretos da Marvel e as verdadeiras razões do adiamento da estreia de “Os Novos Mutantes”, a reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre os filmes de super-heróis da Fox confirmou que Deadpool aparecerá no longa do grupo X-Force. Já havia rumores sobre este desdobramento, desde que Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), integrantes da equipe de anti-heróis mutantes criada por Rob Liefeld (o mesmo criador de Deadpool), entraram na trama de “Deadpool 2”. Mas o fator que levava a essa conclusão inevitável era a definição de Drew Goddard como diretor e roteirista de “X-Force”. Afinal, Goddard ajudou a escrever o roteiro de “Deadpool 2”. Em sua carreira bem-sucedida, o prolífico roteirista criou, simplesmente, a série do “Demolidor” e a franquia sci-fi “Cloverfield”. Ele também escreveu episódios para as séries “Buffy”, “Angel”, “Alias” e “Lost”, e foi indicado ao Oscar por seu roteiro de “Perdido em Marte” (2015). Mas “X-Force” não será sua estreia como diretor. Ela aconteceu no cultuadíssimo terror “O Segredo da Cabana” (2012). Por conta da participação de Deadpool, o ator Ryan Reynolds será um dos produtores de “X-Force”. A novidade é que já há data para o começo das filmagens. O filme do grupo de heróis mutantes liderado por Cable inicia sua produção em outubro.
Adiamento de Os Novos Mutantes foi devido a refilmagens extensas
A mesma reportagem da revista The Hollywood Reporter que revelou os projetos secretos da Marvel em desenvolvimento na Fox, trouxe à tona outro segredo. O significativo adiamento da estreia de “Os Novos Mutantes” não foi uma mera questão de ajuste de cronograma. O filme dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), que já estava sendo divulgado à todo vapor, com trailer, fotos e vídeos, foi adiado em quase um ano. Esperado agora para 13 abril, o lançamento acabou remarcado para fevereiro de 2019. E a razão desvendada pelo THR são refilmagens extensivas previstas para os próximos meses. Já havia rumores sobre isso, atreladas a um suposto aumento do clima de terror sugerido pelas prévias. Segundo relatos dos sites The Wrap e Tracking Boad, o filme foi até bem avaliado nas primeiras sessões-teste, mas não impressionou, e por isso a Fox teria decidido aumentar a quantidade de sustos da trama, visando evocar sucessos recentes como “It – A Coisa” e “Corra!”. Mas o THR apurou mais um detalhe que ninguém tinha mencionado antes. A Fox pretende incluir um novo personagem da história, que não foi originalmente filmado. O objetivo, especula-se, seria integrar mais “Os Novos Mutantes” ao universo dos X-Men. As filmagens adicionais serão realizadas durante o verão norte-americano – entre junho e agosto – , após Maisie Williams terminar de gravar “Game of Thrones”. Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) interpreta Lupina e os demais integrantes do elenco são Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus) e o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar. A produção ainda conta com outro talento nacional: a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes.
Fox prepara em segredo filmes do Doutor Destino e do Surfista Prateado
Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre a compra da Fox pela Disney revelou que o estúdio dos X-Men tem diversos projetos secretos de super-heróis da Marvel em andamento. Entre eles, está um filme solo do Surfista Prateado, atualmente sendo escrito por Brian K. Vaughn, roteirista de quadrinhos que criou os Fugitivos (da série “Runaways”) e a série “Under the Dome”. Outro projeto derivado do Quarteto Fantástico, confirmado pela reportagem, é o filme solo do vilão Doutor Destino, que está sendo escrito por Noah Hawley, criador das séries “Fargo” e “Legion”. “Nós estamos a mil por hora”, disse um executivo envolvido, cujo nome não foi citado. “Atualmente, nós temos mais projetos da Marvel em desenvolvimento do que em qualquer outro momento da história do estúdio. Não houve desaceleração nenhuma diante da compra da Disney”, completou. Questionado sobre se o controle da Disney pode mudar esses planos, Brian Michael Bendis, que está escrevendo o filme solo de Kitty Pryde, afirmou que “isso não deve afetar os projetos que estamos fazendo, pelo que me foi dito”. Como acontece com projetos “secretos”, ainda não há previsão de estreia para nenhum desses filmes.
Ator de Todo Odeia o Chris entra em nova série de comédia
O ator Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) entrou no elenco do piloto de “Whiskey Cavalier”, nova série de comédia de ação em desenvolvimento na rede ABC. Na atração, ele vai contracenar com uma ex-colega de uma série anterior: Lauren Cohan, com quem trabalhou em “The Walking Dead”. A série também inclui Scott Foley (da série “Scandal”, que se encerra na atual temporada) e Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”). Cohan interpretará Francesca “Frankie” Trowbridge, uma agente da CIA que é designada para formar uma equipe multi-agências com o agente do FBI Will Chase (Foley), visando lidar com ameaças contra o mundo e também com as dificuldades de socialização em suas vidas pessoais. Ortiz vive a Dra. Susan Sampson, especialista em ciência de comportamento e melhor amiga de Will no FBI. Já Williams é Edgar Standish, um analista rebelde da NSA que hackeou o mainframe do Departamento de Estado e agora tem informações supersecretas que podem render dinheiro, prisão ou assassinato – se Will e Frankie não chegarem a ele primeiro. A produção é descrita como uma combinação de drama, comédia e ação, e foi criada por Dave Hemingson – que não emplaca uma série desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. Para virar série, “Whiskey Cavalier” precisa ter o piloto aprovado pela ABC.
Antoine Fuqua volta a negociar a direção do remake de Scarface
A Universal voltou a procurar o diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”) para assumir o remake de “Scarface”. Ele chegou a negociar com o estúdio em 2016, mas o projeto acabou conflitando com seus planos de fazer a continuação de “O Protetor”, atualmente em pós-produção. Como houve o mesmo problema com seu substituto, David Ayer (“Esquadrão Suicida”), que preferiu priorizar “Bright” na Netflix, o site Deadline apurou que os executivos da Universal voltaram a procurar Fuqua, aproveitando que o diretor recém-terminou de filmar “O Protetor 2”. O estúdio planeja essa nova versão de “Scarface” há uma década. O roteiro original foi escrito por David Ayer, antes mesmo que ele fosse considerado um diretor em potencial para a produção, tanto que o texto já ganhou várias revisões – por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) e até os irmãos Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”). Inspirada na ascensão de Al Capone, a história já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centravam-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto no remake era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. A ideia da refilmagem é adaptar os elementos em comum das produções anteriores e trazer a trama para os dias de hoje, dessa vez tendo como protagonista um mexicano ou um negro. A dúvida reside na situação do ator mexicano Diego Luna (“Rogue One — Uma História Star Wars”), que tinha sido escalado no papel principal, como o novo Tony Montana. Com os adiamentos, sua participação não está mais garantida. O ator entrou no elenco de “Narcos” e tem vários projetos encaminhados. Por enquanto, o terceiro “Scarface” segue sem previsão de filmagem. Por conta disso, seu lançamento saiu do cronograma de estreias futuras da Universal.
Pôster da continuação de Detona Ralph revela quem quebrou a internet
A Disney divulgou um pôster da continuação de “Detona Ralph” (2012), que no Brasil vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” – assim mesmo, repetindo duas vezes o nome Ralph para tornar o título maior do que o necessário. A arte brinca com a premissa, colocando num campo de pesquisa a pergunta “Quem quebrou a internet?”, trazendo logo abaixo uma seta de mouse apontando o envergonhado Ralph. A trama ainda não foi totalmente explicada, além do fato de que, se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem chamada Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.












