Vídeo íntimo de José Loreto vaza na internet e ator lamenta nas redes sociais
Um vídeo íntimo do ator José Loreto (“Mais Forte Que o Mundo”, “Os Dias Eram Assim”) vazou no fim de semana, virando assunto nas redes sociais. Na noite de domingo (9/7), o ator confirmou que as imagens eram dele e avisou que divulgá-las era crime. “A divulgação de fotos, vídeos e outros materiais com teor sexual sem o consentimento do dono é CRIME. Infelizmente, nas últimas horas, fui pego de surpresa, ao ver minha intimidade exposta em um vídeo feito aproximadamente há dez anos e gravado sem a minha permissão, obviamente sem a mesma para sua divulgação”, ele escreveu em seu Instagram. “A divulgação de vídeos íntimos não autorizados além de CRIME é triste porque afeta as vítimas e também suas famílias e as consequências muitas vezes podem ser devastadoras”. O ator, casado com a atriz Debora Nascimento (novela “Êta Mundo Bom!”), pediu privacidade neste momento e afirmou que não falará mais sobre o assunto. “Meus advogados assumem o caso”. A divulgação de fotos, vídeos e outros materiais com teor sexual sem o consentimento do dono é CRIME. Infelizmente, nas últimas horas, fui pego de surpresa ao ver minha intimidade exposta em um vídeo feito aproximadamente há dez anos e gravado sem a minha permissão, obviamente sem a mesma para sua divulgação. A divulgação de vídeos íntimos não autorizados além de CRIME, são tristes porque afetam as vítimas e também suas famílias e as consequências muitas vezes podem ser devastadoras. A partir daqui não irei mais me pronunciar, meus advogados assumem o caso. Peço a todos compreensão e sobre tudo respeito e privacidade. Uma publicação compartilhada por José Loreto (@joseloreto) em Jul 9, 2017 às 5:37 PDT
Filha desaparecida de Donal Logue é encontrada pela polícia após duas semanas
Desaparecida há duas semanas, a filha adolescente de Donal Logue (série “Gotham”) foi encontrada pela polícia de Nova York. O ator confirmou que ela estava segura no Twitter. “Obrigado a todos pelo amor e apoio. Nós estamos bem. Kasey e eu desejamos agradecer à Polícia de Nova York, ao FBI, ao departamento de Crianças Desaparecidas e inúmeros outros”. De acordo com a TMZ , uma força-tarefa conjunta da NYPD e do FBI localizou Jade ilesa na casa de um amigo na Carolina do Norte, na manhã de sábado (8/7). Não há maiores detalhes sobre o que aconteceu. Ela foi vista pela última vez indo para o Brooklyn, em Nova York, encontrar um amigo. A ex-esposa de Logue e a mãe de Jade, Kasey Smith, confirmou que a filha já voltou para casa no Twitter e também agradeceu “o amplo apoio” recebido desde o desaparecimento da jovem. Poucas horas antes da notícia do retorno seguro de Jade, Logue pediu uma última vez nas redes sociais: “Jade, venha para casa, minha alma doce e linda. Nós amamos e sentimos muito sua falta”. Jade desapareceu uma semana após completar 16 anos, em 26 de junho. Dois meses antes, escreveu no Twitter que temia se tornar vítima de violência “pelo simples fato de existir”. Nascida menino como Arlo Logue, Jade se assumiu uma adolescente transgênero em abril. O ator tem outro filho, Finn Logue, de 18 anos. Thank you ALL for the love and support. We are good. Kasey and I wish to thank the NYPD. FBI, @MissingKids and countless others. — donal logue (@donallogue) July 8, 2017
Elsa Martinelli (1935 – 2017)
A atriz italiana Elsa Martinelli, sex symbol dos anos 1950 e 1960, morreu no sábado (8/7) em sua casa em Roma, aos 82 anos de idade. Ela começou sua carreira como modelo em Roma, o que a levou a fazer pequenos papéis em filmes italianos. Mas já adolescente ambicionava o sucesso internacional. Aos completar 18 anos em 1953, foi para Nova York sem saber inglês e com U$ 20 no bolso, atrás de uma carreira de modelo e atriz nos Estados Unidos. Acabou fazendo um ensaio na revista Life que chamou atenção do ator Kirk Douglas, que a contratou para viver a filha sedutora de um cacique sioux no western “A um Passo da Morte” (1955). A cena em que ela se banha no rio quase ofuscou todo o resto do filme. Mas foi a projeção alcançada ao contracenar com um dos maiores astros de Hollywood que a fez voltar com outro status para a Itália. Logo em seu filme seguinte, “Arroz Maldito” (1956), foi escalada como protagonista. E em seguida foi filmar com um grande mestre do cinema italiano, Mario Monicelli, no papel-título da comédia “Donatella” (1956). Estampando pôsteres que a transformavam em pin-up, atraiu atenção de diretores de toda a Europa, consagrando-se como uma estrela continental. Virou musa de mestres, como o francês radicado na Inglaterra Guy Hamilton, em “A Clandestina” (1957), o italiano Mauro Bolognini em “A Longa Noite de Loucuras” (1959), filme escrito por ninguém menos que Pier Paolo Pasolini, Dino Risi em “Um Amor em Roma” (1960), e o francês Roger Vadim em “Rosas de Sangue” (1960), que foi ousadíssimo, como primeira adaptação do clássico de vampira lésbica “Carmilla” (1872). Após uma dúzia de produções de grande repercussão, Martinelli voltou a receber convites para trabalhar em Hollywood. Ela estrelou “Hatari!” (1960), um dos filmes de safari mais bem-sucedidos de todos os tempos, que reunia o time clássico do ator John Wayne e o diretor Howard Hawks na África. E seguiu com “O Pombo que Conquistou Roma” (1962), como par de Charleton Heston, “O Processo” (1962), dirigido por Orson Welles, “Gente Muito Importante” (1963), com Elizabeth Taylor e Richard Burton, e “Maldita Aventura” (1963), com Robert Mitchum. Sem dar sinais de desacelerar, entrou numa fase de filmes cults, entre eles a influente sci-fi mod “A Décima Vítima” (1965), com Marcello Mastroianni, a comédia psicodélica britânica “Candy” (1968), com Ringo Starr, e a famosa comédia “europeia” de Hollywood “Enquanto Viverem as Ilusões” (1969), repleta de astros da época. Sua carreira também acompanhou as diversas tendências do cinema comercial italiano, passando por spaghetti westerns (foi a “A Pistoleira de Virginia”), aventuras de época (“Marco Polo, O Magnífico”), muitas comédias sexuais (“Costa Azul, a Praia dos Amantes”), sátiras de espionagem (“Tunis Top Secret”), grandes assaltos (“Todo Homem é Meu Inimigo”) e giallos (“Uma Sobre a Outra”). E foi até garota-propaganda da Vespa, antes de, lentamente, entrar em ocaso nos anos 1970. Seu último filme foi uma comédia americana de 1992, “Era uma Vez… um Crime”, no qual viveu uma agente secreta, fatal como os fãs a eternizaram. Ela marcou o cinema por sua beleza elegante, mas nem por isso deixou de ser notada por sua capacidade de dar vida a personagens complexos em produções ambiciosas. Nunca faltaram atrizes bonitas no cinema, mas poucas foram tão versáteis quanto Martinelli, que estrelou praticamente todos os gêneros de filmes existentes.
Nelsan Ellis (1978 – 2017)
O ator Nelsan Ellis, que ficou conhecido pela série “True Blood”, morreu no sábado (8/7) após uma parada cardíaca, aos 39 anos. Ellis interpretou o cozinheiro gay Lafayette em todas as sete temporadas da série da HBO, entre 2008 e 2014. O detalhe é que o personagem não tem um arco longo nos livros de Charlaine Harris, em que a série era baseada. Tanto que Ellis não deveria continuar na série após a 1ª temporada, como insinuava o cliffhanger que encerrou o ano inaugural da produção. Entretanto, o ator conseguiu transformar o personagem num dos favoritos do público, ao retratá-lo de forma empoderadora, como um homossexual afetadíssimo que não levava desaforo para casa, e mudou a trajetória da adaptação televisiva. “True Blood” não foi a primeira série da carreira de Ellis, que estreou na TV em 2005, no elenco fixo do drama policial “The Inside”, e até apareceu num episódio de “Veronica Mars”. Mas foi a popularidade da atração criada por Alan Ball que lhe abriu as portas do cinema. Após se consagrar na série da HBO, o ator passou a aparecer com frequência no cinema, em papéis cada vez maiores. Entre os destaques de sua filmografia incluem-se “O Solista” (2009), “Secretariat – Uma História Impossível” (2010), “Histórias Cruzadas” (2011) e “O Relutante Fundamentalista” (2012), com seus principais desempenhos realizados em “O Mordomo da Casa Branca” (2013), em que interpretou Martin Luther King, e “Get on Up: A História de James Brown” (2014), no qual viveu o músico Bobby Byrd. Atualmente, ele fazia parte do elenco da série “Elementary” e tinha acabado de filmar “True to the Game”, um drama que estreia em setembro nos Estados Unidos. O criador de “True Blood”, Alan Ball, disse que “Nelsan foi um talento único, cuja criatividade nunca parou de me surpreender. Trabalhar com ele foi um privilégio”. Anna Paquin, atriz principal de “True Blood”, também lamentou a perda súbida. “Foi um imenso privilégio trabalhar com seu talento enorme e sua alma profundamente generosa. Nelsan Ellis, estou devastada por sua morte fora de hora”. A HBO também emitiu um comunicado exaltando que seu legado. “O retrato inovador de Lafayette será recordado com carinho no legado que ‘True Blood’ deixou. Nelsan vai fazer muita falta para seus fãs e todos nós da HBO”.
Shia LaBeouf volta a ser preso por beber demais e perder o controle
O ator Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”) voltou a ser detido por beber demais e perder o controle. Ele foi conduzido à uma delegacia de Savannah, na Geórgia, na madrugada deste sábado (8/7) após perder o controle às 4 da manhã, acusado de desordem e embriaguez pública. Segundo o site TMZ, sua fiança foi estabelecida em US$ 7 mil. Esta não é a primeira vez que LaBeouf vai parar numa delegacia pelo mesmo motivo. Em 2008, ele foi pego dirigindo embriagado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. E em 2015 foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. Fora isso, também protagonizou momentos de bebedeira patética que não terminaram em prisão, apenas em vexame no YouTube, como uma briga em Vancouver em que foi nocauteado, uma discussão violenta com a então namorada Mia Goth na Europa e um surto dentro de um boliche em Los Angeles. Ele teria xingado um dos funcionários de racista após beber cerveja por três horas e não receber uma porção de fritas que havia solicitado. LaBeouf está na Geórgia filmando “The Peanut Butter Falcon”, que também é estrelado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Bruce Dern (“Nebraska”). Ele será visto a seguir em “Borg vs. McEnroe”, que estreia em setembro.
Cara Delevingne faz ensaio sexy de temática sci-fi para a GQ britânica
A modelo e atriz inglesa Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estampa a capa da edição britânica da revista GQ deste mês. Em suas páginas, ela estrela um ensaio fotográfico sensual no qual lembra “Barbarella” – com um toque de robô sexy de “Metrópolis”. O visual não deixa de ser uma referência ao seu novo papel no cinema, que, como “Barbarella”, também é uma adaptação de quadrinhos espaciais franceses dos anos 1960. Cara vive a heroína Laureline em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. O filme é baseado em quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, e acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. A direção é de Luc Besson (“O Quinto Elemento”) e a estreia está marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. Além das fotos e da entrevista, a publicação também produziu um vídeo com Cara em roupa e peruca sci-fi, que pode ser visto abaixo.
No dia do biquíni, confira 15 filmes que não seriam os mesmos sem ele
No dia mundial do biquíni, relembre 15 biquínis que marcaram a história do cinema, dos anos 1950 aos lançamentos mais recentes. Ou da idade das pedras a uma galáxia muito distante. Batizado com o nome do atol em que foi testada a bomba atômica, as duas peças explosivas foram lançadas em Paris por Louis Reard em 5 de julho de 1946, e não por acaso foram estourar no cinema na pele de uma francesa, Brigitte Bardot, que inaugurou a era das ninfetas caiçaras em 1952. Aos poucos, pranchas de surfe, facas e metralhadoras viraram acessórios icônicos das heroínas de biquíni. Mas o que um dia seduziu e escandalizou hoje já é tratado de forma tão comum quanto um uniforme de salva-vidas – veja-se “Baywatch”. Passe o mouse sobre as fotos para saber de que filmes são as fotos abaixo e clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira.
Casa de Ronda Rousey é assaltada por skatistas
A atriz e lutadora Ronda Rousey teve sua casa em Venice Beach assaltada por um bando de skatistas. Ela fez a revelação durante sua participação no programa “Live with Kelly & Ryan” nesta quarta (5/7). “Alguém invadiu e viveu na minha casa por três dias, dormiu na minha cama, roubou minhas medalhas olímpicas, minhas armas, todas as minhas jóias preciosas, todos os fones de ouvido da casa e cartões de crédito”, disse ela, compartilhando a experiência de chegar de viagem e descobrir-se vítima de assalto. Ela e seu noivo, o lutador do UFC Travis Browne, descobriram a identidade dos culpados graças à câmeras de segurança, que eles não perceberam. “Nós temos câmeras de segurança, e quando fomos ver as imagens, vimos que era um grupo de garotos com skates. Como há uma pista famosa de skate do outro lado da rua, Travis, que tem 2,03m de altura e 118kg, correu para lá e achou os caras. Mas ele foi esperto o suficiente para não bater neles, porque isso nos custaria um grande processo. Ele chamou a polícia e todos foram detidos”. “Eles sabiam que era minha casa”, ela acrescentou. “Não há como não saber que era a minha casa após a invasão. Que pequenos punks”. Rousey é a celebridade mais recente a ter a casa assaltada nos EUA. Mas ao contrário dela, os roubos das residências de David Spade, Emmy Rossum, Nick Young, Kendall Jenner e Kevin Hart não foram solucionados. A polícia de Los Angeles não acredita que os casos sejam relacionados, como os crimes da gangue que inspirou o filme “Bling Ring” (2013), de Sofia Coppola. Vista recentemente na série “Blindspot”, Ronda Rousey está atualmente envolvida na produção de “22 Mile”, thriller ação que marcará a quarta colaboração entre o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg – após “O Grande Herói” (2013), “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” (2016) e “Dia do Atentado” (2016).
Hodor revive em comercial da lanchonete KFC
A rede de lanchonetes KFC divulgou um comercial estrelado pelo ator Kristian Nairn, intérprete de Hodor na série “Game of Thrones”. No vídeo, ele vive o balconista de uma KFC britânica, que vê uma horda faminta avançando em sua direção. A cena faz referência a um momento icônico de Hodor, quando ele tem o seu momento heroico contra o exército de Caminhantes Brancos, e o público descobre a origem de seu nome, surgido ao repetir incessantemente a frase “hold the door” (segure a porta). Na propaganda, ele substitui a frase por “chicken with fries” (frango com batata frita). E assim como na sequência original, a frase vira outra coisa. Confira abaixo.
Um Instante de Amor destaca grande interpretação de Marion Cotillard
Distúrbios mentais podem trazer comportamentos extremados, contrastantes e mesmo opostos na mesma pessoa, como, de um lado, a exacerbação do desejo, de outro, o isolamento, a depressão, ou o binômio agressividade e apatia. E, ainda, serem recheados de sentimentos persecutórios e a presença de delírios ou alucinações. Personagens assim costumam ser muito explorados pelos roteiros cinematográficos em filmes de mistério, suspense, fantasia ou terror, mas é menos frequente encontrá-los nas histórias de amor. A personagem Gabrielle, magnificamente interpretada por Marion Cotillard (“Aliados”) em “Um Instante de Amor”, de Nicole Garcia (“Place Vendôme”), é uma figura assim, cheia de contrastes e incongruências, com reações que escapam ao seu próprio controle e surpreendem os que com ela convivem. Os pais dela buscam acalmar seu furor por meio de um casamento arranjado, que vai complicar as coisas, envolvendo um contrato, digamos, alternativo, que colocará em jogo a vida sexual, a questão da gravidez e até mesmo a do aborto. O marido, o pedreiro José, em muito bom desempenho de Alex Brendemühl (“O Médico Alemão”), entra no jogo, mas mesmo assim sofre consequências inesperadas e doloridas para sua vida. O destino de Gabrielle acaba sendo um sanatório, que se baseava na cura ou no alívio proporcionado por águas termais. A razão desse rumo seriam dores renais, um mal de pedras do título original do romance de Milena Agus, “Mal de Pierres”, que inspirou “Um Instante de Amor”. Algo como o deslocamento do problema mental para um elemento físico do corpo, este mais possível de admissão e tratamento do que a “loucura”. Mas lá Gabrielle conhece um militar, o tenente André, papel de Louis Garrel (“Saint Laurent”), doente em estado terminal. E dessa relação algo importante surgirá. O que é objetivo ou subjetivo nessa história acabará sendo a grande questão do filme, uma vez que esses limites estão borrados pelas características da personagem de Gabrielle e de suas circunstâncias. Uma história de amor inusitada resulta dessa trama e acaba por surpreender o espectador, oferecendo à grande atriz Marion Cotillard uma oportunidade para explorar uma personagem complexa e intrigante. De Louis Garrel, ao contrário, se exige o minimalismo interpretativo de alguém que já perdeu suas forças, e de Alex Brendemühl, ambiguidade e contenção. Esse trio de protagonistas é um dos pontos altos do filme. A personagem Gabrielle e a atriz que lhe dá vida são a razão de ser e o sustentáculo de “Um Instante de Amor”.
Brooke Shields faz ensaio sensual aos 52 anos
A atriz Brooke Shields, sempre lembrada por seu papel em “A Lagoa Azul”, lembrou seus dias de ninfeta numa reportagem da revista Social Life Magazine, ao posar para uma foto usando calcinha e sutiã da marca Calvin Klein, a mesma da famosa campanha que ela estrelou quando tinha apenas 15 anos, revelando que não usava nada sob os jeans. Foi um furor em 1980, a ponto de os anúncios serem proibidos em vários lugares. Atualmente com 52 anos, ela disse na entrevista que não deveria existir idade para modelar. “Nós não deveríamos ver apenas corpos de 15 anos de idade. Eu nem quero um corpo de 15 anos de idade. Eu não quero parecer um garotinho. Eu tenho curvas e eu tenho trabalhado minha força”. Brooke Shields também contou que não pretende deixar que suas filhas – de 14 e 11 anos – sigam a carreira de modelo ou atrizes, antes de se formarem numa faculdade. “É uma indústria cruel e desmoralizante. Além do mais, quando eles querem você, você é requisitada para trabalhar ou fazer testes e minhas filhas não vão faltar à escola”. Recentemente, Steve Shiffman, o CEO da Calvin Klein, disse que pretendia “trabalhar novamente com Brooke em breve”. Ela continua ativa como atriz. Após aparecer na série “Scream Queens”, filmou o drama indie “Daisy Winters”, ao lado de Carrie Preston (série “True Blood”), Sterling Jerins (“Invocação do Mal 2”) e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que estreia em setembro nos Estados Unidos.
Ary Fontoura é assaltado por oito homens armados no Rio
O ator Ary Fontoura (“Meu Amigo Hindu”) foi assaltado no Rio por oito homens armados na madrugada desta sexta-feira (30/6). Ele e um amigo ficaram sob a mira de revólveres e passaram por momentos de horror na Avenida das Américas, quando seguiam para o Recreio, voltando de uma festa. “Eles eram oito, estavam de carro e nos fecharam na entrada de um viaduto pouco depois de uma da manhã”, ele contou, em depoimento para a imprensa. Segundo o ator de 84 anos, os bandidos eram “sádicos” e o trataram com deboche. Seu medo aumentou ainda mais quando um deles o reconheceu. “Foi horrível, mas eu disse que não era eu, que eu era parecido com o Ary Fontoura mas não era ele. Acho que ele acreditou, porque senão poderia ter sido até pior”, relatou, temendo um sequestro. Descrevendo o assalto como “uma brutalidade, uma covardia”, ele afirmou que levaram “tudo” dos dois, inclusive o carro, uma pickup da marca Honda. “A situação no Rio é caótica, não tem ninguém para nos proteger. Depois de tudo, fomos à delegacia. Estava vazia, escura, com só um policial que parecia assustado e com medo de alguém passar atirando, metralhar tudo, porque isso agora parece que virou moda”.
Olivia de Havilland processa os produtores da série Feud
A centenária atriz Olivia de Havilland decidiu processar o canal pago FX e o produtor Ryan Murphy pelo uso não autorizado de sua identidade na série “Feud”. A 1ª temporada da produção antológica retratou a rivalidade entre as atrizes Bette Davis e Joan Crawford, e trouxe Catherine Zeta-Jones no papel de Havilland. A estrela de “E o Vento Levou” (1939), que completa 101 anos de idade neste sábado (1/7), é a única pessoa ainda viva desta história. Sentindo-se mal-representada na produção, ela orientou seus advogados a processar a FX e a produtora de Murphy, “com base no uso comercial não autorizado do nome e identidade da dama Olivia na série”. “O FX não pediu a Miss de Havilland permissão para usar seu nome e identidade, e não foi compensada por tal uso”, disseram os advogados em um comunicado publicado pelo jornal Los Angeles Times. “Além disso, a série coloca palavras na boca de Miss de Havilland, que são imprecisas e contrárias à reputação que ela construiu durante uma vida profissional de 80 anos, especificamente se recusando a se envolver em fofocas sobre outros atores para gerar atenção da mídia para ela mesma.” O processo acusa os produtores de se apropriarem do nome e da identidade de Havilland e colocá-la em “uma luz falsa para repercutir a série e promover seus próprios negócios, ignorando inteiramente seus interesses”. Nem o FX nem Ryan Murphy ainda se pronunciaram sobre o processo. “Feud” vai explorar outro tema controvertido em sua 2ª temporada, que será centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana.











