Público estaria abandonando as sessões de Holmes & Watson nos Estados Unidos
A comédia “Holmes & Watson” conseguiu subir sua aprovação no site Rotten Tomatoes. Após estrear com 0% no Natal, chegou na sexta (28/12) com 7%. Mas isto não é um grande refresco, considerando sua rejeição pelo público. Fracasso abissal de bilheteria, o longa abriu em 4º lugar e já caiu para 7º em quatro dias em cartaz na América do Norte. O mais impressionante é que as pessoas têm abandonado os cinemas antes do final do filme. Uma amostragem de comentários no Twitter revela que o público tem achado “Holmes & Watson” tão ruim que muitos preferem desistir de ver a projeção completa. “Minha irmã, o namorado dela e eu acabamos de ir assistir Holmes & Watson… Saímos de lá após uma hora. É muito ruim”, escreveu uma internauta. “’Holmes & Watson’ se tornou o primeiro filme que me fez sair do cinema após apenas 30 minutos”, acrescentou outro. “’Holmes & Watson’ é o pior filme que já assisti. Saí do cinema”, reclamou mais um. São muitas queixas e afirmações de abandono do filme, como pode ser ver pelos tuítes originais abaixo. O filme volta a reunir Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título, 12 anos depois da estreia da parceria em “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e uma década completa após o grande sucesso de “Quase Irmãos” (2008). Combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias de Mel Brooks, a trama traz um Sherlock Holmes (Ferrell) completamente atrapalhado, que tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson (Reilly). Quando um crime é cometido no palácio de Buckingham, Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. Roteiro e direção são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell em outro fiasco de crítica: a comedia “O Durão” (28% em 2015). Não há previsão para a estreia no Brasil. Perfect day to go to movie…just don’t see new Will Farrell film…Holmes & Watson. Horrible!! I have only walked out of two movies in my life. Nothing funny about it!! — Jean Daul (@DaulJean) December 27, 2018 @Will___Ferrell Holmes & Watson was the worst movie I have ever watched. I walked out of the cinema. Sort your shit out — Levi Krahe (@levikrahe) December 28, 2018 Today Holmes & Watson became the first film I’ve ever walked out of a cinema when only 30 minutes into a film. 1/5. Crushed. — Anna Pridgeon (@AnnaPridgeon) December 27, 2018 my sister, her bf and I just went to see Holmes & Watson…we walked out after an hour… it’s so bad. — ????? ‡ ? (@blueveinblues) December 25, 2018 Literally never walked out of a movie before but after witnessing the first 30 minutes of Holmes & Watson, I’m convinced Will Ferrell and John C. Reilly should never be allowed to work again — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018 So. Bad. And stepbrothers is one of my favorite movies so my disappointment says a lot — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018
Netflix diz que Bird Box foi visto por 45 milhões em sua primeira semana
A Netflix quebrou sua regra de ouro de manter sua audiência em segredo para se gabar do sucesso de “Bird Box”. Segundo nota publicada nas redes sociais da empresa, o terror estrelado por Sandra Bullock foi visto por mais de 45 milhões de assinantes da plataforma em apenas sete dias. O anúncio ainda destaca que o projeto bateu recorde de audiência, tornando-se o filme original da Netflix mais assistido em sua primeira semana de lançamento. É uma abertura e tanto nas cortinas que escondem os segredos de Oz. Vale lembrar que recentemente o diretor de conteúdo da empresa, Ted Sarantos, tinha se gabado que “Crônicas de Natal” foi visto por 20 milhões de assinantes em seus primeiros sete dias, número muito abaixo do conquistado pelo suspense de Bullock. Claro que não dá para comprovar nenhum desses números. A Netflix não disponibiliza acesso a seus dados para auditores independentes. O fato de revelar um número já é visto com espanto. Ele pode servir, ao menos, como exemplo de teto. Os fracasso, porém, devem continuar atrás das cortinas, de modo a manter o alcance médio da plataforma em segredo. Dirigido por Susanne Bier e baseado no livro “Caixa de Pássaros”, de Josh Malerman, “Bird Box” segue uma mãe que tenta salvar seus filhos após uma misteriosa ameaça invadir a Terra. Os sobreviventes precisam cobrir seus olhos para não ficarem expostos aos seus maiores pesadelos. Parte da crítica aconselhou o público a também ver outra coisa, considerando os 66% de aprovação de “Bird Box” no Rotten Tomatoes. Não é toda semana que 45 milhões de contas assistem um filme original meu. Essa vai pra lista de coisas boas de 2018! https://t.co/rIMj6LD37h — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 28, 2018
Remake de Cemitério Maldito ganha nova foto
A Paramount divulgou uma nova foto do remake de “Cemitério Maldito”, que traz John Lithgow (“The Crown”) adentrando a mata, em direção ao local do título. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Esta é a segunda história mais famosa a usar um cemitério indígena como fonte de terror sobrenatural. A mais famosa é, claro, “Poltergeist”, escrita por Steven Spielberg, que chegou aos cinemas um ano antes de Stephen King publicar a sua. O livro de 1983 teve sua primeira adaptação cinematográfica em 1989. Dirigido por Mary Lambert, também originou uma famosa música-tema da banda Ramones. O projeto de refilmagem era antigo, mas foi preciso o sucesso de outra adaptação de Stephen King, “It: A Coisa”, para sair do fim da fila de produções em desenvolvimento no estúdio. A nova adaptação foi escrita por David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção ficou a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e o menino estreante Hugo Lavoie. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Capitã Marvel: Jude Law tem papel confirmado e desconfirmado em minutos
O site oficial do filme “Capitã Marvel” incluiu por alguns minutos a confirmação de que Jude Law está mesmo interpretando a versão cinematográfica de Mar-Vell, o Capitão Marvel original da Marvel. Tanta redundância no nome do personagem deveria significar uma confirmação categórica. Mas, minutos depois de a publicação ter ido ao ar, veio o efeito “Ops” e a tecla Del entrou em ação. Veja uma cópia da confirmação abaixo, que aconteceu por meio da identificação do ator e do personagem na legenda de uma foto. Desde que foi anunciado no elenco, Jude Law vem sendo mencionado como Mar-Vell, mas, recentemente, a linha de bonecos Funko POP! dedicada ao filme sugeriu que o papel do ator seria na verdade Yon-Rogg, grande inimigo de Mar-Vell nos quadrinhos. Após cometer essa revelação, a embalagem do brinquedo teve seu nome mudado para “Star Commander”. E, logo em seguida, a Lego lançou sua própria linha de bonecos, batizando o personagem de Jude Law como Mar-Vell. Ou seja, ele será Yon-Rogg, porque isso é tática diversionista. Vale uma aposta? Confira toda essa novela abaixo. Vale lembrar que quem Jude Law interpreta não fará a menor diferença para a maioria do público que for assistir à produção, já que o Capitão Marvel está morto desde 1982 e o público-alvo do filme nem tinha nascido nesta época.
Produtor de Transformers planeja filme de Optimus Prime e animação passada em Cybertron
O produtor Lorenzo Di Bonaventura está determinado a ampliar o universo de “Transformers” após o lançamento de “Bumblebee”. Em entrevista ao jornal nova-iorquino Metro, ele confirmou os projetos de um longa animado passado no planeta dos Transformers, explorando a mitologia de Cybertron, e um filme live-action sobre Optimus Prime, que deveriam ser lançados antes de “Bumblebee 2”. “Será difícil com o Optimus, porque ele sempre está certo e é um personagem de poucas palavras… é como dizer que vão fazer um filme do Obi-Wan Kenobi. Mas o quanto há para se dizer sobre o Obi-Wan? Não é tão fácil”, disse o produtor, que não viu “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999). Ou viu e confirmou que foi uma decepção. Atualmente em cartaz, “Bumblebee” é o primeiro spin-off dos filmes dos robôs gigantes que viram carros pequenos. E também o primeiro lançamento da franquia a conquistar a crítica, obtendo 93% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Em termos de comparação, o “Transformers” mais bem-avaliado foi o primeiro, com 55% em 2007. O lançamento mais recente, “Transformers: O Último Cavaleiro”, amargou 15% em 2017. O parâmetro das críticas positivas deixa claro que “Bumblebee” representa realmente um grande avanço para a franquia. O problema é que chega após muitos “Transformers” ruins, que eliminaram o interesse do público nos robôs que são carros e também alienígenas. Assim, o filme mais bem-avaliado está se tornando a pior bilheteria da franquia. Orçado em US$ 135M (milhões), fez US$ 70M mundiais em sua primeira semana em cartaz. E tende a dar prejuízo. O que deve fazer com o que os planos de Bonaventura não saiam do papel.
Filme de Cavaleiros do Zodíaco com atores reais ganha primeiro pôster
A empresa japonesa Toei Animation divulgou o primeiro pôster do filme live-action de “Cavaleiros do Zodíaco”. A arte traz apenas a silhueta do protagonista Seiya, sem revelar maiores detalhes. A adaptação da famosa série animada tem direção do polonês Tomasz Baginski, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animada por “Katedra” (2002) e se tornou conhecido por criar as introduções do game “The Witcher”. Ele também está envolvido com a adaptação de “The Witcher” na Netflix. Intitulado em inglês “Saint Seiya: Knights of the Zodiac”, a produção será estrelada por atores reais, mas o elenco ainda não foi divulgado. Tampouco há detalhes sobre qual trama será filmada. O mangá original dos “Cavaleiros do Zodíaco” foi criado por Masami Kurumada em 1986, mas a febre mundial se deve à série animada, adaptada de forma bastante fiel pela Toei Animation, e com produção quase simultânea à publicação dos quadrinhos, entre 1986 e 1989. Inspirada na mitologia grega, a trama acompanhava a evolução de um jovem órfão chamado Seiya, que obtém a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros, e a partir daí enfrenta lutas intermináveis. A trama original já inspirou um recente longa animado, “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” (2014), que recriou a história de Kurumada por meio de computação gráfica, com direção de Keiichi Sato (diretor do anime de terror “Ashura”). Além disso, a Netflix vai lançar um remake da animação clássica, desta vez produzido com computação gráfica – e algumas mudanças polêmicas – , que estreia 2019, em data a ser definida.
Piercing: Mia Wasikowska tortura psicopata amador em trailer de suspense
A Memento Films divulgou o novo trailer para maiores de “Piercing”, suspense perturbador estrelada por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). Na prévia, ela interpreta uma prostituta disposta a virar vítima voluntária de um psicopata amador. Mas antes que ele possa realizar suas fantasias, ela inesperadamente inverte a situação, com requintes de sadismo e humor negro. O filme é baseado no cultuado romance homônimo de Ryû Murakami, dos célebres “Tóquio em Decadência” e “Audition”, e é possível identificar os elementos sadomasoquistas característicos das duas obras na nova adaptação. Roteiro e direção são de Nicolas Pesce, responsável pelo elogiado terror “Os Olhos da Minha Mãe”. A trama gira em torno de Reed (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”), que decide alugar um quarto de hotel a fim de matar uma prostituta, para que possa, depois disso, retornar à sua vida normal. O problema é que a prostituta (Mia Wasikowska) tem outros planos para ele. O elenco também destaca a espanhola Laia Costa (“Victoria”), como incentivadora dos planos degenerados. Premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça, e bastante elogiado em sua passagem pelo Festival de Sundance, quando obteve 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Piercing” estreia em 1 de fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Mega Time Squad: Divertida comédia neozelandesa de viagem no tempo ganha trailers
A Dark Side Films divulgou o pôster e os divertidos trailers de “Mega Time Squad”, comédia sci-fi neozelandesa que atingiu 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, após arrancar gargalhadas no festival Toronto After Dark. A trama acompanha um assaltante pouco esperto, que rouba uma antiga pulseira chinesa de uma loja de antiguidades numa cidadezinha neo-zelandesa. Quando sua vida corre risco, ele percebe que a relíquia possui o poder de transportá-lo magicamente de volta no tempo. Mas a cada salto de tempo, o ladrão idiota faz aquilo que todo mundo sabe que não se pode fazer numa viagem no tempo: encontrar a si mesmo. Não apenas isso: ele resolve formar uma gangue com suas diferentes versões, criadas toda vez que volta ao passado e aparece diante de si mesmo. “Mega Time Squad” foi escrita e dirigida por Tim van Dammen, que trabalhou nos efeitos visuais da comédia de terror heavy metal “Deathgasm” (2015). O elenco destaca Anton Tennet (“Ozzy”) como o ladrão viajante do tempo, além de Jonny Brugh (“O que Fazemos nas Sombras”), Hetty Gaskell-Hahn (“Shortland Street”), Arlo Gibson (“Step Dave”) e Morgan Albrecht (“Penny Black”). “Mega Time Squad” estreia nos Estados Unidos em 15 de fevereiro e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Elle Fanning vira caloura de reality musical no primeiro trailer completo de Teen Spirit
A Bleeker Street divulgou o primeiro trailer completo de “Teen Spirit”, drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Dancing on My Own”, da cantora sueca Robyn. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
O Menino que Queria Ser Rei ganha novos pôsteres e divertido trailer legendado
A Fox divulgou uma coleção de pôster de personagens e o segundo trailer legendado de “O Menino Que Queria Ser Rei”, uma versão contemporânea e criativa da lenda do Rei Arthur. Diferente da bobagem épica “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, a prévia sugere uma Sessão da Tarde divertida com crianças – e para crianças de todas as idades. Escrito e dirigido por Joe Cornish, roteirista de “Homem-Formiga” (2015), em seu segundo filme como diretor após o brilhante “Ataque ao Prédio” (2011), “O Menino Que Queria Ser Rei” não conta a velha história para lá de conhecida. A trama gira em torno de um menino que, ao fugir de bullying, acaba no meio de um prédio demolido, que tem uma espada cravada numa pedra. Ele faz o que todo a criança faria: tira a espada da pedra e a leva para casa. E logo passa a ser contatado por outro garoto que jura ser Merlim disfarçado, dizendo que ele é a nova encarnação do Rei Arthur e única chance do mundo contra a volta da feiticeira Morgana Le Fay, que chegará com demônios para destruir a humanidade em poucas horas. Convencido, ele junta seu melhor amigo e até seus antigos atormentadores para formar os seus Cavaleiros da Távola Redonda e assim salvar o mundo. A premissa engenhosa incluiu ainda muitos efeitos visuais, que dão vida a um exército de criaturas das trevas. O elenco é encabeçado pelo jovem Louis Ashbourne Serkis (o jovem Chapeleiro de “Alice Através do Espelho”), que é filho do ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”), e também destaca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como Morgana, Denise Gough (“Juliet, Nua e Crua”) como a mãe do protagonista e Patrick Stewart (“Logan”) como Merlim em sua aparência “real”. O elenco de garotos, por sua vez, inclui Tom Taylor (“A Torre Negra”), Rhianna Dorris (“Secret Life of Boys”), o estreante Dean Chaumoo e Angus Imrie (“Kingdom”) como o jovem Merlim. A estreia está marcada para 31 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
2018 registrou a maior bilheteria total de cinema de todos os tempos
O ano de 2018 termina com um recorde. A arrecadação mundial da indústria cinematográfica foi a maior já registrada em todos os tempos. De acordo com um relatório da consultoria comScore, a bilheteria projetada até 31 de dezembro prevê um faturamento total de US$ 41,7B (bilhões). O valor supera o recorde anterior, registrado no ano passado, o primeiro em que o montante ultrapassou os US$ 40B – US$ 40,6B exatamente. O crescimento se deve principalmente ao mercado norte-americano, que aumentou seu faturamento em 7% em relação ao ano passado, enquanto o setor internacional subiu apenas 1%. Os países que mais arrecadaram foram Estados Unidos/Canadá (que unificam suas bilheterias), China e também o Brasil. A Disney foi responsável por três das cinco maiores bilheterias do ano (“Vingadores: Guerra Infinita”, “Pantera Negra” e “Os Incríveis 2”), enquanto a Fox, que foi comprada pela Disney contribuiu com um título no Top 5 (“Deadpool 2”) e a Universal com outro (“Jurassic World: Reino Ameaçado”). Mas o ano também foi marcado por surpresas, com sucessos maiores que o esperado de filmes realizados com pouco ou médio investimento, como “Podres de Rico”, “Um Lugar Silencioso”, “Bohemian Rhapsody”, “Nasce uma Estrela” e “A Freira”.
Trailer de De Pernas pro Ar 3 transforma Cauã Reymond em fantasia sexual
A Paris Filmes divulgou o segundo trailer de “De Pernas pro Ar 3”, que volta a viajar. Literalmente. Desta vez, Alice, a personagem de Ingrid Guimarães que foi para Nova York no segundo filme, vai a Paris e dá a volta ao mundo para abrir lojas da Sexy Delícia em diferentes países. Apesar disso, o foco da nova trama é no lado “família” da empresária do sexo. Após transformar sua empresa numa multinacional, ela decide se aposentar para ficar mais tempo com o marido e os filhos, que cresceram. Os filhos ocupam boa parte da prévia, mas logo surge outra novidade. Uma competidora no mercado sexual lança um visor de realidade virtual em que os usuários podem viver a fantasia de transar com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) totalmente vestido (porque o filme é “família”) e ao som de Sidney Magal (porque o filme é brega). Não demora e as duas linhas narrativas se combinam para incomodar duplamente a protagonista: a competidora começa a namorar seu filho (porque é assim nas novelas). Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira a virar franquia, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006). Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando uma era de comédias nacionais sobre sexo sem nenhuma cena sensual. O terceiro capítulo segue pelo mesmo caminho, mesmo com mudança de comando. Roberto Santucci está fora do projeto, após assinar os dois primeiros filmes. Em seu lugar, entrou Julia Rezende, que trabalhou com Ingrid Guimarães em “Um Namorado para Minha Mulher” (2016) Já o roteiro é assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), com participação de Ingrid. O elenco volta a incluir Bruno Garcia como o marido e Maria Paula, que já foi sócia, num papel aparentemente muito menor. Eduardo Melo, que foi o filho do segundo filme, também retorna, bem mais crescido, enquanto Duda Batista (“Os Farofeiros”) passa a roubar as cenas como a filha menor. Já a rival é vivida por Samya Pascotto (“Um Namorado para Minha Mulher”). A estreia está prevista para 11 de abril.
Filme “misterioso” de Black Mirror ganha trailer e imagens na véspera da estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Black Mirror: Bandersnatch”. A prévia é tensa, com mais clima de terror que os episódios anteriores da série. E pela primeira vez não se passa no futuro, mostrando tecnologia e visual dos anos 1980. Mais exatamente de 1984, a famosa data orwelliana. A referência do título, porém, vem de outro livro. “Bandersnatch” é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. A trama gira em torno de um jovem que começa a ter experiências estranhas após iniciar um jogo com este nome. E, além de mostrar os anos 1980, a prévia também traz elementos de episódios passados de “Black Mirror”, como o cão-robô de “Metalhead” (da 4ª temporada) e o símbolo de “White Bear” (da 2ª temporada). Havia rumores de que a produção seria interativa, mas não há nenhuma revelação nesse sentido no material largado na internet. Uma possível conexão com a trama reside no fato de os videogames com gráficos interativos terem surgido nos anos 1980. “Black Mirror: Bandersnatch” tem direção do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”) e traz em seu elenco Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). O projeto ganha trailer após muita especulação e silêncio da Netflix, num caso em que a má divulgação virou divulgação. Primeira comunicação oficial sobre o lançamento, o vídeo e as fotos foram revelados apenas um dia antes da estreia, e despejados na internet sem release ou maiores explicações. Faz sentido, já que a Netflix é uma entidade virtual misteriosa, quase que saída de um episódio de “Black Mirror”, e que cresce mais que qualquer outra no mundo, apesar de esconder seus dados e agir sem a menor transparência. A estreia acontece nesta sexta (28/12) por meio da nova tecnologia popularizada rapidamente por essa entidade misteriosa: streaming.












