Plataforma de streaming da Sony, Crackle chega ao canal Now da Net e Claro HDTV
A plataforma de streaming Crackle fechou uma parceria com a Net e a Claro HDTV para trazer suas séries para os assinantes das operadoras via Now (o serviço on demand da Net/Claro). Até então, o streaming da Sony Pictures estava disponível apenas para assinantes de banda larga da Oi em alguns estados. “Chegar ao Now é motivo de muita comemoração para nós, já que o Crackle passa a ser uma nova opção de entretenimento para milhões de assinantes brasileiros que contam com os serviços Net e Claro TV. Estamos extremamente animados com essa grande parceria e por expandir o Crackle por meio de um serviço sob medida exclusivo para os operadores da Pay-TV com excelente custo-benefício para o assinante”, disse Alberto Nicolli Jr., vice-presidente sênior e gerente geral da Sony Pictures Television. O catálogo da platoforma conta com séries exclusivas como “Preacher”, “Snatch”, “StartUp”, “100 Code” e “Powers”, e outras compartilhadas, como “NCIS”, “Criminal Minds” e “Hannibal”, além de uma grande variedade de filmes. A assinatura mensal custa R$ 14,90 e dá acesso ao serviço pelo site oficial do Now – para aplicativos de tablet e smartphone – e também pelo controle remoto, utilizando o canal 1 da Net HD.
Produtor de Narcos é morto à tiros no México
Carlos Muñoz Portal, assistente de produção da série “Narcos”, da Netflix, foi morto a tiros no México enquanto estava procurando por locações para as gravações da 4ª temporada, informou a mídia local nesta sexta-feira (15/9). Segundo informações do jornal El País, Muñoz viajava por uma área rural despovoada no centro do país, em Temascalapa, e foi encontrado morto dentro do porta-malas de seu carro, com várias marcas de balas no corpo. “Visto que a área é pouco habitada, não temos nenhuma testemunha até o momento”, informou o porta-voz da Procuradoria local, Claudio Barrera. Muñoz Portal tinha uma longa carreira na indústria cinematográfica, tendo sido coordenador das locações mexicanas de blockbusters como “Sicario: Terra de Ninguém” (2015) e “007 Contra Spectre” (2015). Ele trabalhava como freelancer para a produção do Netflix. “Sabemos do falecimento de Carlos Muñoz Portal, um respeitado gerente de locações, e oferecemos nossas condolências a seus familiares. Os fatos ainda são desconhecidos, já que as autoridades continuam investigando os fatos”, informou a Netflix através de um comunicado A série de sucesso explora a evolução do narcotráfico na América e teve a participação do brasileiro Wagner Moura no elenco, no papel de Pablo Escobar, o criador do cartel de Medellín. A próxima temporada seria gravada no México, para abordar o narcotráfico no país.
Harry Dean Stanton (1926 – 2017)
Morreu o ator Harry Dean Stanton, estrela de “Alien” (1979), “Paris, Texas” (1984), “Twin Peaks” e inúmeros outras produções clássicas e cultuadas. Ele tinha 91 anos e faleceu de casas naturais em um hospital em Los Angeles. Harry Dean Stanton nasceu em 14 de julho de 1926, em West Irvine, uma pequena comunidade do Kentucky. Seu pai era fazendeiro e barbeiro, sua mãe era uma cabeleireira, e o jovem Harry virou cozinheiro, quando serviu na Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Após a Guerra, ele chegou a se matricular na Universidade de Kentucky para estudar jornalismo, mas acabou tomando outro rumo. Mais especificamente, um ônibus Greyhound para Los Angeles, onde desembarcou em 1949 disposto a fazer sucesso. Chegou a se apresentar como cantor e até como pregador batista, antes de tentar o que a maioria dos recém-chegados tentava naquela cidade: virar ator. Sua estreia aconteceu na série “Inner Sanctum”, em 1954, seguida por uma figuração num clássico de Alfred Hitchcock, “O Homem Errado” (1956). Em pouco tempo, estabeleceu-se como vilão do episódio da semana das séries de western, vestindo chapéu preto em produções como “As Aventuras de Rin Tin Tin”, “Bat Masterson”, “O Homem do Rifle”, “Johnny Ringo”, “Paladino do Oeste”, “Gunsmoke” e “Couro Cru”, entre outras. Isto lhe abriu as portas para seu primeiro papel coadjuvante, como filho do vilão fazendeiro do western “O Rebelde Orgulhoso” (1958), de Michael Curtis. Ele também apareceu no clássico “A Conquista do Oeste” (1962), de John Ford, mas sua carreira só foi deslanchar na década de 1970, quando trabalhou com alguns dos maiores diretores da chamada Nova Hollywood. Tudo por conta de dois pequenos papéis, chamando atenção de forma memorável em “Rebeldia Indomável” (1967), de Stuart Rosenberg, e “Corrida Sem Fim” (1971), de Monte Hellman. A explicação de Stanton para roubar as cenas foi seguir um conselho de Jack Nicholson nas filmagens de “A Vingança de um Pistoleiro” (1966): não fazer nada e deixar o figurino trabalhar. Este seria o segredo de seu método de “interpretação natural”. E, de fato, deu tão certo que ele e Nicholson se tornaram melhores amigos – e vizinhos. Ao todo, a dupla rodou seis filmes juntos – os demais foram “Rebeldia Violenta” (1970), “Duelo de Gigantes” (1976), “O Cão de Guarda” (1992), “A Promessa” (2001) e “Tratamento de Choque” (2003). Sua fama de “não fazer nada” tornou-se ainda mais lendária quando Stanton passou a trabalhar com alguns dos maiores mestres do cinema americano. A lista invejável inclui Sam Peckimpah (em “Pat Garrett e Billy the Kid”, 1973), Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão 2”, 1974), Arthur Penn (“Duelo de Gigantes”, 1976), John Huston (“Sangue Selvagem”, 1979), John Carpenter (“Fuga de Nova York”, 1981), Garry Marshall (“Médicos Loucos e Apaixonados”, 1982), Robert Altman (“Louco de Amor”, 1985), Martin Scorsese (“A Última Tentação de Cristo”, 1988), David Lynch (“Coração Selvagem”, 1990), John Frankenheimer (“A Quarta Guerra”, 1990) e Frank Darabont (“À Espera de um Milagre”, 1999). Por menor que fosse o papel, ele sempre dava um jeito de chamar atenção, o que, muitas vezes, fazia com que seus diretores famosos lhe convidassem para um bis, repetindo as parcerias, como Coppola em “O Fundo do Coração” (1981) e Lynch com “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1994) e “Império dos Sonhos” (2006). Houve, inclusive, um período de oito anos, entre 1978 e 1986, em que ele parecia estar em todos os filmes que importavam. Nesta fase, era praticamente impossível ir na videolocadora e não alugar um VHS com Staton no elenco, fosse sci-fi, comédia, drama, terror, suspense, filme de adolescente e até musical. Seu nome estava simplesmente em “Alien” (1978), “A Rosa” (1979), “A Recruta Benjamin” (1980), “Fuga de Nova York” (1981), “Christine, O Carro Assassino” (1983), “Amanhecer Violento” (1984), “Repo Man – A Onda Punk” (1984) e “A Garota de Rosa-Shocking” (1986) – como o pai desempregado de Molly Ringwald – , entre outros sucessos da época. Tornou-se tão ubíquo que até Deborah Harry, a cantora da banda Blondie, lhe dedicou uma música, “I Want That Man” (1989). A letra começava assim: “I want to dance with Harry Dean/ Drive through Texas in a black limousine”… Os dois namoraram. Apesar disso, Stanton raramente viveu um protagonista. Mas na primeira oportunidade, o filme que ele estrelou venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. “Paris, Texas” tornou-se um dos maiores lançamentos dos anos 1980, colocando seu diretor, o alemão Wim Wenders, no patamar dos grandes mestres. Na trama, Staton vivia Travis, um homem e um pai quebrado pelo amor não correspondido, que vagou por quatro anos sem destino pelas estradas empoeiradas do sul americano, e ao ser encontrado no deserto tenta juntar os cacos de sua vida para entender o que aconteceu. Seu rosto triste marcou gerações. Stanton chegou a dizer, na ocasião: “Depois de todos esses anos, finalmente consegui o papel que queria interpretar. Se nunca mais fizesse outro filme depois de ‘Paris, Texas’, ficaria feliz”. Além de estrelar “Paris, Texas”, ele ainda cantou na trilha sonora, composta por Ry Cooder. E esta era outra faceta de seus múltiplos talentos. O ator tinha uma voz angelical, que foi explorada em outros filmes, como “Rebeldia Indomável”, no qual viveu um presidiário que trabalhava duro em rodovias, e em “Cisco Pike” (1972), em que foi uma estrela de rock decadente, melhor amigo do roqueiro traficante vivido por Kris Kristofferson. Por curiosidade, ele também fez dois filmes com Bob Dylan – “Pat Garrett e Billy the Kid” e o mítico “Renaldo and Clara” (1978), dirigido pelo próprio Dylan. E, fora das telas, tinha sua própria banda, Harry Dean Stanton and the Repo Men, que dava shows nas casas noturnas de Los Angeles. Os cineastas mais jovens também o veneravam, como demonstram suas aparições em “Alpha Dog” (2006), de Nick Cassavetes, “Aqui é o Meu Lugar” (2011), do italiano Paolo Sorrentino, “Rango” (2011), de Gore Verbinski, “Os Vingadores” (2012), de Joss Whedon, e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), do inglês Martin McDonagh. Mas, nos últimos anos, o ator vinha se destacando mais na TV, graças ao papel assustador do vilão polígamo e autoproclamado profeta Roman Grant, na série “Big Love” (Amor Imenso, 2006–2011) da HBO. Além disso, sua pequena aparição no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” lhe rendeu uma longa participação recorrente no revival da série “Twin Peaks” deste ano, em que reprisou o papel de Carl Rodd, o dono de um parque de trailers – e também cantou. Seu último lançamento previsto é o drama indie “Lucky”, de John Carroll Lynch, que teve première no Festival SXSW e chega aos cinemas norte-americanos em 29 de setembro. O filme é um despedida magistral, em que Stanton, no papel-título, canta, anda pelo deserto texano, contracena com velhos amigos (David Lynch e Tom Skerritt, seu comandante em “Alien”) e pondera o que existe depois da morte. Com exceção de um breve casamento, Stanton viveu a maior parte da vida sozinho. Assim como Travis, de “Paris, Texas”, isto se devia a um coração partido. No documentário sobre sua carreira, “Harry Dean Stanton: Partly Fiction” (2012), ele confessa ter ficado amargurado após perder seu grande amor, a atriz Rebecca De Mornay (atualmente na série “Jessica Jones”). “Ela me deixou por Tom Cruise”, diz ele no filme.
Selena Gomez revela transplante de rim como motivo de sumiço repentino
A cantora e atriz Selena Gomez usou seu Instagram para revelar porque sumiu de repente, em plena fase de divulgação de seu novo disco. O motivo foi sua saúde. Ela precisou passar por um transplante de rim para tratar seu lúpus, doença que assumiu publicamente em 2015 e que a levou a passar boa parte do ano passado em reclusão, tratando de uma depressão sintomática. “Estou ciente de que alguns de meus fãs notaram que eu estava quietinha durante parte do verão e eles me questionaram porque eu não estava promovendo minhas novas músicas, das quais eu estou extremamente orgulhosa. Eu descobri que eu precisava fazer um transplante de rim devido a meu lúpus e eu estava em recuperação. Isso é algo que eu precisava fazer por minha saúde. Eu honestamente estava ansiosa por dividir com vocês minha jornada por vários meses, assim como eu sempre esperei fazer com vocês”, afirmou Selena no post. A cantora aproveitou para fazer alguns agradecimentos especiais e publicou uma imagem em que aparece no hospital, de mãos dadas com a doadora, a atriz Francia Raísa (da série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”). Em outras imagens que compõem o mesmo post, Selena mostra as cicatrizes da cirurgia. Veja abaixo. “Por enquanto, gostaria de agradecer publicamente à minha família e a essa incrível equipe médica por tudo o que eles fizeram por mim antes e depois da cirurgia. E, finalmente, não existem palavras para descrever o quanto eu agradeço à minha linda amiga Francia Raísa. Ela me deu o derradeiro presente e sacrifício ao doar seu rim para mim. É uma benção inacreditável. Te amo muito, irmã. O lúpus continua sendo uma doença incompreensível, mas o progresso está sendo feito”, completou. I’m very aware some of my fans had noticed I was laying low for part of the summer and questioning why I wasn’t promoting my new music, which I was extremely proud of. So I found out I needed to get a kidney transplant due to my Lupus and was recovering. It was what I needed to do for my overall health. I honestly look forward to sharing with you, soon my journey through these past several months as I have always wanted to do with you. Until then I want to publicly thank my family and incredible team of doctors for everything they have done for me prior to and post-surgery. And finally, there aren’t words to describe how I can possibly thank my beautiful friend Francia Raisa. She gave me the ultimate gift and sacrifice by donating her kidney to me. I am incredibly blessed. I love you so much sis. Lupus continues to be very misunderstood but progress is being made. For more information regarding Lupus please go to the Lupus Research Alliance website: www.lupusresearch.org/ -by grace through faith Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez) em Set 14, 2017 às 3:07 PDT
Josh Duhamel e Fergie anunciam fim de casamento de oito anos
O ator Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”) e a cantora Fergie anunciaram sua separação nesta quinta-feira (14/6), após um casamento de oito anos. O comunicado antecede a apresentação da cantora no Rock in Rio 2017, onde ela tem show marcado para a sexta-feira. Entretanto, apesar da notícia ter chegado agora, a separação não é recente. Em declaração conjunta enviada pelos dois ao canal de notícias CNN, o casal afirma que já estavam separados há algum tempo. “Com absoluto amor e respeito decidimos nos separar como um casal mais cedo neste ano”, diz a nota. “Para dar à nossa família a melhor oportunidade para se ajustar, queríamos manter este assunto privado antes de compartilhar com o público. Nós estamos e sempre estaremos unidos em apoio um do outro e da nossa família”, completa o texto. Fergie e Duhamel são pais de um menino, Axl, de 4 anos.
Frank Vincent (1939 – 2017)
O ator americano Frank Vincent, conhecido por seus papéis de mafioso na série “Família Soprano” (The Sopranos) e nos filmes de Martin Scorsese, morreu na quarta-feira (13/9) os 78 anos, em um hospital de Nova Jersey. Ele passava por uma operação, após ter sofrido um ataque cardíaco na semana passada. Nascido em 1939 em North Adams, Massachusetts, e de ascendência italiana, Frank Vincent quase despontou como talento musical, tendo tocado bateria, trumpete e piano para os cantores Trini López e Paul Anka. Mas acabou trocando de carreira após aparecer num pequeno papel como um jogador endividado em “The Death Collector” (1976), estrelado por Joe Pesci. O filme chamou atenção de Robert De Niro, que sugeriu a Scorsese que o visse. E foi assim que Joe Pesci e Frank Vincent entraram na filmografia do cineasta, escalados para atuarem juntos num dos maiores clássicos de Scorsese, “Touro Indomável” (1980). O papel de Vincent era Salvy Batts, a conexão mafiosa de Jake LaMotta (De Niro). O ator acabou transformando aquele personagem numa carreira, revivendo os trejeitos de mafioso em dezenas de filmes, dentre eles “Os Bons Companheiros” (1990) e “Cassino” (1995), em que voltou a contracenar com De Niro e Pesci, com direção de Scorsese. O papel de Frankie Marino, vivido em “Cassino”, marcou tanto que o ator foi convidado a revivê-lo num clipe do rapper Nas, “Street Dreams” (1996). Frank Vincent também foi um mafioso divertido em comédias como “Nos Calcanhares da Máfia” (1984), de Stuart Rosemberg, “Quem Tudo Quer, Tudo Perde” (1986), de Brian De Palma, e “Mafiosos em Apuros” (2000), de Michael Dinner. Ele ainda trabalhou em dois clássicos de Spike Lee, “Faça a Coisa Certa” (1989) e “Febre da Selva” (1991), e filmou com Sidney Lumet (em “Sombras da Lei”, 1996) e James Mangold (em “Cop Land”, 1997). Mas foi mesmo na aclamada produção da HBO, “Família Soprano”, que obteve o maior destaque da carreira. Seu personagem, o mafioso Phil Leotardo era o grande inimigo do protagonista Tony Soprano (James Gandolfini, também já falecido).
Publicidade de Polícia Federal – A Lei É para Todos exibe pilhas de “dinheiro apreendido” e dá o que falar
Lançado no fim de semana passado, quando se tornou o filme brasileiro de maior abertura em 2017, “Polícia Federal – A Lei É para Todos” não encerrou seu trabalho promocional com a estreia. E a campanha de marketing do filme está chamando atenção pela originalidade. Em vez de simplesmente postar cartazes, a publicidade do filme está dando o que falar por espalhar pilhas de dinheiro cenográfico pelos shoppings do Rio de Janeiro. “Quando vi essa montanha de dinheiro tive vontade de ter um bigode, tirar uma foto sentado na cadeira com os pés em cima da mesa de dinheiro e postar com a legenda ‘malparido'”, disse o estudante Marcelo Ribeiro, em referência aos traficantes da série “Narcos”, ao jornal O Globo. A cena parece mesmo digna dos barões do narcotráfico. Mas, infelizmente, faz alusão ao noticiário da política nacional, embora o filme não chegue tão longe em sua história. Além da instalação com as malas de dinheiro, contendo uma quantia equivalente aos R$ 51 milhões aprendidos pela Operação Lava-Jato em Salvador, uma outra instalação traz uma verdadeira montanha de dinheiro, de nada menos que quatro metros de altura, que reproduz a quantia recuperada pela força-tarefa durante os três últimos anos da Operação Lava-Jato: R$ 4 bilhões. É a mesma estrutura montada na pré-estreia do longa em Curitiba, semanas atrás. “A reação do público, que tira selfies e aplaude, é catártica”, disse o produtor do filme, Tomislav Blazic, em comunicado. “A Lava-Jato acontece com o apoio da sociedade civil e os políticos continuam agindo como se nada estivesse acontecendo, como se eles estivessem acima das leis. Só isso explica a produção de uma pilha negativa como essa de R$ 51 milhões encontrados em malas de viagem que cenografamos agora no shopping. Para compensar, tem a pilha do bem, que reproduz o valor total que a operação já recuperou para o Brasil e os brasileiros. São duas pilhas, em dois pontos do Rio, representando dois lados de uma mesma situação que a sociedade precisa ver com seus próprios olhos nas telas do cinema”, o produtor acrescentou.
Ney Latorraca anuncia sua aposentadoria
Ney Latorraca decidiu encerrar a carreira de ator. Aos 73 anos, o ator fez a revelação em entrevista coletiva sobre a chegada do espetáculo teatral “Vamp” a São Paulo. “Está na hora de eu parar. Não quero mostrar minha decrepitude. Quero ficar em casa, descansar, viajar”, disse ele, confirmando que se aposenta após as apresentações previstas de sua última peça. De acordo com Latorraca, assim que a peça acabar, ele colocará em prática planos que até então nunca puderam ser realizados. Ney diz que está muito cansado do ambiente da atuação e que viver um papel como em “Vamp” é muito cansativo. A decisão dele foi respeitada pelos outros atores do elenco. Ele afirmou que também não quer continuar a fazer televisão ou cinema. Ele se diz um homem excêntrico e que suas manias só teriam aumentado conforme a idade foi chegado. Uma das grandes estrelas da TV Globo, Latorraca diz que atuar o faz envelhecer pelo menos quinhentos anos. A decisão de encerrar se aposentar após o final do musical de “Vamp” é vista por ele como oportunidade para fechar sua trajetória com “chave de ouro”: a novela homônima — ele interpretou o Conde Vlad em ambas as produções — foi um dos maiores sucessos de sua carreira.
Rebel Wilson ganha US$ 3,4 milhões em processo contra revista de fofocas
A atriz australiana Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”), que recentemente venceu um processo de difamação contra uma editora de revistas de fofoca, a Bauer Media, vai receber US$ 3,4 milhões como indenização, determinou o juiz do tribunal de Melbourne, na Austrália, responsável pelo caso. A vitória no processo saiu em junho, quando o juri decidiu unanimemente a seu favor, após quatro semanas de julgamento, mas só agora juiz determinou o valor da indenização. A sentença estabeleceu o pagamento de US$ 650 mil a título por calúnia e difamação e US$ 3,9 milhões pelas perdas e danos, devido a oportunidades perdidas de trabalho pelas mentiras publicadas a seu respeito. Durante o processo, Wilson e sua equipe jurídica apresentaram artigos veiculados pela editora, que acusavam a atriz de ser uma mentirosa contumaz. Ela teria mentido sobre sua idade, nome e outros detalhes pessoais, como sua educação. Mas as matérias eram pura invenção. Mesmo assim, a repercussão danificou sua reputação. Ela alegou que perdeu dois papéis por causa da difamação irresponsável. “Esperava que o júri fizesse o que era certo e enviasse uma mensagem clara para esses tabloides. E eles fizeram isso”, disse Wilson numa entrevista coletiva logo após decisão do tribunal, em junho. Ela também foi ao Instagram comemorar sua vitória. “Eu tive que tomar uma posição. Eu tive que enfrentar um bully, uma organização de mídia, Bauer Media Group, que maliciosamente me humilhou em maio de 2015 com uma série de artigos sujos e completamente falsos”, escreveu ela na rede social. “Muitas vezes as revistas de fofoca e os ‘jornalistas’ que trabalham para eles não cumprem a ética profissional. Muitas vezes, sua conduta só pode ser descrita como vergonhosa e nojenta! Estou feliz que as adoráveis senhoras do júri concordaram comigo. O seu veredito unânime enviou uma mensagem clara”, continuou ela. “Eu amo meu trabalho como atriz e espero reconstruir minha carreira agora que a verdade foi estabelecida. Muito obrigado a todos!” Num segundo post, ela completou: “Foi um mês de batalha legal na Suprema Corte de Victória pelo caso de difamação. Eu nunca conseguiria resumir tudo com palavras e fotos. Tudo o que posso dizer agora é muito obrigado! Eu amo a Australia e ser australiana. Eu quero que os jovens da Austrália sejam bem sucedidos no mundo naquilo em que forem melhores, sem precisar se preocupar com pessoas que maliciosamente tentem sabotá-los por terem se tornado bem-sucedidos”.
Diretor de Death Note deleta conta do Twitter após ameaças de morte
O diretor Adam Wingard deletou sua conta no Twitter, sem fazer alarde. De acordo com o site ComicBook, o motivo foram as ofensas e ameaças de morte que ele recebeu desde que começou a trabalhar em “Death Note”, adaptação americana do cultuado mangá criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. Em entrevista ao Yahoo Movies no final de agosto, Wingard disse não levar ameaças a sério. Mas parece que o nível baixou ainda mais após a disponibilização do filme na Netflix. “Críticas sobre o filme são diferentes de ficar xingando cineastas no Twitter”, escreveu ele em postagem na rede social, antes de deletar sua conta. O filme foi destruído pela crítica, com apenas 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e integra uma leva de adaptações de mangás que escala atores americanos em papéis asiáticos e tenta justificar a medida com uma simples mudança de locação, sem, entretanto, alterar os elementos culturais japoneses da trama. A história do estudante Light Yagami (Light Turner na versão americana), que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele, já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão. Os próximos trabalhos de Adam Wingard também tem relação com o cinema asiático. Ele foi anunciado como diretor do remake do thriller sul-coreano “I Saw the Devil” e do filme de monstros “Godzilla vs. Kong”.
Furacão Irma paralisa produções de The Walking Dead e Vingadores: Guerra Infinita
A tempestade causada pela passagem do furacão Irma pelo estado americano da Georgia afetou as produções de séries e filmes rodados na região. Entre as séries, a mais significativa é “The Walking Dead”. Já os longas incluem as superproduções da Marvel “Homem-Formiga e a Vespa” e “Vingadores: Guerra Infinita”. As filmagens foram interrompidas por medidas de segurança. A paralisação foi feita após o governador da Georgia, Nathan Deal, emitir um comunicado em sua conta no Twitter nesta segunda-feira (12/9), aumentando o território que está em situação de emergência e recomendando que todas as atividades sejam temporariamente interrompidas. No total, 159 cidades estão em alerta.
Atriz transexual de Orange Is the New Black estrela campanha da grife de moda de Beyoncé
A atriz transexual Laverne Cox, que interpreta Sophia Burset na série “Orange Is the New Black”, é a nova garota-propaganda da Ivy Park, grife de moda de Beyoncé. Laverne é uma das estrelas da campanha da coleção de outono da marca, aparecendo em fotos e num comercial que ainda destaca a participação da coreógrafa da cantora, Karen McDonald, da aclamada modelo Grace Bol e do modelo Ralph Souffrant, que tem vitiligo. A principal mensagem da campanha é celebrar as singularidades de cada um. Por isso, a campanha ocupou as redes sociais com frases dos próprios modelos. Com 64 anos, a coreógrafa Karen McDonald disse: “Dê cada passo, aproveite cada momento e acredite que você é ótimo”. Já a fala de Laverne Cox resume: “É sobre estar livre. Ouvindo e se movendo sem nenhum julgamento ou limitação”. Confira abaixo o comercial da grife.
HBO é multada pelo Procon-SP por causa de Festa da Salsicha
O canal pago HBO foi multado pelo Procon-SP em R$ 2 milhões pela exibição do filme “Festa da Salsicha” em horário diurno. Segundo o órgão, a emissora fechada falhou ao não deixar explícita a advertência de que o longa se tratava de uma “animação pornográfica”, inapropriada para crianças. Na descrição do longa, contudo, a classificação indicativa apontava a censura de 16 anos, que foi a estabelecida pelos órgãos federais. A iniciativa do Procon-SP reflete uma iniciativa de um colunista do UOL e políticos conservadores, que usaram a mídia e as redes sociais para protestar contra a exibição matinal da animação, porque contém piadas explícitas sobre drogas e sexo. Segundo o Procon, apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar a vinculação horária à idade, deixando as emissoras livres para escolher a grade em que os programas serão exibidos, a falta de alerta aos pais sobre o conteúdo do filme feriu o Princípio da Proteção Integral ao menor de idade, parte do Código do Consumidor, que atinge consumidores hipervulneráveis. A HBO emitiu um comunicado em que afirma que isto não ocorreu. “A HBO informa que segue as práticas padrão estabelecidas pela indústria de TV paga. Antes do início de cada programa, a rede exibe de forma clara a classificação do programa e alerta os espectadores sobre os tópicos abordados. De acordo com a legislação brasileira, ‘Festa da Salsicha’ é avaliado como apropriado para pessoas com idade igual ou maior de 16 anos. Além disso, as operadoras de cabo e satélite oferecem funcionalidades de bloqueio de acordo com as classificações de um programa, possibilitando aos pais o controle total sobre o que seus filhos assistem.” O canal pode recorrer da multa.












