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    Ladrões roubam manuscrito de J.K. Rowling com história inédita do pai de Harry Potter

    12 de maio de 2017 /

    Um cartão com uma história de 800 palavras manuscritas por J.K. Rowling, criadora de Harry Potter, foi roubado na Inglaterra em abril, e comunicado à polícia britânica apenas nesta sexta-feira (12/5). O texto inédito conta uma história passada três anos antes do nascimento de Harry Potter. Ele narra o encontro de Sirius Black e James Potter, o pai de Harry. No texto, os dois jovens são encontrados por dois policiais furiosos no final de uma corrida de motocicleta de alta velocidade. Depois de uma conversa com os policiais, os dois adolescentes fogem usando um truque de magia. A saga de Harry Potter foi dividida em sete livros originais e teve mais de 450 milhões de cópias vendidas em todo o mundo em 79 idiomas. No cinema, a franquia rendeu oito filmes e arrecadou mais de US$ 7 bilhões em todo o mundo. O manuscrito foi leiloado em 2008 e a renda foi doada à English PEN, uma organização que defende a liberdade de expressão. Na ocasião, o cartão foi vendido por 25 mil libras (32,1 mil no câmbio atual, cerca de R$ 130 mil). Os policiais informaram ainda que, além do manuscrito, também foram roubadas joias da propriedade. As autoridades não disseram porque o roubo só foi comunicado agora, quase três semanas depois de ocorrido. Mas pedem ajuda aos fãs de Harry Potter para localizar os ladrões. A autora J.K. Rowling compartilhou o apelo da polícia e postou no Twitter um pedido para que as pessoas não comprem o material roubado. “Por favor, não compre isto se te oferecerem. Originalmente leiloado para @englishpen”, escreveu. PLEASE DON'T BUY THIS IF YOU'RE OFFERED IT. Originally auctioned for @englishpen, the owner supported writers' freedoms by bidding for it. https://t.co/ljEQyyj9yY — J.K. Rowling (@jk_rowling) May 12, 2017 We are asking #HarryPotter fans to help share our appeal after a rare Harry Potter prequel by @jk_rowling was stolen https://t.co/NLH79kAoLf — West Midlands Police (@WMPolice) May 12, 2017

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    Casal da série Revenge revela noivado na vida real

    12 de maio de 2017 /

    O casal da série “Revenge” está noivo na vida real. A atriz Emily VanCamp revelou na quinta-feira (11/5) que está noiva do ator Josh Bowman. Na série, os personagens dos dois chegaram a se casar, mas tudo fazia parte de um plano de vingança de Emily (a personagem, que tinha o mesmo nome da atriz). Enquanto faziam cenas românticas, os dois atores se apaixonaram na vida real. Segundo a revista Us Weekly, eles estão juntos desde o início de 2012. O noivado foi divulgado no Instagram por meio de uma imagem de Emily, que tapa os olhos mostrando um grande anel de noivado na sua mão esquerda. Na legenda, um coração. Veja abaixo. Emily vai voltar à TV na próxima temporada. O piloto de série médica em que trabalhava, “The Resident”, recebeu encomenda de temporada na rede Fox. Já Josh Bowman segue caminho oposto, com o cancelamento de “Time After Time”, que ele estrelava como o famoso serial killer Jack, o Estripador. ❤️ Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em Mai 11, 2017 às 12:54 PDT

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    Michael Parks (1940 – 2017)

    10 de maio de 2017 /

    Morreu o ator americano Michael Parks, que era figura constante nos filmes do cineasta Quentin Tarantino. Ele faleceu nesta quarta-feira (10/5) aos 77 anos. Parks nasceu em abril de 1940, na Califórnia, e começou sua carreira no começo dos anos 1960, aparecendo nas séries “Os Intocáveis”, “Gunsmoke”, “Perry Mason” e “Rota 66”, entre outras. Ele estreou no cinema como um jovem rebelde em dois filmes cultuados de 1965, “Na Voragem do Amor” e “Vítima de um Pecado”, pelos quais chegou a ser comparado a James Dean. E até mesmo trabalhou com o diretor John Huston no clássico “A Bíblia” (1966), em que tinha o papel de Adão. Foi ainda um estudante de arte arrogante em “O Ídolo Caído” (1966) e um hippie em “Acontece Cada Coisa” (1967), antes da carreira cinematográfica estagnar. Voltando-se para a TV, acabou estrelando sua primeira série, “Then Came Bronson”, como o repórter desiludido Jim Bronson, que pega a estrada em sua Harley Davidson para se encontrar. A série durou apenas uma temporada, exibida entre 1969 e 1970, mas marcou o jovem Quentin Tarantino, que a descreveu como “a atuação mais naturalista que eu já vi em um programa de TV”. Na época do cancelamento, houve boatos de que uma disputa contratual com a Universal lhe rendeu a fama de ser um ator difícil, o que teria impedido sua carreira de deslanchar, sendo evitado pelos grandes estúdios. Mesmo assim, ele seguiu alternando participações em séries e filmes. Entre as curiosidades dessa filmografia intermediária, destacam-se dois longas de ação de Andrew V. McLaglen com grande elenco, “Missão: Assassinar Hitler” (1979) e “Resgate Suicida” (1980), o thriller “Tocaia no Deserto” (1988) em que fazia parceria com uma policial lésbica, vivida por Denise Crosby, e o terror “A Praia do Pesadelo” (1989), sobre um serial killer motoqueiro que atacava garotas de biquíni, com direção do lendário Umberto Lenzi (“Canibal Ferox”). Mas o renascimento de sua carreira aconteceu pela TV, como o principal antagonista da 2ª temporada de “Twin Peaks”, no papel de Jean Renault, um criminoso charmoso, envolvido em diversas falcatruas da série, que acabava morto pelo protagonista. Logo após este destaque, o diretor Robert Rodriguez o escalou em “Um Drink no Inferno” (1995), filme escrito e coestrelado por Quentin Tarantino, e ambos os cineastas se viram hipnotizados por sua performance como o policial Earl McGraw, à caça de criminosos em fuga, rumo a um desfecho de filme de terror sobrenatural. “Ele sempre foi considerado o ator que deveria substituir James Dean quando James Dean morreu, e seu naturalismo foi incrível de assistir”, chegou a dizer Rodriguez. Quentin Tarantino criou uma continuidade pouco comentada entre “Um Drink no Inferno” e “Kill Bill” (2003), ao escalar Parks no mesmo papel, nos dois volumes de seu thriller de lutas marciais. Além disso, Rodriguez e Tarantino utilizaram o personagem Earl McGraw para estabelecer um universo compartilhado entre seus filmes do projeto “Grindhouse” de 2007, “Planeta Terror” e “À Prova de Morte”. Parks foi, na prática, o responsável por conectar os diferentes filmes do universo cinematográfico de Tarantino. Ele ainda participou de “Django Livre” (2012), de Tarantino, seu segundo western indicado ao Oscar, após se destacar em “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford” (2007). Entre um e outro, encontrou outro fã cineasta, Kevin Smith, que o escalou como o líder homofóbico de uma seita religiosa, no polêmico thriller “Seita Mortal” (2011), e como um louco sádico, que transforma cirurgicamente um homem numa morsa, em “Tusk” (2014). Graças à sua interpretação em “Seita Mortal”, Parks ganhou o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema Fantástico de Sitges, na Espanha, em 2011. Em um tributo no Instagram, Kevin Smith acrescentou: “Ele elevou qualquer filme ou programa de TV em que esteve e elevou cada diretor para quem atuou. Eu foi tão… abençoado por ter trabalhado com esse gênio de boa-fé”. Entre seus últimos trabalhos, incluem-se ainda o vencedor do Oscar “Argo” (2012), o elogiado terror canibal “Somos o Que Somos” (2013) e o thriller “Herança de Sangue” (2016), com Mel Gibson.

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    Nelson Xavier (1941 – 2017)

    10 de maio de 2017 /

    Grande ator brasileiro, Nelson Xavier morreu na madrugada desta quarta-feira (10/5) aos 75 anos, em Uberlândia, Minas Gerais. Ele vinha fazendo tratamento de um câncer em uma clínica na cidade e faleceu após o agravamento de uma doença pulmonar. Na ocasião do falecimento, estava acompanhado por amigos e familiares. Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Em mais de cinco décadas de carreira, marcou época na TV e no cinema, especialmente nos papéis de Lampião e Chico Xavier – que lhe renderam experiências quase transcendentais, conforme costumava dizer. Mas a carreira começou no teatro, ainda nos anos 1950. Ele participou do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos de artes cênicas de seu tempo, atuando em peças históricas, como “Eles Não Usam Black-Tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube” (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente como a Gente” (1959), de Roberto Freire, e “Julgamento em Novo Sol” (1962), de Augusto Boal. Com o golpe militar de 1964, a ditadura passou a censurar o tipo de teatro político que ele desenvolvia. Isto o levou a buscar outras vias de expressão. Ao começar a fazer TV, chegou a acreditar que sua timidez não lhe permitiria sucesso. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, ele contou ao site Memória Globo. Sua primeira participação na Globo foi como o personagem Zorba, na novela “Sangue e Areia” (1967), de Janete Clair. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma carreira prolífica no cinema. Fez mais de 20 filmes até o fim da ditadura, no começo dos anos 1980, entre eles os clássicos “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra, “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, “O ABC do Amor” (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, “É Simonal” (1970) e “A Culpa” (1972), de Domingos de Oliveira, “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, o blockbuster “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto, “A Queda” (1978), que co-escreveu e co-dirigiu com Ruy Guerra, vencendo um Urso de Prata no Festival de Berlim, e a versão cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981). Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista Visão, onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro. Seis anos após estrear na TV, conseguiu seu primeiro grande papel, em “João da Silva” (1973). Mas foi apenas em 1982 que sua carreira televisiva decolou, ao estrelar a primeira minissérie da Globo, “Lampião e Maria Bonita”, dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida do mais lendário criminoso da história do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, e seu grande amor trágico. A adaptação reimaginava Lampião e Maria Bonita como Bonnie e Clyde tropicais. O desempenho brilhante o consagrou como o melhor intérprete do líder do cangaço já visto em qualquer tela, a figura definitiva de um personagem icônico, a ponto de levar o personagem ao cinema, estrelando logo em seguida a comédia “O Cangaceiro Trapalhão” (1983) com os Trapalhões. Nelson também participou das minisséries “Tenda dos Milagres” (1985) e “O Pagador de Promessas” (1988), textos famosos que já tinham sido levados ao cinema. E fez diversas novelas, entre elas “Sol de Verão” (1982), “Voltei pra Você” (1983), “Riacho Doce” (1990), “Pedra sobre Pedra” (1992), “Renascer” (1993), “Irmãos Coragem” (1995), “Anjo Mau” (1997), “Senhora do Destino” (2004) e “Babilônia” (2015). Seu prestígio o levou a trabalhar em produções de Hollywood, integrando os elencos de “Luar Sobre Parador” (1988), de Paul Mazursky, comédia sobre uma republiqueta de bananas, estrelada por Sonia Braga, Richard Dreyfuss e Raul Julia, e “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), de Hector Babenco, drama passado na Amazônia, com Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah e Kathy Bates. Apesar da visibilidade conseguida na TV, as novelas invariavelmente o escalavam para viver coadjuvantes, ainda que marcantes. Por isso, nunca negligenciou o cinema, construindo uma filmografia eclética, que não parou de acrescentar filmes importantes, como “Lamarca” (1994), “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997), “Narradores de Javé” (2003) e “Sonhos Roubados” (2009). Na tela grande, alternou seus coadjuvantes com papéis de protagonista, que lhe renderam muitos prêmios e reconhecimento da crítica. Quando muitos já considerariam a aposentadoria, Nelson atingiu novos picos de popularidade ao estrelar “Chico Xavier” (2010), cinebiografia do médium mineiro dirigida por Daniel Filho. Fenômeno de bilheteria, o longa acabou se tornando o mais importante de sua carreira. “Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas”, afirmou à imprensa na época do lançamento do filme. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”. Assim como acontecera com Lampião, três décadas antes, o ator se tornou tão identificado com o papel que o retomou em outro filme, “As Mães de Chico Xavier” (2011). O reconhecimento da comunidade espírita lhe rendeu ainda participação em “O Filme dos Espíritos” (2011), enquanto a Globo tratou de escalá-lo como um guru na novela “Joia Rara” (2013). Muito ativo no fim da vida, Nelson voltou a trabalhar com um diretor estrangeiro em “Trash: A Esperança Vem do Lixo” (2014), filmado no Rio pelo inglês Stephen Daldry, e estrelou “A Despedida” (2014), de Marcelo Galvão, como amante de Juliana Paes. O desempenho dramático deste filme lhe rendeu o troféu de Melhor Ator no Festival de Gramado, além de prêmios internacionais. Ele ainda fez “A Floresta Que Se Move” (2015), o papel-título de “Rondon, o Desbravador” (2016) e “Comeback”, que estreia dia 25 nos cinemas brasileiros. Em seu último papel, viveu um matador que não consegue se aposentar. O nome do personagem é Amador. Mas Nelson foi um profissional como poucos. Tanto que foi premiado pelo desempenho derradeiro: Melhor Ator no Festival do Rio do ano passado. Melhor Ator até o último trabalho. O ator deixa a mulher, a também atriz Via Negromonte, e quatro filhos. Em seu Facebook, a filha Tereza fez a melhor definição da passagem do pai. “Ele virou um planeta. Estrela ele já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”.

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    Mary Tsoni (1987 – 2017)

    9 de maio de 2017 /

    A atriz grega Mary Tsoni, que se tornou conhecida ao estrelar o cultuado drama “Dente Canino” (2009), foi encontrada morta no apartamento onde morava em Atenas. Ela tinha apenas 30 anos e a causa da morte só será revelada após a realização de uma autópsia, informaram as autoridades. Segundo a imprensa grega, ela sofria de depressão profunda. “Dente Canino” foi uma sensação no circuito dos festivais e recebeu indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. O sucesso projetou a carreira do diretor Yorgos Lanthimos, que neste ano voltou a disputar o Oscar, mas na categoria de Melhor Roteiro Original por “O Lagosta”, sua estreia na língua inglesa. O filme de 2009 contava a história bizarra de um pai que criou os três filhos como se fossem cachorros, vivendo enclausurados em sua casa, tendo apenas o quintal para brincar na periferia de uma cidade. A casa é isolada por uma alta cerca que os filhos nunca podem ultrapassar e que os mantém isolados do mundo externo. Mary Tsoni vivia a filha mais nova e recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Sarajevo. Em sua curta carreira, a atriz também estrelou dois filmes da franquia de zumbis “Evil” (To Kako) e mais dois longas, o pseudo-documentário “Atherapy” e o drama “The Fruit Trees of Athens” (Ta Oporofora tis Athinas), ambos em 2010 e todos inéditos no Brasil. Ela não filmava há sete anos.

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    Stanley Weston (1933 – 2017)

    9 de maio de 2017 /

    Morreu Stanley Weston, inventor dos bonequinhos “G.I. Joe” e cocriador dos “Thundercats”. Ele faleceu em 1 de maio, em Los Angeles, aos 84 anos. A notícia foi confirmada por sua filha, Cindy Winebaum. Nascido no Brooklyn, em Nova York, em 1933, Weston serviu o exército no fim da guerra da Coreia e, ao voltar, foi trabalhar na agência de publicidade McCann Erickson. Foi lá que se interessou pela indústria do merchandising e licenciamento e, inspirado pelas bonecas Barbie, decidiu explorar este mercado ao notar que muitos meninos brincavam com os bonecos do Ken. Foi assim que, em 1963, ele inventou as bonecas para meninos, denominadas como action figure. Para deixar claro que não era “frescura”, o lançamento aconteceu com bonecos vestidos em farda militar. Os brinquedos foram batizados de “G.I. Joe” e o mercado de produtos infantis nunca mais foi o mesmo. Lançada pela Hasbro, a linha de produtos “G.I. Joe” se tornou uma das marcas de brinquedos mais bem sucedidas da história, dando origem a programas de TV e filmes. O primeiro “G.I. Joe” começou a ser vendido no Natal de 1964, custando US$ 4 e tendo 30 cm de altura. Ele levou 12 anos para chegar ao Brasil, onde surgiu com o nome de “Falcon” em 1978. A partir de 1982, a coleção nacional foi rebatizada para “Comandos em Ação” e passou a seguir o novo padrão dos bonecos americanos, com 10 cm de altura. Em 1980, Weston ajudou a criar os “Thundercats”, que também se tornou um fenômeno da animação. Pioneiro do merchandising e da representação comercial, Weston ainda representou a Nintendo, a World Wrestling Federation, além de séries como “As Panteras” e “Alf, o ETeimoso”.

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    Trailer de Blade Runner 2049 ressuscita a marca Atari

    9 de maio de 2017 /

    Além do visual futurista, o trailer de “Blade Runner 2049”, lançado na segunda-feira (8/5), chamou atenção por um detalhe nostálgico: um enorme logotipo da Atari, exibido com destaque durante os primeiros segundos. Principal empresa de videogames dos anos 1970, a Atari entrou em decadência no ano seguinte ao lançamento do “Blade Runner” original e nunca mais se recuperou. Mas em 1982, quando Rick Deckard ainda caçava androides, parecia que a companhia se tornaria uma das maiores do mundo. Por isso, o futuro imaginado por “Blade Runner” incluía várias referências à Atari em sua cenografia, que a primeira prévia da continuação extrapola ainda mais, mostrando a onipresença da empresa no ano de 2049. A citação pode ser simples nostalgia e uma forma de manter coesão com o filme dos anos 1980 – que na verdade se passava em 2019. Entretanto, outras empresas antigas citadas em “Blade Runner”, como PanAm e RCA, não ganharam a mesma homenagem. Pode-se alegar que a Atari pertencia à Warner, responsável pela franquia cinematográfica. Mas a companhia de games foi dividida e vendida em 1985. Parte destes direitos foram novamente revendidos em 1998 e 2000. E em 2013 o que sobrou da Atari pediu falência. Desde então, o negócio tenta se reerguer focando games online, ao estilo de cassinos. Ou seja, a Atari não morreu, apenas se tornou irrelevante. Para saber se o lançamento de “Blade Runner 2049” tem a ver com alguma estratégia comercial para reabilitar a marca, será necessário aguardar a estreia do filme, marcada para 5 de outubro no Brasil.

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    Atriz do remake de Planeta dos Macacos é presa por violência doméstica

    9 de maio de 2017 /

    A atriz Estella Warren, que ganhou projeção ao estrelar o remake de “Planeta dos Macacos” em 2001, com Mark Wahlberg, reapareceu na mídia. Mas não graças a um novo papel. De acordo com o site TMZ, ela foi presa por violência doméstica, após jogar uma embalagem com produtos de limpeza no namorado, durante uma briga. A confusão com o casal aconteceu no domingo (7/5), quando ela foi detida em Marina del Rey, em Los Angeles, na Califórnia. Estella, que também estrelou “Alta Velocidade” (2001), com Sylvester Stallone, foi liberada após pagar fiança de US$ 20 mil. A identidade do rapaz e o que motivou a briga, entretanto, permanecem em sigilo até o momento. O namorado da atriz chegou a recusar atendimento médico após o incidente. Não é a primeira vez que a moça tem de encarar a polícia: em 2001, ela foi detida por dirigir embriagada e resistir à prisão. A fiança, à época, foi de US$ 100 mil, mas a sentença foi contestada e chegou-se a um acordo de reabilitação por seis meses. Nos últimos anos, ela vinha estrelando diversos filmes B, inclusive uma versão trash de “A Bela e a Fera”, em 2009.

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    Leandra Leal publica foto de beijo em Mariana Ximenes contra a homofobia

    8 de maio de 2017 /

    Depois de Guilherme Weber postar a foto de um beijo em Wagner Moura, foi a vez de Leandra Leal colocar no Instagram seu beijo em Mariana Ximenes, como parte da campanha mundial contra o preconceito contra os homossexuais. O beijo entre as duas atrizes é uma cena do filme “O Uivo da Gaita” (2013). “No dia do silêncio, holofotes contra quem tenta silenciar o amor! Sejamos nós, o país que mais mata LGBT no mundo, ou o governo russo, que tenta calar com prisões, campos de concentração e tortura física e psicológica. Não se cale!”, escreveu a atriz. Assim como Weber, Leandra Leal também confundiu a Rússia com a Chechênia em seu comentário. Embora a Russa tenha leis que reprimem manifestações LGBTQ, as denúncias de prisão e campos de concentração são contra o governo checheno. Paolla Oliveira, Cauã Reymond, Mariana Ximenes, Monica Martelli e Juliano Cazarré também se manifestaram no fim de semana, engajando-se na campanha #Kiss4LGBTQRights, mas com fotos de beijos de outras pessoas. Nas postagens, eles citaram locais como a Rússia e o território da Chechênia, em que se relacionar com alguém do mesmo sexo é alvo de punições. A campanha surgiu após o jornal de oposição russo Novaya Gazeta publicar que mais de 100 homens gays foram presos pelas autoridades chechenas nos últimos dias. Não há notícias sobre alguns deles e não se sabe se estão escondidos, presos ou mortos. Segundo a agência francesa France 24, famílias estão sendo instruídas pela polícia local a matarem seus filhos gays sob a ordem de que precisam “limpar o seu sangue com a honra”. A ameaça das autoridades é de que se os pais não o fizerem, a polícia irá matá-los. A informação foi confirmada por uma vítima de perseguição que precisou deixar a sua cidade de origem e ir para Moscou para sobreviver aos próprios familiares. O governo da Chechênia nega que existam os tais campos de concentração, mas a declaração oficial é de uma intolerância tão grave que respalda as denúncias, em tom que beira a promessa de genocídio. “Não se pode deter ou perseguir quem simplesmente não existe na república. Se tivesse gente assim na Chechênia, os órgãos de segurança não teriam que se preocupar com eles, já que seus familiares os enviariam a um lugar de onde nunca pudessem retornar”, disse o porta-voz do governo, Alvi Karimov. No dia do silêncio, HOLOFOTES contra quem tenta silenciar o amor! Sejamos nós, o país que mais mata LGBT no mundo, ou o governo russo, que tenta calar com prisões, campos de concentração e tortura física e psicológica. Não se cale! Poste você também um beijo e marque o Kremlin na localização do Instagram com as hashtags da campanha. O amor é livre! #NãoSilencieOAmor #Kiss4LGBTQRights Nessa foto do filme O Uivo da Gaita, estou com a @marixioficial, minha amiga incriveland. Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em Mai 7, 2017 às 5:56 PDT

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    Millie Bobby Brown se divertiu tietando Emma Watson e Zac Efron no MTV Movie & TV Awards

    8 de maio de 2017 /

    A atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, de apenas 13 anos de idade, não saiu apenas com o troféu de Melhor Intérprete de Séries no MTV Movie & TV Awards, que aconteceu na noite de domingo (7/5) em Los Angeles. Ela também pôde realizar o desejo de conhecer de perto seus ídolos. Além de pedir uma foto e abraçar de olhinhos fechados Zac Efron (“Vizinhos”), ela foi flagrada tietando Emma Watson, vencedora do troféu de Melhor Intérprete de Cinema por “A Bela e a Fera”. Dá pra ver pelas fotos que ela deu uma surtadinha, observada pelo ator Hugh Jackman, que também saiu do evento com um troféu por “Logan”. Por sinal, Efron retribuiu o carinho publicando uma foto do abraço em seu Instagram, dizendo que ele é que é fã da Eleven de “Stranger Things”! Veja abaixo. Ah, sim, “Stranger Things” venceu como Melhor Série do Ano. Veja a lista completa dos premiados e um resumo de tudo o que aconteceu na premiação neste link. Always fan boy out too much when 0️⃣1️⃣1️⃣'s around. Great to run into the #StrangerThings crew- even BETTER- handing @milliebobbybrown her ?. #mtvawards Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em Mai 7, 2017 às 6:48 PDT

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    Quinn O’Hara (1941 – 2017)

    7 de maio de 2017 /

    Morreu Quinn O’Hara, ex-Miss Escócia que participou da franquia da Turma da Praia nos anos 1960. Ela tinha 76 anos e faleceu na sexta-feira (5/5) em Los Angeles, de causas naturais. Curiosamente, ela nasceu como Alice Jones, em 3 de janeiro de 1941 na cidade de Edimburgo, e se tornou a primeira Miss Escócia de todos os tempos, já que até então o concurso de beleza juntava candidatas dos quatro países da Grã-Bretanha na disputa de uma única vaga ao Miss Universo, do qual ela também participou. Sua família acabou se mudando para a Califórnia no começo dos anos 1960, onde ela tentou a carreira de atriz, aparecendo em três filmes de Jerry Lewis em pequenos papéis – “O Mocinho Encrenqueiro” (1961), “Errado pra Cachorro” (1963) e “O Otário” (1964). Ruiva estonteante, O’Hara também retratou a secretária sexy de Jack Lemmon em “Um Amor de Vizinho” (1964) e coadjuvou em diversos episódios de séries cultuadas, de “Agente da UNCLE” à britânica “UFO”. Seus papéis mais famosos a retrataram de biquíni. Ela foi para a praia com Raquel Welch em “A Swingin’ Summer” (1965), filme com participação de vários artistas famosos (Gary Lewis & The Playboys, The Rip Chords e The Righteous Brothers). E ainda enfrentou o “Fantasma de Biquíni” (1966), último longa da Turma da Praia, que trazia apenas um remanescente do filme original “A Praia dos Amores” (1963), o motoqueiro Eric Von Zipper (Harvey Lembeck). Nesta produção da American International Pictures, O’Hara interpretou Sinistra, a filha míope, mas sexy, do vilão interpretado pelo veterano Basil Rathbone (o Sherlock Holmes dos anos 1940). Ambos tentam aterrorizar os adolescentes em uma festa na piscina, realizada na mansão assustadora de ninguém menos que Boris Karloff. Ela até chega a cantar uma música no filme, que também contava com Nancy Sinatra no elenco. “Eu me diverti mais interpretando esse papel do que qualquer outro. Ele é o meu favorito, sem dúvida”, ela contou no livro “Drive-In Dream Girls: A Galaxy of B-Movie Starlets of the Sixties”. “E ainda inventei meu caminhar errático, porque eu não podia ver coisa nenhuma com os óculos da personagem, cujas lentes eram tão grossas quanto o fundo de garrafas de Coca-Cola.” Sua carreira cinematográfica ainda incluiu o curta “Prelude” (1968), indicado ao Oscar, o terror “O Uivo da Bruxa” (1970), em que foi a personagem-título, desta vez contracenando com Vincent Price, e um trio de filmes supostamente eróticos, com baixo orçamento e qualidade – “Rubia’s Jungle” (1970), “Foursome” (1971) e “The Teacher” (1974). Nos últimos anos, a atriz se manteve ativa na TV. Seu último papel foi na série “Las Vegas”, em 2005, mas também participou de atrações clássicas como “CHiPs”, “A Ilha da Fantasia”, “SOS Malibu” e “Duro na Queda”, na época em que namorava o protagonista desta série, Lee Majors. O destaque final foi um papel recorrente em “Dallas”, estendido entre sete episódios exibidos entre 1986 e 1991.

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    Emma Stone manda presente para adolescente que a convidou para formatura

    6 de maio de 2017 /

    A atriz Emma Stone não esqueceu do adolescente que recriou a abertura de “La La Land” para convidá-la a ir como seu par no baile de formatura do colégio. O jovem de 17 anos, chamado Jacob Staudenmaier, recebeu um presente da atriz: uma flor para ele colocar no bolso do paletó e uma pulseira com flor para sua acompanhante. Além disso, a atriz lhe escreveu um bilhete. “Jacob, uma pequena coisa para você e sua acompanhante sortuda amanhã”. Veja abaixo. Emma já tinha escrito para o rapaz após ver o vídeo, elogiando seu esforço, o fato dele lembrar seu colega de cena Ryan Gosling e lamentando a data da formatura coincidir com filmagens de seu novo trabalho, do outro lado do Atlântico. “Jacob, obrigado por fazer a maior proposta que eu já recebi”, Stone escreveu na carta original. “Não tenho como exprimir a honra que isso representou e como eu sorri durante todo o vídeo, belamente orquestrado. Estou em Londres, trabalhando, mas espero que você se divirta muito no baile de formatura, e estou grata que tenha pensado em mim. Obrigada. PS: Eu consigo ver Gosling em torno dos seus olhos. Com amor, Emma.” Quando chegou o dia da formatura, Jacob e sua acompanhante tiraram uma foto usando os presentes enviados pela atriz, que também pode ser vista abaixo.

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    Seven Seagal é banido da Ucrânia por representar ameaça à segurança nacional

    6 de maio de 2017 /

    A Ucrânia proibiu Steven Seagal de entrar no país, acusando o ator americano de ser uma ameaça à segurança nacional. De acordo com uma carta publicada no site “Apostrophe”, Seagal está banido do país por cinco anos. A notícia foi confirmada pelo secretário de imprensa do governo, segundo o jornal inglês The Guardian. A carta afirma que essa decisão é tomada quando uma pessoa “comete ações socialmente perigosas (…) que contradizem os interesses da segurança da Ucrânia”. A proibição do astro de “Difícil de Matar” (1990), “Fúria Mortal” (1991) e “A Força em Alerta” (1992) se deve às suas relações com a Rússia. Seagal recentemente recebeu nacionalidade russa, país que apoia separatistas do leste ucraniano. Além disso, é amigo pessoal do presidente russo Vladimir Putin. Anteriormente, a Ucrânia já tinha banido Gerard Depardieu, outro amigo de Putin, e proibiu mais de 100 filmes russos de serem comercializados no país. Mas Seagal foi mais longe que Depardieu, que também recebeu cidadania russa. Em 2014, o americano classificou a anexação da Crimeia pela Rússia como uma medida “muito razoável”. Aparentemente saudoso da antiga União Soviética, recentemente Seagel ainda se encontrou com o ditador da Bielorrússia Alexander Lukashenko, participou de jogos nômades no Quirguistão e de danças tradicionais na Chechênia, país em que supostamente não existem homossexuais… vivos.

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