PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • novembro 2026
  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Etc

Ex-ator da Marvel, Terrence Howard quer disputar Presidência dos EUA

Intérprete original do Máquina de Combate em "Homem de Ferro" defende isenção de impostos por 400 anos para descendentes de escravizados

Leia mais
1 de novembro de 2026
Etc

Perseguição política alimenta comportamento fascista nas redes em meio a dez mortes

Humilhações públicas, ameaças e boicotes contra eleitores de Lula mobilizam influenciadores e políticos enquanto violência se espalha pelo país

Leia mais
30 de outubro de 2026
Etc

Renato Aragão tem mansão de R$ 20 milhões penhorada por IPTU

Dívida chega a R$ 676 mil e humorista promete quitar o débito para evitar a perda da propriedade

Leia mais
30 de outubro de 2026
  • Etc

    Uma Thurman diz que Harvey Weinstein merece sofrer lentamente

    23 de novembro de 2017 /

    Uma Thurman finalmente abordou Harvey Weinstein num comentário nas redes sociais. Havia muita expectativa sobre o que ele diria, já que a atriz estrelou alguns dos maiores sucessos do produtor, “Pulp Fiction” (1994) e “Kill Bill” (2003), ambos dirigidos por Quentin Tarantino. E ela usou uma imagem do segundo filme no Instagram para engatar o assunto, celebrando o sofrimento de Weinstein na mídia. A atriz vinha evitando comentar o escândalo sexual e chegou a explicar o motivo, em entrevista ao programa Access Hollywood. Na ocasião, disse que estava esperando sua raiva diminuir antes de contar sua própria história. “Aprendi que, quando me expresso com raiva, geralmente me arrependo do que disse. Então, estou esperando me sentir menos irritada e, quando estiver pronta, vou dizer o que tenho a dizer”, ela afirmou no começo de novembro. Pois a raiva já deve ter começado a passar. A mensagem no Instagram teve como tema o Dia de Ação de Graças, em que os americanos agradecem por tudo o que conquistaram ao longo do ano, e inclui a hashtag “metoo”, usada por vítimas de abuso sexual para compartilhar suas histórias. Na lista de coisas que ela agradece está a forma como o escândalo que acabou com a carreira de Weinstein esteja acontecendo devagar. “Você não merece uma bala”, ela disparou. Veja a íntegra do post abaixo, em que ela promete que tem mais por vir – “fiquem sintonizados”. “Estou grata hoje por estar viva, por todos aqueles que eu amo e por todos aqueles que têm a coragem de se erguer pelos outros. Eu disse que estava com raiva recentemente, e eu tenho alguns motivos, #metoo, no caso de você não perceber pelo olhar do meu rosto. Eu sinto que é importante fazer as coisas a seu tempo, ser justo, ser correto, então… Feliz Dia de Ação de Graças para todos! (Exceto para você Harvey e todos os seus conspiradores perversos – fico feliz que isso esteja acontecendo devagar – você não merece uma bala) – fiquem sintonizados”. H A P P Y T H A N K S G I V I N G I am grateful today, to be alive, for all those I love, and for all those who have the courage to stand up for others. I said I was angry recently, and I have a few reasons, #metoo, in case you couldn’t tell by the look on my face. I feel it’s important to take your time, be fair, be exact, so… Happy Thanksgiving Everyone! (Except you Harvey, and all your wicked conspirators – I’m glad it’s going slowly – you don’t deserve a bullet) -stay tuned Uma Thurman Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@ithurman) em Nov 23, 2017 às 12:58 PST

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Pedro Cardoso abandona programa da TV Brasil ao vivo em apoio a grevistas e Taís Araújo

    23 de novembro de 2017 /

    O ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, chamou atenção nesta quinta-feira (23/11), ao recusar-se a participar do programa “Sem Censura”, da TV Brasil, saindo de cena ao vivo, após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom de Laerte Rímoli, presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil), contra a atriz Taís Araújo. Logo no início do programa, ao ser abordado pela primeira vez, ele soltou o verbo: “Não vou responder essa pergunta – e nenhuma outra – porque quando cheguei aqui hoje, encontrei uma empresa que está em greve. E não participo de programas de empresas que estão em greve. Vim sentar aqui porque, além da greve, que não me cabe julgar, não conheço a negociação e não estou a par, também não me cabe emitir opinião a respeito de quem está fazendo a greve e de quem está aqui trabalhando, cabe a mim o maior respeito a todos vocês. A todos vocês. Que estão parados, que estão trabalhando, aos que estão aqui”. “Mas, diante deste governo que está governando o Brasil, eu tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo esta greve provavelmente estão cobertas de razão. Então eu não vou falar do assunto que vim falar, nem de nenhum outro”, prosseguiu. “O que eu soube também quando cheguei aqui é que o presidente desta empresa, que pertence ao povo brasileiro, fez comentários extremamente inapropriados a respeito do que teria dito uma colega minha [em referência a Taís Araújo] onde a presença do sangue africano é visível na pele – porque o sangue africano está presente em todos nós, e em alguns de nós está presente também na pele, mas em todos nós ele está.” Em seguida, finalizou seu discurso, que durou cerca de um minuto e meio, em tom mais alterado: “Então se esta empresa, que é casa do povo brasileiro, tem na presidência uma pessoa que fala contra isso, eu não posso falar do assunto que eu vim falar aqui. Eu tenho um imenso respeito por todos vocês aqui, peço desculpas, vou me levantar em respeito aos grevistas e vou embora.” O programa abordaria a “música afro-brasileira, dependência digital e teatro”. Também estavam presentes o ator Hugo Bonemer (primo de William Bonner), o cantor Carlos Negreiros e o professor Lúcio Lage. Após ouvir respeitosamente todos os comentários feitos por Pedro, a apresentadora Katy Navarro solidarizou-se com o ator e, em seguida, chamou um intervalo comercial: “Respeito bastante sua opinião, respeito sua saída. A gente vive numa democracia e precisa respeitar a opinião de cada um. Pedro Cardoso obrigado pela sua presença, e entendo perfeitamente tudo que está acontecendo.” Após o que todos viram, a EBC emitiu uma nota: “O ator Pedro Cardoso expressou-se livremente no programa ‘Sem Censura’ desta tarde. Esta postura da EBC é o resultado da diretriz jornalística e profissional implementada pela atual direção da Empresa Brasil de Comunicação. Nossa programação é a prova viva – e ao vivo – de que esta empresa de comunicação pública é plural, é democrática, acolhe a diversidade de opinião e respeita a lei, inclusive o direito de greve”. Veja a participação do ator abaixo:

    Leia mais
  • Etc

    Mais uma figurante de Entourage acusa Jeremy Piven de abuso sexual

    23 de novembro de 2017 /

    Outra mulher está acusando Jeremy Piven de agressão sexual durante as gravações da série “Entourage”. Em uma denúncia publicada na noite de quarta-feira (22/11) pelo BuzzFeed News, Anastasia Taneie detalhou como foi agredida sexualmente pelo ator em 2009, quando trabalhou como figurante na série da HBO. O ator, que venceu três prêmios Emmy pelo papel do empresário artístico Ari Gold, teria aproveitado um momento em que os dois estavam sozinhos para empurrar a mulher contra uma parede e agarrar seus seios e órgãos genitais. Taneie diz que Piven só parou de atacá-la quando um assistente de direção surgiu. E que, ao ser surpreendido, o ator exigiu que ela fosse removida do set por se oferecer para ele. Definindo o ocorrido como “a coisa mais horrível que já experimentei”, Taneie explicou porque não prestou uma queixa formal. “Eu estava com medo na época de que ninguém fosse acreditar em mim”, afirmou. “Eu não queria fazer uma cena. Eu só queria ir para casa.” Piven nega todas as acusações de má conduta sexual que tem sido feitas contra ele. O ator afirma ter feito um teste de polígrafo, que seus advogados forneceram ao BuzzFeed como prova. “Deixe-me ser absolutamente claro, isso simplesmente não aconteceu”, ele disse ao site num comunicado. “Eu nunca me forçaria sobre uma mulher. Não consigo explicar sobre porque uma pessoa criaria uma história como essa”. Se oficialmente não consegue explicar porque uma pessoa criaria uma história como essa, tem mais problemas ainda para falar de mais de uma pessoa com histórias similares. Afinal, a primeira queixa contra ele foi de outra figurante de “Entourage”, Ariane Bellamar, que é mais conhecida, por ter sido Playmate da revista Playboy e aparecer em reality shows. Bellamar escreveu no Twitter: “Ei, Jeremy Piven! Lembra quando me encurralou em seu trailer no set de ‘Entourage’? Lembra de agarrar meus seios no sofá sem pedir? Lembra quando eu tentei sair e você agarrou a minha bunda?”. O ator também negou tudo e a HBO lavou as mãos. De fato, o canal pago emitiu uma nota a respeito do ocorrido que é exatamente igual ao comunicado sobre o novo caso. Em ambas, o texto repete: “Revisamos nossos registros e não recebemos nenhuma reclamação contra Jeremy Piven em ‘Entourage’. A HBO leva o assédio sexual muito a sério e tem como prioridade garantir que todos experimentem um ambiente de trabalho seguro e confortável”. O “desmentido” levou Bellamar a ser assediada no Twitter por fãs do ator, que a acusaram de querer aparecer com acusações mal intencionadas. Só que isso acabou com o silêncio de outra vítima. A atriz Cassidy Freeman, que estrelou as séries “Smallville” e “Longmire”, usou seu Instagram para confrontar o ator. “Você não pode negar isso porque, infelizmente, é inegável”, ela escreveu. “A reação sofrida por esta mulher após as acusações foi horrenda. E se as acusações são ou não verdadeiras, a verdade é que eu conheço você. Eu sei o que você fez e tentou fazer comigo quando eu era muito nova. Isto eu sei. E você também sabe disso. A menos que fossem tantas de nós, que você pode nem lembrar. O comportamento predatório é uma maneira crônica para você buscar o poder. Você se sente poderoso? Com seus advogados e suas redes e seus fãs ardorosos, que chamam suas vítimas de bimbos? Ou você sabe, em seu intestino podre, que você terá que mentir pelo resto de sua vida? Espero que, de agora em diante, você mantenha suas calças no lugar e nunca consiga fazer isso novamente”. Piven atualmente estrela a série “Wisdom of the Crowd”, na rede CBS, que, por conta das controvérsias ligadas ao ator, não teve encomenda de novos episódios além dos já produzidos. Se não houver reviravolta, a série se encerra em 17 de dezembro.

    Leia mais
  • Etc

    Namoro entre Jennifer Lawrence e o diretor Darren Aronofsky já acabou

    23 de novembro de 2017 /

    O romance entre a atriz Jennifer Lawrence e o diretor Darren Aronofsky não resistiu às críticas negativas de “Mãe!”, como muitos maldosos apostavam. Eles estão separados há um mês, segundo o programa Entertainment Tonight (ET), que diz ter confirmado a informação com diversas pessoas próximas do casal. Os dois começaram a namorar durante as filmagens de “Mãe” e a separação teria sido amigável. A última aparição pública do casal foi no Governors Awards, que entregou Oscars honorários no dia 11 de novembro, em Los Angeles. Embora os dois já estivessem separados na ocasião, o clima entre eles foi normal. Em setembro, o casal conversou com o programa e se elogiaram mutuamente. “Ele simplesmente é brilhante”, disse a atriz, de 27 anos. “Um talento único desta geração”, respondeu Aronofsky, de 48. “Eu não sei o que faz dela tão boa. Talvez seus pais, talvez a água do Kentucky”, ele brincou. Veja abaixo. Lawrence já havia namorado o ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e o vocalista da banda Coldplay, Chris Martin, enquanto Aronofsky, por sua vez, teve um relacionamento com a também atriz Rachel Weisz, que ele dirigiu em “Fonte da Vida” (2006). Os dois são pais de Henry, de 11 anos.

    Leia mais
  • Etc

    Robô de Planeta Proibido é comprado por US$ 5,4 milhões e vira acessório mais caro do cinema

    22 de novembro de 2017 /

    Robby the robot, o robô do clássico de ficção científica “Planeta Proibido” (1956), tornou-se o acessório cinematográfico mais caro de todos os tempos, ao ser vendido por US$ 5,3 milhões em um leilão de Nova York, na terça-feira (22/11). A casa de leilões Bonhams, que realizou a venda, confirmou que o preço superou o recorde anterior para um item cenográfico, superando os US$ 4 milhões da estátua de falcão do noir “Relíquia Macabra” (1941), estrelado por Humphrey Bogart, e que os US$ 4,6 milhões pagos pelo vestido branco usado por Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado” (1955). Robô mais famoso do cinema, Robby é reconhecido pela cabeça em formato de domo de vidro e membros que imitam uma criatura bípede, incluindo pernas que parecem pilhas de bolas de boliche. No famoso filme dos anos 1950, ele é um servo devoto do Professor Morbius (Walter Pidgeon), e seu design – avançadíssimo para a época – chamou mais atenção que a beleza de Anne Francis na produção. Não só isso. Programado com um senso de humor seco, ele ofuscou até o futuro comediante Leslie Nielsen, que comandava a nave espacial da trama, e se tornou a maior inspiração para dois robôs clássicos da sci-fi – o Robô, de “Perdidos no Espaço”, e C-3PO, de “Guerra nas Estrelas”. Dirigido por Fred M. Wilcox, “O Planeta Proibido” também influenciou os phasers de “Star Trek”, o disco voador de “Perdidos no Espaço” e o complexo tecnológico do “Túnel do Tempo”, que saíram diretamente de suas imagens. Mas sua importância vai além do aspecto visual e tecnológico, graças à incorporação de uma temática mais adulta no gênero – a trama era inspirada em “A Tempestade”, de William Shakespeare – , até então marcado por aventuras juvenis como “Flash Gordon” e “Buck Rogers”. Fazer o robô não foi barato. Ele foi construído pelo engenheiro Robert Kinoshita por aproximadamente US$ 125 mil, valor que, ajustado pela inflação, equivaleria a quase US$ 1 milhão de nos dias de hoje. Mesmo com esse preço, Robbie nunca foi um robô de verdade. Seu interior não tem fios e circuitos, mas espaço para um ator manobrá-lo. O mais curioso é que o sucesso de “O Planeta Proibido” transformou Robbie em ator. Isto mesmo. Ele é creditado como ator no IMDb, por aparecer em mais produções que não tinham nenhuma relação com a sci-fi clássica. O robô foi visto em nada menos que 27 produções diferentes, entre filmes e séries, sem contar documentários e programas de variedades. A lista inclui episódios de “Além da Imaginação”, “Perdidos no Espaço”, “A Família Addams”, “Banana Splits”, “Columbo”, “Projeto UFO”, “Mork & Mindy” e “Mulher-Maravilha”, além de filmes como “O Menino Invisível” (1957), “Desapareceu um Espião” (1966), “Heavy Metal: Universo em Fantasia” (1981), “Gremlins” (1984), “Meu Amante É do Outro Mundo” (1988) e até “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003). A identidade do comprador de Robbie não foi revelada.

    Leia mais
  • Etc

    Taís Araújo discursa contra racismo e é ridicularizada por integrantes de cargos públicos

    22 de novembro de 2017 /

    Falar de racismo no Brasil pode render ataques do governo. Dois integrantes de cargos públicos e um senador resolveram atacar Taís Araújo no feriado que deveria despertar a “Consciência Negra”, após a circulação do vídeo de um discurso da atriz em conferência sobre educação, em que ela afirma que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. A postagem indignou entidades de defesa da igualdade racial. O Fórum Nacional pela Democratização (FNDC) anunciou a intenção de denunciar o gestor público pela ironia diante da manifestação antirracista. “Ele deveria zelar pelo fim de todas as formas de discriminação, pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos”, afirmou a coordenadora do FNDC, Renata Mielli, em entrevista à Rede Brasil Atual. “Racismo já é crime. Agora, praticado por um gestor de empresa pública de comunicação é totalmente absurdo. Vamos exigir que medidas cabíveis sejam adotadas”, completou. Diante da repercussão negativa da “piada” de fundo racista, ele usou o Facebook, nesta quarta-feira (22/11), para pedir desculpas. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. Todos os que protestaram são brancos. Assim como muitos jovens que fizeram questão de gravar vídeos no YouTube contra a atriz, demonstrando de forma clara, branquíssima, a gravidade do problema racial do país – onde nem sequer se pode falar sobre racismo sem sofrer repressão. Veja abaixo o discurso contundente de Taís Araújo, no TEDx São Paulo, e as gracinhas compartilhadas pelo presidente da EBC.

    Leia mais
  • Etc

    Rashina Jones nega assédio de John Lasseter, mas acusa Pixar de discriminação sexual

    22 de novembro de 2017 /

    Após uma reportagem da revista The Hollywood Reporter ligar a saída de Rashida Jones de “Toy Story 2” à notícia de que John Lasseter, cofundador e diretor de criação da Pixar, estava se afastando do estúdio em meio a denúncias de assédio, a atriz negou ter sido assediada ou que sua decisão de abandonar o filme seja relacionada ao comportamento do chefe. Rashida, que era uma das roteiristas da sequência da franquia de animação, contou ao jornal The New York Times que a decisão de sair foi consequência do tratamento que a Pixar dá a mulheres e minorias no ambiente de trabalho, e não por conta de Lasseter. “A velocidade vertiginosa com que os jornalistas têm buscado o próximo perpetrador torna algumas notícias irresponsáveis”, criticou a atriz, em comunicado assinado com Will McCormack, seu parceiro criativo no projeto, que também optou por deixar “Toy Story 4”. “Nós não saímos da Pixar por conta de assédios. Isso não é verdade. Optamos por sair por diferenças criativas e, mais ainda, filosóficas”. No comunicado, Rashida e McCormack descreveram a Pixar como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. “Nós esperamos encorajar todos aqueles que sentiram que suas vozes não foram ouvidas no passado, que se sintam empoderados”, afirmaram. A reportagem da THR ligou a saída da dupla do desenvolvimento de “Toy Story 4” à denúncias de assédio que levaram Lasseter, diretor da divisão de animação da Disney, a anunciar seu afastamento por seis meses, após admitir que precisava “enfrentar seus erros”. A publicação afirmou que a decisão tinha sido decorrência de denúncia de Rashida Jones, por conta de um avanço não consensual de Lasseter, mas ela veio agora à público negar. Outras pessoas, que não quiseram se identificar, descreveram Lasseter como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Na nota em que anunciou seu afastamento, Lasseter mencionou este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

    Leia mais
  • Etc

    Diretor de Toy Story se afasta da chefia da Disney após acusação de assédio sexual

    21 de novembro de 2017 /

    O cineasta John Lasseter, atual chefão da divisão de animação da Disney, anunciou nesta terça-feira (21/11) seu afastamento do estúdio para tirar um “semestre sabático”, após admitir que precisa “enfrentar seus erros”. O site The Hollywood Reporter chegou a apontar que o afastamento era decorrência de denúncia da atriz Rashida Jones, que deixou a produção de “Toy Story 4”, em que atuava como uma das roteiristas, por conta de um avanço não consensual de Lasseter. Will McCormack, seu parceiro criativo no filme, que tem previsão de estreia para junho de 2019, também pediu demissão em apoio à colega. Mas após ver seu nome citado na reportagem, Rashida Jones veio a público negar a história, contando o motivo de sua decisão: discriminação sexual – o que também não pegou bem para a companhia e seu diretor. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. O anúncio de seu afastamento foi divulgado após chegar a seu conhecimento que o THR preparava uma reportagem sobre sua conduta. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, ele disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluiu Lasseter. A Disney não se pronunciou, mas muitos funcionários falaram com o THR para a reportagem, sob a condição de anonimato por temerem que suas carreiras fossem prejudicadas. De acordo com relatos, o incidente com Rashida Jones não teria sido isolado. Lasseter é muito conhecido por abraçar seus funcionários e demais profissionais da área, além de gostar de “agarrar, beijar e fazer comentários sobre atributos físicos”. O executivo também costuma ingerir doses altas de bebidas alcoólicas em eventos sociais da empresa, como festas de lançamentos, mas seu comportamento não estaria exclusivamente atrelado ao fato. Segundo apurou o THR, as funcionárias mulheres da Pixar já sabiam “virar a cabeça rapidamente para evitar seus beijos”. Algumas usavam um movimento que batizaram de “o Lasseter” para evitar que seu chefe passasse a mão em suas pernas. Uma das fontes que falou de forma anônima lembrou de uma reunião, realizada há 15 anos, em que Lasseter sentou ao lado de uma mulher. “Ela estava curvada e posicionou o braço na coxa. A melhor maneira de descrever é que era uma postura defensiva… John estava com a mão no joelho dela e movendo-a”, contou. Após a reunião, a fonte conversou com a vítima sobre o ocorrido: “Ela disse que deu azar por usar uma saia naquele dia e que se não estivesse se protegendo com o braço, a mão de John teria viajado…”. A mesma fonte lembrou um caso em que uma foto corporativa precisou sofrer um corte bizarro porque Lasseter, que estava posicionado entre duas funcionárias, repousou suas mãos no corpo delas. Em outro relato, uma ex-funcionária lembrou encontros estranhos com Lasseter, que gostava — “como muitos na indústria” — de distribuir abraços em reuniões. “Você o abraçava e ele sussurrava em sua orelha por um longo tempo. Ele abraçava diversas vezes e todos te olhavam. Era uma invasão de espaço”, relatou. O texto de Lasseter menciona este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

    Leia mais
  • Etc

    Natalie Portman diz ter sofrido discriminação ou assédio em quase todos os seus filmes

    21 de novembro de 2017 /

    A atriz Natalie Portman, vencedora do Oscar por “Cisne Negro” (2010), revelou ter refletido muito após os escândalos sexuais que sacudiram a indústria do entretenimento nos últimos dois meses. Durante sua participação no Vulture Festival, em Los Angeles, no fim de semana, ela disse ter concluído que sofreu vários episódios de “discriminação ou assédio”. “Quando vi tudo o que saiu, minha reação foi ‘uau, como tive sorte por nunca ter passado por isso’. Mas, então, ao refletir, percebi que ‘Ok, definitivamente nunca fui atacada, mas fui discriminada ou sofri sim assédio em quase todos os trabalhos que eu fiz, de certa forma”, disse Natalie. “Eu mudei minha percepção de ‘não tenho uma história para contar’ para ‘não, espere, eu tenho cem histórias'”. A estrela de cinema, que começou a carreira ainda criança, percebeu que foi assediada quando nem tinha noção do que isso significava. E os primeiros casos aconteceram logo após o sucesso de “O Profissional”. No filme ela interpretava uma garota que passava a viver com um assassino profissional após os seus pais serem mortos. Portman tinha 11 anos quando filmou o longa-metragem. “Definitivamente, houve um período na minha carreira que eu comecei a recusar fazer qualquer cena de beijo, porque nos meus primeiros papéis a reação era me chamar de Lolita ou coisa do tipo, e eu ficava assustada com isso”. “A gente achava que essas coisas eram naturais, que faziam parte do processo”, disse ela, lembrando de um produtor que a convidou para viajar em seu avião particular para um evento. “Eu apareci e éramos apenas nós dois e uma cama no avião. Nada aconteceu. Eu não fui atacada, mas disse: ‘Isso não me deixa confortável’. E fui respeitada. Mas foi super esquisito”, contou. Ela também se queixou de ser descrita como “exaustiva” por um diretor. “Eu era exaustiva por dar minha opinião sobre o meu trabalho? E era completamente diferente com os atores que estavam na mesma sala. Ao ponto de um dos atores me apoiar dizendo: ‘você sabe que você não está ouvindo o que ela está dizendo, mas está ouvindo o que eu digo, e nós estamos dizendo praticamente a mesma coisa?'”. Para Natalie, parte do problema é a falta de mulheres no comando dos grandes estúdios. “Normalmente, você entra num filme como a única mulher, é comum ser a única mulher num set de filmagens. É muito raro ter mulheres na equipe além das responsáveis pelo cabelo, maquiagem e figurino, os departamentos onde o estereótipo feminino se encaixa. Acho que as mulheres experimentam isso não apenas em Hollywood, mas em vários trabalhos”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Pôster do primeiro filme de Drácula bate recorde em leilão e vira o mais caro do cinema

    21 de novembro de 2017 /

    O pôster do primeiro filme de “Drácula”, lançado pela Universal Pictures em 1931, se tornou o mais caro já arrematado num leilão, ao atingir no fim de semana o valor recorde de US$ 525,8 mil (equivalente a mais de R$ 1,7 milhão). A aquisição do cartaz (reproduzido abaixo) ultrapassou o leilão anterior de um pôster do filme “Casablanca” (1942), que foi comprado por US$ 478 mil. “Drácula” foi o primeiro filme oficial do personagem criado por Bram Stoker em 1897. Protagonizado por Bela Lugosi, a produção é considerada um marco dos filmes de horror, mas como foi uma produção barata, lançada há mais de oito décadas, não teve muito material original preservado. Segundo especialistas em memorabilia de Hollywood, apenas dois pôsteres originais do filme chegaram até o século 21 em excelente estado, sendo que um deles foi o vendido. Segundo o site Screenrant, 12 dos 15 pôsteres cinematográficos mais caros do mundo pertencem aos filmes de horror da Universal, como “Frankenstein” (1931), “A Múmia” (1932) e “O Gato Preto” (1934).

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Spcine inaugura plataforma digital para o cinema brasileiro

    21 de novembro de 2017 /

    A Spcine, iniciativa cultural mais importante da gestão Haddad na Prefeitura de São Paulo, vai ampliar seu alcance reduzido com um grande reforço digital na atual administração Dória. A partir de quinta-feira (23/11), começará a funcionar a Spcine Play, uma plataforma de vídeo sob demanda (VOD, na sigla em inglês) dedicada exclusivamente a filmes nacionais, que pode revolucionar a distribuição do cinema brasileiro. A plataforma foi desenvolvida pela Spcine em parceria com a O2 Play, da produtora O2 Filmes, e o Hacklab, um laboratório de produções digitais, e quer ser “uma janela privilegiada para o cinema brasileiro no mercado de VOD”, nas palavras do secretário da Cultura de São Paulo, André Sturm, de reconhecida militância cineclubista em São Paulo. Em seu lançamento, a plataforma terá apenas 10 filmes, mas porque vai iniciar a operar em versão de teste – que deve, porém, ser longa: na apresentação do projeto, falou-se em seis meses. Entre os filmes disponibilizados, estão produções recentes e premiadas, como “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, “Califórnia”, de Marina Person, e a animação “O Menino e o Mundo”, indicada ao Oscar. Cada filme poderá ser “alugado” por R$ 3,90 por sete dias. O mais importante é que o lucro resultante dos aluguéis dos filmes será divido igualmente com os produtores da obra: ficarão com metade dos valores cobrados aos consumidores. Isto é mais que revolucionário, até subversivo num mercado dominado por distribuidoras multinacionais, cujo padrão de atuação é colocar um único blockbuster americano em cartaz simultaneamente em metade do total das telas disponíveis no país, limitando as estreias nacionais ao eixo Rio-São Paulo. Ao apresentar o projeto, Strum ressaltou a revolução possível para a produção brasileira com este projeto, que pode ser usado para levar filmes até o público de cidades sem cinemas. “O filme estreia em São Paulo, mas não vai passar em João Pessoa, em Campina Grande. Então por que não pensar em soluções em que a gente estreia no cinema em São Paulo, Rio, Porto Alegre, e no VOD em praças em que não há cinema? Acho que a SPcine vai possibilitar, no segundo momento, que a gente trabalhe lançamentos de filmes de maneira mais criativa e eficiente.” Por ser um projeto da administração pública, a Spcine Play também terá a transparência que a Netflix não tem. “A parte pública do nosso tripé exige isso e estamos felizes em fazer isso. A ideia é que a gente faça um relatório colocando para o mercado dados como quais municípios mais acessaram a plataforma”, afirmou Igor Kupstas, diretor da O2 Play. Infelizmente, a Spcine Play não terá aplicativo próprio, o que é um complicador tecnológico frustrante, que se soma à limitada oferta de títulos. Mas um passo de cada vez também gera movimento. Por enquanto, a plataforma pode ser acessada em dispositivos móveis pelos navegadores Chrome e Firefox neste link. Veja abaixo o vídeo de divulgação do projeto e, a seguir, a lista de filmes disponíveis na Spcine Play. Lista de filmes da Spcine Play “A Batalha do Passinho”(2013), de Emílio Domingos. “As Fabulas Negras”(2014), de Rodrigo Aragão, Petter Baiestorf, Joel Caetano e José Mojica Martins. “Ausência” (2015), de Chico Teixeira. “Califórnia” (2015), de Marina Person “De Menor” (2014), de Caru Alves de Souza. “Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista” (2013), de Riba de Castro. “Mãe Só Há Uma” (2016), de Anna Muylaert. “O Menino e o Mundo” (2013), de Alê Abreu. “Paratodos” (2016), de Marcelo Mesquita. “Uma Noite em Sampa” (2016), de Ugo Giorgetti.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Hacker que atacou HBO trabalhava para o exército iraniano

    21 de novembro de 2017 /

    A Justiça dos Estados Unidos identificou o hacker que atacou a HBO, roubando episódios de séries, emails e diversos documentos do canal pago, exigindo um pagamento de US$ 6 milhões para não liberar o conteúdo na internet. O suspeito é um iraniano chamado Behzad Mesri, também conhecido na darknet como “Skote Vahshat”. O gabinete do secretário de Justiça dos Estados Unidos de Manhattan indiciou oficialmente Behzad Mesri nesta terça-feira (21/11), descrevendo-o como um “autointitulado especialista” em invasões digitais. Além de hacker a HBO, a ficha corrida do suspeito inclui atividades realizadas em nome do exército iraniano contra sistemas militares, sistemas de software nuclear e componentes da infraestrutura de Israel. O documento da acusação também alega que ele ajudou um grupo de hackers iranianos, conhecido como Turk Black Hat Security Team, a desfigurar centenas de sites dos EUA e outros países. O ataque cibernético contra a HBO veio à tona no meio do ano, quando o canal transmitia a temporada mais recente de “Game of Thrones”, que teve episódios, roteiros e spoilers vazados. Além desta série, atrações como “Ballers”, “Curb Your Enthusiasm” e “The Deuce” também tiveram conteúdos liberados na internet. Segundo a agência Reuters, um porta-voz do governo afirmou que Mesri não tinha sido preso, mas não quis comentar o paradeiro do suspeito.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz acusa Oliver Stone de abuso durante teste para o filme The Doors

    21 de novembro de 2017 /

    A atriz Melissa Gilbert (vista recentemente na série “Secrets and Lies”) acusou o diretor Oliver Stone (“Snowden”) de abuso durante uma entrevista a um programa de rádio realizada na segunda-feira (20/11), nos Estados Unidos. O fato teria acontecido durante um teste para o filme “The Doors”, lançado em 1991. A atriz revelou que o diretor preparou uma “audição especial” para ela, em que teria que simular uma cena de sexo. “Ele escreveu essa cena especial que ele queria que eu fizesse para ele fisicamente na sala de elenco, e foi humilhante e horrível”, relatou a atriz no programa “Radio Andy”. “As páginas que recebi eram humilhantes, ele queria que eu ficasse de quatro na frente dele e implorasse para ele ‘me comer’, nas palavras do roteiro”, contou Gilbert. “Eu comecei a chorar e saí correndo da sala do teste. Estou contando essa história e mesmo assim tenho medo de dizer o nome dele. Ah, f*da-se. Era Oliver Stone e o teste foi para ‘The Doors’”, revelou. Melissa fez o teste para o papel de Pamela Courson, que acabou interpretada na produção por Meg Ryan. Ela ainda afirmou que o diretor a humilhou por “vingança”, depois de um encontro em que ela o constrangiu em público. “A gente estava do lado de fora de uma balada e ele estava falando para umas pessoas de como a televisão é uma porcaria e que ele nunca faria e bla bla bla. E então várias meninas vieram correndo em minha direção, porque elas assistiam ‘Os Pioneiros’ [série de televisão que foi ao ar entre 1974-1983] e todos acabaram rindo com a situação. E eu disse para ele ‘você vê, idiota, isso é televisão’. E acho que ele nunca esqueceu”, acrescentou. A atriz disse que fez várias cenas para tentar o trabalho em “The Doors”, e que só no final Oliver Stone disse a ela, “eu quero que você fique, eu tenho algo especial para você”. Foi a deixa para o teste humilhante. A descrição do fato sugere forte abuso de poder e misoginia, numa indústria que sempre foi machista. Mas Oliver Stone também foi acusado de assédio sexual no mês passado. O diretor tinha sido um dos poucos a defender Harvey Weinstein logo no começo do escândalo sexual, que levou o produtor a perder seu prestígio, carreira e casamento. E, assim que se pronunciou, acabou ele mesmo sendo acusado por Carrie Stevens, atriz e coelhinha da Playboy nos anos 1990, que foi às redes sociais lembrar que Stone apalpou seus seios sem consentimento, durante uma festa.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie