Diretor confirma Capitã Marvel em Vingadores 4
“Se não era oficial, agora é. Acredito que Capitã Marvel é uma ótima adição a este filme”. Com esta frase, o diretor Joe Russo anunciou a participação de Capitã Marvel, personagem vivida por Brie Larson, em “Vigadores 4” – ainda sem título oficial. A afirmação surgiu numa entrevista do site ComicBook, durante o questionamento da participação da heroína em “Vingadores: Guerra Infinita”. Joe Russo, que assina a direção dos dois filmes, em parceria com seu irmão Anthony Russo, garantiu que ela não participará do lançamento deste ano, mas poderá ser vista na continuação. Isto significa que ela aparecerá pela primeira vez em seu filme solo, que chega aos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro de 2019, apenas três meses antes de “Vingadores 4”. Já “Vingadores: Guerra Infinita” estreia no mês que vem, em 26 de abril.
Neil Young e Willie Nelson são roqueiros cowboys no trailer do primeiro filme dirigido por Daryl Hannah
A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “Paradox”, primeiro longa dirigido pela atriz Daryl Hannah (“Blade Runner”, “Kill Bill”). A prévia é amadora de doer, como se fosse rodada por hippies com câmeras caseiras durante um fim de semana, entre consumo de drogas no campo. Não falta sequer a cena da menina de longos cabelos loiros cheirando uma flor. A comunidade em cena, supostamente, é formada por cowboys foras-da-lei, que tocam country rock e assaltam bancos de maconha, em meio às ruínas de uma civilização tecnologicamente avançada. O líder desses cowboys hippies do futuro é interpretado por ninguém menos que o cantor Neil Young – que na velhice ficou parecido fisicamente com Meat Loaf! Ele estrela e canta no filme, ao lado de Willie Nelson e seus filhos. Vale reparar que todas as fotos divulgadas incluem violões. Exibido no Festival SXSW, “Paradox” será lançado na sexta-feira (23/3) na Netflix.
Dave Franco é viciado em heroína em trailers e imagens de drama indie
A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “6 Balloons”, drama indie em que Dave Franco (“O Artista do Desastre”) vive um viciado em heroína. O filme tem roteiro e direção de Marja-Lewis Ryan, que está desenvolvendo a sequência da série “The L Word”, e acompanha a personagem de Abbi Jacobson (série “Broad City”), uma mulher que precisa lidar com seu irmão viciado (Franco), enquanto tenta distrair sua filha pequena, ao longo de uma noite interminável. Exibido no Festival SXSW, “6 Balloons” será lançado no dia 6 de abril na Netflix.
Teaser de telefilme fantasia romance de Meghan Markle e o príncipe Harry
O canal pago americano Lifetime divulgou o primeiro teaser de “Harry & Meghan: A Royal Romance”, telefilme que fantasia o romance da atriz Meghan Markle (da série “Suits”) e o príncipe Harry. Brega de doer, da trilha melosa ao visual de entardecer de clipe de música country, a produção convida o público a assistir a história verdadeira de amor, antes do casamento real. O elenco traz a atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) como Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) vive Harry. O telefilme vai mostrar como surgiu o romance, que gera atenção da mídia desde 2016, entre o príncipe britânico e a atriz plebeia, americana, divorciada e negra – tudo o que seria rejeitado pela monarquia no passado, o que dá à história um apelo de fábula de princesa. A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes daquele casamento real. Já o novo filme, com direção a cargo de Menhaj Huda (da série “The Royals”), tem exibição marcada para 13 de maio nos Estados Unidos, seis dias antes do “sim” do novo casal da realeza britânica, marcado para 19 de maio.
Todas as Razões para Esquecer é de partir o coração
É raro ver um filme brasileiro contemporâneo que trate com seriedade da questão da depressão. Antes, tínhamos Walter Hugo Khouri, que com frequência tratava do tema com profundidade. Por isso, o filme de estreia de Pedro Coutinho, “Todas as Razões para Esquecer”, merece a devida atenção, ainda que seja um trabalho pequeno e modesto. Os próprios motivos de o personagem de Johnny Massaro se ver em uma teia de tarjas pretas, psicoterapias e tentativas de encontrar um outro alguém podem parecer pequenos para muitos: o fim de um namoro de três anos. Quem já passou por esse tipo de situação, de sofrer muito com a ausência da pessoa amada, mesmo duvidando do quanto gostava dela, pode pelo menos se sentir nos sapatos do jovem rapaz. O fim do relacionamento, por iniciativa de Sofia (Bianca Comparato), foi algo tão surpreendente para Antonio (Massaro) que ele fica à deriva, sem saber para onde ir e o que fazer, embora acredite que sobreviverá a isso. Primeiro, ele experimenta morar provisoriamente na casa de um casal de amigos, mas o casal passa por uma crise e faz terapia, justo no momento em que ele chega. Ao menos, ele conhece a terapeuta, que tratará do seu caso também. As cenas com a terapeuta talvez sejam as menos interessantes do filme, mas são a partir delas que algumas perguntas funcionam como gatilho para que Antonio repense os motivos da separação e suas motivações para seguir adiante. Sem falar que há algo de patético na figura da terapeuta, que a torna especialmente interessante e um dos alívios cômicos do filme. Aliás, muito bom poder rir em alguns momentos também. Rir, junto com o personagem, ajuda o espectador a se aproximar mais dele, como na cena de tentativa de conversa com moças via Tinder. E, a partir dessa aproximação, somos também convidados a compartilhar com Antonio de seu momento mais fundo do poço, de muito choro e enfrentamento da dor. E ter um final tão belo e agridoce também ajuda a deixar mais simpático.
Daphne evidencia camada psíquica de uma juventude medíocre
Daphne é uma mulher jovem, que chega aos 30 anos bastante perdida, em relação a si mesma e ao mundo. Apesar de viver em Londres, uma cidade cheia de opções e possibilidades, sua vida é medíocre, de uma mesmice sem fim. Não tem planos claros de vida ou de carreira e a experiência amorosa inexiste. Resume-se a noitadas regadas a álcool, cocaína e outras drogas e sexo casual, sem compromissos. Um quadro de desencontros e alienação. Apesar de tudo, ou talvez por isso mesmo, a personagem Daphne, encarnada com brilho pela atriz Emily Beecham (a Viúva da série “Into the Badlands”), é muito interessante e envolvente. Estar desconectada de si e dos outros permite uma espécie de suspense por algo que possa surgir e como ela lidará com a nova situação. Quando a novidade aparece, a sensação do espectador é de frustração, já que Daphne é obrigada a se envolver num assalto com vítima que presenciou, mas ela não se compromete, nem demonstra intensidade de sentimentos. Tenta passar ao largo, mais uma vez. O registro do incidente, porém, trará consequências. Do nada, o serviço de saúde liga para o celular de Daphne, oferecendo psicoterapia para que ela possa lidar com a situação supostamente traumática. Ela, a princípio, nem quer saber do que se trata, depois, rejeita. Mas acaba aparecendo, mostra resistência ao tratamento e tudo o mais que se pode esperar desse tipo de personagem. No entanto, a verdade é que uma porta se abre e, mesmo a contragosto, pode se constituir numa saída para o impasse que era a sua vida. O que me parece importante ressaltar aqui é o quão valioso é um atendimento coletivo de saúde de qualidade. Proporcionado e, mais ainda, oferecido, até com insistência, a uma população que, de outro modo, não teria acesso a isso. Com as condições econômicas precárias da personagem e sem dar valor nem desconfiar do que poderia lhe trazer de benefícios, ela jamais buscaria esse tipo de ajuda, ou gastaria algum dinheiro nisso. Repetiria a busca pela via da droga, gastando seu dinheiro lá, ou numa opção religiosa fundamentalista, talvez. Reencenaria o círculo vicioso em que sempre esteve. O filme do diretor escocês Peter Mackie Burns, estreante em longa-metragem, escrito por Nico Mensinga, trabalha bem com uma personagem sem clichês ou estereótipos, que tem complexidade e vai além das aparências. Põe em evidência a realidade psíquica de uma camada feminina da juventude. São dois homens, mas a ideia de que só quem vive o problema de dentro é capaz de entendê-lo é falsa. Também são válidos os diferentes pontos de vista que podem oferecer-se para se compreender um determinado problema ou camada da realidade. Bom trabalho o desses homens que se propuseram a prescrutar o universo feminino, no filme “Daphne”.
Vingadores 4 não é segunda parte de Guerra Infinita, garante diretor
O diretor Joe Russo, responsável pelos próximos dois filmes dos Vingadores com seu irmão Anthony Russo, dissipou rumores sobre “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores 4” serem duas partes de um mesmo filme. Em entrevista ao site Coming Soon, ele afirmou que os dois longas funcionam de forma independente um do outro. “É a mesma relação de ‘Capitão América: Soldado Invernal’ e ‘Capitão América: Guerra Civil’. Esses dois filmes também se relacionam, tem um fio narrativo que os conecta, mas ao mesmo tempo há uma independência em termos da experiência e para onde a história avança. Não é verdadeiramente uma relação de ‘parte I’ e ‘II’. Acredito que esse conceito de duas partes surgiu quando a Marvel decidiu que faria a culminação do Universo Cinematográfico num evento de dois filmes. Mas, conforme os desenvolvemos, eles acabaram se tornando duas produções individuais.” “Vingadores: Guerra Infinita” chega aos cinemas em 26 de abril e “Vingadores 4” tem estreia marcada para 2 de maio de 2019. Entre um e outro, a Marvel ainda lança “Homem-Formiga e a Vespa”, em 5 de julho, e “Capitã Marvel”, em 28 de fevereiro. Como “Capitã Marvel” é um “flashback”, passado nos anos 1990, o segundo filme do Homem-Formiga será o mais ligado aos eventos dos Vingadores.
Diretor de O Abutre vai voltar a juntar Jake Gyllenhaal e Rene Russo num terror
O cineasta Dan Gilroy vai voltar a dirigir os dois protagonistas de “O Abutre”, Jake Gyllenhaal e Rene Russo, num filme de terror ainda sem título, que será produzido pela Netflix. O terceiro filme do veterano roteirista como diretor – ele também dirigiu “Roman J. Israel, Esq.”, inédito no Brasil, apesar de indicado ao Oscar 2018 – vai se passar no mundo das artes plásticas. Segundo a sinopse, a trama vai tratar de artistas milionários e grandes colecionadores que pagam um preço muito alto quando arte e comércio colidem. A produção também inclui em seu elenco Zawe Ashton (“Animais Noturnos”), Natalia Dyer (série “Stranger Things”), Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”), Daveed Digs (“Extraordinário”), Toni Collette (“xXx: Reativado”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”). As filmagens já começaram em Los Angeles para um lançamento ainda em 2018 na plataforma de streaming.
Lucas Hedges vai viver Shia LaBeouf em cinebiografia
O ator Lucas Hedges, que foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Manchester à Beira-Mar” (2016), vai interpretar a versão jovem de Shia LaBeouf, astro dos primeiros “Transformers”, numa cinebiografia. Intitulado “Honey Boy”, o filme foi roteirizado pelo próprio LaBeouf, sob o pseudônimo de Otis Lort, e se foca no relacionamento entre o ator e seu pai. LaBeouf também está no elenco, no papel do pai. Já Hedges interpretará LaBeouf adolescente, no começo de sua carreira, quando ele era um astro infantil do Disney Channel – na série “Mano a Mana” (Even Stevens). Enquanto sua autoria não sido desvendada, o roteiro esteve em destaque na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados que circulam por Hollywood. A sinopse oficial resume a trama da seguinte forma: “Um ator infantil e seu pai que viola a lei e abusa do álcool tentam consertar seu relacionamento beligerante ao longo de uma década”. LaBeouf admitiu que Lort era seu pseudônimo em uma entrevista da revista Esquire publicada nesta semana. “Honey Boy” era como seu pai, um viciado em heroína, o chamava. A direção do projeto está a cargo da premiada documentarista israelense Alma Har’el, que já venceu os festivais de Tribeca e Karlovy Vary e fará sua estreia na ficção. Ela conheceu LaBeouf ao dirigi-lo num clipe da banda islandesa Sigur Rós, em 2012. Produção independente, “Honey Boy” ainda não tem previsão de estreia.
David Tennant será o marido de Jennifer Garner em série de comédia
O ator escocês David Tennant (das séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”) entrou no elenco da série de comédia “Camping“. Ele viverá o marido de Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) na produção da HBO. A série vai narrar, em oito episódios, uma viagem de acampamento para comemorar o aniversário de 45 anos de Walt, o personagem de Tennant. O problema é que o casal não vai acampar sozinho. O passeio também inclui a irmã delicada da personagem de Garner, seu ex-melhor amigo santinho e um folgado que decide ir no embalo, o que o faz com que o fim de semana teste seu casamento e abra a possibilidade de assassinato, enquanto ainda reserva surpresas com ursos. A história não é original, mas remake de uma série homônima britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016. A adaptação está a cargo da criadora da produção original, Julia Davis, em parceria com Lena Dunham e Jenni Konner, respectivamente criadora e produtora-roteirista de “Girls”. Este será o segundo remake britânico de Tennant nos Estados Unidos. Ele não teve muita sorte ao protagonizar “Gracepoint”, remake de “Broadchurch”. Neste caso, o ator também estrelava a série original, e o público americano não embarcou na reciclagem. Bastante requisitado, o ator, que pode ser visto atualmente na 2ª temporada de “Jessica Jones”, também dubla a voz original do Tio Patinhas na nova versão de “Ducktales” e vai estrelar a minissérie “Good Omens”, baseada no livro “Belas Maldições” do escritor Neil Gaman. As gravações de “Camping” vão começar em Los Angeles nesta primavera (entre março e junho).
Atriz de Still Star-Crossed negocia substituir DeWanda Wise em Capitã Marvel
A atriz inglesa Lashana Lynch (intérprete de Rosaline na série de curta duração “Still Star-Crossed”) está negociando assumir o papel que seria interpretado por DeWanda Wise em “Capitã Marvel”. Segundo o site Deadline, Wise teve problemas de agenda, num conflito entre as filmagens da Marvel e as gravações da 2ª temporada de “Ela Quer Tudo” (“She’s Gotta Have It”), de Spike Lee, e teve que desistir do filme. O papel da atriz ainda não tinha sido revelado. Com Brie Larson como a Capitã Marvel, o filme tem estreia prevista para março de 2019.
Vingadores: Guerra Infinita quebra recorde de pré-venda nos Estados Unidos
A expectativa para “Vingadores: Guerra Infinita” é tão alta que o novo filme da Marvel quebrou o recorde de venda antecipada de ingressos do site Fandango, o maior do gênero nos Estados Unidos. Nas primeiras seis horas de venda, o filme vendeu mais tíquetes que todos os outros já comercializados pelo site. O Fandango não revelou valores, mas informou que já foram superadas as vendagens iniciais de “Batman vs. Superman” e “Pantera Negra”, os títulos que mais venderam ingressos no site. O segundo faturou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. A abertura das bilheterias virtuais coincidiu com o lançamento do segundo trailer de “Vingadores: Guerra Infinita”, disponibilizado mundialmente nesta sexta (16/3). O motivo de tanto interesse é que o filme vai reunir todos os heróis que já apareceram nos longas da Marvel. Vingadores e Guardiões da Galáxia, entre outros, se juntarão para enfrentar Thanos (Josh Brolin), um titã louco e poderoso, que ameaça destruir o universo. Com direção dos irmãos Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), a estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.
Pôster confirma participação de Peter Dinklage em Vingadores: Guerra Infinita
O novo pôster de “Vingadores: Guerra Infinita” confirmou um dos inúmeros rumores que rondam a produção. Em letras bem miúdas, ele revela a participação do ator Peter Dinklage (o Tyrion de “Game of Thrones”). O nome do ator aparece nos créditos inferiores, entre os dos de Idris Elba (intérprete de Heimdall), que também ainda não tinha sido confirmado, e o de Benedict Wong (Wong). O personagem de Dinklage ainda não apareceu no material de divulgação do filme, o que pode significar que seja uma interpretação por captura de performance – uma criação digital. Ou que seja uma participação pequena. Ou, ainda, o contrário: algo tão importante que está sendo mantido em grande sigilo. As especulações já correm soltas, com a maioria das apostas vinculadas a um papel de vilão da Ordem Negra, o exército de Thanos. Mas dois personagens dos quadrinhos da “Guerra Infinita” se destacam: o troll Pip e o Vigia. Ambos necessitariam de efeitos visuais. Correndo por fora, ainda há a possibilidade de Starfox, irmão de Thanos, que chegou a virar Vingador, e Modok, um vilão dos quadrinhos do Capitão América. “Vingadores: Guerra Infinita” é a segunda adaptação de quadrinhos da Marvel a contar com o ator. Anteriormente, ele participou de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, interpretando o cientista Bolivar Trask, que nos quadrinhos tem estatura normal – assim como Starfox, por exemplo. Confira abaixo o detalhe dos créditos listados no pôster da produção.












