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Xuxa vai virar vovó! Sasha anuncia gravidez do primeiro filho com João Lucas

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29 de outubro de 2026
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    Mais um YouTuber brasileiro revolta a internet com “piada”, ao se revelar estuprador

    28 de julho de 2018 /

    Mais uma semana, mais um polêmica com youtuber. O novo escândalo envolve Everson Zóio, que tem quase 10 milhões de inscritos no seu canal e está sendo acusado de estupro nas redes sociais. Internautas resgataram um vídeo de 2017 em que o jovem, com palavras misóginas e machistas, conta como estuprou a namorada, enquanto ela dormia, depois que a jovem disse “não” para sexo. O Youtuber de 26 anos, cujo nome real é Everson Henrique de Oliveira, aparece no vídeo acompanhado por amigos, que morrem de rir com o relato, contado como piada. “Coloquei a mão na calcinha e está suave hoje, está tranquilo. E se estivesse menstruada a gente ia pelo caminho de terra. Ela falou que não ia rolar, que estava cansada. Eu falei beleza, não vou te forçar porque não sou estuprador, mas mesmo assim suave. Ela estava de pijaminha bem fino, fui abaixando, devagarzinho, sem querer acordar ela e consegui tirar”, diz, quase sem conter a risada e com gargalhadas dos amigos ao fundo. Ele continua: “Coloquei pro lado, foi entrando, mano. Primeiro, eu coloquei só a cabecinha e fiquei amortecendo. O grandão já bateu na porta e ficou lá. Vamos ver se ela acorda ou não. Foi só um teste. Só que eu fui empurrando, empurrando e ela não acordava. Fiquei dando umas cutucadas e ela acordou e falou: o que que é isso? Eu fiquei sem graça e depois resolvi dormir. Era só pra ser uma brincadeirinha, sem ela ver”. Com a repercussão do caso nas redes sociais, o nome do youtuber chegou aos Trending Topics do Twitter. Desde então, ele retirou o vídeo do ar, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto. Esta é a quarta polêmica consecutiva de um YouTuber brasileiro, baseada em pronunciamentos espontâneos de baixíssimo nível, o que já configura tendência, deixando evidente o problema da ascensão dos chamados “influencers” digitais. A palavrinha modinha, estabelecida pelo mercado publicitário, tornou-se maligna após anunciantes retirarem seus apoios de alguns canais envolvidos em controvérsias. Coube aos próprios internautas apontarem a alienação, a misoginia e o racismo vendido como piadas pela geração de “novos humoristas” do YouTube. Além deste caso, Júlio Cocielo, Cauê Moura e Jacaré Banguela também enfrentaram a ira das redes sociais. Os dois primeiros perderam patrocínios por piadas ofensivas. O terceiro teve sua participação cortada num programa do Comedy Central. “Eu tenho medo do futuro das crianças que tão crescendo assistindo esse tipo de gente”, escreveu um usuário do Twitter.

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    Bruna Linzmeyer revela que perdeu trabalhos após se assumir lésbica, mas outros chegaram e sua filmografia cresceu

    28 de julho de 2018 /

    Há dois anos em um relacionamento com Priscila Visman, a atriz Bruna Linzmeyer revelou ter perdido trabalhos de publicidade após se assumir lésbica e possivelmente papéis na televisão. Mas isso foi compensado com outros convites e um impulso em sua carreira cinematográfica. “Perdi contratos de publicidade, não sei se na televisão. Mas outras coisas chegaram, inclusive contratos de publicidade por causa disso. E cinema”, ela contou, em entrevista para a revista digital A Criatura. Sua filmografia disparou, realmente, com trabalhos de prestígio em “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello, e no vindouro “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, que estreia em setembro. Além disso, ela está em “O Banquete”, de Daniela Thomas, e “Partiu Paraguai (WT)”, primeiro longa de ficção de Daniel Lieff, ambos ainda sem previsão de lançamento. Mas antes disso, só tinha feito dois filmes lançados em 2015. “”Sempre ouvi que não ia conseguir pagar minhas contas. Quando me apaixonei de repente, falei: ‘Uau, essa pessoa é uma mulher’. Isso não era tão encaixotado na minha cabeça. Sempre beijei a Kitty, que foi minha primeira namorada, em público, na praia, nos eventos em que a gente estava, entre nossos amigos, não-amigos, agia naturalmente. A partir disso começaram alguns questionamentos das pessoas que me amam. Não era uma coisa de: ‘Fique dentro do armário, não saia’. E sim de: ‘Como será que tá o mundo aí fora? Como isso vai bater na sua vida profissional?’. Minha família não tem dinheiro para me sustentar. Desde meus 15 anos pago minhas contas. Esse foi um cuidado das pessoas que me amavam perante um mundo opressor que a gente vive”, revelou. Ela contou que se dizer lésbica não foi algo programado, mas uma reação. “Alguém me invadiu na época. Foi uma invasão. Não cheguei no jornal e disse: ‘Quero falar, eu sou lésbica’. Foi um susto. Poderia dizer que era mentira. Pensei: ‘Não posso dizer é mentira, porque se não pagar minhas contas, vou morrer de câncer. Como é que vou viver escondendo uma coisa que eu sou? Eu sou essa pessoa. E não tem nada de errado com isso’. Pensei: ‘Vamos lá, vamos com o coração’. Chegaram mensagens maravilhosas. E muitas lésbicas me param na rua para me abraçar. E meu coração está tranquilo, meu corpo pisando um passo de cada vez. Estou certa, feliz, contente. Acho que é isso que é mais lindo. Sento na praia e beijo minha namorada. Não vou deixar de fazer nada porque alguém acha que isso é um problema. Se você acha que isso é um problema, amor, vai lidar com o seu problema!”. Ao perceber que o mundo não acabou, ela sentiu um grande alívio. “Teria sido lésbica muito antes. Perdi milhões de coisas na minha adolescência porque isso não era uma possibilidade”, declarou. “Se eu puder fazer por uma menina o que uma atriz famosa poderia ter feito por mim, tá show, tá valendo”, afirmou a artista, que acredita poder ser um exemplo positivo para outras garotas que sofrem por esconder sua sexualidade.

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    Tom Welling vem a São Paulo participar da Comic Con Experience

    28 de julho de 2018 /

    O ator Tom Welling, que ficou conhecido ao estrelar a série “Smallville” entre 2001 e 2011, virá a São Paulo participar da Comic Con Experience. Ele vai participar das comemorações dos 80 anos do Superman, que contará com atividades da DC Comics no evento. Welling voltou recentemente a atuar numa atração derivada dos quadrinhos da editora, ao participar da 3ª temporada de “Lucifer” – já encerrada nos Estados Unidos, mas ainda exibida na TV paga brasileira. Ele não participará do resgate da série na Netflix, já que a história de seu personagem foi finalizada. A Comic Con Experience vai acontecer este ano nos dias 7, 8 e 9 de dezembro.

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    Ator de Gossip Girl não irá a julgamento após ser acusado de estupro por três mulheres

    27 de julho de 2018 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, não irá a julgamento após sofrer acusações de estupro de três mulheres. O processo foi abandonado pelos promotores de Los Angeles, que anunciaram nesta sexta (27/7) não terem “evidências insuficientes” para levar o caso ao tribunal. A atriz Kristina Cohen (“Ladies Like Us”) fez a primeira acusação contra Westwick em novembro do ano passado, relatando no Facebook que o ator a havia convidado para a sua casa em Los Angeles e a estuprado em seu quarto. Ele imediatamente se pronunciou, dizendo-se inocente e que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras mulheres se manifestaram. Aurelie Lynn e Rachel Eck se juntaram a Cohen na tentativa de mover um processo contra Westwick. Segundo os promotores, duas das mulheres conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Outras supostas vítimas de Westwick também abordaram os promotores para relatarem casos de assédio, mas os crimes relatados já haviam prescrito. A advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, o ator foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, inclusive a série britânica “White Gold”, que estrelava, sendo substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.

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    Demi Lovato quase morreu de overdose, afirma site

    27 de julho de 2018 /

    A gravidade da overdose sofrida por Demi Lovato teria deixado a cantora à beira da morte, de acordo com uma fonte ouvida pelo site TMZ. Segundo a pessoa não identificada, o socorro prestado à cantora foi rápido e aconteceu em momento crucial. “Ela podia ter morrido”, disse a fonte, que estaria na casa no momento da ligação para o serviço de emergência e a chegada dos socorristas. Demi foi achada inconsciente pelos paramédicos, em sua cama, às 11h30 da manhã de terça-feira (24/7). O site disponibilizou a gravação em áudio da ligação para o número 911 (ouça aqui), que indica a presença de várias pessoas na casa com a cantora e preocupação com um possível escândalo. “Você está com o paciente?”, questiona o atendente na gravação. “Eu estava, estou no andar debaixo agora. Tem algumas pessoas com ela. A gente só precisa de alguém aqui”, pede uma mulher não identificada. Em resposta, o atendente afirma: “Vocês ouvirão as sirenes logo mais”. Mas a mulher pede para que isso não aconteça. “Sem sirenes, por favor, certo?”. “Isso é uma emergência médica. Eu não tenho controle sobre isso, me desculpa… Isso definitivamente é uma emergência médica e precisamos chegar o mais rápido possível”, responde o telefonista. Primeiro a noticiar a possível overdose, o TMZ afirmou que Demi teria recebendo tratamento com um medicamento usado para reverter os efeitos de opioides – drogas como heroína. Mas um integrante de sua família garantiu que ela não usou heroína, embora não quisesse revelar qual droga causou o seu estado. Ela teria passado a noite curtindo uma festa em sua casa. O site informou que a própria Demi se recusou a dizer aos médicos que droga consumiu, e que teria causado sua overdose, e a polícia não encontrou nenhum vestígio de drogas ilegais em sua casa. Por conta disso, o caso não está sendo investigado como crime – justamente pela ausência de evidências. Demi segue hospitalizada, mas um comunicado emitido na própria terça-feira dizia que ela estava consciente e responsiva. Desde então, não houve mais notícias sobre seu estado de saúde.

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    Disney já agiliza fusão com a Fox no Brasil

    27 de julho de 2018 /

    A Disney já está se mexendo para agilizar sua nova estrutura, após a aquisição da Fox, no mercado internacional. A notificação da fusão no Brasil foi feita na quinta-feira (26/7) ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), responsável por investigar e prevenir abusos econômicos no país. Na documentação enviada pela Disney, a empresa afirma que a aquisição da Fox não vai reduzir a competição nem lhe dará uma posição dominante ou de monopólio no país. A negociação já foi aprovada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que fez apenas uma ressalva, determinando que a Disney vendesse as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, passou em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas nesta sexta (27/7). Ainda não está claro como se dará a configuração da nova empresa no Brasil, mas a indicação é que a Disney absorverá o estúdio Fox Film do Brasil, os canais pagos Fox, Fox Premium, Fox Life, FX e National Geographic, mas, pela negociação original nos Estados Unidos, não deverá controlar a Fox Sports.

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    Acionistas de Disney e Fox aprovam negócio entre as duas empresas

    27 de julho de 2018 /

    A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, foi aprovada em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas. Segundo a revista Variety, a votação, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (27/7) no Hotel Hilton, em Nova York, foi decido em tempo recorde. A decisão levou menos de 15 minutos. Apenas um acionista da Disney votou contra a aquisição, argumentando que o preço tinha saído alto demais. De acordo com John Nallen, chefe financeiro da Fox, a compra deve ser finalizada em todos os seus detalhes ainda na primeira metade de 2019. Anunciada primeiramente no ano passado, a compra quase não aconteceu por conta de uma segunda oferta, feita pela empresa de comunicações Comcast, já proprietária do estúdio Universal. A Disney precisou cobrir o valor oferecido pela concorrente para ficar com os ativos da Fox. Por conta disso, o negócio acabou custando US$ 18,9 milhões a mais que o inicialmente previsto. Os acionistas da Fox já tinha acenado que aceitariam a oferta original, de US$ 52,4 bilhões, quando a Concast se meteu para oferecer US$ 65 bilhões pela empresa. Mas não é só. A Disney também assumirá a dívida líquida da 21st Century Fox, de cerca de US$ 13,7 bilhões, o que eleva o negócio ao valor de US$ 85 bilhões. A efetivação da compra faz o império do Mickey crescer ainda mais, com a incorporação do estúdio de cinema 20th Century Fox, as produtoras indies Fox Searchlight Pictures e Fox 2000, a produtora de TV da Fox e os canais pagos do grupo FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu, a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar reality shows como “Big Brother” e “MasterChef”), o canal pago indiano Star India e a participação na rede de TV paga europeia Sky. Com o negócio, a Disney passará a reunir a maioria dos heróis da Marvel, juntando os X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico com os Vingadores. A Fox também detinha os direitos de um único filme da saga “Star Wars”: o “Guerra nas Estrelas” original, que agora passa a ser integrado com os demais na LucasFilm (comprada pela Disney em 2012). A empresa também se torna proprietária de outras grandes franquias do cinema, como “Avatar” e “Planeta dos Macacos”, e de produções menores, mas prestigiadas, como “Estrelas Além do Tempo”, “Garota Exemplar” e “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018. Já na TV, a Disney adquire séries de sucesso como “This Is Us”, “Modern Family” e “The Simpsons”, além de atrações de super-heróis como “Legion” e “Gifted”, sem esquecer a possibilidade de explorar o catálogo de filmes da Fox em novas séries. O objetivo da Disney é se reforçar para lançar seu serviço de streaming próprio e rivalizar com a Netflix e a Amazon a partir de 2019. Após a venda, a Fox irá se focar em seus canais de notícia e esportes. Permanecem com ela a rede Fox, formada por 28 emissoras de TV, os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. A nova empresa resultante do negócio dever ser rebatizada de New Fox, e estreará no mercado com um fortuna para investir em novos projetos.

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    Chefão da rede CBS e homem mais poderoso da TV americana é acusado de assédio sexual

    27 de julho de 2018 /

    Chefe da rede CBS e considerado o homem mais poderoso da TV americana neste século, Leslie Moonves foi acusado de assédio sexual por seis funcionárias da emissora, e outras tantas alegam que sofreram abusos durante período de trabalho na CBS. Os incidentes foram revelados em uma reportagem da revista The New Yorker, publicada nesta sexta-feira (27/7). A reportagem é assinada por Ronan Farrow, que ganhou o prêmio Pulitzer pela investigação jornalística que trouxe à tona as denúncias contra Harvey Weinstein no ano passado. Assim como no caso de Weinstein, alguns dos incidentes são de mais de 20 anos atrás, em que Moonves teria apalpado e beijado à força funcionárias da emissora. Quatro descreveram toques inapropriados ou beijos forçados durante o que deveriam ser reuniões de negócios, afirmando que se tratava de uma situação rotineira. Duas afirmaram que Les Moonves, como é mais conhecido, as intimidou fisicamente ou ameaçou atrapalhar suas carreiras. “O que aconteceu comigo foi uma agressão sexual, e então fui demitida por não participar”, acusou a atriz e escritora Illeana Douglas. Por situações como esta, todas as mulheres disseram que temiam até hoje falar sobre o assédio, porque isso poderia levar a uma retaliação de Moonves, que é conhecido na indústria por sua habilidade de fazer ou quebrar carreiras. “Ele se safou disso por décadas”, disse a escritora Janet Jones, que alega que teve que expulsá-lo depois que ele a beijou à força em uma reunião de trabalho. Farrow afirma ter ouvido ainda 30 funcionários atuais e antigos da CBS, que relataram que esse tipo de comportamento era tolerado e incentivado no ambiente de trabalho, onde jornalistas da CBS News, denunciados por má conduta sexual, ganhavam promoções ao mesmo tempo em que a empresa pagava acordos a mulheres que os acusavam. Entrevistado para a reportagem, o próprio Moonves admitiu que “pode ​​ter deixado algumas mulheres desconfortáveis” no passado. “Aqueles foram erros, e eu lamento imensamente”, disse ele. “Mas eu sempre entendi e respeitei … que ‘não’ significa ‘não’, e eu nunca usei mal a minha posição para prejudicar ou atrapalhar a carreira de ninguém.” Em resposta às denúncias, a CBS afirmou que irá investigar as acusações. Um comunicado emitido em nome da rede ressaltou que “todas as alegações de má conduta pessoal devem ser levadas a sério” e que após apurar os fatos “as medidas apropriadas” seriam tomadas. O chefão da CBS é casado com a apresentadora Julie Chen, que comanda a versão americana do “Big Brother” desde 2004. A emissora tem os maiores índices de audiência da TV aberta do país, e exibe sucessos longevos como “The Big Bang Theory” e “NCIS”. Sua programação também é considerada a mais convencional da TV americana, o que talvez explique sua penetração junto do grande público, mas esse sucesso tem se traduzido em fracasso na hora de negociar os programas para outras plataformas, que não demonstram o mesmo interesse em formatos antiquados. Em compensação, Moonves lançou recentemente a CBS All Access, plataforma de streaming da emissora, como títulos como “Star Trek: Discovery”, “The Good Fight” e “Strange Angel”. A denúncia vem à tona no momento em que o executivo de 68 anos se encontra em uma batalha judicial contra Shari Redstone, maior acionista da Viacom, companhia de comunicações “irmã” da CBS. Os dois brigam para decidir se as duas empresas devem se unir em uma só ou se devem se manter separadas. Moonves é contra a unificação, por considerar que a CBS pode se desvalorizar ao ser misturada com ativos deficitários como o estúdio Paramount e o canal pago MTV.

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    Diretor do último Star Wars apaga 20 mil tuítes após demissão de James Gunn por posts ofensivos

    27 de julho de 2018 /

    O diretor Rian Johnson, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, apagou cerca de 20 mil tuítes de sua conta pessoal após a Disney demitir James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, por posts ofensivas de uma década atrás, garimpados por integrantes da extrema direita dos Estados Unidos. Ele usou um aplicativo, o TweetDelete, para apagar os textos em massa. Questionado no próprio Twitter pelo site de cultura pop “The Mary Sue”, Johnson explicou que não se trata de nenhuma recomendação oficial do estúdio. A ação, disse ele, foi no sentido de destruir qualquer munição disponível para militantes de direita que eventualmente tentem destruir sua carreira. “(Não é) Nenhuma recomendação, e não acho que jamais tenha tuitado qualquer coisa assim tão ruim”, Johnson escreveu. “Mas são nove anos de material escrito em grande parte como algo efêmero. Se o novo normal é permitir que os ‘trolls’ investiguem os perfis em busca de munição, essa atitute me parece um ‘por que não?’.” Na esteira das acusações contra Harvey Weinstein, Hollywood adotou uma mentalidade de “tolerãncia zero” que se estendeu também a observações ofensivas. Além da demissão de James Gunn da franquia “Guardiões da Galáxia”, a Disney afastou James Lasseter, chefe do departamento de animação do estúdio, após denúncias de assédio, e o seu canal de TV, ABC, cancelou a série “Roseanne” devido a um tuíte racista publicado por sua criadora e protagonista Roseanne Barr. Ciente da sensibilidade atual dos estúdios, o grupo de extrema direita liderado por Mike Cernovich, responsável por expôr os tuítes ofensivos de James Gunn e de ser um dos principais mentores das “fake news” contra Hillary Clinton nas últimas eleições presidenciais dos EUA, está varrendo as redes sociais atrás de material polêmico para causar mais demissões entre os críticos do governo de Donald Trump. Entretanto, o próprio Cernovich apagou milhares de tuítes e foi condenado por coisa pior que piadas de mal gosto. Acusado por estupro em 2003, ele acabou fechando um acordo judicial para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques do moralista, o comediante Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”.

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    Michelle Williams se casou em segredo com roqueiro indie

    27 de julho de 2018 /

    A atriz Michelle Williams se casou discretamente neste mês com o guitarrista e cantor indie americano Phil Elverum, ex-integrante dos Microphones, que lidera a banda Mount Eerie. O casamento foi revelado durante uma entrevista com a revista Vanity Fair, publicada na quinta-feira (26/7) nos Estados Unidos. Na entrevista, Williams contou que nunca desistiu do amor após a morte de seu parceiro Heath Ledger, há 10 anos. A atriz teve uma filha com Ledger, Matilda, mas o casal encerrou seu romance de três anos alguns meses antes da morte do ator por overdose acidental de remédios em 2008. Ela lembrou como a época da morte do intérprete do Coringa em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” foi avassaladora para ela e a filha. “Eu nunca irei me esquecer de ir aos correios e ver um cartaz pendurado na parede pedindo contato com qualquer pessoa com informações sobre mim e minha filha. Então eu o retirei’, disse à Vanity Fair. Elverum também é viúvo e pai de uma menina, Agathe. A esposa dele morreu de câncer pancreático em 2015. E as semelhanças nas histórias de vida aproximaram o casal. Os dois se casaram no início do mês numa cerimônia privada, diante de poucos convidados e longe da mídia, na região rural de Adirondacks, no Estado de Nova York, onde vive a família do músico. “Eu nunca desisti do amor”, disse Williams. “Eu sempre digo para Matilda, ‘Seu pai me amava antes de qualquer um pensar que eu era talentosa, ou bonita, ou tinha roupas boas’. Obviamente eu nunca na minha vida falei sobre ter um novo relacionamento, mas Phil é especial”.

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    Gravação da ligação de emergência feita para salvar Demi Lovato é revelada

    27 de julho de 2018 /

    A ligação feita para o serviço de emergência 911 em Los Angeles, após a suposta overdose de Demi Lovato na última terça-feira (24/7), foi divulgada pelo site TMZ. A gravação indica a presença de várias pessoas na casa com a cantora e preocupação com um possível escândalo. “Você está com o paciente?”, questiona o atendente na gravação. “Eu estava, estou no andar debaixo agora. Tem algumas pessoas com ela. A gente só precisa de alguém aqui”, pede uma mulher não identificada. Em resposta, o atendente afirma: “Vocês ouvirão as sirenes logo mais”. Mas a mulher pede para que isso não aconteça. “Sem sirenes, por favor, certo?”. “Isso é uma emergência médica. Eu não tenho controle sobre isso, me desculpa… Isso definitivamente é uma emergência médica e precisamos chegar o mais rápido possível”, responde o telefonista. Primeiro a noticiar a possível overdose, o TMZ afirmou que Demi teria recebendo tratamento com um medicamento usado para reverter os efeitos de opioides – drogas como heroína. Mas um integrante de sua família garantiu que ela não usou heroína, embora não quisesse revelar qual droga causou o seu estado. Ela teria passado a noite curtindo uma festa em sua casa. O site informou que a própria Demi se recusou a dizer aos médicos que droga consumiu, e que teria causado sua overdose, e a polícia não encontrou nenhum vestígio de drogas ilegais em sua casa. Por conta disso, o caso não está sendo investigado como crime – justamente pela ausência de evidências. Ouça abaixo a ligação:

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    Diretor vencedor do Oscar será julgado por estupro em Nova York

    27 de julho de 2018 /

    O diretor Paul Haggis, vencedor de dois Oscar por seu filme “Crash – No Limite”, vai enfrentar um julgamento público em tribunal por uma acusação de estupro feita pela relações públicas Haleigh Breest. O Juiz Robert Reed, da Suprema Corte de Nova York, recusou na quinta-feira (26/7) o pedido dos advogados de Haggis para anular o processo. Breest afirma que Haggis a estuprou no apartamento dele em janeiro de 2013, após a estréia do filme “Terapia de Risco”. Ela diz que ele insistiu para que ela subisse para tomar uma bebida, e ela aceitou apesar de não querer ir. Breest afirma que os avanços sexuais indesejados começaram quase que imediatamente, e ela o descreve violentamente removendo as calças e depois forçando o sexo. Ela diz que contou a dois amigos íntimos sobre o incidente e ainda procurou médicos para verificar se não tinha pego alguma doença sexualmente transmissível. Ela diz que o incidente a deixou emocionalmente marcada, levando-a a buscar tratamento de saúde mental em junho de 2017, durante o qual seu psicólogo a diagnosticou com estresse pós-traumático. Ela afirma que as declarações públicas de Haggis em resposta ao escândalo de agressão sexual de Harvey Weinstein a ultrajaram e que isso a motivou a processá-lo, com base na lei de violência contra mulheres. A advogada de Haggis, Christine Lepera, tentou fazer o processo ser anulado ao revelar que a acusadora procurou a defesa para tentar fazer um acordo por seu silêncio no valor de US$ 9 milhões, e seu objetivo teria sido causar transtorno emocional para obter o valor. “O que aconteceu não foi uma discussão normal de um acordo financeiro, foi extorsão”, disse a advogada, de acordo com reportagem do site The Hollywood Reporter. “Quando você ameaça processar alguém a partir de uma acusação falsa, é revoltante. Todos nós sabemos que o estupro é algo revoltante, mas isso também é”. A advogada de Haggis ainda acusou Breest de levar às acusações à público, na imprensa, para que aumentar a pressão. Mas o juiz não se convenceu, dizendo que uma decisão a favor de Haggis abriria precedente para qualquer pessoa processada alegar ser vítima de “extorsão” e “transtorno emocional”. Além disso, o juiz reparou que a defesa também levou o caso à imprensa e abriu um processo contra a acusadora. “Você fez a mesma coisa, vendendo a sua história para a imprensa. Esse caso se tornou público porque vocês processaram”, afirmou. De fato, Lepera abriu um processo contra a acusadora por extorsão. Esta ação afirma que o diretor recebeu uma carta com uma ameaça em 16 de novembro, assinada por um advogado que representa a mulher, na qual incluía uma queixa pronta e ainda não protocolada. Durante uma ligação de 11 de dezembro, o advogado da Breest teria exigido um pagamento de US$ 9 milhões para o processo não ser aberto. “A ré achava que poderia capitalizar as manchetes atuais, acreditando que não teria que provar nada, bastando só ameaçar destruir sua vítima”, diz a advogada nos autos. Assim, o o caso de Haggis deve seguir para julgamento diante de um júri popular. O detalhe é que não incluirá apenas a acusação de Haleigh Breest. O juiz permitiu que a promotoria incluísse três outras mulheres, que preferem se manter anônimas, numa denúncia coletiva contra o diretor por estupro. As três mulheres se apresentaram após Haggis decidir processar a acusadora original. De acordo com a agência Associated Press, uma delas trabalhou com o diretor em um programa de televisão em 1996. Ela afirma que Haggis a forçou a fazer sexo oral com ele antes de estuprá-la. Na época, não foi à polícia porque ninguém acreditaria nela e o diretor acabaria com sua carreira. “O poder, a raiva, os recursos financeiros, você sente que não dá para enfrentar isso”, disse ela à reportagem da AP. Outra mulher alegou ter encontrado Haggis ao oferecer-lhe uma idéia de programa de TV em seu escritório. Ela afirma que Haggis disse que tinha um acordo em seu casamento que lhe permitia dormir com outras mulheres antes de tentar beijá-la. “Eu senti como se minha vida tivesse acabado”, disse a acusadora, que conseguiu escapar, mas foi seguida. A última mulher também afirmou que o diretor a beijou à força em 2015, antes de segui-la até um táxi. Cientologista que depois se voltou contra a seita, Paul Haggis foi alçado à fama com “Crash” e depois assinou roteiros de filmes de sucesso como “Menina de Ouro” (2004), “007 – Cassino Royale” (2006) e “007 – Quantum of solace” (2008). As acusações trazem à tona uma ironia histórica. “Crash” é considerado o mais fraco vencedor do Oscar deste século. O favorito era “O Segredo de Brokeback Montain”. Mas este filme, que rendeu o Oscar de Melhor Direção para Ang Lee, enfrentou grande preconceito da velha guarda de Hollywood. O já falecido ator Tony Curtis deu uma entrevista famosa falando que não tinha visto e não tinha intenção de vê-lo para votar no Oscar. E que outros membros da Academia também pensavam assim. O fato de ser um romance gay incomodou. Assim, o filme do homem agora acusado de ser estuprador acabou vencendo o Oscar, com apoio dos defensores da moral e dos bons costumes. Uma data para o julgamento deve ser definida em breve. Haggis será o segundo homem poderoso de Hollywood a enfrentar julgamento por consequência das denúncias de abuso sexual na indústria de cinema e TV que vieram à tona no final do ano passado. Antes dele, deverá ser julgado o caso do produtor que precipitou o movimento acusatório, Harvey Weinstein.

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    Comedy Central não exibirá programas com YouTuber acusado de racismo

    25 de julho de 2018 /

    O canal pago Comedy Central cancelou a exibição de todos os programas com a participação do YouTuber humorista Rodrigo Fernandes, mais conhecido como Jacaré Banguela. A decisão foi tomada após ele ser acusado de fazer piadas racistas, a partir de um tuíte que comparou Jaden Smith, filho de Will Smith, a um “flanelinha”. Repreendido por seguidores, ele não enxergou racismo na situação, mas logo outros tuítes de teor polêmico foram resgatados para reforçar a acusação. Rodrigo Fernandes participou de um programa de comédia stand-up do canal pago e chegou a comemorar o convite em suas redes sociais, mas a gravação não irá ao ar. Quando soube do comentário com teor preconceituoso de um de seus colaboradores, o Comedy Central avaliou com sua matriz, nos Estados Unidos, a posição do canal sobre o caso. “A Viacom e suas marcas repudiam todo e qualquer tipo de conteúdo de cunho racista, misógino, homofóbico ou que ofenda qualquer pessoa que possui o livre direito de escolher suas preferências religiosas, políticas, sexuais, dentre outras”, afirmou a assessoria do canal pago. Comprovando que o Brasil é mais tolerante com racismo, enquanto a participação do humorista no canal da empresa americana foi cancelada, ele continua na programação do SBT como jurado do quadro “Famosos da Internet”, do programa “Eliana”. Jacaré Banguela foi o terceiro YouTuber e “influencer” brasileiro acusado de preconceito em menos de um mês, após Júlio Cocielo, que comparou a velocidade do jogador francês Mbappé a de um ladrão fazendo arrastão na praia, e Cauê Moura. Ambos perderam patrocínios por piadas ofensivas. Por coincidência, todos os três participaram de “Internet – O Filme”, uma comédia com a nata dos “influencers” digitais – definição adorada por publicitários que é, além de brega no último, aparentemente maligna.

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