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    Sacha Baron Cohen e Isla Fisher doam US$ 1 milhão para os refugiados da Síria

    28 de dezembro de 2015 /

    O casal de atores Sacha Baron Cohen e Isla Fisher doaram US$ 1 milhão para ajudar aos refugiados sírios, anunciaram ONGs que receberam a quantia no domingo (27/12). Cohen e sua esposa deram US$ 500 mil à organização Save the Children, para vacinar crianças contra o sarampo no norte da Síria, e a mesma quantia para o Comitê Internacional de Resgate (IRC), para ajudar os refugiados sírios, particularmente mulheres e crianças. Segundo as Nações Unidas, mais de 4 milhões de pessoas fugiram do país, que sofre com uma guerra civil que já deixou 250 mil mortos. Outros milhões também se deslocam internamente, ao longo do país. Justin Forsyth, presidente executivo da Save the Children, afirmou que o dinheiro servirá para salvar milhares de vidas e proteger algumas crianças mais vulneráveis. “Fazendo chegar sua generosa doação a crianças da Síria, Sacha e Isla estão ajudando a ressaltar uma das maiores tragédias da atualidade”, declarou. Já David Miliband, ex-secretário britânico das Relações Exteriores e atual presidente do IRC, considerou a doação uma “grande expressão de humanidade”. Sacha Baron Cohen e Isla Fisher poderão ser vistos juntos, a seguir, na comédia “Irmão de Espião”, que estreia em 10 de março no Brasil. Ele também estará na fantasia “Alice Através do Espelho”, prevista para 26 de maio, enquanto Isla ainda participará da comédia “Keeping Up with the Joneses”, de Greg Mottola, e do thriller “Nocturnal Animals”, de Tom Ford, que não têm data de estreia no Brasil.

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    Haskell Wexler (1922 – 2015)

    28 de dezembro de 2015 /

    Morreu o diretor de fotografia Haskell Wexler, que venceu dois Oscar e ficou conhecido como um dos cinematógrafos mais inovadores e engajados de Hollywood. Sua politização, que o fez ser considerado subversivo pelo FBI, também rendeu diversos documentários sobre minorias políticas, entre eles um filme de denúncia contra a ditadura militar brasileira nos anos 1970. Ele faleceu no domingo (27/12), enquanto dormia num centro médico de Santa Monica, na Califórnia, aos 93 anos de idade. Haskell Wexler nasceu em Chicago, em 6 de janeiro de 1922, e começou a trabalhar em cinema após servir na Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Seu começo foi a lado de seu pai. Os dois criaram um pequeno estúdio em Des Plaines, onde produziram filmes educativos sob encomenda até 1947. A experiência o levou a trabalhar com o cineasta John W. Barnes, especialista neste tipo de produção. Os dois codirigiram e coproduziram “The Living City” (1953), que rendeu a Wexler sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Curta de Documentário. A transição para o cinema de ficção aconteceu com “Stakeout on Dope Street” (1958), dirigido por Irvin Kershner (o futuro diretor de “O Império Contra-Ataca”), sobre três adolescentes (um deles Yale Wexler, irmão de Haskell) que encontram pacotes de heroína e tentam vendê-la. Como teve dificuldades para se tornar membro do sindicato, Wexler rodou o filme sob o pseudônimo de Mark Jeffrey (os nomes de seus dois filhos). Usando câmeras manuais pela primeira vez, ele também filmou em locação nas ruas, em vez de em um estúdio. Wexler se especializou em fotografar dramas naturalistas, em sua maioria em preto e branco, voltando a trabalhar com Kershner em “Almas Redimidas” (1961) e “Face in the Rain” (1963), no qual se tornou o primeiro cinematógrafo a correr com câmera na mão, para registrar a fuga de um ator. Por sua ousadia e vontade de experimentar, caiu rapidamente na preferência dos grandes diretores de Hollywood. Ele fotografou para Paul Wendkos em “O Diabo da Carne” (1961), Elia Kazan em “Terra do Sonho Distante” e Franklin Schaffner J em “Vassalos da Ambição” (1964), até finalmente ser reconhecido pela Academia pela fotografia de “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” (1966). Em “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, Wexler explorou os rostos das duas estrelas, Elizabeth Taylor e Richard Burton, em grandes closes que não lhes prestavam favores, mostrando suas rugas e caretas, enquanto discutiam sem parar. Mas para conseguir o resultado que visava, Wexler gerou mal-estar entre os demais profissionais, metendo-se na iluminação e optando por câmeras portáteis, que ele manipulava com as próprias mãos, enquanto se amarrava, com cordas, nos atores, para ter sempre a sensação de distância sem precisar tirar os olhos do equipamento. Isto horrorizou os técnicos mais antigos e Wexler só conseguiu sustentar suas demandas porque o diretor era estreante, ninguém menos que Mike Nichols em seu primeiro longa-metragem. Inexperiente, Nichols se deixou levar por Wexler e o Oscar lhe sorriu. O filme foi indicado a nada menos que 13 Oscars, inclusive de Melhor Direção, dando a Wexler sua estatueta de consagração. O reconhecimento o levou a filmes comerciais coloridos. Ele firmou uma parceria bem-sucedida com o cineasta Norman Jewison em “No Calor da Noite” (1967) e “Crown, o Magnífico” (1968), dois clássicos do cinema de ação. O primeiro ainda tinha um fundo realista, como a maioria dos trabalhos do cinematógrafo, o que permitiu a Wexler transformar detalhes do urbanismo em cenografia. Mas o segundo era completamente fantasioso, o que rendeu um surto de criatividade, com multiplicação de imagens, divisões de tela e zooms. Para uma elaborada cena de assalto, Wexler utilizou quatro câmeras para capturar os rostos dos ladrões e a precisão do roubo, sob pontos de vista diferentes. A técnica fez escola e passou a ser copiada em dezenas de filmes que se seguiram. Wexler se impôs mais desafios ao assumir a direção de seu primeiro longa, “Dias de Fogo” (1969), filmado durante a caótica convenção democrata de Chicago em 1968. Escrito pelo próprio Wexler, o filme combinava cenário real com ficção, acompanhando um cameraman de telenoticiário (Robert Forster) em meio à violência campal que acaba se desenrolando. O confronto com a polícia não foi encenado e o próprio diretor foi atingido por gás lacrimogêneo enquanto filmava. A experiência o inspirou a retomar os documentários, influenciado pela onda de protestos do período. Um destes trabalhos marcou época, o curta “Interviews with My Lai Veterans” (1971), que ele fotografou para o diretor Joseph Strick. Vencedor do Oscar de sua categoria, o filme chocou pela forma como veteranos da Guerra do Vietnã descreviam as barbaridades que cometeram ou presenciaram, sob ordens de “atirar em todo o mundo”, inclusive em mulheres e crianças. O trabalho foi fundamental para colocar a opinião pública contra a guerra. Atendo ao mundo, ele se focou até no Brasil, dirigindo um documentário que ficou proibido no país por mais de uma década, “Brazil: A Report on Torture” (1971), em que entrevistou estudantes, exilados e outras vítimas da perseguição política da ditadura brasileira, extraindo depoimentos sobre a tortura que sofreram nos porões do regime. Sua simpatia por movimentos de esquerda ainda rendeu o controverso documentário “Underground” (1976), em que entrevistou integrantes do grupo terrorista Weather Underground, que pregava a derrubada violenta do governo dos EUA. Isto lhe valeu uma ficha no FBI, que o classificava como “potencialmente perigoso por causa de sua instabilidade emocional ou atividade em grupos que exercem atividades hostis aos Estados Unidos”. Ele não se deixou intimidar e, em plena época de vigilância, embarcou rumo ao Vietnã, ao lado da atriz Jane Fonda, para filmar “Introduction to the Enemy” (1974), em que buscou mostrar quem realmente era “o inimigo”, colhendo depoimentos dos chamados vietcongs. Jane Fonda quase implodiu sua carreira na ocasião, sendo considerada por muitos uma traidora dos EUA. Mas os dois também mostraram o outro lado da moeda em “Amargo Regresso” (1978), drama dirigido por Hal Ashby, focado nos traumas físicos e psicológicos dos veteranos americanos. Além de fotografar, Wexler ainda fez uma figuração no longa, entregando medalhas a soldados que retornavam mutilados da guerra. O engajamento político não impediu sua carreira de prosperar. Depois de servir como “consultor visual” de George Lucas em “Loucura de Verão” (1973), ele seguiu fotografando clássicos como “A Conversação” (1974), de Francis Ford Coppola, e “Um Estranho no Ninho” (1974), de Milos Forman, pelo qual foi indicado ao Oscar. E não demorou a vencer outro Oscar. O filme que lhe deu sua segunda estatueta da Academia, “Esta Terra É Minha” (1976), também dirigido por Ashby, era uma cinebiografia do cantor folk Woody Guthrie (que Wexler tinha conhecido durante seu tempo na Marinha), que evocava a miséria americana em cores esmaecidas. Mas o que fez a produção entrar para a história foi o uso pioneiro da steadycam, a câmera manual que não treme. Usada pela primeira vez, a steadycam permitiu ao cinematógrafo realizar uma tomada antológica, que começava em um guindaste e continuava sem cortes no nível do solo, avançando a passos largos em direção ao cenário e fazendo a boca dos técnicos de Hollywood cair em seus colos. A sequência teve impacto profundo e mudou completamente a forma como se faria cinema dali em diante. Ele ainda trabalhou com Terrence Mallick no belíssimo “Cinzas no Paraíso” (1978) e com Ridley Scott no cultuado “Blade Runner” (1982), fazendo fotografia adicional nos dois filmes, que ficaram marcados como visualmente inovadores. Mas preferia ser reconhecido por seus filmes mais politizados. Tanto que voltou a criticar o governo americano em “Latino” (1985), a segunda e última ficção que ele escreveu e dirigiu. O longa atacava o apoio americano aos guerrilheiros que tentavam derrubar o governo sandinista da Nicarágua. Vieram mais duas indicações ao Oscar, por “Matewan – A Luta Final” (1987), sobre a luta de mineiros sindicalizados, dirigido por John Sayles, e “Blaze – O Escândalo” (1989), em que Paul Newman viveu um político que se apaixona por uma stripper, colocando em risco sua carreira. Além disso, Wexler também deixou sua marca no drama policial “As Cores da Violência” (1988), de Dennis Hopper, trazendo grande realismo ao retrato do submundo das gangues de Los Angeles. A idade não lhe impunha restrições físicas, fazendo com que continuasse atarefado após os 70 anos. Mas não é segredo que seus trabalhos nos anos 1990 já não transmitiam a mesma paixão. Nem tanto pela disposição de trabalhar, mas porque muitos eram projetos de encomenda, como a cinebiografia do jogador de beisebol Babe Ruth, “Ânsia de Viver” (1992), e o neonoir “O Preço da Traição” (1996). Nesta fase final, seu principal parceiro foi o cineasta John Sayles, com quem, depois de “Matewan”, ainda filmou “O Mistério da Ilha” (1994), “Limbo” (1999) e “Silver City” (2004), seu último longa de ficção. Paralelamente, Wextler ainda dirigiu mais três documentários politizados, sendo o último bem recente, “Four Days in Chicago” (2013), sobre os protestos do movimento Ocupy, rodado quando ele tinha 91 anos. Eleito um dos dez diretores de fotografia mais influentes da história em uma pesquisa realizada com os membros do Sindicato Internacional de Cinematógrafos, Wexler teve seu nome incluído na Calçada da Fama de Hollywood em 1996 e virou tema de dois documentários, “Tell Them Who You Are” (2004), de seu filho Mark Wexler, e “Rebel Citizen” (2015), de Pamela Yates, lançado há apenas dois meses nos EUA.

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    Novo vídeo revela que bandido de Esqueceram de Mim também ficou traumatizado

    26 de dezembro de 2015 /

    O comediante Daniel Stern, intérprete de Marv, um dos bandidos que tentaram invadir a casa do filme “Esqueceram de Mim” (1990), viu o curta de humor negro em que Macauley Culkin volta a viver o personagem Kevin McCallister, agora adulto e psicótico. E resolveu mostrar que seu personagem também ficou traumatizado pela experiência mostrada na comédia clássica. Ele gravou um vídeo em que aparece desesperado, avisando para seu antigo comparsa Harry (Joe Pesci) que “o garoto voltou” e estaria caçando invasores de lares para se vingar. Apavorado, ele lembra das torturas que sofreu em 1990 e jura que é questão de tempo até Kevin achá-los. Esta também é a deixa para a luz se apagar e Stern exercitar suas cordas vocais com gritos. Os dois vídeos são complementares. E se o diretor Chris Columbus estiver online, pode ter uma ou vinte ideias para contar uma continuação contemporânea da comédia clássica. A premissa dos dois curtas é, de fato, muito boa.

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    Homem morreu durante as filmagens de Resident Evil 6

    25 de dezembro de 2015 /

    “Resident Evil 6” encerra a franquia de forma trágica, como uma das produções mais acidentadas da história de Hollywood. Após a dublê de Milla Jovovich, Oliva Jackson, anunciar que terá que amputar o braço, devido a um grave acidente no set do filme, veio à tona a notícia de que um homem de 34 anos de idade morreu após sofrer lesões traumáticas durante as filmagens em dezembro. O incidente foi encoberto pelos produtores. Ricardo Cornelius morreu esmagado no dia 3 de dezembro, após um dos carros usados do filme cair sobre ele. A notícia foi revelada pelo jornal sul-africano The Daily Voice. A produção foi filmada na África do Sul. Os dois acidentes graves, que aconteceram durante as filmagens, alertaram a indústria cinematográfica, que pretende exigir uma elevação nos padrões de segurança das produções envolvendo cenas de ação. Novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, o último “Resident Evil” tem previsão de estreia para fevereiro de 2017.

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    Robert Downey Jr ganha indulto de Natal e é perdoado por seus crimes nos anos 1990

    25 de dezembro de 2015 /

    O governador do Estado norte-americano da Califórnia, Jerry Brown, concedeu um indulto de Natal ao ator Robert Downey Jr. A clemência atendeu a um pedido do intérprete do Homem de Ferro, que, pelas leis americanas, perdera diversos direitos devido à sua condenação por posse de drogas e armas na década de 1990. Downey foi condenado em 1996 e ficou um ano e três meses preso por violação de condicional, posse de drogas e por levar uma arma escondida em seu veículo. Após isso, ainda passou vários anos em liberdade condicional, terminando de cumprir sua sentença apenas em 2002. Os problemas legais do ator lhe deram a reputação de ser um dos “bad boys” de Hollywood, o que prejudicou sua carreira após ter sido indicado ao Oscar por interpretar Charlie Chaplin no filme “Chaplin”, de 1992. Com o apoio de amigos, como o diretor Shane Black, ele conseguiu dar a volta por cima. Bancado por Jon Favreau no papel-título de “Homem de Ferro”, em 2008, Downey comprovou que tinha se tornado um ator responsável. Mais que isso, virou o astro que Hollywood sempre esperou que ele se tornasse. O perdão do governador da Califórnia permitirá a Downey recuperar todos os seus direitos civis, como a possibilidade de fazer parte de um júri. Além de suas ramificações legais, o indulto também tem a força de reconhecer a grande mudança pela qual o astro passou.

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    Sergio Mendes compartilha foto e história de Harrison Ford antes da fama

    25 de dezembro de 2015 /

    O músico brasileiro Sergio Mendes compartilhou uma foto histórica em sua página do Facebook, em que presta homenagem ao melhor carpinteiro do espaço. Aproveitando a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, ele revelou que, há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante daquela mostrada nos filmes, Harrison Ford foi carpinteiro e um dos responsáveis por construir seu estúdio de gravação nos anos 1970. Em inglês, Sergio explicou: “Antes de Han Solo, havia um ótimo carpinteiro chamado Harrison Ford. E aqui está ele, com sua equipe, no dia em que eles terminaram a construção do meu estúdio de gravação lá nos anos 1970. Obrigado, Harrison e que a força esteja com você”. Em preto e branco, a foto já teve quase 5.000 curtidas. Atualmente com 73 anos, o ator aparece bem jovem e sem camisa na foto, o que gerou comentários sobre sua forma física. “Antes de Han Solo, Harrison Ford era um carpinteiro gostoso”, escreveu uma americana. Outros agradeceram Sergio por compartilhar a história. E houve até quem comparasse os cabelos compridos e a barba que o ator usava na época com a de outro famoso carpinteiro, que nasceu em Belém. Sergio Mendes vive nos Estados Unidos desde 1964 e alcançou o sucesso ao lançar uma versão bossa nova de “Mas Que Nada”, de Jorge Ben Jor. Ele também concorreu ao Oscar em 2012 na categoria Melhor Canção Original pela música “Real in Rio”, da animação “Rio”.

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    Bonecas de Rey são raridade entre os brinquedos “para meninos” de Star Wars

    24 de dezembro de 2015 /

    Quando uma situação se repete por três vezes, recebendo as mesmas críticas, ninguém mais pode dizer que se trata de acaso. Pois pela terceira vez a Disney licenciou para a Hasbro a fabricação de brinquedos derivados de um sucesso de cinema, e os produtos voltam a minimizar as principais personagens femininas da produção. Quem já procurou pelos bonecos da Viúva Negra (“Vingadores”) e Gamora (“Guardiões da Galáxia”) nem se surpreende mais com a dificuldade de encontrar brinquedos baseados em Rey, que é simplesmente a personagem principal de “Star Wars: O Despertar da Força”. O set mais popular de bonecos licenciados pela Hasbro reúne Finn (John Boyega), Chewbacca (Peter Mayhew), Poe Dameron (Oscar Isaac) e Kylo Ren (Adam Driver), além de um líder dos stormtroopers e um piloto de TIE fighter, ambos figurantes. Mas nada de Rey (Daisy Ridley). Ela também não foi incluída na versão de “Monopoly” (o Banco Imobiliário americano) baseada em “Star Wars”. E nem sequer no set do Millennium Falcon, que traz Finn e Chewie, mas não a piloto. Um pai irritado por não encontrar brinquedos da personagem para sua filha lançou a hashtag #whereisrey no Twitter. E alguns compradores observaram que era possível encontrar bonecos individuais da heroína, na linha premium, mas eles se esgotaram nas primeiras horas de exibição do filme, e permanecem em falta em grandes redes online como Amazon e Toys R Us, porque foram fabricados em menor quantidade. Outro detalhe: Rey é uma das personagens com menos produtos disponíveis – apenas quatro. Mas isso não é nada perto da consideração dada às outras duas mulheres que se destacam no filme, a vilã Capitã Phasma (Gwendoline Christie), que ganhou dois bonecos, e a icônica Leia (Carrie Fisher), que simplesmente foi ignorada na linha de brinquedos do novo filme. Para completar, o site da Hasbro identifica os bonecos de “Star Wars”, chamados de Action Figures, como produtos para meninos. Aparentemente, meninas não podem brincar com a Rey, que é valente e heroica, só com a Barbie, que tem vestidos e uma casinha.

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    Ator da série Drake & Josh é preso por dirigir embriagado

    23 de dezembro de 2015 /

    O ator Drake Bell, que ficou conhecido por estrelar a sitcom infantil “Drake & Josh”, do canal pago Nickelodeon, foi preso por dirigir alcoolizado, na noite de segunda-feira (21/12) na cidade de Glendale, na Califórnia. Segundo o site TMZ, o carro de Drake foi abordado por policiais após parar e acelerar abruptamente diante de um sinal vermelho. Ao sentir cheiro de álcool saindo do veículo, os oficiais fizeram um teste do bafômetro, que deu positivo. O ator ficou preso por dez horas e saiu após pagar fiança. Ele ainda não comentou o assunto. “Drake & Josh” teve quatro temporadas entre 2004 e 2007. Desde então, Drake Bell atuou em comédias como “Os Seus, Os Meus e os Nossos” (2005), “Super-Herói – O Filme” (2008) e “Colegiais em Apuros” (2008), além de dublar o Homem-Aranha em diversas séries animadas da Marvel. Ele também tentou decolar como cantor, retomando a carreira em 2014 com um disco produzido por Brian Setzer, o lendário guitarrista da banda Stray Cats. Entre seus futuros projetos, o ator planejava retomar a parceria com seu ex-parceiro de cena, Josh Peck, em uma participação especial na série de comédia “Grandfathered”.

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    FBI identifica executivo de Hollywood como origem do vazamento de Os 8 Odiados

    23 de dezembro de 2015 /

    A investigação do FBI já identificou a fonte do vazamento do filme “Os 8 Odiados”, que foi disponibilizado em sites piratas antes de sua estreia nos cinemas. Segundo apurou o Hollywood Reporter, o “screener” copiado (DVD enviado para os eleitores dos prêmios da indústria) pertencia a Andrew Kosove, CEO da produtora Alcon Entertainment, que foi indicado ao Oscar 2010 com o filme “Um Sonho Possível”. Kosove é um importante executivo da indústria do entretenimento, que vota em premiações como o Oscar e o PGA Awards (do Sindicato dos Produtores). Por isso, uma cópia de “Os 8 Odiados” foi enviada antecipadamente para que ele avaliasse e pudesse votar no longa entre os melhores do ano. A investigação identificou a marca d’água (que diferencia o destinatário do screener) das cópias piratas como sendo a do DVD de Kosove, e encontrou o protocolo de recebimento da cópia, assinado por um auxiliar de seu escritório. Mas ele alega que nunca recebeu o DVD do filme. “Eu nunca vi este DVD, minhas mãos nunca tocaram nele”, disse o executivo em comunicado, garantindo ser o mais interessado em encontrar a fonte do vazamento. “Nós vamos fazer mais do que cooperar com o FBI. Nós vamos conduzir nossa própria investigação para descobrir o que aconteceu”. No momento, a polícia trabalha com a hipótese de um funcionário ter desviado o DVD, mas também considera importante o fato de Kosove ser produtor do remake “Caçadores de Emoção: Além do Limite”, que estreia nos EUA no mesmo dia de “Os Oito Odiados”. Estima-se que, só no primeiro dia após o vazamento, o novo western de Tarantino tenha sido baixado entre 200 mil e 600 mil vezes, e cópias piratas já podem ser encontradas à venda em camelôs de países tão diferentes quanto a China e o Brasil. Isto inevitavelmente terá repercussão na bilheteria do filme, que tem estreia marcada para sexta (25/12) nos EUA e 7 de janeiro no Brasil. Além de “Os Oito Odiados”, diversos outros filmes vazaram na internet nos últimos dias, a maioria proveniente do mesmo grupo de hackers, Hive-CM8. Ainda não se sabe se outros screeners de Kosove também serviram de base para essas cópias piratas. A proliferação de serviços de compartilhamento de arquivos faz com que cada vez mais screeners vazem em Hollywood, a ponto de a Associação Americana de Filmes (MPA, na sigla em inglês) ter proibido os estúdios de enviarem cópias em DVD de filmes inéditos, durante a temporada de premiações. Mas isto foi em 2003. Como alguns estúdios quiseram tirar vantagem dessa política, enviando screeners assim mesmo, a determinação acabou sendo ignorada por todos. Os vazamentos chegaram a tal ponto que, em 2004, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood decidiu expulsar o ator de “O Poderoso Chefão” Carmine Caridi, então com 70 anos, depois de ele admitir que mandou seus screeners para um amigo assistir em Chicago. Os filmes acabaram pirateados e rastreados de volta para Caridi. Seu amigo foi preso por violação de direitos autorais.

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    Jennifer Lawrence confessa que já ficou com Liam Hemsworth

    23 de dezembro de 2015 /

    A atriz Jennifer Lawrence apareceu bem soltinha no programa “Watch What Happens Live”, do canal pago americano Bravo, e revelou vários segredos ao participar de um jogo com o apresentador Andy Cohen. Além de admitir que fumou maconha antes de ir numa cerimônia do Oscar (não disse qual, embora isto ajude a explicar certo tombo), ela contou que já pegou Liam Hemsworth, seu colega na franquia “Jogos Vorazes”. “Eu e Liam crescemos juntos. Ele é bem gostoso, o que você teria feito? Então sim…”, ela admitiu. Jennifer também elogiou os beijos de Bradley Cooper, que foram classificados como “fantásticos”, e admitiu que os dois usam a língua durante os beijos técnicos. “É normal, não é? Ou eu sou uma colega de trabalho pervertida?” Só não se interessou em ficar com Justin Bieber, após ele tê-la elogiado e dito, durante uma entrevista, que adoraria sair com ela. “Terei que dizer não. Mas obrigada (pelos elogios)”, respondeu a artista, rindo. Apesar desta descontração toda, ela não quis falar sobre seu romance com o vocalista do Coldplay, Chris Martin.

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    Brooke McCarter (1963 – 2015)

    22 de dezembro de 2015 /

    Morreu o ator Brooke McCarter, que viveu um vampiro no cultuado filme de terror “Os Garotos Perdidos” (1987). Ele faleceu na terça-feira (22/12), aos 52 anos de idade. McCarter tinha uma doença genética no fígado, segundo nota de sua família postada no Facebook. “Brooke era nosso amado filho, irmão, pai, primo, sobrinho e amigo”, diz a mensagem. “Agradecemos seus pensamentos e orações nesse momento difícil”. Em “Os Garotos Perdidos”, ele viveu Paul, que integrava a gangue de vampiros rebeldes liderada por Kiefer Sutherland (série “24 Horas”). No filme, ele enfrentou os matadores mirins interpretados por Corey Feldman e Corey Haim. Este último morreu em 2010. Além de “Os Garotos Perdidos”, ele participou de mais dois filmes dos anos 1980: “O Desafio” (1986), no qual andou de skate com Josh Brolin (“Evereste”), e “Wired” (1989), cinebiografia do comediante John Belushi. Também apareceu num episódio do revival da série “Além da Imaginação”, em 1987. Mas a carreira de ator não teve prosseguimento, levando-o a arranjar um emprego no setor de serviços de telecomunicações. Brooke só foi ressurgir há seis anos, como apresentador de um game-show macabro na comédia de terror “The Uh-oh Show” (2009), que também marcou o retorno à direção do lendário cineasta Herschell Gordon Lewis, criador do terror gore (sanguinário) nos anos 1970. Em seguida, filmou sua última aparição cinematográfica no terror “Emerging Past”, de Thomas J. Churchill (“Samurai Cop 2”), que ficou cinco anos guardado. Neste período, a obra foi reeditada numa “versão do diretor”, que finalmente virá à tona com um lançamento direto em DVD em janeiro.

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    Quentin Tarantino é homenageado com estrela na Calçada da Fama de Hollywood

    22 de dezembro de 2015 /

    O cineasta Quentin Tarantino (“Django Livre”) ganhou sua estrela na Calçada da Fama. Na cerimônia, realizada na tarde de segunda (21/12) em Hollywood, ele fez um discurso emocionado e lembrou da primeira vez em que esteve no local, em 1969. O evento foi prestigiado pelos atores do novo filme do diretor, Samuel L. Jackson, Tim Roth, Jennifer Jason Leigh, Walton Goggins, Demian Bichir, Zoe Bell, James Parks e Craig Stark, todos do elenco de “Os Oito Odiados”. Tarantino estará de volta aos cinemas com o lançamento de “Os Oito Odiados”, que estreia nos EUA na sexta (25/12) e no Brasil em 7 de janeiro.

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    Filme baseado na novela Os Dez Mandamentos ganha primeiro trailer

    22 de dezembro de 2015 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Os Dez Mandamentos — o Filme”, versão condensada da novela bíblica da rede Record. A prévia destaca cenas dos episódios sobre as sete pragas do Egito, que renderam as maiores audiências da novela, além de mostrar closes de Guilherme Winter ao vento. Os efeitos visuais passam longe de Hollywood e aparentemente não ganharam retoques para a exibição no cinema. Em compensação, o vídeo assume que se trata de um fenômeno televisivo (144 milhões de telespectadores) e destaca que a história terá cenas inéditas e um final diferente, exclusivos da versão cinematográfica. A estreia está marcada para 28 de janeiro nos cinemas, antecipando a “2ª temporada” da novela, que voltará às telinhas em março de 2016.

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