Ed Sheeran deleta conta no Twitter após participar de Game of Thrones
Depois de declarar, no mês passado, que “desistiu” do Twitter após receber uma chuva de comentários negativos, Ed Sheeran decidiu deletar de vez sua conta na rede social. O motivo continua sendo os haters, desta vez reforçados pelos fãs de “Game of Thrones”. Eles reclamaram que o cantor não fez questão de “disfarçar” sua participação no primeiro episódio da 7ª temporada, enquanto outras celebridades que já apareceram no programa foram mais discretas. A estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde no Twitter de episódio mais comentado de uma série em todos os tempos, e a participação de Sheeran representou 7% das menções. O cantor não comentou o motivo que o levou a deletar sua conta, que acumulava 19,2 milhões seguidores no Twitter. Mas, em recente entrevista ao tabloide britânico The Sun, ele criticou a atitude dos haters e disse que não usaria mais o Twitter para interagir com os fãs, transformando-o num endereço para compartilhar imagens publicadas em seu Instagram. “Eu vou continuar, mesmo que não haja nada além de pessoas falando coisas ruins. Afinal, o Twitter é uma plataforma para isso”, afirmou o músico na época. “É por isso que eu estou largando de mão. É uma droga ficar tentando entender por que as pessoas não gostam tanto de mim”. O Instagram de Ed Sheeran continua funcionando. Do ponto de vista comercial, a notícia é pior para o próprio Twitter.
Martin Landau (1928 – 2017)
O ator Martin Landau, vencedor do Oscar por “Ed Wood”, faleceu no sábado (15/6) em Los Angeles. Ele estava hospitalizado no hospital da UCLA e morreu após complicações médicas, aos 89 anos. Um dos primeiros astros de Hollywood a alternar com sucesso trabalhos na TV e no cinema, Landau começou a carreira artística como cartunista de jornal nos anos 1940, antes de ser admitido no Actor’s Studio (junto com Steve McQueen) e conseguir papéis de teatro e participações em séries na metade dos anos 1950. Na verdade, o jovem nova-iorquino nem precisou fazer muito esforço para se destacar no cinema, pois, logo de cara, chamou atenção no suspense “Intriga Internacional” (1959), de Alfred Hitchcock, interpretando o capanga de James Mason. O destaque deveria ser ainda maior no épico “Cleopatra” (1963), como General Rufio, braço direito de Marco Antonio (Richard Burton). Mas após passar um ano nas filmagens, ele descobriu que grande parte de seu desempenho tinha sido cortado, devido à longa duração do filme. Conformado, dedicou-se às séries televisivas, onde acumulou uma vasta coleção de participações em clássicos diversificados – de “Além da Imaginação” a “O Agente da UNCLE”. Fez também pequenos papéis no épico bíblico “A Maior História de Todos os Tempos” (1965) e no western “Nas Trilhas da Aventura” (1965), antes de voltar a se destacar como um pistoleiro desalmado em “Nevada Smith” (1966), estrelado pelo antigo colega Steve McQueen. A grande virada em sua carreira aconteceu em 1966, quando precisou optar entre dois convites para integrar o elenco fixo de uma série. Ele recusou o papel de Spock (que voltou para Leonard Nimoy, após ter sido rejeitado no piloto original de “Jornada nas Estrelas”), para viver o mestre dos disfarces Rollin Hand em “Missão: Impossível”, personagem que se tornou um dos favoritos do público. O papel lhe rendeu três indicações ao Emmy. Além de servir para mostrar sua versalidade, ao assumir a identidade dos diferentes vilões da semana, “Missão: Impossível” também lhe permitiu contracenar com sua esposa, Barbara Bain. Os dois trabalharam juntos na série desde o piloto de 1966 até o final da 3ª temporada, em 1969. Ele alegou diferenças criativas para sair da atração, mas os produtores afirmaram que o problema era salarial. Landau queria receber mais por ser o principal destaque do elenco. Por ironia, ao sair da série foi substituído por um novo mestre dos disfarces, Paris, vivido justamente por Leonard Nimoy. Após “Missão: Impossível”, ele tentou retomar a carreira cinematográfica, vivendo o vilão em “Noite Sem Fim” (1970), mas a falta de bons papéis no cinema o fez voltar a se juntar com Bain em outra série, a ficção científica “Espaço 1999”, produção britânica do casal Gerry e Sylvia Anderson (criadores das aventuras de fantoches “Thunderbirds”, “Capitão Escarlate” e “Joe 90”). A trama se passava no futuro, após a Lua sair da órbita da Terra, e acompanhava os sobreviventes da base lunar, enquanto travavam contato com civilizações alienígenas. As histórias eram confusas, mesmo assim a produção durou duas temporadas, entre 1975 e 1977, e perdurou em reprises e no lançamento de telefilmes derivados de seus episódios – o último foi ao ar em 1982. A experiência sci-fi continuou no cinema, com participações no filme de catástrofe apocalíptica “Meteoro” (1979) e nas tramas de contato alienígena “Sem Aviso” (1980) e “O Retorno” (1980). Ele também estrelou o slasher “Noite de Pânico” (1982), como um psicopata foragido de um hospício – junto do veterano Jack Palance – , que abriu uma fase de filmes de terror de baixo orçamento em sua filmografia. O período culminou com o divórcio da esposa e parceira Barbara Bain. Quando experimentava o pior momento da carreira, foi resgatado por Francis Ford Coppola para um dos papéis principais do drama de época “Tucker – Um Homem e Seu Sonho” (1988). A participação lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e voltou a colocá-lo em destaque. Em seguida, juntou-se a outro mestre do cinema, filmando “Crimes e Pecados” (1989), de Woody Allen, como um oftalmologista bem-sucedido, que era assombrado por um segredo mórbido. A homenagem a Fiódor Dostoiévski lhe rendeu sua segunda indicação consecutiva ao prêmio da Academia. Apesar do prestígio conquistado, Landau selecionou mal seu filmes do começo dos anos 1990, participando de “A Amante” (1992), com Robert De Niro, “Sem Refúgio” (1992), com Drew Barrymore, “Invasão de Privacidade” (1993), com Sharon Stone, e “Intersection: Uma Escolha, uma Renúncia” (1994), com Richard Gere. Esta entressafra acabou compensada pelo melhor papel de sua vida. Em 1994, Tim Burton o convidou a encarnar o ator Bela Lugosi na cinebiografia “Ed Wood”. O desempenho foi impressionante, fazendo com que roubasse a cena do astro principal, Johnny Depp. Entrou como franco-favorito na disputa do Oscar e venceu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante com grande aclamação. No resto da década, Landau manteve um fluxo constante de trabalhos de coadjuvante, vivendo Gepetto em “As Aventuras de Pinocchio” (1996) e um dos misteriosos conspiradores de “Arquivo X: O Filme” (1998), além de integrar os elencos de “Cartas na Mesa” (1998), com os jovens Matt Damon e Edward Norton, “EdTV” (1999), com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), que voltou a juntá-lo com Tim Burton. As opções de cinema foram escasseando no século 21, mas em seus lugares surgiram séries, como “Entourage”, na HBO, na qual viveu um produtor de cinema, e “Desaparecidos/Without a Trace” na TV aberta, como o pai do protagonista (Anthony LaPaglia), que sofria de Alzheimer. Os dois papéis recorrentes lhe valeram indicações a prêmios Emmy, entre 2004 e 2007. Ele chegou a repetir o papel do produtor Bob Ryan no filme de “Entourage”, em 2015. E continuava filmando até hoje, tendo protagonizado “The Last Poker Game”, exibido no Festival de Tribeca deste ano, e finalizado as filmagens de “Without Ward”, com lançamento previsto para agosto. Landau teve duas filhas que seguiram sua carreira. Susan Landau Finch virou produtora de cinema, tendo trabalhado com Francis Ford Coppola em “Dracula de Bram Stoker” (1992), e Juliet Landau ficou conhecida como atriz pela série “Buffy – A Caça-Vampíros”, na qual interpretou a vampira Drusilla.
George A. Romero (1940 – 2017)
O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.
Zendaya e Tom Holland zoam boatos de que estão namorando
Nesta semana, a publicação mais famosa de celebridades dos Estados Unidos descobriu um namoro entre Zendaya e Tom Holland, estrelas de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, e como no passado outros intérpretes da franquia acabaram mesmo se envolvendo, a notícia da revista People repercutiu em muitos sites. Só que os alvos da fofoca reduziram tudo a piada. Zendaya e Tom Holland riram da publicação nas redes sociais. “Espere espere… a minha parte favorita é quando diz que tiramos férias juntos. HA!”, Zendaya escreveu. “Eu não tiro férias há anos! E você, Tom Holland?” Em resposta, o ator retrucou: “A turnê de divulgação do filme conta?” Claro, nem Zendaya nem Holland negaram os rumores. O fato deles racharem o bico com a notícia confirma que no mínimo são bons amigos. De resto, “a turnê de divulgação do filme conta?” Wait wait…my favorite is when it says we go on vacations together HA! I haven't been on a vacation in years!???hbu @TomHolland1996 ??? https://t.co/zSkvcfzzTa — Zendaya (@Zendaya) July 13, 2017 @Zendaya Does the press tour count ?? https://t.co/2WsstZPyde — Tom Holland (@TomHolland1996) July 13, 2017 I'm done?✋? https://t.co/XEEipLyG4d — Zendaya (@Zendaya) July 13, 2017
AMC revela emails pesados do criador de The Walking Dead para justificar sua demissão
O site The Hollywood Reporter teve acesso aos emails trocados entre o cineasta, roteirista e produtor Frank Darabont e os executivos e equipe técnica de “The Walking Dead”. Criador da série, Darabont trava uma batalha legal com o canal AMC por ter sido demitido na 2ª temporada da série e revindica uma fortuna em direitos. A correspondência foi usada como prova dos executivos da AMC para justificar sua demissão. Os emails abrangem o período em que Darabont esteve à frente da atração, entre 2010 e 2011, e são repletos de palavrões e ameaças físicas. Sua baixa estima pelos profissionais da série é evidente, mas não há uma linha de reclamação sobre o elenco, demonstrando que seu problema era com a equipe contratada pelo AMC para trabalhar na produção. Ele descreve roteiristas como “malditos idiotas preguiçosos” e “enganadores superpagos” e diz que não deveria “apenas ter demitido, mas caçado e matado os fdp à tijoladas, e depois queimado suas casas”. “Eu falei para os c*zões uma dúzia de vezes. Por que eles não escutam quando EU DIGO a forma de fazer? Entra em um ouvido e sai no outro… É como se eles intencionalmente me dissessem para ir me f*der.” Irritado com um executivo da AMC que insistia em falar dos roteiristas, ele retrucou: “Por favor, pare de falar em sala de roteiristas. Não há sala de roteiristas, o que você sabe tão bem quanto eu. Eu sou a sala dos roteiristas. Os malditos c*zões preguiçosos que supostamente seriam meus showrunners me deixaram essa responsabilidade depois de perderem cinco meses do meu tempo”. A situação acirra ainda mais quando Darabont vê as gravações do começo da 2ª temporada e decide que o material é inutilizável. Após reclamar que tinha dito para limitarem as gravações com câmera na mão, ele percebeu que a maioria das cenas foi filmada com câmera na mão. “Quando eu disse, não era uma sugestão aleatória, e os operadores devem ser dito para manter a p*rra da câmara na mão”, resultando em imagens de “crise epiléptica”, “uma m*rda completamente demente e inutilizável”. “Diga a esses operadores que se eles não conseguem fornecer imagens que funcionem, precisamos substituí-los por pessoas que podem. Por que diabos nós estamos pagando? Ray Charles poderia fazer melhor”, completa. Sobra até para os diretores. “É como se tivéssemos arrancado um garoto sem nenhuma experiência do ensino médio e o colocado para dirigir uma série”, escreveu Darabont. “Melhor acordar logo e prestar a p*rra da atenção. Ou vou começar a matar pessoas e atirar os corpos porta afora”. Num desabafo enviado para a produtora Gale Anne Hurd e outros, ele deixou claro seu estado de espírito: “F*dam-se todos por me dar dores no peito por causa da incrível incompetência, da cegueira absoluta aos momentos importantes e da falta de consideração por tudo o que está escrito e não é exibido no set todos os dias. Eu mereço melhor do que um ataque cardíaco, porque pessoas são muito estúpidas para ler um script e entender as palavras. Alguém está em desacordo comigo? Então juntem-se ao operador de câmera demitido e vá encontrar outro trabalho que não consista em deliberadamente atrapalhar a minha série cena por cena”. Em seu depoimento no processo, Darabont defendeu o tom dos emails, dizendo que eles foram escritos no calor do momento, durante uma produção profundamente conturbada e que suas reclamações eram válidas. “Cada um desses emails deve ser considerado no contexto”, ele explicou. “Eles foram enviados durante um período intenso e estressante de dois anos de trabalho, durante o qual eu estava lutando como uma mãe leoa para proteger essa série – não apenas por mim, mas ironicamente também pelo AMC. Cada um desses emails foi enviado porque um ‘profissional’ demonstrou que sua preguiça, indiferença ou incompetência ameaçava afundar o navio. Meu tom foi o resultado do estresse e da magnitude extraordinária da crise. A linguagem e hipérbole dos meus emails são duras, mas as circunstâncias também eram.” A estratégia do AMC é mostrar que o comportamento de Darabont não condizia com a função que ele deveria exercer e por isso foi justamente demitido. O produtor alega que o canal foi responsável por criar esta situação por economizar os mínimos centavos em tudo, contratando profissionais baratos e incapacitados porque não acreditava no potencial de uma série de zumbis. E como foi ele quem tirou o projeto do papel, graças a muito esforço e comprometimento, deveria ter sido melhor considerado e compensado. O roteirista-produtor Glen Mazzara, que substituiu Darabont na metade da 2ª temporada, testemunhou a favor do cineasta, dizendo que o considerava um “bom showrunner”, trabalhando 24 horas no programa e que o AMC o tratou de forma injusta.
Gravações de The Walking Dead são suspensas após acidente grave com dublê
As gravações da série “The Walking Dead” foram suspensas após um dublê se ferir gravemente numa queda de quase dez metros e machucar a cabeça. Segundo o site Deadline, John Bernecker trabalhava na 8ª temporada da produção, na Georgia, quando caiu diretamente no chão de concreto. Ele está em coma na UTI do Atlanta Medical Center. O dublê começou a trabalhar há nove anos na profissão, tendo participado de vários sucessos do cinema. Entre eles, estão “Logan”, “Corra!”, “Velozes e Furiosos 8” e três filmes da série “Jogos Vorazes”. Em “Logan”, ele também faz uma pequena aparição como ator, como um dos policiais. Sua namorada, a também dublê Jennifer Cocker, escreveu no Facebook que “John merece ser examinado por todo neurocirurgião e médico que existir até que um deles encontre a vida que todos sabemos que ele tem e o traga novamente para nós. Isso não é justo”. O canal AMC divulgou uma nota afirmando que toda assistência está sendo prestada para o ator, enquanto o Sindicato dos Atores afirmou ter dado início a uma investigação sobre as causas do acidente.
Vídeos mostram Shia LaBeouf transtornado e ator diz que vai se tratar
O site TMZ obteve gravações da recente estadia de Shia LaBeouf numa delegacia de Savannah, na Geórgia, após ser detido por desordem e embriaguez pública na madrugada do sábado passado (8/7). Os vídeos trazem o ator xingando sem parar os policiais que o detiveram. Entre os palavrões, ele ofende policias negros com palavras racista, proclama que é americano e paga impostos, além de ter advogados milionários. Veja abaixo. Após a divulgação das imagens, ele emitiu um comunicado pedindo desculpas e afirmando que irá se tratar. “Estou profundamente envergonhado do meu comportamento”, disse. “Meu absoluto desrespeito pela autoridade é problemático para dizer o mínimo, e completamente destrutivo para dizer o pior”. No texto publicado pelo TMZ, ele se refere ao incidente como “um novo ponto baixo”. “Espero que seja o ponto baixo que atingiu o fundo”. Shia completa confirmando seu problema com as bebidas. “Eu tenho lutado com o vício publicamente por muito tempo, e eu estou ativamente tomando medidas para garantir minha sobriedade e espero poder me perdoar pelos meus erros”. O incidente do último fim de semana não foi a primeira vez que o ator foi parar numa delegacia por embriaguez. Em 2008, ele foi pego dirigindo bêbado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. E em 2015 foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. Fora isso, também protagonizou momentos de bebedeira patética que não terminaram em prisão, apenas em vexame no YouTube, como uma briga em Vancouver em que foi nocauteado, uma discussão violenta com a então namorada Mia Goth na Europa e um surto dentro de um boliche em Los Angeles. Ele teria xingado um dos funcionários de racista após beber cerveja por três horas e não receber uma porção de fritas que havia solicitado. LaBeouf está na Geórgia filmando “The Peanut Butter Falcon”, que também é estrelado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Bruce Dern (“Nebraska”). Após o incidente, ele voltou ao set para filmar. Mas não está claro, após sua manifestação, se irá se internar numa clínica de reabilitação, o que interromperia as filmagens. O ator será visto a seguir em “Borg vs. McEnroe”, que estreia em setembro.
José Loreto vai processar todos que divulgaram seu vídeo íntimo na internet
Achou bacana divulgar o vídeo íntimo de José Loreto, vazado na internet? Prepare-se. O advogado do ator, que prestou queixa do crime na DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), revelou que pretende tomar as medidas legais também contra quem divulgou as imagens nas redes sociais, sem autorização. Segundo manifestação do advogado Ricardo Brajterman à imprensa, a investigação sob responsabilidade da polícia vai seguir tem duas frentes diferentes. “A polícia está investigando quem foi a pessoa que originalmente divulgou as imagens e também vai fazer a quebra dos IPs de todas as pessoas que estão divulgado o vídeo, em sites, redes sociais, plataformas (como YouTube e Twitter)… Eles vão responder criminalmente e cível também”.
Ativistas de topless interrompem show de jazz de Woody Allen em protesto
Duas ativistas do grupo Femen interromperam um show da banda de Woody Allen, a New Orleans Jazz Band, durante uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, na noite de terça (11/7). Elas subiram ao palco de topless, com o corpo coberto por mensagens com críticas ao diretor, num protesto contra o que chamaram de “cultura do silêncio” em torno das alegações de abuso sexual contra o cineasta, e receberam vaias do público. As mulheres foram retiradas do palco por seguranças enquanto tentavam ler uma carta escrita pela filha adotiva de Allen, Dylan Farow, que acusa o cineasta de abuso sexual quando ela tinha sete anos. O texto foi publicado pelo jornal New York Times em fevereiro de 2014 e respondido pelo diretor no mesmo jornal, poucos dias depois. Esta acusação já rendeu processo judicial, movido por Mia Farrow após Woody, seu ex-marido, deixá-la por Soon-Yi Previn, que ela tinha adotado quando era casada com André Previn. O julgamento terminou inocentando Allen, após especialistas desacreditarem a criança, que estaria inventando ou reproduzindo informações alimentadas por sua mãe, devido às incongruências de suas lembranças. Recentemente, outro filho adotivo do diretor, Moses Farrow, veio a público dizer que se alguém era abusivo era sua mãe, que tinha coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen. Até hoje Dylan acusa Woody Allen de abuso sexual. O diretor, por sua vez, continua casado com a outra filha de Farrow. Ele e Soon-Yi estão juntos há 25 anos. Após o incidente, as integrantes do Femen divulgaram uma nota para a imprensa: “Apesar do incidente ter ocorrido décadas atrás, Dylan (hoje com 31 anos) ainda sofre as consequências. Woody Allen não é apenas o diretor, ator e músico neurótico e charmoso, mas também uma pai que gosta de colocar o dedo na filha. Nós queremos lembrar o mundo, e os fãs de jazz, desse fato.” O show continuou normalmente após o protesto. Veja o vídeo da manifestação abaixo.
Maria Estela (1942 – 2017)
Morreu no último dia 6 de julho a atriz Maria Estela, aos 75 anos de idade. A causa da morte ainda é desconhecida, e o fato só veio à tona agora, através da publicação de mensagens de amigos e ex-colegas da atriz. Maria Estela foi uma das mais importantes atrizes de novela dos anos 1970, protagonizando várias produções da Excelsior, Record e Tupi, geralmente no papel de mocinha. Ela começou a carreira em 1965, na TV Excelsior, que, à época, fazia novelas de sucesso. A estreia aconteceu em “O Caminho das Estrelas”, em que o ídolo musical Agnaldo Rayol interpretava um cantor boêmio. Na Excelsior, ela também estrelou “A Pequena Karen”, a primeira adaptação de “O Tempo e o Vento” e uma versão do clássico gótico britânico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Transferiu-se para a Record em 1968, durante a época de ouro das novelas da emissora, e participou de “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “Quarenta Anos Depois”, “Sol Amarelo”, “O Leopardo” e “Os Fidalgos da Casa Mourisca”. A mudança para a Tupi veio em 1973, e logo de cara ela fez a primeira versão de “Mulheres de Areia”. A história das gêmeas Ruth e Raquel (vividas por Eva Wilma) marcou época e chegou a ganhar remake da Globo em 1993. Também participou de “Meu Rico Português”, “Um Dia o Amor” e as das últimas novelas na Tupi: “Aritana” e “Roda de Fogo”. Nos anos 1980, entrou em produções da Band e do SBT, como “Os Imigrantes”, “O Campeão” e “Vida Roubada”. E só foi chegar na Globo na década de 1990, participando da minissérie “Boca do Lixo” e das novelas “Meu Bem Meu Mal” e “Despedida de Solteiro”. Em 1994, voltou para o SBT e atuou em “Éramos Seis”, passando a se destacar em tramas de sucesso do canal, a maioria adaptadas de novelas latinas, como “Chiquititas”, “Pícara Sonhadora”, “Esmeralda” e “Marisol”, mas também “Vende-Se Um Véu de Noiva”, de Íris Abravanel. Seu último papel, porém, foi na Globo, registrado em 2010 na novela “Passione”, em participação especial. Desde então, estava afastada das telas.
Video mostra Kit Harington vestido como Daenerys em “teste” de Game of Thrones
Jimmy Kimmel aproveitou a proximidade da estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” para fazer uma brincadeira, apresentando “pela primeira vez” um vídeo dos testes de Kit Harington para a produção. O vídeo “exclusivo” do programa “Jimmy Kimmel Live” revela que o ator inglês se candidatou a outros papéis antes de ser contratado para viver Jon Snow. Ele também tentou ser Cersei, Tyrion, Daenerys, Hodor e até Harry Potter em “Game of Thrones”. Ao final, o apresentador elogiou a versatilidade do astro. Confira abaixo. A 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia no domingo (16/7) na HBO.
José Loreto presta queixa na polícia contra vazamento de vídeo íntimo
Após ter um vídeo íntimo vazado na internet, o ator José Loreto prestou queixa na DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), no Rio de Janeiro, de acordo com informações da coluna Olá, do jornal Agora. A situação virou agora caso de polícia. O registro de ocorrência é pelos crimes de injúria e difamação, que é o que acontece quando alguém divulga algo que pode, de certa forma, ofender ou causar vexame a uma pessoa. O ator já tinha se manifestado, nas redes sociais, afirmando que considerava o vazamento do vídeo um ato criminoso. “A divulgação de fotos, vídeos e outros materiais com teor sexual sem o consentimento do dono é crime. Infelizmente, nas últimas horas, fui pego de surpresa ao ver minha intimidade exposta em um vídeo feito aproximadamente há dez anos e gravado sem a minha permissão, obviamente sem a mesma para sua divulgação”, ele escreveu em seu Instagram. “A divulgação de vídeos íntimos não autorizados além de crime, são tristes porque afetam as vítimas e também suas famílias e as consequências muitas vezes podem ser devastadoras. A partir daqui não irei mais me pronunciar, meus advogados assumem o caso. Peço a todos compreensão e sobre tudo respeito e privacidade”, concluiu.
Família de Nelsan Ellis revela que ator morreu lutando contra o vício em álcool e drogas
A família do ator Nelsan Ellis, conhecido pelo papel de Lafayette na série “True Blood”, revelou que seu vício em álcool e outras drogas pode ter lhe custado a vida. Ele morreu no sábado (8/7), aos 39 anos, de insuficiência cardíaca. Em um comunicado publicado no site The Hollywood Reporter, a família revelou que o ator lutava contra o abuso de drogas durante anos e, depois de passar por uma série de internações, decidiu se tratar sozinho. Segundo o pai de Ellis, o abuso de álcool fez com que ele contraísse uma infecção no sangue, além de outras complicações, como a parada de seus rins e inchaço no fígado. A nota ainda afirma que o ator passou quatro dias internado até a morte na manhã de sábado. “Nelsan tinha vergonha de seu vício e sempre relutou falar sobre o assunto. Apesar da perda, a família do ator deseja que isso sirva de aviso a quem também precisa de ajuda”, diz o comunicado. Nelsan Ellis esteve em todas as sete temporadas de “True Blood” e atualmente estava em “Elementary”. Ele também fez muitos filmes, com seus principais desempenhos realizados em “O Mordomo da Casa Branca” (2013), em que interpretou Martin Luther King, e “Get on Up: A História de James Brown” (2014), no qual viveu o músico Bobby Byrd. Ele tinha acabado de filmar “True to the Game”, um drama que estreia em setembro nos Estados Unidos.










