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Etc

Arthur Aguiar anuncia novo filho com Jheny Santucci

Casal revelou a gravidez menos de um mês após oficializar o casamento e contou que preferiu esperar os primeiros meses antes do anúncio

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16 de agosto de 2026
Etc

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Etc

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15 de agosto de 2026
  • Etc,  Filme,  Série

    Hugo Awards: Perdido em Marte e Jessica Jones vencem troféu tradicional da ficção científica americana

    21 de agosto de 2016 /

    O Hugo Awards, tradicional prêmio literário da ficção científica (que não é um “Oscar da ficção científica”), distribuiu seus prêmios na noite de sábado (21/8). E entre os diversos troféus para publicações, que destacaram a vitória de “The Fifth Season”, N.K. Jemisin, como Melhor Romance, e “The Sandman: Overture”, de Neil Gaiman, como Melhor Graphic Novel, também houve prêmios para adaptações no cinema e na TV. “Perdido em Marte”, de Ridley Scott, foi eleito o Melhor Filme, e a série “Jessica Jones” levou o troféu de melhor “Apresentação Dramática em Formato Curto” (ou seja, Melhor Episódio de Série), pelo último capítulo de sua temporada inaugural no Netflix.

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  • Etc

    Amber Heard doa todo o dinheiro de seu divórcio de Johnny Depp

    19 de agosto de 2016 /

    A atriz Amber Heard informou ter doado os US$ 7 milhões do seu acordo de divórcio com o ator Johnny Depp para a caridade. Em comunicado, ela afirmou dividiu a quantia total entre as organizações American Civil Liberties Union, dedicada a prevenir a violência contra as mulheres, e o Hospital de Crianças de Los Angeles, que tem apoiado há uma década. “Como descrito na ordem de restrição e no acordo do divórcio, dinheiro não teve nenhum papel para mim pessoalmente e não tem, exceto pelo fato de que eu posso doá-lo para a caridade e, fazendo isso, espero ajudar aqueles com menor capacidade para se defender”, declarou a atriz. O representante de Depp não respondeu aos pedidos para comentar a informação. Depp e a atriz entraram em acordo na terça-feira (16/8) para finalizar seu divórcio, um dia antes de uma sessão judicial sobre a acusação de violência doméstica contra o ator e quatro dias após um vídeo mostrando o ator bêbado e violento chegar na internet. O casal divulgou um comunicado conjunto chamando a relação entre eles de “intensamente passional e às vezes volátil, mas sempre ligada pelo amor”, acrescentando que “nunca houve qualquer intenção de danos físicos e emocionais”.

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  • Etc,  Filme

    Arthur Hiller (1923 – 2016)

    17 de agosto de 2016 /

    Morreu o cineasta Arthur Hiller, que em sua longa carreira foi capaz de levar o público às lágrimas, com “Love Story – Uma História de Amor” (1970), e ao riso farto, com muitas e muitas comédias. Ele também presidiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos anos 1990, e veio a falecer nesta quarta-feira (17/8) de causas naturais aos 92 anos de idade. Nascido em 22 de novembro de 1923, em Edmonton, no Canadá, Hiller começou sua carreira de diretor com “Se a Mocidade Soubesse” (1957), um drama romântico moralista, sobre jovens de diferentes classes sociais que querem se casar após o primeiro encontro, estrelado pelo então adolescente Dean Stockwell. E, durante seus primeiros anos na profissão, alternou sua produção cinematográfica com a direção de múltiplos episódios de séries clássicas, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Os Detetives”, “Cidade Nua”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke”, “Perry Mason” e “A Família Addams”. A situação só foi mudar a partir do sucesso de suas primeiras comédias românticas, “Simpático, Rico e Feliz” (1963) e “Não Podes Comprar Meu Amor” (1964), ambas estreladas por James Garner. Após repetir as boas bilheterias com “A Deliciosa Viuvinha” (1965), com Warren Beatty, e “Os Prazeres de Penélope” (1966), com Natalie Wood, ele passou a se dedicar exclusivamente ao cinema. Hiller se especializou em comédias sobre casais atrapalhados, atingindo o auge com “Forasteiros em Nova York” (1970), escrito por Neil Simon, em que a mudança de Jack Lemmon e Sandy Dennis para Nova York dá hilariamente errada, mas também soube demonstrar desenvoltura em outros gêneros, enchendo de ação o clássico de guerra “Tobruk” (1967), com Rock Hudson e George Peppard, e, claro, fazendo chover lágrimas com “Love Story” (1970). “Love Story” foi um fenômeno digno de “Titanic” (1997), com filas, cinemas lotados e muito choro. A história do casal apaixonado, vivido por Ali MacGraw e Ryan O’Neal, é considerada uma das mais românticas do cinema (entrou no Top 10 do American Film Institute), mas também uma das mais trágicas. Opostos em tudo, O’Neal vivia Oliver, um estudante atlético e rico de Direito, enquanto MacGraw era Jenny, uma estudante de Música pobre. Os dois se conhecem na faculdade e conseguem ver, além das diferenças óbvias, tudo o que tinham em comum para compartilhar. Mas o casamento não é bem visto pela família rica do noivo, que corta Oliver de sua herança, deixando o casal desamparado quando ele descobre que Jenny tem uma doença terminal – leuquemia. A popularidade do filme também rendeu reconhecimento a Hiller, que foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Mas ele não quis se envolver com o projeto da continuação, “A História de Oliver” (1978). Em vez disso, preferiu rir das histórias de doença em sua obra seguinte, “Hospital” (1971), que lhe rendeu o Prêmio Especial do Juri no Festival de Berlim. A comédia acabou vencendo o Oscar de Melhor Roteiro, escrito por Paddy Chayefsky, considerado um dos melhores roteiristas de Hollywood, com quem o diretor já tinha trabalhado no começo da carreira, em “Não Podes Comprar Meu Amor”. A melhor fase de sua carreira também contou com “Hotel das Ilusões” (1971), seu segundo longa escrito pelo dramaturgo Neil Simon, “O Homem de la Mancha” (1972), versão musical de “Dom Quixote”, com Peter O’Toole e Sofia Loren, e o polêmico drama “Um Homem na Caixa de Vidro” (1975), sobre um nazista procurado que se disfarça de judeu rico em Nova York – que rendeu indicação ao Oscar de Melhor Ator para o austríaco Maximilian Schell. Mas apesar dos desvios, comédias continuaram a ser seu gênero preferido. Ele chegou, por sinal, a lançar uma das mais bem-sucedidas duplas cômicas de Hollywood, juntando Gene Wilder e Richard Pryor em “O Expresso de Chicago” (1976). O cineasta voltou a dirigir a dupla em outro grande sucesso, a comédia “Cegos, Surdos e Loucos” (1989), e perfilou um verdadeiro “quem é quem” do humor em filmes como “Um Casamento de Alto Risco” (1979), com Peter Falk e Alan Arkin, “Uma Comédia Romântica” (1983), com Dudley Moore, “Rapaz Solitário” (1984), com Steve Martin, “Que Sorte Danada…” (1987), com Bette Midler, e “Milionário num Instante” (1990), com Jim Belushi. Hiller, que também dirigiu cinebiografias (“Frenesi de Glória”, em 1976, e “Ânsia de Viver”, em 1992) e até um filme de horror (“Terrores da Noite”, em 1979), deixou muitas marcas no cinema, inclusive em produções nem tão famosas. Exemplo disso é “Fazendo Amor” (1982), um dos primeiros filmes a mostrar de forma positiva um gay que sai do armário e termina seu casamento para procurar encontrar o amor com outros homens. Após dominar as bilheterias das décadas de 1970 e 1980, o diretor conheceu seus primeiros fracassos comerciais nos anos 1990. O período coincidiu com seu envolvimento com a organização sindical da indústria. Ele presidiu o Sindicato dos Diretores de 1989 a 1993 e a Academia de 1993 a 1997. E não foram poucos fracassos, a ponto de fazê-lo desistir de filmar. A situação tornou-se até tragicômica por conta de “Hollywood – Muito Além das Câmeras” (1997), longa sobre os bastidores de um filme ruim, que explorava a conhecida prática de Hollywood de creditar ao pseudônimo Alan Smithee qualquer filme renegado por seu diretor. Pois Hiller renegou o trabalho, escrito pelo infame Joe Eszterhas (“Showgirls”), que virou metalinguisticamente a última obra de Alan Smithee no cinema – depois disso, o Sindicato dos Diretores proibiu que a prática fosse mantida. Ele ganhou um prêmio humanitário da Academia em 2002, em reconhecimento a seu trabalho junto à indústria cinematográfica, e a volta à cerimônia do Oscar o animou a interromper sua já evidente aposentadoria para filmar um último longa-metragem, nove anos após seu último fracasso. Estrelado pelo roqueiro Jon Bon Jovi, “Pucked” (2006), infelizmente, não pôde ser creditado a Alan Smithee. Hiller teve uma vida longa e discreta, estrelando sua própria love story por 68 anos com a mesma mulher, Gwen Hiller, com quem teve dois filhos. Ela faleceu em junho. Ele morreu dois meses depois.

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    Crepúsculo: Kristen Stewart diz que namoro com Robert Pattinson lhe dava nojo

    17 de agosto de 2016 /

    O namoro entre Robert Pattison e Kristen Stewart envolveu e emocionou os fãs da “Saga Crepúsculo”, antes de terminar com um flagra da traição da atriz com o diretor Rupert Sanders, durante a produção de “Branca de Neve e o Caçador” (2012). Isso rendeu pedidos desesperados de desculpas e juras de amor públicas, levando a um reatamento que sempre soou forçado, na véspera da promoção do último filme da franquia vampiresca. Tanto que agora, quando recorda do romance de bastidores da fantasia adolescente, Kristen torce o nariz de nojo. “As pessoas queriam tanto que eu e Rob ficássemos juntos que nosso relacionamento se transformou em um produto. Não era mais vida real, e isso me dava nojo”, ela disse, em uma entrevista para a próxima edição da revista T, suplemento do jornal The New York Times. O casal “Robsten”, como foi apelidado pela mídia, durou praticamente por todo o período em que a saga esteve no cinema, funcionando como uma das mais poderosas armas de marketing da produção. Por isso, a forma como o namoro acabou, junto com o fim da franquia, resultou numa experiência traumática, deixando os fãs revoltados. Hoje, Kristen está numa vibe completamente diferente, fazendo só filmes indies ou franceses, e namorando uma mulher, sua ex-assistente Alice Cargile. “Eu não quero esconder o que eu sou ou o que estou fazendo da minha vida”, acrescentou ela. “Eu só não quero ser parte de uma história para o entretenimento.” A atriz diz que só tem sido mais aberta em relação a seus relacionamentos pelo fato de namorar uma mulher. “Eu nunca falaria sobre os meus relacionamentos antes, mas como passei a namorar garotas, isso virou a oportunidade de representar algo realmente positivo”, disse ela. “Eu ainda quero proteger minha vida pessoal, mas não quero ser vista como se estivesse escondendo o romance”, completou, afirmando ainda que não rotula sua orientação sexual. Desde o final de seu relacionamento com Kristen Stewart, Robert Pattinson se envolveu mais seriamente com a cantora FKA Twigs, de quem chegou a ficar noivo. No entanto, eles se separaram no ano passado.

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    Moleque: Veja o curta que transforma Chaves em menino brasileiro

    16 de agosto de 2016 /

    O diretor mineiro Marcos Pena, fã de “Chaves”, resolveu homenagear a clássica produção mexicana com um curta-metragem do tamanho de um episódio da série. Intitulado “Moleque”, expressão que traduz o original “chavo”, o filme adapta a criação de Roberto Gómez Bolaños para o Brasil. Alterando também a idade dos intérpretes, o filme mostra crianças nos papéis de Chaves, Quico e Chiquinha. Ou melhor, Moleque, Fred e Fran, como foram rebatizados. Tampouco há os bordões marcantes da série. Tudo foi reimaginado, de forma a evitar problemas com direitos autorais. Tanto que o filho de Bolaños viu e aprovou, sem considerar infração. A “vila do Chaves” brasileira fica em uma comunidade de Santa Efigênia, bairro de Belo Horizonte, para onde se muda um garoto órfão, que rapidamente faz amizade com as crianças da vizinhança. Mas irrita os adultos, como Dona Flora, Seu Soneca e o cobrador negro ostentação, que costumava ser o Sr. Barriga na TV. Disponibilizado na íntegra no YouTube, o curta foi selecionado para festivais na Espanha, Argentina, Índia, Malta, Bolívia e Estados Unidos.

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    Elke Maravilha (1945 – 2016)

    16 de agosto de 2016 /

    Morreu Elke Maravilha, aos 71 anos, na madrugada de terça-feira (16/8) no Rio. A notícia foi compartilhada por seu perfil no Facebook. “Avisamos que nossa Elke já não está por aqui conosco. Como ela mesma dizia, foi brincar de outra coisa. Que todos os deuses que ela tanto amava estejam com ela nessa viagem. Eros anikate mahan (O amor é invencível nas batalhas). (Crianças, conviver é o grande barato da vida, aproveitem e convivam)”, diz o texto. Elke estava internada havia quase um mês na Casa de Saúde Pinheiro Machado, no Rio, após uma cirurgia para tratar uma úlcera. De acordo com o irmão de Elke, Frederico Grunnupp, a artista sofreu uma falência múltipla dos órgãos. Nascida na Rússia em 22 de fevereiro de 1945, Elke Georgievna Grunnupp mudou-se para o Brasil ainda criança, quando sua família fugiu do stalinismo, e naturalizou-se brasileira. Ela logo se tornou fluente em nove línguas: russo, português, alemão, italiano, espanhol, francês, inglês, grego e latim. Seu primeiro emprego foi como professora em uma escola de idiomas. No final dos anos 1960, aproveitou seu 1,80m para se lançar como modelo, tornando-se uma das profissionais preferidas da estilista Zuzu Angel. Foi com o papel de modelo, por sinal, que ela estreou no cinema, fazendo uma pequena participação no filme “Salário Mínimo” (1970), de Adhemar Gonzaga. Por causa da amizade com Zuzu, Elke acabou se envolvendo nos protestos contra o assassinato de Stuart Angel, o filho da estilista pelo regime militar. Na época, ela chegou a enfrentar a tortura da ditadura e ficar presa por seis dias em 1971. Conseguiu ser libertada por intermédio da própria Zuzu, que enviou um delegado para tirá-la da prisão. Esta história foi contada no filme “Zuzu Angel” (2006), no qual Elke foi interpretada pela atriz Luana Piovani e também fez uma participação especial. Uma das consequências de sua rebeldia contra o regime foi a perda de sua cidadania brasileira. Ela nunca pediu anistia para recuperá-la, por considerar que seria uma admissão de culpa. Preferiu virar alemã como sua mãe e requisitar visto de trabalho e residência permanente. A prisão não a deixou estigmada. Alta, loira e elegante, ela já tinha conquistado certa notoriedade por preferir roupas mais ousadas como modelo, e isto lhe abriu as portas para “desfilar” na TV, convidada a virar jurada da “Buzina do Chacrinha”. Ela encantou o apresentador Chacrinha e o público com um visual colorido e exótico, encontrando popularidade instantânea ao ser apresentada pelo apelido Elke Maravilha, que Chacrinha lançou para o Brasil. A relação com Chacrinha, a quem chamava de “painho”, era muito íntima. Em entrevista ao programa “Altas Horas”, em 2014, Elke falou sobre o apresentador, de quem era grande amigo e confidente. “Painho era extremamente afetivo. Ficava horas com ele dentro do camarim. Era muito gostoso”. Ela também foi jurada do “Programa Sílvio Santos”, mas a relação com o dono do baú e do SBT não rende os mesmos elogios. Elke morreu brigada com Sílvio Santos. O sucesso do Chacrinha, líder de audiência na TV brasileira, tornou Elke requisitadíssima. Ela apareceu em nada menos que 13 filmes nos anos 1970, entre eles alguns clássicos como “Quando o Carnaval Chegar” (1972), de Cacá Diegues, “O Rei do Baralho” (1973), de Julio Bressane, “Xica da Silva” (1976), novamente de Diegues, e “Tenda dos Milagres” (1977), de Nelson Pereira dos Santos. Teve até um filme com seu nome, “Elke Maravilha Contra o Homem Atômico” (1978), de Gilvan Pereira, em que lutava contra seu arquirrival dos juris televisivos, Pedro de Lara. No cinema, apareceu ainda nos clássicos “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1981), de Hector Babenco, e “Romance” (1988), de Sergio Bianchi, filmou com a Xuxa, em “Xuxa Requebra” (1999), participou de “A Suprema Felicidade” (2010), de Arnaldo Jabor, e foi redescoberta pela atual safra de comédias brasileiras, como “Mato Sem Cachorro” (2013), “Meu Passado Me Condena” (2013) e “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”, lançado neste ano. Na TV, roubou a cena na minissérie “Memórias de um Gigolô” (1986), da Globo, na qual viveu a inesquecível dona de bordel Madame Iara. A repercussão do papel foi tanta que Elke virou a “madrinha” da Associação das Prostitutas do Rio. Ela também participou das novelas “Pecado Capital” (1998), “Da Cor do Pecado” (2004) e “Caminho das Índias” (2009), entre outras, e teve seu próprio programa, o “Programa Elke Maravilha”, entre 1993 e 1996. Elke teve oito maridos, divertiu-se horrores e nunca quis ter filhos.

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  • Etc,  Série

    Criminal Minds: Shemar Moore grava vídeo sobre karma após demissão de Thomas Gibson

    15 de agosto de 2016 /

    O ator Shemar Moore, que deixou “Criminal Minds” na temporada passada, gravou um vídeo que aparentemente foi dirigido a Thomas Gibson, recentemente demitido da série. Falando em karma, ele alude à notícia que “um monte de vocês também viram”, para lembrar que “a fofoca é real”. Boatos antigos mencionavam que os dois atores, que trabalharam juntos por 11 temporadas, não se davam bem nos bastidores das gravações. Gibson chegou a se alterar com Moore, porque este costumava se atrasar para o trabalho e o outro tinha um cronograma corrido, pois, por morar em outra cidade, precisava pegar a estrada. Há quem diga que a situação foi além de uma discussão e que teria sido um fator levado em consideração quando Moore decidiu sair da série. “A fofoca é real”, disse Moore no vídeo. “Eu vi a notícia e eu tenho a certeza de que um monte de vocês também viram, então eu só vou dizer isto: Eu acredito em karma. As coisas boas acontecem com pessoas boas. Com pessoas honestas. Pessoas trabalhadoras. Pessoas humildes. Para pessoas que acreditam na bondade fundamental… As coisas boas vão acontecer com você. … Trate as pessoas como você esperaria ser tratado. Comemore e celebre suas bênçãos como deveria, mas só sei que você não é melhor do que ninguém.” A mensagem foi originalmente postada no Instagram, mas logo retirada. Entretanto, fãs conseguiram cópias e ela continua circulando na internet. Veja abaixo. shemar just posted this on ig with the caption "karma is real" ??? no shade just tea! pic.twitter.com/7ufsJ6WmOE — sof (@davdboreanaz) August 12, 2016

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    Mais confusão em Criminal Minds: Shemar Moore processa ex-colega de elenco por roubo

    13 de agosto de 2016 /

    Outra confusão envolveu os bastidores da série “Criminal Minds”. Na mesma semana em que o ator Thomas Gibson foi demitido da série por agredir um roteirista, Keith Tisdell, que participou de dois episódios da série, foi condenado a pagar mais de US$ 60 mil a Shemar Moore, que interpretou o agente Derek Morgan até recentemente, num processo por falcatrua. Tisdell foi condenado pela justiça na quinta-feira (11/8) por ter desviado o dinheiro da empresa de caridade de Moore, a Baby Girl LLC, que prove ajuda a pacientes de esclerose múltipla. Moore tinha empregado Tisdell, com quem tinha travado amizade durante as filmagens, e o levou à justiça ao descobrir que estava sendo roubado. Caso não consiga devolver o dinheiro, Tisdell poderá ser preso, sentenciou o juiz do caso.

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    Festa da Salsicha: Seth Rogen faz pegadinha em supermercado com comidas falantes

    13 de agosto de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o vídeo (sem legendas) de uma elaborada pegadinha que envolve comestíveis falantes, que se movimentam por controle remoto e falam com a voz de Seth Rogen (“A Entrevista”). A produção colocou um melão, pães e um salsichão humanizados, com olhos, nariz e boca, para surpreender os consumidores, que se assustam quando veem os produtos ganharem vida nas prateleiras, mas logo caem na risada diante de seus apelos para não serem comidos. As piadas são para promover a animação adulta “Festa da Salsicha”, que estreou neste fim de semana nos EUA. Escrito e produzido por Rogen e seu inseparável cúmplice Evan Goldberg, o filme revela o destino de salsichas e outros petiscos apetitosos, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem tortura. É puro terror entre os comestíveis. O elenco de dubladores originais reúne toda a trupe de amigos famosos de Rogen, inclusive o próprio. A maioria deles participou de outra piada coletiva, “É o Fim” (2013), como James Franco, Jonah Hill, Paul Rudd, Michael Cera, David Krumholtz, Danny McBride e Craig Robinson, mas a animação também conta com o aliciamento de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Bill Hader (“Descompensada”), Salma Hayek (“Gente Grande”) e Edward Norton (“Birdman”). Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme chega aos cinemas brasileiros em 15 de setembro, um mês depois do lançamento nos EUA, e não é indicado para criancinhas ou adultos de estômago sensível.

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    Vídeo flagra Johnny Depp bêbado e violento com Amber Heard

    13 de agosto de 2016 /

    O site de celebridades TMZ publicou um vídeo que flagra o comportamento alterado de Johnny Depp em sua casa. Gravado por sua ex-mulher Amber Heard, o vídeo mostra o ator bêbado e se portando de forma violenta em sua cozinha, chutando móveis, batendo portas de armários e quebrando uma garrafa e um copo. A gravação aconteceu durante uma manhã e registra a perplexidade de Amber, que acabara de acordar. Ao final, Depp descobre a câmera e a joga longe. Mas, registre-se, em nenhum momento ataca a atriz, que o acusa de violência doméstica. Segundo fontes do site “TMZ”, o incidente teria sido gravado meses antes do dia 21 de maio, data em que a atriz afirma ter sido agredida por Depp. Durante o vídeo, o ator se mostra incoerente e com a voz embargada, jogando objetos no chão, até perceber a câmera. Assim que o vídeo chegou internet, Amber Heard divulgou um comunicado negando ter sido a responsável pelo vazamento. Ela disse ainda que “subestimou a repercussão” que seu divórcio tomaria e que pretende chegar a um acordo logo. Ela é aguardada em um tribunal de Los Angeles neste sábado (13/8), para depôr sobre a acusação de agressão. Na verdade, o depoimento estava marcado para sexta-feira, mas ela alegou uma “emergência” e conseguiu o adiamento. Na semana passada, a atriz chegou a aparecer no tribunal, mas, de acordo com os advogados de Johnny Depp, não conseguiu entrar na sala de depoimento, permanecendo por 11 horas em um cômodo adjacente “chorando e gritando”. As duas partes estão negociando um acordo há semanas e a expectativa era que o caso fosse resolvido sem a necessidade dos trâmites judiciais. Mas tudo muda de figura com o vazamento do vídeo. Ainda não houve reação oficial de Depp às gravações, mas o TMZ diz que fontes próximas ao ator garantem que o vídeo teria sido “fortemente editado” — o que impediria sua utilização em um possível julgamento — e que algumas partes em que Amber sorri e provoca o ex-marido foram cortadas. Além do mais, ela teria “forjado toda a situação”. Heard já tinha afirmado ter como provar as agressões sofridas com boletins médicos, áudios e vídeos, além de sete testemunhas, como sua amiga Raquel Pennington e o namorado dela, Joshua Drew, que estariam no mesmo prédio do ex-casal em 21 de maio, quando a atriz teria apanhado de Depp. Outra testemunha será Tillett Wright, com quem Amber estaria falando ao telefone no dia da agressão. O ator, por sua vez, listou 23 testemunhas a seu favor contra as acusações de violência doméstica, entre elas dois agentes policiais que responderam a uma chamada de emergência feita por sua ex-mulher. Depp, de 52 anos, e Heard, de 30, se conheceram durante a filmagem de “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e ficaram noivos em 2014, apesar de vários rumores sobre problemas em sua relação. Os dois estavam casados desde em fevereiro de 2015, em evento que teve duas cerimônias, uma delas na ilha particular do ator, nas Bahamas, com a presença de seus filhos, Lily Rose e Jack, e 50 convidados.

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    Kenny Baker (1934 – 2016)

    13 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator britânico Kenny Baker, conhecido por ter interpretado o robô R2-D2 na saga “Star Wars”. Ele faleceu na manhã de sábado (13/9), aos 83 anos, após enfrentar uma longa luta contra doenças provocadas pelo nanismo. “Quando ele era uma criança, ouviu que provavelmente não passaria da puberdade. Os anões naquela época não tinham uma expectativa de vida tão alta. Ele foi muito bem, teve uma vida longa e muito bem vivida, trouxe muita felicidade às pessoas e vamos comemorar o fato de ter sido amado no mundo todo. Temos muito orgulho do que ele conquistou em sua vida”, disse sua sobrinha Abigail Shield ao jornal The Guardian. Baker nasceu em Birmingham, no Reino Unido, com nanismo e atingiu apenas 1,12m de altura na idade adulta. Ele ganhava a vida como artista de circo quando o cineasta George Lucas o conheceu e lhe deu seu primeiro grande trabalho nos cinemas, no filme “Guerra nas Estrelas” (1977). O ator continuou a dar vida ao robô R2-D2 nos cinco filmes seguintes da franquia “Star Wars”. Mesmo a segunda trilogia, realizada sob impacto de feitos de computação gráfica, manteve a tradição de chamar Baker para vestir o “traje” robótico do personagem. Além de viver R2-D2, ele também interpretou o ewok Paploo em “O Retorno de Jedi” (1983) e participou de diversos outros filmes que marcaram os anos 1980, como “O Homem Elefante” (1980), “Flash Gordon” (1980), “Os Bandidos do Tempo” (1981), “Amadeus” (1984), “Mona Lisa” (1985) e “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986). Mas o robozinho de “Star Wars” foi mesmo seu personagem mais marcante, com o qual também estrelou comerciais, um especial de Natal e até participou do programa infantil “Muppet Show”. O diretor J.J. Abrams esperava contar com ele no retorno da franquia, porém Baker já estava muito doente para retomar o papel em “Star Wars: O Despertar da Força”, sendo finalmente substituído pela tecnologia. Por uma triste coincidência, ele faleceu cinco meses após a morte de Tony Dyson, o engenheiro e designer que criou R2-D2.

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    Pretty Little Liars: Campeã olímpica Simone Biles é convidada a visitar as gravações de sua série favorita

    12 de agosto de 2016 /

    Ao descobrir que a ginasta Simone Biles, medalhista de ouro e fenômeno americano das Olimpíadas do Rio, era fã de “Pretty Little Liars”, a atriz Shay Mitchell, interprete de Emily na série, e a criadora da atração I. Marlene King gravaram vídeos para parabenizá-la e convidá-la a conhecer o set de gravações. Ambos os vídeos foram postados no Twitter. “Pretty Little Liars” está atualmente gravando os episódios da segunda metade de sua 7ª temporada, que serão exibidos apenas no começo de 2017, provavelmente concluindo a série. A primeira metade se encerra no dia 30 de agosto, no canal pago americano Freeform. PLL star @ShayMitch has a special shout out for Olympic gold medalist @Simone_Biles! #Rio2016 @TeamUSA pic.twitter.com/Y1RNLz0WZo — Pretty Little Liars (@PLLTVSeries) August 11, 2016 Hey @Simone_Biles! @imarleneking wants you & the #FinalFive to come to PLL set when you get back – are you in? pic.twitter.com/zzMvR8mCkV — Pretty Little Liars (@PLLTVSeries) August 12, 2016

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    Matthew McConaughey é destaque da torcida americana nas Olimpíadas do Rio

    11 de agosto de 2016 /

    O ator Matthew McConaughey, vencedor do Oscar 2014 por “Clube de Compra Dallas”, está no Rio de Janeiro, acompanhando os Jogos Olímpicos entre a torcida dos Estados Unidos. Ele já foi fotografado numa partida de rugby, numa competição de natação e num jogo de basquete. Neste, contou com a companhia de sua mulher, a brasileira Camila Alves. Confira as imagens acima. Questionado pela imprensa internacional sobre o que estava achando da Olimpíada, ele foi só elogios. “Estou adorando”, McConaughey disse à BBC. “Em termos de festa, não há quem faça melhor que o Brasil”. E quando o apresentador americano Ryan Seacrest lhe perguntou sobre problemas da organização brasileira das Olimpíadas, ele reforçou: “Acho que eles estão fazendo tudo muito bem. Me sinto seguro. E num clima descontraído. O compasso dos brasileiros é o desejo. E o evento é bastante festivo”.

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