Dustin Hoffman é acusado de assédio por assistente que tinha 17 anos de idade
Dustin Hoffman é mais um nome famoso de Hollywood envolvido em acusação de assédio sexual, em meio à multiplicação de denúncias que vieram à luz após a execração coletiva de Harvey Weinstein. Uma assistente de produção do longa “A Morte de um Caixeiro-Viajante”, de 1985, que rendeu a Hoffman um Globo de Ouro por sua atuação, relatou a convivência abusiva com o astro no set. Na época, a escritora Anna Graham Hunter tinha 17 anos. Em um relato em primeira pessoa, publicado pela revista The Hollywood Reporter, ela descreveu o que passou com Hoffman durante as filmagens. “Ele me pediu para fazer massagem em seus pés no meu primeiro dia no set; eu fiz. Ele estava flertando abertamente, ele agarrou minha bunda, ele falou sobre sexo para mim e na minha frente. Numa manhã, eu fui ao seu camarim para pegar o pedido dele para o café. Ele olhou para mim e sorriu. Então ele disse: ‘Eu quero um ovo cozido de gema dura e um clitóris macio. Sua comitiva explodiu em gargalhadas. Eu saí, sem palavras. Então fui ao banheiro e chorei”. Ela também transcreveu partes de cartas que enviava para a irmã, que morava em Londres na época, detalhando as cinco semanas em que trabalhou no set do telefilme. “Quando eu levei Dustin até sua limusine, ele tocou na minha bunda quatro vezes. Eu bati nele todas as vezes, e disse que ele era um velho sujo”. No relato, ela cita o produtor Bob Colesberry, dizendo que ele a teria demitido caso visse a cena. Hunter conta ainda que uma supervisora pediu para que ela “sacrificasse alguns de seus valores” pelo bem da produção. Nos primeiros dias de diário, ela admite que adorava a atenção de Dustin. “Até que eu deixei de adorar”. Poucos dias depois, ela escrevia: “Não vou deixar Dustin colocar as mãos em mim. E acho uma bosta que Bob espere que eu deixe”. “Hoje esse negócio ficou mais assustador. Ou ao menos, menos atraente. Essa manhã, quando perguntei a Dustin o que ele queria para o café da manhã, ele disse algo que superou até seus níveis mais baixos. Foi pior que qualquer coisa que alguém já tenha me dito na rua. Foi tão grosseiro que eu não consegui dizer nada. Eu simplesmente me virei e fui embora”, ela escreveu para a irmã. Anna, que hoje tem 49 anos e é escritora, diz que agora consegue enxergar a situação com mais clareza. “Ele era um predador eu era uma criança, e isso foi assédio sexual”. Procurado pela revista, Hoffman pediu desculpas. “Eu tenho o maior respeito pelas mulheres e me sinto terrível que qualquer coisa que eu tenha feito possa tê-la colocado em uma situação desconfortável. Sinto muito. Não é reflexo de quem eu sou”. O trabalho mais recente de Hoffman é o filme “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe”, da Netflix, que foi exibido no Festival de Cannes 2017.
Brett Ratner se afasta das produções da Warner após acusações de abuso sexual
O diretor Brett Ratner, responsável pela franquia “A Hora do Rush” e por “X-Men: O Confronto Final” (2006), anunciou o seu afastamento da Warner Bros. após diversas alegações de abuso. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. Ratner foi acusado de abuso sexual por seis mulheres, entre elas as atrizes Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e Natasha Henstridge (“A Experiência”). Poucas horas após a publicação da reportagem, a Warner emitiu seu próprio comunicado, afirmando que “estava ciente das alegações” e “ponderando a situação”. A relação de Ratner com a Warner se deve a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. Com a confirmação de seu afastamento, ele não vai poder mais utilizá-lo e seu nome será tirado dos futuros lançamentos da Warner, com produção da RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Apesar de Jared Leto ter sido cogitado como protagonista, após as alegações o projeto foi suspenso e Leto negou seu envolvimento.
Diretor de X-Men: O Confronto Final é acusado de assédio pela intérprete de Psylocke e outras mulheres
O produtor e diretor Brett Ratner, que dirigiu “X-Men: O Confronto Final” (2006) e a trilogia “A Hora do Rush”, foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estão as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências com Ratner ao jornal Los Angeles Times. A história de Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) já era conhecida, embora mídia e Hollywood não tenham dado a devida atenção. Ela confirmou que o diretor se masturbou em sua frente no set de “Ladrão de Diamantes” (2004), quando ela ainda era uma aspirante a atriz. A experiência foi descrita em seu livro “Suck It, Wonder Woman!: The Misadventures of a Hollywood Geek”, lançado em 2010, sem citar o nome do diretor. Mas Ratner vestiu a carapuça na época, ao dizer que “tinha trepado com ela algumas vezes, mas esquecido”, e que a história era falsa. Um ano depois, ele admitiu que mentiu sobre o relacionamento. “Ele estava sem calças, com sua barriga de fora, com um coquetel de camarões na mão, e na outra ele se masturbava ferozmente”, descreveu a atriz ao Los Angeles Times. “E antes mesmo que eu pudesse pensar em como escapar daquela situação, ele ejaculou.” Olivia disse que começou a gritar e saiu correndo do trailer em que Ratner estava. Quando encontrou o membro da equipe que tinha pedido para ele ir ao local onde estava o produtor para entregar comida, ele disse: “Ah, não estou chocado, nem surpreso. Só me desculpe por isso”. Após o episódio, Olivia entrou em contato com a irmã de Ratner, que a aconselhou a procurar um advogado. Entretanto, o advogado aconselhou a atriz a “não medir forças com um importante diretor” e desistir de processá-lo. “Aquilo causou um grande impacto em mim”, declarou ela. “As pessoas só escutarão as mulheres quando elas estiverem totalmente despedaçadas?”. A atriz engoliu em seco e afirmou que precisou fugir de Ratner em diversos eventos de Hollywood. Mas passagem do diretor pela franquia “X-Men” não a impediu de conseguir o papel de Psylocke em “X-Men: Apocalipse” (de 2016) e ela deve retornar no vindouro “X-Men: Fênix Negra”. Já Natasha Henstridge (“A Experiência”) teve tratamento pior. Ela disse que tinha 19 anos quando participou de um clipe dirigido por Ratner, que a forçou a fazer sexo oral. Ela conta que, na ocasião, estava no apartamento dele, em Nova York, com outras pessoas da equipe. Em dado momento, ela pegou no sono e, quando acordou, percebeu que estava sozinha com o diretor, que a impediu de sair e começou a se masturbar em sua frente. “Ele me segurou de uma maneira muito forte e ficou fazendo força para cima de mim”, explicou ela. “Em certo momento, eu desisti e acabei fazendo o que ele ordenava.” Anos depois, ela tentou entrar numa nova série de TV. Mas o produtor era Ratner, que além de causar desconforto com sua presença no teste, não a aprovou. A série era “Prison Break”. As outras mulheres que acusam o diretor são as atrizes Jaime Ray Newman (que está na vindoura série do “Justiceiro”), Katharine Towne (“A Ameaça”), Jorina King e a modelo Eri Sasaki. As duas últimas eram figurantes em “A Hora do Rush 2” (2001) quando sofreram assédio, e o produtor assistente Kent Richards, que trabalhou no filme, confirma suas histórias, além de acrescentar que mais três figurantes reclamaram do comportamento do diretor durante as filmagens. O advogado de Ratner, Martin Singer, negou todas as acusações feitas pelas seis mulheres. “Trabalho com o Sr. Ratner há duas décadas e, até agora, nenhuma mulher o acusou de má conduta sexual, ou de assédio”, disse Singer por meio de um comunicado. “Além do mais, nenhuma mulher solicitou ou recebeu qualquer apoio financeiro do meu cliente.” De forma significativa, dias antes da reportagem a atriz Gal Gadot cancelou sua participação num evento em entregaria um prêmio ao diretor e produtor pelo conjunto de sua obra. O evento era iniciativa de uma organização judaica (Jewish National Fund), que após o cancelamento procurou evitar polêmica afirmando que tinha acontecido conflito de agenda. Além de diretor, Ratner é produtor como Harvey Weinstein. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), em que Gal Gadot debutou como Mulher-Maravilha!
Mais homens acusam Kevin Spacey de assédio e ator anuncia que buscará tratamento
Após o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) tomar a iniciativa e acusar Kevin Spacey de assédio, vários homens se pronunciaram contra o protagonista de “House of Cards”. Entre eles, o cineasta Tony Montana, que o acusou de “colocar a mão na minha virilha”, e o ator mexicano Roberto Cavazos, que foi ao Facebook lembrar do período em que Spacey foi diretor artístico do teatro Old Vic, em Londres. “Parece que o único requisito era ser homem com menos de 30 anos para o Sr Spacey se achar livre para nos tocar”, escreveu. Outros atores e funcionários do Old Vic ecoaram a acusação, afirmando terem visto Kevin Spacey transformar os 11 anos em que foi diretor artístico da casa numa procissão de assédios. “Nós todos mantínhamos as histórias por baixo dos panos. Eu o vi apalpando homens muitas vezes em várias situações diferentes”, disse um empregado que preferiu se manter anônimo, ao jornal The Guardian. “Ele tirava vantagem do fato de ser esse grande ícone. Ele tocava os homens na virilha. Fazendo muito rápido para que eles não conseguissem desviar.” Uma antiga estagiária do Old Vic, Rebecca Gooden, afirmou ao Guardian que as histórias sobre Spacey eram conhecidas no local. Ela decidiu se identificar após o teatro afirmar, em comunicado, que “não está em posição de comentar casos específicos que podem ter acontecido no passado”. “Havia uma piada recorrente sobre isso. Me disseram que eu não deveria falar sobre o assunto fora do teatro. Fiquei enojada com o fato de o teatro ter escolhido dizer que não sabe de nada”, disse Gooden. Após a divulgação desses casos, uma porta-voz de Kevin Spacey divulgou um comunicado afirmando que o ator vai procurar tratamento. “Kevin Spacey está tomando o tempo necessário para procurar avaliação e tratamento”, diz a nota. “Nenhuma outra informação será divulgada por enquanto.” A opção pelo tratamento e a resposta curta vem logo após a repercussão negativa do único pedido de desculpas de Spacey, que rebateu a primeira acusação de assédio com uma revelação de que era gay, o que pegou muito mal entre a comunidade LGBT+. As consequências da denúncia já incluem o cancelamento de homenagens que ele receberia do Emmy Internacional e a suspensão da produção da 6ª temporada de “House of Cards”. Atualmente, a Netflix avalia como lidar com o escândalo e encontrar uma forma de encerrar a trama da série numa última temporada.
Estrela de reality show acusa Jeremy Piven de abuso sexual
A hashtag #metoo, usada por atrizes norte-americanas para denunciar ocasiões em que foram vítimas de assédio, colocou outro ator famoso em sua mira. A estrela do reality show “Beverly Hills Nannies” Ariane Bellamar contou ter sido abusada por Jeremy Piven, quando ela participou da série “Entourage”. Bellamar acusou o ator de apalpá-la sem licença e esticou o assunto com detalhes em vários tuítes. “Ei, Jeremy Piven!”, ela escreveu. “Lembra quando você me encurralou em seu trailer no set de ‘Entourage’? Lembra de agarrar meus seios no sofá sem pedir? Lembra quando eu tentei sair e você agarrou a minha bunda?”. Ela acrescentou que isso aconteceu duas vezes. Uma no set da série da HBO e outra num evento na Mansão Playboy, de Hugh Hefner. Além disso, Bellamar acusou o ator de lhe enviar diversas mensagens de texto explicitas. Veja os tuítes originais abaixo. Diante da denúncia, a HBO, que exibiu “Entourage” de 2004 a 2011, e a CBS, que transmite a nova série protagonizada por Piven, “Wisdom of the Crowd”, lançada no começo de outubro, emitiram comunicados. A HBO afirmou ter uma política de tolerância zero para assédio sexual, mas não ouviu falar de qualquer mau comportamento de Piven em direção a Bellamar antes das alegações publicadas no Twitter na terça-feira (31/10). Já a CBS informou que está “investigando o assunto”. “Hoje, através dos relatos da imprensa, é a primeira vez que tomamos conhecimento das alegações de Ariane Bellamar sobre Jeremy Piven. Todos na HBO e em nossas produções estão conscientes de que nossa política é tolerância zero para o assédio sexual. Qualquer pessoa que sentir um ambiente de trabalho inseguro tem várias vias para fazer queixas, que levamos muito a sério”, diz a íntegra da nota do canal pago. Mais curta, a nota da CBS diz apenas: “Estamos cientes dos relatos da mídia e estamos investigando o assunto”. O próprio Jeremy Piven divulgou um comunicado, negando “inequivocamente” todas as acusações. Ele afirma que os incidentes que Bellamar descreveu “não aconteceram” e que ele espera que as alegações não prejudiquem as histórias que “devem ser ouvidas”. “Eu inequivocamente nego as alegações terríveis que estão sendo jogadas contra mim. Elas não aconteceram. É preciso muita coragem para as vítimas apresentarem suas histórias e espero que as alegações contra mim, que não aconteceram, não prejudiquem as histórias que devem ser ouvidas”. Anteriormente, a mesma Ariane Bellamar chegou a acusar Jared Leto de se esfregar nela durante as filmagens de “Esquadrão Suicida”, no qual ela interpretou uma stripper que foi cortada na edição final. Em entrevista ao site Radar Online, ela declarou que “ele fez isso todas as vezes que passou por mim”. Na ocasião, um porta-voz de Leto negou as afirmações, repetindo o que diz agora Jeremy Piven: “Não há absolutamente nenhuma verdade nisso. É completamente falso”. Hey @jeremypiven! ‘Member when you cornered me in your trailer on the #Entourage set? ‘Member grabbing my boobies on the ? without asking?? — Ariane Bellamar (@ArianeBellamar) October 30, 2017 ‘Member when I tried to leave; you grabbed me by the ass, looked at yourself in the mirror, & said what a ‘beautiful couple’ we made? #MeToo https://t.co/liD7irs0o0 — Ariane Bellamar (@ArianeBellamar) October 30, 2017 Jeremy Piven, on two occasions, cornered me & forcefully fondled my breasts & bum. Once at the mansion & once on set. #MeToo @AriMelber @CNN https://t.co/liD7irs0o0 — Ariane Bellamar (@ArianeBellamar) October 30, 2017 And, don’t try to deny it, sir. @HBO has us on ? together, & I’m sure @sprint has electronic back-ups of your abusive, explicit texts.#MeToo https://t.co/liD7irs0o0 — Ariane Bellamar (@ArianeBellamar) October 30, 2017 Sprint seems to be willing to help me find those explicit text mails you sent to me, @jeremypiven. Enough is ENOUGH with this ‘ish. #MeToo https://t.co/xTzUjJlwbH — Ariane Bellamar (@ArianeBellamar) October 31, 2017
Millie Bobby Brown revela que é surda de um ouvido
A atriz Millie Bobby Brown, que ficou mundialmente conhecida como a Eleven (Onze) de “Stranger Things”, admitiu em entrevista à revista Variety uma deficiência que não tinha revelado antes: ela é surda de um ouvido. A nova edição da revista, que traz a atriz em sua capa, revela que ela que nasceu com audição parcial em um dos ouvidos, e aos poucos, após algumas tentativas de correção, a audição desapareceu completamente. Apesar disso, ela conta que decidiu começar a cantar. “Quando eu canto, mesmo não ouvindo direito, não me preocupo se estou cantando bem. Ninguém é obrigado a cantar bem, ou dançar bem, ou atuar bem. Se você gosta de fazer, se genuinamente adora o que faz, continue fazendo. Ninguém tem o direito de te impedir”, declarou a jovem de 13 anos. A 2ª temporada de “Stranger Things” está atualmente disponível na Netflix.
Justin Hartley e Colton Haynes compartilham fotos de seus casamentos no Instagram
Os atores Justin Hartley (série “This Is Us”) e Colton Haynes (série “Arrow”) usaram o Instagram para compartilhar fotos de seus casamentos, que aconteceram no último fim de semana. Haynes teve até o pedido de noivado compartilhado no Instagram em março. Ele se casou com o namorado Jeff Leatham, diretor artístico que trabalha no hotel Four Seasons em Beverly Hills. “Te amo e estou ansioso para passar o resto da minha vida com você”, escreveu o ator na postagem. A cerimônia lotou de estrelas de séries com quem o ator trabalhou, como Stephen Amell e Emily Bett Rickards, de “Arrow”, Holland Roden, Dylan O’Brien, Tyler Hoechlin e Charlie Carver, de “Teen Wolf”, além de Cheyenne Jackson e Billie Lourd, com quem divide a cena atualmente em “American Horror Story: Cult”. Já Hartley se casou com sua namorada de longa data, a atriz Chrishell Stause (novela “Days of Our Lives”). “Olha o que fizemos”, ele escreveu na rede social. Seu casamento foi acompanhado por diversos atores da série “This Is Us”, incluindo Chrissy Metz (Kate), Sterling K. Brown (Randall), Milo Ventimiglia (Jack), Mandy Moore (Rebecca), Chris Sullivan (Toby) e Susan Kelechi Watson (Beth). Vale lembrar a coincidência que aproxima os dois atores. Antes de se destacar em “This Is Us”, Hartley ficou conhecido como o Arqueiro Verde da série “Smallville”. E Haynes, claro, é Arsenal em “Arrow”, a nova série do Arqueiro Verde. Last night I married the man of my dreams. I'm still crying happy tears. @jeffleatham …I love you & am excited to spend the rest of my life with you. #WhatMoviesAreMadeOf Uma publicação compartilhada por Colton Haynes (@coltonlhaynes) em Out 28, 2017 às 5:08 PDT Look what we did! Uma publicação compartilhada por Justin Hartley (@justinhartley) em Out 30, 2017 às 10:20 PDT
Atriz de Grey’s Anatomy revela ter quase desistido da carreira após assédio de James Toback
A volumosa lista de atrizes e aspirantes assediadas por James Toback somou mais uma estrela conhecida. Caterina Scorsone, que interpreta a Dra. Amelia Shepherd em “Grey’s Anatomy”, foi ao Instagram acusar o diretor, após a Rolling Stone publicar uma entrevista em que ele rechaça as acusações, chamando-as de mentirosas. “Em resposta à negação de James Toback na Rolling Stone, sinto que devo corroborar as histórias dessas mulheres. Quero deixar claro que o diretor predatório que descrevi no artigo que publiquei alguns dias atrás era James Toback. O artigo foi escrito há 17 anos. Muitas pessoas da indústria sabiam sobre isso e me encorajavam a ficar em silêncio. Eu não fiquei, e isso afetou diretamente minha carreira. Eu fico ao lado de todas as mulheres que foram corajosas o suficiente para contar suas histórias. Eu também me identifico com todas as mulheres que sentem que não podem falar sobre isso, mesmo agora. Vamos jogar uma luz sobre todos os cantos mais sombrios”, ela escreveu. O artigo que ela menciona pode ser visto abaixo. Nele, a atriz descreve como sua participação num filme foi condicionada a um acordo de natureza sexual com o diretor, que chegou a questionar se ela realmente queria ser atriz por recusar o “convite”. Ao lado do texto, em que relata sua experiência, ela acrescentou: “Eu escrevi este artigo há 17 anos. Eu era adolescente. Depois que foi publicado, abandonei a carreira em reação ao véu de silêncio em torno desta questão. Eu eventualmente voltei a atuar como adulta, apoiada por showrunners como Shonda Rhimes. Ela é um exemplo do lado bom desta indústria. Esses exemplos existem. Vamos acabar com o outro tipo”. A entrevista de Toback à Rolling Stone foi publicada na semana passada, mas feita cinco dias antes do jornal Los Angeles Times trazer denúncias de quase 40 mulheres contra ele. Desde então, as dezenas viraram centenas. De acordo com o jornalista Glenn Whipp, autor da reportagem do Times, mais de 300 mulheres o procuraram para dizerem que também foram vítimas do diretor. Além disso, Selma Blair e Rachel McAdams deram detalhes sórdidos, descrevendo até masturbação durante um suposto teste de elenco, em entrevista à revista Vanity Fair. A resposta do cineasta na Rolling Stone revelou seu baixo nível chocante. “Todas essas acusadoras são chupadoras de p*u mentirosas ou de buc*tas mentirosas”, ele afirmou. “Posso ser mais claro do que isso?” In response to James Toback’s crass denial in Rolling Stone, I feel I must corroborate the stories of these women. I want to be clear that the predatory director I wrote about in the article I posted a few days back, was James Toback. The article was written 17 years ago. Many industry people knew about it and encouraged me to stay silent. I didn’t, and it directly affected my career. I stand with all the women who were brave enough to tell their stories. I also stand with all the women who don’t feel that they can speak up, even now. Let’s shine light into all the darkest corners. #metoo @rollingstone @hillelaron Uma publicação compartilhada por Caterina Scorsone (@caterinascorsone) em Out 27, 2017 às 8:46 PDT I wrote this article 17 years ago. I was a teenager. After it was published, I quit the business in reaction to the veil of silence surrounding this issue. I eventually returned to acting as an adult, supported by show runners like Shonda Rhimes. She is an example of the good side of this industry. These examples exist. Let’s be done with the other kind. #metoo Uma publicação compartilhada por Caterina Scorsone (@caterinascorsone) em Out 16, 2017 às 12:04 PDT
Emmy Internacional cancela homenagem a Kevin Spacey
A Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas, responsável pelo Emmy Internacional, anunciou que não irá mais homenagear o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) na cerimônia de premiação deste ano. Spacey, que foi acusado de assediar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, iria receber o International Emmy Founders Award, um prêmio honorário dedicado àqueles que contribuíram para aprimorar a qualidade da televisão. Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e J.J. Abrams (“Lost” e “Westeworld”) estão entre os que receberam a honraria. “A Academia Internacional anuncia que, à luz dos recentes eventos, não irá honrar Kevin Spacey com o International Emmy Founders Award de 2017”, anunciou a instituição por meio de uma nota nas redes sociais. O Prêmio iria reconhecê-lo como “um dos grandes talentos multidimensionais” que “atravessa as fronteiras culturais para tocar a humanidade”. Rapp disse ao BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.
Feministas protestam contra retrospectiva dos filmes de Polanski na Cinemateca Francesa
Diversas pessoas, inclusive integrantes do grupo Femen, protestaram na noite de segunda-feira (30/10) contra a abertura de uma retrospectiva da a Cinemateca Francesa dedicada ao cineasta Roman Polanski, acusado de agressões sexuais. “Não à homenagem para os estupradores”, gritaram duas ativistas para Polanski, de 84 anos, que compareceu ao local para apresentar seu último filme “D’Après Une Histoire Vraie” (Baseado em fatos reais). As duas mulheres, que estavam de topless e traziam nas costas a frase “Very Important Pedocriminal” (Pedófilo muito importante), um trocadilho com a sigla VIP, foram expulsas da Cinemateca, mas continuaram o protesto do lado de fora do prédio. “Apreciar um artista não significa se calar sobre seus crimes!”, disse Sanaa Beka, que foi protestar convocada por grupos feministas. “Para nós, o importante é cancelar esta retrospectiva, obter desculpas da Cinemateca e provocar uma tomada de consciência”, afirmou Raphaëlle Rémy-Leleu, porta-voz do grupo Osez le Féminisme, horas antes do começo dos protestos. Em 1977, Roman Polanski admitiu ter tido relações sexuais ilegais com Samantha Geimer, que na época tinha somente 13 anos, na casa de Jack Nicholson em Los Angeles enquanto o ator viajava. Em troca da confissão e alguns dias de prisão, um juiz aceitou não manter outras denúncias mais graves contra ele. Mas, convencido de que o magistrado voltaria trás em sua promessa e acabaria o condenando a décadas na cadeia, o cineasta fugiu para a França. Em 2010, a atriz britânica Charlotte Lewis declarou que o diretor a havia forçado a ter relações sexuais quando ela tinha 16 anos. Outra mulher, identificada como “Robin”, o acusou em agosto deste ano de agressão sexual quando tinha 16 anos, em 1973. E no começo de outubro, a justiça suíça indicou que examina novas acusações contra Polanski de uma mulher que o acusa de ter abusado dela em 1972, quando tinha 15 anos. A Cinemateca francesa, presidida pelo cineasta Costa-Gavras, se negou a cancelar o evento. “Fiel a seus valores e a sua tradição, a Cinemateca não pretende ser substituta da justiça”, declarou a instituição, que denuncia um pedido de “censura puro e simples”. “A retrospectiva de Polanski está prevista há muito tempo”, disse na sexta-feira a ministra de Cultura da França, Françoise Nyssen. “Trata-se de uma obra, não de um homem, não vou condenar uma obra”, disse. Uma petição lançada on-line na semana passada para cancelar a retrospectiva reuniu apenas 26 mil assinaturas.
Ator de Stranger Things pede desculpas, mas não fala de drogas ao abordar proibição de desembarque nos EUA
O ator inglês Charlie Heaton, da série “Stranger Things”, soltou uma nota sobre o fato de ter sua entrada barrada nos Estados Unidos na quinta-feira (26/10), o que lhe fez perder um evento de pré-estreia da atração em Los Angeles. No comunicado, ele pediu desculpas pelo ocorrido, mas não negou – na verdade, nem sequer mencionou – a questão das drogas, que teria ocasionado sua proibição de desembarque. “Minha viagem planejada aos Estados Unidos na semana passada foi afetada por um problema na imigração que estou trabalhando para resolver o mais rápido o possível”, ele disse na nota, divulgada pela revista People. “Quero esclarecer que não fui preso ou acusado de crime algum, e cooperei por completo com os policiais no aeroporto de Los Angeles. Peço desculpas para os fãs e minha família de ‘Stranger Things’ por ter perdido a premiére. Estamos muito orgulhosos dessa temporada e não gostaria que essa história impactasse negativamente o programa”. Segundo o site The Hollywood Reporter, funcionários da alfândega americana teriam confirmado que encontraram vestígios de cocaína em Heaton e que o ator admitiu o consumo de drogas para eles. “Estrangeiros podem ser barrados devido à prática de um crime envolvendo posse de drogas”, disse Jaime Ruiz, chefe de mídia estratégica da alfândega americana, citado pelo THR.
Atriz que doou rim para Selena Gomez revela ter ficado com medo e feito testamento
A entrevista em que Selena Gomez falou sobre o transplante de rim a que se submeteu em setembro, foi disponibilizada no site do programa americano “Today Show”, e revela como o caso foi muito mais grave do que ela tinha dado a entender nas redes sociais. A cirurgia foi revelada por Selena em seu Instagram, após o fato, mas na ocasião ela não deu maiores detalhes, além de afirmar que tinha relação com seu lúpus, doença que assumiu publicamente em 2015 e que a levou a passar boa parte do ano passado em reclusão, tratando de uma depressão sintomática. Agora, Selena e sua salvadora, a atriz Francia Raísa (da série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”), que lhe doou um rim, contam que Selena esteve à beira da morte. Ela poderia ter morrido se não tivesse feito o transplante. “Meus rins estavam acabados. Era o fim”, disse a artista de 25 anos. “Eu não queria pedir [doação de órgão] para nenhuma pessoa na minha vida. Até que chegou o dia em que fui para casa e descobri que ela tinha se voluntariado.” Neste ponto, a apresentadora Savannah Guthrie pergunta se Selena sente que Raisa salvou sua vida. E ela responde: “Sim, porque ela salvou”. Francia assumiu que ficou assustada, mas se dispôs a fazer o procedimento. Ela também chegou a temer por sua vida ao doar o órgão. “Tive que escrever um testamento, o que foi assustador, porque não tinha garantia de que fosse acordar”, disse Francia. Ela também afirmou que sua mãe preferiu não ir ao hospital até que a filha acordasse. “Minha mãe ama Selena, então ela ficou dividida”, declarou. Francia e Selena são amigas desde 2009. Ironicamente, elas se conheceram num hospital, durante uma visita a um clínica infantil com os elencos de suas séries, respectivamente “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” e “Os Feiticeiros de Waverly Place”.
Selena Gomez e The Weeknd terminam namoro
O romance entre Selena Gomez e o músico The Weeknd chegou ao fim. Segundo a revista People, o casal, que estava junto há 10 meses, não estava conseguindo conciliar as agendas – a cantora está filmando o novo longa de Woody Allen em Nova York, enquanto The Weeknd está em turnê. A notícia vem à tona após Selena ser fotografada com o ex, Justin Bieber, no fim de semana. Mas, segundo fontes da publicação, os dois não reataram. Eles foram juntos a uma igreja e tomaram café, depois de Justin visitá-la em sua casa, preocupado com as notícias sobre sua saúde – uma entrevista sobre o recente transplante de rim da cantora revelou que ela estava à beira da morte. Selena e The Weeknd estariam mal com o término do namoro, mas, ainda de acordo com a fonte anônima, não brigaram. “Foi difícil para eles perceberem que as coisas estavam indo nessa direção, mas tem sido difícil por meses”, explicou uma fonte da revista.












